Os fanzines punks: a estética agressiva, caótica e poluída (Anos 80). GUSTAVO DOS SANTOS PRADO* Introdução A década de 1980 foi um momento profícuo

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1 Os fanzines punks: a estética agressiva, caótica e poluída (Anos 80). GUSTAVO DOS SANTOS PRADO* Introdução A década de 1980 foi um momento profícuo para a música brasileira. Diante da variedade de estilos, o rock ocupou um espaço expressivo no mercado fonográfico, emissoras de rádio e programas de TV. Alguns grupos de jovens, espalhados pelo país, em questão de pouco tempo, saíram da garagem (PAIS, 2006, p. 32) para ocupar um amplo espaço midiático. Via de regra, a base para a explosão de tal movimento cultural foi o punk, muito embora a new have, heavy metal e rock progressivo também tiveram espaço. Ramones, nos EUA, e Sex Pistols, na Inglaterra, impuseram ao rock outras possibilidades, na medida em que a sonoridade rápida, aguçada e frenética, com vocais estridentes, criou uma estrutura musical curta e compacta, de discurso rápido e direto, contrastando com a arte musical do rock clássico: os solos alongados de Jimi Hendrix, o discurso amoroso dos Beatles ou até mesmo a epopeia melódica e poética de Led Zeppelin. O punk alinhou-se a perspectiva cultural e socioeconômica da década de O choque mundial do Petróleo, que deteriorou as condições de trabalho e vida, criou uma atmosfera de incerteza e angústia, mobilizando milhares de trabalhadores, em várias partes do globo. A resposta à crise, a partir da implantação efetiva do modelo neoliberal, por Margareth Tatcher, na Inglaterra, e Ronald Reagan, nos Estados Unidos, ao cercear o orçamento do Estado para gastos sociais, impôs uma dura condição de existência, em especial, para jovens que residiam nos subúrbios. A cultura punk, vertente agressiva do rock, denunciou a situação acima. O vestuário (jaquetas, botas, correntes), o cabelo moicano, a expressão bruta, repleta de palavrões, concederam aos jovens formas de expressão. A sonoridade rápida vai à esteira do ritmo rápido da cidade; a formação de bandas permite identificação e reconhecimento. A imposição do cantar gritado reforça o discurso e a necessidade de ser ouvido, como bem sinalizou Lou Reed, vocal do The Velvet Underground: Rock And Roll é tão fabuloso que você deveria morrer por ele. Você Não está entendo. A música te pôs de novo no ritmo para que você pudesse sonhar.(mcneil; MCCAIN, 2013, p. 41)

2 2 O lema do it yourself (faça você mesmo) foi o elemento socializador do punk. A prática representou 1 e sintetizou os interesses de vários jovens unidos por uma cultura, porém com diversas intenções e possibilidades. No entanto, frisa-se que nem sempre aquelas foram atingidas, afinal como sinaliza Berman (1986): Tudo que é sólido desmancha no ar. Para além da música, um dos pilares da cultura underground, foi sem ressalva o fanzine. Surgido na década de 1930, nos EUA, com as publicações de ficção científica, o termo é um neologismo formado pela contração dos termos ingleses fanatic e magazine, que viriam a significar magazine do fã (MAGALHÃES, 1993, p. 8-10). Alternativo e amador ajudou a difundir as bandas punks, formando uma rede complexa de circulação, distribuição e formas de expressão. Devido à vasta possibilidade de investigação temática contida nos fanzines, prioriza-se nesse texto, a problematização da estética da fonte, pela própria importância que ela assume na medida em que os temas são abordados nos fanzines. Com isso, recorta-se o objeto, visando dimensionar as possibilidades que dele são provenientes. Os fanzines punks: a estética agressiva, caótica e poluída (Anos 80) Encontram-se fanzines punks de todas as regiões do Brasil. São Paulo figura como cidade em destaque, pois, presenciou os primeiros grupos punks, bem como foi onde o circuito dos fanzines foi maior. O fato do arquivo de fanzines e seu doador estarem na cidade, também explica a polarização indicada. 2 O fanzine é abordado a partir do conceito de mídia radical, ou seja a mídia que expressa uma visão alternativa às políticas, prioridades e perspectivas hegemônicas, sendo portanto contra hegemônica. (DOWNING, 2002). A posição dos fanzines vai nessa direção ao abordar seus temas: Neoliberalismo, Nazismo, Burguesia, Meio Ambiente, Violência, Polícia, Religião... Além disso, o veículo de comunicação tinha como objetivo divulgar o cenário underground, falando sobre bandas nacionais e estrangeiras, bem como divulgando shows, eventos e outros fanzines. *Graduado em História pela UNESP de Assis, Mestre e Doutorando em História Social, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Bolsista Capes. 1 Segundo Chartier (1990, p. 17) As representações do mundo social, assim construídas, embora aspirem à universalidade de um diagnóstico fundado na razão, são sempre determinadas pelos interesses dos grupos que as forjam. Daí, para cada caso, o necessário relacionamento dos discursos proferidos com a posição de quem os utiliza. 2 O Arquivo intitulado Movimento Punk encontra-se no Centro de Documentação e Informação Científica (CEDIC-SP), vinculado à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi doado por Antônio Carlos de Oliveira, que participou do movimento punk paulistano, durante os anos 70 e 80.

3 3 Reforçando o discurso contra hegemônico, os fanzines são alinhados a cultura anarquista. Nomes como Mikhail Bakunin, Pierre Joseph Proudhon, Rosa Luxemburgo, Errico Malatesta, Piotr Alexeyevich Kropotkin dentre outros, são citados constantemente. Soma-se a tal quadro, sua estética agressiva, poluída e caótica que fortalece o seu discurso, sendo que para discuti-la, imprimisse o conceito de bombas mentais, também usado por Downing (op.cit, p ). 3 Trecho extraído do fanzine Alerta Punk, São Paulo, Centro de Documentação e Informação Científica, PUC-SP. Na estruturação de sua arte impactante, o fanzine se utiliza da estética da colagem. Desenvolvida por Braque e Picasso, em torno de 1911, na primeira fase do cubismo, concede um novo sistema figurativo eminentemente crítico. (MARTINS, 2007, p ). Analisa e 3 Segundo o autor as xilogravuras, gravuras satíricas, volantes, fotomontagem, cartazes e murais, inseridos no perfil de protesto da mídia radical, fazendo uso de um reduzido espaço, visavam fazer declarações de alto impacto e assim alojar-se na memória consciente das pessoas (...) para denotar uma ruptura inesperada dos padrões fixos de pensamento, não a obliteração do raciocínio (ibidem).

4 reflete o processo e os meios da arte (linha, forma, cor), tratando-se de uma reflexão sobre o modo de produção, da qual a técnica faz parte, afinal: As colagens e as construções estão entre as primeiras tentativas direcionadas para uma arte que esteja além da representação, e decorrem (as colagens e construções) de uma reviravolta (rovesciamento) da situação perspéctica normal, do paradoxo de uma perspectiva para fora em vez de para dentro, não mais acolhedora (invitante) mas invasiva e agressiva. Assim o objeto nasce da destruição do espaço, é anti-espaço. (ARGAN, 1983, p. 436) Nota-se que a arte (imagem) do fanzine aparece como uma expressão engajada, que não visa somente à contemplação. As proposições de Argan remete nos a uma arte que possui como maior referência o antagonismo, no qual o caos aparente na perspectiva imagética, poderia ser interpretado em variadas dimensões e possibilidades. Dessa forma, se faz necessário problematizar a imagem em movimento, de forma crítica e dialética, como sinaliza DIDI-Hubermam (2010). As indicações de Derrida (1972) a partir da desconstrução, também colaboram na investigação do fanzine, que como pode ser observado não possui linearidade, métrica, proporção e medida. Cria-se então, um amontoado de imagens e formas de linguagens que se mesclam, com a finalidade de redimensionar as propostas, endossar os temas, atribuir sentidos e transmitir as mensagens. Como ratifica Werner (2012, p. 24) a arte não é mero exercício técnico, mas é criar hábitos de sonhos, hábitos de sentimento. É abrir um novo universo para a experiência, não um universo particular, mas um que possa ser vivido por quem dele se aproximar. Refletindo com os autores supracitados, nota-se na imagem do fanzine Alerta Punk, o destaque dado a tanques de guerra, soldados e a figura de Ronald Reagan. Esse tivera ampla influência nos anos de 1980, não só pela sua conduta neoliberal, mas devido à influência da doutrina que recebe seu nome. A Doutrina Reagan visava diminuir a influência soviética na Ásia, África e América Latina, e a princípio, incomodou o editor do fanzine, Renato Filho, que assumiu uma postura antiliberal e antimilitar. A caveira, de moicano, logo abaixo, simulando um grito, cimenta a atmosfera caótica que esse impresso gostaria de passar, acompanhada da legenda: O mundo caminha para o caos. Frisa-se que a conduta militar norte americana, nos anos de 1980, foi incisiva em El Salvador, Guatemala, Honduras e, em especial, na Nicarágua. A interferência americana ali foi abordada constantemente pelos fanzines e encarada como expressão de morte, violência e imperialismo. Os EUA orientava e financiava o movimento contra (contrarrevolucionários) 4

5 que visava combater a Frente Sadinista, que derrubou a ditadura da Família Somoza e flertou com o socialismo, conseguindo relativo apoio popular. Como salienta Maciel (2012, p. 7): A guerra contrarrevolucionária era entendida como expressão de interesses estadunidenses (inimigo externo obedecendo a causas e fatores exógenos), apresentada como obstáculo para as transformações revolucionárias (de modo especial, a defesa da soberania nacional e popular e o aprofundamento da revolução); tal interpretação era premissa e justificativa para possíveis erros e desvios do governo sandinista. A técnica empregada para fazer um fanzine pode, em um primeiro olhar, não exigir maiores cuidados. No entanto, a matéria prima de um editor de fanzines vinha de vários e inúmeros outros elementos impressos: revistas, jornais, livros, periódicos, outros fanzines. Após a prática do recorte seguia-se a colagem em folha de sulfite, e por fim, o processo de cópia em máquina de xerox. De forma (in) direta, a tonalidade cinza-preta, por mais que seja resultado de um processo técnico, também corrobora para sua estética peculiar. Ao final, estava pronta a arte, advinda da reprodutibilidade técnica, tal como sinaliza Walter Benjamim (2012). Logo, qualquer conteúdo abordado pelo fanzine, de forma concreta, passaria a assumir o discurso do caos, da desordem e agressividade: 5

6 Extraído do fanzine Vítimas do Sistema. S/L, São Paulo, Centro de Documentação e Informação Científica. CEDIC-SP. 6 Extraído do fanzine Falange Anarquista. São Paulo, n.3, Centro de Documentação e Informação Científica. CEDIC-SP. Os conflitos entre polícia e punks foram pulsantes nos anos de 1980, haja vista que a Polícia Militar, representava um Estado que pouco provia benesses para a população jovem de áreas periféricas. Com isso, outras instituições que necessitariam da égide do Estado, tais como a escola, não eram vistas com bons olhos pelo movimento punk. A ambos, como qualquer outro tema, caberia o tratamento estético do qual discursou-se até então. Endossando o argumento, no fanzine Falange Anarquista, percebe-se a agressividade com a qual o punk representado exclama a palavra sociedade. Nessa linha, nota-se o desenho de cinco sujeitos, aparentemente de elite, que foram detalhadamente representados como se fossem partidos políticos: PMDB, PDS, PFL, PDT e PL. O repasse de dinheiro entre eles denotaria menções a corrupção, o que foi rigorosamente repudiado pelo editor, Saskuatte, com um simples, porém, fundamental X ou risco. O tom agressivo também encorpa o pedido de salários mais justos, bem como os reclames: Fodam-se os marajás e também o Sarney. Como sinalizou Marcos Napolitano (2006), diversos setores da sociedade civil não se sentiram abraçados pelo novo regime, resultado de um acordo democrático palaciano, realizado pelas elites políticas do período de transição, que não levou em consideração as várias reinvindicações do movimento das Diretas Já. Além da falta de representatividade, soma-se o colapso econômico da Era

7 7 Sarney, o qual não conseguiu reverter a crise proveniente do fracasso do Milagre Econômico, que resultou numa inflação de 1000% ano. (ALMEIDA, 2006, p. 68). A agressividade, no fanzine, também é assumida ao relatar a emoção de Lea Weiss Katz, senhora judia de 61 anos, que narrou sua trajetória, repleta de emoção, no julgamento de Klauss Barbie, líder da Gestapo na cidade onde ela morava (Lyon). Em tempo, é comum encontrar citações contrárias ao nazismo, haja vista que os punks adotaram uma postura de extrema esquerda. A posição contrária à extrema direta também se deu pelas constantes brigas entre punks e carecas, que defendiam ideias nacionalistas, sendo uma vertente do neonazismo nacional. Assim como os punks, criaram um circuito underground e fanzines, detalhadamente estudados por Márcia Regina Costa (2000). Portanto, percebe-se que a arte do fanzine foi arquitetada almejando o choque premissa fulcral do protesto punk. Ali está contida uma gama de influências sociais, históricas e culturais de correntes artísticas perpetradas ao longo do século XX: fauvismo, expressionismo, cubismo e dadaísmo. Todas nasceram no seio das contradições do capitalismo industrial e financeiro, fazendo jus às suas formas de engajamento. Evidencia-se, logicamente, que os fanzines carregam em seu esteio marcas dessas correntes artísticas do início de século, o que corrobora, em parte, na explicação de suas formas de expressão:

8 8 Extraído do fanzine Chantagem Ocasional. São Paulo, Centro de Documentação e Informação Científica. CEDIC-SP Como pode ser notado no fanzine acima, a sátira à Hitler é carregada de agressividade, e esconde um conflito entre grupos de jovens que não se sentiam abraçados pelo poder instituído. Desejavam situar-se em um local, que correspondesse as suas expectativas individuais e coletivas. Valendo-se de uma cultura jovem global (HOBSBAWN, 1995, 314), buscaram suas identidades a partir de interações entre o self e a sociedade. (HALL, 1998, p. 10) Apontamentos Conclusivos. A estética do fanzine, problematizada nesse texto é resultado de uma trama complexa, na qual todos os temas que foram trabalhados nessa perspectiva, necessariamente, assumiram uma postura de protesto. Essa é inerente à própria cultura punk underground e se insere de forma profícua nas perspectivas analíticas do conceito de mídia radical afinal estavam à margem do grande circuito comercial do rock, que envolveu grandes conglomerados fonográficos, radiográficos e televisivos. Logo, nessa perspectiva, o movimento punk retratado nos fanzines se configura como uma força contra hegemônica, o que colabora, em parte, na discussão de seu padrão estético, que não estaria cerceado pelo estilo de impressos do grande mercado. Essa atmosfera agressiva que todos os fanzines possuem foi resultado da interação da estética da colagem com a temática elencada, somada a tonalidade cinza-preta advinda da fotocópia. Todo o processo contribui para o padrão estético citado, independente de qual ou que tipo de material impresso foi usado na confecção dos fanzines. O resultado é similar, o que não significa dizer que todos os fanzines são iguais. Pelo contrário, são dotados de enorme riqueza, cabendo assim uma investigação histórica que faça jus às suas potencialidades. Como bem sintetiza Luca ( 2005, p. 132): É importante estar alerta para os aspectos que envolvem a materialidade dos impressos e seus suportes, que nada têm de natural. Com isso, pode-se perceber que a estética do fanzine é fundamental para problematizar as intenções dele proveniente. Sua agressividade, ausência de linearidade, falta de colunas e frisos foram propositais, pois visavam estabelecer um vínculo entre a arte e o

9 tema, que, invariavelmente, dialogaram com a estética do caos. A falta de recursos também foi um mote para que o espaço da folha fosse totalmente preenchido. Dessa forma E exatamente quando nos inclinávamos para a resignação ante à rápida uniformização do mundo das aparências, que a teoria do caos nos ensina a ver em toda parte, mesmo em fenômeno aparentemente simples e mais homogêneo, diversidade, diferença e até turbulência. (MENNINGHAUS, 1996, p. 9) As reflexões a partir do conceito de bombas mentais colaboram na análise desse tipo de impresso, junto com as perspectivas analíticas de filósofos da arte e estruturalistas. Agregados às demais variantes temáticas e estéticas, pode-se afirmar que o fanzine punk foi um pilar fundamental desse estilo musical. Contribuiu para que o circuito underground existisse, disseminando ideias, bandas e discos. Sua radicalidade estética é comparável a roupa punk, ao cabelo moicano, ao canto gritado, a velocidade e distorção da guitarra e as formas de expressão verbal, escrita e corpórea (o mosh pit ). Enfim, simboliza o modo de pensar, sentir e agir de uma parcela de jovens punks localizados na periferia de centros urbanos, que encontraram via fanzines um espaço para contestação: Foi a forma que encontrei para protestar contra as injustiças cometidas aos seres humanos, em nome de um falso bem estar. Somos os garotos pobres do subúrbio, cansados de ver tanto racismo, miséria, fome, tantos menores abandonados brigando por um espaço debaixo de uma marquise! Odeio a burguesia, cada vez mais sadia e rosada e não quero fazer parte dessa merda que o Sistema condicionou as pessoas (novela de TV, programas idiotas, etc...). 4 9 Referências ALMEIDA, Gelsom Rozentino de. História de uma década quase perdida: PT, CUT, crise e democracia no Brasil ( ). Rio de Janeiro: Garamond, ARGAN, G. C. La scultura di Picasso. In: MARTINS, Luis Renato. Colagem: investigações em torno de uma técnica moderna. Revista ARS. USP, São Paulo, 2007, vol.5, n.10, pp Disponível em: Acesso em 21/09/2013. BENJAMIM, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: Magia e Técnica, Arte e Política. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Editora Brasiliense, 1996, p BERMAN, Marshall. Tudo o que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. Tradução de Carlos Felipe Moisés. São Paulo: Companhia das Letras, Extraído o fanzine Miséria. Rio de Janeiro, Centro de Documentação e Informação Científica. CEDIC- SP

10 10 CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Tradução: Maria Manuela Galhardo. Rio de Janeiro, Editora Bertrand Brasil, COSTA, Márcia Regina. Os carecas do subúrbio: caminhos de um nomadismo moderno. São Paulo: Editora Musa, DERRIDA, Jaques. Posições: Semiologia e Materialismo. Tradução de Maria Margarida Correia Calvente Barbosa. Lisboa: Plantanto Editora, 1972 DIDI Huberman, Georges. O que vemos, o que nos olha. Tradução de Paulo Neves. 2. Edição. São Paulo: Editora 34, DOWNING, John D.H. Mídia radical: Rebeldia nas Comunicações e Movimentos Sociais. 2 ed. Trad. Silvana Vieira. São Paulo: Editora Senac, HALL, Stuart. A identidade Cultura na Pós Modernidade. Campinas: Unicamp, HOBSBAWN, Eric. Era dos Extremos: O breve século XX. 2ª ed. Tradução de Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, p.314. WERNER, João. Ensaios sobre arte e estética. Londrina: Editora Independente, LUCA, Tânia Regina de. História dos, nos e por meio dos periódicos. In: PISNKY, Carla Nassanezi (org). Fontes Históricas. 2. Edição. São Paulo: Contexto, MACIEL, Fred. Revolução e violência política: guerra contrarrevolucionária e o início do processo de institucionalização do Exército na Nicarágua. Anais do XXI Encontro Estadual de História ANPUH-SP - Campinas, setembro, Disponível em: ciel-revolucaoeviolenciapolitica.pdf. Acesso em 21/04/2014. MAGALHÃES, Henrique. O que é fanzine. São Paulo: Editora Brasiliense, MARTINS, Luis Renato. Colagem: investigações em torno de uma técnica moderna. Revista ARS. USP, São Paulo, 2007, vol.5, n.10, pp Disponível em: Acesso em 21/09/2013. MCNEIL, Legs; MCCAIN, Gillian. Mate-me por favor. Tradução de Lúcia Brito. 6.edição. Porto Alegre: L&PM, MENNINGHAUS, Winfried. Mitologia do Caos no Romantismo e na Modernidade. Tradução de Almiro Pisseta. Revista Estudos Avançados. 10 (27), 1996, p Disponível em: Acesso em: 15/04/2014. NAPOLITANO, Marcos. Cultura e Poder no Brasil Contemporâneo. Curitiba: Editora Juruá, 1996.

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