UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ PÓS - GRADUAÇÃO - GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ PÓS - GRADUAÇÃO - GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ESTRESSE OCUPACIONAL E A SÍNDROME DE BURNOUT NA VIDA PROFISSIONAL DAS MULHERES CURITIBA - PR DEZEMBRO/2011

2 2 LUCIMERI SCHOTKA GUEBUR TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ESTRESSE OCUPACIONAL E A SÍNDROME DE BURNOUT NA VIDA PROFISSIONAL DAS MULHERES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Pós Graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Nível de Especialização da Universidade Tuiuti do Paraná. Professor MSc. Ubiracir Mazanek de Almeida CURITIBA - PR DEZEMBRO/2011

3 3 RESUMO Este trabalho tem como objetivo, destacar o Estresse Ocupacional e a Síndrome de Burnout, um dos grandes problemas com conseqüências negativas para a saúde física e mental da mulher profissional. Objetiva-se com este trabalho, evidenciar na trajetória profissional das mulheres, as formas de estresse ocupacional no ambiente de trabalho. Traz referências ao histórico, à legislação, à patologia e aos danos impostos a mulher no ambiente de trabalho. Concluir com idéias para a solução ou, pelo menos, para a redução e prevenção dessa doença ocupacional. Palavras-chave: Ambiente de Trabalho, Estresse Ocupacional, Síndrome de Burnout e a Mulher Profissional.

4 4 ABSTRACT This paper aims at highlighting the Occupational Stress and Burnout syndrome, a major problem with negative consequences for physical and mental health of the professional woman. The objective with this work, highlighting the career of women, the forms of occupational stress in the workplace. Behind the historical references to legislation, the pathology and damage imposed on women in the workplace. Finish with ideas for the solution or at least to the reduction and prevention of occupational disease. Keywords: Working Environment, Occupational Stress, Burnout syndrome and Professional Women.

5 5 SUMÁRIO 1 JUSTIFICATIVA OBJETIVOS DA PESQUISA OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A mulher no mercado de trabalho Danos da humilhação à saúde do trabalhador Nexo causal Estresse Conceitos e definições de estresse Estresse ocupacional Qualidade de vida no trabalho Estresse e qualidade de vida no trabalho a partir de fatores organizacionais Programas de redução do estresse organizacional Programa Arte de reduzir o estresse Técnicas para redução do estresse Síndrome de Burnout PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 42

6 6 LISTA DE ANEXOS ANEXOS 48 Anexo I Quadro Clínico da Síndrome de Burnout Anexo II Características da personalidade... 50

7 7 1 - JUSTIFICATIVA / PROBLEMA Este estudo se justifica devido à Síndrome de Burnout ser um fenômeno pouco conhecido em nossa realidade, que pode ser considerado um problema de saúde pública. Para que se possa compreender a síndrome de burnout, se faz necessário compreender a natureza e a evolução dos fatores estressores que os trabalhadores são submetidos; especialmente em razão da redução de empregos e do crescente risco de desemprego, quando as relações de trabalho se tornaram fragilizadas e estressantes. Assim sendo, a escolha do tema foi importante; porque a pesquisa serviu para elucidar e esclarecer algumas dúvidas, e será de benefício para todos os profissionais, tendo em vista que a mesma acomete muitos trabalhadores. Muitas empresas em um processo econômico competitivo podem fragilizar os indivíduos, para atingir os próprios objetivos, sendo complacente com certos abusos de poder, o que acaba causando o estresse ocupacional. No Brasil, por conservar fortes características patriarcais, e à medida que vem aumentando a representatividade das mulheres nas empresas, em diversas funções e níveis hierárquicos, as doenças ocupacionais podem se tornar criticas, já que estão geralmente relacionadas às disputas de poder e competitividade. A mulher nas últimas décadas vem ganhando cada vez mais espaço no mercado de trabalho seja por necessidade ou pela busca de independência e realização. As mulheres hoje são mais escolarizadas que os homens (a média nacional é de um ano a mais de estudos para as mulheres) e ainda sim ganham de 60 a 70% dos salários dos homens (as diferenças se acentuam com a questão racial, as mulheres negras têm rendimento ainda inferior, 35% a 50% do recebido pelos homens brancos e 45% a 65% em relação às mulheres brancas). Esta diferença salarial aumenta quanto maior for à escolaridade e o cargo: mulheres em cargos de gerência ou de chefia (maior a escolaridade e maior a diferença salarial). Muitos chefes, portadores de acentuado "conservadorismo", quase imperial, creditam tais ações como "educativas" ou "disciplinadoras". Essa afirmação é baseada em um estudo elaborado em outubro de 2002, para avaliação no Curso de Pós-Graduação em Direito Constitucional da Unigran, Dourados, MS, produzidos por

8 8 ilustres autores, à exemplo, Dr. Luiz Salvador, advogado em Curitiba, em Consultor Jurídico. Num mesclar, de ação administrativa com tortura psicológica, olvidam limites. No entanto, é importante frisar que o poder de chefia extingue-se na própria ação administrativa, normatizada, que dosa sanções e determina limites. Sabemos que no mundo do trabalho, as mulheres vivenciam situações particulares que se desencadeiam em violência. As profissões ditas femininas trazem em seu bojo o peso da maternidade, do cuidado, da dedicação, do altruísmo. O movimento organizado de mulheres vem, de muito, denunciando as condições insatisfatórias do trabalho das mulheres, principalmente a dupla ou tripla jornada e, até o momento não houve grandes mudanças neste campo. O trabalho doméstico, além de não remunerado, é desqualificado e desconsiderado nas contas públicas nacionais. A mulher mesmo com todas as dificuldades em sua vida, no mundo privado ainda têm que enfrentar a guerra da competição contra os homens estando ainda mais sujeitas ao desemprego ou à postos de trabalho mais precários, de baixa qualificação, nas atividades laborais remuneradas, encontraremos a razão da maior incidência de doenças ocupacionais no trabalho. Neste mundo do trabalho violento, com aumento de incertezas diante do crescente desemprego; a perda cada vez maior do poder de negociação com empregadores; a flexibilização do trabalho e tantos outros obstáculos à sobrevivência ocupacional, as mulheres são consideradas pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, como população de risco. Enquanto isto, o mercado competitivo vem ajudando a ampliar este círculo de terror, quando, desprezando os valores humanitários, vê no maior lucro a única saída para o desenvolvimento. Neste contexto as questões apontadas interferem consideravelmente na saúde mental das mulheres. Muitas deixam, inclusive de, por exemplo, cumprir o calendário de visitas a ginecologistas, acompanhamento de gravidez entre outras medidas adequadas para seu bom estado de saúde física. É aí que surge a Síndrome de Burnout. Todas as situações de Sindrome de Burnout, que afetam as mulheres, surgem em conseqüência do medo de perder o emprego, o que acarreta na redução da auto-estima, de sentir-se diminuída, incompetente e ineficiente, que

9 9 jorram como cascata sobre os ombros das trabalhadoras, afetando de forma incontida a sua saúde mental. Como exemplo gritante trazemos a situação das empregadas domésticas que, não tendo os mesmos direitos que as demais trabalhadoras, estão sujeitas, de forma mais abrangente, a doenças ocupacionais. Vale ressaltar que o perfil dessas trabalhadoras se enquadra, em sua maioria, nas mulheres sem educação formal ou capacitação específica, que em muitas situações são tratadas de forma grosseira por seus patrões e patroas. A saúde do empregado como resultado de uma existência saudável, equilibrada e harmônica é alvo de interesse nas empresas atuais. Esse interesse por uma melhor qualidade de vida surgiu a partir de 1960, com o impacto dos problemas de saúde ocupacional que, em termos financeiros, passam a ser representativos e preocupantes (MARQUES, 2002, p.14-15). As questões que podem interferir na produtividade do homem dentro das empresas, torna-se significativa quando se analisa a problemática sob o ponto de vista econômico. Empregado doente é fator de prejuízo. A preocupação das organizações com as necessidades de saúde de seus empregados, é garantia de rendimento para a empresa e sociedade, sendo impossível ignorar tal fato quando se busca desempenho eficaz. (TAMAYO, 1997, p.2). O ser humano, para concretizar seus projetos de vida, depende do trabalho que pode ser fonte de satisfação ou de frustração. Na discussão sobre esse assunto emergem diferentes concepções. As que defendem o trabalho como esforço, meio de subsistência, um mal necessário, uma obrigação e até mesmo como castigo e a visão do trabalho como prazer e como forma de dignificar o homem (MENDES, 1999, p.27). Assim, as atividades laborais que garantem a sobrevivência e determinam a condição social do indivíduo, podem, dependendo das condições em que o trabalho é realizado, tornarem-se penosas e dolorosas. Atualmente, o mercado de trabalho marcado pela competitividade e a necessidade de atualização profissional decorrentes das mudanças rápidas demais que ocorrem na sociedade contemporânea, deixam o homem em situação constante de desequilíbrio físico e mental. A falta de autonomia e de participação nas decisões, as dificuldades de reconhecimento e relacionamento com os chefes e colegas quando vivenciadas na situação de trabalho, causam insatisfações, frustrações e fracassos culminando em sofrimento para o trabalhador. O estresse ocupacional é observado em todas as

10 10 partes do mundo como fator de interferência na produtividade, causa de doenças e até mesmo de morte (TAMAYO 2002, p. 292; SPECTOR,1997, p. 2; MENDES, 1999 p.19-20). Sendo essas situações laborais, algumas vezes, insuportáveis e o sofrimento no trabalho impossível para uma pessoa saudável, o trabalhador - na tentativa de buscar prazer - condições favoráveis para o seu bem estar, cria de forma individual ou coletiva suas próprias formas de de enfrentamento (MENDES, 1995 apud. TAMAYO, 1997, p.2-3). Essa situação vivenciada no quotidiano para todos os profissionais, ao longo do tempo, pode desencadear o desenvolvimento da síndrome de burnout que é conhecida como a síndrome do cuidador descuidado ou do assistente desassistido (GEPEB, 2003, p.1). Considerada como consequência do estresse laboral crônico, esse quadro provoca no indivíduo uma sensação de esgotamento, de perda de energia e da desvalorização da sua competência deixando o trabalhador menos humano e descomprometido com seus pacientes. Queixas de cansaço sem explicação, de sensação de esvaziamento, e, principalmente, o excesso de crítica com o meio ambiente, esta característica que Codo (1999, p.242) aponta como despersonalização quando o indivíduo coisifica a relação - na síndrome de burnout, sempre foram observadas na experiência profissional da autora. Sabendo-se que as consequências, quando o indivíduo não mais se importa com o outro, podem ser catastróficas para uma profissão que tem como razão de ser o cuidado com o ser humano. Sabendo-se que a síndrome de burnout desenvolve-se quando o indivíduo está exposto à estresse ocupacional prolongado, considerando-se que a instalação do estresse depende de fatores individuais, da vulnerabilidade do organismo e da inadequação da forma de se enfrentar a situação, pretendeu-se identificar as estratégias de enfrentamento das mulheres no ambiente profissional. De acordo com Ferreira (2006), a ausência do verdadeiro sentido de trabalho, em um ambiente adverso, portanto psicologicamente áspero e pesado, repercute na saúde física, mental e emocional dos trabalhadores. E o caso, por exemplo, da síndrome de burnout, se manifestam especificamente em trabalhadores como consequência das pressões repetitivas vividas por estes em ambiente de trabalho adverso.

11 11 Este trabalho tem como objetivo dar uma base de sustentação para o presente estudo, destacando a inserção da mulher na economia, na cultura brasileira e nas organizações e principalmente o assedio moral nas organizações.

12 12 2 OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Apresentar as características e sintomalogias da Síndrome de BURNOUT nas atividades profissionais das mulheres OBJETIVO ESPECÍFICO verificar como a mulher tem se relacionado com os outros profissionais e com o mercado de trabalho; identificar formas de estresse de que a mulher foi ou tem sido vitima durante a trajetória profissional; investigar os danos que o estresse ocupacional pode causar a saúde do trabalhador.

13 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Este trabalho tem como proposta discutir e procurar investigar alguns comportamentos relacionados ao sofrimento psíquico do trabalhador e a possibilidade de atuação do pedagogo empresarial para amenizar ou prevenir tais danos à sua saúde. A motivação para tratar deste tema surgiu devido à constatação de que as doenças ocupacionais vêm ganhando espaço nos debates da sociedade brasileira, e principalmente nas organizações. O objetivo-fim deste trabalho é o de conhecer mais sobre o Estresse e a Síndrome de Burnout nas organizações brasileiras, destacando os aspectos culturais, sociais, econômicos e políticos da mulher brasileira. Para tanto, mesmo com o aumento de representatividade feminina nas empresa, ainda persistem desigualdades de salários, taxas de desemprego e posições hierárquicas, o que acaba ocasionando problemas de saúde para as mulheres profissionais. Segundo Selye (1956, p.2), As palavra estresse vem do inglês stress. Este termo foi usado inicialmente na física para traduzir o grau de deformidade sofrido por um material quando submetido a um esforço ou tensão e transpôs este termo para a medicina e biologia, significando esforço de adaptação do organismo para enfrentar situações que considere ameaçadoras a sua vida e a seu equilíbrio interno. No mundo globalizado cada vez mais se observa o sofrimento psíquico dos trabalhadores. Tal fato parece estar relacionado a uma carga excessiva de trabalho mental e de tarefas solicitadas ao profissional nas diversas áreas. Assim, busca entender de que forma o profissional submetido a uma pressão e solicitação constante pode apresentar o sofrimento psíquico, principalmente quando se percebe impotente por não conseguir manter o ritmo e desempenho esperado, na sua atividade profissional. Este sofrimento poderá levá-lo ao estresse, e em algumas situações desenvolvendo a Síndrome de BURNOUT, caracterizada por um tipo de estresse ocupacional crônico, onde o indivíduo tem o desgaste profissional, resultando na perda do interesse pelo trabalho. Pretende-se nessa pesquisa investigar e desenvolver os motivos que levam o trabalhador a apresentar os sintomas do Estresse e da Síndrome de BURNOUT,

14 14 buscando também qual a melhor forma de amenizar essas doenças ocupacionais que causam sérios danos e sofrimento as mulheres no ambiente de trabalho. O Estresse é completamente prejudicial à saúde do trabalhador, e se alastra de uma maneira que pode levar o trabalhador a condições frágeis de saúde. Muitos profissionais têm sofrido com a Síndrome de Burnout, que é definida por Malasch e Jackson (1981) como uma reação à tensão emocional crônica sofrida por pressão trabalhista exagerada sobre o profissional, a partir de contato direto e excessivo com outros seres humanos. Para desenvolver a pesquisa a metodologia utilizada e a revisão bibliográfica, buscando em teorias da área da saúde do trabalhador e da área de educação subsídio para a execução dessa tarefa. O estudo tem como conceito contribuir não só para um bom desempenho no trabalho, mas resultados na melhoria da qualidade de vida do trabalhador. Diante do exposto, pretende-se, nesta pesquisa, abordar e discutir a melhor forma para atuar na prevenção e na forma corretiva onde o Estresse Ocupacional surge como causador de problemas na saúde do trabalhador. Para Lipp (1996, p.9), o estresse pode ter origem em fontes externas e internas: As fontes internas estão relacionadas com a maneira de ser do indivíduo, tipo de personalidade e seu modo típico de reagir à vida. Muitas vezes, não é o acontecimento em si que se torna estressante, mas a maneira como é interpretado pela pessoa. Os estressores externos podem estar relacionados com as exigências do dia-a-dia do indivíduo como os problemas de trabalho, familiares, sociais, morte ou doenças de um filho, perda de uma posição na empresa, não concessão de um objetivo de trabalho, perda de dinheiro ou dificuldades econômicas, notícias ameaçadoras, assaltos e violências das grandes cidades, entre outros. Muito frequentemente, o estresse ocorre em função dos diversos tipos de cargos, de ocupação que a pessoa exerce. Maslach (apud Dias, 2003: 24), conceitua a Síndrome de BURNOUT como: Burnout é uma síndrome de exaustão emocional, despersonalização e reduzido envolvimento pessoal que pode ocorrer entre indivíduos que por profissão se ocupam de pessoas.

15 A mulher no mercado de trabalho No inicio do século XIX, a presença feminina concentrava-se nas fabricas de fiação e tecelagem por ser mão-de-obra barata e qualificada. As dificuldades enfrentadas no mundo corporativo levam muitas profissionais a optarem pelo empreendedorismo. Segundo Madeleine Blankenstein, sócia e diretora do IBC International Business Center da Grant Thornton Brasil, a luta das mulheres por igualdade profissional vem de longa data. Melhores salários, oportunidades iguais às dos homens, mas, acima de tudo, respeito no ambiente profissional. Embora muitas mulheres já ocupem cargos de liderança, a resistência no mercado de trabalho ainda existe. O estudo realizado pela especialista aponta que mais de 55% das brasileiras possuem qualificação, mas ainda enfrentam resistência para conquistar boas vagas por conta do desejo em formar uma família. Para Sérgio Nardi, consultor em gestão empresarial, muitos empresários ainda acreditam que o gasto com auxílio maternidade é totalmente desnecessário e, para ele, a concessão do benefício faz com que as mulheres não tenham a mesma chance de promoção que os homens. A evolução da presença feminina no mercado de trabalho tem sido acompanhada por avanços importantes de seus empregos e na diversificação de suas oportunidades de trabalho. Ao menos em parte, tais avanços podem ser atribuídos ao aumento de seus níveis de escolaridade e, em especial, ao crescente número de mulheres com educação superior. Em 2009, aproximadamente 35,5% das mulheres estavam inseridas no mercado de trabalho como empregadas com carteira de trabalho assinada, percentual inferior ao observado na distribuição masculina (43,9%). As mulheres empregadas sem carteira e trabalhando por conta própria correspondiam a 30,9%. Entre os homens, este percentual era de 40%. Já o percentual de mulheres empregadoras era de 3,6%, pouco mais da metade do percentual verificado na população masculina (7,0%). No mesmo ano foram abertos 163 mil postos de trabalho para mulheres na Grande São Paulo. Elas representam 45% da população ocupada. A taxa de desemprego feminina recuou pelo sétimo ano seguido, atingindo 14,7%, ainda bem acima da masculina (9,5%). O rendimento médio aumentou em ambos os casos, mas essa alta foi maior para os homens, fazendo aumentar a diferença entre a remuneração entre os gêneros. Em média, em 2009, as mulheres

16 16 ganhavam 79,8% dos valores médios recebidos pelos homens. Ja no ano de 2008, essa proporção havia caído para 75,2%. Enquanto 61,2% das trabalhadoras tinham 11 anos ou mais de estudo, ou seja, pelo menos o ensino médio completo, para os homens este percentual era de 53,2%. A parcela de mulheres ocupadas com nível superior completo era de 19,6%, também superior ao dos homens (14,2%). Por outro lado, nos grupos de menor escolaridade, a participação dos homens era superior a das mulheres. De acordo com a SEADE/DIEESE, com essa analise verificou-se a queda da presença de mulheres menos escolarizadas. "Tal retração pode ser explicada pela simples redução do número de mulheres com pouca instrução formal, mas pode também ser reflexo do aumento das exigências de escolarização para o ingresso nos postos de trabalho disponíveis, que excluem as mulheres com baixa escolarização do mercado de trabalho, ou o adiamento desse ingresso pelas mais jovens, que preferem privilegiar sua formação escolar". O ensino superior mostra ser um diferencial na inserção no mercado. No ano de 2009, a taxa de participação feminina (proporção de mulheres ocupadas ou desempregadas com 10 anos ou mais) era de 56,2%. Entre as mulheres com curso superior, a taxa chegou a 83,6%. Segundo o estudo, as taxas de participação feminina só aumentaram no ensino médio ou superior, caindo entre analfabetas e no ensino fundamental. A taxa de desemprego total em 2010 para trabalhadoras foi de 16,5%. Para trabalhadoras com nível superior, foi de 6,2%. A formalização também vem crescendo, em ambos os casos. Em 2000, 33% das mulheres sem ensino superior tinham carteira assinada esse número chegou a 43,8% em Entre trabalhadores com nível superior, 75,8% das mulheres ocupavam postos formais de trabalho. Apesar de desde 2003 ter ocorrido uma redução de aproximadamente 36 minutos na diferença entre a média de horas trabalhadas por homens e mulheres, em 2009 as mulheres continuaram trabalhando, em média, menos que os homens. Cabe esclarecer que essa queda foi ocasionada pela redução na média de horas trabalhadas pelos homens. As mulheres, em 2009, trabalharam em média 38,9 horas, 4,6 horas a menos que os homens. As mulheres trabalhavam menos que os homens em todos os grupamentos de atividade. Com a exceção das mulheres ocupadas em Outros Serviços, as demais atividades apresentaram aumento da média de horas trabalhadas para as

17 17 mulheres. No grupamento Administração Pública, as mulheres trabalharam, em média, 36,4 horas semanais. Em 2009, as mulheres com 8 a 10 anos de estudo foram as que declararam trabalhar mais horas semanais (39,4 horas). No entanto, aquelas com 11 anos ou mais de estudo foram as que apresentaram a menor diferença na média de horas trabalhadas em relação aos homens, 3,6 horas. Em 2003, esta diferença era de 4,4 horas. As mulheres com 1 até 3 anos de estudo foram as que apresentaram a maior diferença (7,2 horas) na média de horas trabalhadas, quando comparadas aos homens. Tal realidade é similar à verificada em 2003, quando a diferença era de 7,3 horas. O número de horas trabalhadas pelas mulheres que possuíam curso superior completo somente ultrapassava ao das que tinham até 3 anos de estudos. Já as mulheres com 11 anos ou mais de estudo foram as únicas a aumentar a média de horas trabalhadas semanalmente, em todo o mercado de trabalho: de 38,8 horas em 2003 para 39,1 horas em Danos da humilhação à saúde do trabalhador A humilhação constitui um risco invisível, porém concreto nas relações de trabalho e a saúde dos trabalhadores e trabalhadoras, revelando uma das formas mais poderosa de violência sutil nas relações organizacionais, sendo mais frequente com as mulheres e adoecidos. Sua reposição se realiza invisivelmente nas práticas perversas e arrogantes das relações autoritárias na empresa e sociedade. A humilhação repetitiva e prolongada tornou-se prática costumeira no interior das empresas, onde predomina o menosprezo e indiferença pelo sofrimento dos trabalhadores/as, que mesmo adoecidos/as, continuam trabalhando. Freqüentemente os trabalhadores/as adoecidos são responsabilizados/as pela queda da produção, acidentes e doenças, desqualificação profissional, demissão e conseqüente desemprego. É atitudes como estas que reforçam o medo individual ao mesmo tempo em que aumentam a submissão coletiva construída e alicerçada no medo. Por medo, passam a produzir acima de suas forças, ocultando suas queixas e evitando, simultaneamente, serem humilhados/as e demitidos/as.

18 18 Os laços afetivos que permitem a resistência, a troca de informações e comunicações entre colegas, se torna alvo preferencial de controle das chefias se alguém do grupo, transgride a norma instituída. A violência no intramuros se concretiza em intimidações, difamações, ironias e constrangimento do transgressor diante de todos, como forma de impor controle e manter a ordem. Em muitas sociedades, ridicularizar ou ironizar crianças constitui uma forma eficaz de controle, pois ser alvo de ironias entre os amigos é devastador e simultaneamente depressivo. Neste sentido, as ironias mostram-se mais eficazes que o próprio castigo. O/a trabalhador/a humilhado/a ou constrangido/a passa a vivenciar depressão, angustia, distúrbios do sono, conflitos internos e sentimentos confusos que reafirmam o sentimento de fracasso e inutilidade. As emoções são constitutivas de nosso ser, independente do sexo. Entretanto a manifestação dos sentimentos e emoções nas situações de humilhação e constrangimentos é diferenciada segundo o sexo: enquanto as mulheres são mais humilhadas e expressam sua indignação com choro, tristeza, ressentimentos e mágoas, estranhando o ambiente ao qual identificava como seu, os homens sentemse revoltados, indignados, desonrados, com raiva, traídos e têm vontade de vingarse. Sentem-se envergonhados diante da mulher e dos filhos, sobressaindo o sentimento de inutilidade, fracasso e baixa auto-estima. Isolam-se da família, evitam contar o acontecido aos amigos, passando a vivenciar sentimentos de irritabilidade, vazio, revolta e fracasso. Passam a conviver com depressão, palpitações, tremores, distúrbios do sono, hipertensão, distúrbios digestivos, dores generalizadas, alteração da libido e pensamentos ou tentativas de suicídios que configuram um cotidiano sofrido. É este sofrimento imposto nas relações de trabalho que revela o adoecer, pois o que adoece as pessoas é viver uma vida que não desejam, não escolheram e não suportam. Entrevistas realizadas com 870 homens e mulheres vítimas de opressão no ambiente profissional revelam como cada sexo reage a essa situação (em porcentagem):

19 19 Sintomas Mulheres Homens Crises de choro Dores generalizadas Palpitações, tremores Sentimento de inutilidade Insônia ou sonolência excessiva 69,6 63,6 Depressão Diminuição da libido Sede de vingança Aumento da pressão arterial 40 51,6 Dor de cabeça 40 33,2 Distúrbios digestivos Tonturas 22,3 3,2 Idéia de suicídio 16,2 100 Falta de apetite 13,6 2,1 Falta de ar Passa a beber 5 63 Tentativa de suicídio - 18,3 Fonte: BARRETO, M. Uma jornada de humilhações. São Paulo: Fapesp; PUC, Nexo causal Obviamente, nem todos os desacertos entre chefia e trabalhador, bem como os aborrecimentos corriqueiros, significam causas de estresse ocupacional. Daí a importância de se estabelecer prudentemente um nexo causal. A Resolução 1.488/98 do Conselho Federal de Medicina recomenda, ao médico do trabalho, a busca do nexo causal entre o transtorno de saúde, físico ou mental e a atividade do trabalhador. Uma anamnese, com minuciosa história clínica, familiar e ocupacional do examinando, somada a cuidadoso exame físico e psicológico, são componentes importantes para o diagnóstico correto e elucidativo, por conseqüência, para o estabelecimento da relação causa/efeito. A visita pessoal do médico, ao local de trabalho e o conhecimento das condições em que o mesmo é exercido, pode ser esclarecedora. O sistema organizacional e os dados epidemiológicos da empresa são de extrema importância. O domínio e a integração do profissional com disciplinas correlacionadas ao quadro clínico, mais a

20 20 identificação de riscos profissionais e a posse de literatura atualizada, são indispensáveis ao perito médico do trabalho. Prova pericial insuspeita é condição "sine qua non" para o estabelecimento do nexo causal e para o bom acolhimento do processo pelo sistema judiciário. Para o estabelecimento do nexo causal entre os transtornos de saúde e as atividades do trabalhador, além do exame clínico (físico e mental) e dos exames complementares, quando necessários, deve o médico considerar: A história clínica e ocupacional, decisiva em qualquer diagnóstico e/ou investigação de nexo causal; O estudo do local de trabalho; O estudo da organização do trabalho; Os dados epidemiológicos; A literatura atualizada; A ocorrência de quadro clínico ou subclínico em trabalhador exposto a condições agressivas; A identificação de riscos físicos, químicos, biológicos, mecânicos, estressantes, e outros; O depoimento e a experiência dos trabalhadores; Os conhecimentos e as práticas de outras disciplinas e de seus profissionais sejam ou não da área de saúde. (Artigo 2o da Resolução CFM 1488/98). Acrescentamos: Duração e repetitividade da exposição dos trabalhadores a situações de humilhação Estresse O termo estresse foi utilizado pela primeira vez na área da saúde em 1926 por Selye para designar um conjunto de reações específicas que ele havia observado em pacientes sofrendo as mais diversas patologias. Em 1936, Hans definiu a reação do estresse como uma síndrome geral de adaptação e em, 1974, ele redefiniu

21 21 estresse como uma resposta não específica do corpo a qualquer exigência (SEYLE, 1956). No entanto, os fatores que geram os sintomas depressivos podem estar relacionados ao estresse. Os fatores são: ruído, alterações do sono, sobrecarga de trabalho, falta de estímulos, mudanças determinadas pela empresa e mudanças devido a novas tecnologias. a - RUÍDO O ruído excessivo pode levar ao estresse, provocando irritações, reduzindo o poder de concentração, principalmente nas atividades que apresentam um certo grau de complexidade, o que afetará o desempenho do indivíduo, levando a fadiga física. Podendo também alterar suas funções fisiológicas, como o sistema cardiovascular. b - ALTERAÇÕES DO SONO Ocorre através dos trabalhos que são realizados em turnos alternados. Fazendo com que aumente o desgaste do trabalhador, afetando seu desempenho, pois a sensação de cansaço e sono é maior quando estão acordados, alternando o Ciclo Circadiano, provocando reações no corpo, fazendo alterações tanto na vida familiar e social do sujeito. Vale ressaltar que o bruxismo e o sonambulismo também estão ligados ao distúrbio do sono, devido ao estresse que sofrem no trabalho. c - SOBRECARGA A sobrecarga de tarefas no trabalho é considerada como um dos motivos que leva ao estresse no ambiente de trabalho. Isso ocorre devido as exigências que são impostas no ambiente e que sempre ultrapassam nosso limite de capacidade de adaptação. Os quatros fatores que resultam na sobrecarga no trabalho são: 1. exigência de maior rapidez na realização das tarefas; 2. responsabilidade excessiva; 3. falta de apoio; 4. expectativas contínuas de nós mesmos e daqueles que estão a nossa volta

22 22 d - FALTA DE ESTÍMULOS A falta de estímulos no trabalho poderá ocorrer quando as tarefas se tornam repetitivas, não tendo um certo grau de importância, resultando em um profissional altamente estressado e desmotivado com o seu trabalho. Com relação as doenças, o profissional poderá sofrer ataques cardíacos. e - MUDANÇAS DETERMINADAS PELA EMPRESA Esse tipo de mudança pode ser feita pela chefia ou devido à nova direção da empresa, isto é, por causa de alguma aquisição da empresa. Geralmente esse tipo de mudança gera estresse e insegurança. No entanto, o profissional que sofre com as mudanças da empresa, passa por momentos de ansiedade afinal, teme que seu setor seja desativado. É importante constatar que mesmo que isso aconteça fazendo com que o trabalhador perca a sua posição, ele continuará sendo o mesmo profissional, onde seus conhecimentos continuarão intactos e a empresa poderá aproveitá-lo da melhor forma possível, na Organização. f - MUDANÇAS DEVIDO A NOVAS TECNOLOGIAS Com as consequentes inovações tecnológicas, aliadas a velocidade das mudanças no processo produtivo, fazendo com que as pessoas desenvolvam competências e habilidades. Dessa forma, as pessoas são solicitadas a se adaptarem as novas exigências impostas no mercado de trabalho. Dessa forma sofrerão mais com esse tipo de mudança, as pessoas que estejam passando por uma certa instabilidade afetiva, que apresentam características de insegurança, ansiedade e indivíduos que não conseguem se adaptar com as novas tecnologias. Segundo Bernick (1997) qualquer mudança de vida, boa ou ruim, pode ser considerada como um fator que leva ao estresse. Antigamente o setor industrial era tido como alto índice de estresse, onde se tinha adoecimento no trabalho. Hoje, estudos voltados nessa área mostram que profissionais ligados a educação, a saúde, executivos e profissionais liberais com características no aspecto organizacional do trabalho e com elevada capacidade de autogerenciamento de suas carreiras.

23 23 Sendo assim é possível se observar que os fatores que geram os riscos à saúde e ao sofrimento psíquico estão crescendo cada vez mais devido às exigências que são impostas ao profissional, que muitas vezes ultrapassam sua capacidade de adaptação. Outro fator que pode ser considerado estressante é a perda do emprego, pois gera dificuldades financeiras, refletindo na identidade social do indivíduo. Afinal, o trabalho satisfaz tornando o sujeito importante e reconhecido socialmente.com o desemprego, a sua identidade pessoal e a sua auto - estima também são abaladas. A ausência do trabalho pode estar associada à queda do nível da qualidade de vida, que como consequência terá a saúde abalada. Esses fatores resultarão no sofrimento mental, ficando mais frágil, se afastando do grupo social de lazer. São manifestados comportamentos negativos como a agressão, a rispidez e a apatia. Além da perda do emprego, a aposentadoria também está relacionada ao tédio, a solidão e a e a inutilidade provocando esses fatores que são altamente estressante. No entanto, o indivíduo perdeu o seu espaço no sistema produtivo, sendo necessário uma recolocação e reorganização, na sua vida e no setor profissional. Segundo França e Rodrigues (1997), Pessoas que apresentam um elevado nível de ansiedade dentro de si, se acostumaram a lidar com o estresse no trabalho, usando este como um meio de descarga e tensão sendo chamados de workaholics, ou seja, viciados no trabalho. Estes profissionais têm uma enorme dificuldade de desfrutar de seu tempo livre, seja na família, no lazer ou até mesmo no seu convívio social. Este tipo de profissional é muito valorizado no ambiente empresarial e pela sociedade tecnológica, pois são pessoas que tem um rendimento profissional bem elevado. Sendo assim, o estresse passou a ser muito importante no nível de tensão organizacional e pessoal, servindo como qualidade de vida dos funcionários, produtos, serviços e resultados.

24 Conceitos e definições de estresse As primeiras referências à palavra stress, com significado de "aflição" e "adversidade", são do século XIV. No século XVII, o vocábulo de origem latina passou a ser utilizado em inglês para designar opressão, desconforto e adversidade (LIPP, 1996). Nunca se falou tanto em estresse.o mundo de hoje é realmente estressante. A competição feroz entre as empresas, a globalização, os programas de qualidade, produtividade e tantos outros deixam o indivíduo estressado (MARINS, 2003). O estresse é uma reação muito forte do organismo quando o indivíduo enfrenta qualquer tipo de evento seja ele bom ou mau e que altera a vida desse sujeito. A partir desses conceitos notou-se que um boa parte de pessoas admitem, em pesquisas e entrevistas de um modo geral, que reconhecem o estresse no momento que o sentem, e apesar de não ser unânime, já se observou uma certa concordância na definição de estresse, como um desequilíbrio físico, mental e psíquico. O estresse também pode ser positivo quando caracterizado pelo entusiasmo, pela gana, pela excitação, quando as pessoas encaram os desafios, as pressões do dia-a-dia como uma forma de crescimento pessoal e profissional Estresse ocupacional Segundo Kyriacow e Sutcliffe (1981 apud CAMELO; ANGERAMI, 2004), definem o estresse ocupacional como um estado emocional desagradável, pela tensão, frustração, ansiedade, exaustão emocional em função de aspectos do trabalho definidos pelos indivíduos como ameaçadores. Pode-se definir o estresse ocupacional a partir do enfoque nos estressores organizacionais que permitem diferenciar dois tipos de estudo: os de estresse ocupacional e os de estresse de forma geral. O ocupacional enfoca estressores relacionados ao ambiente de trabalho, e os de forma geral estressores gerais na vida do indivíduo (PASCHOAL; TAMAYO, 2006).

25 25 Quanto à definição do estresse ocupacional a partir das respostas aos eventos estressores, pode-se apontar sua contribuição para a identificação e compreensão de consequências do estresse. A principal crítica a esta abordagem refere-se à dificuldade em estabelecer se determinados comportamentos, estados afetivos e problemas de saúde são consequências de estresses organizacionais ou de outros contextos e eventos da vida do indivíduo (JONES; KINMAN, 2001 apud PASCHOAL; TAMAYO, 2006, p.3). A abordagem que enfoca os estressores organizacionais tem contribuído para a identificação de demandas organizacionais potencialmente geradoras de estresse. Apesar das contribuições, esta abordagem tende a considerar o carácter objetivo dos estressores e tem sido alvo de inúmeras críticas (PASCHOAL;TAMAYO, 2006). Para Albrecht (1988 apud CAMELO; ANGERAMI, 2004), os estressores podem ser classificados em três fatores na situação de trabalho: físicos, sociais e emocionais. Consideram-se fatores estressante relacionados ao estresse funcional a sobrecarga de trabalho, causada pela designação de muitas tarefas com prazos curtos para sua execução, e com muitas interrupções, a ambiguidade de prioridades, o nível de autoridade e de autonomia, a incerteza quanto ao futuro e o convívio com colegas insatisfeitos. Para que isto não ocorra, é necessário que a pessoa perceba e avalie os eventos como estressores, o que quer dizer que fatores cognitivos têm um papel central no processo que ocorre entre os estímulos potencialmente estressores e as respostas do indivíduo a eles. A existência de um evento considerado estressor na organização não quer dizer que ele seja percebido desta maneira pela pessoa (PASCHOAL; TAMAYO, 2006 Por exemplo, um trabalhador que relata a existência de excesso de trabalho pode não percebê-la como prejudicial, mas sim, como positiva e estimulante. Essas características situacionais e pessoais podem interferir no julgamento do indivíduo. Assim, definir estresse ocupacional como estressores organizacionais deixa uma lacuna relativa à avaliação do indivíduo sobre os eventos do trabalho (PASCHOAL; TAMAYO, 2006). O estresse ocupacional agrava-se quando há por parte do indivíduo a percepção das responsabilidades e poucas possibilidades de autonomia e controle. As dificuldades em adaptar-se a essas situações levam ao estresse. Dessa forma, a

26 26 adaptação de um indivíduo a uma nova situação requer um investimento de recursos que vai depender do seu tipo de comportamento, suas crenças e expectativas frente ao mundo Qualidade de vida no trabalho O termo Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) foi descrito por Louis Davis, na década de 1970, quando desenvolvido um projeto sobre desenho de cargos. Para ele, o conceito de QVT refere-se a preocupação com o bem-estar geral e a saúde dos trabalhadores no desempenho das tarefas.(davis, apud CHIAVENATO, 1999, p. 391). A Qualidade de Vida no Trabalho é mais do que a segurança e saúde no trabalho. É necessário associá-la a qualidade total e a melhoria do clima organizacional, dar condições adequadas, respeitar e ser respeitado como profissional. Para França (1997 apud VASCONCELLOS, 2001, p.80), Qualidade de vida no trabalho (QVT) é o conjunto das ações de uma empresa que envolvem a implantação de melhorias e inovações gerências e tecnológicas no ambiente de trabalho. A construção da qualidade de vida no trabalho ocorre a partir do momento em que se olha a empresa e as pessoas como um todo, o que chamamos de enfoque biopsicossocial. O posicionamento representa o fator diferencial para a realização de diagnóstico, campanhas, criação de serviços e implantação de projetos voltados para a preservação e desenvolvimento das pessoas, durante o trabalho na empresa. Embora muito se fale de qualidade enquanto filosofia de gestão provida de uma dimensão estratégica que atravessa todos os patamares da vida das organizações, na prática, tal termo tem-se restringido a uma série de procedimentos de conformidade com regras preestabelecidas como é o caso das certificações e das normatizações, incidindo, sobretudo, na segurança do produto (MICHEL, 2001). A política de qualidade aplicada às condições de trabalho, visa a melhoria do ambiente físico e psicossocial do trabalhador, como forma de aumentar a produtividade, o bem-estar e a segurança. Trata-se de uma abordagem mais dinâmica, essencialmente de matriz preventiva, incidindo sobre as causas dos

27 27 acidentes e das formas de as eliminar e/ou diminuir, ao invés de uma visão estática, centrada nos seus efeitos. Segundo Michel (2001, p.89), para que possa haver mudanças referentes a qualidade de vida no trabalho, têm que estar garantidas as seguintes condições: reconhecimento da necessidade de mudança sem haver uma vontade expressa de mudar, tendo em conta a obtenção de uma melhoria das condições de trabalho, tal não é possível; cooperação nas relações profissionais inter-hierárquicas a informação, bem essencial de qualquer organização, deve circular nos vários níveis quer horizontal, quer verticalmente; implicação dos trabalhadores no processo de melhoria contínua a empresa passa a ser vista como um bem comum e não uma entidade abstracta suscita uma maior identificação e participação ativa no seu seio. permanente controle dos resultados não basta elaborar um diagnóstico e fazer uma proposta de melhorias, há que testá-las continuamente, e adaptá-las sempre que for necessário, tendo em conta as alterações de equipamentos, de instalações, da organização do trabalho, do ambiente de trabalho. Baseados nesses referenciais teóricos, considera-se o conceito de qualidade de vida como a condição biopsicossocial de bem estar, relativa a experiências humanas objetivas e subjetivas e considerada dentro das particularidades individuais e sociais de cada situação Estresse e qualidade de vida no trabalho a partir dos fatores organizacionais Desde o início da humanidade, o homem se preocupava em procurar objetos artificiais para que se tornassem utilitários e dessa forma a produção artesanal não mecanizada surgiu sem nenhum controle ou melhor, sem intencionalidade e sim como objetos de sobrevivência. Mas a Revolução Industrial trouxe maiores complicações a esse tipo de produção, uma vez que não havia preocupação em se resguardar a saúde dos funcionários. As primeiras fábricas eram sujas, barulhentas, escuras, perigosas e as jornadas de trabalho chegavam a ter 16 horas diárias, sem férias e em regime de semiescravidão.

28 28 Na Europa em meados de 1900 vários e diferentes estudos tiveram origem sobre a área da fisiologia do trabalho, com a intencionalidade de se transferir idéias e atitudes para o terreno prático dos conhecimentos de fisiologia gerados em laboratórios (ANEZ; DAVID; LOBO, 2006). Com o surgimento da Segunda Guerra Mundial ( ), utilizaramse os conhecimentos disponíveis para construir instrumentos bélicos relativamente complexos como, submarinos, aviões, tanques, radares, etc. Estes instrumentos exigiam muitas habilidades do operador, que operava em condições ambientais bastante desfavoráveis e tensas no campo de batalha. Os erros e acidentes com consequências fatais eram frequentes. Isto fez com que aumentassem as pesquisas para adaptar os instrumentos bélicos às características e capacidades do operador, reduzindo a fadiga e os acidentes (IDA, 1992 citada por ANEZ; DAVID; LOBO, 2006, p.4). De acordo com Ida (1992 apud ANEZ; DAVID; LOBO, 2006, p.4), logo após o término da guerra, a ergonomia tentou melhorar as condições de vida da população e também dos trabalhadores em particular, mas era o Departamento de Defesa dos Estados Unidos quem apoiava as pesquisas na área. Conforme Andrews (2003), a economia globalizada da década de 90 lançou uma competição feroz, que para manter o emprego tem que trabalhar muito mais, não só para arcar com a sobrecarga de trabalho e os desafios mais complexos, mas também para não ser dispensado. No Brasil, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média de horas trabalhadas bateu 41 horas por semana no final dos anos 1990, contra 39 do começo da década. Parece pouco, mas não é: duas horas a mais por semana significam oito a dez horas a mais por mês, cerca de cem horas a mais portanto. Isso coloca o Brasil em oitavo lugar em horas trabalhadas, por ano, no mundo pior do que o workaholic dos EUA, que têm mais férias! ( ANDREWS, 2003, p.16). A era do conhecimento é o ponto que advém exclusivamente das pessoas. Esse conhecimento não é obtido da experiência passada como ponto referencial; ele se renova a cada dia, sendo o poder pertencente àqueles que prioritariamente o

29 29 disseminam - as organizações. Essas organizações adotam estratégias diferentes para alcançarem à máxima eficiência de seus colaboradores. Muitas empresas começam a prestar mais atenção nas qualidades aparentemente abstratas de seus funcionários como lealdade, capacidade de se relacionar com os clientes e disposição para correr riscos e procuram meios de avaliá-las de maneira formal. Os fatores organizacionais que mais afetam a qualidade de vida, segundo Ballone (2006), podem ser: sobrecarga de trabalho - o ambiente de trabalho exige muito e com isso a falta de adaptação; falta de estímulos neste caso existe o tédio, a sensação de nulidade ou solidão, portanto a falta ou escassez de solicitações também proporciona situações estressoras; ruídos muitas profissões onde o ruído é intensivo existe mais estresse; alteração do sono atraso nos horários do sono provocados pelo horário de trabalho, viagens, entre outros podem levar a insônia e consequentemente ao estresse; a falta de perspectivas a falta das boas perspectivas, ou o que é pior, na presença de perspectivas pessimistas a pessoa ficará sobre os efeitos ansiosos do quotidiano, sem esperanças de recompensas agradáveis; necessidades de mudanças essas necessidades podem ser comparadas a um ciclo vicioso; o momento presente está quase sempre exigindo mudanças e com isso trazendo novos problemas; mudanças determinadas pela empresa esse tipo de mudança pode ser feito por uma nova chefia. Mudanças devido à novas tecnologias as tecnologias estão em constante mudança e com isso as pessoas são obrigadas a se adaptar ao novo; mudanças devido ao mercado as oscilações do mercado sempre são levadas a sério pelas empresas e determinam mudanças de trabalho; mudanças auto-impostas - essas são determinadas pelo próprio indivíduo; ergonomia - deve existir um conforto no trabalho, porque sem esse conforto e segurança ocasiona o estresse. Segundo Marins (2003, p.136), o maior problema que ocorre nos dias atuais é que as empresas têm pressa. Muita pressa. Querem resultados rapidamente. Pra ontem, se possível. Quando um sujeito se vê sob tanta pressão, começa a se sentir muito preocupado, duvida até se realmente vai conseguir atingir o que deseja, e esta ansiedade pode levar ao estresse, ocasionando os já citados problemas organizacionais.

30 Programas para Redução do Estresse Organizacional Programa Arte de reduzir o estresse O Programa de Redução do Estresse A Arte de reduzir o estresse tem como propósito prevenir e reduzir os efeitos nocivos da tensão e do estresse emocional através de práticas que capacitem as pessoas estabelecerem uma nova maneira de vivenciar as pressões e os desafios do dia-a-dia. Utilizando métodos de reflexão, contemplação e meditação o trabalho constitui de um processo de investigação e transformação dos hábitos mentais e emocionais que regem nossas experiências de vida, convidando seus participantes a explorar uma forma mais consciente e autêntica de viver e, desta forma, desenvolver uma maior habilidade para lidar com o estresse. Este Programa é baseado em metodologias utilizadas na área de desenvolvimento humano e organizacional e em ensinamentos e práticas de meditação e contemplação do Budismo Tibetano da Linhagem Nyingma, orientados por Sua Eminência Chagdud Tulku Rinpoche. Tem como base científica e bibliográfica as visões de Daniel Goleman (Inteligência Emocional) e de sua esposa Tara Bennett-Goleman (Alquimia Emocional); o trabalho desenvolvido pelo Dr. Jon Kabbat-Zinn (A Mente Alerta) no Centro Médico da Universidade de Massachussetts (SAIORO, 2008) Técnicas para redução do estresse Tirar proveito das técnicas para redução do estresse é uma excelente maneira de manter corpo e mente saudáveis. Se a pessoa estiver depressiva, furiosa, com problemas no trabalho ou simplesmente estressada, é importante encontrar uma saída e impedir que os sentimentos afetem o coração. Às vezes, compartilhar os problemas com um parente ou com um amigo já ajuda. Uma outra opção é procurar ajuda de um profissional de saúde qualificado ou de um psicólogo, se necessário (FORMAN, STONE, 2008). Há casos em que apenas uma atividade física já é suficiente. Aprender técnicas de relaxamento para diminuir o estresse pode causar alívio. A meditação transcendental (MT) consiste em sentar em silêncio por 20 minutos, duas vezes ao dia, com os olhos fechados, enquanto se repete um mantra

31 31 para produzir um estado profundo de vigilância tranqüila e paz interior. Defensores afirmam que a MT reduz o risco de doença cardíaca baixando a pressão arterial, o colesterol alto e o estresse psicológico. Isso, por sua vez, reverte a aterosclerose e diminui a doença cardíaca e o risco de morte. No entanto, críticos sustentam que a maioria dos estudos sobre a MT é induzida e mal elaborada, realizada frequentemente por pesquisadores envolvidos com organizações que defendem a MT. Até hoje, não há provas concretas de que a MT é uma técnica eficaz para diminuir o risco de doença cardíaca. Na verdade, a meditação transcendental pode ter benefícios saudáveis ao coração, mas testes clínicos futuros ainda terão que comprovar isso (FORMAN, STONE, 2008). O tai chi é uma forma suave de artes marciais que utiliza movimentos corporais lentos, descontraídos e contínuos. Os movimentos do corpo - alguns com nomes de animais - são acompanhados de respiração profunda e meditação. Na verdade, o tai chi, que é uma forma de baixo impacto de exercício aeróbico, às vezes, é chamado de "meditação em movimento". Ele ajuda a promover equilíbrio e flexibilidade, diminui o risco de quedas (no caso de idosos), alivia a rigidez da artrite, ajuda a baixar a pressão arterial e está associado a um melhor funcionamento cardiovascular. Apesar dos benefícios conhecidos do tai chi, não se sabe se ele diminui o risco de doença coronariana. Entretanto, se quiser trabalhar corpo e mente para melhorar sua saúde, talvez você queira participar de uma aula de tai chi para iniciantes (FORMAN, STONE, 2008). A redução do estresse envolve vários aspectos e nenhum deles pode ser deixado de lado para garantir que os resultados sejam satisfatórios. Os fatores para redução de estresse são: alimentação, relaxamento, exercício físico, estabilidade emocional e qualidade de vida Síndrome de Burnout O Burnout surgiu em Quem aplicou este termo foi o psicólogo Fregenbauer, que constatou esta Síndrome em um de seus pacientes que trazia consigo energias negativas, impotência relacionado ao desgaste profissional.

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