NOTA EXPLICATIVA. Assim, face a este enquadramento normativo, propõe-se que o presente diploma seja apresentado sob a forma de Decreto Presidencial.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOTA EXPLICATIVA. Assim, face a este enquadramento normativo, propõe-se que o presente diploma seja apresentado sob a forma de Decreto Presidencial."

Transcrição

1 NOTA EXPLICATIVA 1. Introdução A recente alteração da legislação sobre a organização e funcionamento dos Institutos Públicos, pelo Decreto Legislativo Presidencial n.º 2/13, de 25 de Junho, que revoga o Decreto-Lei 09/03 de 28 de Outubro, leva à revisão do Estatuto Orgânico do Instituto de Formação de Finanças Públicas, aprovado pelo Decreto Presidencial nº 237/12, de 4 de Dezembro, para a sua adequação ao novo paradigma legal, para o melhor atendimento das exigências ligadas ao sector. 2. Objectivos O presente diploma tem como objectivo definir a natureza, estrutura e atribuições que visam estabelecer as normas que regulam a actividade do Instituto de Formação de Finanças Públicas do Ministério das Finanças. 3. Forma do Diploma Nos termos das alíneas d) e l) do artigo 120.º da Constituição da República de Angola compete ao Titular do Poder Executivo superintender a administração indirecta e exercer tutela sobre a administração autónoma, bem como elaborar regulamentos necessários à boa execução das leis. Dispõe o n.º3 do artigo 125.º da Constituição da República de Angola que: revestem a forma de Decreto Presidencial, os actos do Presidente da República previstos na alínea l) do artigo 120.º. Assim, face a este enquadramento normativo, propõe-se que o presente diploma seja apresentado sob a forma de Decreto Presidencial. 4. Sumário para Publicação no Diário da República Propõe-se o seguinte sumário para constar da publicação em Diário da República: Decreto Presidencial n.º, que aprova o Estatuto Orgânico do Instituto de Formação de Finanças Públicas. 5. Nota para a Comunicação Social Aconselha-se aos órgãos da comunicação social a seguinte nota para divulgação: 1

2 O Conselho de Ministros apreciou o Decreto Presidencial que aprova o Estatuto Orgânico do Instituto de Formação de Finanças Públicas. 6. Legislação a Revogar Neste âmbito, deve ser revogado o Decreto Presidencial nº 237/12, de 4 de Dezembro. 7. Parecer Vinculativo Em cumprimento com o Decreto Presidencial n.º 251/12 de 27 de Dezembro, que estabelece os Procedimentos para a materialização das deliberações do Executivo e com Regimento do Conselho de Ministros, aprovado pelo Decreto Presidencial n.º 216/12 de 15 de Outubro, a presente proposta de diploma é submetida com o parecer favorável do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social. 8. Síntese do Diploma Capítulo I Disposições Gerais Secção I Natureza, Sede e Atribuições Artigo 1.º - Natureza Artigo 2.º - Sede e Âmbito Artigo 3.º - Regime Jurídico Artigo 4.º - Atribuições Capítulo II Organização em Geral Artigo 5.º - Órgãos Capítulo III Organização em Especial Secção I Órgãos Artigo 6.º - Conselho Directivo Artigo 7.º - Director Geral Artigo 8.º - Directores Gerais Adjuntos Artigo 9.º - Conselho Fiscal Artigo 10.º- Conselho Pedagógico Capitulo IV Estrutura Interna Secção I - Serviços de Apoio Agrupados Artigo 11.º - Departamento de Apoio ao Director Geral 2

3 Artigo 12.º - Departamento de Administração e Serviços Gerais Artigo 13.º - Departamento de Recursos Humanos e Tecnologias de Informação Secção II Serviços Executivos Artigo 14.º - Departamento de Serviços de Formação Artigo 15.º - Departamento de Estudos e Investigação Científica Secção III - Serviços Provinciais Artigo 16.º - Serviços Locais Capítulo V - Gestão Patrimonial e Financeira Secção I - Gestão Financeira Artigo 17.º - Receitas Artigo 18.º - Despesas Artigo 19.º - Instrumentos de Gestão Secção II - Gestão Patrimonial Artigo 20.º - Do Património Capítulo VI Gestão de Pessoal e Organigrama Artigo 21.º - Quadro de Pessoal e Organigrama Artigo 22º - Regulamentos. 3

4 Decreto Presidencial n.º /13 de de Considerando a necessidade de se adequar o Estatuto Orgânico do Instituto de Formação de Finanças Públicas às novas regras sobre criação, estruturação e funcionamento dos Instituttos Públicos, aprovada pelo Decreto Legislativo Presidencial n.º2/13, de 25 de Junho; O Presidente da República decreta, nos termos das disposições combinadas das alínea d) e l) do artigo 120.º, do n.º3 do artigo 125.º, ambos da Constituição da República de Angola, e do artigo 42º do Decreto Legislativo Presidencial n.º2/13, de 25 de Junho, o seguinte: 1.º - É aprovada a adequação do Estatuto Orgânico do Instituto de Formação de Finanças Públicas, anexo ao presente Decreto Presidencial de que é parte integrante. 2.º - É revogado o Decreto-Presidencial n.º 237/12, de 4 de Dezembro. 3.º - As dúvidas e omissões resultantes da interpretação e aplicação do presente diploma são resolvidas pelo Presidente da República. 4.º - O presente Decreto Presidencial entra em vigor na data da sua publicação. Apreciado em Conselho de Ministros, em Luanda, aos de de. Publique-se. Luanda, aos de de O Presidente da República, José Eduardo dos Santos 4

5 ESTATUTO ORGÂNICO INSTITUTO DE FORMAÇÃO DE FINANÇAS PÚBLICAS CAPÍTULO I Disposições Gerais SECÇÃO I Natureza, Sede e Atribuições ARTIGO 1.º (Natureza) 1. O Instituto de Formação de Finanças Públicas, abreviadamente designado por INFORFIP, é uma pessoa colectiva de direito público a quem compete, genericamente, a implementação de acções de formação no domínio da gestão financeira pública, dirigida aos recursos humanos e afecto ao sector público administrativo, empresarial público, privado e demais interessados. 2. O INFORFIP é um Instituto Público do Sector Administrativo, que goza de personalidade jurídica, autonomia administrativa, financeira e patrimonial, sob superintendência do Ministro das Finanças. ARTIGO 2.º (Sede e Âmbito) O Instituto de Formação de Finanças Públicas tem a sua sede em Luanda, podendo no exercício das suas acitividades, se o justificar e mediante reconhecimento do Ministro das Finanças e do Ministério da Administraçã do Território, abrir ou encerrar representações locais, na qualidade de Centros Regionais de Formação, em qualquer parte do território nacional. ARTIGO 3.º (Regime Jurídico) O Instituto de Formação de Finanças Públicas(INFORFIP) rege-se pelas disposições do presente Estatuto, pelo Decreto Legislativo Presidencial nº 2/13, de 25 de Junho e pelas normas do procedimento e da actividade administrativa. 5

6 ARTIGO 4.º (Atribuições) 1. São atribuições genêricas do Instituto de Formação de Finanças Públicas: a) Planear, programar, coordenar, gerir e executar as acções de formação profissional permanentes, a todos os níveis, dos funcionários e agentes administrativos do Ministério das Finanças, órgãos tutelados e sob superintendência; b) Propor acções de capacitação profissional, no âmbito das suas atribuições, aos diversos organismos do Aparelho Administrativo do Estado; c) Colaborar com a Direcção Nacional do Recursos Humanos, no diagnóstico das necessidades de formação dos quadros do Ministério das Finanças; d) Elaborar o plano anual de formação do Ministério das Finanças; e) Promover acções de formação nas diversas especialidades do sector financeiro do Estado e da Administração Pública em geral no âmbito das suas atribuições; f) Efectuar pesquisas sobre técnicas de formação profissional, aplicáveis às acções de formação a desenvolver; g) Participar em associações e instituições nacionais e internacionais de formação profissional, fomentando o intercâmbio de programas de cooperação técnico-científica, mediante acordos e convénios firmados pelo Ministério das Finanças; h) Celebrar acordos de cooperação com instituições congéneres nacionais e estrangeiras, após autorização do Ministro das Finanças; i) Manter o cadastro actualizado dos formandos e emitir os respectivos certificados ou declarações de frequência do curso; j) Emitir pareceres e relatórios sobre o grau de aproveitamento dos formandos no final de cada curso que devem ser remetidos à instituição em que funciona o respectivo formando. CAPÍTULO II Organização Interna ARTIGO 5.º (Órgãos) O Instituto de Formação de Finanças Públicas, compreende os seguintes orgãos: a) Conselho Directivo; b) Director Geral; 6

7 c) Conselho Fiscal; d) Conselho Pedagógico. ARTIGO 6º (Serviços de Apoio Agrupados e Serviços Executivos) O Instituto de Formação de Finanças Públicas, compreende os seguintes serviços: 1. Serviços de Apoio Agrupados: a) Departamento de Apoio ao Director Geral; b) Departamento de Administração e Serviços Gerais; c) Departamento de Recursos Humanos e Tecnologias de Informação. 2. Serviços Executivos: a) Departamento de Serviços de Formação; b) Departamento de Estudos e Investigaçao Cientifica. 3. Serviços Locais CAPÍTULO III Orgãos de Gestão ARTIGO 7.º (Conselho Directivo) 1. O Conselho Directivo é o órgão colegial que delibera sobre os aspectos da gestão permanente e tem a seguinte composição: a) Director Geral, que o preside; b) Directores Gerais-Adjuntos; c) Chefes de Departamento; d) Chefes de Departamento dos Serviços Locais. 2. Ao Conselho Directivo compete: a) aprovar os instrumentos de gestão previsional e os documentos de prestação de contas do instituto; b) aprovar a organização técnica e administrativa, bem como os regulamentos internos; c) proceder ao acompanhamento sistemático da actividade do instituto, tomando as providências que as circunstâncias exigirem. 7

8 3. O Conselho Directivo reune-se ordinariamente uma vez por mês e extraordinariamente sempre que convocado pelo Director Geral. ARTIGO 8.º (Director Geral) 1. O Director Geral é o órgão executivo singular provido em comissão ordinária de serviço, a quem cabe assegurar, velar pela gestão e desempenho e concentração das actividades do Instituto, ao qual compete: a) dirigir os serviços internos; b) exercer os poderes gerais de gestão técnica, administrativa e patrimonial; c) propor a nomeação dos responsáveis; d) preparar os instrumentos de gestão previsional e submeter a aprovação do Conselho Directivo; e) remeter os instrumentos de gestão ao órgão superintendência e às instituições de controlo interno e externo, nos termos da lei, após parecer do Conselho Fiscal; f) exarar ordens de serviço e instruções necessárias ao bom funcionamento do Instituto; g) exercer as demais funções que resultem da lei, regulamento ou que forem determinadas no âmbito da tutela e da superintendência. 2. O Director Geral é coadjuvado por dois directores gerais-adjuntos nomeados pelo titular do Departamento Ministerial responsável pelas Finanças Públicas.; 3. Na sua ausência, o Director Geral indica um dos Directores Gerais-adjuntos para o substituir. ARTIGO 9.º (Conselho Pedagógico) 1. O Conselho Pedagógico é o orgão consultivo de programação e acompanhamento de actividades e consulta técnica ao qual compete, nomeadamente: a) pronunciar-se sobre a planificação e programação dos cursos, as formas de aplicação, metodologias e procedimentos a utilizar e debruçar-se sobre seus conteúdos; b) pronunciar-se sobre todos os assuntos de índole técnico-científico do Instituto e dos centros regionais; c) analisar o cumprimento dos programas teóricos e práticos a realizar e as orientações metodológicas dos procedimentos por forma a eliminar as deficiências constatadas que dificultem atingir os objectivos definidos; d) analisar e avaliar o nível de aproveitamento dos trabalhadores-docentes e colaboradores durante cada acção formativa, bem como o resultado do seu desempenho; 8

9 e) propor e organizar acções de formação pedagógica com vista a melhorar o nível técnico-profissional dos gestores da função pública; f) analisar o perfil dos quadros do Instituto e propor para os cargos relacionados com a actividade docente, coordenadores de turma e coordenadores de acções de formação intermédia; g) Proceder o acompanhamento sitemático das actividades académicas e pedagógicas do Instituto e dos centros regionais; h) exercer as demais funções relacionadas com a actividade académica e pedagógica. 2. O Conselho Pedagógico Integra os Seguintes Elementos: a) Director Geral, que o preside; b) Directores Gerais-Adjuntos; c) Directores dos diversos serviços do Ministério especialmente convocados; d) Chefes de Departamento; e) Directores dos Centros Regionais; f) Técnicos-docentes e outros técnicos convidados pelo Director Geral. 3. O Conselho Pedagógico reúne-se ordinariamente de três em três meses, e extraordináriamente quando necessário, sempre que convocado pelo Director Geral. ARTIGO 10.º (Conselho Fiscal) 1. O Conselho Fiscal é o órgão de controlo e fiscalização ao qual cabe analisar e emitir parecer de índole financeira, patrimonial e legal, relacionado com o funcionamento do Instituto. 2. Ao Conselho Fiscal compete: a) Emitir, na data legalmente estabelecida, parecer sobre as contas anuais, relatório de actividades e a proposta de orçamento privativo do Instituto; b) Emitir parecer sobre o cumprimento das normas reguladoras da actividade do Instituto; c) Proceder à verificação regular dos fundos existentes e fiscalizar a escrituração da contabilidade. 3. O Conselho Fiscal é composto por um presidente e dois vogais indicados pelo titular do órgão responsável pelo sector das Finanças Públicas, devendo um deles ser especialista em contabilidade pública. 4. O Conselho Fiscal reúne-se ordinariamente uma vez por trimestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu presidente ou por solicitação fundamentada de qualquer dos vogais. 9

10 Capítulo IV Estrutura Interna Secção I Serviços de Apoio Agrupados ARTIGO 11.º (Departamento de Apoio ao Director Geral) 1. O Departamento de Apoio ao Director Geral é o serviço que desenvolve actividade nos domínios do Secretariado de Direcção, de assessoria jurídica, intercâmbio, documentação e informação, ao qual compete: a) elaborar estudos e projectos, pareceres e informações de natureza jurídica; b) preparar instruções normativas e proceder à interpretação das disposições legais com vista à uniformização da sua aplicação prática; c) assegurar o planeamento, assessoria, organização da rotina diária e mensal, do Director Geral, providenciando o cumprimento dos compromissos agendados; d) sob indicação do Director Geral, preparar, convocar e secretariar as reuniões do Conselho Directivo e demais reuniões presididas pelo Director Geral, asegurando o tratamento e encaminhamento das deliberações tomadas; e) compilar e manter actualizado o registo da legislação vigente no País; f) participar na negociação de acordos, convénios e contratos de âmbito nacional e internacional com interesse para o Instituto; g) promover o estabelecimento de relações de cooperação com outras instituições nacionais e estrangeiras congéneres para o intercâmbio de programas de formação técnica, profissional e científica, mediante acordos e convénios; h) executar as tarefas inerentes à comunicação institucional com interlocutores internos e externos; i) executar as demais funções que lhe forem superiormente atribuídas. 2. O Departamento de Apoio ao Director Geral é dirigido por um Chefe de Departamento. 10

11 ARTIGO 12.º (Departamento de Administração e Serviços Gerais) 1. O Departamento de Administração e Serviços Gerais é o serviço que desenvolve actividade nos domínios de gestão orçamental, finanças, património, transporte, relações públicas e protocolo, ao qual compete: a) promover a elaboração dos planos financeiros; b) promover a realização de despesas nos limites previstos pelo OGE; c) propor, superiormente, a adjudicação de obras, aquisição de bens e serviços indispensáveis ao funcionamento do Instituto; d) propor, superiormente, a autorização de actos de administração relativos ao património do Instituto de Formação de Finanças Públicas; e) elaborar balancetes mensais e manter a contabilidade devidamente organizada; f) elaborar e apresentar os relatórios trimestrais de contas; g) organizar e remeter anualmente a conta de gerência às entidades competentes; h) assegurar o funcionamento, manutenção e apetrechamento do parque automóvel e de todos os equipamentos; i) assegurar a limpeza e segurança das instalações; j) assegurar as funções de protocolo nas cerimónias e actos oficiais promovidos pelo INFORFIP; k) assegurar a execução das acções relativas aos serviços de relações públicas do Instituto; l) assegurar as condições logísticas para a realização de reuniões, seminários, workshops e outros eventos promovidos pelo Instituto; m) executar as demais funções que lhe forem superiormente atribuídas. 2. O Departamento de Administração e Serviços Gerais é dirigido por um Chefe de Departamento. ARTIGO 13.º (Departamento de Recursos Humanos e Tecnologias de Informação) 1. O Departamento de Recursos Humanos e Tecnologias de Informação é o serviço encarregue pela gestão de pessoal, modernização e inovações de serviços, ao qual compete: a) assegurar a informação necessária à correcta gestão do pessoal, relativamente ao recrutamento, promoção, nomeação e aposentação do pessoal; b) elaborar e manter actualizado o cadastro do pessoal e produzir e controlar os mapas de efectividade de todo o pessoal e fazer o processamento das folhas de Salários e de outras remunerações; 11

12 c) prodecer a avaliação das necessidades dos recursos humanos, em colaboração com as diversas áreas e assegurar a sua provisão de acordo com o quadro de pessoal aprovado; d) coordenar o processo de avaliação do desempenho profissional dos funcionários; e) elaborar, propor e dinamizar programas socioculturais que visem o bem-estar e a motivação dos trabalhadores; f) realizar o balanço anual e avaliar a coerência do quadro de pessoal e das necessidades do Instituto; g) propor iniciativas concernentes ao acesso e utilização das tecnologias de informação nos mais variados processos a realizar pelo Instituto; h) propor a definição de padrões de equipamentos informáticos e softwares a adquirir pelo Instituto e zelar pela sua manutenção; i) coordenar a instalação, expansão e manutenção da rede que suporta os sistemas de informação, estabelecendo os padrões de ligação viáveis; j) promover a pesquisa e troca de experiências sobre a utilização das novas tecnologias de comunicação e de informação; k) executar as demais funções que lhe forem superiormente atribuidas. 2. O Departamento de Recursos Humanos e Tecnologias de Informação é dirigido por um Chefe de Departamento. Secção II Serviços Executivos ARTIGO 14.º (Departamento de Serviços de Formação) 1. O Departamento de Serviços de Formação é o serviço executivo do instituto responsável pela gestão e coordenação das acções de formação ao qual compete: a) controlar a aplicação dos planos e programas de todas as acções de formação profissional a realizar de acordo com as orientações superiores; b) elaborar o orçamento anual de formação; c) orientar e coordenar toda a actividade técnico-pedagógica; d) velar pela elevação do nível científico-técnico e pedagógico dos trabalhadores do Ministério das Finanças, do Instituto de Formação de Finanças Públicas e dos técnicos colaboradores-docentes; e) elaborar e propor os programas de todas as acções de formação a realizar pelo Instituto; f) analisar e avaliar os resultados obtidos nas acções de formação e na sua aplicação prática; 12

13 g) fornecer informações e elaborar relatórios que permitam avaliar o grau de cumprimento do plano de formação anual aprovado; h) acompanhar o desenvolvimento dos cursos e assegurar a outorga de certificados no fim de cada acção de formação; i) orientar e coordenar toda a actividade pedagógica; j) emitir pareceres sobre matérias que envolvam as actividades de formação; k) executar as demais funções que lhe forem superiormente atribuídas. 2. O Departamento de Serviços de Formação é dirigido por um Chefe de Departamento. ARTIGO 15.º (Departamento de Estudos e Investigação Científica) 1. O Departamento de Estudos e Investigação Científica é o serviço executivo, encarregue de promover as acções de Estudo e Investigação Científica ao qual ao compete: a) realizar estudos e pesquisas e em colaboração com o Departamento de Serviços de Formação e elaborar o plano anual de formação; b) promover e coordenar a investigação científica sobre a metodologia e as técnicas de formação profissional aplicáveis ao desenvolvimento do sector público, com a participação dos especialistas do Ministério das Finanças e de outros profissionais; c) apreciar e propor as alterações que visem a melhoria e actualização do material didáctico, visando a elevação do nível técnico-científico do formandos; d) programar e propor acções de pesquisa científica, sobre técnicas de formação profissional, por forma a manter a actualização adequada à exigência dos resultados pretendidos; e) zelar pelo apetrechamento e controlo do acervo bibliotecário do Instituto; f) recolher, seleccionar e divulgar as informações relevantes relacionadas com actividades do Instituto e das publicações de interesse geral; g) executar as demais funções que lhe forem superiormente atribuidas. 2. Departamento de Estudos e Investigação Científica é dirigido por um Chefe de Departamento. 13

14 SECÇÃO III Serviços Locais ARTIGO 16.º (Serviços Provinciais) 1. Sempre que se justificar podem ser criados Serviços Provinciais do Instituto de Formação de Finanças Públicas, por Decreto Executivo Conjunto dos Ministros responsáveis pelas áreas das Finanças Públicas e Administração do Território. 2. A estrutura dos serviços provinciais do INFORFIP obedece ao disposto no art.º 27.º do Decreto Legislativo Presidencial n.º 2/13 de 25 de Junho. CAPÍTULO V GESTÃO PATRIMONIAL E FINANCEIRA ARTIGO 17.º (Receitas) Constituem receitas do Instituto de Formação de Finanças Públicas: a) as dotações orçamentais ou subsídios concedidos pelo Estado; b) as doações ou legados que lhe sejam atribuídos. ARTIGO 18.º (Despesas) Constituem despesas do Instituto de Formação de Finanças Públicas: a) os encargos com o seu funcionamento para cumprimento das suas atribuições; b) o custo da aquisição, manutenção e conservação dos bens, equipamentos e serviços necessários para o desempenho das suas atribuições; c) as despesas inerentes ao exercício das suas atribuições e previstas no orçamento do Instituto de Formação de Finanças Públicas. ARTIGO 19.º (Património) O Património do Instituto de Formação de Finanças Públicas - INFORFIP é constituído pela universalidade dos bens, direitos e outros valores que adquira por compra, alienação, herança ou doação no exercício das suas atribuições. 14

15 ARTIGO 20.º (Instrumentos de gestão) 1. Constituem instrumentos de gestão do Instituto de Formação de Finanças Públicas: a) plano de actividade anual e plurianual; b) orçamento próprio anual; c) relatórios de actividades; d) balanço e demonstração da origem e aplicação de fundos. 2. No domínio da gestão financeira, o Instituto está sujeito às seguintes regras: a) elaboração de orçamentos que projectem as despesas da instituição; b) sujeição das as transferências de receitas à programação financeira do tesouro nacional e do orçamento do Estado; c) solicitação ao Ministério das Finanças as dotações inscritas no orçamento; d) reposição na Conta Única do Tesouro os saldos financeiros do Orçamento Geral do Estado e não aplicados. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS Gestão de Pessoal e Organigrama ARTIGO 21.º (Quadro de Pessoal e Organigrama) 1. O quadro do pessoal e o organigrama do Instituto de Formação de Finanças Públicas é o constante dos anexos I e II, do presente Estatuto e que dele constituem parte integrante. 2. O pessoal com provimento definitivo no Ministério das Finanças e que actualmente presta serviço no Instituto de Formação de Finanças Públicas INFORFIP, transita com todos os direitos adquiridos, sendo integrados nos órgãos criados pelo presente estatuto orgânico. ARTIGO 22.º (Regulamentos) 1. As questões referentes à contratação de formadores e a criação da bolsa de formadores são objecto de regulamento próprio. 2. As matérias de funcionamento interno que não se encontram reguladas no presente estatuto orgânico serão objecto de tratamento em regulamento interno. 15

16 ANEXO I Quadro de Pessoal da Estrutura Central a que se refere o artigo nº 21 Grupo de Carreira Função/categoria Especialidade Profissional a admitir N de lugares Pessoal Efectivos Direcção e Direcção Chefia 3 Chefia Chefe de Departamento 5 Assessor Principal 1 Assessor Direito,Economia, psicologia do Assessor Trabalho, Contabilidade, Gestão, Economia 30 Técnico Técnico Superior Técnico Superior Principal Administração Pública, Gestão de Recursos Superior Técnico Superior de I" classe Humanos, Relações Internacionais, Engenharia Técnico Superior de 2 a classe Informática, Pedagogia, Marketing Especialista Principal Especialista de I a classe Economia, Contabilidade, Marketing, Gestão de Técnico Técnico Especialista de 2" classe Recursos Humanos, Engenharia Informática Técnico de I a classe 16 Técnico de 2 a classe T écni co de 3 a classe Técnico Médio Princ. de I" classe Técnico Médio Princ. de 2 a classe' Contabilidade, Administração Pública, Técnico Médio Técnico Médio Técnico Médio Princ de 3 a classe Técnico Médio de la classe Engenharia Informática, Pedagogia, Gestão Marketing 14 Técnico Médio de 3 a classe Técnico Médio de 2 a classe Administrativo Oficial Administrativo Principal Administrativo I Oficial Administrativo 14 2 Oficial Administrativo 3 Oficial Administrativo Aspirante Escriturário Dactilografo Tesoureiro Tesoureiro Principal Tesoureiro de la Tesoureiro de 2 a classe Motorista de Pesados Motorista de Pesados Principal Motorista de Pesados de 1 a classe Motorista de Pesados de 2" classe Auxiliar Operário Motorista de Ligeiros Telefonista Auxiliar Administrativo Auxiliar de Limpeza Operário Qualificado Operário não Qualificado Motorista de Ligei.ros Principal Motorista de Ligeiros de 1 a classe Motorista de Ligeiros de 2 a classe Telefonista Principal Telefonista de I" classe Telefonista de 2 a classe Auxiliar Administrativo Principal Auxiliar Administrativo de la classe Auxiliar Administrativo de 2 a classe Auxiliar de Limpeza Principal Auxiliar de Limpeza de I a classe Auxiliar de Limpeza de 2 a classe Encarregado 5 Operário Qualificado de I a classe Operário Qualificado de 2 a classe Encarregado Operário n/ Qualificado I a classe Operário n/qualificado de 2" classe Total

17 ANEXO II Quadro de Pessoal dos serviços Provinciais a que se refere o artigo nº 21 Grupo de Carreira Função/categoria Especialidade Profissional a admitir N de lugares Pessoal Efectivos Chefia Chefes de Departamento Chefia 1 Chefia Chefe de Secção 2 Assessor Principal 1 Assessor Direito,Economia, psicologia do Assessor Trabalho, Contabilidade, Gestão, Economia 6 Técnico Técnico Superior Técnico Superior Principal Administração Pública, Gestão de Recursos Superior Técnico Superior de I" classe Humanos, Relações Internacionais, Engenharia Técnico Superior de 2 a classe Informática, Pedagogia, Marketing Especialista Principal Especialista de I a classe Economia, Contabilidade, Marketing, Gestão de Técnico Técnico Especialista de 2" classe Recursos Humanos, Engenharia Informática Técnico de I a classe 4 Técnico de 2 a classe T écni co de 3 a classe Técnico Médio Princ. de I" classe Técnico Médio Princ. de 2 a classe' Contabilidade, Administração Pública, Técnico Médio Técnico Médio Técnico Médio Princ de 3 a classe Técnico Médio de la classe Engenharia Informática, Pedagogia, Gestão Marketing 5 Técnico Médio de 3 a classe Técnico Médio de 2 a classe Administrativo Oficial Administrativo Principal Administrativo I Oficial Administrativo 3 2 Oficial Administrativo 3 Oficial Administrativo Aspirante Escriturário Dactilografo Tesoureiro Tesoureiro Principal Tesoureiro de la Tesoureiro de 2 a classe Motorista de Pesados Motorista de Pesados Principal Motorista de Pesados de 1 a classe Motorista de Pesados de 2" classe Auxiliar Operário Motorista de Ligeiros Telefonista Auxiliar Administrativo Auxiliar de Limpeza Operário Qualificado Operário não Qualificado Motorista de Ligei.ros Principal Motorista de Ligeiros de 1 a classe Motorista de Ligeiros de 2 a classe Telefonista Principal Telefonista de I" classe Telefonista de 2 a classe Auxiliar Administrativo Principal Auxiliar Administrativo de la classe Auxiliar Administrativo de 2 a classe Auxiliar de Limpeza Principal Auxiliar de Limpeza de I a classe Auxiliar de Limpeza de 2 a classe Encarregado Operário Qualificado de I a classe Operário Qualificado de 2 a classe Encarregado Operário n/ Qualificado I a classe Operário n/qualificado de 2" classe Total

18 ANEXO III ORGANIGRAMA DO INSTITUTO DE FORMAÇÃO DE FINANÇAS PÚBLICAS Conselho Directivo Director Geral Conselho Pedagógico Directores Gerais Adjuntos Conselho Fiscal Serviços Executivos Serviços de Apoio Agrupados Dpto. de Serviços de Formação Dpto. de Estudos e Investigação Científica Dpto. de Apoio ao Director Geral Departamento de Administração e Serviços Gerais Dpto. de RH. e Tec. de Informação Serviços Locais Sec. De Administração e Serviços Gerais Sec. De Serviços de Formação Luanda, aos de de

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros DECRETO nº.../07 de... de... Considerando que as aplicações pacíficas de energia atómica assumem cada vez mais um papel significativo no desenvolvimento

Leia mais

5948 DIÁRIO DA REPÚBLICA. Decreto Presidencial n.º 232/12 de 4 de Dezembro. administrativa das actividades do Ministério,

5948 DIÁRIO DA REPÚBLICA. Decreto Presidencial n.º 232/12 de 4 de Dezembro. administrativa das actividades do Ministério, 5948 DIÁRIO DA REPÚBLICA Decreto Presidencial n.º 232/12 de 4 de Dezembro Havendo necessidade de se dotar o Ministério do Urbanismo e Habitação do respectivo Estatuto Orgânico, na sequência da aprovação

Leia mais

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Denominação e Natureza) A Agência para a Promoção de Investimento e Exportações

Leia mais

Decreto n.º 94/03, de 14 de Outubro

Decreto n.º 94/03, de 14 de Outubro Decreto n.º 94/03, de 14 de Outubro Página 1 de 30 Na sequência da aprovação do estatuto orgânico do Ministério do Urbanismo e Ambiente, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 4/03, de 9 de Maio, no qual se prevê

Leia mais

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito

Leia mais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO CAPÍTULO I Das disposições gerais ARTIGO 1 (Denominação, natureza jurídica e finalidade) O Centro de Biotecnologia,

Leia mais

Ministério das Pescas

Ministério das Pescas Ministério das Pescas Decreto Executivo n.º 30/06 de 0 de Março Havendo necessidade de se regulamentar a estrutura e o funcionamento da Direcção Nacional de InfraEstruturas e Pesquisa de Mercados a que

Leia mais

Ministério da Educação

Ministério da Educação Ministério da Educação Decreto Lei n.º 7/03 de 17 de Junho Diário da República, I Série nº47 17.06.2003 Considerando as últimas alterações verificadas na denominação dos organismos de administração central

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio Decreto executivo n.º 11/01 de 9 de Março A actualização e capacitação técnico profissional dos trabalhadores do Ministério do Comércio e de particulares buscam o aperfeiçoamento

Leia mais

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 15/99 De 8 de Outubro Considerando que a política científica tecnológica do Governo propende para uma intervenção

Leia mais

Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social

Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social Ter, 02 de Junho de 2009 18:38 Administrador REPÚBLICA DE ANGOLA Conselho de Ministros Decreto-lei nº 8 /07 de 4 de

Leia mais

CONSELHO DE MINISTROS

CONSELHO DE MINISTROS CONSELHO DE MINISTROS Decreto n.º 35/02 de 28 de Junho Considerando a importância que a política comercial desempenha na estabilização económica e financeira, bem como no quadro da inserção estrutural

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Lei nº 10/96 De 18 de Outubro A actividade petrolífera vem assumindo nos últimos tempos importância fundamental no contexto da economia nacional, constituindo por isso,

Leia mais

Secretariado do Conselho de Ministros

Secretariado do Conselho de Ministros Secretariado do Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 8/01 de 31 de Agosto Diário da República I Série N.º 40, 31 de Agosto de 001 Considerando que o estatuto orgânico do Secretariado do Conselho de Ministros,

Leia mais

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO Decreto N. 2/ 2003 De 23 de Julho Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal O Decreto Lei N 7/ 2003 relativo à remodelação da estrutura orgânica

Leia mais

ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAPITULO I MISSÃO E ATRIBUIÇÕES Artigo 1º (Missão) O Ministério do Ensino Superior e da Ciência e Tecnologia, abreviadamente

Leia mais

Secretaria de Estado para o Desenvolvimento Rural

Secretaria de Estado para o Desenvolvimento Rural Secretaria de Estado para o Desenvolvimento Rural Decreto-Lei n.º 1/09 de 28 de Abril Tendo em conta a nova orgânica do Governo que de entre outros órgãos institui a Secretaria de Estado para o Desenvolvimento

Leia mais

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS Decreto executivo n.º 128/06 de 6 de Outubro Havendo a necessidade de se definir a estrutura e regulamentar o funcionamento dos órgãos da Casa da Juventude, ao abrigo

Leia mais

Estatuto-Tipo das Delegações Regionais do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado

Estatuto-Tipo das Delegações Regionais do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado 34 Diploma Ministerial n.º 22/2015 de 21 de Janeiro Havendo necessidade de regular a organização e o funcionamento do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado, abreviadamente designado

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio Decreto Executivo nº /07 De 03 de Setembro Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística do Ministério do Comércio; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

Ministério dos Transportes

Ministério dos Transportes Ministério dos Transportes Decreto Lei 1/05 De 17 de Janeiro Convindo estabelecer as normas orgânicas e funcionais que se coadunam com as actuais exigências da organização do Ministério dos Transportes,

Leia mais

Ministério das Obras Públicas

Ministério das Obras Públicas Ministério das Obras Públicas ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1.º (Natureza) O Ministério das Obras Públicas é o órgão da administração pública

Leia mais

Ministério da Cultura

Ministério da Cultura Ministério da Cultura Decreto lei n.º 7/03 de 6 de Junho Considerando a criação do Ministério da Cultura através do Decreto Lei n.º 16/02, de 9 de Dezembro; Convindo garantir o seu funcionamento de acordo

Leia mais

ESCOLA PROFISSIONAL DE FELGUEIRAS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESCOLA PROFISSIONAL DE FELGUEIRAS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESCOLA PROFISSIONAL DE FELGUEIRAS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º Denominação A Escola Profissional adopta a designação de ESCOLA PROFISSIONAL DE FELGUEIRAS e a abreviatura EPF. ARTIGO

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO GABINETE DO PRESIDENTE

REGULAMENTO INTERNO DO GABINETE DO PRESIDENTE REGULAMENTO INTERNO DO GABINETE DO PRESIDENTE CAPÍTULO I Objecto ARTIGO.º (Objecto) O presente regulamento define a composição e o regime jurídico do pessoal do Gabinete do Presidente do Tribunal de Contas.

Leia mais

Ministério da Justiça

Ministério da Justiça Ministério da Justiça Lei n.º 5/06 de 8 de Abril A Lei n. º 3/9, de 6 de Setembro Lei de Revisão Constitucional, consagra no seu artigo 9. º o princípio segundo o qual enquanto não for designado o Provedor

Leia mais

Criação do GAZEDA E APROVAÇÃO DO ESTATUTO ORGÂNICO. Decreto nº 75/2007 de 24 de Dezembro

Criação do GAZEDA E APROVAÇÃO DO ESTATUTO ORGÂNICO. Decreto nº 75/2007 de 24 de Dezembro Criação do GAZEDA E APROVAÇÃO DO ESTATUTO ORGÂNICO Decreto nº 75/2007 de 24 de Dezembro Decreto n.º 75/2007 de 24 de Dezembro Com vista a garantir uma gestão efectiva e efi caz das Zonas Económicas Especiais,

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

第 三 章 執 行 預 算 第 135/2005 號 行 政 長 官 批 示. 7) Executar o plano de formação de pessoal; ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ;

第 三 章 執 行 預 算 第 135/2005 號 行 政 長 官 批 示. 7) Executar o plano de formação de pessoal; ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ; N.º 19 9-5-2005 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 545 ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ; ( 八 ) 核 實 收 支 文 件, 並 為 船 舶 建 造 廠 的 正 常 運 作 提 供 輔 助 7) Executar o plano de formação de pessoal;

Leia mais

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias)

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias) Artigo 18º (Comissão Eleitoral) 1. O procedimento eleitoral será conduzido por uma comissão eleitoral constituída por dois vogais, designados pelo Conselho Científico de entre os seus membros, e presidida

Leia mais

Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho

Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho Página 1 de 16 Considerando a importância histórica, paisagística, turística e a localização privilegiada do perímetro demarcado do Futungo de Belas, o Conselho

Leia mais

Ministério da Administração do Território

Ministério da Administração do Território Ministério da Administração do Território Decreto Lei n.º 16/99 de 22 de Outubro Havendo necessidade de se reestruturar o estatuto orgânico do Ministério da Administração do território no quadro da reorganização

Leia mais

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas Centro de Ciências Matemáticas Campus Universitário da Penteada P 9000-390 Funchal Tel + 351 291 705181 /Fax+ 351 291 705189 ccm@uma.pt Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas I Disposições gerais

Leia mais

Ministério da Comunicação Social

Ministério da Comunicação Social Ministério da Comunicação Social Decreto Executivo Nº 80 /2007 de 2 de Julho Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Intercâmbio Internacional do Ministério da Comunicação Social; Nestes termos,

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Decreto n.º4/01 De 19 de Janeiro Considerando que a investigação científica constitui um pressuposto importante para o aumento da produtividade do trabalho e consequentemente

Leia mais

3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR

3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR 3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR Decreto-Lei n. o 120/2003 de 18 de Junho A Lei Orgânica do Ministério da Ciência e do Ensino Superior,

Leia mais

8226 Diário da República, 1.ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007

8226 Diário da República, 1.ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007 8226 Diário da República, ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007 da Madeira os Drs. Rui Nuno Barros Cortez e Gonçalo Bruno Pinto Henriques. Aprovada em sessão plenária da Assembleia Legislativa da Região

Leia mais

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

PRESIDENTE DA REPÚBLICA 3780 DIÁRIO DA REPÚBLICA PRESIDENTE DA REPÚBLICA Decreto Presidencial n.º 298/10 de3dedezembro Convindo adequar o sistema de contratação pública à nova realidade constitucional, bem como uniformizar a

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA. b) Estrutura Formal do Projecto de Estatuto Orgânico. O presente Estatuto contém 38 artigos divididos em 5 Capítulos, a saber:

REPÚBLICA DE ANGOLA. b) Estrutura Formal do Projecto de Estatuto Orgânico. O presente Estatuto contém 38 artigos divididos em 5 Capítulos, a saber: REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA ECONOMIA Relatório de Fundamentação do Estatuto Orgânico do Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) a) Enquadramento A elaboração e apresentação

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 11 de 8 de Janeiro de 1991 Conselho de Administração O Conselho de Administração

Leia mais

para o Ministro da Ciência e da Tecnologia esteja prevista na lei. Decreto-Lei 188/97 DR nº 172, I-A Série,de 28 de Julho de 1997

para o Ministro da Ciência e da Tecnologia esteja prevista na lei. Decreto-Lei 188/97 DR nº 172, I-A Série,de 28 de Julho de 1997 Decreto-Lei 188/97 DR nº 172, I-A Série,de 28 de Julho de 1997 A Lei Orgânica do Ministério da Ciência e da Tecnologia, aprovada pelo Decreto-Lei Nº 144/96, de 26 de Agosto, estabeleceu o quadro orgânico

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/51/2010. Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica

DESPACHO ISEP/P/51/2010. Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica DESPACHO DESPACHO /P/51/2010 Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica Considerando que: Nos termos do n.º 4 do artigo 43.º dos Estatutos do Instituto Superior de Engenharia do Porto, homologados

Leia mais

1. São órgãos do Observatório das Ciências e das Tecnologias:

1. São órgãos do Observatório das Ciências e das Tecnologias: Decreto-Lei 186/97 DR nº 172, I-A Série,de 28 de Julho de 1997. REVOGADO A Lei Orgânica do Ministério da Ciência e da Tecnologia, aprovada pelo Decreto-Lei Nº 144/96, de 26 de Agosto, estabeleceu o quadro

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS

PROJECTO DE REGULAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS PROJECTO DE REGULAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS Artigo 1.º (Âmbito) 1 - O presente Regulamento estabelece a estrutura orgânica e as competências dos Serviços Administrativos e Financeiros

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO REGULAMENTO INTERNO DAS REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Natureza) As representações são órgãos de execução

Leia mais

República de Moçambique ---------------- Governo da Província de Maputo REGULAMENTO INTERNO DA SECRETARIA PROVINCIAL PREÂMBULO

República de Moçambique ---------------- Governo da Província de Maputo REGULAMENTO INTERNO DA SECRETARIA PROVINCIAL PREÂMBULO República de Moçambique ---------------- Governo da Província de Maputo REGULAMENTO INTERNO DA SECRETARIA PROVINCIAL PREÂMBULO Havendo necessidade de regulamentar o funcionamento da Secretaria Provincial

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO EM ARTE, DESIGN E SOCIEDADE i2ads.

REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO EM ARTE, DESIGN E SOCIEDADE i2ads. FBAUP Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade Av. Rodrigues de Freitas 265 4049-021 Porto T - 225 192 400 F - 225 367 036 office@i2ads.org REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO

Leia mais

Ministério do Interior

Ministério do Interior Ministério do Interior DECRETO LEI Nº /97 O Ministério do Interior é o órgão do Governo a que incumbe, dentre outras, as tarefas de garantia da segurança e da ordem internas, bem como da defesa dos direitos

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 94-D/98,

DECRETO-LEI N.º 94-D/98, DECRETO-LEI N.º 94-D/98, de 17 de Abril Fundo de Apoio ao Estudante Ao definir as bases gerais do financiamento do ensino superior público, a Lei n.º 113/97, de 16 de Setembro, veio criar, enquadrando-o

Leia mais

REGULAMENTO DO ARQUIVO HISTORICO DE MOÇAMBIQUE TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I. Denominação, Natureza Jurídica, Sede e Âmbito

REGULAMENTO DO ARQUIVO HISTORICO DE MOÇAMBIQUE TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I. Denominação, Natureza Jurídica, Sede e Âmbito REGULAMENTO DO ARQUIVO HISTORICO DE MOÇAMBIQUE TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I Denominação, Natureza Jurídica, Sede e Âmbito Artigo 1 (Denominação e natureza jurídica) O Arquivo Histórico de Moçambique,

Leia mais

ESTATUTOS DOS SERVIÇOS DE AÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

ESTATUTOS DOS SERVIÇOS DE AÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA ESTATUTOS DOS SERVIÇOS DE AÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA Artigo 1.º Natureza Os Serviços de Ação Social da Universidade de Lisboa, adiante designados por SASULisboa, são uma pessoa coletiva de direito

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

Estatuto Orgânico da Administração Nacional das Áreas de Conservação

Estatuto Orgânico da Administração Nacional das Áreas de Conservação 13 DE JUNHO DE 2014 1281 b) Programar a actividade da unidade orgânica; c) Analisar e emitir pareceres sobre projectos, plano e orçamento das actividades e relatórios a submeter a nível superior; d) Proceder

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

Ministério do Ambiente

Ministério do Ambiente Ministério do Ambiente Decreto-Lei n.º 4/09 de 18 de Maio A Lei Constitucional da República de Angola no seu artigo 24.º assegura que «todos os cidadãos têm o direito de viver num meio ambiente sadio e

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

Ministério da Saúde. Decreto Lei 2/00 De 14 de Janeiro

Ministério da Saúde. Decreto Lei 2/00 De 14 de Janeiro Ministério da Saúde Decreto Lei 2/00 De 14 de Janeiro As mudanças que ocorrem no âmbito das transformações em curso no País principalmente a reforma geral da administração pública e a adopção da Lei de

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA JUSTIÇA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DECRETO-LEI Nº.12/2008 30 de Abril ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA O Decreto-Lei nº 7/2007, de 5 de Setembro, relativo à estrutura

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES (aprovado por deliberação de Câmara de 16 de junho de 2011 em conformidade com as orientações do Conselho Nacional para

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO INTERMINISTERIAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Resolução nº /2015

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO INTERMINISTERIAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Resolução nº /2015 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO INTERMINISTERIAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Resolução nº /2015 Havendo necessidade de aprovar o estatuto orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETO Nº.1478-R de 14 de Abril de 2005 Regulamenta a Lei Complementar nº290, de 23 de junho de 2004, publicada no Diário Oficial do Estado em 25 de junho de 2004, que dispõe sobre a criação da Fundação

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM PSICOLOGIA (CIPsi)

REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM PSICOLOGIA (CIPsi) REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM PSICOLOGIA (CIPsi) Março de 2011 CAPÍTULO I: DEFINIÇÃO E OBJETIVOS Artigo 1º - Definição O Centro de Investigação em Psicologia, adiante designado por Centro, é

Leia mais

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA PARTE I - MISSÃO, VALORES, VISÃO E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DO COMISSARIADO DA AUDITORIA O Comissariado da Auditoria (CA) funciona como órgão independente na

Leia mais

Ministério da Indústria

Ministério da Indústria Ministério da Indústria Decreto Lei n.º 18/99 de 12 de Novembro Considerando que o estatuto orgânico do Ministério da Indústria aprovado pelo Decreto Lei n.º 8/95, de 29 de Setembro, além de não se adequar,

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO Tecnologia e Design CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º (Definição) O Departamento de Tecnologia

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE. Decreto-Lei 34/2012

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE. Decreto-Lei 34/2012 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE Decreto-Lei 34/2012 Orgânica dos Serviços de Apoio dos Tribunais Os Serviços de Apoio dos Tribunais destinam-se a assegurar os serviços administrativos do Tribunal

Leia mais

Ministério de Hotelaria e Turismo

Ministério de Hotelaria e Turismo Ministério de Hotelaria e Turismo CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º (Definição) O Ministério de Hotelaria e Turismo é o órgão do Governo que dirige, coordena e assegura a execução da política do

Leia mais

ESTATUTOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA ORDEM DOS NOTÁRIOS. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1.º

ESTATUTOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA ORDEM DOS NOTÁRIOS. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1.º Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Natureza, âmbito, objecto e sede 1. O Centro de Informação, Mediação e Arbitragem da Ordem dos Notários (adiante designado por Centro), é a instituição de arbitragem,

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril Estatuto Orgânico da Direcção de Eficácia da Assistência Externa O Estatuto

Leia mais

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau;

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau; REGULAMENTO DO CENTRO DE REFLEXÃO, ESTUDO, E DIFUSÃO DO DIREITO DE MACAU DA FUNDAÇÃO RUI CUNHA CAPÍTULO I - DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS Artigo 1º - Definição O Centro de Reflexão, Estudo, e Difusão do Direito

Leia mais

Decreto Legislativo Regional nº. 003/2001

Decreto Legislativo Regional nº. 003/2001 Decreto Legislativo Regional nº. 003/2001 REVALORIZAÇÃO DAS CARREIRAS DO PESSOAL TÉCNICO CONTABILISTA E DE AUXILIAR DE CONTABILIDADE DA DIRECÇÃO REGIONAL DO ORÇAMENTO E TESOURO O Decreto Regulamentar Regional

Leia mais

COMPLEXO DE APOIO ÀS ACTIVIDADES DESPORTIVAS (CAAD) LEI ORGÂNICA

COMPLEXO DE APOIO ÀS ACTIVIDADES DESPORTIVAS (CAAD) LEI ORGÂNICA COMPLEXO DE APOIO ÀS ACTIVIDADES DESPORTIVAS (CAAD) LEI ORGÂNICA Decreto-Lei n.º 64/97 de 26 de Março O Decreto-Lei nº 64/97, de 26 de Março, foi revogado pelo Decreto-Lei nº 96/2003, de 07 de Maio, que

Leia mais

DECRETO Nº 36726 DE 18 DE JANEIRO DE 2013

DECRETO Nº 36726 DE 18 DE JANEIRO DE 2013 DECRETO Nº 36726 DE 18 DE JANEIRO DE 2013 Aprova o Estatuto da Fundação Cidade das Artes. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que dispõe o Decreto

Leia mais

BR Número 612 I SÉRIE-NÚMERO 52. Decreto n.º 50/2003. De 24 de Dezembro

BR Número 612 I SÉRIE-NÚMERO 52. Decreto n.º 50/2003. De 24 de Dezembro BR Número 612 I SÉRIE-NÚMERO 52 Decreto n.º 50/2003 De 24 de Dezembro Pelo Decreto n 18/99 de 4 de Maio, o Governo aprovou o Código da Propriedade Industrial de Moçambique, criando assim, no território

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga A lei de bases do sistema educativo assume que o sistema educativo se organiza de forma a descentralizar, desconcentrar e diversificar as estruturas

Leia mais

Marcones Libório de Sá Prefeito

Marcones Libório de Sá Prefeito Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor.

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor. 1 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 110.º do RJIES, a aprovação do presente regulamento, elaborado ao abrigo do estatuído no artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, é precedida da sua

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL. Artigo 1. Composição

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL. Artigo 1. Composição REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL Artigo 1. Composição A composição do conselho científico do Instituto de Investigação Científica Tropical, I.P., abreviadamente

Leia mais

ESTATUTOS DO CENTRO DE FILOSOFIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA. Artigo 1.º (Natureza, Membros)

ESTATUTOS DO CENTRO DE FILOSOFIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA. Artigo 1.º (Natureza, Membros) ESTATUTOS DO CENTRO DE FILOSOFIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA Artigo 1.º (Natureza, Membros) 1. O Centro de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, também designado abreviadamente como

Leia mais

ESTATUTOS FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL

ESTATUTOS FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL Aprovados pelo CA em de 02-12-2008; pela CMS em 10.12.2008; pela AM em 29.12.2008 Escritura celebrada pelo Notário Privativo da CMS em 16.01.2009 Publicado

Leia mais

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I Disposições Gerais Artigo 1º Definição e Âmbito 1. O Conselho Municipal de Educação de Águeda, adiante designado de Conselho é uma instância

Leia mais

Câmara Municipal de Almeida Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Enquadramento legal

Câmara Municipal de Almeida Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Enquadramento legal 1 Câmara Municipal de Almeida Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Enquadramento legal 1. A Câmara Municipal de Almeida tem, nos termos da lei e dos estatutos, autonomia administrativa, financeira e

Leia mais

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste:

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste: Protocolo de Cooperação Relativo ao Desenvolvimento do Centro de Formação do Ministério da Justiça de Timor-Leste entre os Ministérios da Justiça da República Democrática de Timor-Leste e da República

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. Denominação e natureza A RUAS Recriar Universidade Alta e Sofia, adiante designada abreviadamente

Leia mais

CCV Correios de Cabo Verde, SA. Decreto Lei nº 9-A/95:

CCV Correios de Cabo Verde, SA. Decreto Lei nº 9-A/95: CCV Correios de Cabo Verde, SA Decreto Lei nº 9-A/95: Transforma a empresa Pública dos Correios e Telecomunicações CTT, em duas sociedades anónimas de capitais públicos. ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação,

Leia mais

BOLETIM DA REPÚBLICA 5.º SUPLEMENTO PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE. Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011 I SÉRIE Número 45

BOLETIM DA REPÚBLICA 5.º SUPLEMENTO PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE. Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011 I SÉRIE Número 45 Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011 I SÉRIE Número 45 BOLETIM DA REPÚBLICA PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE 5.º SUPLEMENTO IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E.P. Ministério das Obras Públicas

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Estratégia da Comissão Nacional de Tecnologias de Informação Decreto nº. 6/02 de 4 de Abril Considerando que as tecnologias de informação constituem um elemento fundamental

Leia mais

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Decreto-Lei estabelece o regime jurídico da carreira dos

Leia mais

GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA. Estatutos. Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007

GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA. Estatutos. Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007 GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA Estatutos Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007 Capítulo I Da denominação, dos fins e da sede da Associação Artigo 1º

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM Preâmbulo A Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro estabelece, no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os

Leia mais

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

PRESIDENTE DA REPÚBLICA 2562 DIÁRIO DA REPÚBLICA PRESIDENTE DA REPÚBLICA Decreto Presidencial n.º 144/13 de 30 de Setembro Considerando que com a aprovação do Decreto Legislativo Presidencial n.º 5/12, de 15 de Outubro, que aprova

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

Decreto-Lei n.º 73/2002 de 26 de Março. Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Decreto-Lei n.º 73/2002 de 26 de Março. Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Decreto-Lei n.º 73/2002 de 26 de Março O Decreto-Lei n.º 177/2000, de 9 de Agosto, veio atribuir autonomia administrativa aos tribunais superiores da ordem dos tribunais judiciais e da ordem dos tribunais

Leia mais