A ABORDAGEM DO TEXTO VERBO-VISUAL EM LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO: O QUE SE ESCONDE POR TRÁS DAS LETRAS

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1 A ABORDAGEM DO TEXTO VERBO-VISUAL EM LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO: O QUE SE ESCONDE POR TRÁS DAS LETRAS Erica Poliana Nunes de Souza Cunha (UFRN) 1 Rodrigo Luiz Silva pessoa (UFRN) 2 Orientadora: Maria da Penha Casado Alves (UFRN) 3 INTRODUÇÃO Em um mundo em que as imagens e simbologias são recursos que dizem tanto quanto o verbal dos textos, faz-se necessário formar leitores que leiam não apenas a palavra, mas o texto como um todo. Dessa forma, soma-se às diversas responsabilidades da escola ser esse ambiente de aprendizagem da leitura como uma tomada de posicionamento, que indaga, refuta, compreende os enunciados que são apresentados aos alunos. Dentro desse contexto, entra o livro didático, instrumento, que junto ao professor, auxiliará no direcionamento de uma didática produtiva, significativa e competente para desenvolvimento da leitura proficiente. Mesmo já se existindo essa concepção de que os meios iconográficos significam tanto para compreensão da sociedade, a leitura do texto verbo-visual nas escolas, ainda se mostram ineficientes, visto que os alunos continuam a não achar graça das tirinhas e continuam, também, a não identificar os elementos retóricos e de apelo dos anúncios. Junto a essa problemática, desenvolvemos um questionamento que serve para nortearmos a nossa pesquisa. A atividade de leitura realizada nas escolas tem funcionado como roteiros de leitura para a identificação desse texto verbo-visual como elemento constituinte e constituidor da construção de sentido dos textos que possuem a 1 Bolsista da iniciação científica do projeto de pesquisa Gêneros discursivos: da teoria às práticas de leitura e escrita em sala de aula e membro do grupo de pesquisa Práticas Discursivas na Contemporaneidade. 2 Bolsista da iniciação científica do projeto de pesquisa A concepção de leitura e de escrita os livros didáticos de História e de Geografia e membro do grupo de pesquisa Práticas Discursivas na Contemporaneidade. 3 Professora adjunta do Departamento de Letras e do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da UFRN.

2 imagem em seus modelos composicionais, visto que os alunos quase sempre continuam a não ter uma compreensão responsiva-ativa nas atividades de leitura? É com a compreensão de que a leitura dos textos verbos-visuais têm sua importância para a vida cidadã, que nos propomos a analisar como se delineia a abordagem do livro didático quanto à leitura de gêneros discursivos que apresentam em sua forma composicional elementos visuais. Focamos, para esta pesquisa, o anúncio e a tirinha. Para efeito de análise, o corpus se constitui da coleção de livros do ensino médio que circulam nas escolas públicas de Natal/RN, aprovados pelo PNLD- Programa Nacional do Livro Didático, cujos autores são Cereja & Magalhães (2010). Para tal pesquisa, utilizamos como embasamento teórico os estudos de Bakhtin (2003) quanto à análise dialógica do discurso e ao texto verbo-visual, conforme Brait (2005), além de fazer algumas reflexões sobre o ato de leitura, segundo Freire (1982). Este trabalho é de natureza qualitativa-interpretativista e se insere na área de Linguística Aplicada e faz parte de um projeto maior intitulado Gênero Discursivo: circulação, produção e análise em sala de aula que visa a fazer uma análise dos livros didáticos de Língua Portuguesa que circulam nas escolas públicas de Natal desenvolvido por integrantes do Grupo de pesquisa Práticas discursivas na contemporaneidade. A LEITURA: INSTRUMENTO INERENTE ÀS PRÁTICAS SOCIAIS A leitura do mundo precede a leitura da palavra (FREIRE, 1982.). As palavras do grande educador brasileiro são sábias, e devemos escutá-las. Indo mais além, podemos até dizer que as duas leituras são interdependentes, dentro de uma sociedade atravessada por signos, carregados de valores sociais, os quais vão nos formando como sujeitos agentes no meio social. Literatura, outdoors, textos acadêmicos e até mesmo aquela notícia do jornal da manhã, todos esses textos necessitam da leitura para a sua compreensão. Porém quando falamos em leitura, não está sendo posta em pauta a simples decodificação, mas sim um processo mais complexo, que envolve não só o olhar para as palavras do texto, mas também para o que está à supostamente em seu entorno, bem como o que está induzindo aquele leitor a ler aquele determinado texto, em tempo e local definidos. Resumindo, a prática de leitura (assim como a de escrita) é situada, e não acontece aleatoriamente, e sim como uma construção social que vai se constituindo ao longo das vivências do

3 sujeito. Essa concepção de leitura apresentada é comum a autores como Solé e Geraldi (2006). A sua importância não está delimitada a uma área, podendo até dizer que ela é incomensurável. Ela possui efeitos como: aguçamento da sensibilidade humana, uma maior percepção das práticas sociais exercidas pelos homens, uma consciência do que está a acontecer no mundo (tomando uma posição responsiva ativa), entre outras. Quando lemos, abrimos a cabeça para novas percepções e novos olhares sobre as práticas sociais, trazendo uma experiência mais rica e nos ensinando como proceder durante as nossas vivências. A leitura de enunciados requer que o sujeito já tenha um repertório anterior deles, possibilitando a produção de outros enunciados, já que nas palavras de BAKHTIN (2003) Cada enunciado é um elo da cadeia muito complexa de outros enunciados, portanto, essa leitura é essencial para que a engrenagem da enunciação continue girando e a sociedade continue a construir conhecimentos. A afirmação que virá a seguir faz parte de um discurso genérico, cristalizado e muitas vezes até clichê, mas não nem por isso perde o seu fundo de verdade: a leitura é imprescindível para qualquer prática proficiente que se queira realizar na nossa sociedade atual. Nenhum ser humano está isento dessa prática, pois mesmo os que não são alfabetizados formalmente, sabem ler outros signos que não sejam necessariamente lingüísticos e se conduzem com desenvoltura socialmente. O foco do presente texto está na leitura de signos (verbais e visuais), considerados essenciais para que o indivíduo esteja em comunhão com as práticas sociais atuais, como já dito anteriormente. A leitura desses enunciados que chamamos de verbos-visuais se mostra tão essencial quanto a dos enunciados unicamente verbais, já que somos acompanhados por eles praticamente todos os dias. Isso pode ser exemplificado por anúncios publicitários (que encontramos em outdoors, revistas, etc) e tirinhas (encontradas em jornais e em livros didáticos, principalmente). Os suportes nos quais esses gêneros são encontrados se qualificam como frequentes, ou seja, estão muito enraizados no cotidiano, por isso, é necessário fazer alguma consideração sobre como se dá a leitura desses gêneros. LOPES-ROSSI (2010) faz algumas considerações sobre como devemos fazer a leitura do gênero denominado de anúncio publicitário (ou propaganda), a saber: [...] dois objetivos podem ser sempre propostos para a leitura da propaganda impressa: 1) Leitura atenta com o objetivo de verificar se

4 há aspectos gráficos usados como recurso (apelo) para sensibilizar o público-alvo em relação à necessidade que a propaganda se propõe a satisfazer; 2) Leitura do texto verbal com o objetivo de verificar se ele também está sendo usado como apelo para sensibilizar o público-alvo em relação à necessidade que a propaganda se propõe a satisfazer. (LOPES-ROSSI, 2010, págs. 8/9). Dentro das características da tirinha, vemos que a maneira como é ela produzida é feita com o objetivo não de apenas retratar um humor atual nem específico, mas sim tratando de uma questão que pode ser encarada como universal e atemporal, como podemos ver nas palavras de NICOLAU (2010): A tirinha tem como característica básica o fato de ser uma piada curta de um, dois, três ou até quatro quadrinhos, e geralmente envolve personagens fixos: um personagem principal em torno do qual gravitam outros. Mesmo que se trate de personagens de épocas remotas, de países diferentes ou ainda de animais, representam o que há de universal na condição humana. A estereotipia dos personagens facilita sua identificação por parte de leitores das mais diversas culturas. (NICOLAU, 2010, pág. 9). Essas considerações feitas sobre esses dois gêneros servem para ilustrar o que foi dito anteriormente, sobre o fato de que a leitura não é exclusividade apenas das palavras, mas também das imagens que nos rodeiam (aliadas às palavras ou não) e servem para confirmar o que foi dito durante o texto, sobre a pertinência da leitura na nossa sociedade. Afinal, esses gêneros permeiam o cotidiano de nossas vidas. ENUNCIAÇÃO: SITUAÇÃO DE CONCRETIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO A atividade comunicativa não acontece por meio de frases ou orações, mas, sim, por enunciados. O conjunto de signos não constrói enunciados por si sós, a concretização do enunciado só é possível se existir uma cena enunciativa, criada a partir da necessidade dos sujeitos envolvidos em determinadas situações. Segundo a teoria bakhtiniana, a construção desses enunciados compreende um estilo, conteúdo e modelo composicional, sendo eles, os elementos constituintes do gênero discursivo e essenciais para alcançar suas intenções comunicativas. Esses enunciados são elaborados intencionalmente para um outro que pode ser um participante-interlocutor direto do diálogo cotidiano ou pode ser também um outro totalmente indefinido, não concretizado, mas presumido.

5 Junto a todos os elementos constituintes do enunciado, apresentados acima, a enunciação possui papel essencial para construção da real unidade da comunicação discursiva. O tempo e o espaço da composição dos enunciados determinam o sujeito enunciador, sócio-historicamente situado, pois cada época, cada situação têm suas especificidades, ideologias e discursos que as constituem. Dessa forma, compreendemos a leitura da enunciação como elemento também de elaboração para a significação do todo discursivo. É com essa compreensão que Beth Brait (2008) conceitua enunciação. O que designarei por esse termo (enunciação) é o acontecimento constituído pelo aparecimento do enunciado. A realização de um enunciado é de fato um acontecimento histórico: é dado existência a alguma coisa que não existia antes de falar e que não existirá depois. É esta aparição momentânea que chamo enunciação (p.65) Essa conceituação nos leva a inferir que o verbo-visual, elemento indispensável do modelo composicional de alguns gêneros, não pode ser escusado para a tomada de uma compreensão responsiva, visto que este elemento passa a ser a situação enunciativa, única e irrepetível que constitui o sujeito enunciador, assim como diz Grillo (2009) em seu trabalho Enunciados verbo-visuais na divulgação Científica: A forma arquitetônica compreende a individualização do objeto estético pelo autor- criador e pelo leitor, processo que envolve valores cognitivos e éticos da vida e acabamento estético. A forma composicional realiza uma forma arquitetônica, na organização do material semiótico (verbal, iconográfico, sonoro, etc.) em um todo, do qual cada uma das partes dirige-se a um fim. (p.217) Sendo assim, compreendemos que os signos, como palavras e imagens, devem ser vistos como elementos ideológicos advindos de uma concepção individual de estilo de cada sujeito, ou seja, de composição intencional para atender suas intenções comunicativas. ANÁLISE DO CORPUS A coleção de livros dos autores Cereja & Magalhães apresenta-se com uma proposta de colocar os alunos diante de uma maior variedade de gêneros, não apenas os gêneros literários, mas também os gêneros orais e outros. Porém, os gêneros que têm mais destaque, na prática, são as tirinhas e os anúncios. Essa coleção de livros é organizada por capítulos de acordo com a sua temática, subdivididos em: capítulos destinados à literatura, à produção de texto, a aspectos de língua e à interpretação de

6 texto. Após conhecer a forma de organização dos capítulos, abaixo está delineado como os textos verbos-visuais são explorados em cada capítulo. O início dos capítulos que visa a tratar dos conteúdos formais da língua e sempre se introduz por um anúncio ou uma tirinha, denominado construindo o conceito. Esse tópico é para que o aluno, a partir da visualização do assunto que está sendo estudado, perceba como acontece o seu uso e assim possa criar hipóteses para um conceito que posteriormente será teorizado no tópico Conceituando. Abaixo está uma exemplificação com o gênero tirinha: 1 No 1º quadrinho, o gol faz uma declaração de amor. No contexto, por que a cesta de basquete acha que a declaração foi para ela? 2 Leia, em voz alta, as palavras sexta e cesta. a) Quantas sílabas tem cada uma delas? E quantas letras? b) Ao pronunciar cada uma dessas palavras, quantos sons você emite: quatro ou cinco? c) Quais são eles? d) Que letras representam o som sê /s/? 4 Na tira, o humor é criado a partir de palavras que apresentam o mesmo som, porém sentidos diferentes. Cite outras palavras ou pares de palavras da língua portuguesa cujo uso pode gerar ambiguidade, dependendo do contexto em que forem empregadas. Nas atividades de apresentação desses capítulos, observa-se apenas o trabalho do texto como objeto exemplificador do conteúdo gramatical desenvolvido, que no capítulo

7 da exemplificação acima é sobre o uso do aspecto sonoro e de escrita das palavras, não buscam fazer uma correlação discursiva com texto, apenas um trabalho abstrato de língua. Embora haja antes da tirinha o comando Leia esta tira, de Loro Verz, não houve direcionamentos que contribuíssem para uma leitura proficiente. Apenas na quarta questão, há uma explicação ao leitor de como é construído o humor na tirinha, visto que uma das intenções desse texto é provocar do riso, mas, logo depois, se pede para que o aluno retire palavras que possuem a mesma sonoridade, voltando ao trabalho dos aspectos linguísticos. Já dentro dos capítulos destinados aos aspectos de língua, Língua: uso e interação, os gêneros anúncios e tirinhas são os mais utilizados, sendo colocados na introdução do capítulo para primeira exemplificação do tema a ser tratado, para os tópicos de exercício, para os tópicos destinados a trabalhar o elemento linguístico na construção de sentido, denominado (...) na construção do texto e Semântica e interação. No capítulo de língua, mais especificamente, na seção intitulada As figuras de linguagem na construção do texto, a qual traz um anúncio publicitário a ser explorado pelas questões. Esse título sugere uma conclusão prévia (a ser confirmada ou não) de que o LD irá usar o gênero discursivo para fazer questionamentos apenas sobre o conteúdo abordado. Porém, quando analisamos o exercício como um todo, percebemos que o livro traz uma abordagem mais completa, isto é, não usa o gênero apenas como pretexto para fazer questionamentos sobre o conteúdo que está explicando, mas também considera a linguagem como prática social situada, pensando que aspectos não podem deixar de ser explorados, como podemos ver em uma das questões do exercício:

8 4. Esse anúncio foi publicado na revista Exame, especializada em negócios, economia finanças, gestão empresarial, marketing, etc. a) No lado direito da segunda parte do anúncio lê-se: Vamos abolir de vez essa vergonha. Considerando-se o público leitor dessa revista, qual é a intenção comunicativa do anunciante? b) Na sua opinião, é coerente a publicação do anúncio nesse tipo de revista? Por quê?(sic) O que se pôde notar nessas perguntas foram aspectos que exploram o gênero em si, ou seja, ele não é usado apenas como pretexto para se explicar sobre as figuras de linguagem, mas sim toma as circunstâncias de produção do enunciado como essências para o entendimento geral e a construção de sentido do texto, como nota-se quando ele pergunta a intenção comunicativa do gênero ou quando o situa em um suporte específico, por exemplo. Esse questionamento indica uma preocupação do LD em mostrar ao seu leitor que o texto que ele está vendo foi fruto de uma situação de comunicação: o autor escreveu o texto com uma determinada intenção, porque sentiu alguma necessidade, direcionando-o a um determinado público-alvo, moldando-o para as suas intenções, etc. Na letra b da questão, percebe-se que o LD questiona o estudante sobre a pertinência do gênero no suporte em que ele foi colocado, demonstrando uma preocupação com o sentido construído quando do enquadramento do texto em um determinado suporte.

9 O que se pôde notar na seção como um todo foi uma preocupação do LD tanto com o conteúdo em questão quanto na construção de sentido do gênero apresentado, tornando esse tópico do livro interessante para o professor, no sentido de que trabalhar com esse tipo de exercício é extremamente importante para a formação leitora proficiente dos seus alunos. Assim como na análise anterior, o exercício abaixo também se encontra em um capítulo de Língua: uso e reflexão. O gênero selecionado (tirinha) foi encontrado na seção do LD intitulada de Exercícios. Essa denominação deixa o leitor com a expectativa de que as questões propostas têm como fim exclusivo questionar o conteúdo abordado (para efeito de registro, o conteúdo trabalhado nesse capítulo do livro são os sons e letras da nossa língua). A expectativa criada pelo leitor é confirmada quando ele parte para a leitura do texto. Vejamos algumas questões propostas pelo livro, logo depois que ele mostra uma tirinha: 6. Identifique na tira duas palavras que contêm dígrafo. 8. Há, na tira, alguma palavra proparoxítona? Nesse caso, o LD adota uma abordagem completamente distinta da que pudemos notar na análise anterior. Quando vemos as perguntas apresentadas ao estudante, percebe-se que elas contemplam apenas os aspectos estruturais da língua, usando um gênero que pode dar muito mais informações. As questões conduzem o estudante para um pensamento limitado sobre o gênero. As tirinhas pelo seu caráter lúdico e mais atrativo são utilizadas como objeto de exemplificação de estrutura da língua, fugindo de uma perspectiva de gênero a qual ele se propõe a fazer no manual do professor. As respostas de ambos os itens apontados estão no nível da simples identificação de informações explícitas no texto, ou seja, é a simples transcrição de palavras para o caderno ou para o livro. Essa característica reforça a ideia de que o aluno deve apenas

10 identificar as palavras, sem ser levado à reflexão ou a uma abordagem efetiva da leitura dos gêneros discursivos verbo-visuais, mantendo a leitura desses gêneros na mecanização de identificação e de observação de informações já dadas. Dentro ainda dos capítulos que estão sendo analisados (Língua: uso e reflexão), existem alguns exercícios que efetivam uma leitura que pode contribuir para uma compreensão não mecanizada do gênero. O exercício se dá em um capítulo de língua intitulado texto e discurso- intertexto e interdiscurso, motivo que pode ter levado a uma abordagem mais discursiva dos elementos constituintes de um gênero, como intencionalidade, público alvo e estrutura composicional. Segue o exemplo: 3 Considerando que todo discurso envolve interlocutores e guarda uma intencionalidade, isto é, um propósito comunicativo, responda: a) Quem são os interlocutores envolvidos nesse anúncio? b) Qual a finalidade do anúncio?

11 4 O anúncio, como texto, é constituído por outro texto: o desenho que está na parte superior. Levante hipóteses: Quem supostamente fez esse desenho? Para quem? 5 Abaixo do desenho, há indicações sobre o nome da obra, o tipo de material utilizado e o nome do autor. a) Geralmente, que tipos de trabalhos são acompanhados de informações como essas? b) Que relação a frase Só um pai sabe reconhecer uma obra de arte tão bem quanto a gente tem com o desenho? 6 Para que o anúncio publicitário seja bem sucedido, é necessário que ele chame a atenção do público e conquiste sua simpatia para o produto anunciado. Para isso, os publicitários costumam fazer uso de diferentes estratégias de persuasão. a) Quais são as estratégias utilizadas pelo anúncio são boas? Por quê? b) Do seu ponto de vista, as estratégias utilizadas pelo anúncio são boas? Por quê? As questões acima possuem comandos bem direcionados que auxiliarão os alunos a identificarem os elementos constituintes do gênero discursivo para uma visão maior de seu sentido que é a persuasão dos ouvintes para adquirir o produto que está sendo oferecido. Na questão 3, o livro didático pede para que os alunos identifiquem o interlocutores e a partir dessa percepção descobrirem qual a intencionalidade do texto publicitário em foco. Já as questões 4 e 5 indagam o discente sobre os significados das imagens junto a todos os outros elementos de construção do texto, como: legendas, slogans, informações da empresa à qual o anúncio está relacionado. Nesse caso, o texto verbo-visual é bem explorado, visto que não trata o texto apenas como um conglomerado abstrato de palavras. E nesta atividade ainda, a questão 6 pede para que o aluno identifique os elementos retóricos e de apelo utilizados pelo criador do anúncio para convencer os seus ouvintes a conhecer e comprar o produto oferecido. Como é perceptível, esses gêneros aparecem quase que exclusivamente nos capítulos de língua. Os capítulos destinados à interpretação de texto não utilizam o texto verbo-visual como objeto de exploração do seu sentido, usa-se, quase que exclusivamente gêneros, apenas textos verbais para esse fim. Também não aparecem nos capítulos de literatura e de produção de texto, salvo um caso em que ele traz um capítulo específico para elaboração do anúncio. Nesse capítulo, antes de colocar a proposta de escrita do anúncio, ele traz um exercício para induzir o aluno a perceber os elementos constitutivos do anúncio, segue um desses exercícios:

12 1 O anúncio publicitário é um gênero textual que tem a finalidade de promover uma ideia, a marca de um produto ou o nome de uma empresa. Os anúncios publicitários mais conhecidos são os comerciais, que circulam na TV, no rádio, em jornais e revistas. a) O anúncio lido promove uma ideia ou a marca de um produto? b) Que produto ou ideia ele promove? c) Quem é o locutor desse anúncio, ou seja, de quem foi a iniciativa de publicar esse anúncio? Justifique sua resposta com elementos do próprio anúncio. Neste capítulo, o destino do anúncio é exclusivamente a sua compreensão no contexto real, pois o livro traz informações tanto do modelo composicional, como de conteúdo, como de objetivo nos quais eles são utilizados, esses conhecimentos adquiridos vão auxiliar na elaboração. Dessa forma, concluímos que o texto verbovisual no livro didático é apresentado apenas cumprir alguns objetivos específicos, mas nem sempre recebe o mesmo tratamento o que compromete a coerência entre o que se prega teoricamente no manual do professor e o que se realiza no livro didático.

13 CONSIDERAÇÕES FINAIS Nos Parâmetros Curriculares Nacionais há a orientação de que se deve colocar o aluno diante das diferentes situações de comunicação por meio do trabalho com gêneros discursivos, por isso, a recomendação do uso de tirinhas e anúncios. E é tentando fazer parte das novas recomendações que os livros se adequam e desenvolvem práticas que buscam atender a essas demandas. Assim como se propõe Cereja & Magalhães nesta coleção analisada no presente artigo. Os autores, no manual do professor, assumem uma concepção de gênero como instrumento que possibilita exercer uma ação linguística sobre a realidade e como um método que leva à inclusão. Os gêneros são apresentados em sua variedade, mas nem sempre com o tratamento adequado de cada um, pois os textos verbos-visuais, na maioria das vezes, são colocados como objeto de exemplificação, seja para trabalhar questões de língua, seja para trabalhar algum assunto/conteúdo e sem a abordagem que considere a especificidade de sua construção híbrida. O diferencial da coleção Português Linguagens é que, em muitos de seus exercícios, se consegue fugir desse determinismo de que o ensino de língua portuguesa restringe-se ao ensino de gramática e passa a trabalhar e buscar compreender o texto como um enunciado que faz parte do uso da comunicação real. Os textos verbos-visuais são enunciados riquíssimos para formar leitores críticos, pois sua composição é resultado de uma linguagem que mixa elementos diferentes. Os signos iconográficos junto às estratégias retóricas do anúncio, a ironia e o riso da tirinha são constituintes dos gêneros que são objetos de pesquisa deste trabalho, por isso não devem ser apresentados como exercício lúdico unicamente para as questões de gramática normativa. O gênero tirinha é apresentado no livro de forma destacada, visto que é o texto mais presente para qualquer atividade. Contudo, no geral, quase sempre ela é utilizada para os conteúdos de gramática normativa e se deixa de lado uma abordagem que considere a sua composição, temática e estilo. O gênero anúncio também é alvo dessa utilização sem fim específico, porém, assim como acontece com o gênero anterior, este também em raras exceções é trabalhado como gênero de fato, indicando e auxiliando aos alunos a identificarem seus elementos persuasivos para um público alvo em específico. Dessa forma, o livro didático objeto dessa análise, genericamente, desenvolve questões que buscam a

14 reflexão e levam o aluno a reconhecer os diferentes gêneros, por meio de uma prática que leva a indagações sobre situação, intencionalidade, público alvo e as especificidades de cada gênero, mas é inegável que ainda prepondera uma abordagem que carece de coerência com as concepções teóricas assumidas e que, supostamente, fundamentam as atividades de leitura. REFERÊNCIAS BAKHTIN, M. Estética da Criação Verbal. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, BRAIT, B.(orgs) Bakhtin: conceitos-chave. 4. ed. São Paulo: Contexto, BERTI-SANTOS, S. S. Análise do verbo-visual de textos em hipermídia: a charge. Disponível em: <http://www.fflch.usp.br/dlcv/enil/pdf/19_sonia_sueli_bs.pdf> Acesso em: 25 de março de FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 2. ed. São Paulo: Editora Cortez, GERALDI, J. W. A presença do texto na sala de aula. In: LARA, G. M. P (orgs.) Língua(gem), texto, discurso: entre a reflexão e a prática. Rio de Janeiro: Lucena; Belo Horizonte, MG: FALE, UFMG, GRILLO, S. V. C. Enunciados verbo-visuais na divulgação Científica. Disponível em: <http://www.anpoll.org.br/revista/index.php/rev/article/viewfile/149/159> Acesso em: 25 de Junho de LOPES-ROSSI, M. A. G. A formação do leitor proficiente e crítico a partir de características específicas dos gêneros discursivos. Disponível em: <http://revistas.pucsp.br/index.php/intercambio/article/viewfile/3945/2595> Acesso em: 20 de maio de NICOLAU, M. As tiras e outros gêneros jornalísticos: uma análise comparativa. Revista Eletrônica Temática, Ano VI, n. 02, fevereiro/2010. Disponível em: <http://www.insite.pro.br/2010/fevereiro/tirinhas_genero_jornalistico_nicolau.pdf> Acesso em: 15 de maio de SOLÉ, I. Estratégias de leitura. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.b

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