Proposta de Projeto Certificação de Consultores SENAI-DN/CCM-ITA

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1 Proposta de Projeto Certificação de Consultores SENAI-DN/CCM-ITA Instituto Tecnológico de Aeronáutica ITA Centro de Competência em Manufatura CCM Praça Marechal Eduardo Gomes, 50 Vila das Acácias São José dos Campos, SP Telefone Redigido por Prof. Dr. Anderson V. Borille Prof. Dr. Carlos C. A. Eguti Revisado por Prof. Luís Gonzaga Trabasso São José dos Campos, SP Fevereiro

2 1 INTRODUÇÃO O CCM-ITA Centro de Competência em Manufatura do ITA atua no setor de pesquisa aplicada há vários anos, consolidando-se como uma referência de cooperação escolaempresa, quando comparado com outras instituições de pesquisa aplicada no país. Entende-se como pesquisa aplicada aquela que busca solucionar desafios imediatos enfrentados pela indústria, principalmente do setor produtivo, com aplicação de ferramentas e métodos adequados da área de pesquisa e desenvolvimento. O CCM-ITA desenvolve essas competências junto com seus parceiros industriais, sendo uma experiência já traduzida num modelo inovador de projetos de cooperação técnicocientífico entre instituições de ensino e empresas privadas. Neste modelo, pesquisadores do meio acadêmico são responsáveis por realizar a interface com a indústria, desde etapas de aquisição de projetos, passando pela sua execução e finalizando com a aplicação dos resultados. Para que este modelo seja bem sucedido, os pesquisadores da instituição acadêmica precisam alinhar suas atividades de pesquisa e desenvolvimento com as necessidades e expectativas industriais. Essas são, normalmente, mais pragmáticas e urgentes do que aquelas das pesquisas acadêmicas (mestrado e doutorado). Neste contexto, é exigido do pesquisador um alinhamento com o ritmo da indústria, mantendo suas atividades sempre sintonizadas com a empresa. Esta adequação requer do pesquisador um conhecimento de diversas disciplinas. Partese do requisito que o pesquisador já possui a formação técnica sobre o tema a ser analisado. Contudo, apenas a formação técnica não é suficiente para o exercício correto da relação escola/empresa. O pesquisador necessita ainda competências para aquisição do projeto, predominantemente para interpretação dos requisitos do cliente, competências de negociação, gerenciamento de projetos e pessoal, marketing entre outras. Estas características são, raras vezes, encontradas em um pesquisador tipicamente acadêmico. Esta proposta de projeto apresenta um modelo de formação de consultores para o SENAI, habilitando-os para buscar, planejar e executar projetos de alta complexidade técnica de interesse da indústria, com ênfase nos requisitos de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Essa formação fortalece as relações de cooperação técnicocientífica entre empresa e escola, acrescentando novas competências para os profissionais participantes. O objetivo dos consultores devidamente certificados ao buscar projetos de cooperação técnico-científica é que estes projetos sejam autossustentáveis do ponto de vista econômico. Desta forma, configura-se a necessidade de manutenção da formação técnica da equipe de pesquisadores bem como da infraestrutura necessária para a execução dos projetos. Um projeto deve ser visto como negócio pela instituição executora, porque ele sempre será visto como serviço pela contratante. A necessidade de comprometimento formal entre as duas partes decorre, fundamentalmente, desta visão.. Dessa forma, esse documento apresenta uma proposta de Certificação de Consultores de projeto desta natureza, dentro do ramo de atividades do setor de automação industrial e design. 2

3 2 PROPOSTA DE TRABALHO A presente proposta de trabalho engloba as atividades de duas Redes SENAI: a Rede SENAI de Automação e a Rede SENAI de Design. O objetivo da proposta é de realizar a formação de consultores para atuar como multiplicadores de conhecimento e gestores de projetos avançados em suas respectivas unidades. O modelo proposto de formação de consultores é realizado em três etapas complementares, quais sejam; nivelamento, desenvolvimento e aplicação. É necessária a aprovação (certificação) em cada uma das etapas para que o consultor esteja apto a requerer a certificação da etapa seguinte. Cada etapa envolve o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais que serão avaliadas pela equipe CCM-ITA e SENAI - DN. Para a rede de Design, está previsto o acompanhamento de projetos já em execução, selecionados conforme a área de atuação da equipe CCM-ITA de pesquisadores. As próximas seções apresentam os detalhamentos das três etapas (nivelamento, desenvolvimento e aplicação) para as Redes SENAI Automação e para a Rede SENAI Design. 2.1 Certificação Rede SENAI Automação O escopo do projeto de formação de consultores é a certificação em processos de Automação Industrial, com ênfase nas seguintes tecnologias: - Robótica Cooperativa; - Metrologia de Grandes Volumes; - Instrumentação e Aquisição de Dados. - Eficiência Energética em Manufatura Integrada; Os candidatos devem ser pré-selecionados pelo coordenador da área de Automação do SENAI DN, devendo possuir Currículo Lattes atualizado. Cada turma está limitada a, no máximo, 15 alunos consultores. O processo de seleção para participação do programa será realizado pelas equipes CCM-ITA e SENAI na forma de avaliação escrita e entrevista. O processo de formação de consultores será realizado conforme as etapas definidas a seguir: 3

4 2.1.1 Etapa 1 Nivelamento em Automação Para a formação de um consultor SENAI em Automação, entende-se que a formação técnica é um prérequisito fundamental. Desta forma, o processo de formação inicia-se com um Módulo de Nivelamento em Automação. Trata-se de um curso baseado no conceito de Project-based learning, onde o aprendizado é adquirido em vista de uma necessidade real. Ao contrário das aulas tradicionais, onde a informação é apresentada aos alunos de forma sequencial e teórica, propõe-se uma abordagem prática e multidisciplinar. A teoria é apresentada aos consultores conforme surge a necessidade no desenvolvimento de um determinado projeto. Os projetos a serem desenvolvidos pelos alunos consultores são exercícios previamente resolvidos pela equipe CCM-ITA, de modo que toda a necessidade técnica foi mapeada previamente, e será apresentada aos alunos nos exatos momentos das necessidades dos projetos. Esta etapa será realizada nas dependências do CCM-ITA, devido à necessidade de uso de instalações, equipamentos e aplicativos de software específicos. Pré-requisito a ser preenchido pelo aluno consultor: O candidato deve ser engenheiro ou tecnólogo, com especialidade em eletrônica, mecatrônica ou automação. Prova escrita e prática. Módulo de 80 horas assim constituído: 40h Robótica Cooperativa e Metrologia de Grandes Volumes; 40h Instrumentação e Aquisição de dados e Eficiência Energética em Manufatura Integrada; Etapa 2 - Desenvolvimento Nesta etapa, o aluno consultor deverá buscar uma empresa parceira disposta a realizar um projeto industrial. A função do aluno consultor será estabelecer a relação com a empresa, entender as suas necessidades e elaborar um plano de trabalho do projeto selecionado. Deverá ter a capacidade crítica de analisar a situação, delinear uma solução e descrever o plano de trabalho no padrão de proposta técnica do SENAI. A equipe CCM-ITA atua como supervisora nesta etapa, discutindo com o aluno consultor e, eventualmente com a empresa parceira, aspectos diversos do plano de trabalho. O projeto pode, excepcionalmente, ser executado por até 3 alunos consultores dependendo da avaliação do projeto feita pela equipe CCM-ITA e SENAI DN. 4

5 Documentação e Apresentação do Projeto para comissão CCM-ITA e SENAI DN. Os critérios de avaliação terão como base os mesmos utilizados para projetos do Edital SENAI de Inovação. Máximo de 2 meses após etapa 1. Ressalta-se que a elaboração do plano de trabalho deve estar alinhada às necessidades da empresa, que normalmente são mais urgentes Etapa 3 - Aplicação A etapa final do projeto de capacitação consiste na execução das atividades planejadas da etapa 2 junto com a empresa parceira pelo aluno consultor. A etapa de aplicação é acompanhada pela equipe CCM-ITA, que presta apoio ao aluno consultor nas questões técnicas, prevendo inclusive, visitas da equipe CCM-ITA para acompanhamento do projeto in loco. Documentação técnica e apresentação do projeto para comissão de avaliação composta por integrantes do CCM-ITA, SENAI DN e EMPRESA parceira. Serão avaliados a qualidade técnica do projeto, a integração das tecnologias aprendidas pelo aluno consultor durante o projeto de certificação de consultores SENAI e aspectos comportamentais de ATITUDE com base na Metodologia de Avaliação por Competência. De acordo com o cronograma de execução aprovado na etapa 2. A certificação da etapa 3 não será concedida caso o cronograma seja excedido em mais de 6 meses. Neste caso, considerase que o projeto não foi bem sucedido. 2.2 Certificação Rede SENAI Design A Rede SENAI Design conta atualmente com uma parceria com o Instituto Politécnico de Milão, o qual vem auxiliando na capacitação dos consultores SENAI nas competências técnicas específicas de design. Entretanto, é de interesse do SENAI que tais consultores possuam também as demais competências necessárias, não só abordando o lado criativo do trabalho com o cliente, mas também que desenvolvam as capacidades de realização do projeto. Entende-se que há a necessidade de aliar técnicas de engenharia, notadamente aquelas de Desenvolvimento Integrado de Produto, às técnicas de design para que as soluções criativas possam ser concretizadas em satisfação do cliente. Seguindo a linha de Project-based learning e learning-by-doing, serão selecionados projetos do edital SENAI de Inovação 2012 para a certificação dos consultores da Rede SENAI Design e das equipes do Edital de Inovação (projetos piloto). Sendo assim, a certificação dos consultores da Rede e das equipes do Edital dar-se-á em cooperação com o Instituto Politécnico de Milão (Poly.Design), para capacitação e aplicação das técnicas de criação.ao CCM-ITA cabe a reponsabilidade de acompanhar a execução de projetos piloto e avaliar(certificação) dos consultores. 5

6 Por isso, há a necessidade de uma pré-etapa de alinhamento entre as duas instituições (Poly.Design e CCM-ITA), para detalhamento das contribuições do Instituto Politécnico ao projeto de certificação de consultores. Os candidatos devem ser pré selecionados pelo coordenador da área de Design do SENAI DN, devendo possuir Currículo Lattes atualizado. Cada turma está limitada a, no máximo, 15 alunos consultores. As etapas de certificação gerenciadas exclusivamente pelo CCM-ITA são detalhadasa seguir Etapa 1 Nivelamento em Processo de Desenvolvimento de Produto Durante o processo de desenvolvimento de produtos (PDP) de engenharia, são utilizados diferentes métodos de suporte ao planejamento das atividades envolvidas. Tradicionalmente, este processo é pensado em etapas (Projeto Serial), sendo cada uma delas realizada sem relações com as etapas seguintes. Tal abordagem apresenta diversos inconvenientes, sendo que novas abordagens PDP estão sendo utilizadas, entre elas, Desenvolvimento Integrado de Produtos (DIP) e mais recentemente, o Desenvolvimento Enxuto de Produtos (DEP). Estas abordagens buscam essencialmente otimizar o processo de desenvolvimento de produtos pela integração das áreas técnicas partícipes do PDP(design, fabricação, montagem etc.) para antecipar as necessidades das diversas áreas do PDP para a etapa do projeto conceitual do produto, bem como otimizar tempo e recursos financeiros e humanos. Esta etapa será realizada nas dependências do CCM-ITA, devido à necessidade de uso de instalaçõesequipamentos e aplicativos de software específicos.. Será realizada de modo que, durante esta capacitação, os consultores exercitem as técnicas de processo de desenvolvimento de produtos apresentados pelos professores. Os consultores, por sua vez, deverão trazer os conceitos abordados pelo Poly.Design aos exercícios apresentados. Pré-requisito a ser preenchido pelo aluno consultor: O candidato deve possuir preferencialmente curso superior ou tecnólogo. Prova escrita e prática. Módulo de 80 horas, constituídos de 20 horas de apresentação da teoria e 60 horas para aplicação nos projetos. Nestas 60 horas, haverá a supervisão de profissionais da equipe CCM- ITA Etapa 2 - Desenvolvimento Nesta etapa, o aluno consultor deverá aplicar as técnicas de Processo de Desenvolvimento de Produto e os conceitos abordados pelo Instituto Politécnico aos seus respectivos projetos do Edital de Inovação. Para isso, haverá a necessidade de detalhamento das atividades propostas no Edital de Inovação, considerando as novas técnicas e métodos apresentados na etapa de Nivelamento. A função do aluno consultor também será de estabelecer a relação com a empresa, entender as suas necessidades e adequar constantemente o plano de trabalho do projeto selecionado. Deverá ter a capacidade crítica de analisar a situação, delinear uma solução e elaborar o plano de trabalho no padrão SENAI. 6

7 As equipes CCM-ITA e do Instituto Politécnico atuam como supervisoras nesta etapa, discutindo com o aluno consultor e, eventualmente com a empresa parceira, aspectos diversos do plano de trabalho. O projeto pode, excepcionalmente, ser executado por até 3 alunos consultores dependendo da avaliação do projeto feita pela equipe CCM-ITA e SENAI DN Documentação e Apresentação do Projeto para comissão CCM-ITA e SENAI DN. Os critérios de avaliação terão como base os mesmos para projetos do Edital SENAI de Inovação: Máximo de 2 meses após etapa 1. Ressalta-se que a elaboração do plano de trabalho deve estar alinhada às necessidades da empresa, que normalmente são mais urgentes Etapa 3 - Aplicação A etapa final consiste na execução das atividades planejadas da etapa 2 na empresa parceira pelo aluno consultor. A etapa de aplicação é acompanhada pela equipe CCM-ITA, que presta apoio ao aluno consultor nas questões técnicas, prevendo inclusive, visitas da equipe CCM-ITA para acompanhamento do projeto in loco. Documentação técnica e apresentação do projeto para comissão de avaliação composta por integrantes do CCM-ITA, SENAI DN e EMPRESA parceira. Será avaliada a qualidade técnica do projeto, a integração das tecnologias aprendidas pelo aluno consultor durante o projeto de certificação de consultores SENAI e os aspectos comportamentais de ATITUDE com base na Metodologia de Avaliação por Competência. De acordo com o cronograma de execução aprovado no Edital de Inovação. A certificação da etapa 3 não será concedida caso o cronograma seja excedido em mais de 6 meses. Neste caso, considera-se que o projeto não foi bem sucedido. 3 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO DE CONSULTORES CCM-ITA-SENAI Entende-se que um aluno consultor deve possuir capacidades técnicas e habilidades pessoais para a execução dos projetos de consultoria, que podem ser resumidas em Competência (atuação sinérgica do Conhecimento, Habilidade e Atitude). São raros os casos onde estas características são encontradas em 7

8 um só profissional. Entretanto, a caracterização dos profissionais, mesmo que não completos, ajuda seus gestores na atribuição de tarefas. Profissionais com diferentes perfis podem ser alocados em grupos de trabalhos de modo a formarem um time complementar. Deste modo, propõe-se que a avaliação dos alunos consultores seja feita pelas suas características relacionas aos conhecimentos, habilidades e atitudes, considerando que a sinergia entre estas três características é a Competência. Desta forma, sugere-se uma classificação quanto ao perfil dos consultores nos seguintes níveis: O consultor apresenta conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias para o gerenciamento de projetos de elevada complexidade técnica. Consegue lidar com diferentes desafios tecnológicos e com a gestão de recursos humanos. Destaca-se pela análise crítica de determinados problemas e pela capacidade de relacionar conhecimentos técnicos, de modo a elaborar hipóteses para a solução dos mesmos. O consultor apresenta notório conhecimento técnico, tanto em abrangência quanto em profundidade. A medida que cada consultor for progredindo em cada nível de formação, a equipe CCM-ITA irá providenciar a correspondente passagem de nível e a respectiva formatura da turma de consultores. 4 CRONOGRAMA Os trabalhos são constituídos de duas frentes simultâneas, conforme os cronogramas definidos para as redes SENAI de Automação e Design. 4.1 Cronograma para a Rede SENAI de Automação O desenvolvimento das etapas do projeto segue o cronograma abaixo: ATIVIDADE 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º SELEÇÃO 8

9 ETAPA 1 ETAPA 2 ETAPA 3 A etapa de Seleção tem como objetivo conhecer os candidatos e confirmar sua candidatura ao curso de formação de consultores. Imediatamente após a seleção, inicia-se a Etapa 1 do projeto, realizada nas instalações do CCM-ITA, conforme definido no item O desenvolvimento da Etapa 2 ocorre na cidade sede do projeto do aluno /consultor. O acompanhamento nesta fase é realizado por correspondência eletrônica, teleconferência ou contato telefônico. Na Etapa 3, as visitas de acompanhamento dos projetos dos alunos/consultores somente serão realizadas em projetos selecionados pelos SENAI DN. A data de cada reunião de acompanhamento será determinada conforme agenda dos pesquisadores da equipeccm-ita. 4.2 Cronograma para a Rede SENAI de Design O desenvolvimento das etapas do projeto com a rede de Design segue o cronograma abaixo: ATIVIDADE 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º ENCONTRO ETAPA 1 ETAPA 2 ETAPA 3 A etapa de Encontro tem como objetivo conhecer a equipe de consultores do Poly.Design e localizar os projetos comuns e os alunos consultores de ambas as equipes. De preferência, sugere-se que este encontro seja realizado nas instalações do CCM-ITA, conforme definido no item O desenvolvimento da Etapa 2 ocorre na cidade sede do projeto do aluno /consultor. O acompanhamento nesta fase é realizado por correspondência eletrônica, teleconferência ou contato telefônico. Na Etapa 3, as visitas de acompanhamento dos projetos dos alunos/consultores somente serão realizadas em projetos selecionados na etapa de encontro, com anuência do coordenador do SENAI DN. A data de cada reunião de acompanhamento será determinada conforme agenda dos pesquisadores do núcleo CCM- ITA. 9

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