No espaço ao lado de cada definição, escreva claramente a letra do termo apropriado da lista de termos fornecida na página 21.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "No espaço ao lado de cada definição, escreva claramente a letra do termo apropriado da lista de termos fornecida na página 21."

Transcrição

1 Questão 1 No espaço ao lado de cada definição, escreva claramente a letra do termo apropriado da lista de termos fornecida na página 21. Um DNA curto, de filamento único, que serve como o material de partida necessário para a síntese do novo filamento de DNA na PCR A síntese de DNA usando o DNA como molde Os blocos de construção do DNA e RNA A síntese de proteínas utilizando as informações codificadas em mrna O local em uma célula eucariótica, onde ocorre a cadeia de transporte de elétrons. O principal componente das membranas das células A composição genética de um organismo Um gene que se encontra em um dos cromossomos sexuais Um organismo sem organelas delimitadas por membrana. Uma célula com cromossomos 1n Os blocos de construção das proteínas Uma célula com cromossomos 2n Uma fonte importante de energia com a fórmula geral (CH 2 O) n Uma enzima necessária à realização da síntese descontínua da fita retardada, mas não da síntese contínua da fita líder A síntese de RNA utilizando um filamento de DNA como molde Uma característica observada de um organismo Prova Prática Final 4o. Trimestre de

2 Questão 1, cont. Uma molécula de DNA distinta do cromossomo; essa molécula pode ser usada para mover DNA estranho para dentro ou para fora de uma célula O DNA de um eucarioto, formado pela enzima transcriptase reversa. esse DNA não tem íntrons. Um organismo com 2 alelos idênticos para o mesmo gene Uma proteína de membrana envolvida na transdução de sinal; a ativação envolve a ligação a uma molécula de GTP Um organismo com material genético dentro de um núcleo Um organismo com 2 alelos diferentes para o mesmo gene Uma medida da afinidade de uma enzima por seu substrato Um gene que se localiza em qualquer cromossomo, exceto nos cromossomos sexuais A membrana que envolve a célula Uma das formas alternativas de um gene encontrado em um determinado loco em um cromossomo Uma técnica para a rápida produção de milhões de cópias de uma região particular do DNA Proteínas com uma seqüência de sinal são direcionadas para essa organela celular Prova Prática Final 4o. Trimestre de

3 Questão 2 O DNA de filamento duplo a seguir contém a seqüência de um gene eucariótico: a) A transcrição começa na A/T sublinhada, no par de bases 17 (b) e continua para a direita. Quais são os primeiros 12 nucleotídeos do mrna resultante? Indique as extremidades 5 e 3 do mrna. b) Os primeiros 7 aminoácidos da proteína codificada para esse gene são: NH3+ -met-ala-met-ser-thr-pro-his-tyr...coo- i) sublinhe os nucleotídeos que correspondem à região não traduzida 5 do transcrito primário de RNA construído a partir desse gene. ii) desenhe uma caixa em torno da região do intron desse gene c) A tradução da proteína termina com a seqüência TAA sublinhada... i) no filamento inferior (i)? Por que sim ou não? ii) no filamento superior (ii)? Por que sim ou não? d) Considere cada uma das três mutações,a seguir,de forma independente. i) Como a proteína resultante mudaria se o par de bases G/C na posição 22 (1) fosse excluído da seqüência do DNA? Explique brevemente. ii) Como a proteína resultante mudaria se o par de bases G/C na posição 27 (2) fosse alterado para um par de bases C/G? Explique brevemente. iii) Como a proteína resultante mudaria par de bases A/T na posição 31 (3) fosse excluído da seqüência do DNA? Explique brevemente. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

4 Questão 2, continuação e) O que é um gene? Responda em uma sentença. A primeira sentença escrita será considerada como sua resposta. f) Muitos antibióticos são compostos que interferem na transferência das informações genéticas do RNA para a proteína. i) A estreptomicina é um composto que afeta a unidade ribossômica pequenanos procariotos. Ela interfere com a ligação de todos os trnas-metioninas com os ribossomos. Quais são os dois efeitos específicos que a estreptomicina terá na síntese de proteínas nos procariotos? ii) A puromicina é um antibiótico que tem um efeito nos procariotos e eucariotos.com estrutura semelhante ao aminoacil terminus de um trna-aminoacil (veja o diagrama), a puromicina inibe a síntese de proteína por meio da liberação de cadeias nascentes de polipeptídeos antes de completar suas sínteses. R representa o grupo lateral do aminoácido R é o restante do trna Explique como a puromicina pode provocar esse resultado nas cadeias crescentes de polipeptídeos e a causa da liberação das cadeias de peptídeos. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

5 Questão 3 a) Apresentamos abaixo a árvore genealógica para uma família com uma doença autossômica recessiva, a doença X. = mulher não afetada = mulher afetada = homem não afetado = homem afetado i) Qual é o genótipo do indivíduo A no loco X da doença? Use + para indicar o alelo de tipo selvagem e para indicar o alelo mutante ii) Qual é a probabilidade do indivíduo B ser portador da doença X? iii) Os indivíduos C e D decidem ter um filho. Qual é a probabilidade de que a criança tenha a doença X? iv) Qual é a probabilidade de que o filho dos indivíduos C e D seja portador da doença X? b) O alelo mutante mais comum do gene da doença X é uma exclusão dos três nucleotídeos que eliminam uma fenilalanina no resíduo 508 do aminoácido. Apesar de a proteína X mutante ser formada, ela não se localiza na membrana plasmática. i) Supondo que a proteína X alterada é estável, onde ela poderia ser encontrada? ii) Descreva outra mutação nesse gene, a qual poderia evitar que a proteína da doença X se localize na membrana plasmática? Prova Prática Final 4o. Trimestre de

6 Questão 3, continuação c) Os pesquisadores estão atualmente trabalhando em uma terapia de genes para os pacientes da doença X. A terapia mais promissora tem envolvido a incorporação do gene da doença X em um adenovírus. Pelo fato desse organismo ser um vírus de DNA de filamento duplo que ataca as células epiteliais do pulmão, ele pode ser utilizado para entregar o gene da doença X par as células pulmonares do indivíduo afetado. i) O adenovírus utilizado nesses estudos é capaz de produzir a gp19, uma proteína que inibe a exibição das moléculas de MHC I na superfície das células. Por que essa é uma propriedade desejável do vírus utilizado para entregar o gene da doença X? ii) Utilizando os plasmídeos e as enzimas de restrição fornecidas, projete um procedimento para criar um DNA de filamento duplo para ser incorporado dentro da partícula do adenovírus. O produto final deveria ser linear, conter a maior parte do genoma do vírus e ter o gene da doença X sob controle do promotor E1 (P E1 ). NheI e SpeI criam as mesmas extremidades aderentes. Todas as outras enzimas de restrição criam cortes únicos. Spel início Genoma do adenovírus doença X cdna da doença X fim HindIII Prova Prática Final 4o. Trimestre de

7 Questão 4 a) Indique como uma enzima afeta a energia de ativação (Ea), Keq e G de uma reação química circulando a resposta abaixo. i) Ea: Aumenta Diminui Não afeta ii) Keq: Aumenta Diminui Não afeta iii) G : Aumenta Diminui Não afeta Para as partes (b), (c) e (d), consulte a figura abaixo, mostrando a GDP na bolsa de ligação de uma proteína G. b) Faça um círculo em torno da interação mais forte existente entre: i) a cadeia lateral de Lys e o grupo de fosfato da GDP van der Waals covalente ligação de hidrogênio iônica ii) a cadeia lateral de Glu e o grupo de ribose da GDP van der Waals covalente ligação de hidrogênio iônica iii) a cadeia lateral de Tyr e o grupo de guanina da GDP van der Waals covalente ligação de hidrogênio iônica Prova Prática Final 4o. Trimestre de

8 Questão 4, continuação c) Você provoca mutações na bolsa de ligação da GDP da proteína G e examina seus efeitos sobre a ligação da GDP. Considere o tamanho e a natureza (por exemplo, carga, polaridade, hidrofilicidade, hidrofobicidade) das cadeias laterais de aminoácidos e forneça a razão mais provável pela qual cada mutação tem o efeito declarado. Considere cada mutação de forma independente. i) Arg sofre mutação para uma Lys, resultando em uma proteína G que ainda se liga a à GDP. ii) Asp sofre mutação para uma Tyr, resultando em uma proteína G que não pode se ligar a à GDP. Questão 5 Para investigar a via metabólica da levedura para a biosíntese de serina, você examina auxótrofos de serina (mutantes incapazes de crescer sem a serina fornecida em seu meio de crescimento). Você isola quatro mutantes, os quais são recessivos para a cepa do tipo selvagem e testa seu crescimento no meio suplementado com vários intermediários (A, B e C), que são conhecidos como fazendo parte da via metabólica.os resultados são mostrados a seguir ( + representa crescimento, ( - ) representa nãocrescimento). Cepa meio mínimo mínimo +A mínimo +B mínimo +C mínimo + serina tipo selvagem m m m m Você então cruza a linhagem ou cepa m1 haplóide com a linhagem m4 haplóide para criar uma linhagem de levedura diplóide transportando as mutações m1 e m4. Você testa o crescimento do diplóide nas mesmas condições acima e observa que ele exibe as mesmas necessidades de crescimento que os haplóides m1 ou m4. a) As mutações m1 e m4 estão no mesmo gene ou em genes diferentes? Explique brevemente seu raciocínio. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

9 Questão 5, continuação b) Desenhe a via metabólica para a síntese de serina, consistente com os dados fornecidos acima. Inclua os intermediários (A, B e C) e a serina e indique quais mutantes (m1, m2, m3, m4) são defectivos) em cada passo da via metabólica. c) Você cria uma linhagem de haplóides que apresentam as mutações m1 e m3. i) Esse mutante haplóide crescerá em um meio suplementado com quais dos intermediários a seguir: A, B e/ou C? ii) Quando cresce no meio mínimo, esse haplóide acumulará quais dos intermediários a seguir: A, B e/ou C? Questão 6 O receptor bos / sete é necessário para a diferenciação de uma célula específica, chamada R7. Ela é uma tirosina cinase receptora com a estrutura abaixo. Como um monômero, a proteína é inativa. O acoplamento do ligante à proteína monomérica causa a dimerização do receptor, causando a fosforilação do domínio intracelular, (e) ativando a proteína. Durante o processamento da proteína, o domínio extracelular é clivado e uma ponte de dissulfeto se forma entre as duas cisteínas, amarrando o domínio ligante/parte da proteína com o resto da proteína. domínio ligando-ligação ligante extracelular membrana intracelular INATIVA ATIVA Prova Prática Final 4o. Trimestre de

10 Questão 6, continuação a) i) Como a atividade do receptor seria afetada pela mudança de uma das cisteínas mostradas acima em uma alanina? Explique. ii) Qual efeito essa mutação teria na diferenciação de R7? b) Nomeie três aminoácidos que provavelmente seriam encontrados no domínio transmembrana. Qual propriedade esses aminoácidos têm em comum e por que eles causam a permanência do domínio transmembrana na membrana? d) Desenhe um esquema da tirosina cinase do receptor (discutido acima) antes de qualquer divisão ou modificação, utilizando o modelo abaixo. Inclua os domínios dessa proteína necessários para o direcionamento e inserção na membrana plasmática. Rotule também os domínios intracelular e extracelular. [ N C e) A ativação do receptor acima faz com que o Ras mude a GDP em GTP, portanto, ativando-a. Esse Ras ativado pode ativar uma cascata de transdução de sinal, a qual, em última instância, resulta na transcrição dos genes necessários para a diferenciação de R7. Nas diferentes células no mesmo animal, o (a) Ras pode ser ativada por um receptor de fator de crescimento ativado. Isso leva à transcrição dos genes necessários à divisão das células. Receptor de EGF transcrição dos genes para o desenvolvimento de R7 transcrição dos genes para divisão da célula Prova Prática Final 4o. Trimestre de

11 Questão 6, continuação i) Como (isso) é possível (para) a ativação do Ras levar à transcrição de diferentes conjuntos de genes? ii) Considerando que essas células existem no mesmo animal, nomeie um componente na via biossintética (no trajeto) que poderia sofrer uma mutação para produzir cada um dos resultados a seguir (considere cada situação de forma independente). Descreva como o componente mutante difere do componente do tipo selvagem e se essa é uma mutação de perda ou ganho de função. Você nunca observa diferenciação das células R7 Você observa a proliferação descontrolada de células Questão 7 Você está estudando uma condição genética comum. O alelo mutante difere do alelo do tipo selvagem por uma substituição de um único par de bases ou pb. Essa substituição elimina um local de restrição da enzima (de) NheI presente no alelo do tipo selvagem. (O alelo mutante não é cortado pela NheI.) Uma árvore genealógica de uma família exibindo essa condição é mostrada abaixo: homem normal mulher normal homem afetado mulher afetada Prova Prática Final 4o. Trimestre de

12 Questão 7, continuação Você isola o DNA de quatro indivíduos na árvore genealógica. Utilizando técnicas de PCR, você amplifica uma porção de 1000 bp ( base pair ) dos seus DNAs, os quais incluem o local afetado pela mutação. Você prepara os produtos do PCR com NheI e analisa os fragmentos resultantes do DNA (cortado ) em um gel: a) Com base nesses dados, esse gene se localiza em um autossomo ou no cromossomo X? Justifique brevemente seu raciocínio. b) Com base nesses dados, o fenótipo mutante é dominante ou recessivo para o tipo selvagem? Por que? c) Se os indivíduos 3 e 4 têm uma filha, qual é a probabilidade de que ela seja afetada? Justifique seu raciocínio. Você efetua o sequenciamento da região em torno do local NheI no produto de PCR de tipo selvagem. A seguir, você efetua o sequenciamento da região correspondente no produto de PCR do mutante e descobre que não somente a mutação eliminou o local NheI no alelo mutante como também criou um novo local de restrição PvuII. Os locais de reconhecimento para as duas enzimas estão indicados abaixo. NheI corta em: 5 GCTAGC 3' PvuII corta em: 5 CAGCTG 3 3 CGATCG 5 3 GTCGAC 5 Uma porção de um filamento da seqüência do DNA de tipo selvagem é mostrada abaixo: 5...GCTAGCTG...3 d) Qual é a seqüência dessa mesma região no alelo mutante? Indique as extremidades 5 e 3 da seqüência do DNA. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

13 Questão 7, continuação e) Os indivíduos 1 e 2 têm outro filho, 9, o qual é afetado pela condição genética. Você (PCR) amplifica a região de 1000 bp afetada pela mutação dos indivíduos 1, 2 e 9, prepara os produtos com NheI ou PvuII e analisa os fragmentos da restrição em um gel: [ Qual evento ocorreu e como ele explica os dados mostrados acima? Prova Prática Final 4o. Trimestre de

14 Questão 8 A eritropoietina (EPO), um fator de crescimento da proteína secretada pelos rins, é essencial para a diferenciação terminal dos glóbulos vermelhos (eritrócitos) do sangue na medula óssea. A EPO se liga a um receptor (da) EPO de (a) transmembrana encontrado nas células precursoras do eritróide. a) A EPO é um exemplo de um sinal autócrino, parácrino ou endócrino? b) As mutações homozigotas a seguir foram feitas somente na linhagem de células-tronco hematopoiéticas. Como essas mutações afetariam (aumentariam, diminuiriam ou não mudariam) o número de glóbulos vermelhos formados no sangue, quando comparados com a situação do tipo selvagem? Explique brevemente seu raciocínio para cada mutação. Considere cada mutação de forma independente. i) Uma mutação no gene (da) EPO, resultando na exclusão somente da seqüência de sinal da proteína EPO. ii) Uma mutação no gene receptor EPO que resultou na exclusão somente do domínio da transmembrana do receptor EPO. iii) Uma mutação no gene receptor (da) EPO resultando na exclusão somente do domínio citoplasmático do receptor (da) EPO. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

15 Questão 9 a) Considere a região cromossômica hipotética a seguir contendo dois genes, fada e fadb, necessários para a quebra do ácido oléico em uma bactéria. P = Promotor O = Operador A proteína FadX, a qual é continuamente produzida, se liga ao operador na presença de ácido oléico. i) A proteína FadX é um repressor ou ativador dos genes fada e fadb? Justifique brevemente seu raciocínio. ii) Para cada um dos mutantes a seguir (m1 m4), estime o nível de FadA na presença de ácido oléico. Faça um círculo em Baixo ou Alto. Nível de FadA com ácido oléico presente m1 O é excluído Baixo Alto m2 Mutação de perda de função em fadx Baixo Alto m3 P é excluído Baixo Alto m4 FadX está sempre ligado em O Baixo Alto b) Determine se cada uma das afirmações a seguir é verdadeira ou falsa. Se a afirmação for falsa, corrija -a ou forneça uma breve explicação. i) Processamento alternativo do transcrito primário de RNA é utilizado pelos procariotos para gerar diversos produtos protéicos a partir de um mesmo gene. ii) Intensificadores podem se ligar às seqüências de DNA muito distantes do gene para aumentar a taxa de transcrição do gene. iii)nos procariotos, (os) repressores se ligam a operadores, impedindo a RNA polimerase de dar início à tradução iv)o receptor de estrogênio ativado se liga às seqüências de DNA para ativar a expressão do gene. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

16 Questão 10 Você está estudando espécies de primatas (símios do gênero Macaca) e tem observado vários animais sucumbindo à uma doença similar àquela causada pelo HIV no homem. Após alguma pesquisa nos animais doentes, você descobre um novo vírus, denominado MAQ-3, que ataca as células dos primatas apresentando um antígeno, por meio do reconhecimento de uma molécula em sua superfície (muito parecido com a forma pela qual o HIV reconhece o CD4 nas células de defesa T). a) i) Se tanto as células B como os macrófagos são afetados, em quais moléculas da superfície o MAQ- 3 pode se ligar? ii) Se somente as células B forem afetadas, quais moléculas da superfície o MAQ-3 pode reconhecer e a quais regiões específicas nessas moléculas o MAQ-3 se liga? Explique brevemente seu raciocínio. b) Você aprende que o MAQ-3 contém um genoma de RNA de filamento único. i) Suponha que o genoma viral é de filamento positivo e, como o HIV, o MAQ-3 é um retrovírus. Além das proteínas nucleocapsídeas e das glicoproteínas superficiais, quais proteínas, se alguma, o virion MAQ-3 precisaria conter? Explique brevemente seu raciocínio. ii) Suponha que, ao contrário, o genoma viral é de filamento negativo e ele não se incorpora no genoma hospedeiro. Além das proteínas nucleocapsídeas e das glicoproteínas superficiais, quais proteínas, se alguma, o virion MAQ-3 precisaria conter? Explique brevemente seu raciocínio. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

17 Questão 10, continuação iii) Suponha que, ao contrário, o genoma viral é de filamento positivo e ele não se incorpora no genoma hospedeiro. Além das proteínas nucleocapsídeas e das glicoproteínas superficiais, quais proteínas, se alguma, o virion MAQ-3 precisaria conter? Explique brevemente seu raciocínio. c) O tratamento padrão para o vírus HIV é uma combinação de análogos de nucleotídeos, inibidores de protease e inibidores de integrase recém descobertos. i) Descreva brevemente como cada um desses tratamentos age para controlar o HIV? ii) Por que esses tratamentos são capazes de atrasar a progressão da infecção viral, porém são incapazes de curar uma infecção de HIV padrão? Prova Prática Final 4o. Trimestre de

18 ESTRUTURAS DE AMINOÁCIDOS em Ph 7,0 ALANINA ARGININA ASPARAGINA ÁCIDO ASPÁRTICO CISTEÍNA ÁCIDO GLUTÂMICO GLUTAMINA GLICINA HISTIDINA ISOLEUCINA LEUCINA LISINA METIONINA FENILALANINA PROLINA SERINA TREONINA TRIPTOFAN TIROSINA VALINA Prova Prática Final 4o. Trimestre de

19 O Código Genético: U C A G U C A G UUU phe UCU ser UAU tyr UGU cys UUC phe UCC ser UAC tyr UGC cys UUA leu UCA ser UAA STOP UGA STOP UUG leu UCG ser UAG STOP UGG trp CUU leu CCU pro CAU tyr CGU arg CUC leu CCC pro CAC tyr CGC arg CUA leu CCA pro CAA gln CGA arg CUG leu CCG pro CAG gln CGG arg AUU ile ACU thr AAU asn AGU ser AUC ile ACC thr AAC asn AGC ser AUA ile ACA thr AAA lys AGA arg AUG met ACG thr AAG lys AGG arg GUU val GCU ala GAU asp GGU gly GUC val GCC ala GAC asp GGC gly GUA val GCA ala GAA glu GGA gly GUG val GCG ala GAG glu GGG gly U C A G U C A G U C A G U C A G Prova Prática Final 4o. Trimestre de

20 Lista de termos para a Questão 1 Você pode destacar essa página da prova A. alelo B. aminoácidos C. gene autossômico D. carboidrato E. cdna F. inibidor competitivo G. diplóide H. retículo endoplasmático J. eucarioto K. Proteína G L. genótipo M. haplóide N. heterozigoto O. homozigoto P. K M Q. mitocôndria R. inibidor não-competitivo S. nucleotídeos T. DNA ligase U. fenótipo W. fosfolipídeos X. membrana plasmática Y. plasmídeo Z. reação em cadeia da polimerase = PCR AA. iniciador BB. procarioto CC. DNA Polimerase DD. replicação EE. proteína repressora FF. gene ligado ao sexo GG. transcrição HH. Tradução Prova Prática Final 4o. Trimestre de

21 Solutions AA DD S HH Q W L FF Um DNA curto de filamento único que serve como o material de partida necessário para a síntese do novo filamento de DNA no PCR A síntese do DNA utilizando o DNA como um molde Os blocos de construção do DNA e RNA A síntese da proteína usando informações codificadas no mrna O local, em uma célula eucariótica, onde ocorre a cadeia de transporte de elétrons O principal componente das membranas das células A composição genética de um organismo Um gene que se localiza em um dos cromossomos sexuais BB Um organismo sem organelas delimitadas por membrana ( M B G D T GG U Y E O K J N P C X A Z H Uma célula com 1n cromossomos Os blocos de construção das proteínas Uma célula com 2n cromossomos Uma fonte importante (ou principal ) de energia que tem a fórmula geral (CH 2 O) n Uma enzima necessária para a realização da síntese descontínua da fita retardada, mas não da síntese contínua da fita líder A síntese de RNA utilizando um filamento de DNA como molde Uma característica observada de um organismo Uma molécula de DNA distinta da molécula de DNA do cromossomo; essa molécula pode ser usada para mover DNA estranho para dentro ou para fora de uma célula O DNA de um eucarioto, formado pela enzima transcriptase reversa; esse DNA não tem introns Um organismo com 2 alelos idênticos para o mesmo gene Uma proteína de membrana envolvida na transdução de sinal; a ativação envolve a ligação a uma molécula de GTP Um organismo com material genético dentro de um núcleo Um organismo com 2 alelos diferentes para o mesmo gene Uma medida da afinidade de uma enzima por seu substrato Um gene que se localiza em qualquer cromossomo, exceto nos cromossomos sexuais A membrana que envolve a célula Uma das formas alternativas de um gene encontrado em um determinado loco em um cromossomo Uma técnica para a rápida produção de milhões de cópias de uma região particular ou específica do DNA Proteínas com uma seqüência de sinal são direcionadas para essa organela celular Prova Prática Final 4o. Trimestre de

22 Questão 2: a) 5 AAACAGCUAUGG 3 b) c) i) Não, esse é o filamento do molde. A seqüência correspondente no mrna seria AUU. ii) Não, esse TAA não está no quadro com o AUG d) Considere cada uma das três mutações a seguir de forma independente. i) A mutação está antes do códon de partida, portanto, não altera a seqüência da proteína. ii) O códon de partida (nos nucleotídeos 25 27) seria alterado e a síntese de proteína agora seria iniciada no próximo códon de partida (posição 31 33). A proteína seria mais curta em dois aminoácidos. iii) Essa mutação de deslocamento do quadro resultará na terminação prematura da proteína, pois um novo códon de finalização foi criado. Como resultado dessa exclusão, a nova seqüência do peptídeo seria: H 3 N+-metionina-alanina-COO- e) Um gene é um segmento de DNA contendo informações para orientar a síntese de uma proteína (ou RNA). f) Muitos antibióticos são compostos que interferem na transferência das informações genéticas do RNA para a proteína. i) A estreptomicina irá evitar o início correto da síntese de proteína, pois ela impede a associação do met-trna com o ribossoma. Ela também leva a uma tradução imprecisa (inserção de aminoácidos incorretos) nessas proteínas que estavam no processo de tradução. ii) A puromicina funciona por meio da entrada, no local A do ribossomo. Aqui, pelo fato de a puromicina ser estruturalmente similar ao aminoacil-trna, ela pode participar na formação de uma ligação de peptídeo com a cadeia nascente de polipeptídeos. A puromicina provoca a liberação de peptídeos a partir do ribossomo, pois não existe t-rna anti-códon para ligar o mrna à cadeia de peptídeos. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

23 Questão 3 a) i) + / - ii) 2/3. B não é afetado, portanto, deve ser +/+ ou +/-. + cf +/+ +/cf +/cf cf/cf iii) Como ambos são pais e portadores (+/cf), a probabilidade de um filho afetado é 1/ iv) Novamente, ambos são pais e portadores, a probabilidade de um filho portador é 1/2. b) i) Como a seqüência de sinal não seria afetada pela mutação, a proteína poderia ser encontrada no aparelho de Golgi,no Retículo endoplasmático- ER, ou alguma vesícula de membrana. ii) A exclusão ou mutação da seqüência de sinal criaria uma proteína que não seria convertida dentro do ER. c) i) Como gp19 evita a exibição do MHC I, as células infectadas pelo vírus e que estão expressando o gene da doença X tipo selvagem não seriam atacadas pelo sistema imune celular. d) ii) 1) Preparar pbr-ad2-7 com NheI e HindIII 2) Preparar pcmv-doença X com SpeI e HindIII. Isolar o fragmento de CFTR cdna. 3) Ligar (??) os produtos dos passos 1 e 2. 4) Cortar o plasmídeo resultante com BamHI para obter um fragmento linear com o gene da doença X no promotor P EI. Questão 4 a) i) Ea: Aumenta Diminui Não afeta ii) Keq: Aumenta Diminui Não afeta iii) G : Aumenta Diminui Não afeta b) i) van der Waals covalente ligação de hidrogênio iônica ii) van der Waals covalente ligação de hidrogênio iônica iii) van der Waals covalente ligação de hidrogênio iônica Prova Prática Final 4o. Trimestre de

24 Questão 4, continuação c) i) Arg e Lys estão ambos positivamente carregados; dessa forma, a interação iônica com o grupo fosfato é preservada. As cadeias laterais dos dois aminoácidos também são de tamanhos similares. Questão 5 ii) Tyr é muito maior que Asp. Apesar de Tyr poder formar uma ligação de hidrogênio, a GDP não mais se encaixará na bolsa de ligação. A cadeia lateral do Tyr também é muito mais hidrofóbica do que a do Asp. a) As mutações m1 e m4 estão no mesmo gene. Este é um teste de complementação. A cepa diplóide tem o mesmo fenótipo de crescimento que os mutantes haplóides isolados; as duas mutações falham em secomplementar (falham na produção do fenótipo do tipo selvagem) no heterozigoto duplo. As mutações m1 e m4 devem ambas inativar o mesmo gene o qual codifica uma enzima essencial para a biosíntese da serina), de forma que o mutante duplo diplóide tem dois alelos mutantes do mesmo gene. b) c) i) Esse mutante haplóide crescerá em meio suplementado com o intermediário A. ii) O intermediário C acumulará quando esse mutante haplóide crescer em meio mínimo. Questão 6 a) i) Isso eliminaria a ponte de dissulfeto que prende fortemente o domínio ligante-ligação com o resto da proteína. O receptor ficaria inativo. ii) Isso evitaria a diferenciação do tipo de célula R7. b) Leucina, alanina, isoleucina, valina, fenilalanina, glicina, triptofan são todos aminoácidos hidrofóbicos. O efeito hidrofóbico faz com que esses aminoácidos se agrupem longe da água e permaneçam no interior da membrana plasmática. d) extracelular intracelular seqüência de sinal domínio da transmembrana e) i) O Ras pode ativar várias proteínas diferentes, cada qual levando a uma cascata de transdução de sinal diferente. Células diferentes expressam genes diferentes e a proteína específica que uma determinada célula expressa determinará o resultado da ativação do Ras. ii) Você nunca observa diferenciação das células R7 Uma mutação de perda de função no receptor boss/sev evitaria a sinalização através do Ras e a ativação do trajeto de diferenciação. Você observa proliferação descontrolada das células Uma mutação de ganho de função no receptor EGF, de forma a sinalizar para o Ras na ausência do fator de crescimento, permitiria a divisão descontrolada das células. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

25 Questão 7 a) Um autossomo, pois o indivíduo 6, um homem, tem dois alelos. b) O fenótipo mutante é recessivo, pois os indivíduos 5 e 6 têm uma cópia do alelo mutante m e são fenotipamente normais. c) 1/4. Como os indivíduos 3 e 4 já têm um filho afetado, eles devem ser ambos heterozigotos. d) 5...GCCAGCTG...3 e) Ocorreu uma mutação a qual levou à produção de um novo alelo mutante m*. Esse alelo mutante tem um fenótipo recessivo e seu produto de PCR não é cortado nem por NheI nem por PvuII. O indivíduo 9 tem o genótipo m/m*. Questão 8 a) A EPO é um exemplo de sinalização endócrina, pois o hormônio eritropoietina é enviado do rim à medula óssea via sangue. b) i) Nenhum efeito na formação de glóbulos vermelhos (RBC). Se a seqüência de sinal da EPO for deletada, ela permaneceria no citoplasma da célula-tronco hematopoiética. Entretanto, a EPO é formada somente nas células do rim e, dessa forma, não deveria afetar a formação do RBC na medula óssea. ii) A formação dos glóbulos vermelhos diminuiria. Como a célula CFC-E é derivada da célulatronco hematopoiética, uma deleção da seqüência de transmembrana resultaria na secreção da EPO-R para fora das células CFC-E e, como resultado, ela não seria capaz de sinalizar para as células CFC-E crescerem e se diferenciarem para formar eritrócitos. iii) A formação dos glóbulos vermelhos diminuiria. Se o receptor EPO-R perde seu local de fosforilação, ele não pode ser ativado. Após a ligação da EPO, a EPO-R ativada não poderia sinalizar a célula CFC-E para se diferenciar em eritrócitos. Questão 9 a) i) A proteína FadX é um ativador, pois FadA e FadB necessitam ser sintetizadas na presença de ácido oléico. ii) m1: Se FadX não pode se ligar ao operador, a transcrição de fada será baixa. m2: Sem um ativador funcional da FadX, a transcrição de fada será baixa. m3: A RNA polimerase não pode se ligar e transcrever o gene dafada, levando a um nível baixo de FadA. m4: Se FadX estiver sempre ligada, ela levará a expressão constitutiva de fada, conduzindo a um alto nível de FadA. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

26 Questão 9, continuação b) i) Falso: procariotos --> eucariotos ii) Falso: Intensificadores de expressão --> Fatores de transcrição. Os intensificadores são seqüências de DNA. iii) Falso: Tradução --> Transcrição iv) Verdadeiro Questão 10 a) i) Se as células B e os macrófagos forem afetados, em quais superfícies moleculares MAQ-3 poderia se ligar? Provavelmente, MAQ-3 reconhece as proteínas MHC II, as quais são expressas somente pelas células B e pelos macrófagos. [É improvável que o MAQ-3 reconheça as proteínas MHC I, as quais são expressas por todas as células do corpo.] ii) Se somente as células B forem afetadas, quais superfícies moleculares MAQ-3 poderia reconhecer e quais regiões dessas superfícies se ligam a MAQ-3? Explique brevemente seu raciocínio. Provavelmente, MAQ-3 reconhece os anticorpos as células B (células de memória) são o único tipo de célula no corpo que contém anticorpos em sua superfície. Pelo fato de mais de uma célula B ser afetada, MAQ-3 provavelmente liga-se a uma ou mais regiões constantes (no domínio extracelular) do anticorpo. Como as regiões variáveis (ligação de epítopos) de um anticorpo são únicas, é improvável que MAQ-3 reconheceria tais regiões. b) Sabe-se que MAQ-3 contém um genoma de RNA de filamento único i) Suponha que o genoma viral é de filamento positivo e, como o HIV, o MAQ-3 é um retrovírus. Além das proteínas nucleocapsídicas e das glicoproteínas superficiais, quais proteínas, se alguma, o virion MAQ-3 precisaria conter? Explique brevemente seu raciocínio. O virion conterá a transcriptase reversa. Os retrovírus transcrevem de forma reversa seu genoma ssrna em dsdna, o qual integra o genoma hospedeiro. Além disso, o virion precisará conter integrase, a qual permite que o genoma do dsdna transcrito de forma reversa integre-se ao genoma hospedeiro via integrase. ii) Suponha que, ao contrário, o genoma viral é de filamento negativo e ele não se incorpora no genoma hospedeiro. Além das proteínas nucleocapsídicas e das glicoproteínas superficiais, quais proteínas, se alguma, o virion MAQ-3 precisaria conter? Explique brevemente seu raciocínio. O virion provavelmente conterá uma RNA polimerase dependente de RNA. Os vírus ssrna de filamento negativo precisam sintetizar um filamento complementar para seus genomas. Porém, pelo fato de seus genomas não poderem ser imediatamente convertidos, eles simplesmente não podem codificar essa polimerase. Em vez disso, o próprio virion precisa conter a proteína da RNA polimerase (da polimerase de RNA) dependente de RNA. [O virion não precisará da transcriptase reversa ou integrase caso seu genoma sempre exista na forma de RNA.] Prova Prática Final 4o. Trimestre de

27 [28] Questão 10, continuação iii) Suponha que, ao contrário, o genoma viral é de filamento positivo e ele não se incorpora no genoma hospedeiro. Além das proteínas nucleocapsídicaseas e das glicoproteínas superficiais, quais proteínas, se alguma, o virion MAQ-3 precisaria conter? Explique brevemente seu raciocínio. Nenhuma proteína adicional é necessária. A proteína da RNA polimerase polimerase de RNA dependente de RNA pode ser codificada e, dessa forma, não precisa estar presente no virion. Como em (ii), a transcriptase reversa e a integrase não são necessárias. c) O tratamento padrão para o vírus HIV previamente identificado (uma combinação de análogos de nucleotídeos, inibidores de protease e inibidores de integrase recém descobertos) seria uma boa abordagem para esse novo vírus MAQ-3?. i) Descreva brevemente como cada um desses tratamentos age para controlar o HIV? Análogos de nucleotídeos, como o AZT, atuam como interruptores de cadeia quando incorporados pela transcriptase reversa. Com a ausência de um grupo 3 OH, esses análogos acabam com a transcriptase reversa, impedindo que o MAQ-3 faça cópias do DNA de seu genoma que possam ser integradas no genoma hospedeiro. Os inibidores de protease impedem a divisão do produto do gene viral inicial em proteínas ativas distintas. Como resultado, novos virions não podem ser formados e a replicação viral não é bemsucedida. Os inibidores de integrase inativam a enzima (integrase) que normalmente catalisa a integração do genoma do dsdna viral transcrito de forma reversa no genoma hospedeiro, impedindo, portanto, essa integração. ii) Por que esses tratamentos são capazes de atrasar a progressão da infecção viral, porém são incapazes de curar uma infecção de HIV padrão? Quando o vírus se integra no genoma hospedeiro e entra em uma fase latente, ele impede a resposta imunológica do hospedeiro. Além disso, a replicação do genoma viral do HIV ocorre com uma taxa de mutação alta. Como resultado, as formas mutantes da transcriptase reversa, integrase e protease podem ser feitas, sendo resistentes às suas respectivas drogas. Os vírus que possuem essas proteínas mutantes são selecionados, pois somente eles podem se replicar na presença desse tratamento. Dessa forma, a infecção persiste e os sintomas pioram. Prova Prática Final 4o. Trimestre de

Biotecnologia Geral TRANSCRIÇÃO E TRADUÇÃO

Biotecnologia Geral TRANSCRIÇÃO E TRADUÇÃO Biotecnologia Geral TRANSCRIÇÃO E TRADUÇÃO DNA Replicação DNA Trasncrição Reversa Transcrição RNA Tradução Proteína Transcrição É o processo pelo qual uma molécula de RNA é sintetizada a partir da informação

Leia mais

Substrato do Tripeptídeo

Substrato do Tripeptídeo Pergunta 1 Você está estudando uma enzima chamada quinase. Seu substrato é o tripeptídeo Ala-Lys-Thr, com uma molécula incomum em suas terminações C, a molécula GLOW. Quando essa molécula GLOW é segmentada

Leia mais

Fenilalanina (Phe) Treonina (Thr) Tirosina (Tir)

Fenilalanina (Phe) Treonina (Thr) Tirosina (Tir) Pergunta 1 Abaixo estão apresentadas as estruturas de três aminoácidos. Fenilalanina (Phe) Treonina (Thr) Tirosina (Tir) Usando os espaços em branco abaixo, classifique os três na ordem da hidrofobicidade

Leia mais

1 3AMINOپ0 9CIDOS PLASMپ0 9TICOS LIVRES پ0 9CIDOS AMINADOS PLASMپ0 9TICOS LIVRES

1 3AMINOپ0 9CIDOS PLASMپ0 9TICOS LIVRES پ0 9CIDOS AMINADOS PLASMپ0 9TICOS LIVRES 1 3AMIپ0 9CIDS PLASMپ0 9TICS LIVRES پ0 9CIDS AMIADS PLASMپ0 9TICS LIVRES CBPM 4.03.01.29-0 AMB 28.13.043-0 CBPM 4.03.01.67-2 AMB 28.04.099-6/92 Sinon ھmia: پ0 9cido asp rtico, پ0 9cido glutپ0 9mico, Alanina,

Leia mais

14/02/2017. Genética. Professora Catarina

14/02/2017. Genética. Professora Catarina 14/02/2017 Genética Professora Catarina 1 A espécie humana Ácidos nucleicos Tipos DNA ácido desoxirribonucleico RNA ácido ribonucleico São formados pela união de nucleotídeos. 2 Composição dos nucleotídeos

Leia mais

EVOLUÇÃO. Prof. Nelson Jorge da Silva Jr. Ph.D.

EVOLUÇÃO. Prof. Nelson Jorge da Silva Jr. Ph.D. EVOLUÇÃO EVIDÊNCIAS DO PROCESSO EVOLUTIVO Prof. Nelson Jorge da Silva Jr. Ph.D. Professor Titular PREMISSAS BÁSICAS DA EVOLUÇÃO 1. As espécies mudam no sentido da descendência com modificação. 2. Todos

Leia mais

Soluções de Conjunto de Problemas 1

Soluções de Conjunto de Problemas 1 Soluções de 7.012 Conjunto de Problemas 1 Questão 1 a) Quais são os quatro tipos principais de moléculas biológicas discutidos na aula? Cite uma função importante de cada tipo de molécula biológica na

Leia mais

BIOLOGIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo. a) V V V b) V F F c) F F F d) V V F e) F V V

BIOLOGIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo. a) V V V b) V F F c) F F F d) V V F e) F V V BIOLOGIA 01 Não é somente o sabor agradável ao paladar que faz dos cogumelos comestíveis um dos alimentos mais cobiçados pelos asiáticos e europeus. Esses cogumelos são ricos em proteínas, sais minerais,

Leia mais

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II. DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS COORD.: PROFa. CRISTIANA LIMONGI

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II. DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS COORD.: PROFa. CRISTIANA LIMONGI COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS COORD.: PROFa. CRISTIANA LIMONGI 1º & 2º TURNOS 3ª SÉRIE / ENSINO MÉDIO REGULAR & INTEGRADO ANO LETIVO 2015 PROFESSORES: FRED & PEDRO

Leia mais

Aminoácidos peptídeos e proteínas

Aminoácidos peptídeos e proteínas Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Aminoácidos peptídeos e proteínas Prof. Macks Wendhell Gonçalves, Msc mackswendhell@gmail.com Algumas funções de proteínas A luz produzida

Leia mais

Tema da aula/lista de exercício: Aula 7 Replicação/Transcrição/Tradução

Tema da aula/lista de exercício: Aula 7 Replicação/Transcrição/Tradução Disciplina: Biologia Profa: Laure Turma: TR / / Tema da aula/lista de exercício: Aula 7 Replicação/Transcrição/Tradução 1. (Unicamp) Em um experimento, um segmento de DNA que contém a região codificadora

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: BIOQUÍMICA HUMANA PROF. WILLAME BEZERRA. Aminoácidos. Prof. Willame Bezerra

CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: BIOQUÍMICA HUMANA PROF. WILLAME BEZERRA. Aminoácidos. Prof. Willame Bezerra CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: BIOQUÍMICA HUMANA PROF. WILLAME BEZERRA Aminoácidos Prof. Willame Bezerra As proteínas são as biomoléculas mais abundantes nos seres vivos e exercem funções fundamentais em

Leia mais

Estágio Docência. Vanessa Veltrini Abril Doutoranda em. Março de 2007

Estágio Docência. Vanessa Veltrini Abril Doutoranda em. Março de 2007 Ação Gênica Estágio Docência Vanessa Veltrini Abril Doutoranda em Genética e Melhoramento Animal Março de 2007 Qual é a função do DNA? Como a informação genética é transportada? Genes TRANSFERÊNCIA DE

Leia mais

IFSC Campus Lages. Tradução. Biologia Molecular Prof. Silmar Primieri

IFSC Campus Lages. Tradução. Biologia Molecular Prof. Silmar Primieri IFSC Campus Lages Tradução Biologia Molecular Prof. Silmar Primieri Relação DNA RNA Proteína Estrutura das proteínas Gene - Proteína Hipótese Gene - Proteina Os genes são responsáveis pelo funcionamento

Leia mais

TRADUÇÃO SÍNTESE PROTEICA

TRADUÇÃO SÍNTESE PROTEICA TRADUÇÃO SÍNTESE PROTEICA Formação do Aminoacil-tRNA Durante a formação do aminoacil-trna, o aminoácido é primeiramente ativado, reagindo com o ATP. Após, é transferido do aminoacil-amp para a extremidade

Leia mais

Aulas Multimídias Santa Cecília. Profa. Renata Coelho

Aulas Multimídias Santa Cecília. Profa. Renata Coelho Aulas Multimídias Santa Cecília Profa. Renata Coelho Duplicação, transcrição e tradução DNA Modelo de Watson e Crick, proposto em 2 de abril de 1953: DNA é formado por 2 fitas (dupla hélice) Cada filamento

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS BARREIRO

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS BARREIRO ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS BARREIRO Disciplina de BIOLOGIA E GEOLOGIA 11º ano 1º Teste Formativo 11º A TEMA: DNA e Síntese de Proteínas 45 minutos 21 de Outubro de 2011 Nome: Nº Classificação: _,

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE BIOLOGIA - 3º BIMESTRE

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE BIOLOGIA - 3º BIMESTRE ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE BIOLOGIA - 3º BIMESTRE - 2016 Nome: Nº 3ª Série Data: 04/ 10/ 2016 Professor(a): Danilo, Davis e Glauco Nota: (Valor 1,0) APRESENTAÇÃO: A estrutura da recuperação bimestral paralela

Leia mais

Área de Biológicas e Exatas

Área de Biológicas e Exatas Vestibular 2010 Área de Biológicas e Exatas Prova de Conhecimentos Específicos Assinatura do candidato Caderno de Questões Verifique se estão corretos seu nome e número de inscrição impressos na capa deste

Leia mais

BIOQUÍMICA I 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011

BIOQUÍMICA I 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011 BIOQUÍMICA I 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011 7ª aula teórica 11 Outubro 2010 Proteínas estruturais e funcionais Organização estrutural das proteínas Estrutura e diferentes funções de proteínas

Leia mais

Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Bacharelado em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 7

Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Bacharelado em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 7 Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Bacharelado em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 7 Professor Antônio Ruas 1. Créditos: 60 2. Carga horária semanal: 4 3. Semestre: 1 4. Assunto: (i) Síntese

Leia mais

- Ácidos Nucleicos e Síntese Proteica - Profª Samara

- Ácidos Nucleicos e Síntese Proteica - Profª Samara - Ácidos Nucleicos e Síntese Proteica - Profª Samara A verdade por trás da descoberta da estrutura do DNA Rosalind Franklin Mãe do DNA (1920-1958) Erwin Chargaff (1905-2002) FOTO 51 1953 James Watson e

Leia mais

Professora Priscila F Binatto

Professora Priscila F Binatto Professora Priscila F Binatto Característica 5 3 AUTODUPLICAÇÃO (Replicação) Ocorre em presença da enzima DNA polimerase Molécula DNA As pontes de hidrogênio se rompem H Nucleotídeos LIVRES encaixam se

Leia mais

BÁSICA EM IMAGENS. Aminoácidos, peptídeos e proteínas

BÁSICA EM IMAGENS. Aminoácidos, peptídeos e proteínas Universidade Federal de Pelotas Instituto de Química e Geociências Departamento de Bioquímica 04 BÁSICA EM IMAGENS - um guia para a sala de aula Aminoácidos, peptídeos e proteínas Generalidades AAs x Proteínas

Leia mais

Introdução à Bioquímica

Introdução à Bioquímica Introdução à Bioquímica Nucleotídeos e Ácidos Nucléicos Dra. Fernanda Canduri Laboratório de Sistemas BioMoleculares. Departamento de Física.. UNESP São José do Rio Preto - SP. Genoma! O genoma de um organismo

Leia mais

Introdução. Estrutura dos Aminoácidos e Proteínas. Aminoácidos componentes de proteínas. Aminoácidos componentes de proteínas 10/02/2012.

Introdução. Estrutura dos Aminoácidos e Proteínas. Aminoácidos componentes de proteínas. Aminoácidos componentes de proteínas 10/02/2012. Introdução Estrutura dos Aminoácidos e Prof. Dr. Bruno Lazzari de Lima : Componentes celulares mais importantes. Diversidade de forma e função. Estruturais. Enzimáticas. Transportadoras. Ex.: Insulina,

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE BIOLOGIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE BIOLOGIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE BIOLOGIA Nome: Nº Série: 1ª Data: / 10 / 2015 Professores: Gisele / Marcelo / Thierry (valor: 1,0 ponto) 3º Bimestre Antes de mais nada lembre-se! A prova de recuperação

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT Escola Técnica Industrial. Disciplina de Biologia Primeiro Ano Curso Técnico de Eletromecânica

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT Escola Técnica Industrial. Disciplina de Biologia Primeiro Ano Curso Técnico de Eletromecânica ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT Escola Técnica Industrial Disciplina de Biologia Primeiro Ano Curso Técnico de Eletromecânica Prof. Diogo Schott diogo.schott@yahoo.com Substâncias orgânicas

Leia mais

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 34 RIBOSSOMOS E SÍNTESE DE PROTEÍNAS

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 34 RIBOSSOMOS E SÍNTESE DE PROTEÍNAS BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 34 RIBOSSOMOS E SÍNTESE DE PROTEÍNAS anticódon códon Como pode cair no enem (ENEM) Define-se genoma como o conjunto de todo o material genético de uma espécie, que, na

Leia mais

Prof. João Carlos Setubal

Prof. João Carlos Setubal Prof. João Carlos Setubal QBQ 102 Aula 3 (biomol) Transcrição e tradução Replicação Dogma Central da Biologia Molecular Transcrição RNA mensageiro Usa Uracila ao invés de Timina Tradução de mrnas Ocorre

Leia mais

TRADUÇÃO PROTEICA. Tradução é o processo de leitura da seqüência de mrna e sua conversão em uma seqüência de aminoácidos.

TRADUÇÃO PROTEICA. Tradução é o processo de leitura da seqüência de mrna e sua conversão em uma seqüência de aminoácidos. TRADUÇÃO PROTEICA Tradução é o processo de leitura da seqüência de mrna e sua conversão em uma seqüência de aminoácidos. A tradução ocorre no citoplasma e ocorre em organelas citoplasmáticas chamadas ribossomos.

Leia mais

Genética Bacteriana. Julliane Dutra Medeiros

Genética Bacteriana. Julliane Dutra Medeiros Genética Bacteriana Julliane Dutra Medeiros 1 A célula bacteriana 2 Relembrando conceitos... Genoma informação genética de uma célula (cromossomo e plasmídeos) Estruturas contendo DNA que transportam fisicamente

Leia mais

Biologia Ensino Médio 2º ano classe: Prof. Cesinha Nome: nº

Biologia Ensino Médio 2º ano classe: Prof. Cesinha Nome: nº PRIMEIR LETR TEREIR LETR Biologia Ensino Médio 2º ano classe: Prof. esinha Nome: nº Valor: 10 Nota:. Lista de ExercíciosTarefa- Segundos nos prof. esinha 2015 1. (ff 2010) figura a seguir representa um

Leia mais

BASES MOLECULARES DA HERANÇA

BASES MOLECULARES DA HERANÇA BASES MOLECULARES DA HERANÇA INDÚSTRIA DE INFORMAÇÃO A Fábrica A Célula O Manual de Instruções DNA O Dogma Central DNA-RNA-Proteínas Os Operários Proteínas Erros de Programação Doenças MOLÉCULAS NAS CÉLULAS

Leia mais

Proteínas São macromoléculas complexas, compostas de aminoácidos, e necessárias para os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos

Proteínas São macromoléculas complexas, compostas de aminoácidos, e necessárias para os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos Proteínas São macromoléculas complexas, compostas de aminoácidos, e necessárias para os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos São os constituintes básicos da vida: tanto que seu nome deriva

Leia mais

Professoras responsáveis Profa. Dra. Maria Tercília. Vilela de Azeredo Oliveira

Professoras responsáveis Profa. Dra. Maria Tercília. Vilela de Azeredo Oliveira Professoras responsáveis veis: : Profa. MSc.. Rosana Silistino de Souza Pós Graduanda: : Bruna Victorasso Jardim Profa. Dra. Maria Tercília Vilela de Azeredo Oliveira Nosso organismo é composto por células

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Monitoria da disciplina de Biologia Molecular (CBI 613) Monitor responsável: Bruno Jhônatan Costa Lima (13.2.2032) Assunto: Síntese proteica e regulação da expressão gênica GENES E CROMOSSOMOS 1. Identifique

Leia mais

Pergunta 1. A fim de ser localizado na membrana plasmática, o SF-R deve primeiro passar por várias etapas dentro da célula.

Pergunta 1. A fim de ser localizado na membrana plasmática, o SF-R deve primeiro passar por várias etapas dentro da célula. Pergunta 1 Parte A Você está estudando um receptor chamado Receptor do Fator de Tamanho ou SF-R em um eucariota haplóide. Abaixo encontra-se um diagrama esquemático da proteína SF-R: A fim de ser localizado

Leia mais

Professor Antônio Ruas

Professor Antônio Ruas Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Componente curricular: BIOLOGIA GERAL Aula 4 Professor Antônio Ruas 1. Temas: Macromoléculas celulares Produção

Leia mais

Síntese de RNA e Proteínas

Síntese de RNA e Proteínas Síntese de RNA e Proteínas BCM I T.04 Transcrição e tradução são os meios da célula expressar as instruções génicas o fluxo de informação genética é do DNA para o RNA para as Proteínas Os genes podem ser

Leia mais

Faculdade Anhanguera Curso de Graduação em Educação Física

Faculdade Anhanguera Curso de Graduação em Educação Física Faculdade Anhanguera Curso de Graduação em Educação Física Profa. Dra. Amabile Vessoni Arias E-mail: Amabile.arias@anhanguera.com 2016-2 Mês de agosto Conteúdo 9 Unidade 1 16 Unidade 1 23 Unidade 1 30

Leia mais

Química da Vida Nutrição

Química da Vida Nutrição Química da Vida Nutrição Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto FEV/2011 Propriedades Atômicas Elementos e Compostos químicos; Alguns símbolos são derivados do latim Por Exemplo: o símbolo do

Leia mais

ABECEDÁRIO GENÉTICO 1

ABECEDÁRIO GENÉTICO 1 ABECEDÁRIO GENÉTICO 1 Isabel Cristina BOLELI 2 Edlaine Faria de Moura VILLELA, Paula Ericson GUILHERME 3 Vanessa de Souza MORENO 4 Resumo: Este trabalho apresenta um kit simples para abordagem lúdica dos

Leia mais

3 Nucleotídeos e Ácidos Nucléicos

3 Nucleotídeos e Ácidos Nucléicos 1 3 Nucleotídeos e Ácidos Nucléicos - São compostos ricos em energia - Funcionam como sinais químicos - São reservatórios moleculares da informação genética a) Nucleotídeos - São encontrados polimerizados

Leia mais

Enunciado de Prova Escrita de Avaliação Sumativa

Enunciado de Prova Escrita de Avaliação Sumativa Enunciado de Prova Escrita de Avaliação Sumativa Ano Lectivo: 2007/200 Disciplina: Biologia e Geologia (ano 2) Ano: 11º Turma: CT Curso: C.H. - C.T. Duração: 0 min. Data: 31 / /2007 Docente: Catarina Reis

Leia mais

Transcrição: Síntese de RNA Tradução: Síntese Proteica

Transcrição: Síntese de RNA Tradução: Síntese Proteica Transcrição: Síntese de RNA Tradução: Síntese Proteica A estrutura química da molécula de RNA apresenta pequenas diferenças em relação ao DNA. http://www.nature.com/scitable/learning-path/theelaboration-of-the-central-dogma-701886#url

Leia mais

Tradução. 3 tipos de RNA estao envolvidos no processo da traducao:

Tradução. 3 tipos de RNA estao envolvidos no processo da traducao: Tradução Tradução: refere-se a todo o processo pelo qual a sequência de bases de um mrna é usada como molde para unir aminoácidos para a formação de uma proteína. O DNA guarda as informações para a síntese

Leia mais

DNA E RNA / CÓDIGO GENÉTICO/ SÍNTESE DE PROTEÍNAS / REGULAÇÃO GÊNICA 2016

DNA E RNA / CÓDIGO GENÉTICO/ SÍNTESE DE PROTEÍNAS / REGULAÇÃO GÊNICA 2016 1. (IFSP ) Cada pessoa tem um padrão de DNA particular. Um filho herda 50% de suas moléculas de DNA da mãe e 50% do pai. No núcleo de cada célula somática (célula dos tecidos que constituem o corpo) há

Leia mais

Do DNA à Proteína: Síntese protéica. Profa. Dra. Viviane Nogaroto

Do DNA à Proteína: Síntese protéica. Profa. Dra. Viviane Nogaroto Do DNA à Proteína: Síntese protéica TRADUÇÃO: informação genética em moléculas de mrna é traduzida nas sequências de aminoácidos de proteínas de acordo com especificações do código genético. DO DNA À PROTEÍNA

Leia mais

Aminoácidos. Bioquímica Prof. Dr. Marcelo Soares

Aminoácidos. Bioquímica Prof. Dr. Marcelo Soares Aminoácidos Aminoácidos Nutrição Século XIX: produtos contendo Nitrogênio eram essenciais para a sobrevivência dos animais G. J. Mulder (1839): termo Proteínas Gr Proteios (Primário) Teoria: Proteínas

Leia mais

13/03/2016. Profª. Drª. Andréa Fontes Garcia E -mail:

13/03/2016. Profª. Drª. Andréa Fontes Garcia E -mail: Profª. Drª. Andréa Fontes Garcia E -mail: andrea@salesiano-ata.br 1 Estrutura geral dos amionoácidos de ocorrência biológica Grupamento amino Grupamento carboxilato (ácido carboxílico) Hidrogênio Grupamento

Leia mais

Aminoácidos e Peptídeos. Profa. Alana Cecília

Aminoácidos e Peptídeos. Profa. Alana Cecília Aminoácidos e Peptídeos Profa. Alana Cecília O que são aminoácidos? A estrutura geral dos aminoácidos inclui um grupo amina e um grupo carboxila, ambos ligados ao carbono α (aquele próximo ao grupo carboxila);

Leia mais

a) Baseando-se nos resultados acima, qual é a sequência mais provável desses 4 genes no cromossomo, a partir do gene A? b) Justifique sua resposta.

a) Baseando-se nos resultados acima, qual é a sequência mais provável desses 4 genes no cromossomo, a partir do gene A? b) Justifique sua resposta. CAP. 08: HERANÇA QUANTITATIVA OU POLIGENICA CAP. 09: MAPAS DE LIGAÇÃO GÊNICA - LINKAGE CAP. 10: O MATERIAL GENÉTICO E A GENÉTICA DO FUNCIONAMENTO DOS GENES 1. Considere dois genes e seus respectivos alelos:

Leia mais

ESTRUTURA E FUNÇÃO DOS GENES E CROMOSSOMOS

ESTRUTURA E FUNÇÃO DOS GENES E CROMOSSOMOS Faculdade Ciência da Vida Disciplina: Genética Básica Aula 2 ESTRUTURA E FUNÇÃO DOS GENES E CROMOSSOMOS PROFESSORA: Fernanda Guimarães E-MAIL: guimaraes.biologia@gmail.com NÚCLEO Abriga do material genético

Leia mais

Duplicação do DNA e Síntese de PROTEÍNAS. Telmo Giani Fonte: Internet

Duplicação do DNA e Síntese de PROTEÍNAS. Telmo Giani Fonte: Internet Duplicação do DNA e Síntese de PROTEÍNAS Telmo Giani Fonte: Internet OS ÁCIDOS NUCLEICOS DNA Ácido fosfórico Desoxirribose Bases Púricas: A e G Bases Pirimídicas: C e T Dupla fita RNA Ácido fosfórico Ribose

Leia mais

Nutrição. Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

Nutrição. Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Nutrição Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto JUN/2011 Princípios Básicos As proteínas são vinculo entre genótipo e fenótipo; A expressão gênica é o processo pelo qual o DNA coordena a síntese

Leia mais

Professor Antônio Ruas

Professor Antônio Ruas Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Componente curricular: BIOLOGIA GERAL Aula 4 Professor Antônio Ruas 1. Temas: Macromoléculas celulares Produção

Leia mais

Glicídios - Carboidratos. Professor: Paulo Disciplina: Biologia Campus Aquidauana

Glicídios - Carboidratos. Professor: Paulo Disciplina: Biologia Campus Aquidauana Glicídios - Carboidratos Professor: Paulo Disciplina: Biologia Campus Aquidauana GLICÍDIS São formados, basicamente, por carbono, hidrogênio e oxigênio. Sinônimos: Carboidratos, Açúcares, ses, idratos

Leia mais

Duplicação do DNA e Síntese de PROTEÍNAS

Duplicação do DNA e Síntese de PROTEÍNAS Duplicação do DNA e Síntese de PROTEÍNAS Nucleotídeos É a unidade formadora dos ácidos nucléicos: DNA e RNA. É composto por um radical fosfato, uma pentose (ribose RNA e desoxirribose DNA) e uma base nitrogenada

Leia mais

RNA transportador. Bruna Antonioli L. Flinto Leticia Jordao Marques de Oliveira : Michele Maria de Souza

RNA transportador. Bruna Antonioli L. Flinto Leticia Jordao Marques de Oliveira : Michele Maria de Souza RNA transportador Bruna Antonioli L. Flinto : Leticia Jordao Marques de Oliveira : 8063197 Paloma Cunha Ferraz : 9006058 Michele Maria de Souza : 8928490 Roteiro Introdução Estrutura do DNA (1ª, 2ª e 3ª)

Leia mais

Aminoácidos. subunidades monoméricas que compõe a estrutura de milhares de proteínas diferentes

Aminoácidos. subunidades monoméricas que compõe a estrutura de milhares de proteínas diferentes . Aminoácidos subunidades monoméricas que compõe a estrutura de milhares de proteínas diferentes aminoácido Para entender a estrutura 3D das proteínas, vamos dissecá-la em níveis organizacionais para facilitar

Leia mais

Aula 2. Replicação, Transcrição, Tradução e Regulação

Aula 2. Replicação, Transcrição, Tradução e Regulação Aula 2 Replicação, Transcrição, Tradução e Regulação Dogma Central da Biologia Molecular Replicação Replicação é o processo de duplicação de uma molécula de DNA que antecede a divisão celular. Semiconservativa

Leia mais

Profº Lásaro Henrique

Profº Lásaro Henrique Profº Lásaro Henrique Proteínas são macromoléculas complexas, compostas de aminoácidos. São os constituintes básicos da vida e necessárias para os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos. Nos

Leia mais

Substâncias. Orgânicas. Inorgânicas. - Formadas por átomos de carbono e hidrogênio. - Água e sais minerais

Substâncias. Orgânicas. Inorgânicas. - Formadas por átomos de carbono e hidrogênio. - Água e sais minerais Substâncias Orgânicas - Formadas por átomos de carbono e hidrogênio Inorgânicas - Água e sais minerais - Carboidratos, lipídios, proteínas, ácidos nucleicos e vitaminas QUÍMICA CELULAR Água Funções: Solvente

Leia mais

Gliconeogênese. Gliconeogênese. Órgãos e gliconeogênese. Fontes de Glicose. Gliconeogênese. Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia

Gliconeogênese. Gliconeogênese. Órgãos e gliconeogênese. Fontes de Glicose. Gliconeogênese. Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia Gliconeogênese Alexandre Havt Gliconeogênese Fontes de Energia para as Células Definição Via anabólica que ocorre no fígado e, excepcionalmente

Leia mais

Dra. Maria Izabel Gallão. Síntese de proteínas

Dra. Maria Izabel Gallão. Síntese de proteínas Síntese de proteínas DNA RNAm proteína - citoplasma 20 aa formar uma pt RNAt específico subunidades do ribossomos precarregada com fatores protéicos auxiliares. a síntese protéica começa quando todos estes

Leia mais

EVENTOS CO e PÓS TRADUCIONAIS

EVENTOS CO e PÓS TRADUCIONAIS EVENTOS CO e PÓS TRADUCIONAIS EVENTOS CO e PÓS TRADUCIONAIS Enovelamento natural e assistido (Chaperonas e HSPs) Ubiquitinação e degradação via proteassomo de proteínas não enoveladas Endereçamento (peptídeo

Leia mais

Aminoácidos AMINOÁCIDOS, PEPTÍDEOS E PROTEÍNAS. Universidade Federal de Mato Grosso Disciplina de Bioquímica H2N C COOH

Aminoácidos AMINOÁCIDOS, PEPTÍDEOS E PROTEÍNAS. Universidade Federal de Mato Grosso Disciplina de Bioquímica H2N C COOH 1 2 Universidade Federal de Mato Grosso Disciplina de Bioquímica AMINOÁCIDOS, PEPTÍDEOS E PROTEÍNAS Vagalume (fireflies) Prof. Ms. Reginaldo Vicente Ribeiro Eritrócitos Luciferina Rinoceronte Queratina

Leia mais

PROVA DE BIOLOGIA COM VISTA A AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR A MAIORES DE 23

PROVA DE BIOLOGIA COM VISTA A AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR A MAIORES DE 23 PROVA DE BIOLOGIA COM VISTA A AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR A MAIORES DE 23 A presente prova a que os candidatos se propõem é constituída por 50 questões de resposta rápida

Leia mais

AMINOÁCIDOS.! São biomoléculas que apresentam na sua constituição as funções amina primária e ácido carboxílico NH2 I R - C - C = 0O I I H OH

AMINOÁCIDOS.! São biomoléculas que apresentam na sua constituição as funções amina primária e ácido carboxílico NH2 I R - C - C = 0O I I H OH Aminoácidos AMNOÁCDOS! São biomoléculas que apresentam na sua constituição as funções amina primária e ácido carboxílico radical R C-alfa N2 R - C - C = 0O O amina primária ácido carboxílico Aminoácidos

Leia mais

OBJETIVOS INTERAÇÕES INTERMOLECULARES INTERAÇÕES INTERMOLECULARES.

OBJETIVOS INTERAÇÕES INTERMOLECULARES INTERAÇÕES INTERMOLECULARES. OBJETIVOS aandrico@if.sc.usp.br Interações Intermoleculares Mecanismo de Ação Modo de Ligação Complexos Recetor-Ligante Exemplos e Exercícios INTERAÇÕES INTERMOLECULARES INTERAÇÕES INTERMOLECULARES O processo

Leia mais

Estrutura do DNA HISTÓRICO HISTÓRICO ÁCIDOS NUCLÉICOS JAMES WATSON e FRANCIS CRICK. 1953: Watson and Crick GREGOR MENDEL

Estrutura do DNA HISTÓRICO HISTÓRICO ÁCIDOS NUCLÉICOS JAMES WATSON e FRANCIS CRICK. 1953: Watson and Crick GREGOR MENDEL ISTÓI Estrutura do DA 1953: Watson and rick 1865 - GEG MEDEL Estudou cruzamento entre diferentes tipos de ervilhas demonstrando que certas características físicas dessas plantas eram transmitidas de geração

Leia mais

EXERCÍCIOS DE MONITORIA 2º PERÍODO AGOSTO BIOLOGIA RECUP. PARCIAL

EXERCÍCIOS DE MONITORIA 2º PERÍODO AGOSTO BIOLOGIA RECUP. PARCIAL 1ª série Ens. Médio 1. A figura a seguir refere-se à hereditariedade: a) EXERCÍCIOS DE MONITORIA 2º PERÍODO AGOSTO BIOLOGIA RECUP. PARCIAL b) Explique de que forma a molécula de DNA atua no fenômeno da

Leia mais

CICLO DE KREBS. Em condições aeróbias: mitocôndria. citosol. Glicólise. ciclo de Krebs. 2 piruvato. 2 Acetil CoA. Fosforilação oxidativa

CICLO DE KREBS. Em condições aeróbias: mitocôndria. citosol. Glicólise. ciclo de Krebs. 2 piruvato. 2 Acetil CoA. Fosforilação oxidativa CICLO DE KREBS Em condições aeróbias: citosol mitocôndria Glicólise Acetil CoA ciclo de Krebs Fosforilação oxidativa CICLO DE KREBS OU CICLO DOS ÁCIDOS TRICARBOXÍLICOS Ligação entre a glicólise e o ciclo

Leia mais

Anabolismo Nuclear e Divisão Celular

Anabolismo Nuclear e Divisão Celular 1. (UFRN) Uma proteína X codificada pelo gene Xp é sintetizada nos ribossomos, a partir de um RNAm. Para que a síntese aconteça, é necessário que ocorram, no núcleo e no citoplasma, respectivamente, as

Leia mais

Núcleo. Vera Andrade Robert Brown (1833) descreveu o núcleo celular

Núcleo. Vera Andrade  Robert Brown (1833) descreveu o núcleo celular Vera Andrade http://histologiavvargas.wordpress.com/ Núcleo Robert Brown (1833) descreveu o núcleo celular Nux (grego) = semente, por ser considerado tão importante para a célula quanto a semente é para

Leia mais

Seminário Bioquímica II

Seminário Bioquímica II Seminário Bioquímica II RNA transportador estrutura e função Professor: Júlio Borges Grupo: Ana Paula Faria: 8624640 Rafael Godoy: 6784142 Vitória Grando: 8523471 Sumário Introdução Estrutura primária

Leia mais

Metabolismo de PROTEÍNAS

Metabolismo de PROTEÍNAS FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Departamento de Educação Física Metabolismo de PROTEÍNAS Disciplina Nutrição aplicada à Educação Física e ao Esporte Prof. Dr. Ismael Forte Freitas Júnior FORMAÇÃO DAS

Leia mais

CAPÍTULO 6: COMPOSTOS ORGÂNICOS PROTEÍNAS CAP. 7: COMPOSTOS ORGÂNICOS ÁCIDOS NUCLEICOS E VITAMINAS

CAPÍTULO 6: COMPOSTOS ORGÂNICOS PROTEÍNAS CAP. 7: COMPOSTOS ORGÂNICOS ÁCIDOS NUCLEICOS E VITAMINAS CAPÍTULO 6: COMPOSTOS ORGÂNICOS PROTEÍNAS CAP. 7: COMPOSTOS ORGÂNICOS ÁCIDOS NUCLEICOS E VITAMINAS 1. Dentre os diferentes compostos orgânicos das células temos as proteínas. Sobre estas responda: a) Cite

Leia mais

Processamento de RNA

Processamento de RNA Seminário de Bioquímica II Prof. Dr. Julio César Borges Processamento de RNA Grupo: Rodrigo Rossi de Araújo nº USP 7144403 Edvaldo Maciel Vasconcelos nº USP 7275921 Introdução Sintetizados a partir de

Leia mais

Você deve desenhar o aminoácido com o grupo amino protonado (pka > 7) e o grupo carboxílico desprotonado (pka <7).

Você deve desenhar o aminoácido com o grupo amino protonado (pka > 7) e o grupo carboxílico desprotonado (pka <7). QBQ4010 Introdução à Bioquímica Exercícios sobre sistema tampão, aminoácidos e estrutura de proteínas 1. Você estagiário de um laboratório bioquímica, recebeu a função de preparar uma solução tamponada

Leia mais

Lista de Exercícios Bioquímica de Macromoléculas - Nanotecnologia

Lista de Exercícios Bioquímica de Macromoléculas - Nanotecnologia Lista de Exercícios Bioquímica de Macromoléculas - Nanotecnologia 1 - Catecóis substituídos com longas cadeias acilas são os componentes encontrados na urtiga responsáveis pela sensação de queimadura e

Leia mais

As seguintes estruturas somente podem ser encontradas numa célula eucariótica: Pode-se dizer, corretamente, que o teor de água nos animais superiores:

As seguintes estruturas somente podem ser encontradas numa célula eucariótica: Pode-se dizer, corretamente, que o teor de água nos animais superiores: As seguintes estruturas somente podem ser encontradas numa célula eucariótica: ( ) mitocôndrias e carioteca. ( ) ribossomos e membrana plasmática ( ) mitocôndrias e parede celular ( ) membrana plasmática

Leia mais

Profº André Montillo

Profº André Montillo Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É um polímero, ou seja, uma longa cadeia de nucleotídeos. Estrutura Molecular dos Nucleotídeos: Os nucleotídeos são constituídos por 3 unidades: Bases

Leia mais

BIOQUÍMICA. Profº André Montillo

BIOQUÍMICA. Profº André Montillo BIOQUÍMICA Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É uma Molécula Orgânica que contém simultaneamente grupo funcionais amina (NH2) e carboxílico (COOH) É formado pelos seguintes Átomos: o Carbono

Leia mais

Genética Molecular. Tema 1: Genética Molecular. Prof. Leandro Parussolo

Genética Molecular. Tema 1: Genética Molecular. Prof. Leandro Parussolo Instituto Federal de Santa Catarina Câmpus Florianópolis Unidade Curricular: Biologia I Tema 1: Genética Molecular Genética Molecular Prof. Leandro Parussolo leandro.parussolo@ifsc.edu.br Genética Estuda

Leia mais

BIOLOGIA módulo 02 NÚCLEO

BIOLOGIA módulo 02 NÚCLEO NÚCLEO Este componente pode ser comparado ao cérebro humano no controle do corpo. O núcleo de uma célula, guarda a molécula chave da transmissão de informações célula para células filhas, responsável pela

Leia mais

Regulação da expressão gênica em Procariotos. John Wiley & Sons, Inc.

Regulação da expressão gênica em Procariotos. John Wiley & Sons, Inc. Regulação da expressão gênica em Procariotos Cada célula tem todos os genes, mas em um tecido apenas parte deles está ativa REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA Diferenciação celular: diferentes tipos celulares

Leia mais

Sistemas de controle da transcrição gênica. Procariotos

Sistemas de controle da transcrição gênica. Procariotos Sistemas de controle da transcrição gênica Procariotos Controle Positivo e Negativo: Há dois tipos de controle transcricional: Controle negativo: no qual uma proteína reguladora atua como um repressor

Leia mais

MULTIPLICAÇÃO VIRAL MULTIPLICATION 1 MULTIPLICAÇÃO

MULTIPLICAÇÃO VIRAL MULTIPLICATION 1 MULTIPLICAÇÃO VIRAL MULTIPLICATION 1 Esquema geral de multiplicação de vírus 2 VIRAL 1- ADSORÇÃO 2- PENETRAÇÃO 3- EXPRESSÃO GÊNICA (TRANSCRIÇÃO E TRADUÇÃO DE PROTEÍNAS) 4- REPLICAÇÃO DO GENOMA 5- MONTAGEM / MATURAÇÃO

Leia mais

Departamento de Genética Nilce M. Martinez Rossi

Departamento de Genética Nilce M. Martinez Rossi ORGANIZAÇÃO E FUNCIONALIDADE DO GENOMA HUMANO Departamento de Genética Nilce M. Martinez Rossi Fenótipo = GENÓTIPO + Ambiente O que é o genoma? Projetos Genoma Genoma: sequencia de DNA de todos os cromossomos

Leia mais

Filogenia, Evolução e o Estudo de Patógenos Virais

Filogenia, Evolução e o Estudo de Patógenos Virais Filogenia, Evolução e o Estudo de Patógenos Virais Atila Iamarino atila@usp.br http://scienceblogs.com.br/rainha/ O que é evolução molecular Integração entre biologia molecular, biologia evolutiva e genética

Leia mais

Síntese de Proteínas, Divisão Celular e Embriologia

Síntese de Proteínas, Divisão Celular e Embriologia Síntese de Proteínas, Divisão Celular e Embriologia 1. Em um segmento de cadeia ativa de DNA, que servirá de molde para a fita de RNA mensageiro, há 30 timinas e 20 guaninas. No segmento correspondente

Leia mais

Na sala de aula Materiais Didáticos Resenhas Um gene

Na sala de aula Materiais Didáticos Resenhas Um gene ISSN 1980-3540 Volume 8 N o 1 2013 Conceitos de Genética Genética e Sociedade Investigações em Ensino de Genética Na sala de aula Materiais Didáticos Resenhas Um gene MATERIAIS DIDÁTICOS Por que alguns

Leia mais

AU10. Princípios Básicos de Genética Molecular 2: Regulação da Expressão Gênica. Juliana da Silveira Schauren

AU10. Princípios Básicos de Genética Molecular 2: Regulação da Expressão Gênica. Juliana da Silveira Schauren AU10 Princípios Básicos de Genética Molecular 2: Regulação da Expressão Gênica Juliana da Silveira Schauren Doutoranda PPG-GEN julianaschauren@gmail.com Resumo Introdução: revisão transcrição e tradução

Leia mais

Aula 14 ÁCIDOS NUCLEICOS. André Luís Bacelar Silva Barreiros Marizeth Libório Barreiros. META Introduzir o aluno ao estudo dos ácidos nuleicos.

Aula 14 ÁCIDOS NUCLEICOS. André Luís Bacelar Silva Barreiros Marizeth Libório Barreiros. META Introduzir o aluno ao estudo dos ácidos nuleicos. Aula 14 ÁCIDOS NUCLEICOS META Introduzir o aluno ao estudo dos ácidos nuleicos. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: Saber definir e classificar os ácidos nulceicos. Conhecer as funções biológicas

Leia mais

FICHA DE AVALIAÇÃO DE BIOLOGIA E GEOLOGIA (Versão 1) Ano: 11º Turma: C e D Data: Duração: 100 MINUTOS. Estruturas Pedagógicas

FICHA DE AVALIAÇÃO DE BIOLOGIA E GEOLOGIA (Versão 1) Ano: 11º Turma: C e D Data: Duração: 100 MINUTOS. Estruturas Pedagógicas Estruturas Pedagógicas Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro Área disciplinar de Biologia e Geologia Ano letivo 2015/2016 FICHA DE AVALIAÇÃO DE BIOLOGIA E GEOLOGIA

Leia mais

Introdução à Bioquímica Celular

Introdução à Bioquímica Celular Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Introdução à Bioquímica Celular Prof. Msc. Macks Wendhell Gonçalves mackswendhell@gmail.com O que é Biologia Celular? É o ramo da ciência

Leia mais

Vírus - Caracterização Geral

Vírus - Caracterização Geral Noções de Vírus By Profª. Cynthia Vírus - Caracterização Geral Vírus = veneno ou fluído venenoso (Latim) Acelulares/ Partículas Infecciosas Composição química de nucleoproteínas (DNA ou RNA+Proteínas)

Leia mais

((lambda (h q) (list h (list q h) (list q q))) (quote (lambda (h q) (list h (list q h) (list q q)))) (quote quote))

((lambda (h q) (list h (list q h) (list q q))) (quote (lambda (h q) (list h (list q h) (list q q)))) (quote quote)) The depressing truth Ultimately, it all comes down to 3 facts: 1.All things eventually disappear. 2.Making copies can delay this. 3.With limited resources, what is left is that which makes good copies

Leia mais