AS S E M B L E I A M U N I C I P AL D E ESPINHO

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1 ATA Nº 01/ No dia vinte e cinco de fevereiro do ano dois mil e treze, teve lugar a primeira reunião da Primeira Sessão Ordinária do ano dois mil e treze, da Assembleia Municipal de Espinho, agendada para as vinte e uma horas e trinta minutos, com a seguinte Ordem de Trabalhos: Deliberar sobre assuntos agendados no período de antes das Ordem do Dia; Deliberar sobre a alteração ao Regulamento Geral das Zonas de Estacionamento de duração limitada e das Zonas de acesso automóvel condicionado da Cidade de Espinho, após apreciação pública; Deliberar sobre a proposta de alteração ao Regulamento Geral das Zonas de Estacionamento de duração limitada e das zona de acesso automóvel condicionado da Cidade de Espinho, aprovada pela Câmara Municipal na reunião de 25/01/2013; Deliberar sobre propostas que visam prosseguir as atribuições da Autarquia; Apreciar a informação escrita do Presidente da Câmara acerca da Atividade Municipal; Aprovação das Atas Nº. 16, 17 e 18 de A Sessão foi presidida pelo senhor Presidente da Assembleia Municipal, Luís Filipe Montenegro Cardoso de Morais Esteves e secretariada por António Augusto Fonseca Cavacas e José Maria Pereira de Carvalho e Sá PRESENÇAS: Foi verificada a presença dos vogais do PSD: Maria Alexandra Flôr Bastos, Filipe Alexandre Carvalho Pinto, Mário Paulo Sá Domingues, do PS: Gabriela Brígida Resende Cierco, Jorge Eduardo de Nave Pina, Luís Miguel Santos Neto, do CDS-PP: Maria Filomena Maia Gomes, da CDU: Jorge Manuel Oliveira Carvalho, do BE: José Dinis 1

2 Moreira Pinto, e dos PJF: Manuel Vieira da Rocha (Anta), Rui Manuel Martins Torres (Espinho), Alfredo Domingues da Rocha (Guetim), Américo Castro Pinto dos Santos (Paramos) e José Marco Cunha Rodrigues (Silvalde) PEDIDOS DE SUBSTITUIÇÃO: O Senhor Presidente da Mesa iniciou a reunião com os pedidos de substituição dos vogais do PSD José Pinho, João Passos, Rita Rola e Ricardo Prata pelos vogais Ana Paula Belinha, Vitor Ruivo, Mariana Barbosa e Rui Paulo Natário, dos vogais do PS - Graça Guedes, Luís Peralta, Vitor Monteiro e Liliana Seixas pelos vogais Rosa Duarte, Manuel Salvador, Nuno Almeida e Domingos Santos, do vogal do CDS-PP Guy Viseu pelo vogal André Levi, respetivamente. A Assembleia aprovou as respetivas substituições PRESENÇAS DA CÂMARA MUNICIPAL Por parte da Câmara Municipal estavam presentes, o Presidente da Câmara, Joaquim José Pinto Moreira, o Vice-Presidente da Câmara, António Vicente de Amorim Alves Pinto e os Vereadores Quirino Manuel Mesquita de Jesus e Leonor Cristina Costa Matos Lêdo da Fonseca Verificado o quórum o Senhor Presidente da Mesa declarou aberta a reunião, começando por informar de que no público há uma concidadã que deseja intervir. Disse que em virtude do Regimento da Assembleia Municipal consagrar que essa intervenção possa ser efetuada no início da Sessão, o mesmo deu a palavra de imediato ao público PERÍODO DESTINADO AO PÚBLICO Emília Rocha, procuradora e prima de Amorosa Pereira Guedes, moradora na Travessa do Pêso, 349, na freguesia de Anta. Que a razão da sua intervenção se prende com o facto do vizinho da sua prima Amorosa, o Senhor Ricardo Oliveira e Silva querer construir o acesso à sua propriedade e um passeio em terrenos propriedade da sua prima, cujos os artigos rústicos identifica, 3159, 3160 e 3163 e que tal se se vier a verificar impedirá o 2

3 acesso da prima à própria garagem. Disse ter informação de que o vizinho da prima o Senhor Ricardo Oliveira e Silva, possui autorização camarária processo 40/2011 para a legalização da sua propriedade clandestina e que aqui está a questão. De que já foi solicitada a intervenção policial relativa a estas questões de vizinhos e que agora vem solicitar à Câmara a sua intervenção para que neste caso atue de forma a dar igualdade de oportunidades na legalização das propriedades clandestinas a este conjunto de habitações e verificar a situação da legalização do Senhor Ricardo Oliveira e Silva uma vez que como já referiu assenta em propriedade que não lhe pertence mas sim é pertença da vizinha Amorosa Pereira Guedes O Presidente da Mesa disse que a questão ali colocada não tem resposta imediata uma vez que não eram conhecidos os elementos do processo. Disse que apesar da Câmara se encontrar presente, a Assembleia Municipal diligenciará no sentido de a Câmara esclarecer a questão ali colocada no âmbito dos seus poderes e competências PERIODO DE ANTES DA ORDEM DO DIA Deram entrada na Mesa três documentos: Apresentado pelo PSD, Voto de Congratulação de 85º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Espinhenses e da Criação do Agrupamento de Bombeiros da Cidade de Espinho ; Apresentado pela CDU, Voto de Saudação do Dia Internacional da Mulher ; Apresentado pelo PS, Voto de Saudação do Dia Internacional da Mulher O Presidente da Mesa colocou os três documentos à apreciação e votação em dois momentos distintos, Bombeiros e Dia Internacional da Mulher O Voto de Congratulação de 85º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Espinhenses e da Criação do Agrupamento de Bombeiros da Cidade de Espinho, é do seguinte teor: Espinho viveu ontem, dia 24 de fevereiro, um dos dias mais importantes e 3

4 mais felizes para os Bombeiros e para toda a população Espinhense. Primeiro, porque decorreu o 85º Aniversário dos Bombeiros Espinheiros, motivo mais que suficiente para relembrar este dia, mas também pelo brilhantismo e pela participação de todo o corpo de Bombeiros, desde os Cadetes até aos elementos do Comando, destacando-se a presença do Sr. Ministro da Administração Interna e da Câmara Municipal e várias entidades civis, militares e convidados. Segundo, pelo acontecimento que deve ser considerado o mais importante neste dia, o dia da criação do novo Agrupamento de Bombeiros da Cidade de Espinho. De destacar o grande trabalho e empenho do Sr. Presidente da Câmara Dr. Pinto Moreira, reconhecido e louvado por todas as intervenções, desde o Sr. Ministro, ao Sr. Presidente da Assembleia Municipal, às direções das Liga Nacional dos Bombeiros Portugueses, da Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro, da direção dos Bombeiros Espinhenses, do Presidente dos Bombeiros de Espinho, do Comandante dos Bombeiros Espinhenses e por todos os convidados. A Assembleia Municipal de Espinho, reunida ordinariamente no dia 25 de fevereiro de 2012 delibera aprovar um voto de congratulação pelo 85º aniversário dos Bombeiros Espinhenses e mais delibera congratular-se e associarse a este grande e importante acontecimento que é a criação do Agrupamento dos Bombeiros da Cidade de Espinho e dar conhecimento às duas associações de Bombeiros e à Comissão Instaladora do Agrupamento INTERVENÇÕES CARVALHO E SÁ (PSD): Disse recordar-se da proposta recomendação que fez no dia 26 de abril de 2007 e que passou a citar o que faz questão de recordar: Quem passa pelo lugar do Formal tem de ter inevitavelmente vergonha de termos um edifício público a cair aos bocados e constatar que a Câmara Municipal adquiriu e a nosso ver bem aquele edifício, não para estar numa degradação miserável mas para pôr aquele investimento ao Serviço da Comunidade. A boa gestão de uma Câmara também se vê não só nos gastos 4

5 mas no seu aproveitamento e na sua rentabilidade ao serviço das populações. Esta Câmara é só folclore e o resto é paisagem. Foi dizendo que este processo tem muitos anos e que a Câmara anterior não conseguiu criar pontes de consenso com os interlocutores no sentido de resolver esta situação, sendo recusas de vária ordem, bairrismos exacerbados, recuos, indiferenças, fanatismos e fundamentalismos, enfim não conseguiu unir para construir. Porque não conseguiram congregar e com o passar dos anos as instalações foram-se degradando até ao ponto que em que se encontram. Hoje felizmente, esta Câmara e este Presidente que soube agarrar o processo com firmeza, com dedicação e espirito de servir e sem folclore, temos o nosso Agrupamento dos Bombeiros da Cidade de Espinho, cujos estatutos foram ontem assinados. De referir que os estatutos foram aceites unanimemente pelas duas Corporações e julga que pela maioria dos Espinhenses. Fez questão de realçar o orgulho que sentiu como espinhense e viu o mesmo orgulho em vários rostos de alguns céticos, mas que afinal viram que valeu a pena. O reconhecimento do Senhor Ministro da Administração Interna, do nosso Presidente da Assembleia Municipal, do Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, do Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro, das duas Direções dos Bombeiros de Espinho e dos Comandos dos mesmos Bombeiros, pelo trabalho desenvolvido pelo nosso Presidente da Câmara, Dr. Pinto Moreira, pois sem o trabalho deste último tal não teria sido possível. Um bem haja ao Dr. Pinto Moreira, Presidente da Câmara e seus colaboradores. Disse ainda que Espinho foi pioneiro na criação do Agrupamento de Bombeiros, palavras do Senhor Ministro ontem na cerimónia de assinatura dos Estatutos. E ainda referindo-se ao Presidente da Câmara, disse que este já escreveu o seu nome no livro da Cidade de Espinho, Deus quer, o Homem sonha e a Obra nasce. Disse ainda que foi informado pelo Presidente da Câmara de que o Projeto está a ser elaborado na Câmara Municipal e que a Obra de construção do novo Quartel já tem a garantia de financiamento de 80%

6 -----RUI TORRES (PJFE): Disse fazer questão de partilhar com esta Assembleia a sua felicidade. Enquanto Presidente de Junta e enquanto ex-presidente da Direção dos Bombeiros de Espinho, ex-bombeiro e filho de alguém que muito desejou e lutou para que isto acontecesse, que o dia de ontem foi um dia extramente feliz VOTAÇÃO: Voto de Congratulação de 85º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Espinhenses e da Criação do Agrupamento de Bombeiros da Cidade de Espinho O documento foi aprovado por unanimidade De seguida passou-se à apreciação e votação da Saudação do Dia Internacional da Mulher O Voto de Saudação do Dia Internacional da Mulher apresentado pela CDU é do seguinte teor: Considerando que: A afirmação do 8 de Março é fundamental para homenagear as mulheres que lutaram pelos seus direitos e contra a discriminação bem como para exigir as condições necessárias para uma vida digna. O insuportável desemprego afeta ainda mais as mulheres; as mães trabalhadoras encontram cada vez maiores obstáculos no cumprimento dos direitos da maternidade; as pensões foram todas reduzidas mantendo-se as pensões de invalidez e velhice das mulheres mais baixas do que as dos homens. O aumento de impostos e dos preços, em resultado da entrada em vigor do Orçamento de Estado para 2013, nomeadamente no pão, na eletricidade, no gás, nos transportes, nos combustíveis, na saúde; nas portagens, nas propinas do ensino superior, nas telecomunicações e nos produtos alimentares, agravam em muito as despesas familiares sobrando para as mulheres a árdua tarefa de gestão do orçamento familiar. A dificuldade no acesso aos cuidados de saúde, o aumento das taxas moderadoras e dos preços de medicamentos e a alteração ou desaparecimento das comparticipações, são questões fundamentais que atingem as populações, particularmente as mulheres dada a 6

7 redução do número de médicos e enfermeiros, a restrição de exames complementares de diagnóstico mesmo aqueles que lhes são indispensáveis como as mamografias, citologias, ecografias mamárias e densitometrias ósseas. O aprofundamento da pobreza e a exclusão social, de todas as formas de violência incluindo a violência doméstica, da prostituição e do tráfico de pessoas, dos problemas das pessoas imigrantes ou com deficiência, atingem de forma mais dramática as mulheres, colocando-as numa situação de vulnerabilidade e desigualdade. A Assembleia Municipal de Espinho, reunida na sua sessão de 26 de Fevereiro de 2013, delibera: 1- Saudar todas as mulheres, celebrando o Dia Internacional da Mulher como uma jornada de comemoração mas também de homenagem à luta pelos direitos das mulheres; 2- Reclamar políticas diferentes que garantam aos homens e mulheres uma vida digna e com qualidade, que assegurem a igualdade e a não discriminação e que contribuam para um país justo e equilibrado O Voto de Saudação do Dia Internacional da Mulher, apresentado pelo PS é do seguinte teor: No próximo dia 8 de Março, assinala-se o "Dia Internacional da Mulher", data que não deve deixar de ser lembrada. Este dia marca simbolicamente a longa luta das mulheres pela igualdade de direitos, pela sua autonomia, pela sua determinação em mostrar e demonstrar que mulheres e homens são iguais na construção de uma sociedade mais justa e solidária. Este dia é comemorado a 8 de Março porque, foi neste dia, em 1857, que as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia, para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram violentamente reprimidas e fechadas na fábrica onde, entretanto, deflagrou um incêndio, tendo 130 mulheres morrido queimadas. Na decorrência deste acontecimento, em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, que o 8 de Março passaria a ser o "Dia Internacional da 7

8 Mulher". Desde então, o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo, mas o caminho a percorrer ainda é longo. A verdade é que, 39 anos após o 25 de Abril, continua a haver na sociedade portuguesa desigualdade de género, o que afeta a vida das mulheres na esfera pública e na esfera privada (salários mais baixos, mais horas de trabalho, mais desemprego, menor sucesso nas carreiras, menos mulheres em cargos de poder e de decisão mas no entanto existem mais mulheres a frequentar o ensino superior, licenciadas e com doutoramentos). É necessário mudar o paradigma e tornar a sociedade do Século XXI mais justa para mulheres e homens em prol do desenvolvimento e do progresso. Celebrar o Dia Internacional da Mulher é, por isso, homenagear as mulheres que em todo o mundo diariamente resistem às inúmeras formas de opressão, mas é também assumirmos responsabilidades na luta pela igualdade. A Assembleia Municipal de Espinho, reunida na sua sessão de 25 de Fevereiro de 2013 delibera: 1 Saudar todas as mulheres, apelando a sua cada vez mais interventiva participação na vida pública; 2- Fazer votos para que haja cada vez mais um sentimento de uma maior igualdade de direitos entre homens e mulheres INTERVENÇÕES: JORGE CAVALHO (CDU): Saudar as Mulheres e reclamar uma política diferente. Que esta política não se justifica nem em Portugal nem noutro sitio do mundo. Que infelizmente a situação das pessoas é cada vez mais dolorosa e difícil no seu dia-a-dia. Espera que um dia haja uma política diferente e que a mesma permita uma vida com dignidade, num País justo e equilibrado FILIPE PINTO (PSD): Solicitou que a votação destas duas Saudações sejam em separado e votadas ponto a ponto VOTAÇÃO Voto de Saudação do Dia Internacional da Mulher (CDU)

9 -----Ponto 1 Saudar todas as mulheres, apelando a sua cada vez mais interventiva participação na vida pública Este ponto foi aprovado por unanimidade Ponto 2- Reclamar políticas diferentes que garantam aos homens e mulheres uma vida digna e com qualidade, que assegurem a igualdade e a não discriminação e que contribuam para um país justo e equilibrado Este ponto foi aprovado por maioria com 15 votos a favor e 10 votos contra Voto de Saudação do Dia Internacional da Mulher (PS) O documento foi aprovado por unanimidade PERIODO DA ORDEM DO DIA Entrou-se na discussão do ponto dois da Ordem de Trabalhos: Deliberar sobre a alteração ao Regulamento Geral das Zonas de Estacionamento de duração limitada e das Zonas de acesso automóvel condicionado da Cidade de Espinho, após apreciação pública INTERVENÇÕES PRESIDENTE DA MESA: Informou que decorrido o prazo de 30 dias estabelecido no Edital da Assembleia Municipal, datado de 9 de Janeiro de 2013, não foram apresentadas quaisquer sugestões ao Regulamento em epígrafe, e de que se trata de ratificar a deliberação já tomada e em que o mesmo Regulamento foi aprovado na reunião de 07/01/2013, da Assembleia Municipal de Espinho VOTAÇÃO Este ponto foi aprovado por maioria com 22 votos a favor e 3 abstenções A minuta de deliberação relativa ao ponto 2 da Ordem de Trabalhos foi aprovada por unanimidade

10 -----De seguida entrou-se na discussão do ponto três da Ordem de Trabalhos: Deliberar sobre a proposta de alteração ao Regulamento Geral das Zonas de Estacionamento de duração limitada e das zona de cesso automóvel condicionado da Cidade de Espinho, aprovada pela Câmara Municipal na reunião de 25/01/ INTERVENÇÕES VICE-PRESIDENTE: Explicou que esta proposta de alteração ao Regulamento vem na sequência de um processo negocial que ocorreu entre a Câmara e a concessionária do estacionamento à superfície, no sentido de se poder melhorar as condições da referida concessão para os utilizadores. Que as propostas que vão ser apresentadas nomeadamente a isenção de pagamento ao sábado a partir das quinze horas, a redução do valor hora para setenta e cinco cêntimos, o aumento da duração máxima de estacionamento para quatro horas e ainda introduzir a possibilidade, no caso do utente ser apanhado em falta, encontrar uma forma de regularização que não a coima de estacionamento como até aqui previsto. Disse ainda que estas propostas de alteração são agora presentes à Assembleia Municipal mas que ainda decorrem negociações com a concessionária relativamente à possibilidade de alteração ao contrato de concessão no que toca à possível deslocação dos atuais parques previstos no contrato de concessão para outro local mas, que está dependente de estudos técnicos por um lado e financeiro por outro. E caso se justifique o mesmo terá de voltar a ser presente à Câmara e à Assembleia para o seu enquadramento jurídico PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO ALFREDO ROCHA (PJFG): Disse que relativamente a esta questão dos parquímetros que concorda e que a cidade necessita de regular o tempo de estacionamento aos automobilistas. Que lhe parece que nesta negociação ali apresentada não trás grandes melhorias em virtude de aumentarem o número de locais a pagar pelo que a redução de cinco cêntimos e o tempo de estacionamento aumentado não chegam a criar impacto 10

11 positivo. Referiu que a Avenida 24 é o fator da sua dúvida para votar favoravelmente ou não. Que este espaço dava resposta a muitos dos trabalhadores dos Serviços da Cidade e que agora ficam sem este espaço e com dificuldades em encontrar sitio para estacionar. Disse que a questão da legalidade naquele local já se colocou em tempos e que a colocação de parquímetros ficou suspensa pelo facto dos terrenos pertencerem à CP. Disse ainda que perante a situação que o País vive, estando-se a referir à crise financeira, que muitos comerciantes estão a fechar portas e que lhe parece que esta medida em nada vem ajudar a superar as dificuldades do comércio local. Que a si lhe parece que quem sai mais beneficiado com a alteração deste acordo é a concessionária. Vai estar atento à análise que vai ser efetuada e que depois tomará uma decisão definitiva sobre este assunto JORGE PINA (PS): Começou por lembrar aquando alguns dos elementos que hoje estão no poder camarário, terem colocado em questão se a concessão seria prejudicial ou benéfica para a cidade de Espinho. Que há um ponto que sempre foi motivo de acordo entre todos que era a necessidade de regularizar o trânsito. Que uma das formas de o fazer seria concessionar mas, que também existiu logo a consciência de que a concessão em Espinho não poderia ser idêntica ao que se fazia noutras cidades, isto devido a ser uma cidade pequena e portanto com poucos lugares a serem concessionados. Disse que quando leu a notícia no jornal que dava conta da diminuição do preço dos parquímetros, estava à espera de uma diminuição diferente, face às dificuldades que o País atravessa mas, que afinal o valor que está em causa são só cinco cêntimos e que lhe parece manifestamente muito pouco. Disse querer saber qual é o aumento do perímetro pago que está em causa. Lembra-se do Vereador Rolando de Sousa na altura da concessão ter referido que os terrenos da Avenida 24 serem pertença da CP, o que torna esta situação presente ilegal. Perguntou se a Câmara tem alguma autorização da CP para colocar aqueles lugares a pagamento ou se os terrenos já são pertença da Câmara. Disse ter sérias dúvidas quanto à 11

12 construção do Parque Subterrâneo, porque no contrato inicial estava implícito que a empresa concessionada do estacionamento iria construir um Parque junto ao Multimeios e outro junto à Igreja. O que agora se verifica e segundo a Parque Expo é construir um parque de estacionamento junto à linha férrea, mas que tal já estava previsto aquando das obras de enterramento da linha, de um parque subterrâneo de cerca de 300 a 400 lugares. Perguntou por quem vais ser pago esse Parque Subterrâneo porque no documento apresentado pela Câmara não faz referência a quem. Parece-lhe não haver só uma ilegalidade e contou que foi à cidade de Braga há 2 dias atrás e que ao verificar a fatura do pagamento do Parque estacionamento verificou que a sede social da empresa que explora aquele parque de estacionamento naquela cidade é na Rua 34, número 636 em Espinho ou seja é a mesma empresa concessionária de cá e que até aqui tudo correto. Mas o que não está correto é que num Parque de Estacionamento lá em baixo nos terrenos da CP conste do recibo a dizer: Praia de Espinho, empresa de desenvolvimento, o nif da empresa e donativo de tanto. Ora isto é uma ilegalidade. Chamou a atenção da Câmara para as situações que se estão a verificar lembrando que por situações destas em Oeiras os vogais foram todos multados em dez mil euros cada um. Voltou a fazer a crítica relativa à questão dos residentes, não lhe fazendo sentido que os residentes tenham de pagar o que quer que seja por um cartão de residente, que não lhe parece correto e mais a mais não terem qualquer culpa da área ter sido concessionada e não terem garagem. No caso de haver uma autorização da CP, solicita o acesso a essa autorização ANDRÉ LEVI: Começou por dar uma imagem de poupança de Lady Trampton com assento na Câmara dos Lordes, dizendo-lhes que para a mãe desta Lady poupar era ir de autocarro para o Ritz, perguntando à Câmara Municipal de Espinho qual é a sua ideia de poupança. Disse querer saber como é que a Câmara e a concessionária chegaram aos valores apresentados. Referindo-se a um economista americano que diz que as empresas no 12

13 Super Capitalismo não assumem despesas extra e não deixam de ir buscar todo o lucro que puderem porque estão em concorrência entre si. Disse querer saber se a empresa concessionária terá tido um laivo de filantropia ou se esta redução é compensada por outros mecanismos. Quis ainda saber se há alteração nos prazos de concessão do estacionamento. Quer saber se há aumento da área em que é cobrada a taxa pelo estacionamento. Quer ainda saber se esta aumento que já se verificou surge no âmbito desta negociação ou se já havia acordo entre a Câmara e a empresa concessionária. Perguntou ainda à Câmara Municipal se este é um bom negócio e se é um bom negócio para quem. Perguntou se a construção dos 2 Parques Subterrâneos a que a concessionária estava obrigada passando agora para 1 tem implicações em termos financeiros e se sim quer que a Câmara explique as diferenças de valores e se existirem essas diferenças nos valores se se refletem no preço cobrado aos espinhenses. Dirigindo-se diretamente ao Senhor Vice Presidente perguntou se aqui há bom negócio ou não e se há bom negócio pergunta para quem RUI TORRES (PJFE): Em virtude de acumular a presidência da Praia de Espinho Agência de Desenvolvimento, disse que vai prestar um esclarecimento às questões levantadas pelo vogal Jorge Pina. Disse que a Praia de Espinho Agência de Desenvolvimento é um prolongamento de uma entidade que existia a Comissão de Festas de Nossa Senhora da Ajuda. Na sequência de cortes de subsídios, explicou que o terreno em questão serve para Parque de Estacionamento, sendo uma forma de angariar verbas para as Festas da Nossa Senhora da Ajuda. Que apesar desta festa ser em setembro a angariação de verbas é ao longo de todo o ano. Que hoje a Câmara despende cerca de setenta e cinco mil euros para a realização desta festa quando antes despendia 100% do valor da festa, cerca de cento e cinquenta mil euros, através da ADCE. Explicou o porquê de passar a Comissão de festas para uma Associação, para poderem trabalhar durante todo o ano na angariação das verbas para a festa e daí aparecer donativo. Disse que já foram 13

14 fiscalizados duas vezes pela ASAE e que também pelas Finanças já foram alvo de uma auditoria, tendo lhes sido comunicado que pelo valor cobrado um euro e meio como donativo que o mesmo está sujeito a IVA, pelo que a Agência vai ter de pagar IVA às Finanças e que já foi solicitado um acordo de pagamento para o fazer. Disse que a Agência tem um gabinete de contabilidade e que se vai inteirar pois diz desconhecer se deve ou não aparecer no recibo a sede social. Disse que eventualmente as pessoas não sabem mas que em Espinho existem cerca de seis parques de estacionamento que funcionam, pensa que nos mesmos moldes do da Agência. Parece-lhe que não haverá problema desde que cumpram com as suas obrigações fiscais. Disse que relativamente à concessão que a Câmara fez, foi sempre contra por considerar ruinosa para Espinho em virtude do que recebe e pela área de concessão que vai da Rua 7 à Rua 33 e da Rua 8 à Rua 28. Disse ainda ter ficado chateado pela sede da empresa se localizar em Anta pois cobra em Espinho e paga a publicidade em Anta. Disse que a Câmara de Espinho recebe quinhentos euros por ano por toda a área de concessão que já referiu. Que se ouviu neste plenário chamar a estes negócios mafiosos mas que não foi o PSD que aprovou no caso este negócio JORGE CARVALHO (CDU): Começou por dizer que a história da concessão é uma história muito mal contada e até hoje nunca explicada, afirmando que terá sido o pior ato na gestão da Câmara de José Mota. Lembrou que o PSD criticou. Disse que o contrato não apresentava vantagem nenhuma nem para os espinhenses nem para a Câmara. Disse que os donos da concessão na altura eram do PS, tendo entretanto mudado para o PSD e que a atual Câmara faz um negócio ainda pior do que o que tinha antes. Para si uma das principais causas da queda do José Mota foi esta, a da concessão. Que não será uma das principais quedas desta Câmara mas que também terá a sua influência. Continuou dizendo não ver qualquer vantagem nem para a Câmara nem para os espinhenses. Perguntou se é importante a redução de cinco cêntimos por hora. Explicou que havia largas dezenas de 14

15 pessoas que estacionavam em sítios que não pagavam e agora vou ter de pagar. Disse que se deve definir e assumir o que se pretende para a cidade Espinho. Se queremos uma cidade sem automóveis ou então causámos um mal estar a toda a gente, por um lado na procura de encontrar um sitio para estacionar sem pagar por outro lado vir a Espinho tem um custo acrescido no estacionamento e as pessoas fogem. Que lhe faz sentido haver parquímetros na zona de comércio para promover a movimentação e os comerciantes poderem ter espaço para os seus clientes, mas o que hoje está a acontecer é que a cidade está cheia de parquímetros e em zonas que não têm lojas, sendo zonas residenciais. Que esta Câmara vem e alarga de uma forma desmesurada a área de estacionamento com parquímetros. Disse que setenta e cinco cêntimos não é o valor médio que se paga no País. Referiu que a vantagem que o vice-presidente apresentou quando alguém não tire o bilhete terá de pagar sete euros e meio sem pagar os trinta euros da coima, que isto é meter os dedos nos olhos, lendo que no regulamento consta : sem prejuízo do Código Estrada. Ou seja neste momento quem falha não paga nada à concessionária e que a partir de agora para além de pagar a multa ao estado via policia (30 ), tem de pagar mais 7,5 à concessionária, isto é um bónus para a concessionaria que até aqui não o podia cobrar. Explicou que esta alteração só trás regalias para a concessionária dando mais um exemplo. Disse que a concessionária com a Câmara anterior já recebia bem e que com esta ainda fica a ganhar mais uns bónus. Disse que já se fala que a parte de baixo da linha também vai ser paga, mas que não pode confirmar pois nos documentos nada consta sobre isso e que o resto vai ser implementado. Não terá dúvidas que em pouco tempo as pessoas deixarão de vir a Espinho. Que os mesmos comerciantes que antes reclamavam o facto de terem os carros estacionados às portas dos seus estabelecimentos hoje reclamam do contrário. Explicou que a Câmara reduziu as suas receitas em favor da concessionária. Quanto ao estacionamento na Avenida 24, disse que na proposta anterior era que aquele 15

16 estacionamento seria explorado pela Câmara, ao que se levantou a questão da propriedade dos terrenos, pois são propriedade da CP, ao que Vice-Presidente na altura Senhor Rolando de Sousa reconhecendo que sendo os terrenos da CP que a câmara não podia cobrar. Mas esta Câmara vem de peito feito e antes de qualquer alteração já entregou metade do espaço à concessionária. Lembrou que é um espaço privado e que não tem dúvida se tratar de um ato de gestão danosa e ilegal. Que aquele espaço não faz parte da área concedida e lembrou que o Ricardo Prata, que esteve consigo nessa discussão e que na altura era o representante do PSD, que o apoiou, sabe disto. Que lhe dói o coração quando passa e vê o parque que antes estava sempre cheio e agora praticamente vazio. Que as pessoas que lá estacionavam são sacrificadas e têm de procurar outros sítios para estacionar, que o Parque está ao abandono e é usado só por quem tem dinheiro, em média 5 pessoas. Outra situação que considera brilhante é a zona à volta da Vila Manuela onde ia ser construído um dos parques subterrâneos, mas que se verificou que apenas aumentava em mais quatro automóveis para além do que se encontra à superfície. Lamenta que a Câmara tenha colocado umas chapas para impedir que as pessoas lá possam estacionar gratuitamente, apesar de ainda não saber o que lá vai fazer dentro. A Câmara conscientemente está a empurrar as pessoas para os parcómetros, numa atitude pró ativa ROSA DUARTE (PS): Para si a cidade não deve ser parque de estacionamento para quem vem para o comboio. Concorda que tenham, de pagar para deixar o carro estacionado em Espinho. Que atualmente se verifica que os carros ficam estacionados nos dois lados da rua e em cima do passeio quer na Rua 5, Rua 7 e Rua 9 e que os moradores têm por vezes dificuldades em entrar nas suas casas VICE PRESIDENTE: Disse que entre as Ruas 7 e 33 e as Ruas 8 e 28 de acordo com o mapa que mostrou é a mesma área que foi aprovada na primeira concessão, e que não há aumento de área de concessão, mantém-se a mesma e que tal só pode ser alterado se a 16

17 Assembleia Municipal assim o decidir. Explicou que a empresa concessionária a todo o momento pode colocar parquímetros entre as Ruas 7 e 33 e as Ruas 8 e 28. Disse que não existe nenhuma limitação no contrato para a colocação de parquímetro e isto desde o início da concessão. Que não o fizeram em 2009 por ser ano eleitoral, como se verificou a colocação em alguns sítios que foram depois retirados. Que não tem dúvida que se estava a preparar a colocação de parquímetros em todas as zonas mas que foi o início de negociação com esta Câmara que fez travar esse processo. Confessou que as primeiras reuniões com a empresa concessionária não foram saudáveis. Que o ponto de partida é este e que está no contrato exclusividade de exploração do espaço e uma renda de quinhentos euros por ano. Se pretendem responsabilizar alguém será a Assembleia Municipal que a votou, por proposta da Câmara é certo, mas que o ónus é da Assembleia Municipal porque aprovou. Gostava de saber qual foi o sentido de voto do Senhor Alfredo Rocha na altura em virtude de não se recordar. Que é importante perceber tudo isto como ponto de partida. Que as negociações decorrem há muito tempo e teem sido difíceis e garantiu mais uma vez que a área não foi alargada até hoje. Que durante todo este período os espinhenses não tiveram que estar a pagar nem viram aumentadas as taxas, em jeito de informação a operadora já podia hoje estar a cobrar oitenta e seis cêntimos por hora. Que existiu uma vantagem para os utentes neste tempo de negociações. Considera demagógico quando dizem que cinco cêntimos é pouco, mas que na prática são onze cêntimos de redução por hora. Que se fizerem as contas ao dia tem um peso a redução (cinquenta cêntimos), mas se fizerem as contas ao mês já tem outro valor (quinze euros). Devem-se decidir quanto a esta questão do pouco e do muito. Também está de acordo com o vogal Jorge Pina quando os residentes têm que pagar quinze euros pelo cartão de residente. Disse ainda que na altura em que foi discutido pela primeira vez este regulamento que os vogais da oposição onde se incluíam os do PSD se conseguiu melhorar a questão dos residentes, porque se lembrou que as 17

18 condições iniciais ainda eram piores. Para explicar como chegaram a estes valores, começou por dizer que não foi através de nenhuma fórmula, mas sim que foi através de um conjunto de propostas que melhoram a concessão. Que fizeram saber à concessionária que ela também beneficiaria com a alteração das condições do contrato, porque o facto de hoje haver uma grande fuga ao pagamento a mesma iria permitir uma melhor atitude por parte dos utentes no pagamento, ou seja será uma vantagem para a concessionária e para o utente esta alteração. Explicou como atualmente a concessionária pode ter mais uma receita por via de incumprimento quer na falta de recibo ou do mesmo se encontrar inválido e que antes não tinha qualquer hipótese visto que a multa ia diretamente para os cofres do IMTT. Que a Câmara não tem qualquer vantagem económica mas que visa criar melhores condições para o utente. Que por muito que tentem desviar a discussão o que está aqui em questão e que deve presidir na intenção de voto dos Senhores Vogais, é saber que as alterações que são aqui apresentadas neste regulamento vão melhorar ou piorar as condições do utente e dos espinhenses, sendo esta a questão principal. Que os Senhores Vogais sabem que relativamente às questões que foram aqui mencionadas quer relativamente à alteração da área concessionada à superfície ou da construção dos parques subterrâneos, são questões que têm obrigatoriamente que vir a esta Assembleia para serem votadas e aprovadas. Que estes processos têm de ser claros e transparentes. Um contrato que é feito no âmbito de um concurso público, que para além das questões de negócio, há a questão jurídica que é fundamental. Que este contrato não pode ser alterado só porque as partes concordam. Que estas matérias têm a sua complexidade e quando chegam à Assembleia têm de vir munidas de documentos técnicos, financeiros e jurídicos. Que a decisão cabe sempre aos senhores vogais mas que não se pode processar de outra forma. Quanto à construção dos Parques Subterrâneos e segundo o que estava previsto no contrato, é que a construção do segundo parque só se concretizaria quando o primeiro 18

19 tivesse uma taxa de utilização de 80%, o que na prática o segundo parque nunca iria ser construído, porque uma taxa de ocupação de 80% é difícil e muito menos em Espinho. Disse ainda que o projeto do Arquiteto Rui Lacerda que venceu o Concurso de Ideias também prevê a construção de um parque mas em duas fases, junto à linha férrea. Que será sempre num patamar de equilíbrio contratual que as questões têm de ser decididas e que não lhe parece aqui haver qualquer questão escondida. Disse saber que há muitos locais em Espinho que o estacionamento é irregular e que uma das condições da concessionária foi que a Câmara de Espinho acabasse com esses estacionamentos irregulares na zona concessionada e que lhe faz sentido visto a concessionária ter uma área de concessão atribuída, a exclusividade, que o espaço é para ser gerido por eles e sempre que existe estacionamento irregular essa situação os prejudica. Que a Câmara como sendo quem teve a iniciativa de lançar o concurso público e impôs as condições, se não as fizer cumprir pode a empresa mover processo judicial contra a própria Câmara se esta não cumprir a sua parte. Quanto ao parque Multimeios, disse esperar ter muito em breve este processo na Assembleia. Que neste momento têm um pré acordo com a concessionária mas que está dependente dos trabalhos técnicos e que se tal alteração não se vier a verificar a concessionária terá de construir o parque subterrâneo, mas se se vier a verificar a alteração a Câmara já tem um projeto elaborado pelos Serviços Municipais para a construção do Parque João de Deus até ao Multimeios, requalificando toda essa área. Lembrou que já no âmbito do Concurso Público estava prevista a requalificação de todo aquele espaço APRECIAÇÃO POLITICA LUÍS MONTENEGRO (PM): Começou por dizer que não sendo muito usual usar da palavra mas que perante o que ouviu tem que fazer algumas observações sobre esta matéria. Começou por dizer que era vereador na altura em que esta matéria foi decidida e que na altura votou consciente e convictamente contra, porque sempre achou e acha que 19

20 este foi um péssimo negócio para o Município de Espinho. Que a questão que mais motivou a sua apreciação na altura e que infelizmente o tempo deu lhe razão em toda a plenitude. Disse ter votado contra sobretudo por desde sempre ter discordado que esta concurso tivesse sido feito em simultâneo agregando a construção de dois Parques Subterrâneos com a utilização e exploração do estacionamento à superfície, por há época lhe parecer isso não dava à Câmara Municipal a possibilidade de tirar o melhor proveito do negócio do estacionamento à superfície quer da construção e exploração dos parques subterrâneos e de facto foi isso que aconteceu. Que a opção de juntar estas duas componentes fez com que o concessionário fosse o mesmo fez com que o concessionário explorasse o negócio que mais lucro lhe dá, que a exploração à superfície em que só tem de gastar umas latas de tinta a delimitar os lugares e uns milhares de euros a comprar máquinas para poder emitir os respetivos talões. Que o concessionário é o mesmo, com todos os direitos e obrigações, que o titular das participações sociais da empresa concessionária é que já não é o mesmo. Que este negócio foi ruinoso para a Câmara porque o concessionário ao longo dos anos evitando cumprir a parte que verdadeiramente lhe causaria despesa, que é a conceção e construção dos parques subterrâneos. É verdade que a Câmara Municipal durante muitos naos não chegou a acordo com o concessionário para os termos do respetivo projeto e que prevê que o concessionário tenha chegado à conclusão que seria pouco lucrativo construir parque de estacionamento subterrâneos nas localizações que estão previstas face ao resultado da utilização dos parcómetros na superfície. Que à volta dos sítios onde era previsto se construir os parques de estacionamento subterrâneo é facílimo estacionar e por maioria de razão porque se há de gastar dinheiro a fazer parques de estacionamento subterrâneo se há estacionamento à superfície. O negócio foi mal pensado, mal conduzido e foi mal decidido. Que hoje se estão a pagar os erros cometidos nessa ocasião. Referiu igualmente como o Senhor Vice Presidente que o que hoje está em 20

21 causa não é corrigir o contrato inicial por que tal é impossível, é um contrato assinada por duas entidades e que se encontra em vigor, responsabilizando as entidades Câmara e Concessionária que o subscreveram a cumprir, mas isso sim a descida do preço, o aumento da possibilidade de mais uma hora de estacionamento, o não pagamento ao sábado à tarde, eventualmente o aumento da zona de implantação que não é um alargamento, é só aquilo que está na esfera do concessionário. Voltou a referir que não está satisfeito com esta concessão nem com este processo. Que não fica satisfeito com aquilo que hoje está em discussão, mas reconhece que isto é muito melhor do que aquilo que estava, sem dúvida nenhuma. E por isto mesmo vai votar convictamente a favor. Fez questão de responder a algumas das questões que foram colocadas e que na sua opinião são demagógicas. Ponto um - que o estacionamento à superfície cobrado é benéfico para o comércio; ponto dois os residentes têm privilégio no estacionamento, que o mesmo não decorre de nenhuma lei, que decorre de uma opção politica e que não lhe parece nada de extraordinário terem de pagar quinze euros por ano por uma regime preferencial; ponto três não há alteração de área nesta proposta, e disse esperar que a Câmara trabalhe com a concessionária para trazerem a esta Assembleia o quanto antes a questão da construção dos parques subterrâneos, dizendo que é uma vergonha para o município que esta concessão continue a ser alimentada só com a exploração à superfície. Sabe que esta Câmara não tem responsabilidade, sabe que é difícil, sabe que é necessário ter capacidade negocial mas desafiou à Câmara em o conseguir. Referiu como sendo imperioso o pagamento do estacionamento a baixo da linha, sendo a zona onda a mobilidade consagrada, com estacionamento indisponível quase todo o dia, não lembra a ninguém. Que está provado que com esta concessão não faltam estacionamentos na malha urbana circundante da zona dos Serviços, é bom que a Câmara pense dentro dos limites contratuais, exigisse que a concessionária tenha um encargo semelhante aquele se construísse estes parques no 21

22 Multimeios e outro, na melhor localização para o Parque e que a seu ver é na localização abaixo da linha férrea, porque há mais carência na época de praia, no fim de semana, a alimentação do comércio de restauração, da hotelaria, do próprio casino que propicia uma utilização que pode ser vantajosa para este negócio. Pelas razões apontadas espera que tragam a esta Assembleia uma proposta neste domínio. Uma última nota e relativamente aos terrenos da feira. Admite que se tenha feito essa ponderação relativamente aos terrenos da feira e que o processo na altura tenha sido travado. Mas não aceita que lhe digam que a Câmara está a cometer um crime de lesa a pátria por permitir que uma concessionária em seu nome cobre o estacionamento nesse espaço, porque admitir como ilegal é admitir que todas as taxas que Câmara cobra das feiras sejam também elas ilegais. Relativamente aos vários parques de estacionamento referidos pelo Presidente da Junta de Espinho e segundo ele porque se fecham os olhos no sentido de ajudar as entidades referidas, mas que tem muitas dúvidas quanto à legalidade de funcionamento dos mesmos, apesar de já terem sido fiscalizados pela ASAE continua a merecer-lhe bastantes dúvidas. Em jeito de conclusão, disse que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita e para si é o que aqui está em questão. Reconhece que o que a Câmara trouxe é pouco mas que é de boa vontade e trás melhoria para o conjunto da operação e por isso vota favoravelmente. Respondendo ao Doutor Jorge Carvalho que quanto às eleições este ano como à quatro anos, no fim farão as contas JORGE PINA (PS): Começou por dizer que está de consciência tranquila. Que colocou uma pergunta não demagógica e direta e que o Senhor Vice Presidente não respondeu. E voltou a perguntar: se têm alguma autorização para parquear no terreno da CP. Que podem ter autorização da CP para a feira, para bombas que em tempos já lá teve uma. Que já viu autorizações da CP nesta Assembleia para outro tipo de obras e por isso insiste que não vai votar este documento por achar que é ilegal. Que não põe em causa o 22

23 esforço da Câmara em encontrar a melhor solução para esta situação e que não faz oposição pela oposição e disse mais que todo o homem tem direito à vitória e ao erro e que muitos não são capazes de reconhecer e só pela falta de humildade dos mesmos. Que na sua opinião aumentar o número de pagantes não é uma vitória, que no seio do seu grupo parlamentar nunca ninguém lhe impôs a forma de votar, que sempre votou livremente e como manda a sua consciência. Quanto à questão dos residentes disse que há concelhos em que esta questão é levada muito a sério e tratada de outra forma. E que relativamente às multas e leu o ponto 10 do Titulo de Estacionamento proposto, que diz: Sem prejuízo do disposto nos números anteriores, são ainda aplicáveis, às infrações perpetradas pelos utilizadores nas Zonas, as coimas e contraordenações previstas no Código da Estrada e demais legislação vigente., o que significa também para si, visto estar de acordo com o vogal Jorge Carvalho, um acréscimo de mais sete euros e meio para a concessionária além dos trinta euros de multa de acordo com o código da estrada O Senhor Presidente da Mesa voltou a referir, para que não hajam dúvidas que não vai ser votado nenhum alargamento das zonas de pagamento em Espinho ALFREDO ROCHA (PJFG): Voltou a dizer que concordava com o estacionamento pago na cidade mas o que não significa que seja em toda a cidade. Que a questão por si levantada e que mantém e ainda pela questão referida pelo Vogal Jorge Carvalho e Jorge Pina relativamente aos terrenos na Avenida 24 propriedade da CP. Que sempre lhe pareceu um bom local para os trabalhadores estacionarem e que os cidadãos e a cidade só ganhariam com a continuidade da gratuitidade daquele espaço. Que ao ser proibido estacionar no espaço da feira e com a colocação de tapumes junto ao Multimeios que fica difícil e os trabalhadores do Comércio e dos Serviços passam a ter que estacionar em Anta. Perguntou também se existe ou não autorização da CP para permitir o estacionamento pago naquele local

24 -----JORGE CARVALHO (CDU): Explicou à vogal Rosa Duarte que o que está a acontecer prende-se com aquilo que ali estão a discutir e que quantos mais parquímetros forem colocados mais as zonas sem parquímetros são invadidas com carros. Perguntou o que é que a Câmara propõe para as pessoas que vêm apanhar o comboio e para as pessoas que aqui trabalham para estacionarem os seus carros. Para si a Câmara não está a defender o interesse dos espinhenses. Que este assunto levantou revolta no mandato anterior e que vai continuar a levantar. Atendendo à sugestão quer do Presidente da Assembleia quer do Vice-Presidente, disse que vai fazer a comparação do antes e do depois. Que esta nova proposta só apresente duas vantagens uma é porque baixa cinco cêntimos por hora e a outra pelo não pagamento ao sábado à tarde, mas que estranhamente só começa às quinze horas. Explicou que ao sábado à tarde não há policia gratificado para vir multar, pelo que as pessoas podem estar sem pagar porque não são multadas e dando a ideia de que até fazem um grande favor. Começou por explicar que com esta alteração as pessoas estão a ser enganadas na questão das multas se não vejamos. Se o fiscal passar e encontrar o carro sem titulo ou titulo inválido multa com sete euros e meio, mas se o policia também passar e verificar o mesmo também multa com trinta euros. Uma das multas reverte para a concessionária coisa que até aqui não tinha direito mas que a partir de agora vai ser possível. Que aquilo que o Vice Presidente diz não é verdade pois não há aqui nada de alternativo do tipo quem pagar os sete euros e meio já não paga os trinta euros. Isto só podia acontecer se os policias a partir de agora passassem e fizessem vista grossa para não verem a infração, i.e., deixavam de fazer o seu trabalho relativamente à questão do parque de estacionamento pago em Espinho. E que se até aqui a policia era paga para multar agora vai ser paga para não multar, mas que tal não lhe parece que seja possível. Que para si mais valia manter os oitenta cêntimos do que estar a criar este logro porque efetivamente criaram mais uma coima de sete euros e meio. Que para si não é legal a criação desta 24

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