Ficha de Caracterização de Trabalho

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ficha de Caracterização de Trabalho"

Transcrição

1 Ficha de Caracterização de Trabalho Título: URL: Data: 13 Novembro 2006 Esforço: 40 h Motivação: Saber um pouco mais acerca do Open Source. Os seus criadores. A sua evolução. Saber adoptar um software open source. O impacto actual e a tendência futura. Aprendizagem: Aprofundamento do conceito Open Source, as suas vantagens, a sua evolução e o surpreendente impacto em grandes empresas internacionais. Aprendi também um modelo possível de migração para uma solução de software open source. Conteúdos: Software Livre vs Código Aberto, o conceito de desenvolver livremente, a evolução do open source, o impacto do open source, simulação de uma adopção de software open source. Futuro: Tentar aproveitar ao máximo os conhecimentos adquiridos e aprofundados durante a elaboração deste artigo e tirar proveito deles para o correcto uso/migração de/para uma solução Open Source.

2 EVOLUÇÃO E IMAPCTO DO OPEN SOURCE Por João Pedro Monteiro DEI - FCTUC Sumário..Apresenta-se as noções básicas de Open Source. Dá-se um breve esclarecimento sobre a distinção, ou não, entre software livre e código aberto. Fala-se um pouco sobre o conceito de desenvolver livremente. Descreve-se a evolução e o impacto do Open Source e apresentam-se as suas vantagens. Mostra-se ainda um exemplo de uma adopção de software Open Source e alguns perigos. Palavras-chave. Open Source, Software Livre, Código Aberto, Desenvolver Livremente, Evolução, Impacto, Adaptação.

3 INTRODUÇÃO GNU 1 is not in the public domain. Everyone will be permitted to modify and redistribute GNU, but no distributor will be allowed to restrict its further redistribution. That is to say, proprietary modifications will not be allowed. I want to make sure that all versions of GNU remain free (Stallman 2, 1985). A dinâmica do Open Source 3 (código aberto/software livre) é dos mais recentes e interessantes fenómenos no cenário da informática (e que ultrapassa as suas próprias fronteiras), gerando um nível de interesse similar aos dos primeiros momentos da Internet comercial. O conceito de Software Livre surgiu em e ganhou uma maior divulgação recentemente. Os mais de 20 anos de evolução permitiram o avanço em diversos aspectos: técnico, político-estratégico, adaptação às necessidades dos utilizadores, qualidade, segurança, etc. Esta evolução é resultado de um conjunto heterogéneo de eventos, actores e perspectivas. Na verdade, trata-se de um processo evolutivo, cujos caminhos ainda estão a ser percorridos. Este processo colectivo interrelaciona-se de forma muito intensa, criando grandes comunidades de prática, em que há empenho em torno de um domínio comum no qual, em alguns casos, ocorre a socialização de conhecimento e de práticas. Esta dinâmica envolve o desenvolvimento de software (e de material relacionado, como documentação), difusão, estímulo e apoio ao uso de software livre, que chega até uma visão e acção empresarial, que encontra no software livre uma importante opção de crescimento. Os princípios do Open Source fundamentam-se nas premissas básicas de liberdade de expressão, acesso à informação e do carácter eminentemente colectivo do conhecimento, que deve ser construído e disponibilizado democraticamente e não privatizado. Dentro do modelo de Software Livre, o software é somente mais uma forma de representação ou de organização do conhecimento e, por isso, um bem comum. Como tal, a sua difusão e uso devem ser livres. 1 GNU significa GNU is not Unix. 2 Richard Matthew Stallman (Manhattan, 16 de Março de 1953), fundador do movimento free software, do projecto GNU e da Free Software Foundation 3 4 O software surgiu livre e rapidamente se transformou em negócio proprietário.

4 Para que estes princípios sejam efectivamente respeitados, existem alguns requisitos como o acesso ao código fonte dos programas e liberdades concedidas aos utilizadores dos mesmos. De forma resumida, entende-se por Software Livre todo o software que oferece ao utilizador, através do seu esquema de licenciamento, as condições de uso, reprodução, alteração e redistribuição dos seus códigos fonte. Também é importante destacar que o modelo de desenvolvimento e o de disponibilização do software são características que distinguem o software livre do proprietário. Os defensores do movimento Open Source afirmam que não se trata de algo anarquista/anti-capitalista, mas de uma alternativa ao modelo de negócio para a indústria de software. Esta alternativa não gira em torno de regras económicas ortodoxas, mas vai além e questiona princípios, inclusive dos modelos económicos. Algumas empresas comerciais como IBM, HP, Intel, Dell, entre outras, têm investido no software de código aberto, unindo os seus esforços para a criação do Open Source Development Lab (OSDL 5 ), instituição destinada à criação de tecnologias de código aberto. A grande força do software livre está no potencial de cooperação para depuração colectiva, capaz de neutralizar pressões de mercado e políticas e melhor dominar complexidades. Os detractores do movimento Open Source, alegam que este movimento é um entrave para o desenvolvimento de novas tecnologias, por não levar em conta a propriedade intelectual do criador. 5

5 UM BREVE ESCLARECIMENTO Na introdução foram usados os termos software livre 6 e open-source indiscriminadamente e, aparentemente, sem qualquer distinção. Ambos os termos traduzem a mesma filosofia: uma comunidade unida em torno de um bem partilhado o código fonte. Apesar desta filosofia ter sido originalmente associada ao termo software livre (free software), o termo open source é mais apelativo do ponto de vista comercial, pelo que depressa foi adoptado por empresas e organizações, resultando numa popularização do conceito. O termo código aberto (ou open source) é, em princípio, uma categoria que enfatiza apenas a abertura dos códigos dos programas. Assim, seria um conceito diferente do de software livre porque os princípios de liberdade não deveriam ser necessariamente observados. Entretanto, há autores que usam o termo código aberto como sinónimo de software livre, não fazendo distinção categórica entre eles (European Comission, 2000). Muitas vezes, o open source é interpretado como sinónimo de software à borla, gratuito ou freeware. Nada de mais enganador! Não se trata de software grátis, mas sim de partilhar. Partilhar conhecimento, partilhar experiência, partilhar o gosto e o prazer intrínseco à aprendizagem e à convivência. O CONCEITO DE DESENVOLVER LIVREMENTE A ideia de que o Open Source é domínio público (porque o que está em domínio público pode ser transformado e apropriado e, assim, não valem os direitos de autor) é um diferencial importante que leva à criação de toda uma categoria de licenças. É preciso garantir que o produto/conhecimento desenvolvido sob o abrigo do software livre não venha a ser apropriado. O conhecimento deve então nascer e se desenvolver livre. Resumidamente, seriam quatro as categorias de liberdade a serem preservadas: liberdade para executar o programa para qualquer fim, em qualquer ponto e a qualquer tempo; 6

6 liberdade de estudar o funcionamento do programa e adaptá-lo às necessidades de quem o estuda; liberdade de redistribuição de cópias; liberdade para melhorar o programa e publicar as melhorias. Um programa é considerado livre se os usuários dispõem de todas essas liberdades 7. Caso contrário, poderá ser, no máximo, código aberto. O GNU é uma demonstração da contestabilidade dos mercados de software. Sem quebrar direitos e sem ferir legislações alterou-se uma trajectória institucional de organização da indústria e instituiu-se uma trajectória paralela, similar em seus princípios técnicos e tecnológicos, mas diferente na sua organização. As formas descritas em "The Cathedral and the Bazaar", por Eric Raymond 8, são modelos organizacionais efectivamente diferentes: uma, hierárquica, controlada no interior do projecto ou da organização; outra, não hierárquica, conduzida pelas comunidades de software livre. Ambas com regras e códigos de conduta próprios: uma baseada nos ganhos de propriedade, outra baseada no trabalho e uso colectivos. Essa seria a essência do Software Livre. A sua origem tem motivações ideológicas (as declarações de Stallman no seu Manifesto 9 e em várias entrevistas e escritos comprovam isso), a sua proposta altera substantivamente as condições nas quais um programa de computador pode ser desenvolvido e, mais que isso, utilizado. O seu desenvolvimento, ao longo dos últimos vinte anos, tomou vários rumos, mas a sua maior expressão prática foi e ainda é o Linux, um sistema operativo que disputa espaço com os sistemas operativos proprietários mais difundidos no mundo, como são os casos do Windows, Windows Server, Unix, Novell. Daí a sua grande importância para o entendimento da dimensão económica do Software Livre. Nas palavras de Eric Raymond, o Linux é subversivo. E de facto o é, em vários sentidos Eric Steven Raymond (4 de Dezembro, 1957 em Boston, Massachusetts), autor de The Cathedral and the Bazaar. Um ícone no movimento do Open Source e do software livre, é responsável pela famosa frase: "Havendo olhos suficientes, todos os erros são óbvios" 9

7 Ao se tomar as características de uma licença de Código Aberto dada pela Open Source Initiative OSI 10, tem-se o seguinte conjunto de princípios:? Redistribuição Gratuita? Código fonte? Trabalhos Derivados? Integridade do código de Autor? Sem discriminação a pessoas ou grupos? Sem discriminação a áreas de pesquisa/trabalho? Distribuição de Licença? Licença não deve ser específica a um produto? Licença não deve restringir outro programa? Licença deve ser de tecnologia neutra Se um software developer desejar criar um novo software utilizando bocados de software originalmente apresentados com uma licença de código aberto, poderá, a seu exclusivo critério, utilizar qualquer outra licença, inclusive uma que não outorgue nenhum daqueles direitos originais (liberdade de utilização, cópia, modificação e redistribuição). É o que tradicionalmente se denomina fechar o código. Esta situação não deve ocorrer se o software tiver sido originalmente apresentado com uma licença de software livre (como a General Public License, GPL), pois os direitos originais outorgados aos usuários devem, supostamente, ser propagados para todas as novas versões e trabalhos derivados criados a partir daquele original, impedindo que se feche o código. Nada impede que o próprio autor resolva, em algum momento, colocar o seu desenvolvimento numa outra licença, menos restritiva que aquela inicialmente registada. O direito de autor sempre se sobrepõe, pelo menos no plano legal, aos muitos tipos de licenças que hoje são utilizadas em software livre. 10

8 EVOLUÇÃO Em um dos mais sérios estudos (incluindo pesquisa de mercado) já elaborados sobre Open Source Software (OSS), realizado em Março de 2004 pelo Delphi Group, este instituto organiza a história deste movimento em três fases. Segue um resumo analítico: 1. Open-Source 1.0 (Software Gratuito e Aberto) Esta fase iniciou-se com movimentos de "hackers" do fim da década de 70 e seguiu-se pela instituição bem sucedida do GNU Project e da Free Software Foundation, com representantes iniciais de sucesso como o Apache, Linux e My SQL. Finalmente, no final da década de 90, veio o sucesso da Apache Software Foundation, com as suas leis e princípios conhecidos por "Foundation Bylaws", criados para fomentar projectos Open Source cooperativos. Apesar de ter tido pouca atracção comercial, esta fase fundamental permitiu que mais empresas adoptassem projectos de software devido à diminuição do "custo de entrada" na tecnologia (com a eliminação dos licenciamentos iniciais), e ainda promoveu diminuição de custos em softwares proprietários concorrentes. Porém, a necessidade da formação e da internalização de especialistas em todas as tecnologias Open Source tornaria este movimento limitado e com poucas hipóteses de penetrar no actual mundo dos negócios, caso não surgissem opções comerciais de serviços especializados, na fase 1.5, descrita abaixo. 2. Open-Source 1.5 (Software Gratuito e Aberto; Serviços Comerciais) Esta fase inicia a profissionalização e catapulta a importância do Open Source para a indústria em geral. Os serviços de manutenção e suporte de "matéria-prima" Open- Source são oferecidos comercialmente, mas o software permanece gratuito. A diferenciação não vem do software em si, mas dos serviços em torno do mesmo. Empresas como JBoss Group e Redhat inserem-se neste modelo. Esta fase não corrigiu o problema do alto custo de propriedade, por meio de pessoal interno fazendo montagem, integração, especialização e acabamento final, como na primeira fase.

9 Ainda nesta fase começou um esboço de modalidades de licenciamento de produtos Open-Source que o Delphi Group chama de "Insfrastructure Stack" para o OSS. Ou seja, uma plataforma integrada e organizada que diminui a interface do cliente com a miríade de componentes Open Source, permitindo assim a sua assimilação de forma mais rápida e gerenciável pelas empresas. Ao final desta fase (iniciada por volta de 2001), na primeira geração de produtos comerciais Open-Source, um dos primeiros produtos de "Open-Source Stack" foi o Internet Application Plataform (IAP), com base tecnológica Open-Source, conhecida como LAMP: Linux, Apache, MySQL, PostGreeSQL, PHP e Pearl. Este produto oferecia a base de funcionalidades contida em produtos comerciais tais como SunOne, IBM WebSphere, BEA Weblogic ou Oracle ias, que também usam insumos Open-Source, porém não repassam estas vantagens de licenciamento para os seus clientes. Mas o IAP não era robusto para atender às necessidades dinâmicas do ebusiness actual, e seria preciso "subir o nível de abstracção" do Stack, incluindo suites mais completas. Com produtos incompletos, a permanência de um considerável "Custo Total de Propriedade" persistiu na fase 1.5, apesar da diminuição do "Custo de Entrada", ou "Custo Inicial do Licenciamento", como evidenciado pela pesquisa do Delphi Group: 57% das empresas apontaram "Baixar o Custo Total de Propriedade" como primeiro objectivo na sua estratégia Open-Source, enquanto 17% apontaram "Evitar Ficar Preso ao Fornecedor" e somente 7% apontaram "Baixar o Custo de Aquisição"! 3. Open-Source 2.0 (Software Aberto; Qualidade Comercial) Segundo o Delphi Group, para que softwares Open-Source sejam adoptados pela maioria dos consumidores de softwares comerciais, e finalmente entrem na "missão crítica" das empresas, rivalizando com os grandes fornecedores, é necessário que demonstrem um padrão de qualidade compatível com estes últimos e ofereçam algumas vantagens intrínsecas num modelo de "comercialização" (sim, comprar também tem suas vantagens!), tais como repasse de riscos e compromisso "contratual e legal" por parte de fornecedores com relação à qualidade do que oferecem.

10 Na pesquisa do Delphi Group, 70% das empresas citaram a necessidade de soluções Open Source "embaladas comercialmente", com qualidade compatível com os seus concorrentes comerciais, como factor decisivo para a sua opção por esta nova modalidade. Considerando isso e mais a relação de 10 para 1 entre "Baixar o Custo de Propriedade" x "Baixar o Licenciamento Inicial", o Delphi Group concluiu que o futuro do Open-Source está num balanço de licenciamento que, através de uma "fina camada comercial" (fracção do preço dos produtos fechados), ofereça o melhor dos dois mundos ao Cliente, o modelo chamado "Managed Open-Source" (Open-Source Gerenciado). Modelo de Licenciamento "Open-Source Gerenciado" (Managed Open-Source 11 ) O modelo "Managed Open-Source" é o modelo mais recente e com ele substituiu-se iniciativas de grandes fornecedores, em dezenas de casos em grandes empresas públicas e privadas. Este modelo de licenciamento compõe-se das seguintes linhas mestras pelo Delphi Group: - Responsabilidade do fornecedor pela pré-integração de componentes OSS "matéria-prima", de diversos projectos como ASF ou SourceForge, incluindo homologação, testes e verificação automática de integração (check-sum verificável do ambiente). - Entrega de versões homologadas e releases intermediários em CD de instalação, oferecendo o ambiente "pronto para uso" (out-of-box), imediatamente funcional para que o Cliente codifique, imediatamente, os seus objectivos de negócio. - Especializações com alto valor agregado, incluindo grande quantidade de código Java, JSP, XML, CSS, Javacript, recursos de última milha, que não se encontram contempladas em nenhum dos componentes integrados. 11 Managed Open Source

11 - Liberação de acesso a todos os códigos fontes e inclusive documentos da metodologia, com direitos a actualização. - Fórum e Suporte com qualidades comerciais, inclusive com opção 24x7. - Testes e homologação de soluções específicas dos clientes, com possível incorporação futura e manutenção da compatibilidade.

12 VANTAGENS DO USO DO OPEN SOURCE As razões por trás da ampla adopção de softwares Open Source nas corporações têm componentes de ordem estratégica e táctica. Pelo lado estratégico, o facto destes softwares serem abertos dá algumas importantes garantias para a corporação, principalmente garantias de continuidade da solução e independência de fornecedores. É muito comum que fornecedores de software comercial adoptem estratégias de "obsolescência programada" dos seus sistemas, com a justificativa de actualização tecnológica, mas que em geral envolvem custos adicionais de licença. A disponibilidade do código fonte de softwares Open Source garante que a solução possa ser mantida por decisão estratégica da corporação, e não pelos seus fornecedores. Além disto, os softwares Open Source sempre adoptam protocolos e interfaces abertas, o que garante a interoperabilidade e independência. Pelo lado táctico, temos uma redução do TCO (custo total de propriedade) da solução, devido à inexistência de custos de licenciamento e a requisitos menores de infraestrutura de hardware; maior qualidade do software, demonstrada pela sua robustez e segurança e o problema do controle de inventário fica bastante reduzido, já que softwares Open Source não têm licença de utilização. Open Source: Em seguida apresentam-se algumas das vantagens do uso corrente de software 1. Redução de custos: Particularmente atraente para empresas, utilizadores individuais e administração pública num contexto em que o orçamento dispendido em software e tecnologias de informação é cada vez mais acrescido. 2. Qualidade do código. Os métodos de desenvolvimento de open source produzem melhor código, pois não são estanque.

13 3. Liberdade de software. Os resultados são melhores quando o uso de software é livre, pois as restrições na distribuição e modificação do programa não facilitam o seu uso, interferindo na criatividade do seu melhoramento e evolução. 4. Liberdade de informação. Enquanto importante factor, a informação plural e fidedigna, e o seu devido uso, torna-se um instrumento que poderá contribuir para a efectiva melhoria do software. 5. Resolução de problemas. O número acrescido de pessoas a trabalhar em open source permite de modo mais célere e eficaz a resolução de problemas, como a detecção e eliminação de vírus informáticos e outros problemas. 6. Estatuto. É reconhecido o alto grau de competências e aptidões dos programadores pela comunidade de utilizadores em open source, à medida que este se torna mais complexo e competitivo. 7. Conhecimento técnico. Domínio de várias linguagens e de um leque variado de software. 8. Aprendizagem. Elemento contínuo e permanente que se desenvolve com o uso de um software em permanente mudança. 9. Partilha e Cooperação. Sistema de cooperação voluntário sem contrapartidas, que contribui para o bem-estar da comunidade de utilizadores.

14 IMPACTO Para quem se move no domínio das Tecnologias de Informação, seja como utilizador, seja como profissional, será difícil hoje poder ignorar o que se designa por Open Source. Este fenómeno merece as atenções das grandes empresas analistas, como a Gartner 12 e a Forrester 13, que referem tendências de crescimento significativas. O interesse nas soluções Open Source tornou-se ainda inquestionavelmente global. Vários países, regiões e organismos referem o recurso a este tipo de soluções nas suas directivas estratégicas. Tal é o caso, a mero título de exemplo, da Alemanha, Suíça, Espanha, China, Austrália, Brasil, e Estado do Texas. Alguns países vêem no Open Source uma oportunidade importante de desenvolvimento local de uma indústria de software, tal como se verifica no Brasil, China, Coreia do Sul, Japão, Chile ou Malásia. A título de exemplo seguem-se vários casos de projectos de sucesso a nível mundial de Open Source Software: - Mozilla Firefox: Navegador Open Source desenvolvido pela Mozilla Foundation. - Apache HTTP Server: Por Brian Behlendorf e Cliff Skolnick. Actualmente o servidor Apache é utilizado em mais de 50% dos servidores web do mundo. - Perl: A linguagem de programação Perl foi concebida oficialmente em 1987 por Larry Wall. Porém, só em 1989, com o lançamento da versão 3.0, licenciou-se sob a GPL (GNU General Public License). É a ferramenta responsável pela maioria do "conteúdo dinâmico" na World Wide Web. - Linux: É um dos exemplos mais famosos de software Open Source. Este sistema operativo vem sendo desenvolvido e aprimorado desde 1991, quando Linus Torvalds disponibilizou o seu código na Internet e licenciou-o sob a GPL 14. seguida: Mais surpreendente ainda, são os casos das empresas top que se listam em GNU General Public License (Licença Pública Geral)

15 - NASA: A NASA conduz a pesquisa e o desenvolvimento em software tecnológico como resposta essencial às necessidades das suas missões. A NASA tem diversas opções para a liberação de tecnologias de software. Estas opções incluem agora a liberação de software open source. As motivações são as seguintes:? Aumentar a qualidade de software através da revisão por parte dos intervenientes;? Acelerar o desenvolvimento de software através do contributo dos intervenientes;? Maximizar a consciência e o impacto da pesquisa da NASA;? Aumentar a disseminação do software da NASA. - Microsoft: Depois do acordo com a Novell, Steve Ballmer admitiu prosseguir a aproximação ao reino do Pinguim. Em entrevista ao Economic Times da Índia, o administrador da Microsoft voltou a surpreender com uma nova visão sobre as aplicações de código aberto (open source), onde refere que a gigante do software gostaria de estender este tipo de parcerias a qualquer empresa que distribui Linux na versão Red Hat.15 Uma outra informação bem actual que ilustra bem o impacto do Open Source é a notícia de 11 de Outubro de 2006 onde a Comissão Europeia (CE) seleccionou um consórcio liderado pela Unisys Bélgica, subsidiária da Unisys Corporation, para a criação e gestão do novo Open Source Observatory and Repository (OSOR). O consórcio vencedor inclui, também, o Instituto de Investigação Económica e Inovação Tecnológica de Maastricht, o GOPA Cartermill e a Universidade Rei Juan Carlos. O serviço que se vai desenvolver a partir deste projecto consiste num portal que permitirá às administrações públicas europeias armazenar, centralmente, e partilhar o código de software e as aplicações, bem como trocar recursos e conhecimento. Esta colaboração está orientada para permitir às administrações dos estados membros da UE melhorar o retorno dos seus investimentos em tecnologias da informação e tornar as suas aplicações mais inter-operáveis. O OSOR é um repositório comum que, para além do código fonte e do código objecto, disponibiliza informação sobre o uso de aplicações, as diferentes versões do 15 Fonte: Exame Informática

16 software, licenças de código aberto e material relacionado com contratos. Dentro deste portal, as administrações dos estados membros, ainda, poderão partilhar conhecimento e experiência sobre as suas diferentes aplicações de código aberto. A CE prevê que o OSOR fomentará a utilização do software, entre os vários organismos públicos, e o desenvolvimento de projectos comuns por exemplo, para e- procurement, interoperabilidade entre aplicações ou o reconhecimento mútuo dos diversos formatos de identificação dos cidadãos. A partilha e reutilização de aplicações pode ter um impacto económico significativo, na medida em que as administrações públicas podem economizar nos investimentos e apoiar-se em experiências de sucesso de outros organismos.

17 ADOPÇÃO DE UMA SOLUÇÃO OPEN SOURCE UM EXEMPLO Se se pretender enveredar por um solução Open Source, deve-se fazer uma experimentação e uma adopção gradual, não seguindo uma metodologia de big bang. É natural que possam coexistir soluções Open Source e soluções proprietárias. Existe já uma vasta panóplia de possibilidades de migração, já experimentada por outros, existindo mesmo várias empresas com experiência real nestas migrações. Em geral, estarão dispostas a ajudar dentro do espírito Open Source, dando suporte em troca de suporte. Deve-se ter em conta que a migração para Open Source não é um exercício puramente tecnológico, visto haver pessoas envolvidas. É útil olhar para as componentes de um sistema informático, onde se pretende adoptar Open Source, arrumadas do seguinte modo: - Servidores de serviços (name services, mail, web access, file&print, etc.) - Servidores aplicacionais - Office, browsers, mail, agendas - Computadores individuais - Software base: GIS, Workflow, ArquivoDigitalDocumentos (DMS), etc - Aplicações: específicas do negócio, ERP's, RH's, etc. - Bases de dados (SGBD's) É sensato começar pelos servidores numa avaliação experimental ou numa migração gradual. Os servidores constituem uma área onde a experiência com soluções Open Source é extensa e os produtos muito testados. Além disso, a migração a nível de servidores não deverá afectar directamente os utilizadores; em limite não darão por nada, visto que o ambiente de trabalho do lado cliente se mantém inalterado. Assim, é normal começar pelo que se designa de servidores de serviços, sobretudo se se atender ao nível de importância e grau de risco que estes apresentam para a continuidade do negócio.

18 Também a passagem dos servidores de Internet e intranet para soluções Open Source é globalmente segura com experiências bem documentadas a nível mundial (por exemplo, Amazon 16 ). A migração para Open Source dos servidores de aplicações é algo condicionada à existência dos produtos e aplicações usadas no organismo neste novo ambiente. Existe já um elevado número de produtos proprietários nestas condições (ex. Oracle, ou DB2 sobre Linux). Se existe alguma aplicação crítica que não funcione sobre Open Source (por exemplo, um programa de Recursos Humanos não corre sobre Linux) deverá manter-se um servidor com sistema operativo proprietário coexistindo com os servidores Open Source. Isso não constitui problema especial excepto ter de manter dois tipos de administração. Na estratégia de avaliação ou migração gradual, começando pelos servidores, é também possível e seguro, por exemplo, ir passando file/print servers para Linux, ex.: utilizando um software open source do tipo Samba, e ao mesmo tempo conservar os desktop s com Windows. No que respeita especificamente ao sistema operativo, os desktop s constituem sem dúvida a área mais delicada quando se equaciona a mudança, por exemplo, para Linux. Quanto mais não seja porque facilmente se põem em jogo dezenas ou centenas de utilizadores finais, habituados ao Windows que, provavelmente, também usam em casa. No entanto, a utilização de Linux a título pessoal tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos. Este acréscimo deve-se sobretudo à melhoria do interface gráfico, que facilita a instalação e utilização a "não informáticos" e também ao aumento do número de jogos multimédia e outras aplicações de interesse geral. Em relação às ferramentas Open Source de gestão de agendas, não se atingiu em geral ainda a maturidade de algumas soluções proprietárias embora a situação esteja a evoluir muito rapidamente. Sugere-se então uma migração faseada, em que são migrados primeiros os softwares de produtividade, mantendo o sistema operativo habitual. Pode-se considerar, por exemplo, a suite OpenOffice 17, correndo sobre Windows, que apresenta uma compatibilidade elevada com o MS-Office. A conversão dos utilizadores faz-se em

19 geral sem grande dificuldade. Dado ser um produto gratuito, será interessante fomentar o seu uso doméstico pelos utilizadores. O mesmo se passa com o browser pois há alternativas Open Source de qualidade. Por exemplo o browser Mozilla 18, correndo ainda sobre Windows. Quanto à migração do próprio "sistema operativo" do desktop para uma solução Open Source é um problema para o qual existem boas soluções, mas que exigem cuidados especiais na selecção e planeamento da implantação. Sobretudo porque a falta destes cuidados pode originar a rejeição por parte dos utilizadores finais, desacreditando assim a solução e consequentemente a adopção de uma solução Open Source. As bases de dados são repositórios críticos de negócio levantando por isso instintivamente reservas quanto a mudanças. Mas podem encarar-se dois tipos de evolução: usar produtos SGBD que, embora proprietários, funcionem sobre servidores Open Source (Oracle, DB2, Informix,...) ou utilizar directamente SGBD Open Source (existem produtos com funcionalidades comparáveis aos produtos proprietários no mercado). Para finalizar e no que diz respeito a aplicações verticais ou aplicações de suporte (por exemplo Vendas, Recursos Financeiros, Recursos Humanos, CRM, etc.) a solução será tratar igualmente as soluções Open Source e as soluções proprietárias e julgá-las pelas suas melhores valias: funcionalidade, custo, quota de mercado, suporte, manutenção, fiabilidade, desempenho, escalabilidade, ergonomia, segurança, flexibilidade, características legais/licenças e outros (políticas da organização, capacidade técnica interna). É esta a recomendação, por exemplo, do IT Council of the Swiss Confederation quanto à adopção de soluções Open Source nas Administrações Federais (Fev 2004). 18

Carla Morais e João Paiva. Software Educativo 2009/2010

Carla Morais e João Paiva. Software Educativo 2009/2010 Carla Morais e João Paiva Software Educativo 2009/2010 Os conceitos: Software livre e Open Source O conceito de Software livre (Free Software, no original), anterior ao de Open source, foi cunhado por

Leia mais

Linux em Portugal e Caixa Mágica Paulo Trezentos ADETTI / Caixa Mágica

Linux em Portugal e Caixa Mágica Paulo Trezentos ADETTI / Caixa Mágica Linux em Portugal e Caixa Mágica Paulo Trezentos ADETTI / Caixa Mágica Semana da Informática - Escola Secundária Filipa de Vilhena 27 de Abril de 2004 - Porto Agenda Situação Actual da Utilização Linux

Leia mais

Software de sistema Software aplicativo

Software de sistema Software aplicativo SOFTWARE O que é Software? Software, logicial ou programa de computador é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redireccionamento ou modificação de um dado/informação

Leia mais

Linux vs. Windows: factos de fato ADETTI / Caixa Mágica. 2ª Semana da Engenharia 7 de Junhode 2004 ESTIG/IPBeja - Beja

Linux vs. Windows: factos de fato ADETTI / Caixa Mágica. 2ª Semana da Engenharia 7 de Junhode 2004 ESTIG/IPBeja - Beja Linux vs. Windows: factos de fato ADETTI / Caixa Mágica 2ª Semana da Engenharia 7 de Junhode 2004 ESTIG/IPBeja - Beja Agenda Situação Actual da Utilização Linux Desenvolvimento Regional Estratégia Linux

Leia mais

Software Livre e Aberto

Software Livre e Aberto Software Livre e Aberto Evolução ou Revolução? Curso de Engenharia Informática Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Instituto Politécnico do Porto 1 Software Aberto Definição

Leia mais

Gestão em Sistemas de Informação. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br

Gestão em Sistemas de Informação. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br Gestão em Sistemas de Informação Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br Gestão em Sistemas de Informação Aula 34 Software livre e código aberto Aula 34 2 Gestão em Sistemas

Leia mais

Software Livre Vs. Software Proprietário Paulo Trezentos ADETTI / Caixa Mágica

Software Livre Vs. Software Proprietário Paulo Trezentos ADETTI / Caixa Mágica Software Livre Vs. Software Proprietário Paulo Trezentos ADETTI / Caixa Mágica Faculdade de Ciências e Tecnologias Univ. Nova de Lisboa 12 de Maio de 2004 Aspectos Sócio-Profissionais da Informática Agenda

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor. Folha de Factos

Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor. Folha de Factos Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor Folha de Factos A informação contida neste documento representa a visão actual da Microsoft Corporation sobre os assuntos discutidos,

Leia mais

Open source como estratégia

Open source como estratégia Open source como estratégia Introdução Objectivo Discussão do Open Source como estratégia no mundo empresarial; Diferentes abordagens; Exemplos; Introdução Introdução O que entendem sobre o uso de Open

Leia mais

Como é o desenvolvimento de Software?

Como é o desenvolvimento de Software? Como é o desenvolvimento de Software? Fases do Desenvolvimento Modelo Cascata Define atividades seqüenciais Outras abordagens são baseadas nesta idéia Especificação de Requisitos Projeto Implementação

Leia mais

Software Livre e Inovação Tecnológica

Software Livre e Inovação Tecnológica Software Livre e Inovação Tecnológica Fábio Olivé (fabio.olive@gmail.com) Tópicos O que significa Livre em Software Livre? De onde veio e quem usa Software Livre? A qualidade diferenciada do Software Livre

Leia mais

Com esta tecnologia Microsoft, a PHC desenvolveu toda a parte de regras de negócio, acesso a dados e manutenção do sistema.

Com esta tecnologia Microsoft, a PHC desenvolveu toda a parte de regras de negócio, acesso a dados e manutenção do sistema. Caso de Sucesso Microsoft Canal de Compras Online da PHC sustenta Aumento de 40% de Utilizadores Registados na Área de Retalho Sumário País: Portugal Industria: Software Perfil do Cliente A PHC Software

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Software Livre em Empresas. Cesar Bezerra Teixeira

Software Livre em Empresas. Cesar Bezerra Teixeira Software Livre em Empresas Cesar Bezerra Teixeira 2004 Objetivo Apresentar tópicos diversos, para implantação de uma política de utilização de software livre, em empresas. Cesar Bezerra Teixeira 2 Sumário

Leia mais

Software Livre na Escola

Software Livre na Escola Introdução Reflexão sucinta sobre a adopção de software livre na Escola "O alargamento do acesso às redes digitais, indispensável para que não se gerem novas formas de exclusão, pode passar pela consideração

Leia mais

Manifesto Software Livre

Manifesto Software Livre Manifesto Software Livre Histórico iniciou com a elaboração de um documento denominado: " Manifesto GNU " por Richard Stallman 1.984; marco histórico do surgimento de uma nova forma de criação de Software;

Leia mais

Projecto SDAC 2010. Sistema Operativo Open Source. Curso: Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos

Projecto SDAC 2010. Sistema Operativo Open Source. Curso: Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos Projecto SDAC 2010 Sistema Operativo Open Source Curso: Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos Disciplina: Sistemas Digitais e Arquitectura de Computadores Professores: Catarina Santos/Paulo Guimarães

Leia mais

A importância do Software Livre no mundo de hoje

A importância do Software Livre no mundo de hoje A importância do Software Livre no mundo de hoje Date : 15 de Janeiro de 2014 Por Luis da Costa para o Pplware! Uma questão de conceitos, termos e liberdades. Uma das grandes e mais importantes temáticas

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Software Livre e proprietário: Coexistência de diferentes formas de Licenciamento, interoperabilidade e eficiência na inclusão digital e social.

Software Livre e proprietário: Coexistência de diferentes formas de Licenciamento, interoperabilidade e eficiência na inclusão digital e social. Software Livre e proprietário: Coexistência de diferentes formas de Licenciamento, interoperabilidade e eficiência na inclusão digital e social. Palestrante: Paulo Cesar Alves 19/09/2005 Agenda Formulação

Leia mais

Conteúdo. Uma visão social. O que é? Dá certo? Custos. Recomendações. Apresentação Ricardo Gazoni Semiotic Systems. Software Livre Junho de 2011

Conteúdo. Uma visão social. O que é? Dá certo? Custos. Recomendações. Apresentação Ricardo Gazoni Semiotic Systems. Software Livre Junho de 2011 Conteúdo Uma visão social O que é? Dá certo? Custos Recomendações Apresentação Ricardo Gazoni Semiotic Systems Página 2 Uma visão social História da computação: o começo de tudo 1936 década de 40 Máquina

Leia mais

Linux em Portugal e Caixa Mágica Paulo Trezentos ADETTI / Caixa Mágica

Linux em Portugal e Caixa Mágica Paulo Trezentos ADETTI / Caixa Mágica Linux em Portugal e Caixa Mágica Paulo Trezentos ADETTI / Caixa Mágica Dia da Engenharia Informática Semana das Engenharias 27 de Abril de 2004 ESTiG/IPB - Bragança Agenda Situação Actual da Utilização

Leia mais

Indicie. 1.Introdução...1. 2.Como Surgiu...2. 3.Para que serve...3. 4.Instalação...3. 5. Oque ele permite fazer...5. 6. Primeiro Cenário...

Indicie. 1.Introdução...1. 2.Como Surgiu...2. 3.Para que serve...3. 4.Instalação...3. 5. Oque ele permite fazer...5. 6. Primeiro Cenário... Artigo sobre Indicie 1.Introdução....1 2.Como Surgiu....2 3.Para que serve....3 4.Instalação....3 5. Oque ele permite fazer....5 6. Primeiro Cenário....6 7. Segundo Cenário....7 8. Conclusão....8 5. Referencias....9

Leia mais

Aula 01. Introdução ao Linux

Aula 01. Introdução ao Linux Aula 01 Introdução ao Linux Introdução Objetivos aprender a usar um novo sistema aprender a usar uma nova interface Como no Windows navegar pela internet (e-mails, facebook, etc) criar pastas e arquivos

Leia mais

Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s

Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s 1 Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s RESUMO EXECUTIVO Este documento visa informar, de uma forma simples e prática, sobre o que é a gestão do ciclo de vida do Produto (PLM) e quais

Leia mais

Paulo Trezentos (Paulo.Trezentos@iscte.pt) 29/9/2005

Paulo Trezentos (Paulo.Trezentos@iscte.pt) 29/9/2005 Open-Source na Administração Pública Accenture Paulo Trezentos (Paulo.Trezentos@iscte.pt) 29/9/2005 Agenda / Terminologia / Contexto open source Modelos de desenvolvimento Estratégia Empresarial Razões

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

Introdução 12/06/2012. Software Livre

Introdução 12/06/2012. Software Livre Software Livre Introdução Software Livre, software de código aberto ou software aberto é qualquer programa de computador cujo código-fonte deve ser disponibilizado para permitir o uso, a cópia, o estudo

Leia mais

W H I T E P A P E R S e r v i d o r e s U n i x - A m e l h o r o p ç ã o p a r a s u p o r t a r a p l i c a ç õ e s c r í t i c a s

W H I T E P A P E R S e r v i d o r e s U n i x - A m e l h o r o p ç ã o p a r a s u p o r t a r a p l i c a ç õ e s c r í t i c a s Av Eng. Luiz Carlos Berrini 1645, 8 andar, 04571-000 Brooklin Novo, São Paulo SP Brazil. Tel: 55 11 5508-3400 Fax: 55 11 5508 3444 W H I T E P A P E R S e r v i d o r e s U n i x - A m e l h o r o p ç

Leia mais

Informática I. Aula 26. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Baseada no Capítulo 2 do Livro Introdução a Informática Capron e Johnson

Informática I. Aula 26. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Baseada no Capítulo 2 do Livro Introdução a Informática Capron e Johnson Informática I Aula 26 Baseada no Capítulo 2 do Livro Introdução a Informática Capron e Johnson http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 26-17/07/06 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de

Leia mais

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Resumo O projeto tem como objetivo principal promover a inclusão digital dos softwares

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Conteúdo SOFTWARE LIVRE. Terminologia. Histórico de Software Livre. Terminologia: Software livre. Terminologia: Software livre

Conteúdo SOFTWARE LIVRE. Terminologia. Histórico de Software Livre. Terminologia: Software livre. Terminologia: Software livre Conteúdo SOFTWARE LIVRE SCE 186 - Engenharia de Software Profs. José Carlos Maldonado e Elisa Yumi Nakagawa 2 o semestre de 2002 Histórico de Software Livre Terminologia Fases do Licença de Software Livre

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz Tecnologia da Informação Prof. Esp. Lucas Cruz Software A utilização comercial da informática nas empresas iniciou-se por volta dos anos 1960. O software era um item menos dispendioso que o hardware, e

Leia mais

ICE INSTITUTO CUIABADO DE EDUCAÇÃO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 4º SEMESTRE RECURSOS HUMANOS CARLOS EDUARDO JULIANI

ICE INSTITUTO CUIABADO DE EDUCAÇÃO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 4º SEMESTRE RECURSOS HUMANOS CARLOS EDUARDO JULIANI ICE INSTITUTO CUIABADO DE EDUCAÇÃO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 4º SEMESTRE RECURSOS HUMANOS CARLOS EDUARDO JULIANI SOFTWARE LIVRE E SOFTWARE PROPRIETARIO Software Livre. O software livre foi desenvolvido,

Leia mais

CC Montagem e manutenção de hardware Docente: Nataniel Vieira 1 sem Técnico em Informática Roteiro 06: Atividade sobre o Documentário RevolutionOS

CC Montagem e manutenção de hardware Docente: Nataniel Vieira 1 sem Técnico em Informática Roteiro 06: Atividade sobre o Documentário RevolutionOS SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS CC Montagem e manutenção de hardware Docente: Nataniel Vieira 1 sem Técnico em Informática Roteiro 06: Atividade sobre o

Leia mais

Cinco principais qualidades dos melhores professores de Escolas de Negócios

Cinco principais qualidades dos melhores professores de Escolas de Negócios Cinco principais qualidades dos melhores professores de Escolas de Negócios Autor: Dominique Turpin Presidente do IMD - International Institute for Management Development www.imd.org Lausanne, Suíça Tradução:

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 393/XI/1.ª UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

PROJECTO DE LEI N.º 393/XI/1.ª UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 393/XI/1.ª UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Exposição de motivos Os sistemas informáticos assumem-se como pilares de muitas das actividades na

Leia mais

Curso Introdução ao Linux. Desmistificando o Software Livre. Nícholas André - www.iotecnologia.com.br - nicholas@iotecnologia.com.

Curso Introdução ao Linux. Desmistificando o Software Livre. Nícholas André - www.iotecnologia.com.br - nicholas@iotecnologia.com. Curso Introdução ao Linux Desmistificando o Software Livre Nícholas André - www.iotecnologia.com.br - nicholas@iotecnologia.com.br Índice 1 O que é Software Livre? 2 A história por trás do Software Livre.

Leia mais

Uso de Software Livre na Universidade

Uso de Software Livre na Universidade Uso de Software Livre na Universidade Diego Starling Fonseca Guilherme da Silva Nascimento Gustavo Henrique do Nascimento Pereira Luiz Henrique Bueno Byrro Marcelo Luiz Lacerda Esteves Rodrigo Alvaro da

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente:

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente: ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS Unidade IV DEFINIR A MELHOR SOLUÇÃO DE BANCO DE DADOS PARA AS NECESSIDADES DA EMPRESA.1 O uso das tecnologias.1.1 O software livre 1 A tecnologia de banco de dados, assim

Leia mais

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação O funcionamento dos sistemas e tecnologias de informação e comunicação têm nas organizações um papel cada vez mais crítico na medida em que

Leia mais

CC Montagem e manutenção de hardware Docente: Nataniel Vieira 1 sem Técnico em Informática Roteiro 06: Atividade sobre o Documentário RevolutionOS

CC Montagem e manutenção de hardware Docente: Nataniel Vieira 1 sem Técnico em Informática Roteiro 06: Atividade sobre o Documentário RevolutionOS SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS CC Montagem e manutenção de hardware Docente: Nataniel Vieira 1 sem Técnico em Informática Roteiro 06: Atividade sobre o

Leia mais

indiferenca.com Índice Empresa Pág. 3 Valores Pág. 3 Mercado Pág. 4 Serviços Pág. 4 Marcas Pág. 6 Protocolo Pág. 7 Vantagens

indiferenca.com Índice Empresa Pág. 3 Valores Pág. 3 Mercado Pág. 4 Serviços Pág. 4 Marcas Pág. 6 Protocolo Pág. 7 Vantagens Página2 Índice Empresa Valores Mercado Serviços Marcas Protocolo Vantagens a. Alunos / Docentes / Funcionários Contrapartidas Pág. 3 Pág. 3 Pág. 4 Pág. 4 Pág. 6 Pág. 7 Pág. 7 Pág. 8 Pág. 8 4440-650 Valongo

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES CERTIFICAÇÃO NBR ISO/IEC 27001

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES CERTIFICAÇÃO NBR ISO/IEC 27001 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES CERTIFICAÇÃO NBR ISO/IEC 27001 Através da vasta experiência, adquirida ao longo dos últimos anos, atuando em Certificações de Sistemas de Gestão, a Fundação Vanzolini vem catalogando

Leia mais

São programas de computador com a função de interagir a maquina com o usuário. Licenciados Livres - Gratuitos ou uso limitados 18/10/2010 1

São programas de computador com a função de interagir a maquina com o usuário. Licenciados Livres - Gratuitos ou uso limitados 18/10/2010 1 Softwares São programas de computador com a função de interagir a maquina com o usuário Tipos : Licenciados Livres - Gratuitos ou uso limitados 18/10/2010 1 Licenciados São software autorizados, cedidos

Leia mais

SOFTWARE LIVRE E AS EMPRESAS

SOFTWARE LIVRE E AS EMPRESAS 1 SOFTWARE LIVRE E AS EMPRESAS Alunos: 100323050 Vasco Galvão 100323056 André Pedro 100323059 João Polido 100323060 Diogo Mendoça 100323076 Pedro Gamito G.S.I. Introdução ás Ciências Sociais 2 de Dezembro

Leia mais

A plataforma. Sistemas de Gestão de Aprendizagem. Carlos Nunes csmnunes@gmail.com

A plataforma. Sistemas de Gestão de Aprendizagem. Carlos Nunes csmnunes@gmail.com A plataforma Sistemas de Gestão de Aprendizagem Carlos Nunes csmnunes@gmail.com O que é o Moodle? É um Sistema de Gestão de Aprendizagem (LMS) e de trabalho colaborativo, acessível através da Internet

Leia mais

Unidade 1: Sistema Operativo Linux

Unidade 1: Sistema Operativo Linux Unidade 1: Sistema Operativo Linux 1 2 Sistema Operativo Linux Objectivos desta unidade Caracterizar o sistema operativo Linux Saber como obter documentação e apoio sobre a instalação e utilização do Linux

Leia mais

Software Livre Introdução ao Linux

Software Livre Introdução ao Linux Software Livre Introdução ao Linux Instituto Granbery 06/03/2004 Carlos de Castro Goulart Departamento de Informática-UFV goulart@dpi.ufv.br Parte I - Software Livre O que é Software Livre? Vantagens da

Leia mais

OPEN SOURCE SOFTWARE. 1. Introdução. 2. Clarificação do Conceito

OPEN SOURCE SOFTWARE. 1. Introdução. 2. Clarificação do Conceito OPEN SOURCE SOFTWARE por Alexandre João Petetim Leal Ferreira Departamento de Engenharia Informática Universidade de Coimbra 3030 Coimbra, Portugal ajfer@student.dei.uc.pt Sumário. Pretendem-se apresentar

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Prof. Luiz Fernando

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Prof. Luiz Fernando Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS Prof. Luiz Fernando A melhor solução A tecnologia passa por atualizações constantes. Uma das atividades do profissional de informática é se manter informado.

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL Entrevista com Eng.º Victor Sá Carneiro N uma época de grandes transformações na economia dos países, em que a temática do Empreendedorismo assume uma grande relevância

Leia mais

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio Capítulo 12 Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente Acadêmica: Talita Pires Inácio Empresa ABC Crescimento atribuído a aquisições de empresas de menor porte; Esforços de alianças estratégicas e joint-ventures

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RAFAEL D. RIBEIRO, M.SC,PMP. RAFAELDIASRIBEIRO@GMAIL.COM HTTP://WWW.RAFAELDIASRIBEIRO.COM.BR @ribeirord CRIMES DE PIRATARIA DE SOFTWARE Prática ilícita caracterizada

Leia mais

Workshop Nacional sobre o Koha

Workshop Nacional sobre o Koha O open-source ao serviço das bibliotecas modernas A ESOP Apresentação A ESOP A ESOP é uma associação empresarial que representa as empresas portuguesas que se dedicam ao desenvolvimento de software e à

Leia mais

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Desktop Virtual Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Tendo em conta que a Virtualização será um dos principais alvos de investimento para o ano 2009 (dados

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 01. Prof. André Lucio

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 01. Prof. André Lucio FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 01 Prof. André Lucio Competências do modulo Introdução ao sistema operacional Windows Instalação e configuração do sistema

Leia mais

O que é software livre

O que é software livre O que é software livre Publicado por brain em Sáb, 2006-03-25 17:12. :: Documentação [http://brlinux.org/linux/taxonomy/term/13] por Augusto Campos Este artigo responde a diversas dúvidas comuns de novos

Leia mais

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CONCEITOS BÁSICOS 1 Necessidade das base de dados Permite guardar dados dos mais variados tipos; Permite

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 53 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com ROI - Retorno do Investimento OPINIÃO IDC Os anos 90 permitiram a inclusão das tecnologias

Leia mais

Núvem Pública, Privada ou Híbrida, qual adotar?

Núvem Pública, Privada ou Híbrida, qual adotar? Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 03/04/2015 Núvem Pública, Privada ou Híbrida, qual adotar? Paulo Fernando Martins Kreppel Analista de Sistemas

Leia mais

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG Bases de Dados O que é uma Base de Dados? Dados Pode-se começar por tentar dar uma definição do que são Dados. Os dados são factos em bruto, que não são necessáriamente relevantes para qualquer coisa que

Leia mais

A LIBERDADE DO LINUX COM A QUALIDADE ITAUTEC

A LIBERDADE DO LINUX COM A QUALIDADE ITAUTEC A LIBERDADE DO LINUX COM A QUALIDADE ITAUTEC O AMBIENTE OPERACIONAL QUE AGREGA A CONFIABILIDADE E O SUPORTE DA ITAUTEC À SEGURANÇA E À PERFORMANCE DO LINUX O LIBRIX É UMA DISTRIBUIÇÃO PROFISSIONAL LINUX

Leia mais

Software Livre. para concursos. Questões comentadas

Software Livre. para concursos. Questões comentadas Software Livre para concursos Questões comentadas Prefácio Hoje, qualquer instituição, seja ela pública ou privada, necessita utilizar programas de computadores para auxiliar os seus processos, gerando

Leia mais

Laudinei Rossi Barbatto JUNIOR 1 Gilson Rodrigo Silvério POLIDORIO 2

Laudinei Rossi Barbatto JUNIOR 1 Gilson Rodrigo Silvério POLIDORIO 2 COMO QUEBRAR PARADIGMAS SEM CAUSAR UM IMPACTO NEGATIVO NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO MARKETING DE RELACIONAMENTO, CRM E DBM EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO Laudinei Rossi Barbatto JUNIOR 1 Gilson Rodrigo

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 414/IX

PROJECTO DE LEI N.º 414/IX PROJECTO DE LEI N.º 414/IX PROCEDE À ADAPTAÇÃO DO CÓDIGO DOS DIREITOS DE AUTOR E DOS DIREITOS CONEXOS ÀS NOVAS REALIDADES CRIADAS PELA SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO Exposição de motivos O presente projecto de

Leia mais

PEDIDOS DE ESCLARECIMENTOS

PEDIDOS DE ESCLARECIMENTOS PEDIDOS DE ESCLARECIMENTOS EMPRESA: ILION SOLUÇÕES EM INTERNET LTDA. 1 DO PRAZO: item 5.2 f) Prestação de serviços: 5 (cinco) meses, contados a partir da data da Ordem de Serviço. g) Prazo para desenvolvimento:

Leia mais

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL Intervenção de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa na Comissão Económica para a América Latina e Caraíbas - CEPAL Santiago do Chile, 7 de Novembro de 2007 Senhor Secretário Executivo da

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz Tecnologia da Informação Prof. Esp. Lucas Cruz Componentes da Infraestrutura de TI Software A utilização comercial da informática nas empresas iniciou-se por volta dos anos 1960. O software era um item

Leia mais

Software. Livre. Será que é isso mesmo que eu quero? João Eriberto Mota Filho Eriberto jun. 10

Software. Livre. Será que é isso mesmo que eu quero? João Eriberto Mota Filho Eriberto jun. 10 Software Livre Será que é isso mesmo que eu quero? João Eriberto Mota Filho Palmas, TO, 11 de junho de 2010 Sumário O que é o Software Livre? O que é o Linux? O licenciamento de software Alguns mitos,

Leia mais

Introdução 13/06/2012. Software Livre

Introdução 13/06/2012. Software Livre Software Livre Introdução Software Livre, software de código aberto ou software aberto é qualquer programa de computador cujo código-fonte deve ser disponibilizado para permitir o uso, a cópia, o estudo

Leia mais

Direitos autorais. Alessandro Woserow Pedro Balistiero Fattore Guilherme Yagui Otavio Humberto Guerra e Sahm

Direitos autorais. Alessandro Woserow Pedro Balistiero Fattore Guilherme Yagui Otavio Humberto Guerra e Sahm Direitos autorais Alessandro Woserow Pedro Balistiero Fattore Guilherme Yagui Otavio Humberto Guerra e Sahm Direitos autorais O que é? O direito autoral é o reconhecimento naturalmente concedido a uma

Leia mais

//Sobre VISÃO MISSÃO. Honestidade, Responsabilidade. Respeito. Colaboração.

//Sobre VISÃO MISSÃO. Honestidade, Responsabilidade. Respeito. Colaboração. . Quem somos //Sobre A Oficina1 é uma consultoria direcionada à tecnologia da informação, com foco na implementação dos ERPs Protheus e OpenBravo, além do aplicativo de Service Desk SysAid, abrangendo

Leia mais

Terceiro Resumo de Projeto de Engenharia de Software

Terceiro Resumo de Projeto de Engenharia de Software Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Terceiro Resumo de Projeto de Engenharia de Software Grupo Open Source: Eduardo Telles Giovani Tadei Marco Aurélio Renata Monique Primeira Aula O aspecto

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Informação no contexto administrativo Graduação em Redes de Computadores Prof. Rodrigo W. Fonseca SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA PELOTAS >SistemasdeInformação SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA

Leia mais

CENTRAL DE SERVIÇOS APOIADA EM SOFTWARE LIVRE

CENTRAL DE SERVIÇOS APOIADA EM SOFTWARE LIVRE CENTRAL DE SERVIÇOS APOIADA EM SOFTWARE LIVRE Juliano Flores Prof. Wagner Walter Lehmann Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI Gestão de Tecnologia da Informação (GTI0034) Prática do Módulo

Leia mais

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas & 1 Índice 2 Introdução...3 3 A Plataforma de Curricula DeGóis...3 3.1 É utilizada porque...3 3.2 Com a utilização do DeGóis ganho...4 3.1

Leia mais

3. Engenharia de Requisitos

3. Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 3. Engenharia de Requisitos Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Fases do desenvolvimento de software que mais erros originam (fonte: "Software Testing", Ron Patton)

Leia mais

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One.

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Neste tópico, responderemos à pergunta: O que é o Business One? Definiremos o SAP Business One e discutiremos as opções e as plataformas disponíveis para executar

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

PORTARIA Nº 178 DE 25 DE OUTUBRO DE 2012.

PORTARIA Nº 178 DE 25 DE OUTUBRO DE 2012. PORTARIA Nº 178 DE 25 DE OUTUBRO DE 2012. Acrescenta a arquitetura de padrões tecnológicos de Interoperabilidade - e- PINGRIO, no segmento recursos tecnológicos o padrão tecnológico sistemas operacionais

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Partner Network. www.scriptcase.com.br

Partner Network. www.scriptcase.com.br www.scriptcase.com.br A Rede de Parceiros ScriptCase é uma comunidade que fortalece os nossos representantes em âmbito nacional, possibilitando o acesso a recursos e competências necessários à efetivação

Leia mais

Universidade Tuiuti do Paraná Faculdade de Ciências Exatas Introdução a Computação - CSTA. Classificação / Licenciamento de Software

Universidade Tuiuti do Paraná Faculdade de Ciências Exatas Introdução a Computação - CSTA. Classificação / Licenciamento de Software Universidade Tuiuti do Paraná Faculdade de Ciências Exatas Introdução a Computação - CSTA Classificação / Licenciamento de Software MATERIAL PARA ESTUDO PRIMEIRO BIMESTRE Componentes de um Sistema Computacional

Leia mais

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Fabrício Viero de Araújo, Gilse A. Morgental Falkembach Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção - PPGEP Universidade

Leia mais

Software Livre na USP. Paulo C. Masiero São Carlos- UFSCar 13/11/02

Software Livre na USP. Paulo C. Masiero São Carlos- UFSCar 13/11/02 Software Livre na USP Paulo C. Masiero São Carlos- UFSCar 13/11/02 Sumário Introdução Modelo CBPP Reações História da USP: informática administrativa Software livre e a USP Outras iniciativas (brasil e

Leia mais

Capítulo 1 - Introdução 14

Capítulo 1 - Introdução 14 1 Introdução Em seu livro Pressman [22] define processo de software como um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de alta qualidade. Assim, é-se levado a inferir que o sucesso

Leia mais

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas Conceito As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas PÁG 02 Actualmente, face à crescente necessidade de integração dos processos de negócio, as empresas enfrentam o desafio de inovar e expandir

Leia mais

Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada

Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada Insight completo sobre IDG/Oracle Relatório de pesquisa de SOA Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada Alinhamento

Leia mais

Módulos QM de sistemas ERP ou MES x Sistemas LIMS

Módulos QM de sistemas ERP ou MES x Sistemas LIMS Módulos QM de sistemas ERP ou MES x Sistemas LIMS Módulos de controle ou gestão da qualidade de sistemas ERP ou MES X sistemas para automação e gestão de laboratórios LIMS e suas diferenças conceituais

Leia mais

Premier. Quando os últimos são os Primeiros

Premier. Quando os últimos são os Primeiros Premier Quando os últimos são os Primeiros Fundada em 1997 Especializada no desenvolvimento de soluções informáticas de apoio à Gestão e consultoria em Tecnologias de Informação. C3im tem como principais

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais