BAKHTIN E O METADISCURSO EM A VIAGEM DO ELEFANTE, DE JOSÉ SARAMAGO BAKHTIN AND THE METADISCOURSE IN A VIAGEM DO ELEFANTE, BY JOSÉ SARAMAGO

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1 BAKHTIN E O METADISCURSO EM A VIAGEM DO ELEFANTE, DE JOSÉ SARAMAGO Juscelino Pernambuco 1 Camila de Araújo Beraldo Ludovice 2 RESUMO: O objetivo deste trabalho é analisar o metadiscurso em A viagem do elefante, de José Saramago, à luz das reflexões de Bakhtin (1998,2003). Saramago (2008) vale-se do metadiscurso como uma estratégia interacional para prender o leitor nas malhas de sua trama narrativa e faz da metadiscursividade um mecanismo intradiscursivo de interação com o leitor. Em entrevistas, o romancista explica as idéias fundacionais de suas narrativas e o significado do seu fazer literário. Espera-se, com este trabalho, verificar aproximações entre as reflexões bakhtinianas e a metadiscursividade presente no fazer literário de José Saramago. Palavras-chave: Bakhtin. Metadiscurso. Saramago. BAKHTIN AND THE METADISCOURSE IN A VIAGEM DO ELEFANTE, BY JOSÉ SARAMAGO ABSTRACT: This study aims at analysing the metadiscourse in A viagem do elefante, by José Saramago, supported by the reflections of Bakhtin (1988) and (1992).Saramago (2008) uses the metadiscourse as an interactional strategy to capture the reader in the intricacies of the narrative plot and makes the metadiscursivity an intradiscursive mechanism of interaction with the reader. In interviews, the romanticist explains the essential ideas of his works and the meaning of his literary making. With this work we expect to verify the approximation of Bakhtin s reflections and the metadiscursivity both present in the literary making of José Saramago. Keywords: Bakhtin. Metadiscourse. Saramago. 1 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O conceito de metalinguagem continua a ser explorado na Literatura, na Retórica e na Linguística, assim como já o fora, na Filosofia Analítica, especialmente nos trabalhos de Wittgenstein. De acordo com Benveniste (1989, Vol.1, p.54-55) a língua ocupa um lugar de destaque entre os sistemas de signos pela sua capacidade de interpretar-se e de referir-se a si 1 (UNIFRAN). 2 (UNIFRAN).

2 mesma, podendo tudo categorizar e a tudo interpretar. A língua é para ele, o sistema interpretante e não o interpretado. Na conceituação clássica de metalinguagem, conforme Jakobson (1963), ela é a função da linguagem em que o código volta-se para si mesmo, para a sua própria forma. A metadiscursividade, de acordo com Borillo (1985) e pesquisadores como Risso e Jubran (1998, 2000, 2002), diferencia-se da metalinguagem pela centralização no discurso e seu contexto, pela não abstração do interacionismo do código na ação verbal, que envolve enunciado e enunciação. O metadiscurso tem como propriedade primeira a reflexão do discurso sobre si mesmo, integrando enunciado e enunciação, ou seja, o que se diz e o próprio ato de dizer. Essa é a particularidade do metadiscurso: é um discurso e, ao mesmo tempo, um comentário sobre si mesmo, uma auto-explicação, ou seja, um discurso sobre o discurso. A enunciação, para Bakhtin é o núcleo de sentido dos fenômenos da linguagem e da língua. Para ele, a língua só pode ser estudada com base na enunciação. Esta é o elo entre a forma e o sentido. Desse modo, Bakhtin (2006, p.127), ao conceber a enunciação como verdadeira substância da língua, superou a dicotomia forma-conteúdo e acoplou a experiência social à organização linguística. O enunciado é, para Bakhtin (2003), a unidade da comunicação verbal, dotada de sentido. O filósofo estuda-o sob dois aspectos: o que vem da língua para ele e é reiterável e o que lhe vem do contexto de enunciação e é único. Desse modo, o texto, concebido como um enunciado, representa alguma coisa de irrepetível, de individual, e nisso consiste o seu sentido. É o que confere ao texto o caráter de suas relações dialógicas. Borillo (1985), em um texto bem utilizado por estudiosos da metadiscursividade, entre os quais se destacam: Risso (1999, 2000), Jubran (1999, 2002), Risso e Jubran (1998), aponta as seguintes possibilidades de construção do metadiscurso: a) referência ao discurso, com especificação de aspectos do código utilizado na elaboração do texto; b) referência ao modo de ser dos diálogos presentes no discurso enunciado, para auxiliar na sua inteligibilidade; c) referência ao modo de construção dos enunciados do discurso para explicitar seu desenvolvimento, sua estratégia e organização argumentativa. Risso e Jubran (1998) explicam: No seu estatuto de discurso autorreferente, os enunciados metadiscursivos dão concretude a um vasto inventário de aspectos de textualização, que se desdobram em mecanismos variados de focalização da atividade discursiva, como entre outros: procedimentos mais pontualizados que recaem sobre o signo, explicando-lhe valores semânticos e funções em contextos comunicativos concretos, ou sinalizando o processamento de seleções lexicais; procedimentos que põem em destaque unidades mais amplas, como o tópico e o texto, explicitando-lhes a organização, por marcas

3 de aberturas, fechos, retomadas, sínteses, exemplificações, reformulações ou mesmo de esquemas macro-estruturais de composição textual; procedimentos com foco na natureza dos atos de fala, pela rotulação de seu teor declarativo, responsivo ou interrogativo; procedimentos evidenciadores do caráter dialógico do texto falado, relacionados à administração das relações interacionais, com alvo na eficácia da comunicação, pela checagem da boa transmissão e recepção informacional (RISSO; JUBRAN, 1998, online). Em busca de uma diferenciação entre metalinguagem e metadiscursividade, podemos dizer que esta traz para a cena discursiva o contexto do discurso, enquanto aquela tem como foco o código verbal, a língua. Dito assim, parece haver uma polarização entre uma e outra como se se afirmasse que a metalíngua está para o texto assim como o metadiscurso está para o discurso. Diante disso, é relevante dizer que Jakobson (1963), de certa forma, conforme já percebera Borillo (1985), já atenuava essa polarização, pois que à noção de mensagem centrada sobre o código, o formalista russo acrescenta uma observação relativa a condições enunciativas dos enunciados metalinguísticos: eles se dão pela necessidade de destinador e receptor testarem a força da mensagem. Assim, com Jakobson, começa a haver uma aproximação entre metalinguagem e metadiscursividade. Bakhtin não trata do metadiscurso como o entendemos, mas trata, isto sim, do excedente de visão do autor sobre o texto o que lhe permite metadiscursivizar sempre que sentir a necessidade de fazer com que o enunciado diga mais do já disse, ou mesmo marcar a sua voz autoral. Para Authier-Revuz (1990) a metadiscursividade se dá por meio de manifestações metalinguísticas, em fórmulas como: a palavra X., o termo Y., a expressão Z., o adjetivo W., etc. e por meio de modalização autonímica em que o locutor, ao tomá-la como objeto, suspende a transparência de determinada palavra ou expressão de seu discurso. De modo mais amplo, o metadiscurso consiste no processo segundo o qual o discurso de um locutor tem como objeto seu próprio discurso, constituindo a si mesmo como alteridade, ou seu próprio discurso como outro. Dessa forma, a metadiscursividade deve ser interpretada como uma consciência de si de uma prática discursiva. Não se trata do ato de o enunciador falar apenas de sua própria enunciação, mas de se referir à sua própria prática discursiva, dando legitimidade às condições enunciativas que possibilitam o seu falar. Este artigo tem como enfoque a obra A viagem do elefante, de José Saramago e pretende, com base nos estudos de Bakhtin e de estudiosos do metadiscurso tais como (AUTHIER-REVUZ, 1990; RISSO e JUBRAN, 1998) desenvolver uma análise da metadiscursividade na relação entre autor-pessoa, autor-criador e autor-contemplador neste romance mais recente do escritor português. Na relação entre autor e leitor, o metadiscurso ganha importância acentuada, pois permite àquele fornecer pistas para que este chegue ao

4 discurso em condições mais acessíveis de ter uma atitude de compreensão e responsividade. Isso significa dizer que o metadiscurso contribui para a relação dialógica, constituinte essencial do discurso, na reflexão bakhtiniana. Na leitura do romance A viagem do elefante, percebe-se que o discurso em muitos momentos da narrativa aponta para si mesmo e constitui um metadiscurso. Com fundamento em uma perspectiva interacionista, esta análise que efetuaremos sobre a metadiscursividade no romance de Saramago toma o texto como um ato comunicativo que incorpora enunciado e enunciação. Bakhtin (1998) considera que literário é o que faz parte do mundo cultural e preconiza uma nova apreensão da linguagem literária. Ao contrário do gênero poético, que repousa numa centralização da linguagem, a visão bakhtiniana é de uma descentralização total da linguagem literária, já que em cada palavra, em cada frase, estão presentes as visões de mundo de duas pessoas, pelo menos. É o que ele chama de tensão dialógica da linguagem. Isso é o que vai definir todo o trabalho de elaboração do gênero romanesco. Para Bakhtin (1998), o autor-criador não significa a perda de controle do texto pelo autor-pessoa. Ele está em todos os detalhes do objeto artístico elaborado, até mesmo na criação de uma voz para falar em nome dele. O metadiscurso é do autor-criador, embora seja a marca que o autor-pessoa quis imprimir ao texto, porém tal como acontece com a criação dos personagens do romance quando cria o romance, o metadiscurso já não é a voz do escritor, mas da voz social que recobre todo o objeto estético que ele criou, que fala por ele. Não que o autor-pessoa tenha perdido a voz autoral, mas o autor que ele cria para falar por ele, assume toda a materialização da sua relação axiológica com o mundo, com os personagens e com o herói. O autor é o narrador onisciente de seu herói, sabe tudo dele, e o herói nada sabe de seu criador. A respeito do autor-criador, Faraco (2007, p.38), em estudos sobre Bakhtin, diz: Ele é entendido como uma posição estético formal cuja característica básica está em materializar uma certa relação axiológica com o herói e seu mundo: ele os olha com simpatia ou antipatia, distância ou proximidade, reverência ou crítica, gravidade ou deboche, aplauso ou sarcasmo, alegria ou amargura, generosidade ou crueldade, júbilo ou melancolia, e assim por diante. (FARACO, 2007, p.38). Em A viagem do elefante, observaremos que o olhar é de ironia, humor e até sarcasmo diante de comportamentos sociais, valores e crenças dos homens. 2 O METADISCURSO EM A VIAGEM DO ELEFANTE

5 Saramago não é um teórico dos estudos do texto e do discurso, mas tem uma concepção de linguagem e de discurso que combina com as reflexões de Bakhtin e com as teorias enunciativas. Na primeira fala do secretário Pêro de Alcáçova Carneiro com o Rei Dom João Terceiro, de Portugal, aquele metadiscursiviza sobre o ato poético e o significado da arte literária: Pois olhe que não falta por aí quem diga que as fadas que presidiram ao meu nascimento não me fadaram para o exercício das letras, Nem tudo são letras no mundo, meu senhor, ir visitar o elefante salomão neste dia é, como talvez se venha a dizer no futuro, um acto poético, Que é um acto poético, perguntou o rei, Não se sabe meu senhor, só damos por ele quando aconteceu (SARAMAGO, 2008, p.17). O romancista tem a exata percepção do que seja a poesia, o instante de magia e de beleza que se experimenta diante de eventos da vida e prenuncia o que projeta para a construção do objeto estético que será a narrativa sobre a viagem do elefante. O metadiscurso presta-se aqui para antecipar ao leitor autor-contemplador, o sentido poético que o texto romanesco engendra. O autor explicita o seu processo de composição do objeto estético e dialoga metadiscursivamente com o leitor. No episódio da discussão sobre pesos e medidas, ele faz um balanço estratégico do explícito e do implícito, do oculto e do aparente do romance. Em perfeita sintonia com o leitor e incorporando procedimentos do enunciado à posição do autorcriador, diz o narrador: No fundo, será, como se num filme, desconhecido naquele século dezasseis, estivéssemos a colar legendas na nossa língua para suprir a ignorância ou um insuficiente conhecimento da língua falada pelos actores. Teremos portanto neste relato dois discursos paralelos que nunca se encontrarão, um, este, que poderemos seguir sem dificuldade e outro que a partir deste momento, entra no silêncio.interessante solução (SARAMAGO, 2008, p.38). Subbro, o cornaca, é a voz social que fala no romance e faz do elefante um ser pensante e elemento crítico do comportamento humano. Salomão, o elefante é humanizado no romance, o que mostra o aproveitamento que o autor-pessoa, Saramago fez de um fato histórico de Portugal para a criação do objeto estético. Na fala a seguir, o cornaca indiano filosofa sobre o ato de existir. De acordo com as reflexões bakhtinianas, no romance a existência fala por meio da voz do escritor. Essa é uma daquelas coisas que nem vale a pena perguntar, se o interrogássemos directamente, o mais certo seria não nos responder, Por não saber ou por não querer, creio que na cabeça de salomão o não querer e o não saber se confundem numa grande interrogação sobre o mundo em que o puseram a viver, aliás, penso que nessa interrogação nos encontramos todos, nós e os elefantes (SARAMAGO, 2008).

6 Para falar do romance, valer-nos-emos da fala do autor-pessoa em entrevista, assim que o livro foi lançado. O relato de Saramago é o que se segue: Há dez anos, estava em Salzburgo (Áustria) e fui jantar em um restaurante chamado O Elefante. Não havia nenhum motivo para que eu perguntasse por que o restaurante tinha esse nome. Mas me chamou a atenção uma série de pequenas esculturas que mostravam a jornada de um elefante que havia sido oferecido como presente pelo rei de Portugal, dom João III, ao arquiduque austríaco, Maximiliano II (SARAMAGO, 2008, p.79). Para o prosador basta um pequeno acontecimento como pano de fundo para que um objeto artístico principie a ser germinado. O artista tem um olhar não comum para as coisas aparentemente comuns, um jeito invulgar de as coisas mais vulgares para o não-criador. Não fosse isso a arte não aconteceria. Na entrevista, o autor-pessoa continua se explicando: A história é sobre este absurdo de levar um elefante a atravessar a metade da Europa. Os dados históricos sobre a viagem do elefante eram pouquíssimos. Então se este livro queria existir, era necessária que o autor lhe pusesse imaginação, o máximo de invenção de que ele fosse capaz (SARAMAGO, 2008, p.79). A invenção é a chave do ato de criar, nada se cria sem a força da imaginação, da fantasia. Diz Saramago: Não sou eu quem tem o direito de estar a dizer estas coisas, mas creio que é uma história atrativa, não é um relato monótono. Um elefante, ainda por cima, anda devagar e parece que não dá margens para muitos acontecimentos. Ora, bem, no plano da imaginação, há realmente episódios extraordinários no livro (SARAMAGO, 2008, p.80). A força da imaginação é exaltada no romance como que a mostrar que a arte literária é produto da imaginação, porém é preciso que se diga que a função da literatura é claramente conscientizadora. A arte literária finge que mente, para dizer verdade maior. O que conta é a imaginação, o que eu imagino passa a existir. No episódio em que o elefante salvou a arquiduquesa do despenhadeiro a que ela ia rolando, puxando-a pela tromba, o cornaca reflete desolado sobre as glórias passageiras e a imaginação necessária para o viver humano. O narrador assim diz: Apesar de toda a crítica que sobre ele se vem fazendo, o mundo vai descobrindo em cada dia maneiras de ir funcionando tant bien que mal, permita-se-nos esta pequena homenagem à cultura francesa, a prova é que quando as coisas boas não sucedem por si mesmas na realidade, a livre imaginação dá uma ajuda à composição do quadro. É certo que o cornaca não salvou a arquiduquesa, mas poderia tê-lo feito, uma vez que o imaginou, e isso é o que conta (SARAMAGO, 2008, p.223). O narrador a todo momento interage com o leitor por meio de um metadiscurso em que se posiciona responsivamente diante da vida de forma bem humorada e irônica.

7 Não têm falhado neste relato considerações mais ou menos certeiras sobre a natureza humana, e a todas fomos fielmente consignando e comentando segundo a respectiva pertinência e o humor do momento (SARAMAGO, 2008, p.60-61). O romance de Saramago não se contenta em ser apenas um objeto estético com uma forma e um conteúdo bem elaborados e indissociáveis; construiu-se como um enunciado portador de uma mensagem significativa para a existência humana. O elefante é o elemento colocado a serviço de uma reflexão humana sobre a resposta que temos de dar à vida. Na sua grandiosidade animal, no estranhamento que provoca, no ineditismo da sua presença nas páginas de um romance ou conto, como o classifica o próprio romancista, leva o narrador à seguinte reflexão: Não é todos os dias que aparece em nossas vidas um elefante. (Saramago 2008:63). O narrador incursiona, a todo momento, por reflexões metalinguísticas a respeito da elaboração do texto e da relação língua e linguagem, texto e discurso, enunciado e enunciação. Vejamos mais esta passagem da obra: Diz-se que numa das línguas faladas pelos indígenas da américa do sul, talvez na amazônia, existem mais de vinte expressões, umas vinte e sete, creio recordar, para designar a cor verde. Comparando com a pobreza do nosso vocabulário quanto a esta matéria, parecerá que devia ser fácil para eles descrever as florestas em que vivem, no meio de todos aqueles verdes minuciosos e diferenciados, apenas separados por subtis e quase inapreensíveis matizes. Não sabemos se alguma vez tentaram e se ficaram satisfeitos com o resultado. O que, sim, sabemos, é que um monocromatismo qualquer, por exemplo, para não ir mais longe, o aparente branco absoluto destas montanhas, também não decide a questão, talvez porque haja mais de vinte matizes de branco que o olho não pode perceber, mas cuja existência pressente. A verdade, se quisermos aceitá-la em toda a sua crueza, é que, simplesmente, não é possível descrever uma paisagem com palavras. Ou melhor, ser possível, é, mas não vale a pena.pergunto se vale a pena escrever a palavra montanha se não sabemos que nome se daria a montanha a si mesma (SARAMAGO, 2008, p ). O tom da narrativa é de ironia fina e sarcasmo a respeito do massacre capitalista e da imposição do catolicismo. O narrador incorpora o discurso do autor-pessoa e posiciona-se diante da elaboração do discurso e do texto: Reconheça-se, já agora, que um certo tom irônico e displicente introduzido nestas páginas de cada vez que da áustria e seus naturais tivemos de falar, não só foi agressivo, como claramente injusto. Não que fosse essa a intenção nossa, mas, já sabemos que, nestas coisas da escrita, não é raro que uma palavra puxe por outra só pelo bem que soam juntas, assim muitas vez se sacrificando o respeito à leviandade, a ética à estética, se cabem num discurso como este tão solenes conceitos, e ainda por cima sem proveito para ninguém. Por essas e por outras é que quase sem darmos por isso vamos arranjando tantos inimigos na vida (SARAMAGO, 2008, p.173).

8 O metadiscurso sobre a vida humana e sobre a potência da palavra viva no enunciado faz-se presente: Descobri que sou tal qual o elefante, uma parte de mim apreende, a outra ignora o que a outra parte aprendeu, e tanto mais vai ignorando quanto mais tempo vai vivendo, Não sou capaz de te seguir nesses jogos de palavras, Não sou eu quem joga com as palavras, são elas que jogam comigo,... (SARAMAGO, 2008, p.153). A voz social do autor-criador emite seu posicionamento diante do embate do homem com a história e ao mesmo tempo discursiviza sobre o papel da literatura: Têm razão os cépticos quando afirmam que a história da humanidade é uma interminável sucessão de ocasiões perdidas. Felizmente, graças à inesgotável generosidade da imaginação, cá vamos suprindo as faltas, preenchendo as lacunas o melhor que se pode, rompendo passagens em becos sem saída e que sem saída irão continuar, inventando chaves para abrir portas órfãs de fechadura ou que nunca a tiveram (SARAMAGO, 2008, p.221). A seguir vem um comentário que traduz um posicionamento cético diante do significado da vida e do valor ínfimo do ser humano. A figurativização com o uso dos mapas é uma passagem do romance que serve para enaltecer o sentido da arte, na sua função conscientizadora: Uma pessoa olha o mapa e fica logo cansada. E, no entanto, parece que tudo ali está perto, por assim dizer, ao alcance da mão. A explicação, evidentemente, encontra-se na escala. É fácil de aceitar que um centímetro no mapa equivalha a vinte quilômetros na realidade, mas o que não costumamos pensar é que nós próprios sofremos na operação uma redução dimensional equivalente, por isso é que, sendo já tão mínima coisa no mundo, o somos infinitamente menos nos mapas. Seria interessante saber, por exemplo, quanto mediria um pé humano àquela mesma escala, ou a pata de um elefante. Ou a comitiva toda do arquiduque maximiliano de áustria (SARAMAGO, 2008, p. 159). O cornaca, Subhro, depois, renomeado Fritz, ao discursar sobre as palavras dá a exata noção do conceito de metadiscurso, senão leiamos o que ele diz ao comandante: Porquê, Porque tudo isso são palavras, e só palavras, fora das palavras não há nada, Ganeixa é uma palavra, perguntou o comandante, Sim, uma palavra que, como todas as mais, só por outras palavras poderá ser explicada, mas, como as palavras que tentaram explicar, quer tenham conseguido fazê-lo ou não, terão, por sua vez, de ser explicadas, o nosso discurso avançará sem rumo, alternará, como por maldição, o errado com o certo, sem se dar conta do que está bem e do que está mal (SARAMAGO, 2008, p. 71). O metadiscurso opera como uma ponte entre o autor-pessoa e o autor-criador: tem-se a nítida impressão de que é a interferência subjetiva do escritor, autor-pessoa a intrometer-se na narrativa como que a corrigir rumos, a explicar possíveis mal-entendidos, a desfazer possíveis

9 ambiguidades, quando, de fato, é a voz segunda do autor atuando na perfeita integração entre as operações linguísticas dos enunciados e os comentários discursivos da enunciação. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A leitura de A viagem do elefante leva o leitor a extasiar-se diante da beleza da composição artística, da arquitetônica do objeto estético, nas palavras de Bakhtin, e a verificar que o gênero romanesco perenizou-se mais ainda, por aquilo que ele tem de caráter de inconclusibilidade. A viagem do elefante é também uma viagem pelos meandros da existência humana. Mais do que a fala do autor-pessoa e do autor-criador, quem fala no romance é a própria existência. Nisso é que está o sentido do romance. O livro é, em verdade, uma exaltação à força da imaginação, ao saber descobrir que em cada evento da vida está um sopro da existência. Afinal, um romance como este cumpre a sua função artística de ajudar o homem a resolver suas contradições e conflitos próprios da existência, como operador de soluções simbólicas que é, e pelo choque de reconhecimento que ele pode provocar no leitor. A viagem de condução do elefante nas suas peripécias todas é uma pista para o leitor descobrir que a vida exige de todos uma atitude responsiva, já que viver no dizer bakhtiniano é conviver. Tudo isso está no conto da viagem do elefante Salomão e na metadiscursividade da narrativa que leva o leitor a participar ativamente da construção da forma composicional deste objeto estético. REFERÊNCIAS BAKHTIN, Mikhail M. Estética da criação verbal. Introd. e trad. Paulo Bezerra. Pref.à ed. Francesa Tzvetan Todorov. 4. ed. São Paulo, Martins Fontes, Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. 4. ed. São Paulo, Unesp, (VOLOCHÍNOV) (1929) Marxismo e filosofia da linguagem. 3. ed. São Paulo: Hucitec, BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral. Trad. Eduardo Guimarães et al. Campinas, São Paulo, Pontes, (Vol. I). BORILLO,Andrée. Discours ou métadiscours? In.DRLAV Revue de linguistique.métalangue. Métadiscours. Métacommunication, no 32, 1985, p ,

10 CARVALHO, Alberto. Um ensaio sobre o José. Revista Tam nas Nuvens, 78-92, outubro, FARACO, Carlos Alberto. Autor e autoria. In. BRAIT, Beth. (Org.) Bakhtin: conceitos chave. 4. ed. São Paulo, Contexto, JAKOBSON, Roman Essais de linguistique génerale. Paris, Editions de Minuit. JUBRAN, Célia. C.A.S. A metadiscursividade como recurso textual-interativo em entrevista televisiva. In: Barros, Kazue Saito Monteiro de. (org.). Produção textual: interação, processamento, variação. Natal: Editora da UFRN, 1999, p RISSO, Mercedes Sanfelice. A propriedade auto-reflexiva do metadiscurso. In: Kazue Saito Monteiro de (org.). Produção textual: interação, processamento, variação. Natal: Editora da UFRN, 1999.p A emergência da atividade discursiva no texto falado: sinalização metadiscursiva da busca da denominação. Estudos Linguísticos XXIX. Assis, p , e JUBRAN, Clélia Cândida A. Spinardi. O Discurso Auto-reflexivo: Processamento Metadiscursivo do Texto. DELTA [on-line]. 1998, vol.14, n.especial, pp ISSN SARAMAGO, José. A viagem do elefante: conto. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

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