IV Seminário de Iniciação Científica

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IV Seminário de Iniciação Científica"

Transcrição

1 ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DAS GESTANTES HIV/AIDS ATENDIDAS NO HOSPITAL MATERNO INFANTIL E NO HOSPITAL ANUAR AUAD EM GOIÂNIA-GOIÁS, ENTRE OS ANOS DE 2003 E Raffaella Silva Pinheiro 1,4 ; Renata Félix De Moura 2,4 & Keila Correia de Alcântara 3,4. 1. Bolsista PBIC/UEG 2. Voluntária PVIC/UEG 3. Orientadora e pesquisadora 4. Curso de Farmácia Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas - UEG RESUMO Muitas mulheres não têm acesso ao pré-natal e não são testadas para o HIV durante a gestação. Como conseqüência, muitas crianças são infectadas pelo HIV através da transmissão vertical. No estudo objetivou-se: avaliar os perfis imunológico e viral das gestantes HIV/aids atendidas na rede pública de saúde de Goiânia entre 2003 e Realizou-se uma análise retrospectiva dos prontuários médicos das gestantes inclusas no estudo. Entre as 157 gestantes HIV/aids analisadas, a via sexual foi a categoria de exposição predominante (40%) e a mediana de idade foi de 25 anos. Até o momento do parto, aproximadamente 50% eram assintomáticas e fizeram o diagnóstico de infecção por HIV no pré-natal e 91,8% fez o uso de terapia anti-retroviral. A mediana da carga viral foi de cópias/ml e dos níveis de linfócitos TCD4 em torno de 400 céls./ml (p>0,05). Mais de 805 das gestantes receberam profilaxia para transmissão vertical do HIV. O diagnóstico da infecção por HIV no início da gestação assegurou à maioria das gestantes o acesso à profilaxia para transmissão vertical, o que ajudou a manter boas concentrações de LT CD4 + e carga viral baixa, contribuindo assim, para minimizar os riscos de transmissão vertical oferecidos por estes fatores maternos. Palavras-chave: HIV; gestantes; imunologia; carga viral. INTRODUÇÃO Atualmente, quase metade da população infectada pelo HIV é composta por mulheres (UNAIDS, 2005). A expansão dos casos de aids entre mulheres tem sido observada, principalmente, onde o contato heterossexual é a principal via de transmissão. O processo de heterossexualização da epidemia aumenta a prevalência de casos de aids entre mulheres em idade fértil principalmente, aquelas de baixo nível sócio-econômico. As estimativas são de que, aproximadamente, mulheres em idade fértil estão infectadas (BRASIL, 2004 a). No Brasil desde 1996, o Ministério da Saúde recomenda e disponibiliza a terapia antiretroviral tanto às gestantes infectadas como aos recém-nascidos expostos ao HIV objetivando reduzir a carga viral materna e conseqüentemente, menor exposição do feto ao vírus 225

2 (BRASIL, 2004 b). Os procedimentos no momento do parto e a quimioprofilaxia do recémnascido são recomendados conforme o esquema preconizado pelo PACTG076 (Connor et al., 1994). O conhecimento mais detalhado sobre o perfil imunológico e viral das gestantes HIV/aids atendidas na rede pública de saúde regional e sobre a implementação das normas preconizadas pelo Ministério da Saúde para prevenção da transmissão vertical do HIV às gestantes HIV/aids se faz necessário, para que medidas possam ser tomadas visando garantir a um número cada vez maior de mulheres o acesso ao pré-natal e tratamento adequado para evitar a infecção perinatal pelo HIV. MATERIAL E MÉTODOS O grupo populacional selecionado para estudo foram gestantes HIV/aids e seus recémnascidos atendidos nos hospitais Materno Infantil e Anuar Auad entre os anos de 2003 e Os prontuários dos pacientes foram selecionados por ordem cronológica a partir de janeiro de Os dados coletados foram analisados estatisticamente através do programa Epi Info versão 6.04 onde foram realizadas estatísticas descritivas. RESULTADOS E DISCUSSÃO A precocidade de início do relacionamento sexual entre as mulheres é uma realidade já confirmada pelos dados epidemiológicos brasileiros (BRASIL, 2004 c). No presente estudo, mais de 60% das 157 gestantes HIV/aids analisadas tinham idade inferior a 27 anos. Segundo pesquisa de Szwarcwald et al (2004), o nível de conhecimento das formas de transmissão do HIV entre os mais jovens (15-24 anos) é muito menor quando comparado com pessoas com mais de 25 anos de idade. No Brasil, a infecção por HIV ocorre principalmente em mulheres maiores de 13 anos, sendo o contato sexual uma das principais formas de transmissão. No presente estudo foi verificado que cerca de 50% das gestantes foram infectadas sexualmente pelo vírus e mais de 30% relataram desconhecer a situação do parceiro sexual. Nos relacionamentos heterossexuais, as mulheres em sua maioria, tendem a manter relações exclusivas com seus parceiros, porém ao acreditarem na exclusividade como parceiras sexuais estas não vêem nos seus parceiros um risco para infecção pelo HIV (PRAÇA; LATORRE, 2003). O diagnóstico da infecção por HIV no início da gestação assegura um maior controle da infecção materna e, consequentemente, os melhores resultados de profilaxia de transmissão vertical desse vírus, considerando que em cerca de 65% dos casos de gestantes HIV, a transmissão do vírus ocorre no período próximo ao parto ou durante o mesmo. Por esses 226

3 motivos, o teste anti-hiv deve ser oferecido a todas as gestantes, independente de sua situação de risco para HIV, tão logo ela inicie seu pré-natal (CAVALCANTE et al, 2004). O presente estudo constatou uma cobertura de pré-natal em 94,9% das gestantes HIV/aids (Tabela 1). A idade gestacional de início de uso dos medicamentos variou de 2 a 38 semanas e, dentre as pacientes analisadas, 52 (33,1%) já faziam o tratamento antes da gestação por apresentarem caso confirmado de aids. Treze pacientes, sendo 10 sintomáticas (aids) não realizaram a terapia anti-retroviral. Um dos motivos referentes à não-utilização da terapia anti-retroviral foi o diagnóstico tardio da doença, sendo evidenciadas falhas na detecção precoce da infecção pelo HIV, a disponibilidade insuficiente de exames na rede, e as dificuldades para obter o resultado após a solicitação do teste, comprovando as deficiências do sistema de saúde nacional, mesmo tendo grandes avanços nos últimos anos (SOUZA JUNIOR et al., 2002). A maioria (40,1%) das gestantes submetidas à terapia anti-retroviral fez a profilaxia por mais de 26 semanas e o esquema terapêutico mais utilizado foi a associação de ITRN/ ITRNN (em 36,3% das gestantes), como AZT+3TC+NEVIRAPINA (em 34,4%), seguida da dupla terapia ITRN/IP (em 29,2%), como AZT+3TC+NELFINAVIR (em 25,4%). O Ministério da Saúde afirma que o uso da terapia anti-retroviral potente reduz drasticamente a ocorrência de processos oportunistas, devido a recuperação parcial da função imunológica pelo organismo (BRASIL,2000). Quanto maior a carga viral materna e menor os níveis de linfócitos T CD4 e razão CD4/CD8, maior o risco para a transmissão vertical do HIV (GILL et al., 2002). Neste estudo, a mediana da carga viral materna foi de cópias/ml e dos níveis de linfócitos T CD4 em torno de 400 céls./ml (Figura 1). A avaliação do perfil imunológico e da carga viral destas gestantes pode ser considerada, portanto, apenas como boa indicadora da eficácia da resposta à terapia e profilaxia antiretroviral, uma vez que não temos dados referentes à sorologia das crianças nascidas destas mulheres. A taxa de transmissão vertical do HIV, sem qualquer intervenção, varia em diferentes áreas do mundo, situando-se em torno de 20%. Diversos estudos publicados na literatura médica demonstram a redução da transmissão vertical do HIV para níveis entre zero e 2%, com o uso de anti-retrovirais combinados com a cesariana eletiva (BRASIL, 2004 b). No Brasil, embora as intervenções para evitar transmissão vertical do HIV estejam disponíveis para todas as gestantes infectadas pelo HIV e seus filhos, as dificuldades da rede em prover diagnóstico laboratorial da infecção pelo HIV, a cobertura insuficiente das 227

4 mulheres testadas no pré-natal e a qualidade do pré-natal, ainda está aquém do desejáve. No entanto, nos últimos anos, a incidência de casos de aids em crianças vem decrescendo progressivamente em nosso país (CAVALCANTE et al, 2004). A porcentagem de mulheres que receberam todo o protocolo para evitar a transmissão vertical do HIV foi superior a 90%. Apesar das dificuldades de se implementar as recomendações do protocolo ACTG 076, 10 anos após a sua publicação, verificou-se um grande progresso no que se diz respeito à diminuição dos índices de transmissão vertical, o que confirma o sucesso na implementação de tal protocolo (Tabela 2). Tabela 1. Categoria de exposição e condição clínica das gestantes HIV/aids (n =157). CARACTERÍSTICAS GERAIS n % Categoria de Exposição Sexual 67 42,0 Múltiplos parceiros 43 27,4 Transfusão de sangue/derivados 5 3,2 UDI 8 5,1 ND* 34 21,6 Condição clínica Assintomática 93 59,2 Sintomática 62 39,5 ND* 2 1,3 Data do Diagnóstico Antes do pré-natal 72 45,8 Durante o pré-natal 76 48,5 Antes do parto 5 3,2 Depois do parto 4 2,5 *ND = Não Disponível Tabela 2. Avaliação da implementação do PACTG 076 às gestantes analisadas (n =157). PACTG 076 n % Tipo de Parto Cesário ,6 Natural 25 15,9 ND* 4 2,5 Uso de AZT-Endovenoso durante o parto Sim ,1 Não 11 7,0 ND* 3 1,9 Uso de ARV pelo recém-nascido Sim ,5 Não 5 3,2 ND* 2 1,3 Motivo da não profilaxia do recém-nascido 228

5 Filho Natimorto 5 3,2 Não se aplica ,5 ND* 2 1,3 ND*: Não Disponível Razão CD4/CD8 Carga Viral (cópias/ml) ,6 0, ,56 0,54 0,52 0,5 Aids (n=50) HIV (n=73) CD4/CD Aids (n= 30) HIV( n=51) CV Figura 1. Perfil imunológico e viral das gestantes sintomáticas (aids) e assintomáticas (HIV). CONCLUSÃO A análise dos 157 prontuários das gestantes HIV/aids atendidas pelo HMI/SUS e acompanhadas pelo HDT-HAA em Goiânia Goiás, no período de 2003 a 2005, demonstrou se tratar de um grupo de mulheres jovens, com idade média de 25 anos que fizeram o diagnóstico da infecção por HIV no início da gestação o que, provavelmente, assegurou maior controle da infecção materna, através da introdução da profilaxia com antiretrovirais. Além disso, aproximadamente 95% das gestantes HIV/aids tiveram acesso às formas de profilaxia para transmissão materno-fetal do HIV demonstrando que a implantação do PACTG 076 no Brasil, orientando os profissionais da saúde a iniciar precocemente a profilaxia de transmissão vertical do HIV durante o pré-natal e parto, além dos cuidados com o neonato pós-parto é um fator importante na diminuição da transmissão vertical. 229

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALCANTARA, K. C. Transmissão Vertical do HIV-1: Estudo de Pares de Mães HIV + /AIDS Filhos e Diagnóstico Molecular Precoce. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Goiás, Instituto de Patologia Tropical e Saúde Publica, BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Implantação da Vigilância de Gestantes HIV+ e Crianças Expostas. Brasília-DF, BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Boletim Epidemiológico dez. Brasília-DF, 2004 a. Disponível em: BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Coordenação Nacional de DST e Aids. Recomendações para profilaxia da transmissão vertical do HIV e terapia anti-retroviral em gestantes. Brasília-DF, 2004 b. BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Boletim Epidemiológico jan jun. Brasília-DF, 2004 c. Disponível em: CAVALCANTE, M. S.; RAMOS JUNIOR, A. N.; SILVA, T. M. J.; PONTES, L. R. S. K. Transmissão vertical do HIV em Fortaleza: revelando a situação epidemiológica em um capital do Nordeste. Revista Brasileira Ginecologia e Obstetrícia 26(2), CONNOR, E. M.; SPERLING, R. S.; GELBER, R.; KISLEV, P.; SCOTT, G.; O SULLIVEN, M. J.; VANDYKE, R.; JACOBSON, R.; JIMENEZ, E.; COOMBS, R.; ELKINS, M.; MOYE, J.; STRATTON, P; BALSLEY, J. Reduction of maternal-infant transmission of human immunodeficiency virus type 1 with zidovudine treatment. The New England Journal of Medicine 331: , GILL, C. J.; GRIFFITH, J. L.; JACOBSON, D.; SKINNERS, S.; GORBACH, S. L.; WILSON, I. B. Relationship of HIV Viral Loads, CD4 Counts, and HAART Use to Health Related Quality of Life. Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes 30: , PRAÇA, N. S.; LATORRE, M. R. D. O. Saúde sexual e reprodutiva com enfoque na transmissão do HIV: praticas de puérperas atendidas em maternidades filantrópicas do município de São Paulo. Revista Brasileira Saúde Materno Infantil 3(1): 61-74, SOUZA JUNIOR, P. R. B.; SZWARCWALD, C. L.; BARBOSA JUNIOR, A.; CARVALHO, M. F.; CASTILHO, E. A. Infecção pelo HIV durante a gestação: Estudo- Sentinela Parturiente. Revista Saúde Pública 38(6), SZWARCWALD, C.L; BARBOSA JUNIOR, A.; PASCOM, A. R. ; SOUZA JUNIOR, P.R. Pesquisa de conhecimento, attitudes e práticas na população brasileira de 15 a 54 anos UNAIDS. Aids Epidemic Update: December World Health organization. Disponível em: < e <

ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DOS PACIENTES HIV/AIDS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÙDE JUNDIAÍ EM ANÁPOLIS GOIAS ENTRE OS ANOS 2002 E 2006.

ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DOS PACIENTES HIV/AIDS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÙDE JUNDIAÍ EM ANÁPOLIS GOIAS ENTRE OS ANOS 2002 E 2006. 1 ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DOS PACIENTES HIV/AIDS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÙDE JUNDIAÍ EM ANÁPOLIS GOIAS ENTRE OS ANOS 2002 E 2006. Adriana Paim da Silva 1,2 ; Andrea Brígida de Souza 1,2

Leia mais

Alexandre O. Chieppe

Alexandre O. Chieppe Transmissão Vertical da Sífilis S e do HIV Alexandre O. Chieppe Coordenação Estadual de DST/AIDS-CVE Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro Câmara Técnica de AIDS do CREMERJ Do Início da Epidemia

Leia mais

ACOMPANHAMENTO DA PUÉRPERA HIV* Recomendações do Ministério da Saúde Transcrito por Marília da Glória Martins

ACOMPANHAMENTO DA PUÉRPERA HIV* Recomendações do Ministério da Saúde Transcrito por Marília da Glória Martins ACOMPANHAMENTO DA PUÉRPERA HIV* Puerpério Imediato Acompanhamento da puérpera HIV* 1. Inibir a lactação através do enfaixamento das mamas com ataduras ou comprimindo-as com um top e evitando, com isso,

Leia mais

Plano de Qualificação das Linhas de Cuidados da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis nos Estados do Semiárido e Amazônia Legal

Plano de Qualificação das Linhas de Cuidados da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis nos Estados do Semiárido e Amazônia Legal Plano de Qualificação das Linhas de Cuidados da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis nos Estados do Semiárido e Amazônia Legal O que é Transmissão Vertical HIV e Sífilis? A transmissão vertical do

Leia mais

Atraso na introdução da terapia anti-retroviral em pacientes infectados pelo HIV. Brasil, 2003-2006

Atraso na introdução da terapia anti-retroviral em pacientes infectados pelo HIV. Brasil, 2003-2006 Atraso na introdução da terapia anti-retroviral em pacientes infectados pelo HIV. Brasil, 2003-2006 Paulo Roberto Borges de Souza-Jr Célia Landmann Szwarcwald Euclides Ayres de Castilho A Terapia ARV no

Leia mais

Hélio Vasconcellos Lopes

Hélio Vasconcellos Lopes HIV/AIDS no Município de Santos e dados brasileiros Hélio Vasconcellos Lopes Coordenador do Programa Municipal DST/AIDS/Hepatites da Secretaria Municipal de Saúde Professor titular da Faculdade de Medicina

Leia mais

HIV/aids no Brasil - 2012

HIV/aids no Brasil - 2012 HIV/aids no Brasil - 2012 Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Novembro de 2012 HIV Dados gerais Prevalência do HIV maior entre homens (15

Leia mais

Estatuto da Criança e do Adolescente:

Estatuto da Criança e do Adolescente: PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL HIV e alimentação infantil Estatuto da Criança e do Adolescente: Livro I Parte Geral Título I Das disposições preliminares Art. 4º - é dever da família, da comunidade,

Leia mais

Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis. 18 de junho de 2012

Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis. 18 de junho de 2012 Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis 18 de junho de 2012 LINHA DE CUIDADO TV DO HIV Unidade Básica de Saúde (diagnóstico e encaminhamento) Serviço de Atenção Especializada (Pré-natal,

Leia mais

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Em 2012, ocorreram 2.767 óbitos por Aids no Estado de São Paulo, o que representa importante queda em relação ao pico observado em 1995 (7.739). A

Leia mais

Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas

Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia Porto Alegre, 21-24 de outubro 2008 Célia Landmann Szwarcwald celials@cict.fiocruz.br

Leia mais

Diagnóstico Tardio do HIV em Crianças e Adolescentes Nascidas de mães Portadoras do HIV" Programa Estadual de DST/AIDS-SP www.crt.saude.sp.gov.

Diagnóstico Tardio do HIV em Crianças e Adolescentes Nascidas de mães Portadoras do HIV Programa Estadual de DST/AIDS-SP www.crt.saude.sp.gov. Diagnóstico Tardio do HIV em Crianças e Adolescentes Nascidas de mães Portadoras do HIV" Programa Estadual de DST/AIDS-SP www.crt.saude.sp.gov.br Casos notificados de AIDS, Brasil e São Paulo - 1980 a

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

HIV no período neonatal prevenção e conduta

HIV no período neonatal prevenção e conduta HIV no período neonatal prevenção e conduta O HIV, agente causador da AIDS, ataca as células do sistema imune, especialmente as marcadas com receptor de superfície CD4 resultando na redução do número e

Leia mais

Relacionamento de sistemas de informação em saúde: uma estratégia para otimizar a vigilância das gestantes infectadas pelo HIV *

Relacionamento de sistemas de informação em saúde: uma estratégia para otimizar a vigilância das gestantes infectadas pelo HIV * ARTIGO ORIGINAL Relacionamento de sistemas de informação em saúde: uma estratégia para otimizar a vigilância das gestantes infectadas pelo HIV * Linkage of Health Information Systems: a Strategy to Optimize

Leia mais

HIV-AIDS. Infecções Peri-natais

HIV-AIDS. Infecções Peri-natais Transmissão Relação sexual Transfusão de sangue Transmissão vertical Acidente de trabalho Retrato da epidemia de aids Nacionalmente estável e concentrada em populações-chave Casos acumulados de aids (até

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS GOIÁS 2015 Situação Epidemiológica da AIDS no Estado de Goiás Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Superintendência de Políticas de Atenção Integral à

Leia mais

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA Janete Lane Amadei 1 ; Deborah Cristiny Dantas Moreti 2 ; Diego Montanhei 2 ; Dennis Armando

Leia mais

Estimativa do número de crianças (0-14 anos) infectadas pelo HIV, Brasil, 2000

Estimativa do número de crianças (0-14 anos) infectadas pelo HIV, Brasil, 2000 Estimativa do número de crianças (0-14 anos) infectadas pelo HIV, Brasil, 2000 Introdução Célia Landmann Szwarcwald (1), Aristides Barbosa Júnior(2) e Maria Goretti P. Fonseca(2) A epidemia de aids no

Leia mais

Tendência da transmissão vertical da AIDS após terapia anti-retroviral no Estado de Santa Catarina de 1994 a 2006.

Tendência da transmissão vertical da AIDS após terapia anti-retroviral no Estado de Santa Catarina de 1994 a 2006. Tendência da transmissão vertical da AIDS após terapia anti-retroviral no Estado de Santa Catarina de 994 a 26. Maternal-infant vertical transmission of AIDS trends after antiretroviral therapy in Santa

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: E-Mail INSTITUIÇÃO ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO OBJETIVOS: Objetivo geral Objetivos específicos

TÍTULO: AUTORES: E-Mail INSTITUIÇÃO ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO OBJETIVOS: Objetivo geral Objetivos específicos TÍTULO:AVALIAÇÃO DA PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV NO HULW EM JOÃO PESSSOA - PB AUTORES: Karina Carla de Paula Medeiros, Ana Cecília Bezerra Carvalho, Márcia Regina Piuvezam, Margareth de Fátima

Leia mais

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO Ministério da Saúde TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO Brasília - DF 2014 Ministério da Saúde TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO

Leia mais

CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE

CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE 1 Discente de graduação do curso de Biomedicina 2 Doutoranda Docente das Faculdades Integradas

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST. ano VIII nº 01

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST. ano VIII nº 01 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST ano VIII nº 01 27ª a 52ª semanas epidemiológicas - julho a dezembro de 2010 01ª a 26ª semanas epidemiológicas - janeiro a junho de 2011 2012. Ministério

Leia mais

GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO NO TRABALHO DE PARTO E PARTO. Recomendações do Ministério da Saúde Profª.Marília da Glória Martins

GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO NO TRABALHO DE PARTO E PARTO. Recomendações do Ministério da Saúde Profª.Marília da Glória Martins GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO NO TRABALHO DE PARTO E PARTO Recomendações do Ministério da Saúde Profª.Marília da Glória Martins Cerca de 65% dos casos de transmissão vertical do HIV ocorrem durante o trabalho

Leia mais

PLANEJANDO A GRAVIDEZ

PLANEJANDO A GRAVIDEZ dicas POSITHIVAS PLANEJANDO A GRAVIDEZ Uma pessoa que vive com HIV/aids pode ter filhos biológicos? Pode. As pessoas que vivem com HIV/aids não devem abandonar seus sonhos, incluindo o desejo de construir

Leia mais

39º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial. Flávia J. Almeida

39º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial. Flávia J. Almeida 39º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial orial 39º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial orial HIV HIV no no Recém-Nascido Recém-Nascido Flávia

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS GOIÁS 2014 Situação Epidemiológica da AIDS no Estado de Goiás Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Superintendência de Políticas de Atenção Integral à

Leia mais

Revista de Saúde Pública ISSN: 0034-8910 revsp@usp.br Universidade de São Paulo Brasil

Revista de Saúde Pública ISSN: 0034-8910 revsp@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Revista de Saúde Pública ISSN: 34-891 revsp@usp.br Universidade de São Paulo Brasil de Brito, Ana Maria; Lopes de Sousa, Jailson; Feitosa Luna, Carlos; Dourado, Inês Tendência da transmissão vertical de

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS GOIÁS 2014 Situação Epidemiológica da AIDS no Estado de Goiás Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Superintendência de Políticas de Atenção Integral à

Leia mais

Fernando Antônio de Souza Lyra Karla Patrícia Figueirôa Silva Mônica Maria Cardoso da Silva

Fernando Antônio de Souza Lyra Karla Patrícia Figueirôa Silva Mônica Maria Cardoso da Silva FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ CENTRO DE PESQUISAS AGGEU MAGALHÃES DEPARTAMENTO DE SAÚDE COLETIVA Especialização em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde Fernando Antônio de Souza Lyra Karla Patrícia Figueirôa

Leia mais

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010 Briefing Boletim Epidemiológico 2010 1. HIV Estimativa de infectados pelo HIV (2006): 630.000 Prevalência da infecção (15 a 49 anos): 0,61 % Fem. 0,41% Masc. 0,82% 2. Números gerais da aids * Casos acumulados

Leia mais

ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA

ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA OBJETIVO: MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA REDE CEGONHA NOME DO INDICADOR DEFINIÇÃO INTERPRETAÇÃO MÉTODO DE CÁLCULO cadastradas

Leia mais

ARTIGO ORIGINAL. Resumo

ARTIGO ORIGINAL. Resumo ARTIGO ORIGINAL Transmissão materno-infantil do HIV em São José do Rio Preto em 2001 e 2002. Mother-to-child transmission of Human Immunodeficiency Virus (HIV) in São José do Rio Preto. Paulo R.S. David¹;

Leia mais

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS.

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. Introdução e método: A violência física em especial a violência sexual é, sem dúvida, um problema de saúde pública.

Leia mais

O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1

O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1 O Perfil Dos Usuários Do Grupo De Apoio Às DST s E AIDS, Viçosa - MG 1 Talita da Conceição de Oliveira Fonseca. Economista Doméstica. Endereço: Rua João Valadares Gomes nº 210, bairro JK, Viçosa-MG. E-mail:

Leia mais

A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS. SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR

A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS. SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DA AIDS NO BRASIL Desde o início de 1980 até junho de 2012 foram registrados

Leia mais

Transmissão vertical do HIV DEMI / EEAN / UFRJ 2011

Transmissão vertical do HIV DEMI / EEAN / UFRJ 2011 Transmissão vertical do HIV Profª Drª Carla Luzia França a Araújo DEMI / EEAN / UFRJ 2011 TRANSMISSÃO VERTICAL : Situação atual e perspectivas no país Prevalência de infecção pelo HIV em parturientes,

Leia mais

NOTA TÉCNICA 04/08 ASSUNTO: UTILIZAÇÃO DOS TESTES RÁPIDOS ANTI- HIV EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA.

NOTA TÉCNICA 04/08 ASSUNTO: UTILIZAÇÃO DOS TESTES RÁPIDOS ANTI- HIV EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA. ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DAS DST/HIV/AIDS NOTA TÉCNICA 04/08 ASSUNTO:

Leia mais

DECLARAÇÃO DE CONSENSO

DECLARAÇÃO DE CONSENSO Consulta Técnica sobre HIV e Alimentação Infantil realizada em nome da IATT Equipe de Trabalho Inter Agencias sobre a Prevenção de infecções pelo HIV em mulheres grávidas, mães e seus bebes Genebra, 25

Leia mais

5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica

5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica 5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica Guia para gestores MINISTÉRIO DA SAÚDE Introdução As diretrizes aqui apresentadas apontam para uma reorganização do modelo

Leia mais

764 Rev Saúde Pública 2004;38(6):764-72 www.fsp.usp.br/rsp

764 Rev Saúde Pública 2004;38(6):764-72 www.fsp.usp.br/rsp 764 Rev Saúde Pública 2004;38(6):764-72 Infecção pelo HIV durante a gestação: Estudo-Sentinela Parturiente, Brasil, 2002 HIV infection during pregnancy: the Sentinel Surveillance Project, Brazil, 2002

Leia mais

A evolução e distribuição social da doença no Brasil

A evolução e distribuição social da doença no Brasil A evolução e distribuição social da doença no Brasil Por Ana Maria de Brito Qualquer epidemia é o resultado de uma construção social, conseqüência do aparecimento de uma doença com características biomédicas,

Leia mais

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Letícia Legay Vermelho*, Luíza de Paiva Silva* e Antonio José Leal Costa** Introdução A transmissão vertical, também denominada materno-infantil,

Leia mais

A i d s n a I n f â n c i a. Prof. Orlando A. Pereira FCM - UNIFENAS

A i d s n a I n f â n c i a. Prof. Orlando A. Pereira FCM - UNIFENAS A i d s n a I n f â n c i a Prof. Orlando A. Pereira FCM - UNIFENAS HISTÓRICO 1978- Em Nova York e San Francisco uma doença misteriosa e mortífera ataca homossexuais. 1981- A doença misteriosa ganha o

Leia mais

Secretaria de Saúde PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011

Secretaria de Saúde PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011 PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011 INDICE Introdução... 3 1) Definição da sorologia para HIV do paciente-fonte... 4 2) Locais de atendimento ao acidentado...

Leia mais

SITUAÇÃO DO HIV/AIDS NO BRASIL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM A INFECÇÃO

SITUAÇÃO DO HIV/AIDS NO BRASIL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM A INFECÇÃO SITUAÇÃO DO HIV/AIDS NO BRASIL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM A INFECÇÃO Jader Dornelas Neto 1 ; Daniel Antonio Carvalho dos Santos 2 ; Guilherme Elcio Zonta 3 ; Simone Martins Bonafé 4 RESUMO: O objetivo

Leia mais

Prevenção da transmissão do HIV. Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids

Prevenção da transmissão do HIV. Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids Prevenção da transmissão do HIV Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids Transmissão sexual Fundamentos A avaliação de risco para Infecção pelo HIV deve ser um componente essencial das ações de atendimento

Leia mais

Arquivos de definição: aidsw.def (aids adulto) e aidscw.def (aids criança) Base de dados: Iaids.DBF (aids adulto) e Iaidsc.

Arquivos de definição: aidsw.def (aids adulto) e aidscw.def (aids criança) Base de dados: Iaids.DBF (aids adulto) e Iaidsc. AIDS Para construir série histórica de alguns indicadores epidemiológicos e operacionais referentes a casos de aids adulto e criança anteriores ao ano de 2007, incluídos no SinanW, deve-se utilizar os

Leia mais

GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL. Profª.Marília da Glória Martins Recomendações do Ministério da Saúde

GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL. Profª.Marília da Glória Martins Recomendações do Ministério da Saúde GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL Profª.Marília da Glória Martins Recomendações do Ministério da Saúde Abordagem inicial a Os serviços que hoje são considerados porta de entrada para o diagnóstico

Leia mais

Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis: Os Avanços no Controle do HIV e. O Descompasso no Controle da. Sífilis Congênita

Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis: Os Avanços no Controle do HIV e. O Descompasso no Controle da. Sífilis Congênita Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis: Os Avanços no Controle do HIV e O Descompasso no Controle da Sífilis Congênita Porquê é um Desafio para a Saúde Pública? Agente etiológico conhecido História natural

Leia mais

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

SAúDE e PReVENÇãO NaS ESCoLAS Atitude pra curtir a vida

SAúDE e PReVENÇãO NaS ESCoLAS Atitude pra curtir a vida SAúDE e PReVENÇãO NaS ESCoLAS Atitude pra curtir a vida UNAIDS/ONUSIDA Relatório para o Dia Mundial de Luta contra AIDS/SIDA 2011 Principais Dados Epidemiológicos Pedro Chequer, Diretor do UNAIDS no Brasil

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/AIDS

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/AIDS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/AIDS CURITIBA/PR 2014 BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/AIDS CURITIBA/PR 2014 Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba Centro de Epidemiologia Coordenação de Vigilância Epidemiológica

Leia mais

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1 Resumo do Perfil epidemiológico por regiões HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 Resumo do perfil epidemiológico por regiões SAÚDE 1 HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 APRESENTAçÃO Hoje, no

Leia mais

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROGRAMA ESTADUAL DE DST/AIDS DE SÃO PAULO MAIO 2014 SITUAÇÃO E METAS GLOBAIS - UNAIDS ELIMINAR INFECÇÕES PELO HIV EM CRIANÇAS E REDUZIR MORTE MATERNA

Leia mais

Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil. Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade.

Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil. Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade. Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil Ruth Rangel * Fernanda Azevedo * Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade. Resumo A redução das desigualdades sociais tem sido

Leia mais

Pólos de testes anti-hiv para gestantes

Pólos de testes anti-hiv para gestantes Pólos de testes anti-hiv para gestantes Contexto Validação de testes rápidos para diagnóstico sorológico da infecção pelo HIV; Publicação, pelo Ministério da Saúde, da portaria número 34 de julho de 2005,

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB Nívea Maria Izidro de Brito (UFPB). E-mail: niveabrito@hotmail.com Simone

Leia mais

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DENGUE APÓS ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR INTRODUÇÃO: A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda de amplo espectro clínico e de grande importância

Leia mais

AIDS e envelhecimento: repercussões na saúde pública

AIDS e envelhecimento: repercussões na saúde pública AIDS e envelhecimento: repercussões na saúde pública Por Guilherme Wendt, Equipe SIS.Saúde INTRODUÇÃO Devido aos avanços técnico-científicos observados no mundo, consequentes transformações foram percebidas,

Leia mais

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante,

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante, Seleção de Temas Prezado Participante, Gostaríamos de contar com a sua contribuição para a elaboração dos próximos materiais educativos. Cada questionário desenvolve um assunto (temas) específico dentro

Leia mais

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Por Rodrigo Cunha 5 de junho de 1981. O Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE ALAGOAS. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO AIDS/DST E HEPATITES VIRAIS Ano III nº 01

SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE ALAGOAS. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO AIDS/DST E HEPATITES VIRAIS Ano III nº 01 SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE ALAGOAS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO AIDS/DST E HEPATITES VIRAIS Ano III nº 01 1 2013. Secretária de Saúde do Estado de Alagoas É permitida a reprodução parcial ou total desta

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que

Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que estava em tratamento para tuberculose. A mulher informa que

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO nº 04 HIV/AIDS 2015

BOLETIM INFORMATIVO nº 04 HIV/AIDS 2015 BOLETIM INFORMATIVO nº 04 HIV/AIDS 2015 AIDS O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde estima que aproximadamente 734 mil pessoas vivam com HIV/aids no país, o que corresponde

Leia mais

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano)

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) AIDS Conceito Doença que manifesta-se por infecções comuns de repetição, infecções

Leia mais

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Diretoria de Epidemiológica Gerência de Doenças Imunopreveníveis e Programa de Imunizações ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Nesta Edição: 1. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2. Intensificação das Ações

Leia mais

PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA ADOTADAS POR MANICURES/PEDICURES NA PREVENÇÃO DE HEPATITE B E C

PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA ADOTADAS POR MANICURES/PEDICURES NA PREVENÇÃO DE HEPATITE B E C PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA ADOTADAS POR MANICURES/PEDICURES NA PREVENÇÃO DE HEPATITE B E C Renato Nelson Sasso 1, Lauyze Dall"ago Barbosa 2, Janete Lane Amadei 3 RESUMO: As hepatites emergem com problema

Leia mais

HIV em. Especiais: O idoso. Keli Cardoso de Melo Outubro/2005

HIV em. Especiais: O idoso. Keli Cardoso de Melo Outubro/2005 HIV em Populações Especiais: O idoso Keli Cardoso de Melo Outubro/2005 HIV/AIDS x Idosos! 40 milhões de pessoas com HIV/AIDS! 10% dos casos de AIDS > 50 anos! ¼ em indivíduos > 60 anos! Mulheres " incidência

Leia mais

Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714

Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714 Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714 Número de casos de AIDS no Brasil 77.639 433.067 37.968 13.200 572 Região Sul RS POA NH Localidades BRASIL.

Leia mais

Porto Alegre 2008. Glaucia Talita Possolli Drª Márcia Lázaro de Carvalho Drª Maria Inês Couto de Oliveira Drª Kátia Silveira da Silva

Porto Alegre 2008. Glaucia Talita Possolli Drª Márcia Lázaro de Carvalho Drª Maria Inês Couto de Oliveira Drª Kátia Silveira da Silva Aleitamento materno e teste rápido anti-hiv: Análise de sobrevivência do tempo até a primeira mamada em Hospitais Amigos da Criança no município do Rio de Janeiro. Glaucia Talita Possolli Drª Márcia Lázaro

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS E O NÍVEL DE INFORMAÇÃO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS

RELAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS E O NÍVEL DE INFORMAÇÃO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS RELAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS E O NÍVEL DE INFORMAÇÃO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS Maria Thereza Ávila Dantas Coelho 1 Vanessa Prado Santos 2 Márcio Pereira Pontes 3 Resumo O controle

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F.

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. BRASÍLIA DF 2009 PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL

Leia mais

Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006

Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006 Profilaxia Pós-Exposição ao HIV Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006 Fatores de risco para infecção ocupacional pelo HIV O risco de infecção ocupacional pelo HIV era aumentado quando: A exposição ocupacional

Leia mais

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde O que é a PEP sexual? O emprego de antirretrovirais vem sendo discutido em todo mundo como estratégia

Leia mais

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E TRANSPLANTE DE FÍGADO

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E TRANSPLANTE DE FÍGADO TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E TRANSPLANTE DE FÍGADO FÁBIO DE BARROS CORREIA GOMES Consultor Legislativo da Área XVI Saúde Pública, Sanitarismo MAIO/2009 Fábio de Barros Correia Gomes 2 SUMÁRIO 1. Introdução...3

Leia mais

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO HIV/AIDS E COINFECÇÕES NO ESTADO DE GOIÁS

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO HIV/AIDS E COINFECÇÕES NO ESTADO DE GOIÁS SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE GERÊNCIA DE PROGRAMAS ESPECIAIS COORDENAÇÃO ESTADUAL DE DST/AIDS PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO HIV/AIDS E COINFECÇÕES NO ESTADO DE GOIÁS Goiânia, 2012

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

Por que esses números são inaceitáveis?

Por que esses números são inaceitáveis? MANIFESTO DAS ONGS AIDS DE SÃO PAULO - 19/11/2014 AIDS: MAIS DE 12.000 MORTOS POR ANO NO BRASIL! É DESUMANO, É INADMISSÍVEL, É INACEITÁVEL. PRESIDENTE DILMA, NÃO DEIXE O PROGRAMA DE AIDS MORRER! Atualmente,

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS DE PREVENÇÃO CIRCUNCISÃO MÉDICA MASCULINA

NOVAS TECNOLOGIAS DE PREVENÇÃO CIRCUNCISÃO MÉDICA MASCULINA NOVAS TECNOLOGIAS DE PREVENÇÃO CIRCUNCISÃO MÉDICA MASCULINA Dr. Robinson Fernandes de Camargo Interlocução de DST/Aids da Coordenadoria Regional de Saúde - Sudeste CIRCUNCISÃO MÉDICA MASCULINA No início

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS

AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS Regina Lígia Wanderlei de Azevedo FIP regina.azevedo@gmail.com Josevânia da Silva UNIPÊ josevaniasco@gmail.com

Leia mais

1. Introdução... 0 2. Material e Método:... 2 3. Resultados e discussões...3 4. Conclusões...4 5. Referências Bibliográficas:... 5

1. Introdução... 0 2. Material e Método:... 2 3. Resultados e discussões...3 4. Conclusões...4 5. Referências Bibliográficas:... 5 Coinfecção pelo Mycobacterium tuberculosis e Vírus da Imunodeficiência Humana Autores : Tatiana Bacelar Acioli LINS João Alves de ARAÚJO FILHO Eldom de Medeiros SOARES Felipe Macedo dos SANTOS Polyana

Leia mais

Curso Pré Congresso. Profilaxia Pós Exposição Sexual. V Congresso Norte-Nordeste de Infectologia

Curso Pré Congresso. Profilaxia Pós Exposição Sexual. V Congresso Norte-Nordeste de Infectologia Curso Pré Congresso Profilaxia Pós Exposição Sexual V Congresso Norte-Nordeste de Infectologia Denize Lotufo Estevam / Infectologista Gerente da Assistência do CRT/DST/AIDS Coordenação do Programa Estadual

Leia mais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Gerusa Maria Figueiredo gerusa.figueiredo@saude.gov.br I CONGRESSO BRASILEIRO

Leia mais

CONSULTA PUERPERAL DE ENFERMAGEM: IMPORTÂNCIA DA ORIENTAÇÃO PARA O ALEITAMENTO MATERNO

CONSULTA PUERPERAL DE ENFERMAGEM: IMPORTÂNCIA DA ORIENTAÇÃO PARA O ALEITAMENTO MATERNO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais