1º Anuário IDC do Sector das TIC O directório independente das empresas do sector das TIC mais completo de Portugal

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1 1º Anuário IDC do Sector das TIC O directório independente das empresas do sector das TIC mais completo de Portugal

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4 Ficha Técnica Índice Promoção IDC Portugal - Marksearch, Estudos de Mercado, Lda Contribuinte nº Capital Social C.R.C.L Av. António Serpa, 36-6º Lisboa Tel.: Fax: Revisão Gabriel Coimbra Publicidade Bibiana Coimbra Concepção Gráfica e Paginação Monica Kalman Pré Impressão e Impressão Textype Peridiocidade Anual Tiragem exemplares Prefácio Editorial IDC A Visão da Accenture Listagem Principal Sobre a IDC A IDC é a empresa líder mundial na área de market intelligence, serviços de consultoria e organização de eventos para os mercados das Tecnologias de Informação, Telecomunicações e Electrónica de Consumo. A IDC ajuda os profissionais de Tecnologias de Informação, decisores empresariais e investidores a tomarem decisões sobre tecnologia e estratégias de negócio baseadas em factos. Mais de 850 analistas da IDC em 50 países fornecem conhecimento profundo sobre oportunidades, tendências tecnológicas e evolução dos mercados a nível global, regional e local. Há mais de 42 anos que a IDC tem fornecido informação estratégica para ajudar os seus clientes a atingirem os objectivos de negócio. Todos os direitos reservados. A informação contida neste anuário não pode ser reproduzida, no todo ou em parte, qualquer que seja o método utilizado, salvo autorização expressa da IDC. Os artigos e opiniões constantes deste anuário são da responsabilidade dos próprios autores aos quais agradecemos a disponibilidade, empenho e confiança na concepção deste anuário.

5 > 01 Actividades Base Hardware IDC - Tendências no Mercado de Hardware Empresas de Hardware Software IDC - Tendências no Mercado de Software Lawson? Quanto mais simples melhor Empresas de Software Serviços TI IDC - Tendências no Mercado de Serviços de TI Empresas de Serviços TI Telecomunicações IDC - Tendências no Mercado de Telecomunicações Novis - Líder da inovação em Portugal Operadores e Organizações do Sector das Telecomunicações > 02 Soluções Disponibilizadas Soluções de BPM & BI IDC - Tendências no Mercado de BPM Business Performance Management Business Objects - Chegou a gestão da performance empresarial é impossível voltar atrás Empresas de Soluções: BPM & BI Soluções de Business Continuity & Storage IDC - Tendências no Mercado de Business Continuity & Storage MGE - Intelligent power for your business continuity Empresas de Soluções: Business Continuity & Storage Soluções de CRM & BI Empresas de Soluções: CRM & BI Soluções de ERP Empresas de Soluções: ERP Soluções de Gestão Documental e de Conteúdos Empresas de Soluções: Gestão Documental e de Conteúdos Soluções de Open Source & Linux Empresas de Soluções: Open Source & Linux Soluções de Outsourcing & BPO IDC - Tendências no Mercado de Outsourcing & BPO Xerox - A Xerox aposta em demonstrar às empresas que compensa recorrer ao outsourcing dos processos relacionados com documentos. Empresas de Soluções: Outsourcing & BPO Soluções de Segurança IDC - Tendências no Mercado de Segurança de Informação Panda Software - Posição de liderança Empresas de Soluções: Segurança Soluções de Sistemas de Informação Geográfica Empresas de Soluções: Sistemas de Informação Geográfica Soluções de System and Network Management Empresas de Soluções: System and Network Management Soluções de Telecomunicações Siemens - Comunicações inovadoras para a sua Empresa Empresas de Soluções: Telecomunicações Soluções de Telefonia IP Convex Implementa solução de Telefonia IP e desenvolve projecto de Mobilidade para a Konica Minolta NextiraOne no projecto Almada Cidade Digital Empresas de Soluções: Telefonia IP 1º Anuário IDC do Sector das TIC O directório independente das empresas do sector das TIC mais completo de Portugal Soluções de Contact Centers Altitude Software - Um Centro de Competências de Nível Mundial ao Serviço dos Centros de Contacto em Portugal Empresas de Soluções: Contact Centers Soluções de Web services & SOA Empresas de Soluções: Web services & SOA Soluções de Wireless & Mobile IDC - Tendências no Mercado de Soluções Wireless & Mobile Empresas de Soluções: Wireless & Mobile Índice

6 Prefácio É com grande satisfação que a IDC publica o 1º Anuário das empresas do sector das TIC em Portugal. Com a edição deste documento pretendemos alargar o conjunto de informação independente acessível ao mercado. Para os fornecedores, o objectivo é projectar as soluções hoje disponíveis no mercado, enquanto que para a comunidade utilizadora este directório significa a possibilidade de consulta de um tipo de informação facilitadora no que toca a tarefa de consulta e decisão. Pretendemos assim, transformar este anuário numa ferramenta de trabalho de referência para identificar os players deste vasto sector. Embora as empresas apresentadas neste directório sejam consensualmente consideradas como as mais proeminentes no mercado de TIC, será bom notar que a lista não é de forma alguma exaustiva. Na realidade, a grande fragmentação existente no mercado torna proibitiva uma análise completa. Também por essa razão, embora tenha a IDC tenha feito todos os esforços para apresentar a informação mais correcta possível, algumas empresas eventualmente foram excluídas devido à falta de dados disponíveis. Por fim, resta acrescentar que, este é o primeiro directório que nos abalançamos a realizar numa área que notoriamente estava por cobrir no nosso já vasto portfólio. Esperando preencher essa lacuna, temos a consciência que ainda muito ficará por aperfeiçoar. O que, cremos verdadeiramente, as próximas edições se encarregarão por fazer. Para isso é fundamental a participação de todos os nossos leitores, através de comentários e sugestões para o de elementos que devam ser considerados em edições futuras. Uma última nota: a menos que expressamente referido, as opiniões constantes deste documento são da responsabilidade dos próprios autores. Gabriel Coimbra Research & Consulting Manager da IDC Portugal Prefácio

7 Eventos IDC Portugal Aumente as suas oportunidades de negócios nos Eventos da IDC Interacção com Prospects, Clientes e Parceiros

8 Editorial IDC A importância do alinhamento das TIC com o negócio e das ferramentas de análise de retorno do investimento É hoje inquestionável que as Tecnologias de Informação e Comunicações (TIC) são capazes de aportar valor ao negócio das organizações. Uma análise rápida permite elencar várias respostas à afirmação colocada: Aumento das vendas; Diminuição dos custos; Criação de vantagens competitivas face à concorrência; Aumentar a produtividade; Fornecer benefícios operacionais; Conhecer melhor os clientes e as suas tendências de compra. Esta lista, ainda que não exaustiva, e apenas apresentada a título de exemplo genérico, é suficiente para determinar a importância estratégica das TIC. Mas a verdadeira questão que se coloca é como o podem fazer e em que medida, numa lógica de rentabilização do investimento efectuado. Editorial IDC Contudo, durante os últimos anos da década de 90, caracterizados por um forte crescimento económico, a generalidade dos decisores, sobretudo responsáveis pelos departamentos de TIC, suportaram-se em doses de sentido prático e sexto sentido à mistura para definir e avaliar os sucessivos investimentos em tecnologias. Ante a importância e contributo das TIC para o sucesso das estratégias de negócio, e a ameaça de novas empresas criadas durante a euforia da Internet, a generalidade das organizações teve de reagir, investindo fortemente em novas soluções, de forma a alcançarem ou reforçarem vantagens competitivas. Entretanto, e face à deterioração das condições económicas, as organizações abandonaram os planos mais agressivos de crescimento e investimento, passando o foco a residir sobretudo na racionalização de processos e na defesa do posicionamento de mercado atingido. Neste sentido, uma das actividades mais importantes que um responsável de TIC pode fazer pela sua organização é analisar qual o impacto dos investimentos do seu departamento no contexto concreto do negócio. Assim, a identificação do valor acrescentado deve ser efectuada através de um processo bem definido e conhecido na organização, capaz de providenciar um caminho sistemático e credível, com resultados objectivos.

9 O alinhamento das TIC com o negócio crescerá em importância à medida que as organizações tiverem de se adaptar mais rapidamente aos mercados, de reagir à necessidade de mudar de orientação ou de modelo de negócio. No entanto há vários inibidores do alinhamento entre a estratégia de TIC e de negócio. Entre os factores mais fortes, podemos encontrar: Relacionamento pouco próximo entre as unidades operacionais e os departamentos de TIC; Falha no cumprimento dos compromissos por parte dos departamentos de TIC e restantes unidades de negócio; Reduzido entendimento do negócio por parte dos departamentos de TIC; Unidades de negócio pouco receptivas à participação dos departamentos de TIC no processo de definição das estratégias de negócio; Resistência e falta de apoio por parte da administração em relação às estratégias de TIC; Falta de integração entre as várias soluções tecnológicas existentes nas unidades de negócio. Em jeito de resumo, podemos concluir que à medida que as TIC se tornam ubíquas e o seu impacto cada vez mais transversal nas organizações, o alinhamento entre as estratégias de TIC e de negócio torna-se necessário e inevitável. Neste sentido, o papel do responsável pelas TIC estará cada vez menos relacionado com as tecnologias em si mesmas, e mais com o seu contributo para a estratégia do negócio. Em consequência disso, os departamentos de TIC têm vindo a ser pressionados para a necessidade de abandonarem os métodos de avaliação com base em ferramentas analíticas mais simplistas, e a adoptar outros mais rigorosos do ponto de vista financeiro. Apesar de não ser o único instrumento, e de existirem algumas limitações relacionadas com o cálculo dos benefícios intangíveis, num momento de restrições orçamentais, o ROI (Return on Investment) é uma ferramenta extremamente importante para assegurar que as decisões de investimento em TIC são as mais adequadas e proveitosas. Acrescenta-se o facto do ROI ser excelente ponto de partida para alinhar os projectos de TIC e as estratégias de negócio, um factor cada vez mais crítico, dado que é da sintonia de ambas que resulta o reforço de vantagens competitivas.

10 Visão da Accenture TIs, um Custo ou uma Porta para a Competitividade? Manuel Mira Godinho, Partner Accenture e responsável pela Accenture Technology Solutions Num estudo, realizado pela Accenture, empresa global de consultoria de gestão, tecnologias de informação e outsourcing, a centenas de executivos de topo (dos quais, cerca de 50%, eram responsáveis pela área de Tecnologias de Informação - TIs), constatou-se que os gestores de negócio e os responsáveis pelas TIs, estão de acordo em que a produtividade das empresas tem aumentado nos últimos anos, devido fundamentalmente, a quatro factores: recurso à reengenharia de processos; implementação de medidas de redução de custos; investimento em TI s; melhor utilização das tecnologias de informação. Visão da Accenture Onde as opiniões não convergem é no nível de impacto que os, por vezes enormes, investimentos em TIs têm sobre os resultados das empresas. O resultado deste braço de ferro tem oscilado ao longo dos tempos. Numa primeira fase, com a implementação de novas soluções informáticas que conduziram à automatização e simplificação de processos, os responsáveis pelas TIs viveram o seu período dourado. Os ganhos, muitas vezes traduzidos em reduções consideráveis no número de efectivos das áreas de negócio, foram substanciais e encorajadores. Dissiparam-se as dúvidas. Os investimentos em TIs eram compensadores e verdadeiros indutores de competitividade nas várias áreas de negócio. Com o passar do tempo a complexidade dos sistemas de informação aumentou consideravelmente e, inevitavelmente, os custos também. Entrámos numa nova fase. As empresas passaram a depositar grandes esperanças em novos sistemas integrados (vulgo ERPs Enterprise Resources Planning), que conduziram a longos programas de mudança e investimentos avultados. Esperavam, através da substituição de uma enorme panóplia de aplicações desconexas e tecnologias obsoletas, atingir um novo patamar de ganhos de produtividade e acesso a informação integrada e relevante, potenciadora de decisões de negócio mais assertivas e em tempo útil. Para algumas empresas, esta fase veio a revelar-se um pesadelo. Na verdade, para algumas, ainda o é. O arrastar dos investimentos em TIs por um período demasiado longo, à mercê de mudanças de direcção estratégica, perda de objectividade e confli-

11 tos internos, indutores de um desalinhamento crescente entre as áreas de negócio e os projectos em curso, resultou num enorme desgaste para as organizações e, consequentemente, no descrédito de grande número de direcções de sistemas de informação. Neste contexto, de opiniões por vezes divergentes, constata-se que, quando há um maior alinhamento entre as TIs e os objectivos de negócio, os gestores de negócio sentem-se mais confortáveis com este tipo de investimentos e que este nível de confiança, alicerçado em ganhos de produtividade consideráveis (entre 30% a 40%), contribuía fortemente para uma maior e melhor fluidez do diálogo entre os responsáveis pelas TIs e os gestores de negócio. No entanto, as nossas pesquisas mais recentes, complementadas pela nossa experiência adquirida ao longo de milhares de projectos, realizados em todos os continentes, têm revelado uma fotografia ligeiramente diferente. Poucos são os ganhos de produtividade cujo crédito pode ser atribuído inteiramente e exclusivamente às TIs. O emagrecimento das empresas, tendo como elemento catalizador a redução de efectivos, tem sido o filão mais explorado na busca de ganhos de produtividade e, consequentemente, na procura de um alto desempenho. Mas esse filão está a esgotar-se. Chegou o momento de olhar para as TIs como factor diferenciador. Não basta reduzir custos, é necessário inovar, caso se pretenda atingir e manter altos padrões de desempenho, especialmente nos sectores dos serviços. Porém, quando se trata de decidir sobre investimento, mesmo nesta nova era das TIs, verifica-se que nuvens de cepticismos ainda pairam sobre alguns Conselhos de Administração / Direcções Gerais. É compreensível. Avultados investimentos em TIs, realizados num passado recente, por vezes em reconversões tecnológicas com pouca visibilidade e impacto no desempenho das empresas, deixaram as suas marcas. Não basta reduzir custos, é necessário inovar, caso se pretenda atingir e manter altos padrões de desempenho, especialmente nos sectores dos serviços É nossa convicção que a optimização dos investimentos em TIs, se consegue através de uma articulação perfeita dos investimentos em cinco áreas: infra-estruturas, integração, industrialização, informação e inovação Mas há atenuantes. Antes de equacionar extrair todo o potencial das TIs, as organizações devem assegurar que dispõem de uma infra-estrutura de sistemas de informação básica complementada por uma cartografia aplicativa integrada, flexível e ágil, capazes de suportar um contexto de mudança continua. É nossa convicção que a optimização dos investimentos em TIs, se consegue através de uma articulação perfeita dos investimentos em cinco áreas: infra-estruturas, integração, industrialização, informação e inovação. Chegou a hora de procurar os altos padrões de desempenho através de investimentos mais selectivos nas TIs. Estamos perante um momento de viragem. Para uma grande parte das empresas, a reconversão tecnológica, a consolidação de servidores, a implementação do ERP, etc., são temas do passado. É necessário passar dos investimentos infraestruturais aos investimentos em áreas de maior valor acrescentado (ex. inovação) e em que seja possível obter resultados mais rapidamente. Um exemplo disso será a implementação, por parte de empresas que já disponham de um ERP, de módulos específicos da sua indústria. Entre outros, há dois factores que, seguramente, irão contribuir para que se consiga uma melhoria significativa do retorno nos investimentos em TIs. Um deles é a indústria das TIs em si própria, fruto da sua maior maturidade, patente na redução dos custos em Software e Hardware de base, na enorme panóplia de utilitários ( tools ) de suporte ao desenvolvimento, manutenção e exploração de soluções, nos novos paradigmas da construção de soluções informáticas e no aumento da quantidade e qualidade dos recursos humanos com competência na área das tecnologias de informação. O outro é a cada vez maior e melhor quantidade de informação relevante, ao dispor dos sistemas de informação, proveniente de fontes tão diversas como: RFID, sensores diversos (ex. biotecnologia), câmaras web, GPS, etc. potenciada por um incremento na facilidade e mobilidade (tecnologias móveis tais como o wireless ) de acesso.

12 Implementação de modelos cooperativos (com clientes e fornecedores), desenvolvimento virtual de áreas de suporte ao negócio, melhorar o conhecimento do cliente, modelos de avaliação de desempenho dos recursos internos, criação de novos produtos e serviços, entre outras, são áreas para as quais se deve equacionar direccionar os investimentos em TIs. O recurso a arquitecturas SOA (Service Oriented Architecture) e a serviços web, na concepção e construção de novas soluções informáticas, possibilitando uma maior e melhor partilha de dados e aplicações, veio dar um novo impulso às TIs. É minha convicção que os futuros investimentos em TIs, serão fortemente influenciados / moldados pelo novo paradigma da construção de soluções informáticas, SOA. Dispor de uma arquitectura de negócio onde funções de negócio separadas, suportadas por sistemas autónomos, conseguem inter-operar e executar processos de negócio É minha convicção que os futuros investimentos em TIs, serão fortemente influenciados / moldados pelo novo paradigma da construção de soluções informáticas, SOA... de forma integrada, é a aspiração de qualquer organização que procura o alto desempenho. Visão da Accenture 10 Explorar e desbravar o terreno fértil da inovação, suportada em TIs, é, sem dúvida alguma, o caminho a seguir na construção de organizações que procuram alcançar alto desempenho, sustentado e duradoiro. A disponibilidade de tecnologias cada vez mais avançadas abriu as portas à construção de organizações mais flexíveis e eficientes, à disponibilização de mais e melhores produtos e serviço, a um maior conhecimento do comportamento dos clientes, a uma maior e melhor interacção com fornecedores e à melhoria na comunicação dentro das empresas, em suma, à criação de vantagens competitivas. Onde Investir? Investir? Sim. Mas quanto e em que condições? A preocupação em extrair o máximo de valor dos investimentos em TIs, como forma de alcançar elevados padrões de desempenho, ganhou uma legião de adeptos entre os responsáveis de negócio. Mas como saber se os gastos em TIs são os adequados? Eis uma questão à qual é difícil responder. O recurso a benchmarks foi, e continua a ser, o processo mais rápido e mais comum de se conseguir respostas satisfatórias. No entanto, para quem procura atingir elevados padrões de desempenho, este método clássico não deve bastar. A técnica do benchmark, como por exemplo, a percentagem de gastos em TIs vs. as receitas, é limitativa, pois queda-se por um patamar meramente informativo (ex. como nos comparamos com a indústria). Não nos proporciona valor qualitativo. Será que, embora gastando menos que a média da indústria, estamos a conseguir extrair todo o valor possível desse investimento, ou como conseguir mais, são questões natu-

13 rais, para as quais não se consegue dar resposta sem uma abordagem mais estruturada. A diferenciação está na capacidade das organizações em estabelecer a correcta correlação entre investimento e valor acrescentado, evitando assim a armadilha em que muitas delas caiem ao sincronizarem o budget disponível para investimentos, através de benchmark, com as receitas. Menos receitas, menos dinheiro disponível para investir em TIs. Ao centralizarem-se o seu esforço na redução de custos há empresas que, considerando as TIs como um custo sem capacidade para criar valor, optam por implementar cortes significativos nos orçamentos destinados à compra de hardware, software e desenvolvimento / implementação de soluções informáticas. Consequência: TIs depauperadas e incapazes de responder aos novos desafios das áreas de negócio. A Accenture, no estudo anteriormente referido, verificou que as empresas com melhores resultados financeiros investiam cerca de 10% mais do seu budget destinado às TIs em inovação e renovação, que as empresas com desempenho médio. A solução passa por estabelecer uma visão, realizar um diagnóstico detalhado aos diferentes gastos em TIs e identificar medidas concretas a implementar, com resultados claros e mensuráveis, de forma a assegurar que os investimentos em TIs estão alinhados com a estratégia de negócio. A clarificação do que são investimentos infraestruturais (por vezes um pré-requisito dos segundos) de investimentos em projectos com valor acrescentado para o negócio, ajuda a alinhar as expectativas dos gestores, retirando assim pressões prematuras e desnecessárias que, por vezes, conduzem a constantes alterações de estratégia, com projectos a arrastarem-se ao longo do tempo sem nunca contribuírem significativamente para a melhoria do desempenho das empresas. Não justificar projectos infraestruturais com pretensos ganhos de produtividade, cuja obtenção tarde ou nunca se concretiza, contribuirá seguramente para aumentar a credibilidade dos gestores das áreas de TIs. Deve-se evitar cair na tentação de justificar todos os investimentos em TIs pelo contributo que têm para o negócio. Um bom diagnóstico, objectivo e sem estar inquinado por lutas de poder, pode revelar a necessidade de realização de investimentos que, embora sem grandes resultados no curto prazo, são vitais para a sustentabilidade das próprias TIs, como agente activo de qualquer empresa moderna. Organizações que procuram elevados padrões de desempenho conseguem identificar e parar investimentos em TIs que não produzem os resultados esperados. Um bom diagnóstico deverá permitir aos gestores balancear os gastos entre custos recorrentes e projectos com potencial para criar valor. Reduzir os gastos, regra geral, através da redução do budget para investimento ( cortar nos custos recorrentes é mais complexo e difícil de conseguir ), como forma de respeitar rácios de gastos em TIs, não é uma solução estruturante. A chave do segredo não está em gastar menos mas sim em gastar bem, o que dificilmente se conseguirá sem um bom diagnóstico. Os Recursos Humanos Mas não basta ter uma visão clara de onde e como investir em TIs. Reconhecer que a problemática das Tecnologias de Informação, mais do que um mero tema de bits e bytes, é também uma questão de pessoas, é um passo importante para o sucesso das organizações. Substituir uns quantos servidores, instalar um novo software, desenvolver uma nova aplicação é difícil, demora tempo, mas pode ser feito com resultados quase previsíveis. No entanto, enfrentar o desafio de reestruturar ou simplesmente motivar a direcção de Sistemas de Informação pode revelar-se uma tarefa árdua, senão mesmo impossível. 11

14 Em muitas empresas, anos sucessivos de cortes nos orçamentos, associados a políticas de redução de efectivos, têm depauperado as suas direcções de informática dos meios humanos necessários, para enfrentar os novos desafios de negócio associados a uma competitividade cada vez mais galopante. A desadequação de competências, consequência do aumento da complexidade e da proliferação de soluções tecnológicas, e a desmotivação dos efectivos são enfermidades das quais padecem um grande número de direcções de informática. Por vezes, a falta de visão estratégica para as TIs, processos de avaliação das pessoas pouco transparentes, programas de formação sem nexo e o facto de poucos projectos terminarem dentro do budget e nos prazos previstos, são factores que afectam a moral das organizações informáticas e, consequentemente, a lealdade dos seus recursos. Estratégias e planos de sistemas muito elaborados, soluções aplicacionais inovadoras e reduções de custos com hardware e software, dificilmente se traduzirão em benefícios para as empresas, se não forem acompanhadas de iniciativas para motivar e dotar das devidas competências os efectivos das direcções de informática. No limite, podemos dizer que benefícios e impactos positivos na performance das empresas, induzidos por investimentos em TIs, dificilmente serão conseguidos se as suas direcções de informática operarem de forma deficiente. Captar e reter profissionais qualificados e motivados é uma tarefa árdua e complexa, pelo que, paralelamente aos investimentos em soluções informáticas, as empresas devem assegurar uma gestão efectiva dos seus recursos humanos. A criação de competências e a avaliação de desempenho são, entre outros, pilares essenciais ao bom desempenho de qualquer organização e requerem especial atenção do management, quando se equaciona fazer investimentos em TIs. A Liderança Por último, mas não menos importante, alcançar padrões de alto desempenho, através das TIs, requer liderança. Sem liderança não há estratégia que chegue a bom porto. Os responsáveis pelos sistemas de informação desempenham um papel crucial na concretização dos objectivos associados aos investimentos em TIs. Demonstrando ter conhecimento do negócio, visão estratégica, pragmatismo, consistência e clareza no discurso, inspirando as equipas, etc.., os responsáveis pelas TIs, no seu papel de timoneiros de investimentos consideráveis (dependendo do sector de negócio) podem e devem actuar como pilares fundamentais em processos de mudança que conduzam a ganhos de produtividade. Visão da Accenture Sensibilidade e um bom conhecimento das variáveis de negócio são fundamentais para garantir uma perfeita articulação entre a estratégia e as soluções preconizadas. Resistir à tentação de tratar as TIs como um brinquedo, avaliando as alternativas e 12

15 prioridades de investimento na óptica da beleza das soluções tecnológicas adoptadas, é uma armadilha, à qual se deve resistir a todo o custo. Em contrapartida, como geradores de ideias inovadoras, com reconhecido potencial de valor acrescentado para o negócio ou como fonte inspiradora, envolvendo e maximizando as suas equipas, os responsáveis pelas TIs terão um lugar na galeria de retratos dos agentes da mudança, com um contributo assinalável para o alto desempenho das suas organizações. Os responsáveis pelas TIs com padrões de desempenho superiores à média, são aqueles que conseguem estabelecer a ponte entre os objectivos de negócio e os vários investimentos, assegurando que os recursos (financeiros e humanos) são canalizados para os projectos de maior valor acrescentado. Um verdadeiro líder é aquele que consegue estabelecer um conjunto de métricas e aceita as consequências dos seus falhanços e sucessos. Investir em TIs, tal como em qualquer área de negócio, deve ser um exercício racional e quantificável, orientado para os resultados. Outsourcing das TIs Mas investir em novas soluções informáticas, organizações e recursos humanos, na área das TIs, embora com ganhos significativos no curto prazo, pode não ser o suficiente para se alcançar um patamar de alto desempenho, diferenciador e sustentável a longo prazo. Manter a liderança e competitividade requer organizações flexíveis, capazes de adaptar e fazer evoluir as suas soluções de TIs de acordo com os novos desafios de negócio, num espaço de tempo cada vez mais reduzido e a custos inferiores. O Outsourcing, isto é, a externalização de funções de suporte e/ou de negócio (que no contexto das TIs pode traduzir-se, por exemplo, na externalização da gestão e manutenção de aplicações), não sendo um conceito recente, surge como uma das vias credíveis pela qual podem optar as organizações que procuram atingir alto padrão de desempenho, nomeadamente no que respeita aos custos em TIs, onde é realista esperar reduções dos custos totais das aplicações (Total Cost Ownership) superiores a 30%. Mas o recurso ao Outsourcing, como factor de competitividade, baseado exclusivamente na redução, pura e simples, dos custos em gestão e manutenção das TIs pode ser contraproducente e/ou limitativo, caso não sejam salvaguardados aspectos tais como garantias de nível de serviço SLA (Service Level Agreement), modelos de partilha de risco e valor acrescentado associado aos serviços externalizados. Visão, capacidade de realização, flexibilidade, qualidade do serviço, conhecimento do negócio, competência técnica, escala, são, entre outros, critérios muito importantes a avaliar, quando se trata de optar pelo Outsourcing como chave para o alto desempenho. Optar por parceiros credíveis e com provas dadas é fundamental numa boa estratégia de investimentos em TIs, com recurso ao Outsourcing. Por exemplo, a Accenture, tirando partido dos quase quinze anos de experiência na prestação de serviços de Outsourcing, e com o objectivo de melhor ajudar os seus clientes a atingir altos padrões de desempenho, criou, e continua a desenvolver, uma rede mundial de centros de competência (que conta já com mais de profissionais), especializados em diferentes tipos de Outsourcing (áreas financeiras, recursos humanos, marketing, call-center, manutenção de aplicações, Data Center, gestão do infra-estruturas de rede, gestão do parque de PC s, etc.). No contexto desta rede, desenvolveu, em Portugal, para o mercado nacional e internacional, um Centro de Competência que presta serviços de Implementação e Manutenção do sistema mysap ERP para a área de Recursos Humanos. A partir deste centro, onde operam dezenas de consultores especializados em implementação e manutenção de diversos softwares packages, realiza-se e implementa-se, remotamente, soluções SAP em vários países da Europa e assegurase o suporte a sistemas em produção, disponibilizandose serviços on-site e off-site, estes últimos garantidos através de conexões remotas seguras. Por exemplo, a Accenture, tirando partido dos quase quinze anos de experiência na prestação de serviços de Outsourcing, e com o objectivo de melhor ajudar os seus clientes a atingir altos padrões de desempenho, criou, e continua a desenvolver, uma rede mundial de centros de competência especializados em diferentes tipos de Outsourcing (áreas financeiras, recursos humanos, marketing, call-center, manutenção de aplicações, Data Center, gestão do infra-estruturas de rede, gestão do parque de PC s, etc.). 13

16 Listagem Principal 01Direct Av. da Liberdade Nº 9-7º Lisboa Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1999 Contact Centers 3Com Gobelas, nº Madrid Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1979 Hardware, Software Telefonia IP, Segurança, System & Network Management 4SIR Edifício Amadeo de Souza- Cardoso, Alameda António Sérgio, n.º 22-12º Algés Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1990 Software, 14 2FS R. Capitão Leitão, Edif. Centro da Parede, 2 D Parede Tel.: Fax.: Software, 2N Portugal R. de João Mendonça, 31-1º Esq Aveiro Tel.: Fax.: Hardware, 3C - Customer Contact Center Rua Latino Coelho 89 A/B Lisboa Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 2000 Contact Centers, CRM & BI, Outsourcing & BPO, Telecomunicações, 3CS Av. do Forte, 3 - Edif. Suécia I, Piso Carnaxide Tel.: Fax.: Segurança 3W AlfaPark, Estrada de Alfragide, Km 1,5 -Alfragide Amadora Tel.: Fax.: Segurança BPM & BI, CRM & BI, ERP, Outsourcing & BPO, Segurança, Web Services & SOA A Beltrónica R. Dr. José Baptista de Sousa, nº Lisboa Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1971 Hardware Telefonia IP, Telecomunicações Accenture Av. Eng. Duarte Pacheco - Amoreiras, Torre 1-16 piso Lisboa Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1989 BPM & BI, Business Continuity & Storage, Contact Centers, CRM & BI, ERP, Gestão Documental e de Conteúdos, Telefonia IP, Open Source & Linux, Outsourcing & BPO, Segurança, SIG, System & Network Management, Web Services & SOA, Wireless & Mobile

17 Acer Computer Quinta da Fonte - Edfício D. Pedro I, Escrit Paço d Arcos Tel.: Fax.: Hardware Wireless & Mobile Acidados R. Cidade de Rabat, 29 B Lisboa Tel.: Fax.: Gestão Documental e de Conteúdos AciNet R. Rosa Araújo, 34, 6º Lisboa Tel.: Fax.: ACIST-AET Av. Fernão de Magalhães, 495, 6º A Coimbra Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1994 Serviços de Telecomunicações Acitel Av. Salgueiro Maia, nº 1072 A/B Cascais Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1986 CAE: Contact Centers Actis Alameda dos Oceanos, Edifício Ecran, Lote C, Escritório 8, Parque das Nações Lisboa Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1998 Hardware, CRM & BI Adecco Rua António Pedro, 111-3º Fte Lisboa Tel.: Fax.: Recursos Humanos Adobe Systems R. Tomás da Fonseca, Torre G - 1º - Centro Empresarial Torres de Lisboa Lisboa Tel.: Fax.: Software Gestão Documental e de Conteúdos Adonix Portugal Edifício Monumental, Av. Praia da Vitória, nº 71-6º B Lisboa Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1979 Software CRM & BI, ERP, Advantis Solutions Rua Basilio Teles nº Lisboa Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1994 CAE: AEP Av. da Boavista, Porto Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1849 Associações 15

18 Listagem Principal AerACom Rua de Castelões Sul - Recta do Mindelo Vila do Conde Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 2003 Hardware Afina Edificio Arcis, Rua Ivone Silva nº 6, 6º D Lisboa Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1990 Hardware, Software, Serviços de TI Telefonia IP, Open Source & Linux, Outsourcing & BPO, Segurança, System & Network Management, Wireless & Mobile AHP Edifício Diogo Cão, Doca de Alcântara Norte Lisboa Tel.: Fax.: AIP Praça das Indústrias Lisboa Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1837 Alcatel Estrada da Malveira da Serra Aldeia de Juzo Lisboa Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1932 Hardware, Software, Serviços de TI Contact Centers, CRM & BI, Telefonia IP, Outsourcing & BPO, System & Network Management, Telecomunicações, Wireless & Mobile Algardata R. D. João V, Edif. Elvas, Bloco B, Nº Quarteira Tel.: Fax.: Software, CRM & BI, ERP Alidata Casal do Cego - Marrazes Leiria Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1984 Hardware, Software, Serviços de TI ERP, Gestão Documental e de Conteúdos, Open Source & Linux, Telecomunicações Allasso Rua Tomás da Fonseca Torre G 1º Lisboa Tel.: Fax.: Hardware, Software Segurança, Telecomunicações, Wireless & Mobile Altior Praça Duque de Saldanha, Edifício Atrium Saldanha, nº1-9ºg Lisboa Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1998 Altitude Software Alameda Fernão Lopes, 16-4º Lisboa Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1995 CAE: Software Contact Centers, CRM & BI, Telefonia IP, Telecomunicações 16 Associações

19 Altran Av. Forças Armadas, 125-3º C Lisboa Tel.: Fax.: Outsourcing & BPO Altrantec Av. Forças Armadas, 125, 3º D Lisboa Tel.: Fax.: Ambisig Av. Infante Santo nº 68 E-H Lisboa Tel.: Fax.: Software, SIG Anixter Taguspark, Edifício Inovação II, Porto Salvo Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1991 Hardware Segurança, System & Network Management, Telecomunicações, Wireless & Mobile ANJE M.Casa do Farol, Rua Paulo da Gama Porto Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1986 Associações APC Av. Dr. Francisco Luis Gomes, nº 1 - Edf. Entreposto Piso 4 Fracção Lisboa Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 2000 CAE: Hardware Segurança, Business Continuity & Storage APDC Rua Tomás Ribeiro,nº 41-8º Lisboa Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1984 Associações Apple IMC Estrada do Seminário, Edif. Firmo - Piso1 Dto Amadora Tel.: Fax.: Hardware, Software APR R. das Macieiras, 25-2º, Apartado Ermesinde Tel.: Fax.: Software, BPM & BI, ERP, Gestão Documental e de Conteúdos AR Telecom Doca de Alcãntara Edf. Diogo Cão Lisboa Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 2005 CAE: Serviços de Telecomunicações Arena Direct Marketing Rua Ferreira Lapa, 16 B Lisboa Tel.: Ano de Fundação: 1994 Contact Centers Arestel Praceta das Torres do Restelo, Lisboa Tel.: Fax.:

20 Listagem Principal Artemis International Al.dos Oceanos B 2ºB Lisboa Tel.: Software, BPM & BI Artsecrets R. Brito Capelo, 223-4º, Esc Matosinhos Tel.: Fax.: Software Aspid Estrada Outeiro de Polima, Lote 11, 3-D Abóboda Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 2002 Hardware Telefonia IP, Segurança, Telecomunicações, Wireless & Mobile Atlanco Largo Rafael Bordalo Pinheiro, Lisboa Tel.: Fax.: Recursos Humanos ATM Informática R. do Barroco, 214C - Leça do Balio S. Mamede de Infesta Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1989 Hardware, Software, Serviços de TI Business Continuity & Storage, Open Source & Linux, Outsourcing & BPO, Segurança, System & Network Management, Telecomunicações Atos Origin Av. 5 de Outubro, Nº 73 C - 1º - Escritório Lisboa Tel.: Fax.: Capital Social: Ano de Fundação: 1994 CAE: ATX Software Rua Saraiva de Carvalho, 207 C Lisboa Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1996 Software, BPM & BI, Outsourcing & BPO, Web Services & SOA Audaxys Alfrapark Edifício F piso Amadora Tel.: Fax.: Ano de Fundação: 1988 Software CRM & BI, ERP Audio Media Edificio Atlas III, Av. José Gomes Ferreira 13, R/c Dto Algés Tel.: Fax.: Contact Centers Autodesk Quinta da Fonte - Edfício D. Pedro I Paço d Arcos Tel.: Fax.: Software SIG Avaya Quinta da Fonte - Edfício Dom Pedro I Paço d Arcos Tel.: Fax.: Hardware, Software 18 Contact Centers, Telefonia IP, Segurança, System & Network Management, Telecomunicações

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