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2 Coleção SAIBA MAIS SOBRE EDUCAÇÃO FÍSICA LAURO PIRES XAVIER NETO Prof. Auxiliar da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) - disciplina de Estágio Supervisionado Escolar do Curso de Educação Física. Mestrando do Curso de Educação Popular da Universidade Federal da Paraíba. Pesquisador da Linha de Estudos e Pesquisa em Educação Física/Esporte e Lazer (LEPI I i faculdade de Educação (FACED) da Universidade Federal da Bahia (UFBA). JEANE RODELLA ASSUNÇÃO Graduanda de Educação Física da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) Profª de ensino fundamental e médio de Educação Física da (acuidade e Colégio Santo Agostinho (FACSA) de Ipiaú/BA.

3 Capa: Jussara Santos Diagramação: Aline Figueiredo CATALOGAÇÃO NA FONTE do Departamento Nacional do Livro Xavier, Lauro Educação Física (Saiba Mais) Lauro Pires Xavier Filho, Jeane Rodella Assunção et al. Rio de Janeiro: 2005 VII Xp.il. 23 cm ISBN Bibliografia: p.x-x 1. As Concepções da Educação Física. 2. Abordagem da Aptidão Física/Saúde. 3. Abordagem Crítico-superadora. 4. Possibilidades da Prática Pedagógica. 5. Modelo de Reprodução ou Perspectiva de Transformação.

4 "É preciso guardar em nossa memória que é inumano pensar 'no desporto como um direito de todos' enquanto não superarmos o estágio atual de confronto entre o capital e o trabalho, que tem determinado, ao longo dos anos, a impossibilidade da grande maioria da população brasileira -proletários e trabalhadores que ganham menos de dois salários mínimos/mês - acesso aos insumos orgânicos - culturais que o reorientariam o seu crescimento e desenvolvimento numa perspectiva harmônica." Francisco Máuri de Carvalho

5 AGRADECIMENTOS Aos nossos pais que sempre estiveram presentes em todos os momentos da nossa caminhada. Ao Professor Wilson Aragão pela forma criteriosa e didática de expor seus pensamentos. Ao Professor Francisco Máuri de Carvalho pela coragem e força na construção de uma sociedade sem classes. A Professora Celi Taffarel pela luta vigorosa e diária em favor das classes menos favorecidas. Ao Professor Ivaldo Gomes pela coerência. A Neiry Delânia pelo olhar carinhoso e atencioso, sempre presente neste nosso longo caminhar.

6 ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 7 INTRODUÇÃO... 9 AS CONCEPÇÕES DA EDUCAÇÃO FÍSICA ABORDAGEM DESENVOLVIMENTISTA ABORDAGEM CONSTRUTIVISTA ABORDAGEM CRÍTICO - EMANCIPATÓRIA CRITICA AS ABORDAGENS DESENVOLVIMENTISTA CONSTRUTIVISTA CRÍTICO-EMANCIPATÓRIA ABORDAGEM DA APTIDÃO FÍSICA / SAÚDE CRÍTICA A ABORDAGEM DA APTIDÃO FÍSICA / SAÚDE ABORDAGEM CRÍTICO - SUPERADORA POSSIBILIDADES DA PRÁTICA PEDAGÓGICA: O ENSINO DO BASQUETEBOL A PROPOSTA CRÍTICO-SUPERADORA A PROPOSTA DESENVOLVIMENTISTA A PROPOSTA CONSTRUTIVISTA MODELO DE REPRODUÇÃO OU PERSPECTIVA DE TRANSFORMAÇÃO?44 BIBLIOGRAFIA... 48

7 APRESENTAÇÃO A produção do conhecimento a cerca do ensino de Educação Física tem crescido significativamente nas últimas duas décadas, provavelmente em função da implantação de vários programas de pós-graduação no Brasil. Os quais têm contribuído, de forma decisiva, para enfrentar e superar o debate sobre uma prática de ensino dessa disciplina voltada, apenas, para o desenvolvimento dos músculos e das atividades desportivas e assim, consolidando uma práxis mais acadêmica e fundada em parâmetros científicos. Esse processo que gerou a publicação de alguns excelentes textos resultantes de pesquisas científicas em forma de livros, e que, teve como um de seus marcos a publicação do trabalho organizado pelo "Coletivo de Autores" forjou uma nova geração de professores de Educação Física. Lauro Pires Xavier Neto e Jeane RodelIa Assunção, autores destas reflexões sobre as concepções da Educação Física fazem parte dessa nova geração que "sem medo de ser feliz", pensam, refletem e pesquisam, produzindo novos conhecimentos a cerca dos paradigmas postos e, ultrapassando as fronteiras da falsa neutralidade cientifica, se posicionam criticamente sobre estas concepções, contextualizando-as, identificado-as suas raízes históricas e apresentado um exemplo didático concreto da utilização dessas ramificações teóricas. Com humildade, simplicidade e sem grandes pretensões, como podemos ver em suas palavras, ainda na introdução, "Não temos a pretensão, nesse momento, de nos aprofundar nas relações da macro economia com a Educação Física e suas teorias radicais (raiz) de conhecimento, portanto lançamos ao leitor uma análise preliminar das concepções propositivas (sistematizadas e não-sistematizadas) da disciplina e desejamos que a leitura realizada seja posta sob o olhar crítico, percebendo que a educação física não é algo solto, difuso, desatento da realidade imposta pelo políticas da macro economia - assim como a escola não o é." Entretanto, eles produziram um valioso trabalho de pesquisa que merece a atenção de qualquer estudioso de nossa área, não só pelo conteúdo acadêmico, mas também pela forma didática de sua organização. Ao dar início a leitura você, caro leitor, poderá observar que, às vezes os autores dão a impressão de terem abandonado a idéia principal. Mas logo se vê que aquela derivação foi intencional. Trata-se de uma opinião inserida com muita segurança por quem não quer se omitir e sabe que as concepções do ensino de Educação Física no Brasil, também foram social e historicamente produzidas no seio de uma sociedade estratificada em classes sociais e, portanto permeadas pela ideologia hegemônica nesse modo de produção. Este é, talvez, o maior mérito deste livro: não se restringir ao debate superficial das concepções. Bem mais abrangente, eles as integram nas problemáticas da sociedade capitalista e assim, contribuem para o grande esforço de poucos para fazer das práticas docentes desenvolvidas no ensino

8 de Educação Física, atividades científicas socialmente comprometidas com a maioria da população brasileira. Este livro pequeno no tamanho, mas grande no conteúdo, certamente fará parte do acervo bibliográfico dos cursos de Licenciatura Plena em Educação Física e, eu, pessoalmente, o recomendarei para os meus alunos de graduação e pós-graduação lato senso, pois, neste livro o aluno poderá iniciar-se nas idéias de pensadores fundamentais da produção cientifica da área, como: Go Tani, João Batista Freire de quem tive o prazer de ser aluno, Eleonor Kunz, Nahas, Guedes e Guedes, Farinatti, V. Bracht, L. Castellani, C. Taffarel, C. Soares, M. Escolar e E. Varjal. Evidentemente que se o leitor desejar fazer um estudo mais aprofundado, em nível de pós-graduação Strito Senso o trabalho em si só é insuficiente, contudo a partir das matrizes epistemológicas, citadas nessa obra, sobre as concepções da Educação Física, pode-se estabelecer um excelente roteiro para a realização de uma pesquisa bibliográfica sobre a temática. Wilson Honorato Aragão Professor Doutor da Universidade Federal da Paraíba

9 INTRODUÇÃO Anunciou-se o "fim da história" 1. A Glasnot e a Perestroika fizeram soprar um novo vento na construção histórica do mundo, desencadeado logo após a queda do Muro de Berlim, em Assistimos de joelhos o fortalecimento do capitalismo e suas instituições políticas, econômicas e militares (ONU, Banco Mundial/ FMI/Gaat, OTAN), vestido numa roupagem denominada de neoliberalismo e sustentado pelo projeto da globalização. A opressão mudou de nome. O imperialismo norte-americano, sustentáculo do sistema capitalista na América, não necessita mais financiar as ditaduras no continente 2, articulase, de forma nefasta, na construção de artifícios concretos para manutenção, por parte da burguesia, dos meios produção e assim extirpar da classe trabalhadora o produto elaborado por suas mãos, mantendo-o, dessa forma, alienado 3. Utiliza-se para tanto das políticas neoliberais, que a todo momento sofrem abalos diretos, ocasionados pelas crises cíclicas do capital. Tais políticas buscam a redução dos direitos trabalhistas, a reestruração e desregulamentação do trabalho, o desmonte do Estado Nação e a reforma das políticas educacionais. CURY (1999:21) afirmou: "Para impor o seu credo e justificar a corrida armamentista, os seus delitos e os seus crimes sangrentos, o capitalismo sempre invoca ideais generosos: defesa da democracia, da liberdade, luta contra a ditadura "comunista" e defesa dos valores do Ocidente, quando, na verdade, ele apenas defende, na maioria das vezes, os interesses de uma classe poderosa, ou quer apoderar-se das matérias-primas, comandar a produção do petróleo ou controlar as regiões estratégicas. " As relações do sistema capitalista, que definem as nossas condições concretas de existência, possuem um aparato que necessita de uma análise histórica para podermos compreender todo processo de degradação do ser humano e de suas relações pessoais, educacionais e ambientais. A análise perpassa por uma crítica severa ao capitalismo e suas formas economicamente forjadas para manutenção da divisão de classes sociais. MARX (1998:07) nos relata o papel desempenhado pela burguesia ao longo da história: "A burguesia, onde conquistou o poder, destruiu todas as relações feudais, patriarcais, idílicas. Rasgou sem compunção todos os diversos laços feudais que prendiam o homem aos seus superiores naturais e não deixou entre 1 Ver Fukoyuna apud Frigotto (1998. p.38-9) 2 Ver PENA (1999) 3 Sobre alienação do trabalhador recorremos a MARX (2002:113), que explicou essa relação ao relatar: "A alienação do trabalhador no objeto revela-se assim nas leis da economia política: quanto mais o trabalhador produz, menus tem de consumir; quanto mais valores cria, mais sem valor e mais desprezível se torna; quanto mais refinado o seu produto, mais desfigurado o trabalhador; quanto mais civilizado o produto, mais desumano o trabalhador; quanto mais poderoso o trabalho, mais impotente se torna o trabalhador; quanto mais magnífico e pleno de inteligência o trabalho, mais o trabalhador diminui em inteligência e se torna escravo da natureza

10 homem e homem outro vínculo que não o do frio interesse, o do insensível 'pagamento em dinheiro" Chossudovsky (1999) consegue mapear a ação do capitalismo mundial a partir das relações de países na América, Ásia e África com o Fundo Monetário Mundial (FMI) e o Banco Mundial (BM). Através da análise da macroeconomia percebemos as condições objetivamente concretas entre os homens, e suas relações materiais. Os dados estatísticos do BM revelam que 18% da população mais rica detêm 78% da economia mundial. Esses dados estatísticos apontam mais que números, eles são o reflexo de uma política econômica voltada para o lucro, obtido através do suor dos trabalhadores, a partir de um Projeto Histórico Capitalista (PHC). Chos-sudovsky faz uma análise da situação brasileira, a partir da dívida externa, passando pelo Plano Collor, Consenso de Washington e o Governo Neoliberal de FHC. Compreendemos que o PHC tem um caráter determinista e vincula as nossas relações pessoais ao desastre econômico mundial. Recentemente o Governo dos Estados Unidos lançou a Doutrina Bush 4, buscando adotar uma série de medidas e princípios no sentido do fortalecimento do imperialismo norteamericano. O documento propõe, entre outras medidas, a implantação da Área de Livre Comércio das Américas 5 (ALCA) e o fortalecimento das políticas assistencialistas aos países endividados. No seio dessas contradições impostas pelo sistema capitalista de produção encontramos a luta dos trabalhadores historicamente constituída. Luta essa marcada pelo sangue de milhões de pessoas que sonharam com a liberdade e com a implantação de um Projeto Histórico que atendesse aos anseios da maioria da população. Assim podemos nos deparar com escola, inserida na sociedade capitalista, e as suas possibilidades a partir das políticas educacionais e da realidade concreta dos professores que no seu dia-a-dia podem afirmar uma pedagogia que atenda ou não aos interesses da grande parte da população. Portanto, o que aparenta ser uma digressão torna-se elemento fulcral na análise da perspectiva do que venha ser (ou as possibilidades metodológicas) da Educação Física escolar, pois como afirmou Saviani (2002), "não é possível, portanto, compreender radicalmente a história da sociedade contemporânea sem se compreender o movimento do capital". Temos a noção que a Educação Física é apenas um pequeno elemento dentro dessa análise conjuntural maior. Porém, as concepções de ensino da Educação Física sofreram e sofrem os impactos da política educacional (econômica), fato esse que podemos perceber nos seus principais autores e proposições pedagógicas que iremos analisar nas próximas páginas, que se enveredam por bases epistemológicas distintas evidentemente ligadas aos projetos de sociedade que acreditam a partir das classes sociais que pertencem. Não teríamos a pretensão, nesse momento, de nos aprofundar nas relações da macro economia com a Educação Física e suas teorias radicais (raiz) de conhecimento, portanto lançamos ao leitor uma análise preliminar das 4 Sobre a Doutrina Bush ver "The National Security Straltgy of The United States of America". setembro, Sobre a ALCA. consultar Sader (2001) e Campanha Nacional Contra a ALÇA (2002).

11 concepções propositivas (sistematizadas e não-sistematizadas) da disciplina e desejamos que a leitura realizada seja posta sob o olhar crítico, percebendo que a Educação Física não é algo solto, difuso, desatento da realidade imposta pelo políticas da macro economia - assim como a escola não o é. Uma análise mais elaborada pode ser pensada pelo leitor, a partir das matrizes epistemológicas citadas nessa obra, das concepções da Educação Física, porém não discutidas a fundo. Entender a proposta críticosuperadora a partir do olhar do materialismo histórico-dialético, assim como a obra foi concebida, é perceber que a circunstância histórica exigia aquilo, já que a Educação Física estava inundada por proposições relacionadas com a fenomenologia e o positivismo e correntes filosóficas que não tratavam da escola sob o olhar da classe trabalhadora. Percebe-se que este livro tem como objetivo trocarem miúdos as concepções de Educação Física, levando ao professor um detalhamento da relação concreta forjada no cotidiano da sala de aula, a partir do aprofundamento das propostas crítico-superadora, crítico-emancipatória, aptidão física e saúde, construtivista e desenvolvimentista. Cabe agora o olhar do professor sobre sua prática cotidiana e seu engajamento, a partir da sua realidade concreta (da escola pública) e das condições materiais diretamente relacionadas com a comunidade onde a escola está inserida e os seus alunos, para então perceber (ou não) as possibilidades da Educação Física vinculada a um projeto histórico de sociedade (matriz do conhecimento), com os objetivos, conteúdos, metodologia e avaliação de sua reflexão-ação bem alicerçados.

12 AS CONCEPÇÕES DA EDUCAÇÃO FÍSICA A metodologia de ensino é uma área que está em constante evolução, é muito discutida entre os profissionais da Educação, porém é quase unânime um pensamento: ela precisa evoluir. Evoluir no sentido de superar os destinos que sua prática toma, que é, quase sempre o de justificar o sistema vigente, o mesmo sistema social que permite que os seus professores ganhem baixos salários, que sustenta a ideologia dominante, que articula ações deliberadas para que os nossos alunos não reflitam de modo crítico. A luta pela sobrevivência (da classe trabalhadora), assim como a luta para conseguir uma vaga na escola pública com ensino cheio de falhas não lhes permite e não lhes fornece elementos necessários para formar uma opinião crítica, que os levem a reflexão acompanhada de ações capazes de mudar sua atroz realidade. A Educação Física brasileira foi trabalhada ao longo dos anos em nossas escolas de várias formas seguindo modelos trazidos de outros países, especificamente do continente europeu, como Suécia, tendências passam a buscar um olhar crítico e um objeto de estudo na Educação Física no intuito de compreender o ser humano em sua totalidade. Na realidade o que existiu nas décadas de 80 e 90 foi uma efervescência da teoria da Educação Física, em que várias correntes de pensamento estruturaram suas bases teóricas a partir de um viés epistemológico. Dentro deste contexto surgem várias propostas no que se refere à Educação Física escolar. Estas propostas vêm ampliar o debate da Educação Física no que diz respeito a seus conteúdos, objetivos, prática pedagógica, etc. Desta forma, estas teorias serão analisadas a partir de um modelo de sociedade que irão defender, definindo os objetivos da Educação Física no processo de formação dos indivíduos. De acordo com estudos já desenvolvidos sobre as abordagens da Educação Física, tem-se a seguinte definição: propositivas (sistematizadas e não-sistematizadas) e as não-propositi vas. Temos as seguintes abordagens e os seus principais autores, segundo esquema montado por TAFFAREL, Castellani Filho e Assis Oliveira: Concepções não-propositivas: 1. Abordagem Sociológica (BETTI, BRACHT, TUBINO); 2. Abordagem Fenomenológica (SILVINO S ANTIN e WAGNER WEY MOREIRA); 3. Abordagem Cultural (DAÓLIO).

13 Concepções propositivas: a) Não-Sistematizadas b) Sistematizada 1. Abordagem Desenvolvimentista (GO TANI); 2. Abordagem Construtivista com ênfase na psicogenética (FREIRE); 3. Abordagem da Concepção de Aulas Abertas (HILDEBRANDT); 4. Abordagem a partir de referência do Lazer (MARCELINO e COSTA) 5. Abordagem Crítico-Emancipatória (KUNZ); 6. Abordagem Plural (VAGO) 1. Abordagem da Aptidão Física / Saúde (NAHAS, GAYA, ARAÚJO, GUEDES); 2. Abordagem Crítico - Superadora (COLETIVO DE AUTORES) Adiante desencadearemos algumas reflexões acerca das abordagens propositivas e suas divisões - não sistematizadas e sistematizadas. Nas propostas não sistematizadas buscaremos aprofundar aspectos de ordem teórico-metodológico, conteúdo, objetivos e avaliação, bem como a atuação do professor nas abordagens Desenvolvimentista, Construtivista e Crítico-Emancipatório. Já nas propostas sistematizadas abordaremos a Aptidão Física/ Saúde e Crítico Superadora. ABORDAGEM DESENVOLVIMENTISTA A concepção desenvolvimentista é explicitada no Brasil principalmente nos trabalhos de GoTani (1987), GoTani et al (1988). A obra mais representativa desta abordagem é Educação Física Escolar: fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista (Go Tani et al, 1988). Vários autores são citados no trabalho exposto, porém dois parecem ser fundamentais: D. GALLAHUE e J. CONNOLY. A proposta explicitada por Go Tani é direcionada especificamente para as crianças de quatro a quatorze anos e busca nos processos de aprendizagem e desenvolvimento motor uma fundamentação para a Educação Física Escolar. Suas preocupações estão relacionadas com o crescimento e desenvolvimento da criança tendo como ponto de partida e chegada o movimento. Como afirma Darido (1999:17)

14 (...) uma tentativa de caracterizar a progressão normal do crescimento físico, do desenvolvimento fisiológico, motor, cognitivo e afetivo-social, na aprendizagem motora, e em junção destas características, sugerir aspectos ou elementos relevantes para a estruturação da Educação Física Escolar. Feita a ressalva de que a separação da aprendizagem do movimento e aprendizagem através do movimento é apenas possível a nível do conceito e não do fenômeno, porque a melhor capacidade de controlar o movimento facilita a exploração de si mesmo e, ao mesmo tempo, contribui para um melhor controle e aplicação do movimento. A Educação Física deverá possibilitar aos alunos, de uma forma hierarquizada, os movimentos tendo em vista a relação de menor para maior complexidade, proporcionando movimentos adequados ao seu nível de desenvolvimento fisiológico para que a aprendizagem motora seja alcançada. A proposta desta abordagem não é buscar na Educação Física solução para os problemas sociais do país, com discursos que não dão conta da realidade. Todavia, uma aula de Educação Física deve privilegiar a aprendizagem do movimento, embora possam estar ocorrendo outras aprendizagens em decorrência da prática das habilidades motoras. Partindo-se do princípio de que todo ser humano é basicamente um iniciante diante das tarefas e situações novas, em termos de aprendizagem motora, torna-se muito importante conhecermos as características de comportamento daqueles que se iniciam na aquisição de uma habilidade motora. Aliás, habilidade motora é um dos conceitos mais importantes dentro desta abordagem, também sendo os conteúdos que deverão ser trabalhados na escola, pois é através dela que os seres humanos se adaptam aos problemas do cotidiano, resolvendo problemas motores. Desta forma, esta concepção é uma área do Desenvolvimento Motor. Os conteúdos devem obedecer uma seqüência fundamentada no modelo de taxionomia do desenvolvimento motor, na seguinte ordem: fase dos movimentos fetais, fase dos movimentos espontâneos e reflexos, fase dos movimentos rudimentares, fase dos movimentos fundamentais, fase de combinações de movimentos fundamentais e movimentos culturais determinados. Em relação ao professor este terá um papel diretivo nas aulas, será ele o responsável por uma sistematização capaz de indicar aos alunos como o movimento deve ser efetuado. O professor transmitirá o conhecimento através de comandos, tarefas e programações individuais, melhorando a performance do aluno e colaborando para o alcance do movimento perfeito. Nesta proposta o erro deve ser compreendido como um processo fundamental para a aquisição de habilidade motora. Os autores mostram preocupação com a valorização do processo de aquisição de habilidades,

15 evitando-se o que denominam de imediatismo e da busca do produto, como afirma Go Tani (1988): Professores que não respeitam as limitações na capacidade de processamento de informações dos alunos caem, frequentemente, no imediatismo. Transmitem informações que ultrapassam as capacidades reais de processamento dos alunos e esperam performances bem-sucedidas a curto prazo. Para estes professores, o importante é o resultado e não o processo de aprendizagem. Para identificar o erro do aluno é preciso conhecer as etapas da aquisição das habilidades motoras básicas. O reconhecimento do erro deve ser realizado através da observação sistemática das fases de aquisição de cada uma das habilidades motoras, de acordo com a faixa etária. No processo avaliativo são identificados os aspectos relativos à observação do movimento perfeito. O professor deverá observar e corrigir quando o aluno não estiver executando os movimentos corretamente, e é a partir da observação que o mesmo obterá este feedback de informações necessárias a sua intervenção. De acordo com GoTani: Este feedback não existe apenas para informar que os alunos cometeram erros de performance. Ele fornece importantes informações com relação às mudanças que os alunos necessitam introduzir no seu plano motor, para que, na próxima tentativa, a diferença entre o desejado e o manifestado seja próximo de zero. A partir desta avaliação aprimora-se a técnica da habilidade motora, principal mente pela repetição do gesto. ABORDAGEM CONSTRUTIVISTA Na concepção Construtivista com ênfase na psicogenética, encontraremos como autor brasileiro JOÃO BATISTA FREIRE (Pedagogia de Futebol, 1998; De corpo e alma, 1991; Educação de corpo inteiro, 1989), com seus estudos baseados nas idéias de JEAN PIAGET. O próprio Freire, segundo DAÓLIO (1998:90), recusa o rótulo de construtivista que lhe é imputado, afirmando possuir uma visão de mundo que coincide com as teorias construtivistas, mas insistindo ser muito mais que isso. Esta abordagem construtivista tem se infiltrado no interior da escola e o seu discurso está presente nas diferentes segmentações do contexto escolar. Esta proposta é apresentada como uma opção metodológica, em oposição às linhas anteriores da Educação Física na escola, especificamente à proposta mecanista, caracterizada pela busca do desempenho máximo e de padrões de comportamento, sem considerar as diferenças individuais, sem levarem conta as experiências vividas pelos alunos, com o objetivo de selecionar os mais habilidosos para competições esportivas. Esta concepção dá ênfase aos aspectos psico-social-afetivo-motor. Esta relação leva em consideração o jogo como forma de desenvolvimento da

16 condição humana. Temos então uma preocupação de uma teoria que avança em relação às propostas mecanicistas da Educação Física e que buscam compreender a criança enquanto ser social e criativo. Desta forma, o aprendizado se estabelece a partir da relação do sujeito com o mundo. DARIDO, reporta-se a proposta construtivista observando que: No construtivismo a intenção é a construção do conhecimento a partir da interação do sujeito com o mundo, numa relação que extrapola o simples exercício de ensinar e aprender... conhecer é sempre uma ação que implica em esquemas de assimilação e acomodação num processo de constante reorganização. O desenvolvimento da aula deverá proporcionar ao educando a descoberta de suas possibilidades, a exploração do espaço, o reconhecimento de si em relação ao outro e do seu corpo em movimento, oferecendo-lhe situações que desperte para variações, procurando incentivá-lo, já que o estimulo é fator de grande importância na aprendizagem, trabalhando também a socialização utilizando atividades em grupo. Na abordagem construtivista o jogo enquanto conteúdo /estratégia tem papel privilegiado. É considerado o principal modo de ensinoaprendizagem, um instrumento pedagógico, pois enquanto joga e brinca a criança aprende. Sendo que este aprender deve ocorrei num ambiente lúdico e prazeroso para a criança. As propostas de avaliação caminham no sentido da avaliação não punitiva, vinculada ao processo de auto-avaliação, como afirma FREIRE(1991:18) (...) a mesma deve ser tanto qualitativa quanto quantitativa, não devendo privilegiar a técnica e levar cm consideração aspectos psicomotores"... Esta avaliação deverá levar em conta a condição do aluno em relação ao grupo deve contemplar os aspectos emocionais, afetivo, intelectuais, etc. Na orientação da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP, que tem como colaborador o professor João Batista Freire), a meta da construção do conhecimento é evidente quando propõe como objetivo da Educação Física respeitar o universo cultural do aluno, explorar a gama múltipla de possibilidades educativas de sua atividade lúdica espontânea, e gradativamente propor tarefas cada vez mais complexas e desafiadoras com vista a construção do conhecimento". Freire considera também a corrente psicomotora, segundo DARIDO, pois percebe que: Esta proposta foi estimulada não só pelo construtivismo na Educação Física escolar, que é um fato recente, mas principalmente pelas discussões realizadas nas décadas passadas, 70 e 80, relacionadas a proposta apresentada por Le Boulch (1983) denominada de psicomotricidade.

17 Nesta perspectiva de aprendizagem devem ser considerados os aspectos psico-sociais tendo o jogo como um instrumento lúdico no processo de construção do conhecimento. O professor tem função não diretiva valorizando assim o trabalho em grupo e as relações interpessoais menos hierarquizadas, colaborando com o desenvolvimento moral e social. Dentro desta perspectiva o aluno terá a possibilidade de se reconhecer enquanto ser social, sujeito na construção desse jogo, e de suas possibilidades em relação à execução do movimento diante deste contexto. ABORDAGEM CRÍTICO - EMANCIPATÓRIA Essa concepção tem suas bases nas reflexões feitas por Eleonor Kunz, em sua primeira publicação - Educação Física: Ensino e Mudança (1991) e após diversos encontros, seminários, congressos, etc., que resultaram na publicação do livro - Transformação Didático - Pedagógica do Esporte (1994), que traz essa concepção de ensino para socialização dessas "reflexões / produções" com os professores de Educação Física. É uma proposta para a Educação Física escolar "centrada no ensino dos esportes, visando fornecer aos professores, que atuam nessa área, elementos para que eles possam superar os modelos atuais de ensino dos esportes na escola, que são pautados no rendimento e nos moldes que se apresentam na mídia, utilizando-se de uma matriz teórica crítica para orientar suas ações pedagógicas. Para isso o autor lança mão, em suas fundamentações / reflexões, de autores como: Bracht (1992); Trebels (1983); Habermas (1981); Teóricos da Escola Frankfurt (Marcuse, Horckheimere Adorno). Na tentativa de proporcionar aos professores a possibilidade de ensinar o esporte em suas aulas, com o intuito de promover a "formação de sujeitos livres e emancipados", os mesmos devem utilizar uma metodologia de ensino que segundo KUNZ (1994:15) é "baseada na concepção Pedagógica crítico - emancipatória e didática comunicativa para o ensino dos esportes na Educação Física escolar". E esclarece, para que haja um melhor entendimento, que é necessário assumir essa concepção em todo o agir pedagógico: Uma teoria pedagógica no sentido crítico emancipatória precisa, na prática, estar acompanhada de uma didática comunicativa, pois ele deverá fundamentar a função do esclarecimento e da prevalência racional de todo agir educacional implica sempre, numa racionalidade comunicativa. (Idem: 29). A concepção crítico - emancipatória pressupõe que a metodologia do professor ao ensinar o esporte, deve estar pautada em "ações comunicativas que no sentido de emancipação do aluno deve dar-lhe, através da prática e problematização do mesmo, a capacidade de agir racionalmente, fazendo uma reflexão crítica sobre suas ações. Isso se torna possível a partir do momento em que o aluno atinge a "maioridade", que acontece num

18 processo de esclarecimento racional e se estabelece em um processo comunicativo. Assim o professor age intencionalmente promovendo uma "autoreflexão" em seus alunos, dando-lhes a possibilidade de conhecer os padrões e princípios do esporte de rendimento, a "coerção auto imposta" e a ''falsa consciência". Isso não é uma tarefa fácil, pois o professor precisa conhecer os determinantes que causam a "falsa consciência" em seus alunos e saber que, primeiro precisa despertar a vontade de se libertar, lutando para sair desse estágio, de acordo com KUNZ (op. cit., p. 34). (...) compreender o esporte nos seus múltiplos sentidos e significados, para nele poder agir com liberdade e autonomia, exige, além da capacidade objetiva de saber efetivamente praticar o esporte, ainda a capacidade de interação social e comunicativa. O que implica em dizer que o esporte, na escola, não deve ser algo apenas para ser praticado, mas sim estudado. Essa afirmação mostra que ensinar o esporte através do desenvolvimento das habilidades técnicas, por si só, não contempla uma formação critica dos educandos. Como afirma KUNZ, (1994) outros aspectos devem ser levados em consideração na pedagogia crítico-emancipatória, tais como: lnteração Social - Acontece em processo coletivo de ensinar e aprender, tematizado enquanto objetivo educacional que valoriza o trabalho coletivo de forma responsável, cooperativo e participativo. Fazendo com que o aluno perceba que o esporte se dá numa sociedade, onde sua cultura esta associada a determinados valores; e assim eles possam eleger conscientemente os seus valores enquanto sujeitos do processo e papéis sociais, em que o se movimentar é necessário para uma opção solidária, cooperativa e participativa. Linguagem - Tem uma grande importância na Educação Física e em qualquer disciplina escolar, pois não só a linguagem verbal ganha expressão, mas todo o "ser corporal" do sujeito, se torna linguagem do "se movimentar" enquanto diálogo com o mundo. Ela se caracteriza na comunicação e interação entre professor-alunos, alunos-alunos, alunosprofessor, permitem que os alunos tenham acesso a conteúdos simbólicos e lingüísticos que transcendem o contexto esportivo; promove o entendimento de forma racional e organizada; desenvolve capacidades criativas. O aluno percebe que a linguagem é parte essencial para que haja a comunicação, o que leva a valorizar todas as suas expressões e movimentos. Trabalho - Segue um processo racionalmente organizado e sistematizado para alcançar progressivamente uma melhor performance física e técnica para as práticas esportivas, dando aos alunos acesso a conhecimento e informações de relevância e sentido, para a aquisição de habilidades para o esporte, de acordo com o seu contexto e estratégias de aprendizagem técnicas específicas e capacidades físicas para o mundo dos esportes, movimentos e jogos de forma efetiva, e para à vida futura relacionada ao lazer.

19 Assim, sendo contemplado esses aspectos no ensino do esporte na escola, pode-se ajudar os professores e alunos na mediação entre os conteúdos apresentados/vividos e tematizados/problematizados, e entre os educandos e a realidade social. E deve-se ter o objetivo de desenvolver nos alunos algumas competências, com as quais poderão fazer uma relação com o esporte que praticam e sua realidade enquanto sujeitos críticos e participantes / responsáveis no processo de desenvolvimento desse esporte. O referido autor (1994: 68) diz estar convicto, que pelo menos o professor estará: (...) contribuindo para um processo educacional crítico-emancipatório e que não se resume, apenas, num SABER-FAZER, mas também, num SABER-PENSAR e um SABER-SENTIR. Kunz (1994), classificou algumas competências, que segundo ele, despertará o aluno para a leitura, interpretação e crítica ao fenômeno esportivo nas dimensões socais e culturais, proporcionando sua emancipação. O autor destaca as competências em: Objetiva - O aluno precisa receber conhecimentos e informações, treinar destrezas e técnicas racionais e eficientes, aprender certas estratégias para o agir prático de forma competente. Por isso terão acesso aos fundamentos técnicos e históricos dos esportes, exercitando-os numa práxis de agir-refletir-agir novamente, habilitando-o para atuar dentro de suas possibilidades individuais e coletivas agindo de forma bem sucedida no mundo do trabalho, na profissão, no tempo livre e no esporte. Social - O aluno deve entender as relações sócio-culturais do contexto em que vive, dos problemas e contradições destas relações, os diferentes papéis que os indivíduos assumem numa sociedade, no esporte, e como estes se estabelecem por atender diferentes expectativas sociais. Ao problematizar o esporte nas aulas de Educação Física, o professor deverá mostrar aos alunos que os elementos que possibilitam a socialização, como: comportamentos, valores, papéis, códigos, etc. estão presentes na prática esportiva. Assim, através da reflexão, do falar dos participantes, a competência social deverá contribuir para um agir solidário e cooperativo, levar à compreensão dos diferentes papéis sociais existentes e fazê-los sentir preparados para assumir estes diferentes papéis, atendendo e compreendendo os outros nos mesmos papéis, ou em assumindo papéis diferentes. Comunicativa - Saber se comunicar e entender a comunicação dos outros é um processo reflexivo e desencadeia iniciativas do pensamento crítico. Contudo, não deve se concentrar apenas na linguagem dos movimentos, mas principalmente a linguagem verbal deve ser desenvolvida, para que uma série de problemas sociais e culturais na prática do esporte possam ser identificados e entendidos através da comunicação entre os participantes, encontrar possíveis soluções para os mesmos. A linguagem vai permitira interpretação das experiências vividas, e nesse processo de externar as experiências. O aluno deve ser orientado a passar do nível da "fala comum", para o nível do discurso, oportunizando através da linguagem entender criticamente o fenômeno esportivo e o próprio mundo.

20 Vê-se que o conteúdo para o ensino dos esportes na Educação Física não pode ser apenas prático. O ensino pretendido como afirma KUNZ (op. cit., 37): (...) não é um ensino FECHADO que se concentra na aprendizagem de destrezas técnicas para o rendimento esportivo, e nem o ensino ABERTO para entender, na maior parte, os interesses do aluno. Este deve ser um ensino que se movimenta constantemente em um ABRIR E FECHAR de suas relações metodológicas. Nota-se que ensinar o esporte numa perspectiva críticoemancipatória é buscar dentro do próprio esporte suas contradições e relacioná-las com a realidade dos praticantes deste esporte. Porém, não é tão simples assim, pois a imagem que os alunos trazem para dentro da escola é a imagem que vem sendo construída por uma sociedade capitalista há muitos séculos. Então, o professor deve agir intencionalmente, buscando emancipar os seus alunos, "libertando-os deles mesmos". Segundo o autor, se a Educação Física conseguisse introduzir com competência e organização a formação de indivíduos críticos com perspectiva emancipatória, poderia iniciar um processo concreto de redimencionamento da educação do jovem no Brasil e ser imediatamente acompanhada pelas demais disciplinas escolares, pois na verdade, só existe uma formação crítico-emanci patória da escola e não de uma disciplina. TABELA 01 - PROPOSTAS CRITICO EMANCIPATÓRIA PARA EDUCAÇÃO FÍSICA Fundamenta-se nas categorias trabalho, interação e linguagem (teoria crítica) relacionando-as ao processo de ensino (conteúdo, método, objetivos) da Educação Física. ASPECTO DOS CONTEÚDOS TRABALHO INTERAÇÃO LINGUAGEM Ter acesso a Ter acesso a relação Ter acesso a conteúdos conhecimentos e esportivo-cultural, simbólicos e lingüísticos informações de vinculados à cultura do que transcendem o relevância e sentido para movimento do contexto contexto esportivo. a aquisição de habilidade social. ao esporte de acordo com o contexto. Possibilitar o acesso a Capacitação para Aperfeiçoamento das estratégias de assumir conscientemente relações de entendimento aprendizagem, técnicas, papeis sociais e a de forma racional e ASPECTO DOS habilidades específicas e possibilidade de organizada. OBJETIVOS de capacidades físicas. reconhecer a inerente necessidade de se movimentar. Capacitar para o mundo Capacitar para um agir Desenvolver capacidades dos esportes, solidário, cooperativo e criativas, implorativas, movimentos e jogos de participativo. além da capacidade de ASPECTO DOS forma efetiva e autônoma discernir e julgar de forma OBJETIVOS com vista à vida futura crítica. relacionando ao lazer e ao tempo livre. COMPETÊNCIA OBJETIVA SOCIAL COMUNICATIVA

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