SUÍTE DE TERREIRO : Música popular e sociedade em Teresina nos anos 1980 na trajetória artística do Grupo Candeia HERMANO CARVALHO MEDEIROS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SUÍTE DE TERREIRO : Música popular e sociedade em Teresina nos anos 1980 na trajetória artística do Grupo Candeia HERMANO CARVALHO MEDEIROS"

Transcrição

1 SUÍTE DE TERREIRO : Música popular e sociedade em Teresina nos anos 1980 na trajetória artística do Grupo Candeia HERMANO CARVALHO MEDEIROS Desde cedo a minha relação com a música foi bastante próxima. Em 1995 o primeiro violão e os dedilhados num quarto solitário faziam o tempo passar em outro compasso arriscado pelas poesias de um jovem adolescente que queria se expressar enquanto sujeito em um mundo do qual fazia parte. Junto a outros jovens com as mesmas pretensões, varávamos as noites ao som de grupos musicais como The Doors, Led Zeppelin, Pink Floyd, Legião Urbana, Raimundos, Hanoi Hanoi e outros. Não demorou muito até montarmos nossa banda de rock na beirada do século XXI e vivenciarmos o cotidiano e as relações sociais que tal ambiente podia nos oferecer 1. De minhas vivências pessoais e profissionais no universo da música popular nasceu a necessidade de realizar pesquisas que pudessem fazer emergir outras experiências de outros tempos no campo musical teresinense, principalmente os relacionados a grupos musicais, uma vez que minha experiência artística foi oriunda desse tipo de pequena conformação social, repleta de sensibilidades que acionam atritos, encontros, desejos, promessas, frustrações e toda uma série de relações internas entre os indivíduos de grupos musicais, suas idiossincrasias e da relação dos mesmos com o mundo que os rodeia. Quando do meu ingresso em 2011 no Mestrado em História da UFPI, o projeto de pesquisa elaborado inicialmente buscava analisar o comportamento jovem, sua produção musical e as sociabilidades possibilitadas por estas, a partir do cenário musical popular urbano teresinense dentro do estilo conhecido como pop-rock no contexto sócio-histórico dos anos Este recorte temporal está relacionado ao grande número de grupos de rock, formados em sua grande maioria por jovens, que surgiram no país neste período. O rock nacional, ou o BRock (DAPIEVE, 2005) repercutiu nacionalmente vendendo milhões de discos, tocando para o povo e, ao mesmo tempo, transportando o país à realidade tecnológica e musical do pop internacional (ALEXANDRE, 2002: 7). Contudo, as fontes desviaram os caminhos da pesquisa. Ao investigar os jornais piauienses da época a serem analisados encontrei nas matérias jornalísticas outras Mestre em História do Brasil pela Universidade Federal do Piauí. Atualmente é professor substituto do curso de História da Universidade Estadual do Piauí. 1 De 2000 a 2006, eu junto a meu irmão e amigos fundamos e fizemos parte, em Teresina, da banda Madame Baterflai. Durante esse período, participamos intensivamente do cenário musical local da capital piauiense e em outras cidades no interior do Estado, tendo gravado dois trabalhos fonográficos: O primeiro em 2001, intitulado Um lugar e o segundo em 2005, intitulado Senhora ou senhorita?. Tal vivência me permite um trânsito mais confortável dentro dessa proposta de pesquisa.

2 possibilidades no território da canção popular. Identifiquei grupos, festivais, projetos, shows e músicas que me seduziram ao ponto de querer dar uma interpretação dessas histórias. Ou melhor, vi que toda essa ambiência tinha uma história pra contar sobre uma cidade que, apesar de pequena na época, já era atravessada por uma pluralidade musical em que orbitavam gêneros musicais que iam do heavy metal à música regional. Na minha dissertação de mestrado intitulada Acordes na Cidade: Música Popular em Teresina nos anos 1980 pesquisei a música popular brasileira produzida na cidade de Teresina-Piauí através de alguns dos seus espaços e práticas artísticas. A partir da análise de alguns artistas, shows, festivais, discos, entrevistas e um projeto cultural com a finalidade de promover a música popular no Estado, que concentrou suas ações na capital percebi um caráter marcadamente plural presente nas práticas musicais na cidade neste período. A década de 1980 foi também o momento em que, por meio de uma tímida produção fonográfica, os artistas da música popular em Teresina, contribuindo com seu repertório musical, marcaram sua presença como produtores culturais da música popular brasileira na cidade. Em meio a esses grupos, compositores, músicos, intérpretes, seus espaços e suas práticas, curiosamente, um grupo que produzia um tipo de música que não esteve presente em minha formação inicial como músico popular chamou bastante atenção por ocupar um lugar de destaque em meio às movimentações musicais teresinenses e por sua produção musical ter despertado em mim o maravilhamento da descoberta de uma virtualidade artística restrita à memória de poucos círculos artísticos sociais, principalmente entre àqueles que puderam vivenciar o período da atuação deste grupo em Teresina. Tal sujeito histórico foi o escolhido como guia para esta proposta de pesquisa, que buscará a compreensão do ambiente da música popular brasileira nos anos 1980 na capital piauiense. Este grupo buscou suas referências estéticas musicais no repertório do folclore popular nordestino, produzindo uma música comumente conhecida como regional ou regionalista, dialogando, contudo, com a linguagem tradicional erudita da música, o que nos remete ao título deste projeto, Suíte de Terreiro, que também é o nome do disco lançado pelo grupo em 1986 e sobre o qual comentaremos mais adiante. O conjunto musical em questão é o Grupo Candeia. O Candeia, fundado na capital piauiense em 1978, foi um conjunto bastante atuante nos espaços da música popular teresinense nos anos O principal líder do grupo e músico de conhecimento erudito, Aurélio Melo, assim definia um pouco do trabalho do conjunto ao falar sobre o lançamento do show Catavento em 1980 em citação por ele feita no seguinte texto jornalístico:

3 Este trabalho é um paralelo entre a poesia de cordel e a própria cultura nordestina como um todo. Pois, para nós, a música nordestina não se limita apenas ao baião, nem o xote muito menos o xaxado, pois ela é rica tanto nos seus ritmos, como suas melodias e suas harmonias. A música nordestina se encontra no aboio do vaqueiro, no verso do repentista, nas rezas, nas danças, no folclore (SHOW..., 1980: 7). Tal pretensão musical do Grupo Candeia unia tradição e modernidade, pois apesar de eleger temáticas e formas de composição relacionadas a manifestações culturais fortemente presentes nas cidades do interior do Piauí que ainda resguardavam em si elementos das sociedades rurais, remetendo a uma ancestralidade pré-capitalista e se pautando em referências que fizeram parte da vivência de cada um dos músicos como no caso de Aurélio Melo que na mesma matéria jornalística acima citada informa sobre suas influências de infância: são suas reminiscências dos alto falantes que no seu tempo de criança animavam as noites com os forrós de Luiz Gonzaga misturado com o estilismo mirabolante de Jackson do Pandeiro, Marinês e sua gente e outros [...](SHOW..., 1980: 7) as práticas musicais do grupo Candeia, entretanto, partiam de uma realidade costurada ao tecido urbano, utilizando-se de meios e instrumentos da modernidade, como os jornais impressos e o rádio para a divulgação de seu trabalho, os espaços urbanos e suas tecnologias para as apresentações de suas músicas e o disco como um meio de registro e uma das marcas da indústria cultural 2. O grupo Candeia passou por diversas formações até constituir o conjunto que foi responsável pela gravação de seu disco, Suíte de Terreiro de 1986, sendo esta formação composta por Aurélio Melo (voz e violão), Paulo Aquino (Contrabaixo e guitarra), Netinho da Flauta (flauta), Nonato Monte (bateria) e José Rodrigues (voz e flauta). O grupo, por estabelecer essas vinculações a referenciais nordestinos, foi utilizado algumas vezes como representante cultural da cidade, e consequentemente do Estado, como na ocasião da gravação do compacto em comemoração aos 134 da cidade de Teresina, também de 1986, patrocinado pela prefeitura da capital, através da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, órgão municipal responsável pelas ações culturais da cidade. Este disco compacto continha duas canções do grupo Candeia, uma delas Teresina que se tornou uma das músicas mais emblemáticas da cidade. 2 Assim define Theodor Adorno os principais elementos da industria cultural: Não é por acaso que o sistema da indústria cultural surgiu nos países industriais mais liberais, nos quais triunfaram todos os seus meios característicos: o cinema, o rádio, o jazz e as revistas. Aqui ele não inclui o disco diretamente como um mediador da indústria cultural, mas ao enumerar o rádio e o jazz como alguns de seus principais elementos, mesmo que nos seus inícios as rádios executassem ao vivo muitas das canções, o disco se tornou posteriormente um fundamental meio para a movimentação desta mesma indústria. Ver em: ADORNO, Theodor. Indústria cultural o Iluminismo como mistificação das massas. In:. Indústria cultural e sociedade. São Paulo: Paz e Terra, 2002, p.24.

4 Assim escreveu sobre esta canção a cantora e compositora Janette Dias à época quando do lançamento do LP Suíte de Terreiro que também continha esta canção: O grupo compôs Teresina, música que soa como um hino da capital, e de tamanha popularidade que veio sensibilizar o prefeito Wall Ferraz, a financiar a gravação do compacto Teresina 134 anos, em 1986 (DIAS, 1987: 26). Em meio a um universo de possíveis artistas, o escolhido foi o grupo Candeia para representar a nordestinidade piauiense nos anos O grupo Candeia foi um dos poucos grupos teresinenses que registrou suas músicas em LP no período em questão. O disco Suíte de Terreiro foi assim definido por um de seus integrantes: No Barroco, uma Suite era uma peça instrumental formada por vários movimentos de dança. Porém, neste trabalho, o termo Suite é usado com uma nova concepção, isto é, representando não só as variações de andamentos e rirmos, mas cada canção como se fora parte (movimento) de um todo (própria Suite). Em síntese, SUITE DE TERREIRO representa, aqui, todo um arsenal folclórico de nossa cultura (Nordeste/Piauí). Nossa SUITE DE TERREIRO foi feita de maneira consciente, com o objetivo de preservar o nosso folclore (principalmente lendas e mitos) utilizando uma linguagem lítero-musical, como se percebe na letra de cada canção e na rítmica de cada mélica, de forma criativa e universalista, porém, fiel as nossas raízes (GRUPO CANDEIA, 1986). A citação acima, feita por José Rodrigues, ao definir o trabalho do grupo mostrou-se herdeira de uma concepção musical defendida por intelectuais brasileiros como Mário de Andrade e Renato Almeida nos anos 1920 e 1930, em que os mesmos refletiram sobre a identidade musical brasileira como uma síntese de elementos oriundos dos materiais folclóricos populares articulados à linguagem musical tradicional erudita europeia em busca de uma brasilidade sonora, livre de exotismos locais ou modismos estéticos internacionais, e que por conta disso pudesse se tornar também universal (CONTIER, 1991). O grupo Candeia buscou nessa síntese, por meio de referenciais nordestinos, o que eles acreditavam ser a identidade nordestina a partir de músicas marcadas pelos ritmos e temáticas populares. Entretanto, por mais regionalista que possa aparentar as intenções da citação de José Rodrigues, o LP não se furtou de dialogar com as modernidades em sua textura sonora, a começar pela instrumentação utilizada, composta por violão, viola, acordeom, flautas, baixo, guitarra, bateria, percussão, piano elétrico e por músicas que traziam em seu ritmo referências musicais internacionais, como é o caso da trágica, porém bem humorada história de amor da canção O rato e a rosa, tocada em ritmo funk norte americano. Com este trabalho, o disco Suíte de Terreiro, o grupo Candeia articulou tradição popular, através de referências folclóricas e de alguns ritmos característicos, com uma modernidade sonora em sua instrumentação e nos arranjos das canções. A cidade de Teresina

5 aparece como uma das principais referências do LP e a partir dela são construídas parte da narrativa do disco, articulando a cidade a elementos como as lendas e as tradições populares, cujos poderes institucionais urbanos querem disciplinar ou eliminar em nome de um controle e de uma estabilidade racionalizada de seus espaços (CERTEAU, 2009). O grupo Candeia, através de suas músicas presentes neste LP, devolve esses espaços sensíveis, de imaginação, à cidade por meio dos mitos, lendas e das invenções transgressoras das disciplinas urbanas, como a imagem do ato de lavar roupas na beira do rio Parnaíba cantada numa das canções do disco. A partir da presença constante do Candeia nos principais espaços de consagração musical da cidade, quer sejam nos meios de comunicação ou nos principais palcos teresinenses; de sua produção artística que apesar de buscar se referenciar substancialmente por meio de elementos folclóricos ligados ao universo rural nordestino não deixou de dialogar com as modernidades do espaço urbano; de sua ligação com a cidade de Teresina, sendo esta cantada em algumas de suas canções; e por observações iniciais a respeito de como o grupo serviu, mesmo que de forma não deliberada ou intencional, como um representante de uma identidade piauiense, algumas questões surgiram como meio específico para se pensar a música popular urbana brasileira dentro do contexto histórico aqui delimitado, os anos 1980, por meio da trajetória artística do Candeia. As problemáticas iniciais que surgiram foram as seguintes: quais as movimentações, harmônicas e dissonantes, da música popular brasileira produzida em Teresina, seus debates, diálogos e tensões que podem ser percebidas a partir da trajetória artístico-musical do Grupo Candeia no contexto dos anos 1980? Como se dava a inserção do grupo no cenário dos debates da época travados entre tendências regionalistas, nacionalistas e cosmopolitas em meio a uma intelectualidade artística local e nacional? O que tais debates e movimentações musicais revelam das condições de produção musical da época em Teresina e no Brasil? Em que medida o conjunto musical foi agenciado pelos poderes públicos como um representante de uma identidade piauiense vinculada a referenciais nordestinos? O que é música regional e como o Candeia pode ser enquadrado neste tipo de configuração estética? É possível falar em um regionalismo específico, como o produzido pelo Candeia, ligado aos espaços da cidade, a partir das representações que o grupo fez que vão além das imagens cristalizadas sobre o nordeste brasileiro? Como o tipo de canções produzidas pelo grupo se inserem no contexto das discussões hegemônicas em torno da música popular brasileira? Em articulação com essas questões, relacionadas a um espectro mais amplo das discussões em torno da música popular, outras indagações mais pontuais estabelecerão um

6 diálogo com as problemáticas acima elencadas: quem eram os integrantes do grupo Candeia e em quais referências os mesmos buscavam inspiração ao sintetizar as produções do grupo? Quais os espaços ocupados pelo grupo e qual sua relação com o público? O que o grupo produziu durante sua trajetória (espetáculos e discos)? Qual a estética dessa produção e como esta circulava nos espaços da cidade? Entre as referências historiográficas iniciais utilizadas para pensar a pesquisa, destaco o livro Metrópole em sinfonia: história, cultura e música na São Paulo dos anos 30 em que seu autor, José Geraldo Vinci de Moraes, mostra um panorama musical paulista num período em que a cidade se inseria na indústria cultural através do rádio e da nascente indústria fonográfica. A cultura musical popular é analisada através das modinhas, das rodas de choro, dos cordões de carnaval, do samba, e da música caipira para mostrar a multiplicidade paulistana como resultado de diversas condições históricas que ajudaram a moldar feições cosmopolitas e metropolitanas à da cidade de São Paulo (MORAES, 2000). Apesar do livro analisar as produções musicais sob uma perspectiva mais ampliada na capital paulista, o percurso teórico-metodológico utilizado pelo autor ajudará a relacionar e inserir a trajetória musical do Grupo Candeia nos diferentes espaços e práticas musicais teresinenses nos anos 1980, e suas relações com a cidade de Teresina, marcada pela multiplicidade das experiências musicais: Outro elemento que ajudou a forjar o universo musical popular de Teresina foi a recorrente associação da cidade por parte dos que a pensavam e faziam sua movimentação musical a um marasmo cultural que ironicamente reinventou e deu vida aos espaços da música popular teresinense através de artistas e músicos que buscando justamente responder a um estado de inércia, de um eterno vir a ser cultural que não se concretizava na cidade, se expressaram através de produções artísticos musicais as mais variadas, experimentando e produzindo a cidade por meio de regionalismos musicais urbanos, reapropriações tropicalistas, contestações poéticas juvenis e de ruidosas distorções de guitarras que ajudaram a moldar a feição da música popular da cidade de Teresina nos anos 1980 (MEDEIROS, 2013). Os trabalhos de Marcos Napolitano a respeito das relações entre História e Música, principalmente suas formulações sobre as tensões e os impasses que gestaram a sigla MPB nos anos 1960, período em que a mesma foi redimensionada no contexto das discussões em torno do engajamento artístico e de sua inserção na indústria cultural serão utilizados como importantes referências de pesquisa 3. Tais análises se debruçam sobre o engajamento na música como um meio para artistas e intelectuais popularizarem suas produções e como um 3 Entre os trabalhos deste historiador que abordam tal relação, podemos citar: NAPOLITANO, Marcos. História & Música. Belo Horizonte: Autêntica, 2005; NAPOLITANO, Marcos. Seguindo a canção: engajamento político e indústria cultural na MPB ( ). São Paulo: Versão Digital, Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/ / seguindo-a-cancao-digital>. Acesso em 13 set

7 instrumento de conscientização em torno das questões nacionais em tensão com as demandas do mercado para a indústria fonográfica brasileira foram elementos que gestaram a sigla MPB, mais como um emblema que carregava em si o debate cultural da época do que como um gênero estético bem delimitado. Assim define a MPB o historiador Marcos Napolitano: O caráter híbrido, aberto, provisório da ideia de música popular brasileira (com minúsculas) explica, em parte, por que a MPB (com maiúsculas), mais do que um gênero específico, é um guarda-chuva de vários gêneros, movimentos e estilos tão diferenciados que, mal parafraseando Cecília Meireles, todo mundo sabe o que é, mas ninguém consegue explicar. A MPB, portanto, defini-se mais como uma instituição sociocultural, depositária de uma tradição e de um conjunto de cânones estéticos e valores ideológicos (NAPOLITANO, 2007: 6). Estas análises permitirão pensar as produções do grupo Candeia também articuladas aos debates emergentes a partir da segunda metade do século XX em torno da música popular brasileira, e como suas práticas e produções os posicionaram em meio aos diferentes matizes estético-ideológicos abrigados nesse imenso guarda-chuva da MPB. Estes trabalhos são algumas das referências iniciais importantes para se pensar as relações entre História e Música, pois demonstram a viabilidade teórico-metodológica neste território de abordagem. Nesse [...] sentido, a produção musical se apresenta como um corpo documental particularmente instigante, já que por muito tempo constituiu um dos poucos documentos sobre certos setores relegados ao silêncio (MATOS, 2005: 29). Tais experiências de pesquisa me descortinaram horizontes para trilhar outros espaços da música popular brasileira para além das temáticas predominantes nas pesquisas sobre a canção popular no Brasil no século XX. Fazem parte delas por exemplo, o binômio samba/malandragem, na década de 1930, e o trinômio Bossa Nova/Tropicalismo/Festivais da Canção dos anos 50/60 (MORAES; SALIBA, 2010: 20). A reflexão por meio das indagações e objetivos acima elencados permitirá vislumbrar um dos vários possíveis da história da música popular brasileira, o intuito desta pesquisa. A história de um tempo através da trajetória de um grupo, suas canções e do universo cultural que o circunda. A canção popular como território ocupado pela oficina da História, segundo o historiador José Geraldo Vince de Moraes, apenas recentemente no Brasil, em meados da década de 1990, voltou seu olhar para a música de forma mais sistemática, ampliando seu horizonte historiográfico e corrigindo a relativa surdez dos historiadores em relação a esta temática (MORAES; SALIBA, 2010), que até então se restringia a abordagens tradicionalistas relacionadas à música erudita e que se voltavam ora aos grandes artistas, em análises biográficas; ora às obras e suas supostas universalidades ou as que beneficiavam as escolas e

8 seus estilos numa linearidade coerente e previsível. No tocante à canção popular, os espaços de análises se concentravam distantes das formulações acadêmicas e realizadas em sua grande maioria por jornalistas e críticos musicais (MORAES, 2000). Essa pesquisa se vincula neste horizonte aberto recentemente no meio historiográfico em torno da música popular urbana, buscando enveredar por este território ainda pouco explorado na historiografia piauiense. Algumas poucas monografias de conclusão de curso foram realizadas 4 sobre o tema. Outros trabalhos que discutem as relações entre História e Música também foram realizados no programa de pós-graduação da Universidade Federal do Piauí, mas em apenas um deles a música se relaciona com Teresina 5. Daí a importância que imputo a esta pesquisa como uma contribuição em torno de reflexões iniciais sobre a canção popular brasileira feita na capital piauiense a partir do olhar da história e que ajudem a revelar por meio de análises a ela direcionadas, outros tempos e outros espaços da realidade urbana brasileira pelo olhar da cultura e de suas práticas artísticas. A canção popular urbana é uma produção da cidade não restrita, entretanto, aos seus limites. Carrega em si uma dupla natureza indissociável: linguagem falada e linguagem sonora (NAPOLITANO, 2005). Palavra e música. É popular no sentido em que pode ser realizada tanto por quem domina ou não as técnicas racionalizadas dessas duas linguagens. É ela quem está mais diretamente ligada ao cotidiano das pessoas através dos rádios, TVs e diversos aparelhos tecnológicos que possibilitam a escuta de canções: Entre as inúmeras formas musicais, a canção popular (verso e música), nas suas diversas variantes, certamente é a que mais embala e acompanha as diferentes experiências humanas. E provavelmente [...] ela está muito mais próxima dos setores menos escolarizados (como criador e receptor), que a maneja de modo informal (pois como a maioria de nós, também é um analfabeto do código musical) e cria uma sonorização muito própria e especial que acompanha sua trajetória e experiências (MORAES, 2000: 204). 4 Entre os trabalhos encontrados citamos: RODRIGUES, Jeany da Conceição de Maria. No tempo dos festivais: história e música no Piauí ( ). Teresina Monografia (Licenciatura Plena em História) - Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Federal do Piauí, Teresina; VASCONCELOS JUNIOR, Francisco das Chagas Paiva de. A emergência da música popular em Teresina ( ). Teresina Monografia (Especialização em História) Faculdades Integradas de Jacarepaguá, polo Teresina; ROCHA, Pedro Cesário da. História e Música: a memória da música na cidade de Picos. Teresina Monografia (Licenciatura Plena em História) Universidade Federal do Piauí, Picos. 5 Entre os trabalhos cito um que se relaciona ao cantor e compositor Raul Seixas e o outro que se concentra nas relações entre música popular e consumo em Teresina. São eles, respectivamente: NERY, Emília Saraiva. Devires da música popular brasileira: as aventuras de Raul Seixas e as tensões culturais no Brasil dos anos Dissertação (Mestrado em História do Brasil) Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Federal do Piauí, Teresina; COSTA, Fernando Muratori. Seu gosto na berlinda: Um estudo do consumo musical nos anos Dissertação (Mestrado em História do Brasi) Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Federal do Piauí, Teresina.

9 Trabalharei a partir desta concepção sobre a música ou canção popular onde os dois termos são aqui entendidos no mesmo sentido uma vez que as músicas que serão utilizadas como fonte de pesquisa se inserem nesse tipo de construção musical, ou seja, composições que buscaram colocar-se enquanto formas estéticas a serem apreciadas em meio às disposições socioculturais mediadas pelo mercado, onde outros fatores entram em jogo em suas análises, para além de suas concepções ligadas estritamente à linguagem musical, ou como reflete o historiador Marcos Napolitano: A música popular, sobretudo na sua manifestação específica que é a canção registrada em fonograma, não se define unicamente pelos seus atributos estruturais melódico-harmônico pensados como propriedades internas definidoras de formas e gêneros. A rigor, a forma privilegiada da música popular é a canção, tal como consagrada pela indústria do disco (NAPOLOITANO, 2007: 155). Assim como a história, a música popular é múltipla possuindo gêneros, temas variados e possibilidades de consumo. Música para dançar e esquecer a morte. Música para pensar a vida. Música para rir, se engajar, incitar o ódio e amar. Ela é uma experiência individual submersa no coletivo. A música, como todas as artes, nos leva a uma reflexão interior que está sempre imersa dentro do contexto de uma coletividade historicamente constituída (HALBWACHS, 2006). A música fala ao mesmo tempo ao horizonte da sociedade e ao vértice subjetivo de cada um (WISNICK, 2009: 13), reflete o musicólogo José Miguel Wisnick. Em meio a essas nuances diferenciadas de possibilidades de abordagens históricas no território da música, o historiador Arnaldo Contier diz que: Os sentidos enigmáticos e polissêmicos dos signos musicais favorecem diversos tipos de escutas ou interpretações verbalizadas, ou não de um público ou de intelectuais envolvidos pelos valores culturais e mentais, altamente matizados e aceitos por uma comunidade ou sociedade. A partir dessas concepções, a execução de uma mesma peça musical pode provocar múltiplas escutas (conflitantes ou não) nos decodificadores de sua mensagem, pertencentes às mais diversas sociedades, de acordo com uma perspectiva sincrônica ou diacrônica do tempo histórico (CONTIER, 1991: 151). A partir dessa reflexão, Contier aponta para duas direções em que se podem concentrar as análises musicais: a primeira se direciona para as formas e para a linguagem musical e a segunda se dirige sobre o quê a música pode revelar de algumas condições socioculturais de seu tempo. Minha perspectiva de pesquisa se concentrará no segundo tipo de abordagem analítica ao buscar privilegiar o estudo da trajetória do Grupo Candeia por meio de sua circulação e produção artística dos espaços da música popular brasileira; de seus prováveis diálogos, tensões e dinâmicas relacionais possivelmente possibilitados entre intérpretes,

10 compositores, músicos e intelectuais que pensavam música popular em Teresina nos anos 1980 a partir dos debates travados entre tendências estéticas regionalistas, nacionalistas e cosmopolitas; de como o grupo se inseria dentro de uma vertente musical que podemos classificar como regionalista, pois suas produções mesclavam referências rurais e urbanas do nordeste nas suas canções e de como o grupo se inseriu dentro das discussões em âmbito nacional; e de como o grupo se relacionou com poderes institucionais como um representante da nordestinidade piauiense. Tal escolha se faz no sentido de refletir sobre um vazio historiográfico relacionado à intensa produção musical popular teresinense em sua história recente, cujas pesquisas de fôlego ainda necessitam ser realizadas, afim de que, e aqui utilizarei uma metáfora musical, outras notas musicais brasileiras possam compor os acordes de nossa música popular. Oferecer mais uma vereda alternativa de análise sobre a canção popular urbana no Brasil pela trajetória de um grupo musical que mesmo se vinculando aos referenciais do folclore popular, não se furtou de dialogar com as modernidades urbanas, produzindo uma música regional de caráter cosmopolita que atravessou as identidades cristalizadas sobre o espaço nordestino brasileiro, baseado numa pseudo-unidade cultural, geográfica e étnica (ALBUQUERQUE JÚNIOR, 2001: 23), é o que julgo, enfim, justificar a realização desta proposta de pesquisa. BIBLIOGRAFIA E FONTES CITADAS Fontes ADORNO, Theodor. Indústria cultural o Iluminismo como mistificação das massas. In:. Indústria cultural e sociedade. São Paulo: Paz e Terra, ALEXANDRE, Ricardo. Dias de luta: o rock e o Brasil dos anos 80. São Paulo: DBA Artes Gráficas, CERTEAU, Michel. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis, RJ: Vozes, CONTIER, Arnaldo Daraya. Música no Brasil: História e Interdisciplinariedade Algumas Interpretações ( ). In: Simpósio da Associação Nacional dos professores de história, 1991, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro, p COSTA, Fernando Muratori. Seu gosto na berlinda: Um estudo do consumo musical nos anos Dissertação (Mestrado em História do Brasi) Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Federal do Piauí, Teresina. DAPIEVE, Arthur. Brock: o rock brasileiro dos anos ed. Rio de Janeiro: Ed.34, 2005.

11 DIAS, Janette. Candeia, uma luz na música piauiense. Cadernos de Teresina, Teresina, n.2, p. 26, GRUPO CANDEIA. Suíte de terreiro. Rio de Janeiro. p disco sonoro. HALBWACHS, Maurice. A memória Coletiva entre os músicos. In: A Memória Coletiva. São Paulo: Centauro, 2006, p MATOS, Maria Izilda. Dolores Duran: experiências boêmias em Copacabana nos anos 50. 2ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, MEDEIROS, Hermano. Outros espaços da música popular brasileira: pluralidade musical na Teresina dos anos In: XXVII Simpósio Nacional de História, 2013, Natal. SHOW Catavento: musical. Jornal O Dia, Teresina, 10 jun MORAES, José Geraldo Vince de. História e música: canção popular e conhecimento histórico. In: Revista Brasileira de História, São Paulo, v.20, n.20, p , mar Metrópole em sinfonia: História, cultura e música popular em São Paulo nos anos 30. São Paulo: Estação Liberdade, ; SALIBA, Elias Thomé. O historiador, o luthier e a música. In: MORAES, José Geraldo Vince de; SALIBA, Elias Thomé (Orgs). História e Música no Brasil. São Paulo: Alameda, NAPOLITANO, Marcos. A síncope das ideias: a questão da tradição na música popular brasileira. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, História & Música. Belo Horizonte: Autêntica, História e música popular: um mapa de leitura e questões. Revista de História, São Paulo, n.157, p , Seguindo a canção: engajamento político e indústria cultural na MPB ( ). São Paulo: Versão Digital, Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/ / seguindo-a-cancao-digital>. Acesso em 13 set NERY, Emília Saraiva. Devires da música popular brasileira: as aventuras de Raul Seixas e as tensões culturais no Brasil dos anos Dissertação (Mestrado em História do Brasil) Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Federal do Piauí, Teresina. ROCHA, Pedro Cesário da. História e Música: a memória da música na cidade de Picos. Teresina Monografia (Licenciatura Plena em História) Universidade Federal do Piauí, Picos.

Currículo Referência em Música Ensino Médio

Currículo Referência em Música Ensino Médio Currículo Referência em Música Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

PROVA ESCRITA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. PRIMEIRA PARTE - QUESTÕES DISCURSIVAS (70 pontos)

PROVA ESCRITA DE EDUCAÇÃO MUSICAL. PRIMEIRA PARTE - QUESTÕES DISCURSIVAS (70 pontos) COLÉGIO PEDRO II DIRETORIA GERAL SECRETARIA DE ENSINO CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO = 2002 = PRIMEIRA PARTE - QUESTÕES DISCURSIVAS (70 pontos) 1) Escreva uma notação rítmica

Leia mais

de 20, à criação do samba no Rio de Janeiro ou ao cinema novo. Ao mesmo tempo procurei levar em conta as aceleradas transformações que ocorriam nesta

de 20, à criação do samba no Rio de Janeiro ou ao cinema novo. Ao mesmo tempo procurei levar em conta as aceleradas transformações que ocorriam nesta 5 Conclusão A década de 70 foi com certeza um período de grande efervescência para a cultura brasileira e em especial para a música popular. Apesar de ser muito difícil mensurar a constituição de um termo

Leia mais

MÚSICA POPULAR BRASILEIRA E O ENSINO DE FLAUTA DOCE

MÚSICA POPULAR BRASILEIRA E O ENSINO DE FLAUTA DOCE 51 MÚSICA POPULAR BRASILEIRA E O ENSINO DE FLAUTA DOCE Prof a. Dr a. Ana Paula Peters UNESPAR/EMBAP anapaula.peters@gmail.com Para comentar a relação que estabeleço entre música popular brasileira e o

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II

EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II EDUCAÇÃO MUSICAL MATERNAL II Músicas infantis. Danças, músicas e personagens folclóricos. Conhecer textos e melodias folclóricos; Entoar músicas do folclore brasileiro; Dançar músicas folclóricas; Imitar

Leia mais

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br

QUEM É ALICE CAYMMI? >> www.alicecaymmi.com.br QUEM É ALICE CAYMMI? A cantora e compositora carioca Alice Caymmi nasceu no dia 17 de março de 1990, na cidade do Rio de Janeiro. Neta de Dorival Caymmi, a musicista compõe desde os dez anos e começou

Leia mais

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento FLADEM 2011 Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento Sandra Mara da Cunha e Claudia Maradei Freixedas Breve introdução A experiência

Leia mais

Arquitetura e Urbanismo

Arquitetura e Urbanismo Arquitetura e Urbanismo Arquitetura e Urbanismo CARREIRA EM ARQUITETURA E URBANISMO Os arquitetos recebem uma formação geral que lhes permite trabalhar em diversos campos: em projetos de construções, de

Leia mais

www.portaledumusicalcp2.mus.br

www.portaledumusicalcp2.mus.br Apostila de Educação Musical 1ª Série Ensino Médio www.portaledumusicalcp2.mus.br O QUE É MÚSICA? A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) constituise basicamente de uma sucessão

Leia mais

virgínia rosa geraldo flach

virgínia rosa geraldo flach virgínia rosa geraldo flach virgínia rosa geraldo flach O gaúcho Geraldo e a paulista Virgínia se apresentaram juntos pela primeira vez na série Piano e Voz, da UFRGS. Quando tocou em São Paulo, no Supremo

Leia mais

Marcos de Aprendizagem Música. Eixo Competência Conteúdos Habilidades

Marcos de Aprendizagem Música. Eixo Competência Conteúdos Habilidades Apreciação e Percepção Musical Alcance progressivo do desenvolvimento auditivo musical, rítmico, melódico, harmônico e tímbrico e a memória musical nos processos de apreciação e percepção. Som e suas propriedades

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

da PUC São Paulo. Entre suas obras destacam-se Melodia e Sintonia: o masculino, o

da PUC São Paulo. Entre suas obras destacam-se Melodia e Sintonia: o masculino, o Resenha - Dolores Duran: experiências boêmias em Copacabana nos anos 50 Cintia Rufino Franco da Silva A obra é um desdobramento de um trabalho desenvolvido pela autora em parceria com o professor doutor

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR LUIZ GONZAGA TEMA-LUIZ GONZAGA: A VIDA DE UM VIAJANTE-TOCANDO, CANTANDO E DANÇANDO O GONZAGÃO.

PROJETO INTERDISCIPLINAR LUIZ GONZAGA TEMA-LUIZ GONZAGA: A VIDA DE UM VIAJANTE-TOCANDO, CANTANDO E DANÇANDO O GONZAGÃO. PROJETO INTERDISCIPLINAR LUIZ GONZAGA 2012 TEMA-LUIZ GONZAGA: A VIDA DE UM VIAJANTE-TOCANDO, CANTANDO E DANÇANDO O GONZAGÃO. POR QUE TRABALHAR LUIZ GONZAGA? Luiz Gonzaga é um mestre da música. Foi ele

Leia mais

MILTON JOERI FERNANDES DUARTE

MILTON JOERI FERNANDES DUARTE MILTON JOERI FERNANDES DUARTE * A MÚSICA E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO HISTÓRICO EM AULA As representações históricas construídas pelos alunos, incentivadas pela música, podem ajudar na construção do

Leia mais

Antes que me esqueçam, meu nome é Edy Star

Antes que me esqueçam, meu nome é Edy Star Antes que me esqueçam, meu nome é Edy Star O documentário aborda a trajetória artística de Edvaldo Souza, o Edy Star, cantor, ator, dançarino, produtor teatral e artista plástico baiano. Edy iniciou a

Leia mais

MPB ou música popular brasileira?

MPB ou música popular brasileira? junho/01 8 o e 9 o anos MPB ou música popular brasileira? A expressão música popular brasileira se refere aos estilos musicais criados no Brasil, por compositores e cantores brasileiros, em língua portuguesa,

Leia mais

Plano de Patrocínio LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO A CULTURA

Plano de Patrocínio LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO A CULTURA Plano de Patrocínio LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO A CULTURA ROSA ARMORIAL PROCESSO: 112.504/11 C.E: 032/12 Patrocinadores Há uma obsessão com a idéia de que a única maneira de descrever o mundo seja através

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

Release do Espetáculo

Release do Espetáculo Forró Floreado Release do Espetáculo O espetáculo Forró Floreado, do Trio Sinhá Flor, tem uma proposta estética bem definida: apresentar ao público o gênero forró sob uma perspectiva feminina. Essa proposta

Leia mais

OUTROS ESPAÇOS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA: PLURALIDADE MUSICAL NA TERESINA DOS ANOS 1980

OUTROS ESPAÇOS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA: PLURALIDADE MUSICAL NA TERESINA DOS ANOS 1980 OUTROS ESPAÇOS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA: PLURALIDADE MUSICAL NA TERESINA DOS ANOS 1980 HERMANO CARVALHO MEDEIROS * Em trabalho feito sobre a cidade de São Paulo o historiador José Geraldo Vince de

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

Processo criativo musical: o modalismo como ferramenta de ensino-aprendizagem na linguagem musical

Processo criativo musical: o modalismo como ferramenta de ensino-aprendizagem na linguagem musical Processo criativo musical: o modalismo como ferramenta de ensino-aprendizagem na linguagem musical Rejane de Melo e Cunha e Silva rejane@rubi.mus.br Resumo: Este resumo é um relato de experiência que tem

Leia mais

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

ANTONIO LOUREIRO. www.boranda.com.br/antonioloureiro

ANTONIO LOUREIRO. www.boranda.com.br/antonioloureiro ANTONIO LOUREIRO www.boranda.com.br/antonioloureiro O compositor e multi-instrumentista Antonio Loureiro chega ao segundo álbum solo apostando na liberdade do improviso e defendendo uma criação musical

Leia mais

Resumo da Proposta Cultural:

Resumo da Proposta Cultural: Resumo da Proposta Cultural: Durante o ano letivo de 2014 entre os meses de Fevereiro à Novembro, o projeto "MBE - Música Brasileira na Escola" têm como objetivo principal a realização de apresentações

Leia mais

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h.

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programação Geral Música Regional Brasileira A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programa destinado a divulgar a música típica das regiões do Brasil. Toca os grandes mestres da música nordestina e mostra

Leia mais

CLICABRASÍLIA.COM.BR (DF) NOTÍCIAS 3/12/2012 15:01:00 Hermeto Pascoal e Aline Morena lançam cd "Bodas de Latão" na Caixa Cultural

CLICABRASÍLIA.COM.BR (DF) NOTÍCIAS 3/12/2012 15:01:00 Hermeto Pascoal e Aline Morena lançam cd Bodas de Latão na Caixa Cultural CLICABRASÍLIA.COM.BR (DF) NOTÍCIAS 3/12/2012 15:01:00 Hermeto Pascoal e Aline Morena lançam cd "Bodas de Latão" na Caixa Cultural A Caixa Cultural Brasília apresenta, nos dias 10 e 11 de dezembro às 20h,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º MU096- CANTO 1A OBRIG 0 60 60 2.0 Fórmula: MU055 MU055- PERCEPCAO RITMICA MU271- CANTO CORAL 1 OBRIG 0 30 30 1.0 Fórmula: MU096 MU096- CANTO 1A PRÁTICA DA POLIFONIA VOCAL A DUAS E TRÊS VOZES.

Leia mais

Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS

Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS Reciclando Sonhos: o Teatro em Comunidades no Contexto das ONGS Lia Alarcon Lima Programa de Pós-Graduação em Teatro UDESC Mestranda Teatro Or. Profª Dra. Márcia Pompeo Nogueira Resumo: A pesquisa aqui

Leia mais

Os instrumentos musicais e seus naipes na idade pré-escolar: Um estudo teórico-prático.

Os instrumentos musicais e seus naipes na idade pré-escolar: Um estudo teórico-prático. Os instrumentos musicais e seus naipes na idade pré-escolar: Um estudo teórico-prático. Mírian Regina Braga Misquiatti. Prefeitura Municipal de Bauru. mquiatti@gmail.com Roberto Vergílio Soares. Prefeitura

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

ACERVO A. TITO FILHO:

ACERVO A. TITO FILHO: ACERVO A. TITO FILHO: PROPOSTAS PARA UMA PESQUISA NA INTERNET Jordan Bruno Oliveira Ferreira * A pesquisa sobre a obra de A. Tito Filho 1 começou como projeto do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação

Leia mais

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA INTENÇÃO: LEVANTAR HIPÓTESES SOBRE A AUTORA, SOBRE O LIVRO, INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO Para o professor Ou isto

Leia mais

O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA

O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA 1 O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA José Ozildo dos SANTOS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba Rosélia Maria de Sousa SANTOS Instituto Federal de Educação,

Leia mais

Numa recente e longa entrevista concedida para a rede de emissoras rádio via satélite AMERICAN SAT, o cantor PAULINHO BOCA lembrou dos fatos mais

Numa recente e longa entrevista concedida para a rede de emissoras rádio via satélite AMERICAN SAT, o cantor PAULINHO BOCA lembrou dos fatos mais Numa recente e longa entrevista concedida para a rede de emissoras rádio via satélite AMERICAN SAT, o cantor PAULINHO BOCA lembrou dos fatos mais importantes que marcaram a trajetória da MPB nos últimos

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

CONSERVATÓRIO MUSICAL BEETHOVEN www.beethoven.art.br beethoven@beethoven.art.br

CONSERVATÓRIO MUSICAL BEETHOVEN www.beethoven.art.br beethoven@beethoven.art.br Curso de Capacitação em Música para Professores do Ensino Médio, Fundamental 03 horas / semanais e Musicalização Infantil ( com base no PCN Artes ) VAGAS LIMITADAS FAÇA SUA PRÉ-RESERVA 10 meses ( inicio

Leia mais

GESTÃO DE CARREIRAS AUTOPRODUÇÃO MUSICAL MUSICAL

GESTÃO DE CARREIRAS AUTOPRODUÇÃO MUSICAL MUSICAL GESTÃO DE CARREIRAS OBJETIVOS E JUSTIFICATIVA Este curso tem como objetivo debater sobre as novas formas de produção cultural dentro da música brasileira, mas fundamentalmente capacitar artistas e produtores

Leia mais

FORMAÇÃO CULTURAL: ESTUDO SOBRE A BOSSA NOVA COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1

FORMAÇÃO CULTURAL: ESTUDO SOBRE A BOSSA NOVA COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 FORMAÇÃO CULTURAL: ESTUDO SOBRE A BOSSA NOVA COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 SANTOS, D. C. C. 2 Relato de Experiência GT: Diálogos Abertos sobre a Educação Básica RESUMO O presente relato de experiência,

Leia mais

9º Simposio de Ensino de Graduação EDUCAÇÃO MUSICAL - MÚSICA LICENCIATURA NA UNIMEP

9º Simposio de Ensino de Graduação EDUCAÇÃO MUSICAL - MÚSICA LICENCIATURA NA UNIMEP 9º Simposio de Ensino de Graduação EDUCAÇÃO MUSICAL - MÚSICA LICENCIATURA NA UNIMEP Autor(es) JOANICE VICENTE CASEMIRO Co-Autor(es) DANIELLE DE LIMA MARQUES ANA PAULA MORETTI MARTINS FELIPE VECCHINI FERNANDO

Leia mais

PROGRAMA QUALIDADE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA MÚSICA VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO ABRIL

PROGRAMA QUALIDADE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA MÚSICA VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO ABRIL 1 PROGRAMA QUALIDADE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA MÚSICA VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO ABRIL 2015 ROTEIRO 2 1. O que é Música 2. Para fazer música na creche é preciso: 3. O que devemos evitar 4. Qualidades

Leia mais

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado.

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Projeto: Música na Escola O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Justificativa De acordo com as diretrizes curriculares, o som é a matériaprima da música;

Leia mais

O ROCK COMO CONTEÚDO NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA DE PONTA GROSSA - PARANÁ

O ROCK COMO CONTEÚDO NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA DE PONTA GROSSA - PARANÁ O ROCK COMO CONTEÚDO NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA DE PONTA GROSSA - PARANÁ Palavras-chave: Música, Educação, Rock. Resumo: Lucas Lino Fogaça 1 O presente trabalho parte da obrigatoriedade do ensino de

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01 DO EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 02/2014

EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01 DO EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 02/2014 EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01 DO EDITAL DE ABERTURA DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 02/2014 O Prefeito em Exercício do Município de Lucas do Rio Verde e a Presidente da Comissão Examinadora do Processo

Leia mais

DIVERSAMENTE. Projeto de gravação de cd, aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura

DIVERSAMENTE. Projeto de gravação de cd, aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura DIVERSAMENTE Projeto de gravação de cd, aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura SOBRE O AUTOR: Paulo Lobão, cantor e compositor, nasceu na cidade de Belo Horizonte, iniciou os seus estudos musicais

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

CABEÇA-DE-VENTO Show Musical de Bia Bedran

CABEÇA-DE-VENTO Show Musical de Bia Bedran CABEÇA-DE-VENTO Show Musical de Bia Bedran Cabeça de Vento faz um passeio pelo universo sonoro criado por Bia, numa linguagem cênica que contempla a literatura, a poesia e a ludicidade de seu jeito singular

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

letra de música e poesia CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz

letra de música e poesia CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz letra de música e poesia CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz SINOPSE geral da série Chico, 6 anos, adora passar as tardes na estamparia de fundo de quintal do seu avô. Nela, Vô Manu construiu

Leia mais

Projeto Recreio Musical

Projeto Recreio Musical Colégio Marista de Colatina Apresenta Projeto Recreio Musical Uma viagem educativa pelo universo da música Ano 2015 O Projeto Recreio Musical, em sua segunda edição no Colégio Marista de Colatina, abre

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL: RELATOS DA EXPERIÊNCIA DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS

EDUCAÇÃO MUSICAL: RELATOS DA EXPERIÊNCIA DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS EDUCAÇÃO MUSICAL: RELATOS DA EXPERIÊNCIA DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS RESUMO: O presente trabalho surgiu da reflexão realizada no trabalho de conclusão de curso TCC e constitui-se num

Leia mais

450 ano da Música no Rio de Janeiro na Sala de Aula

450 ano da Música no Rio de Janeiro na Sala de Aula 450 ano da Música no Rio de Janeiro na Sala de Aula Caderno do professor Criado a partir da Cartilha Piano Brasil VII do maestro Ricardo Prado (gentilmente cedida por Cíntia Pereira-Delphos Produções www.delphosproducoes.com)

Leia mais

Mapa Musical da Bahia 2014 FAQ

Mapa Musical da Bahia 2014 FAQ Mapa Musical da Bahia 2014 FAQ 1. O que é o Mapa Musical da Bahia? O Mapa Musical da Bahia é uma ação da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) para mapear, reconhecer e promover a difusão da música

Leia mais

PROJETO FAZENDO ARTE ESPÍRITA

PROJETO FAZENDO ARTE ESPÍRITA 1. IDENTIFICAÇÃO PROJETO FAZENDO ARTE ESPÍRITA Elaborado pelos jovens, participantes da COJEDF de 2004 Executante: Diretoria de Infância e Juventude/DIJ da Federação Espírita do Distrito Federal/FEDF Previsão

Leia mais

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário).

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário). CURSOS DE MÚSICA DO SESC (2º Semestre) MODALIDADE INICIANTE 1) VIOLÃO POPULAR Este curso está direcionado ao estudo da música popular com acompanhamento harmônico. Serão praticadas canções do repertório

Leia mais

1º FEMASF FESTIVAL DE MUSICA DA ASSOCIAÇÃO SABESP - FRANCA

1º FEMASF FESTIVAL DE MUSICA DA ASSOCIAÇÃO SABESP - FRANCA Regulamento TÍTULO 1 - DA PROMOÇÃO: O 1 FEMASF FESTIVAL DE MUSICA DA ASSOCIAÇÃO SABESP -, promovido pela ASSOCIAÇÃO SABESP Departamento de Franca, através de sua diretoria Cultural, terá apenas uma categoria,

Leia mais

TEMAS PARA BANCAS DE PSS ÁREA DE MÚSICA TODOS OS PROFESSORES DEVERÃO APRESENTAR O PLANO DE AULA PROCESSO SELETIVO

TEMAS PARA BANCAS DE PSS ÁREA DE MÚSICA TODOS OS PROFESSORES DEVERÃO APRESENTAR O PLANO DE AULA PROCESSO SELETIVO TEMAS PARA BANCAS DE PSS ÁREA DE MÚSICA TODOS OS PROFESSORES DEVERÃO APRESENTAR O PLANO DE AULA PROCESSO SELETIVO Componente Curricular OBOÉ FAGOTE FLAUTA TRANSVERSAL Temas respiração, aplicados ao ensino

Leia mais

A intervenção da educação musical no processo de reabilitação do deficiente visual 1

A intervenção da educação musical no processo de reabilitação do deficiente visual 1 A intervenção da educação musical no processo de reabilitação do deficiente visual 1 Paulo Roberto de Oliveira Coutinho Universidade Federal do Rio de janeiro Paulobass2000@yahoo.com.br Resumo: O foco

Leia mais

2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas

2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas 1. O Passado das ciências (Integração). O papel das Ciências Humanas? 2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas Contexto

Leia mais

de Violão - Conteúdo Da informalidade às academias Superando distâncias Tocar de ouvido ou ler partitura? Mestres e métodos consagrados

de Violão - Conteúdo Da informalidade às academias Superando distâncias Tocar de ouvido ou ler partitura? Mestres e métodos consagrados Da informalidade às academias Superando distâncias Tocar de ouvido ou ler partitura? Mestres e métodos consagrados Primeiros nomes importantes Nomes importantes no Brasil Abordagens didáticas (Internet,

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro

Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro Fundação das Artes Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro Inscrições Abertas Turmas 2013 Primeiro Semestre Cursos Livres e Técnicos A Fundação das Artes é uma Escola de Artes

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão.

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão. A MÚSICA NA SOCIALIZAÇÃO DAS MENINAS DE SINHÁ GIL, Thais Nogueira UFMG thaisgil@terra.com.br GT: Movimentos Sociais e Educação / n.03 Agência Financiadora: CAPES O que acontece quando os sujeitos excluídos

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

Interferência de diferentes procedimentos harmônicos na improvisação do choro e configurações identitárias: década de 20 ao Tempo Presente

Interferência de diferentes procedimentos harmônicos na improvisação do choro e configurações identitárias: década de 20 ao Tempo Presente 1 Interferência de diferentes procedimentos harmônicos na improvisação do choro e configurações identitárias: década de 20 ao Tempo Presente Everton Luiz Loredo de MATOS UFG tonzeramusic@hotmail.com Magda

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes

Universidade Estadual de Maringá Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes R E S O L U Ç Ã O N.º 090/2009 CI / CCH CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, neste Centro, no dia 10/12/2009. João Carlos Zanin, Secretário Aprova o projeto pedagógico

Leia mais

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) 1 INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) Curso: Música, Bacharelado - Habilitação em Composição Campus: Cuiabá Docente da habilitação: Prof. Dr. Roberto Pinto Victorio Ato interno de criação

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

ACORDES NA CIDADE: Música Popular em Teresina nos anos 1980

ACORDES NA CIDADE: Música Popular em Teresina nos anos 1980 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO PRPG CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS CCHL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DO BRASIL PPGHB HERMANO CARVALHO MEDEIROS ACORDES NA

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS SOBRE A DANÇA NO ENSINO MÉDIO

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS SOBRE A DANÇA NO ENSINO MÉDIO REFLEXÕES PEDAGÓGICAS SOBRE A DANÇA NO ENSINO MÉDIO Izabele Trindade Caldas (CALDAS I. T.) e Elaine Melo de Brito Costa (COSTA E. M. DE B.). Departamento de Educação Física Universidade Estadual da Paraíba

Leia mais

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas Disciplina Prática de Ensino Ano letivo 2011 Série 3ª Carga Horária 72 H/aula Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Assim como curadores

Leia mais

Marila Cristine Sales Marques marila.marques@gmail.com Vinícius Batista Marques vinnymusica@hotmail.com Universidade Federal da Bahia

Marila Cristine Sales Marques marila.marques@gmail.com Vinícius Batista Marques vinnymusica@hotmail.com Universidade Federal da Bahia 1 Momentos Brasileiros : Recital realizado com turmas do IMIT (Iniciação Musical com Introdução a Instrumentos de Tecla) na universidade Federal da Bahia Marila Cristine Sales Marques marila.marques@gmail.com

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

A FLAUTA DOCE E A MUSICALIZAÇÃO COMO UM DOS RECURSOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NAS ESCOLAS

A FLAUTA DOCE E A MUSICALIZAÇÃO COMO UM DOS RECURSOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NAS ESCOLAS A FLAUTA DOCE E A MUSICALIZAÇÃO COMO UM DOS RECURSOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NAS ESCOLAS 57 Mirtes Antunes Locatelli Strapazzon CBAJ 1 mirtes@belasartesjoinville.com.br Resumo: A importância da

Leia mais

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

Candonguêro de São João

Candonguêro de São João 1 Candonguêro de São João Candonguêro de São João é um show que visa rememorar a tradição cultural das festas juninas e dos padroeiros dos Arraiás : Santo Antônio, São João e São Pedro. Existe na memória

Leia mais

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra!

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra! ROTEIRO DE ESTUDOS DE LITERATURA PARA A 3ª ETAPA 2ª SÉRIE Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ ESCOLA DE APLICAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 107/2015, DE 24 DE MARÇO DE 2015.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ ESCOLA DE APLICAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 107/2015, DE 24 DE MARÇO DE 2015. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ ESCOLA DE APLICAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 107/2015, DE 24 DE MARÇO DE 2015. Ementa: Regulamenta a realização de Concurso Público de Provas e Títulos para o Ingresso de Docentes Efetivos

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

10 Educação Musical: planejamento e atividades Conteúdo

10 Educação Musical: planejamento e atividades Conteúdo Planejamento de atividades lúdicas em Educação Musical Planejamento de atividades em Educação Musical Criando estratégias de ensino e aprendizagem musical Questões para pensar estratégias de ensino e aprendizagem

Leia mais

MOMENTOS MUSICAIS: A EXPERIÊNCIA COMO PROFESSORA EM FORMAÇÃO NO PROJETO MUSICALIZAÇÃO INFANTIL DA UFPB

MOMENTOS MUSICAIS: A EXPERIÊNCIA COMO PROFESSORA EM FORMAÇÃO NO PROJETO MUSICALIZAÇÃO INFANTIL DA UFPB MOMENTOS MUSICAIS: A EXPERIÊNCIA COMO PROFESSORA EM FORMAÇÃO NO PROJETO MUSICALIZAÇÃO INFANTIL DA UFPB SILVA 1, Ana Karenina Ferreira da Centro de Comunicação, Turismo e Artes/ Departamento de Educação

Leia mais

PROJETO VERSOS COLORIDOS ONDE ESTÁ A POESIA?

PROJETO VERSOS COLORIDOS ONDE ESTÁ A POESIA? PROJETO VERSOS COLORIDOS ONDE ESTÁ A POESIA? TEREZINHA BASTOS (SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE CAXIAS-MA). Resumo VERSOS COLORIDOS ONDE ESTÁ A POESIA? é um projeto de incentivo à leitura e à escrita

Leia mais

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2 A CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A DANÇA, JOGOS E BRINCADEIRAS NO CONTEXTO ESCOLAR Experiência teórica e prática por meio de um projeto extensionista Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya

Leia mais

Projeto Iniciação Musical no Jardim de Infância

Projeto Iniciação Musical no Jardim de Infância Projeto Iniciação Musical no Jardim de Infância ( ) o movimento, o cantar e o tocar se tornam um todo ( ) Com base na espontaneidade dos jogos musicais e corporais das crianças, que têm, na sua base razões

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

CANÇÃO POPULAR E ENSINO DE HISTÓRIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS

CANÇÃO POPULAR E ENSINO DE HISTÓRIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS CANÇÃO POPULAR E ENSINO DE HISTÓRIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS Jandynéa de Paula C. Gomes Licenciada em História pela UFPB Palavras-chave: Ensino de História; Canção popular; Análise historiográfica. As

Leia mais

RELATÓRIO FINAL. Modalidades de prática musical na Oficina

RELATÓRIO FINAL. Modalidades de prática musical na Oficina UMA FESTA AGITADA: relato de projeto de composição em Oficina de Música para crianças Viviane Beineke 1, Juliana Sens 2, Rosecler Luisa Reckziegel 3 Palavras-chave: composição musical; oficina de música;

Leia mais

RAPHAEL SANTA CRUZ O mágico-

RAPHAEL SANTA CRUZ O mágico- RAPHASANTACRUZ RAPHAEL SANTA CRUZ O mágico- Natural de Caruaru, Pernambuco, Raphael Santa Cruz, atua profissionalmente há dez anos. Em 2008, organizou no SESC Caruaru, o MAGIFEST, evento com palestras,

Leia mais

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim 1 Reflexão A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação Aluna: Ana Isabel Araújo Olim As escolas, ao longo do ano letivo, trabalham várias temáticas sociais. O infantário Donamina, para

Leia mais

O som no cinema brasileiro: uma estética em negativo

O som no cinema brasileiro: uma estética em negativo O som no cinema brasileiro: uma estética em negativo Rodrigo Carreiro 1 Quando observamos em paralelo a evolução histórica, técnica e estética do uso do som no cinema brasileiro e em grandes produções

Leia mais

A AULA DE CANTO EM UM PROJETO SOCIAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

A AULA DE CANTO EM UM PROJETO SOCIAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 A AULA DE CANTO EM UM PROJETO SOCIAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Ruth de Sousa Ferreira Silva 1 rutssilva@hotmail.com UnB Tutora à distância Curso de Licenciatura em Música Resumo Este relato de experiência

Leia mais

Planificação MÚSICA TIMORENSE NO 2.º CICLO: APRENDIZAGENS ARTÍSTICAS E CULTURAIS

Planificação MÚSICA TIMORENSE NO 2.º CICLO: APRENDIZAGENS ARTÍSTICAS E CULTURAIS MÚSICA TIMORENSE NO 2.º CICLO: APRENDIZAGENS ARTÍSTICAS E CULTURAIS Sessão n.º 1 1- Apresentação do projeto: objectivos e finalidades; 2- Apresentação dos objetivos e finalidades; 3- Música Timorense (He-le-le);

Leia mais

Jovem Guarda além do iê-iê-iê: Estilo de vida jovem nos anos 1960. Maíra Zimmermann. No período relativo ao segundo pós-guerra, com o avanço da

Jovem Guarda além do iê-iê-iê: Estilo de vida jovem nos anos 1960. Maíra Zimmermann. No período relativo ao segundo pós-guerra, com o avanço da Jovem Guarda além do iê-iê-iê: Estilo de vida jovem nos anos 1960 Maíra Zimmermann Data da defesa: 15/MAIO/2009 Instituição: Centro Universitário Senac No período relativo ao segundo pós-guerra, com o

Leia mais

A arte da sobrevivência ou sobre a vivência da arte *

A arte da sobrevivência ou sobre a vivência da arte * DOI: 10.1590/1807-57622013.0890 A arte da sobrevivência ou sobre a vivência da arte * criação The art of survival or about experience of art El arte de la sobrevivencia o sobre la vivencia del arte Carla

Leia mais