Regime de Bens: b) Comunhão Universal de Bens: Obs: Mudança de regra no regime universal de bens - CC/16 x CC/02:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Regime de Bens: b) Comunhão Universal de Bens: Obs: Mudança de regra no regime universal de bens - CC/16 x CC/02:"

Transcrição

1 Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Família e Sucessões / Aula 07 Professor: Andreia Amim Conteúdo: Regime de Bens: Separação de Bens - Consensual e Legal; Participação final nos aquestos. Dissolução da Sociedade Conjugal: Morte, Ausência, Nulidade e Anulação. Separação e Emenda Constitucional 66/10, Espécies de Separação. Regime de Bens: b) Comunhão Universal de Bens: Obs: Mudança de regra no regime universal de bens - CC/16 x CC/02: O art do CC dispõe: o regime de bens nos casamentos celebrados na vigência do Código Civil anterior é o por ele estabelecido. Significa dizer que se as regras do regime escolhido sofrer alguma modificação, esta não será aplicada aos casamentos celebrados antes da vigência do atual Código, sob pena da norma atual ser retroativa. O art. 1659, IV do CC, aplicável à comunhão parcial de bens, dispõe que não se comunicam as obrigações provenientes de atos ilícitos, salvo reversão em proveito do casal. No Código Civil de 1916, essa regra também se aplicava à comunhão universal, sendo suprimida no CC/02. Sendo assim, aqueles que se casaram pelo regime da comunhão universal antes da entrada em vigor do CC/02, as obrigações provenientes de ato ilícito não se comunicam. Em contrapartida, quem se casou pelo regime de comunhão universal ou alterar para este já na vigência do atual Código, tais obrigações se comunicam, independente de converterem ou não em benefício da família. Carlos Roberto Gonçalves (minoritário) - defende que o fato do legislador ter suprimido essa regra do regime da comunhão universal no atual Código não gera para o cônjuge a obrigação de responder por um ilícito causado pelo outro. Isso porque, na responsabilidade civil, a regra é a responsabilidade direta (art. 942 CC). A responsabilidade indireta por fato de terceiro encontra-se disposta no art. 932 CC e não prevê a responsabilidade do cônjuge por ato ilícito praticado pelo outro, mantendo-se a responsabilidade direta.

2 Entretanto, majoritariamente, entende-se que com a adoção do regime da comunhão universal de bens cria-se um patrimônio comum, que deve ser responsável pelo ativo e passivo de ambos. Em relação à comunicabilidade da obrigação decorrente de ato ilícito, este entendimento é bom para a vítima, pois há uma garantia mais ampla de recebimento (patrimônio comum do casal). Ademais, concede-se ao regime de comunhão universal de bens uma real comunhão, seja no aspecto dos ganhos, seja em relação às obrigações. Nesse sentido, caso se deseje a incomunicabilidade de determinado bem ou obrigação fora das exceções legais, será necessário fazer ressalvas no pacto antenupcial. Obs: O CC/02 suprimiu o regime dotal previsto no Código Civil de c) Participação final nos aquestos: Tem sido considerado um regime híbrido: Curso do casamento - é análogo ao regime de separação de bens, pois os cônjuges tem liberdade para administrar o seu patrimônio, alienar bens imóveis (desde que haja ressalva autorizando a alienação de bens imóveis sem outorga). Fim da sociedade conjugal (morte, divórcio, separação judicial) - os bens adquiridos onerosamente no casamento, não excluídos por força de lei, serão comuns, devendo ser contabilizados para fins de partilha. Maria Berenice Dias sustenta que não se trata de um regime de comunhão, mas sim um regime de conferência, havendo uma conta de ajuste final - cálculo de aquestos / adquiridos. Na verdade, o cônjuge não se torna um comunheiro no curso do casamento, mas, com o fim da sociedade conjugal, serão realizados cálculos em relação aos bens adquiridos onerosamente no curso do casamento. Sendo assim, no regime de participação final nos aquestos, com o fim da sociedade conjugal, será aberto um inventário dos bens (incluindo até mesmo aqueles já alienados, que deveria ter sido revertido para o casal). Acaba sendo um "regime contábil". Art No regime de participação final nos aqüestos, cada cônjuge possui patrimônio próprio, consoante disposto no artigo seguinte, e lhe cabe, à época da dissolução da sociedade conjugal, direito à metade dos bens adquiridos pelo casal, a título oneroso, na constância do casamento. Art Integram o patrimônio próprio os bens que cada cônjuge possuía ao casar e os por ele adquiridos, a qualquer título, na constância do casamento.

3 Parágrafo único. A administração desses bens é exclusiva de cada cônjuge, que os poderá livremente alienar, se forem móveis. Art Sobrevindo a dissolução da sociedade conjugal, apurar-se-á o montante dos aqüestos, excluindo-se da soma dos patrimônios próprios: I - os bens anteriores ao casamento e os que em seu lugar se sub-rogaram; II - os que sobrevieram a cada cônjuge por sucessão ou liberalidade; III - as dívidas relativas a esses bens. Parágrafo único. Salvo prova em contrário, presumem-se adquiridos durante o casamento os bens móveis. O regime de participação final nos aquestos é um regime contábil (e não um regime de comunhão) que não se adapta à cultura brasileira (ninguém tem o costume de guardar tudo o que se gastou durante o casamento para eventual compensação). d) Separação de bens: Art Estipulada a separação de bens, estes permanecerão sob a administração exclusiva de cada um dos cônjuges, que os poderá livremente alienar ou gravar de ônus real. Art Ambos os cônjuges são obrigados a contribuir para as despesas do casal na proporção dos rendimentos de seu trabalho e de seus bens, salvo estipulação em contrário no pacto antenupcial. O regime de separação de bens não impede que o casal seja condômino. Sendo assim, nada impede que a soma de esforços gere um patrimônio comum, porém não será por comunhão (norma de ordem pública) e sim por condomínio. Separação legal de bens: Não há liberdade de escolha, constituindo uma imposição legal. O regime de separação legal incidirá em três casos: violação de causa suspensiva da celebração do casamento, menor e maior de 70 anos.

4 Art É obrigatório o regime da separação de bens no casamento: I - das pessoas que o contraírem com inobservância das causas suspensivas da celebração do casamento; II da pessoa maior de 70 (setenta) anos; III - de todos os que dependerem, para casar, de suprimento judicial. O Enunciado 125 do CJF traz uma proposta de modificação do novo Código Civil com a supressão do inciso II do art do CC, por configurar uma inconstitucionalidade em razão da mudança de expectativa de vida, bem como representar um preconceito contra as pessoas idosas. Enunciado 125 CJF: Proposição sobre o art , inc. II: Redação atual: da pessoa maior de sessenta anos. Proposta: revogar o dispositivo. Justificativa: A norma que torna obrigatório o regime da separação absoluta de bens em razão da idade dos nubentes não leva em consideração a alteração da expectativa de vida com qualidade, que se tem alterado drasticamente nos últimos anos. Também mantém um preconceito quanto às pessoas idosas que, somente pelo fato de ultrapassarem determinado patamar etário, passam a gozar da presunção absoluta de incapacidade para alguns atos, como contrair matrimônio pelo regime de bens que melhor consultar seus interesses. Enunciado 261 CJF: Art : A obrigatoriedade do regime da separação de bens não se aplica a pessoa maior de sessenta anos, quando o casamento for precedido de união estável iniciada antes dessa idade. Enunciado 262 CJF: Arts e 1.639: A obrigatoriedade da separação de bens, nas hipóteses previstas nos incs. I e III do art do Código Civil, não impede a alteração do regime, desde que superada a causa que o impôs. Segundo a Súmula 377 do STF, no regime de separação legal, os bens adquiridos na constância do casamento comunicam-se (desde que não decorram de sub-rogação de bens presentes ou herdados). Portanto, a diferença entre o regime da separação legal e a comunhão parcial de bens passa a ser muito pequena (frutos produzidos pelos bens particulares e bens adquiridos de forma eventual).

5 Súmula 377 STF: No regime de separação legal de bens, comunicam-se os adquiridos na constância do casamento. O regime da separação legal de bens se justificava quando o regime legal era o da comunhão universal de bens. Atualmente, com a alteração do regime legal da comunhão universal para a comunhão parcial de bens, não haveria mais razão à restrição da liberdade de escolha do regime de bens através da imposição legal do regime de separação legal Dissolução da sociedade e do vínculo conjugal (arts e seguintes CC): Art A sociedade conjugal termina: I - pela morte de um dos cônjuges; II - pela nulidade ou anulação do casamento; III - pela separação judicial; IV - pelo divórcio. A dissolução do vínculo conjugal é mais ampla do que a da sociedade conjugal: Dissolução do vínculo conjugal - ausência de impedimento para novo casamento, retornando-se a uma condição análoga à de solteiro. Todos os efeitos do casamento são extintos. Dissolução da sociedade conjugal - separação judicial. Permanece o vínculo jurídico de casado, inclusive subsistindo o impedimento para a constituição de nova família formal pelo casamento, mas os efeitos ficam suspensos, tais como os deveres conjugais, regime de bens, com exceção de eventual obrigação alimentar. O estado civil também se altera - "separado judicialmente". I - pela morte de um dos cônjuges: A morte sempre dissolveu o vínculo conjugal (certidão de óbito ou declaração de morte presumida).

6 O 1º do art equiparou a presunção de morte pela ausência como causa de dissolução do vínculo conjugal. A lei presume a morte do ausente a partir da abertura da sucessão definitiva (declaração de ausência). Sendo assim, a sentença de abertura da sucessão definitiva deverá ser averbada na certidão de casamento, passando ao estado civil de viúvo, não subsistindo mais nenhum empecilho para novo casamento. Obs: Cristiano Chaves defende que a dissolução do vínculo se dá com a declaração de ausência, mas essa posição não é majoritária (somente com a abertura da sucessão definitiva). Imaginemos a hipótese em que o ausente retorna após a aberta da sucessão definitiva. A mulher deste ausente, com a abertura da sucessão definitiva, tornou-se viúva, casando-se de novo, sendo este casamento considerado válido. Qual seria o estado civil do ausente? A lei se omitiu, não regulando o estado civil na hipótese de retorno do ausente. II - pela nulidade ou anulação do casamento Na verdade, trata-se do reconhecimento de que não há vínculo conjugal (efeitos podem ser produzidos nos casos de boa fé e putatividade) - ação anulatória ou de nulidade. III - separação judicial Ainda existe o instituto da separação judicial? 1) Autores do IBDFAM (Maria Berenice Dias, Paulo Lobo) - A separação não existe mais, pois já cumpriu o seu papel de preparar a sociedade para aceitar o divórcio e, posteriormente, o divórcio direto. Porém, uma vez consolidado o divórcio direto, a separação judicial perdeu o seu objeto, não sendo recepcionada pela Emenda Constitucional nº 66. 2) Tartuce - Apesar da separação judicial perder um pouco da sua importância ao longo do tempo, ela se mantém existente. Nesse sentido, o juiz poderá separar o casal liminarmente e manter a decisão apenas para discutir guarda de filhos, alimentos, uso do nome, partilha de bens. Obs: STJ e STF = ainda não se posicionaram sobre o assunto.

7 TJ/RS - instituto da separação ainda se mantém. A questão ainda é duvidosa, porém temos o Enunciado 514 concluindo pela subsistência do instituto: Enunciado 514 CJF: Art A Emenda Constitucional nº 66/2010 não extinguiu o instituto da separação judicial e extrajudicial. Separação Consensual: A Lei /07 (separação e divórcio extrajudicial) promoveu uma mudança no instituto da separação, trazendo a possibilidade da separação extrajudicial. Com a alteração, a separação consensual poderá ser realizada em juízo ou extrajudicialmente, desde que não haja questões pendentes relativas a incapazes (ex. guarda e alimentos de filhos), casos em que somente será cabível a via judicial. Ademais, não há mais um prazo mínimo para a separação consensual (antes o prazo era de 1 ano). Na separação consensual extrajudicial, teremos uma escritura pública de separação, onde poderá ser realizada a partilha do patrimônio. Na separação consensual judicial, poderão ser deduzidas na inicial questões relativas a nome, guarda de filhos, visitação, alimentos (filhos e cônjuge), sendo homologada pelo juiz (mais comum). No entanto, quando o juiz verificar um prejuízo muito grande de um cônjuge em detrimento do outro, ele poderá negar a homologação. O pressuposto para a separação, assim como para o divórcio, é o casamento válido. Não se separa nem se divorcia quem não se casou validamente, casos em que a solução será a nulidade ou anulação do casamento. Entretanto, se já houve convalescimento pela caducidade do prazo para a ação anulatória será cabível a separação ou divórcio. Separação Litigiosa: A separação litigiosa possui 3 espécies: a) Separação Falência (art. 1572, 1º CC) - o prazo de 1 ano não foi recepcionado pela Emenda Constitucional 66. Ruptura significa menos do que a separação de fato, pois poderá ocorrer ainda que se continue morando na mesma casa. Se o cônjuge réu concordar com o pedido, convola-se em separação consensual.

8 Art. 1572, 1 o A separação judicial pode também ser pedida se um dos cônjuges provar ruptura da vida em comum há mais de um ano e a impossibilidade de sua reconstituição. b) Separação Remédio (art. 1572, 2º CC) - o prazo de 2 anos não foi recepcionado. O problema dessa modalidade de separação é em relação ao casamento com comunhão universal de bens, casos em que irá gerar perda patrimonial para aquele que ingressou com a ação ( 3º). Neste caso, o divórcio será o meio mais adequado. Art. 1562, 2 o O cônjuge pode ainda pedir a separação judicial quando o outro estiver acometido de doença mental grave, manifestada após o casamento, que torne impossível a continuação da vida em comum, desde que, após uma duração de dois anos, a enfermidade tenha sido reconhecida de cura improvável. 3 o No caso do parágrafo 2 o, reverterão ao cônjuge enfermo, que não houver pedido a separação judicial, os remanescentes dos bens que levou para o casamento, e se o regime dos bens adotado o permitir, a meação dos adquiridos na constância da sociedade conjugal. c) Separação Sanção (com culpa) - violação dos deveres conjugais. Hoje, a separação culposa perdeu a sua razão de ser, porque impor culpa não significa mais perda de sobrenome (direito da personalidade) nem da guarda dos filhos menores (melhor interesse da criança ou adolescente). Se comprovado que a quebra do dever conjugal causou um dano, já se vem permitindo conjugar o pedido de indenização civil dentro da própria ação de separação, embora alguns autores sustentem que a indenização deverá ser objeto de ação autônoma. O ilícito por si só (violação do dever conjugal) não gera indenização, pois somente o ilícito danoso é que gera o dever de indenizar. O dano moral decorre da violação da dignidade da pessoa humana. IV - Divórcio

REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO 1 REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO Cleiton Graciano dos Santos 1 RESUMO: Este artigo trata sobre o Regime de Bens no novo Código Civil brasileiro, apresentando os principais aspectos do assunto,

Leia mais

Regime de bens no casamento. 14/dez/2010

Regime de bens no casamento. 14/dez/2010 1 Registro Civil Registro de Pessoas Jurídicas Registro de Títulos e Documentos Regime de bens no casamento 14/dez/2010 Noções gerais, administração e disponibilidade de bens, pacto antenupcial, regime

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA E PROCURADORIAS NOTURNO Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO. SUMÁRIO (continuação)

DEFENSORIA PÚBLICA E PROCURADORIAS NOTURNO Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO. SUMÁRIO (continuação) Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO SUMÁRIO (continuação) I. DIREITO DE FAMÍLIA 5. FILIAÇÃO 5.2. Tipos de reconhecimento 5.3. Ação investigatória de paternidade 5.3.1.

Leia mais

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação).

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). Direito de familia Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). 1 EC nº 66/2010: Nova redação do art. 226, 6º da CF: O casamento civil pode ser dissolvido

Leia mais

PACTO ANTENUPCIAL REGIMES DE BENS

PACTO ANTENUPCIAL REGIMES DE BENS PACTO ANTENUPCIAL O Código Civil dita, em seu art. 1.639, que é lícito aos nubentes, antes de celebrado o casamento, estipular, quanto aos seus bens, o que lhes aprouver. Por oportuno, anote-se que segundo

Leia mais

Conteúdo: Deveres Conjugais. Regime de Bens: Mutabilidade, Pacto Antenupcial, Comunhão Parcial, Comunhão Universal.

Conteúdo: Deveres Conjugais. Regime de Bens: Mutabilidade, Pacto Antenupcial, Comunhão Parcial, Comunhão Universal. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Família e Sucessões / Aula 06 Professor: Andreia Amim Conteúdo: Deveres Conjugais. Regime de Bens: Mutabilidade, Pacto Antenupcial, Comunhão Parcial, Comunhão

Leia mais

Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período

Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período Toda a sucessão legítima observará uma ordem de vocação hereditária que, no Código Civil, está prevista no artigo 1.829. Art. 1.829.

Leia mais

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Capítulo 3 Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Leia a lei: arts. 1.571 a 1.582 CC. Como se trata de uma relação de base contratual, o casamento

Leia mais

Conteúdo: Divórcio e Espécies. Concubinato e União Estável: Pressupostos, Natureza Jurídica, Efeitos Pessoais, Efeitos Patrimoniais.

Conteúdo: Divórcio e Espécies. Concubinato e União Estável: Pressupostos, Natureza Jurídica, Efeitos Pessoais, Efeitos Patrimoniais. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Família e Sucessões / Aula 08 Professor: Andreia Amim Conteúdo: Divórcio e Espécies. Concubinato e União Estável: Pressupostos, Natureza Jurídica, Efeitos Pessoais,

Leia mais

Art. 27 - rol de legitimados. Partilha Provisória dos bens do ausente. Com procurador - 3 anos contados do desaparecimento

Art. 27 - rol de legitimados. Partilha Provisória dos bens do ausente. Com procurador - 3 anos contados do desaparecimento Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito Civil (Parte Geral) / Aula 05 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: II) Ausência: Sucessão Definitiva. III)Capacidade: Espécies de Capacidade

Leia mais

Regime de Bens no Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Regime de Bens no Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Regime de Bens no Casamento Regime de Bens no Casamento Regime de bens é o conjunto de determinações legais ou convencionais, obrigatórios e alteráveis, que regem as relações patrimoniais entre o casal,

Leia mais

União estável e a separação obrigatória de bens

União estável e a separação obrigatória de bens União estável e a separação obrigatória de bens Quando um casal desenvolve uma relação afetiva contínua e duradoura, conhecida publicamente e estabelece a vontade de constituir uma família, essa relação

Leia mais

DIREITO DE FAMÍLIA. Concubinato X União estável

DIREITO DE FAMÍLIA. Concubinato X União estável DIREITO DE FAMÍLIA Concubinato X União estável Concubinato Até a CF/88 nós tínhamos o chamado concubinato. E o que é concubinato? Pessoas que viviam como se casados fossem. Com a CF/88, art. 226, 3º1,

Leia mais

PRINCIPAIS CLASSIFICAÇÕES DOS ALIMENTOS

PRINCIPAIS CLASSIFICAÇÕES DOS ALIMENTOS PRINCIPAIS CLASSIFICAÇÕES DOS ALIMENTOS 1. Quanto à fonte: a) Alimentos legais: fixados pela lei, fundamentados no direito de família, decorrentes do casamento, ou união estável ou da relação de parentesco

Leia mais

TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTES!!! CASAMENTO CIVIL (Brasileiros)

TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTES!!! CASAMENTO CIVIL (Brasileiros) TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTES!!! CASAMENTO CIVIL (Brasileiros) PREENCHER O FORMULÁRIO - MEMORIAL - DE CASAMENTO (MODELOS NAS FL 4, 5 E 6), ASSINAR E RECONHECER FIRMA DAS ASSINATURAS

Leia mais

Estatuto das Familias

Estatuto das Familias Estatuto das Familias Princípios: a dignidade da pessoa humana, a solidariedade familiar, a igualdade de gêneros, de filhos e das entidades familiares, a convivência familiar, o melhor interesse da criança

Leia mais

16.7.1 Execução de alimentos. Prisão do devedor, 394

16.7.1 Execução de alimentos. Prisão do devedor, 394 1 Introdução ao Direito de Família, 1 1.1 Compreensão, 1 1.2 Lineamentos históricos, 3 1.3 Família moderna. Novos fenômenos sociais, 5 1.4 Natureza jurídica da família, 7 1.5 Direito de família, 9 1.5.1

Leia mais

DIREITO CIVIL REGIME DE BENS

DIREITO CIVIL REGIME DE BENS DIREITO CIVIL REGIME DE BENS 1 1. Princípios a) P. da autonomia da vontade (1.639); b) P. da garantia da ordem pública (1.640); c) P. da definitividade do regime (1.639); d) P. da vedação ao enriquecimento.

Leia mais

DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS

DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS MÓDULO I Conceito de família; Conteúdo e Conceito do Direito de Família; Natureza da Divisão; Divisão da matéria; Eficácia horizontal dos

Leia mais

Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO

Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO 2010 A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO Para se obter um bom entendimento como se processa

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesucol@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

OS EFEITOS JURÍDICOS DO DIVÓRCIO DIRETO E DO DIVÓRCIO CONVERSÃO NA JURISPRUDÊNCIA DO STJ

OS EFEITOS JURÍDICOS DO DIVÓRCIO DIRETO E DO DIVÓRCIO CONVERSÃO NA JURISPRUDÊNCIA DO STJ OS EFEITOS JURÍDICOS DO DIVÓRCIO DIRETO E DO DIVÓRCIO CONVERSÃO NA JURISPRUDÊNCIA DO STJ FÁTIMA NANCY ANDRIGHI Ministra do Superior Tribunal de Justiça Saudações Coordenadores: Des. Paulo Sérgio Fabião

Leia mais

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA 9ª Aula: Sucessão SUCESSÃO 1. Tipos 1.1. Sucessão Legítima: surgiu pela lei (legislador deu a lei) 1.2. Sucessão Testamentária: Surgiu o testamento Em regra vale a legítima quando

Leia mais

A extinção da personalidade ocorre com a morte, que pode ser natural, acidental ou presumida.

A extinção da personalidade ocorre com a morte, que pode ser natural, acidental ou presumida. Turma e Ano: Turma Regular Master A Matéria / Aula: Direito Civil Aula 04 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitora: Fernanda Manso de Carvalho Silva Personalidade (continuação) 3. Extinção da personalidade:

Leia mais

DIREITO CIVIL ALIMENTOS

DIREITO CIVIL ALIMENTOS DIREITO CIVIL ALIMENTOS Atualizado em 27/10/2015 Direito Civil Aula Professor André Barros 1 União Estável: 1. Conceito: Art. 1.723, CC: É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesucol@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS RESUMO

O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS RESUMO O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS Fábio Roberto Caldin 1 Rodrigo Pessoni Teófilo de Carvalho 1 Vinicius Leonam Pires Kusumota 1 Vitor Turci de Souza 1 RESUMO O

Leia mais

ENUNCIADOS DAS I, III E IV JORNADAS DE DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES

ENUNCIADOS DAS I, III E IV JORNADAS DE DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES As Jornadas de Direito Civil são uma realização do Conselho da Justiça Federal - CJF e do Centro de Estudos Jurídicos do CJF. Nestas jornadas, compostas por especialistas e convidados do mais notório saber

Leia mais

O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Dissolução da sociedade conjugal e do casamento. Por Ernesto Geisel - Armando Falcão em 07.12.06 Regula os casos de dissolução da sociedade conjugal e do casamento, seus efeitos e respectivos processos,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 8 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.515, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1977. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono

Leia mais

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO IGUALDADE ENTRE SEXOS - Em conformidade com a Constituição Federal de 1988, ao estabelecer que "homens e mulheres são iguais em direitos e

Leia mais

CAPíTULO I Ações de Anulação de Casamento

CAPíTULO I Ações de Anulação de Casamento Sumário CAPíTULO I Ações de Anulação de Casamento 1. Legislação....................... 13 2. Doutrina... 14 2.1. Nulidade eanulabilidade do Casamento... 21 2.2. As Ações de Nulidade de Casamento...........................

Leia mais

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade Fazer um testamento público 1Harmonia O testamento evita brigas de família e disputas patrimoniais entre os herdeiros acerca dos bens deixados pelo falecido. 2Tranquilidade O testamento pode ser utilizado

Leia mais

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS:

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: 1. Capacidade para suceder é a aptidão da pessoa para receber os bens deixados pelo de cujus no tempo da abertura da sucessão. Considerando tal afirmação

Leia mais

INFORMAÇÕES PARA DAR INÍCIO AO PROCESSO DE HABILITAÇÃO PARA CASAMENTO CIVIL DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

INFORMAÇÕES PARA DAR INÍCIO AO PROCESSO DE HABILITAÇÃO PARA CASAMENTO CIVIL DOCUMENTOS NECESSÁRIOS OFICIAL DE REGISTRO CIVILDAS PESSOAS NATURAIS DO 27º SUBDISTRITO TATUAPÉ Rua Coronel Luiz Americano, 228, Tatuapé São Paulo SP 100 metros da Estação Metrô Tatuapé e-mail: casamento@cartoriotatuape.com.br

Leia mais

1. DIREITO PATRIMONIAL DISPOSIÇÕES GERAIS.

1. DIREITO PATRIMONIAL DISPOSIÇÕES GERAIS. 1. DIREITO PATRIMONIAL DISPOSIÇÕES GERAIS. O direito patrimonial trata da relação de bens (interesse monetário) no direito de família. Essa é a conseqüência jurídica do casamento em relação ao patrimônio.

Leia mais

1. REGISTRO RESTRIÇÕES PARA ATUAR COMO EMPRESÁRIO INDIVIDUAL. Falido:... Estrangeiro:... Médico:... Advogado:... Membros do legislativo:...

1. REGISTRO RESTRIÇÕES PARA ATUAR COMO EMPRESÁRIO INDIVIDUAL. Falido:... Estrangeiro:... Médico:... Advogado:... Membros do legislativo:... 1 DIREITO EMPRESARIAL PONTO 1: Registro PONTO 2: Incapacidade Superveniente PONTO 3: Sociedade Empresária 1. REGISTRO Para fazer o registro, a pessoa deve estar livre de qualquer impedimento ou proibição.

Leia mais

Caderno de apoio Master MASTER /// JURIS

Caderno de apoio Master MASTER /// JURIS Turma e Ano: Master A (2015) Matéria/Aula: Direito Civil Família e Sucessões Aula 07 Data: 12.03.2015 Professor: Andréa Amin Conteúdo: Regime da comunhão parcial de bens; Comunhão universal; Participação

Leia mais

Direito de Família. Consuelo Huebra

Direito de Família. Consuelo Huebra Direito de Família Consuelo Huebra Casamento A lei só admite o casamento civil, mas o casamento religioso pode produzir efeitos civis na forma dos arts.1515 e 1516, C.C. Parentesco Natural pessoas que

Leia mais

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 (Escrituras de Inventário, Separação e Divórcio) Antonio Carlos Parreira Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões de Varginha MG Art.

Leia mais

Sumário PARTE GERAL 3. PESSOA JURÍDICA

Sumário PARTE GERAL 3. PESSOA JURÍDICA Sumário PARTE GERAL 1. LINDB, DAS PESSOAS, DOS BENS E DO NEGÓCIO JURÍDICO 1. Introdução (DL 4.657/1942 da LINDB) 2. Direito objetivo e subjetivo 3. Fontes do Direito 4. Lacuna da lei (art. 4.º da LINDB)

Leia mais

I miii mil mil um um um mu um mi m

I miii mil mil um um um mu um mi m ACÓRDÃO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA REGISTRADO(A) SOB N I miii mil mil um um um mu um mi m *03071141* Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação n 994.08.058146-0, da Comarca de São Paulo,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO-LEI Nº 4.657, DE 4 DE SETEMBRO DE 1942. Vide Decreto-Lei nº 4.707, de 1942 Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro O PRESIDENTE

Leia mais

Decreto-Lei:4.657, de 04.9.1942. - Lei de Introdução ao Código Civil. ALTERADA pela LEI Nº 9.047, DE 08 DE MAIO DE 1995

Decreto-Lei:4.657, de 04.9.1942. - Lei de Introdução ao Código Civil. ALTERADA pela LEI Nº 9.047, DE 08 DE MAIO DE 1995 Decreto-Lei:4.657, de 04.9.1942. - Lei de Introdução ao Código Civil. LEI DE INTRODUÇÃO AO CÓDIGO CIVIL ALTERADA pela LEI Nº 9.047, DE 08 DE MAIO DE 1995 Art. 1 - Salvo disposição contrária, a lei começa

Leia mais

Conteúdo: IV - Modalidades de Obrigação. 2. Não fazer. 3. Dar Coisa Certa e Incerta. 4. Divisível. 5 - Indivisível

Conteúdo: IV - Modalidades de Obrigação. 2. Não fazer. 3. Dar Coisa Certa e Incerta. 4. Divisível. 5 - Indivisível Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Direito Civil - Obrigações / Aula 09 Professor: Rafael da Mota Mendonça Conteúdo: IV - Modalidades de Obrigação. 2. Não fazer. 3. Dar Coisa Certa e Incerta. 4.

Leia mais

Nele também são averbados atos como o reconhecimento de paternidade, a separação, o divórcio, entre outros, além de serem expedidas certidões.

Nele também são averbados atos como o reconhecimento de paternidade, a separação, o divórcio, entre outros, além de serem expedidas certidões. No Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais são regis- trados os atos mais importantes da vida de uma pessoa, como o nascimento, o casamento e o óbito, além da emancipação, da interdição, da ausência

Leia mais

Resumo Aula-tema 05: Direito de Família e das Sucessões.

Resumo Aula-tema 05: Direito de Família e das Sucessões. Resumo Aula-tema 05: Direito de Família e das Sucessões. Para o autor do nosso livro-texto, o Direito de família consiste num complexo de normas que regulam a celebração do casamento e o reconhecimento

Leia mais

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL 76 A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL CLAUDIA NASCIMENTO VIEIRA¹ O artigo 226 da Constituição Federal equiparou a união estável entre homem e mulher ao casamento, dispondo em seu parágrafo 3º que é reconhecida

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento.

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. 1 DIREITO CIVIL DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões SUCESSÃO LEGÍTIMA SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. Colação não significa devolução

Leia mais

a) Liberatória (art. 299 CC) o devedor originário está exonerado do vínculo obrigacional.

a) Liberatória (art. 299 CC) o devedor originário está exonerado do vínculo obrigacional. Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Direito Civil / Aula 12 Professor: Rafael da Mota Mendonça Conteúdo: Obrigações: V - Transmissão das Obrigações: 2. Assunção de Dívida. Contratos: Teoria Geral

Leia mais

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83 1 Noções introdutórias, 1 1.1 Sucessão. Compreensão do vocábulo. O direito das sucessões, 1 1.2 Direito das sucessões no direito romano, 2 1.3 Ideia central do direito das sucessões, 4 1.4 Noção de herança,

Leia mais

APFN - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMÍLIAS NUMEROSAS

APFN - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMÍLIAS NUMEROSAS Excelentíssimo Senhor Provedor de Justiça A Associação Portuguesa das Famílias Numerosas, com sede Rua 3A à Urbanização da Ameixoeira, Área 3, Lote 1, Loja A, Lisboa, vem, nos termos do artigo 23º, n.º

Leia mais

Regime de bens e algumas absurdas incomunicabilidades

Regime de bens e algumas absurdas incomunicabilidades Regime de bens e algumas absurdas incomunicabilidades Maria Berenice Dias Desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul Vice-Presidente Nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família

Leia mais

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08.

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08. Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar Apresentação 10.08.10 Luiz Kignel Karime Costalunga F 1 F 2 F 3 F 1 F 2 F 3 F 4 Fundador

Leia mais

SÍNTESE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO CÓDIGO CIVIL

SÍNTESE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO CÓDIGO CIVIL SÍNTESE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO CÓDIGO CIVIL Rénan Kfuri Lopes As alterações trazidas pelo novo Código Civil têm de ser constantemente analisadas e estudadas, para que possamos com elas nos familiarizar.

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 5.423, DE 2009 Acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, estabelecendo

Leia mais

Sobre o regime de comunhão parcial de bens e o regime de separação convencional de bens e suas repercussões na sucessão do cônjuge supérstite

Sobre o regime de comunhão parcial de bens e o regime de separação convencional de bens e suas repercussões na sucessão do cônjuge supérstite Sobre o regime de comunhão parcial de bens e o regime de separação convencional de bens e suas repercussões na sucessão do cônjuge supérstite A predominância de uma posição mais solidária entre os membros

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

Professora Alessandra Vieira

Professora Alessandra Vieira Sucessão Legítima Conceito: A sucessão legítima ou ab intestato, é a que se opera por força de lei e ocorre quando o de cujus tem herdeiros necessários que, de pleno direito, fazem jus a recolher a cota

Leia mais

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório.

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório. Registro Civil das Pessoas Naturais temas práticos parte 2 Temas práticos de registro civil das pessoas naturais Priscila de Paula, registradora civil em Cajamar Vamos tratar de alguns aspectos relacionados

Leia mais

ASSUNTO: Partilha por divórcio art.º 1790.º do Código Civil Impostos.

ASSUNTO: Partilha por divórcio art.º 1790.º do Código Civil Impostos. Proc.º n.º C. N. 20/2009 SJC CT ASSUNTO: Partilha por divórcio art.º 1790.º do Código Civil Impostos. DESCRIÇÃO E ANÁLISE DO PROBLEMA: O helpdesk do Balcão das Heranças e Divórcios com Partilha colocou

Leia mais

Modular Direito de Família Disposições Gerais Sobre o Casamento Incapacidade e Impedimento Causas Suspensivas Fernando Viana

Modular Direito de Família Disposições Gerais Sobre o Casamento Incapacidade e Impedimento Causas Suspensivas Fernando Viana Modular Direito de Família Disposições Gerais Sobre o Casamento Incapacidade e Impedimento Causas Suspensivas Fernando Viana 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

Leia mais

Lei n.º 23/2010, de 30 de agosto. Artigo 1.º Alterações à Lei n.º 7/2001, de 11 de maio

Lei n.º 23/2010, de 30 de agosto. Artigo 1.º Alterações à Lei n.º 7/2001, de 11 de maio Lei n.º 23/2010, de 30 de agosto A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Alterações à Lei n.º 7/2001, de 11 de maio Os artigos

Leia mais

Regime de bens e divisão da herança

Regime de bens e divisão da herança Regime de bens e divisão da herança Antes da celebração do casamento, os noivos têm a possibilidade de escolher o regime de bens a ser adotado, que determinará se haverá ou não a comunicação (compartilhamento)

Leia mais

NEGÓCIO JURÍDICO Conceito MANIFESTAÇÃO DE VONTADE + FINALIDADE NEGOCIAL (aquisição, conservação, modificação e extinção de direitos)

NEGÓCIO JURÍDICO Conceito MANIFESTAÇÃO DE VONTADE + FINALIDADE NEGOCIAL (aquisição, conservação, modificação e extinção de direitos) NEGÓCIO JURÍDICO Conceito MANIFESTAÇÃO DE VONTADE + FINALIDADE NEGOCIAL (aquisição, conservação, modificação e extinção de direitos) INTERPRETAÇÃO Boa-fé e usos do lugar CC113 Os negócios jurídicos devem

Leia mais

DIVÓRCIO. Portugal EUA Alguns países europeus Alterações legislativas em Espanha e França Proposta BE

DIVÓRCIO. Portugal EUA Alguns países europeus Alterações legislativas em Espanha e França Proposta BE DIVÓRCIO Portugal EUA Alguns países europeus Alterações legislativas em Espanha e França Proposta BE Portugal Modalidades possíveis: Divórcio litigioso: Violação dos deveres conjugais Ruptura da vida em

Leia mais

- RECUPERAÇÃO JUDICIAL - Preservação da atividade e função social da empresa. É um contrato judicial, sendo este apenas homologado pelo juiz.

- RECUPERAÇÃO JUDICIAL - Preservação da atividade e função social da empresa. É um contrato judicial, sendo este apenas homologado pelo juiz. Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Direito Empresarial / Aula 09 Professor: Thiago Carapetcov Conteúdo: Recuperação Judicial. - RECUPERAÇÃO JUDICIAL - Fundamento: Preservação da atividade e função

Leia mais

SEPARAÇÃO CONSENSUAL DIVÓRCIO CONSENSUAL. Prof. Ms. Karol Araújo Durço karoldurco@gmail.com

SEPARAÇÃO CONSENSUAL DIVÓRCIO CONSENSUAL. Prof. Ms. Karol Araújo Durço karoldurco@gmail.com SEPARAÇÃO CONSENSUAL DIVÓRCIO CONSENSUAL Prof. Ms. Karol Araújo Durço karoldurco@gmail.com Com o advento da EC nº. 66 de 2010 o 6º, do art. 226 da CF passou a ter a seguinte redação: O casamento civil

Leia mais

EDITAL Nº 10 /2013 ESCOLA JUDICIAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE MAGISTRADOS E SERVIDORES

EDITAL Nº 10 /2013 ESCOLA JUDICIAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE MAGISTRADOS E SERVIDORES EDITAL Nº 10 /2013 ESCOLA JUDICIAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE MAGISTRADOS E SERVIDORES EDUCAÇÃO CORPORATIVA Torna pública a abertura de inscrições para

Leia mais

1959 Direito de Família e Sucessões Parte 1 Do Direito de Família 1. Família. Conceito. Família e sociedade. Suas diferentes formas. Constituição de 1946 a espeito. Direito de Família. 2. Esponsais. Breve

Leia mais

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL 1 PROCESSO PENAL PROCESSO PENAL PONTO 1: Princípios dos Juizados Especiais Criminais PONTO 2: Objetivos PONTO 3: Competência PONTO 4: Fase Policial PONTO 5: Fase Judicial PONTO 6: Recursos PONTO 7: Atos

Leia mais

RESUMO. Um problema que esse enfrenta nesta modalidade de obrigação é a escolha do objeto.

RESUMO. Um problema que esse enfrenta nesta modalidade de obrigação é a escolha do objeto. RESUMO I - Obrigações Alternativas São aquelas que têm objeto múltiplo, de maneira que o devedor se exonera cumprindo apenas uma delas. Nasce com objeto múltiplo. Ex.: A se obriga a pagar a B objeto X

Leia mais

Direito Empresarial A figura do empresário

Direito Empresarial A figura do empresário Direito Empresarial A figura do empresário Olá. Como estão?! Hoje trataremos sobre um tema interessantíssimo (e básico) no direito empresarial. Falaremos sobre a figura do empresário. Vamos brincar? Boa

Leia mais

Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório

Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório Giselda Maria Fernandes Novaes Hironaka Doutora e Livre Docente em Direito pela Faculdade de Direito da USP Professora Associada ao Departamento de Direito

Leia mais

ESTATUTO PESSOAL REGRAS SOBRE CASAMENTO ESTRANGEIRO

ESTATUTO PESSOAL REGRAS SOBRE CASAMENTO ESTRANGEIRO CONCURSO MANAUSPREV LINDB (AULA 2) Estatuto pessoal Aplicação da lei no espaço: casamento sucessão bens obrigações Prof. Caupolican ESTATUTO PESSOAL (DL 4657/42) Art. 7º A lei do país em que for domiciliada

Leia mais

PROF. MS. FABIO TRUBILHANO

PROF. MS. FABIO TRUBILHANO 3 PROF. MS. FABIO TRUBILHANO ASPECTOS POLÊMICOS DA SUCESSÃO DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO A primeira questão polêmica sobre a qual nos debruçaremos envolve os arts. 1.641, 1.687 e 1.829 do Código Civil brasileiro.

Leia mais

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações:

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: 1. Jurisdição internacional concorrente Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: I de alimentos, quando: a) o credor tiver domicílio ou residência no

Leia mais

Em regra, todos os créditos podem ser cedidos (art. 286 CC) a) Créditos de natureza personalíssima;

Em regra, todos os créditos podem ser cedidos (art. 286 CC) a) Créditos de natureza personalíssima; Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Direito Civil / Aula 11 Professor: Rafael da Mota Mendonça Conteúdo: V- Transmissão das Obrigações: 1. Cessão de Crédito. V - Transmissão das Obrigações: 1. CESSÃO

Leia mais

TABELA DE CORRESPONDÊNCIA CÓDIGO CIVIL/1916 E CÓDIGO CIVIL/2002

TABELA DE CORRESPONDÊNCIA CÓDIGO CIVIL/1916 E CÓDIGO CIVIL/2002 TABELA DE CORRESPONDÊNCIA CÓDIGO CIVIL/1916 E CÓDIGO CIVIL/2002 PARTE GERAL DISPOSIÇÃO PRELIMINAR Art. 1º............. sem correspondência LIVRO I DAS PESSOAS TÍTULO I DA DIVISÃO DAS PESSOAS DAS PESSOAS

Leia mais

Contrato Unilateral - gera obrigações para apenas uma das partes. Contrato Bilateral - gera obrigações para ambas as partes.

Contrato Unilateral - gera obrigações para apenas uma das partes. Contrato Bilateral - gera obrigações para ambas as partes. Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Civil (Contratos) / Aula 13 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: Teoria Geral dos Contratos: 3- Classificação; 4 - Princípios. 3. Classificação: 3.1

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO

DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO Art. 175 ao Art. 182 CTN Centro de Ensino Superior do Amapá Direito Financeiro e Tributário II Professora: Ilza Facundes Macapá-AP, 2013.1

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS MAGALI COSTA CONS. HILTON PAIVA DE MACÊDO RELATÓRIO

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS MAGALI COSTA CONS. HILTON PAIVA DE MACÊDO RELATÓRIO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS Nº DE ORDEM I T C D O. S. RECURSO RECORRENTE RECORRIDO RELATOR 0099/2013-CRF 2342/2012-1ª URT EX OFFICIO MAGALI COSTA CONS. HILTON PAIVA DE MACÊDO

Leia mais

CARTILHA UNIÃO ESTÁVEL SEXO

CARTILHA UNIÃO ESTÁVEL SEXO CARTILHA UNIÃO ESTÁVEL DE CASAIS DO MESMO SEXO Prefácio: A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), reconhecendo a união de casais do mesmo sexo e ofertando a esses o mesmo grau de legalidade

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO SUMÁRIO 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA 2. TEORIA DA EMPRESA 3. ATIVIDADE EMPRESARIAL 4. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL 5. ATIVIDADE RURAL 6. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL REGULAR X

Leia mais

3. SERVIÇOS ATENDIMENTO JURISDICIONAL

3. SERVIÇOS ATENDIMENTO JURISDICIONAL ATENDIMENTO JURISDICIONAL DOCUMENTOS PARA O ATENDIMENTO Documento de identificação pessoal (identidade ou certidão de nascimento) Certidão de casamento (se for casado) CPF Comprovante de renda de até 3

Leia mais

2- Princípio da Solidariedade Social:

2- Princípio da Solidariedade Social: Princípios do direito de família: CF 1 ): 1- Princípio da dignidade da pessoa humana (artigo 1º, III, É um dos fundamentos da República Federativa do Brasil (não é o objetivo, não confundir), significa

Leia mais

contrato é uma declaração unilateral de vontade, cabendo tão somente ao administrador judicial.

contrato é uma declaração unilateral de vontade, cabendo tão somente ao administrador judicial. Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Empresarial / Aula 14 Professor: Thiago Carapetcov Conteúdo: - Falência: Efeitos da sentença em relação aos contratos. Falido e bens. Sentença Positiva - Decretação

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Os Negócios Jurídicos Da União Estável E Terceiros De Boa-fé Maíta Ponciano Os Casais que vivem união estável DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS DA UNIÃO ESTÁVEL E TERCEIROS DE BOA-FÉ. Desde

Leia mais

- Doação a incapaz, terá de o ser sem encargos (puras) e produz efeitos independentemente da aceitação (presumida). (951. nº. 1 e 2 CC).

- Doação a incapaz, terá de o ser sem encargos (puras) e produz efeitos independentemente da aceitação (presumida). (951. nº. 1 e 2 CC). Noção Contrato pelo qual uma Pessoa Jurídica, por espírito de liberalidade e à custa do seu património, dispõe gratuitamente de uma coisa ou de um direito, ou assume uma obrigação, em benefício do outro

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB PADRÃO DE RESPOSTAS PEÇA PROFISSIONAL Jorge, professor de ensino fundamental, depois de longos 20 anos de magistério, poupou quantia suficiente para comprar um pequeno imóvel à vista. Para tanto, procurou

Leia mais

FICHAMENTO DO TEXTO DE ROLF MADALENO, EM CURSO DE DIREITO DE FAMÍLIA,

FICHAMENTO DO TEXTO DE ROLF MADALENO, EM CURSO DE DIREITO DE FAMÍLIA, UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES FACULTAD DE DERECHO DEPARTAMENTO DE POSGRADO DOCTORADO EM DERECHO CIVIL FICHAMENTO DO TEXTO DE ROLF MADALENO, EM CURSO DE DIREITO DE FAMÍLIA, ED. FORENSE, 2008. ALUMNO: BERNARDO

Leia mais

Principais artigos do Código Civil, Livro II, Direito de Empresa, para concursos.

Principais artigos do Código Civil, Livro II, Direito de Empresa, para concursos. Principais artigos do Código Civil, Livro II, Direito de Empresa, para concursos. Olá, amigos. Como vão? Espero que tudo bem. Traremos hoje os principais artigos do Código Civil a serem estudados para

Leia mais

Faculdade de Direito da Alta Paulista

Faculdade de Direito da Alta Paulista PLANO DE ENSINO DISCIPLINA SÉRIE PERÍODO LETIVO CARGA HORÁRIA DIREITO CIVIL V (Direitos de família e das sucessões) QUINTA 2015 136 I EMENTA Direito de Família. Casamento. Efeitos jurídicos do casamento.

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação ORGANIZAÇÃO BÁSICA DAS DISCIPLINAS CURRICULARES

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação ORGANIZAÇÃO BÁSICA DAS DISCIPLINAS CURRICULARES UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação 2007/1 ORGANIZAÇÃO BÁSICA DAS DISCIPLINAS CURRICULARES Disciplina: DIREITO CIVIL VI Curso: DIREITO Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito 111111111111111111111111111111111111111

Leia mais

CONTRATO DE CONVIVÊNCIA E SUAS REPERCUSSÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO

CONTRATO DE CONVIVÊNCIA E SUAS REPERCUSSÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO CONTRATO DE CONVIVÊNCIA E SUAS REPERCUSSÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO Edgard Borba Fróes Neto 1 Resumo A possibilidade dos companheiros livremente estipularem regras de cunho patrimonial, mediante celebração

Leia mais

Clique com o mouse sobre o livro escolhido (continua na página seguinte) Destituição de Síndico

Clique com o mouse sobre o livro escolhido (continua na página seguinte) Destituição de Síndico NOVO CÓDIGO CIVIL Clique com o mouse sobre o livro escolhido (continua na página seguinte) Adoção do Nome Casamento Gratuito Adultério Casamento Religioso Autenticação Condômino Anti-Social Casamento Contratos

Leia mais

DO REGIME DE BENS Conceito de regime de bens: Conjunto de regras de ordem privada relacionada com interesses patrimoniais e econômicos resultantes da

DO REGIME DE BENS Conceito de regime de bens: Conjunto de regras de ordem privada relacionada com interesses patrimoniais e econômicos resultantes da DO REGIME DE BENS Conceito de regime de bens: Conjunto de regras de ordem privada relacionada com interesses patrimoniais e econômicos resultantes da entidade familiar. O Divórcio põe fim ao casamento

Leia mais

Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS. Juliana Pereira Soares

Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS. Juliana Pereira Soares Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS Art. 2º da Lei 11.795/08: Consórcio é a reunião de pessoas naturais e jurídicas em grupo, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, promovida

Leia mais

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome Sociedade Limitada I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome II a limitação refere-se aos sócios 2. Responsabilidade dos Sócios I - Decreto 3.708/19 (sociedade

Leia mais

AULA 07. Herança Jacente = herança sem herdeiros notoriamente conhecidos (arts. 1819 e ss. do CC).

AULA 07. Herança Jacente = herança sem herdeiros notoriamente conhecidos (arts. 1819 e ss. do CC). 01 Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8ºDIN-1 e 8º DIN-2 Data: 21/08/12 AULA 07 II - SUCESSÃO EM GERAL (Cont...) 11. Herança Jacente e Vacante (arts. 1.819 a 1.823,

Leia mais