Seminário Estadual do Setor Público para a Identificação e Prospecção de Demandas em Pesquisas e Serviços Ambientais

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1 Seminário Estadual do Setor Público para a Identificação e Prospecção de Demandas em Pesquisas e Serviços Ambientais EPAGRI/CIRAM - Florianópolis outubro 2011.

2 Cenários e tendências em ciência, tecnologia e inovação no Brasil e no Mundo. Ada Gonçalves - FINEP

3 Sistemas Nacionais de Inovação Conceito: um conjunto de instituições públicas e privadas que contribuem nos âmbito macro e micro econômico para o desenvolvimento e difusão de novas tecnologias (Pelaez e Shicca, 2006). Os sistemas nacionais de inovação se diferenciam tanto em termos de padrões de especialização como em termos da estrutura institucional e são reflexos de vários fatores: políticos, econômicos, históricos, sociais.

4 Tendências Internacionais dos Sistemas de Inovação - Forte participação do Estado na coordenação do sistema - Influência do sistema de defesa na agenda de P, D&I - Elevado grau de empreendedorismo - Papel chave das PME s - Inovação como fator crítico de desenvolvimento com forte investimento em P&D pelo setor privado - Diferentes estruturas: EUA x países europeus e asiáticos; - Fatores históricos, estruturais, sócio-culturais com impacto na configuração dos Sistemas Nacionais Inovação SNI s; - Políticas de Inovação x marco regulatório.

5 Principais Componentes dos SN C,T &I Existência de Políticas Públicas de apoio a inovação: ações e programas, incentivos e prioridades voltadas a integrar e otimizar todo o esforço tecnológico, desde a geração de conhecimento, aperfeiçoamentos ou a colocação de um novo produto ou serviço no mercado. Marco Legal regulatório: conjunto de leis, instruções normativas, decretos e acordos internacionais existentes no país, Estado ou nos mercados onde sua empresa atua ou pretende atuar. Mecanismos de apoio financeiro: diferentes fontes e instrumentos financeiros que podem ser acionados pelas empresas, universidades e centros de pesquisa, desde recursos não reembolsáveis (a fundo perdido) até investimento privado, incluindo aí o capital empreendedor (fundos de capital de risco).

6 -Alguns exemplos: Alemanha, Estados Unidos, Japão, Coréia do Sul e Finlândia: líderes em tecnologia em indústrias como a de semicondutores, química, farmacêutica, eletrônica de consumo, biológica, automobilística, aço, tecnologia da informação e telefonia móvel, respectivamente. Taiwan e Singapura: modelos econômicos baseados na atratividade de investimentos estrangeiros e instalação de empresas multinacionais e apostas em setores estratégicos. Nas décadas de 70, 80 e 90 é possível perceber o impacto da inserção dos países asiáticos na economia global. Coréia do Sul: revolução nas bases educacionais e formação de quadros técnicos nos centros de P&D das empresas de pequeno e médio porte, apostas em setores industriais acompanhado pelo aporte de recursos financeiros públicos e privados, com repostas bastante positivas no crescimento de sua economia. Japão: aposta na formulação de novos modelos de negócio para as empresas do setor automotivo e de semicondutores, pois além do investimento financeiro, apostou no fortalecimento do sistema de propriedade intelectual.

7 Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Brasil - Política de C,T,I e Política Industrial pouco articuladas até recentemente % dos pesquisadores ICT s x 30 % nas empresas - Alta produção científica: contribui com 1,7 % do total de artigos científicos publicados no mundo, forma cerca de 10 mil doutores (média/ano); áreas de concentração (?) - Baixo investimento em Inovação: investimento em P & D = 1 % PIB (nos sistemas desenvolvidos: média é 3%) - Cultura empreendedora e de Política de Propriedade Intelectual ainda incipientes - Dificuldade de acesso a investimento (instrumentos financeiros x mecanismos operacionais inadequados)

8 Política Nacional C,T&I - Foco dos investimentos Modernização P,D&I Ampliação da Capacidade - Políticas em dois níveis com atenção à dimensão regional Estrutural Sistêmico Plano de Desenvolvimento da Educação PDE Plano de Desenvolvimento da Saúde Política Econômica Plano de Aceleração do Crescimento Infra-estrutura PAC Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Política de Desenvolvimento Industrial Política de Defesa Nacional

9 Marco Legal Regulatório 1999: Criação dos Fundos setoriais 2004: Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) 2004: Lei da Inovação criação dos NIT s Nova Lei de Informática Lei de criação da ABDI 2005: Lei do Bem Incentivos fiscais 2006/7: Lei de Regulamentação do FNDCT 2008: Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) 2008: Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação (PACTI) 2011: Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação (PACTI-II) 2011: Plano Brasil Maior

10 Novo Marco Legal para C, T&I Lei de Inovação. Nº ( ) Apresenta um conjunto de medidas de incentivos à inovação científica e tecnológica, com esforço concentrado em P,D e I que contribuam para o aumento da competitividade das empresas nos mercados internos e externos. Lei do Bem. Nº de , Decreto ( ) Consiste, principalmente em conjunto de benefícios fiscais, visando incentivar as empresas a investir em P, D & I. Subvenção Econômica

11 Lei de Inovação de Capítulo I Definições Capítulo II Ambientes cooperativos para a Inovação: Compartilhamento de laboratórios, SPE, Propriedade Intelectual Capítulo III ICT s no processo de Inovação: Contratos de transferência de tecnologia e de licenciamento (*) cláusulas de exclusividade publicação de edital (*) sem exclusividade contratos diretos Criação dos NIT s; remuneração do pesquisador; licença do pesquisador, informações ICT ao MCT Capítulo IV- Inovação nas empresas (Subvenção Econômica) Capítulo V- Estímulo ao Inventor Independente Capítulo VI- Fundos de Investimento

12 Investimento Público e Empresarial em P&D (% PIB) Rússia (2008) Brasil (2008) Espanha (2007) Canadá (2008) Reino Unido (2008) China (2007) Alemanha (2007) Estados Unidos (2008) Coreia (2007) Japão (2007) 0,67 0,30 0,59 0,48 0,55 0,58 0,61 0,56 0,36 0,70 0,75 0,80 0,54 0,88 0,89 1, : 1,3% 1,72 1,86 2,36 2,67 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 Investimento Estatal Investimento Empresarial Fonte: Elaborado com base em Nos países avançados, mais de 70% dos dispêndios são realizados pelas empresas. Setor empresarial é protagonista. Inovação demanda comprometimento com o longo prazo, recursos e disposição ao risco.

13 Cientistas e Engenheiros em P&D na indústria CINETISTAS e ENGENHEIROS em P&D na INDUSTRIA 140 Cientistas e Engenheiros / Trabalhadores USA JAPÃO ALEMANHA FRANÇA ITÁLIA CANÁDA INGLATERRA CORÉIA CHINA BRASIL Brasil Ano Fonte: UNESCO 2009, Plano Nacional de Pós-graduação PNPG

14 Inovação Inovações devem, necessariamente, estar disponibilizadas no mercado, aplicadas nas organizações ou transferidas para a sociedade. A inovação pode apresentar escala local, regional, nacional ou mundial. Pode ser incremental ou radical.

15 Formas de Atuação O apoio da FINEP abrange todo o ciclo de C,T&I, da pesquisa básica até o desenvolvimento de produtos, serviços e processos nas empresas. Sua atuação se dá por meio de diversos instrumentos: Financiamentos reembolsáveis (empréstimos com condições diferenciadas para empresas); Financiamentos não-reembolsáveis com recursos dos Fundos Setoriais; Outras formas de apoio à inovação (subvenção econômica, capital de risco).

16 Instrumentos Financeiros

17 Instrumentos Financeiros - Financiamentos não-reembolsáveis- FINEP para ICT s Apoio a instituições de ensino e pesquisa sem fins lucrativos, públicas ou privadas, para a realização de projetos de ciência, tecnologia & inovação. Os recursos oferecidos nos financiamentos não-reembolsáveis são originados do Fundos Setoriais. Mecanismos Operacionais utilizados: -Chamadas Públicas (editais e cartas-convite) -Encomendas

18 Instrumentos Financeiros - Financiamentos não-reembolsáveis- FINEP Subvenção Econômica: EMPRESAS O objetivo do Programa de Subvenção Econômica é Promover o aumento das atividades de inovação e da competitividade das empresas por meio da aplicação de recursos públicos não-reembolsáveis diretamente em empresas. O marco-regulatório que viabiliza a concessão de subvenção econômica foi estabelecido a partir: Da aprovação da Lei /04, regulamentada pelo Decreto 5.563/05 (Lei da Inovação) Da Lei /05, regulamentada pelo Decreto no /06 (Lei do Bem)

19 Instrumentos Financeiros Subvenção Econômica recursos financeiros para atividades de P &D custeio (atividades de inovação) exigência de contrapartida financeira x faturamento da empresa direta ou indireta comprovação de regularidade fiscal da empresa até 03 anos de constituição prazos de execução: até 36 meses.

20 Instrumentos Financeiros Financiamentos reembolsáveis - FINEP Inova Brasil: Financiamento à Inovação nas Empresas Brasileiras - inovação de produto, processo ou serviço que contribua para a melhoria da competitividade da organização, encargos reduzidos (equalização dos juros) e prazos de amortização diferenciados. Programa Juro Zero: Financiamento a micro e pequenas empresas inovadoras, ágil e com burocracia reduzida projetos e planos de negócios que representem uma inovação em seu setor de atuação.

21 Evolução dos recursos da FINEP por natureza (FNDCT, Subvenção e Crédito) FNDCT Subvenção Crédito

22 FINEP - Crédito 2010 Contratado em 2009 / 2010: > 25 vezes maior 2000 Desembolsado: R$ milhões Contratado: R$ milhões R$ Milhões

23 FNDCT e Fundos Setoriais FNDCT Desembolsos Fundos Setoriais

24 Inova Brasil Linha I- Inovação Tecnológica: projetos de desenvolvimento de produtos ou processos novos ou significativamente aprimorados (mercado nacional) Linha II- Capital Inovador: projetos consistentes com as estratégias de negócio, conforme plano de investimentos em atividades de inovação, incluindo infra-estrutura física Linha III- Pré-investimento: projetos de préinvestimento e de engenharia consultiva, intensivos em conhecimento

25 Inova Brasil - Condições do Financiamento Encargos Financeiros Linha I-Inovação Tecnológica 4,0% Linha II-Capital Inovador 4,5% Linha III- Préinvestimento 5,0%

26 Inova Brasil Condições do financiamento - Valor do financiamento: mínimo de R$ 1milhão - Prazos: Linha I: até 120 meses, sendo até 36 de carência Linhas II e III: até 96 meses, sendo até 24 de carência - Participação Finep: Até 90% do valor total do projeto ou no caso do BNDES Automático até 90% dos itens financiáveis - Desembolso: em parcelas semestrais - Ressarcimento de despesas: a partir do enquadramento de mérito da proposta ou até seis meses da aprovação da Solicitação de Financiamento

27 Inova Brasil Público alvo: empresas brasileiras que realizam inovações tecnológicas de produto ou de processo, intensivas em conhecimento Empresas controladas por capital estrangeiro exceto as que exerçam atividade econômica não especificada no decreto n de

28 Financiamento Reembolsável Principais Fontes: - FNDCT empréstimos à Finep - FINEP/PSI recursos de empréstimo do BNDES à Finep - BNDES/PSI- agente financeiro -FAT - FUNTELL reembolsável (taxa TR + 3,5 %) Obs: restrição dos recursos do empréstimo FINEP/PSI e BNDES/PSI Equipamentos importados e remessa ao exterior restrição BNDES/PSI: equipamentos nacionais

29 Financiamentos não-reembolsáveis Apoio a instituições de ensino e pesquisa sem fins lucrativos, públicas ou privadas, ou organizações não governamentais, para a realização de projetos de ciência, tecnologia & inovação. Os recursos oferecidos nos financiamentos não-reembolsáveis são originados do Fundos Setoriais.

30 Fundos Setoriais Origem dos Recursos - Contribuições incidentes sobre o resultado da exploração de recursos naturais pertencentes àunião - Parcelas do Imposto sobre Produtos Industrializados de certos setores - Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) incidente sobre os valores que remuneram o uso ou aquisição de conhecimentos tecnológicos / transferência de tecnologia do exterior

31 Fundos Setoriais (principal fonte de recursos financeiros para o sistema de C,T,I)

32 SIBRATEC Sistema Brasileiro de Tecnologia Objetivo apoiar o desenvolvimento tecnológico da empresa brasileira, por meio da articulação em rede de centros de P&D para atividades de: PD&I de processos e produtos; serviços tecnológicos; e extensão e assistência tecnológica Organizado em 3 tipos de redes: Centros de Inovação Gerar e transformar conhecimentos científicos e tecnológicos em produtos, processos e protótipos com viabilidade comercial Serviços Tecnológicos Implantar e consolidar serviços de metrologia (calibração, ensaios e análises), normalização e avaliação da conformidade Extensão Tecnológica Promover extensão e assistência tecnológica ao processo de inovação das MPME

33 SIBRATEC - Governança

34 SIBRATEC - Redes de Centros de Inovação Redes Apoiadas 13 redes estão estruturadas e 01 está em articulação Manufatura e Bens de Capital Microeletrônica Eletrônica para Produtos Vitivinicultura Energia Solar Fotovoltaica Plásticos e Borrachas Visualização Avançada Bioetanol Equipamentos Medico, Hospitalar e odontológico Insumos para a Saúde Humana Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação Nanocosméticos Veículos Elétricos DF Insumos para Saúde e Nutrição Animal (em articulação)

35 SIBRATEC Redes de Extensão Tecnológica FDB; FUCAPI; FUA; INPA; UEA; IFAM; FADESP; SENAI/PA; UFPA, UEPA, Embrapa/CPAA; CBA/; IDAM; SENAI/AM; CPATU, IFPA, SEDECT/PA SECT/AM; FAPEAM; SEBRAE-AM FAPESPA FUNDETEC; SENAI/PI; IFPI; FUESPI; SEBRAE/PI; SEDET/P IEL/RO; SENAI/RO; IPEPATRO; Embrapa-RO/CEPAFRO; IJN; FIMCA; SEPLAN; SEBRAE/RO IEL/TO; SENAI/TO; UNITINS; UFT; SECT/TO FCPC; NUTEC; UFC; CENTEC; INDI/CE; IFCE; Agropolos; BNB; SECITECE; FUNCAP; SEBRAECE FUNPEC; SENAI; UFRN; IFRN UERN; SENAI/CTGÁS; SEDEC FJA; SENAI/PB; UFPB; IFPB; SECTMAPB IEL/PE; ITEP; UFPE; SECTMA-PE NGPD; SENAI/PE; SEBRAE/PE,NECTA IEL/AL; SENAI/AL; UFAL; UNEAL; FIEA, FAPEAL, SEBRAE/AL, SECTI/AL SECITEC; SENAI/ FUFMT; IFMT; UNEMAT; INT; SEBRAE FUNAPE; SENAI; UFG; IFGOIANO; SGM-SIC; SEBRAE; SECTEC IEL/MS; SENAI/MS ; UFMS; UEMS; UFGD; UCDB; SEBRAE/MS; SEMAC/MS TECPAR; FIEP; SEBRAE; SETI; F.ARAUCÁRIA SOCIESC; SEBRAE/SC; FAPESC IEL/RS; SCT/RS; CIENTEC; IBTEC; IFSul; PUC/RS; UNISINOS; UERGS; SEDAI/RS; SEBRAE/RS RMI; CETEC; IEL/MG; SEBRAE/MG; SEDE/MG; SECTES/MG FIPT; IPT; CTI; CEETEPS; FDTE; SECDESESP IEL/SE; ITPS; UFS, ITP, IFS, FAPITEC/SE, SEBRAE-SE,SERGIPE-ADM IEL/BA; UESC; CEPED; CETENE/PE; SECTI/BA; FAPESB; SEBRAE/BA; SICM/BA IEL/ES; SENAI/ES; UFES, IFES, CETEM, BANDES, SEBRAE-ES, FINDES, FAPES, SECTE REDETEC; INT; SEBRAE/RJ; FAPERJ

36 Subvenção Econômica O objetivo do Programa de Subvenção Econômica é promover o aumento das atividades de inovação e da competitividade das empresas por meio da aplicação de recursos públicos nãoreembolsáveis diretamente em empresas. O marco-regulatório que viabiliza a concessão de subvenção econômica foi estabelecido a partir: Da aprovação da Lei /04, regulamentada pelo Decreto 5.563/05 (Lei da Inovação) Da Lei /05, regulamentada pelo Decreto no /06 (Lei do Bem)

37 Subvenção Econômica projetos de desenvolvimento de produtos e processos inovadores priorizados pela PITCE Chamadas Públicas de Subvenção (Nacional) PAPPE Subvenção (Regional, MPEs) PRIME Primeira Empresa Inovadora (MPEs) (em revisão) projetos de P,D&I para custeio da remuneração de novos pesquisadores (Mestres e Doutores) em atividades de inovação (Lei do Bem)

38 Subvenção Econômica Chamadas Públicas de Subvenção Nacional Em R$ Milhões Nº de Projetos VALOR Nº de Projetos

39 Subvenção Econômica Chamadas Públicas de Subvenção (Nacional) Subvenção 2006 R$ 300 milhões Demanda propostas R$ 1,9 bilhão Aprovados 145 projetos R$ 274 milhões Subvenção 2007 Demanda propostas Aprovados 174 projetos Subvenção 2008 Demanda propostas Aprovados 245 projetos Subvenção 2009 Demanda: propostas Aprovados 261 projetos R$ 450 milhões R$ 2,5 bilhão R$ 313 milhões R$ 450 milhões R$ 6,2 bilhões R$ 512 milhões R$ 450 milhões R$ 5,2 bilhões R$ 466 milhões

40 Subvenção Econômica Editais nacionais 2006, 2007, 2008 e 2009 Total aprovado: R$ 1,6 bilhão 825 projetos SOCIAL (116,6) 11% BENS DE CAPITAL (37,2) 3% NANOTEC NOLOGIA (12,4) 1% Outros (15,0) 1% TICs (269,5) 24% ENERGIA (128,2) 12% BIOTEC (129,8) 12% ESTRATÉGICOS (288,3) 27% SAÚDE (104,1) 9%

41 Subvenção Econômica Subvenção Nacional (Nº / Porte) Nº de Projetos Aprovados por PORTE 90% 80% 81% 70% 74% 60% 63% 59% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 25% 21% 16% 15% 14% 17% 11% MPE MEDIA GRANDE 5%

42 Subvenção Econômica Subvenção Nacional (Valor / Porte) Valor dos Projetos Aprovados por PORTE 80% 70% 73% 77% 60% 50% 40% 41% 45% 38% 36% 30% 20% 10% 21% 19% 13% 16% 14% 6% 0% MPE MEDIA GRANDE

43 Subvenção Econômica PAPPE Subvenção (Regional, MPEs) Descentralização e aumento da capilaridade Microempresas e empresas de pequeno porte Política Industrial & atendimento às prioridades regionais Em R$ 1.000,00 FAPDF DF FAPEAM AM FAPEG GO FAPES ES FIEMS MS FAPEMIG MG FAPESB BA FAPERJ RJ FUNCAP CE FAPESP SP FAPEMA MA Cons.PAPPE PR FACEP PE SEBRAE RS SEBRAE PI FAPESC SC FAPERN RN TOTAL

44 Subvenção Econômica à Inovação Tecnológica PAPPE Subvenção Integração (N,NE,CO) PA AC AM RO MT MA PA PI BA CE RN PB PE AL SE DF Editais estaduais: 404 MPEs: MG: 70, CE: 21, ES: 09, PE: 44, RJ: 57, AM: 35, DF: 18, BA: 18, RN: 34, SC: 35 Lançados: MA e RS próximos lançamentos: PR e SP MS RS R$ 150 milhões FNDCT R$ 115 milhões contrapartida de FAPs, SEBRAE, Federações da Indústria SC MG RJ ES PAPPE - Integração: R$ 88 milhões DF, GO, MS, MT, PE, PI, CE, BA, PB, SE, RN, MA, AL, PA, AC, AM, RO e TO 44

45 Subvenção Econômica PRIME Primeira Empresa Inovadora (MPEs) Apoiar empresas nascentes com até 24 meses de existência que apresentem um elevado conteúdo de inovação em seus produtos ou serviços de alto valor de conhecimento agregado. Operacionalização em parceria com 17 Incubadoras de Empresa Ancoras Kit PRIME ano 1 Subvenção Kit PRIME ano 2 Juro Zero R$ 120 mil R$ 120 mil Preparação para Capital de Risco

46 PRIME Programa Primeira Empresa Inovadora Programa em parceria com entidades locais Apoio a empresas inovadoras nascentes, por meio de incubadoras-âncora, responsáveis pela seleção dos empreendimentos e repasse dos recursos. Objetivo do PRIME Apoiar a estruturação de planos de negócio e o desenvolvimento de novos produtos e serviços de empresas nascentes (até 2 anos de vida). 17 editais regionais lançados em 05/03/ empresas contratadas para receber R$ 120 mil cada na forma de subvenção econômica incubadora-âncora

47 INOVAR Tem por objetivo apoiar as empresas inovadoras brasileiras através do capital inteligente (recursos financeiros + gestão) O Projeto INOVAR contempla: Fórum Brasil Capital de Risco Incubadora de Fundos INOVAR Fórum Brasil de Inovação Portal Capital de Risco Brasil Rede INOVAR - Prospecção e Desenvolvimento de Negócios Capacitação e treinamento de agentes de Capital de Risco

48 Capital Inteligente A FINEP investe em fundos de seed, venture capital e private equity, além de manter várias ações de estímulo ao empreendedorismo.

49 Ações recentes - Meteorologia e Mudanças Climáticas. Meteorologia Apoio a estudos e pesquisas visando a geração de informações meteorológicas que orientem políticas públicas de monitoramento e previsão do clima, e a Redes Estaduais de Meteorologia.. Mudanças Climáticas Apoio à implementação da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais - REDE-CLIMA, visando a realização de estudos e pesquisas sobre as causas e efeitos das mudanças climáticas globais.

50 Ações transversais apoiadas no período Pesquisa em Descargas Atmosféricas (Encomenda) Valor aprovado: R$ 1,7 milhão Gestão de Bacias Hidrográficas (Edital) Valor aprovado (15 projetos): R$ 3,0 milhões Projeto para estudo de riscos climáticos (Encomenda) Valor aprovado: R$ 1,7 milhão

51 Chamadas Públicas Redes Estaduais de Meteorologia Valor aprovado (15 projetos): R$ 6,8 milhões Previsão de fenômenos meteorológicos extremos Valor aprovado (08 projetos): R$ 7,5 milhões 2007 Projetos Estratégicos (Encomendas) Projeto SUPERCLIMA- Sistema de supercomputador Valor aprovado: R$ 35 milhões Projeto REDECLIMA Fomento à Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Valor aprovado: R$ 11 milhões

52 2008 Chamada Pública: Previsão de fenômenos meteorológicos Extremos e Redes de Mudanças Climáticas Valor: R$ 18 milhões (publicada em ) Encomendas: Estudo de avaliação do mecanismo MDL: R$ 750 mil Apoio à criação e estruturação do Instituto de Tecnologia e Engª. das mudanças globais em energia e meio ambiente: R$ 4 milhões.

53 Chamadas Públicas Principais Objetivos Etapas de Avaliação Enquadramento Finep Analisa a proposta conforme os aspectos de forma e adequação aos da Chamada Pública Avaliação de Mérito Finep + Comitê de Avaliação Analisa a proposta no que tange aos aspectos de conteúdo Análise Conclusiva Finep Consolida os resultados da avaliação de mérito e examina aspectos legais e orçamentários da proposta

54 Chamadas Públicas Etapas de Avaliação Enquadramento Finep Preenchimento completo e adequado dos formulários Encaminhamento da proposta na forma exigida (documentação, plano de negócios, etc) Adequação da proposta aos objetivos gerais da Chamada Pública Elegibilidade das instituições participantes Atendimento aos itens especificos (exigência de contrapartida financeira ou não financeira, participação de empresas, prazo de execução Atendimento aos (%) e valores limites exigidos Envio da proposta até a data final estabelecida.

55 Chamadas Públicas Etapas de Avaliação Avaliação de Mérito : Finep + Comitê de Avaliação (academia e setor empresarial), associações de classe. Pontos chave: Viabilidade comercial da tecnologia a ser desenvolvida Capacitação das empresas participantes para a comercialização da inovação a ser desenvolvida Clareza, grau de inovação e mérito científico e tecnológico Viabilidade técnica, coêrencia do orçamento com os objetivos e viabilidade do cronograma fisico apresentado Infra-estrutura física e capacitaçao gerencial para execução da proposta Montante de contrapartida financeira e outros aportes ao projeto

56 Ações recentes - Gestão C&T Nº a 24 de outubro de 2011 Os Ministérios da Ciência,Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Meio Ambiente (MMA) assinaram, na abertura da 8ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), no dia 18, em Brasília (DF), o termo de cooperação para a implantação do Sistema Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais. O sistema será alimentado por informações produzidas pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão criado neste ano pelo MCTI. A ideia é reduzir os efeitos das catástrofes naturais registradas num número cada vez maior no Brasil, provocadas principalmente pelas mudanças climáticas.

57 Alguns lembretes.... Instituições inovadoras -Atuam em Redes: parceria público/privado; privado/privado. As instituições de pesquisa interagem com o mercado; - Estimulam o empreendedorismo: incubação de novas empresas; elaboram planos de inovação; - Levam em consideração questões como transferência de tecnologia, propriedade industrial; - Estão alinhadas com os planos de governo (federais e locais) para inovação e tendências tecnológicas.

58 Sugestões de Sites para consultas sobre Inovação e Políticas Públicas: Editais e chamadas públicas Marco Legal

59 Muito obrigada pela atenção! Ada Gonçalves Área de Planejamento - FINEP

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