Biotecnologia em saúde cenários nacional e internacional

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Biotecnologia em saúde cenários nacional e internacional"

Transcrição

1 Biotecnologia em saúde cenários nacional e internacional Maria Sueli Felipe UnB e UCB Capes Membro do Comitê de Biotecnologia V Seminário - Rotas Tecnológicas em Biotecnologia Ribeirão Preto - SP

2 bioeconomia Desenvolver e incorporar no mercado produtos e processos de alto valor agregado, derivados do emprego de biotecnologias modernas, visando impulsionar o crescimento do país e o bemestar da Nação (retirado de estratégia da OECD Organization for Economic Co-operation and Development - Bioeconomia 2030)

3 PROCESSO INOVATIVO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Atores Universidades e Institutos de pesquisa (ICTs) geram o conhecimento, forma pessoal qualificado; Empresas - dependem da inovação para sua competitividade, apontar caminhos e perspectivas de oportunidades; Governo responsabilidade de facilitar, integrar e acelerar o processo inovativo, através do ajuste da legislação, dos marcos regulatórios, da participação na formação de pessoal qualificado, da participação, juntamente com o setor privado, nos investimentos, da formulação de políticas públicas. Elementos necessários para viabilizar o processo inovador: a existência de talentos e a possibilidade de desenvolvê-los; a disponibilidade de recursos para investimentos; a infra-estrutura adequada; conhecimento do mercado nacional e global.

4 Iniciativas de Inovação no mundo e no Brasil Council on Competitiveness, a National Innovation Initiative USA, em 2003; The Europe INNOVA Initiative; Canada s Innovation Strategy; Danish Initiative for Creativity and Innovation IKI da Dinamarca; The Dutch Innovation Plataform da Holanda; Knowledge Innovation Program da China; Vivasa da Austrália; National Biotechnology Development Strategy da Índia; Política Nacional de Desenvolvimento da Biotecnologia do Brasil 2007 Instituiu o Comitê de Biotecnologia

5 A Biotecnologia no Mundo EUA forte desenvolvimento do conhecimento básico nas instituições de pesquisa, o fluxo do conhecimento entre instituições de pesquisa e indústria, forte desenvolvimento do conhecimento industrial. Reino Unido grande gerador de conhecimento científico, gargalo - ausência de orientação comercial da academia, a falta de uma eficiente mobilidade dos pesquisadores entre universidades e indústria. Japão buscou conhecimento básico em Ciências da Vida em países estrangeiros alto investimento do governo no setor industrial deste país. fragilidade do sistema de inovação em biotecnologia: dependência do conhecimento básico externo, alto investimento atualmente. Alemanha evoluiu com grandes e fortes centros de desenvolvimento científico básico, através de um sistema de educação robusto e de alta qualidade, escolas politécnicas fortes focando no avanço do conhecimento para a aplicação industrial, falta incentivo para transferir avanço científico em oportunidade comercial, falta investimentos tipo venture capital, percepção pública ainda é um forte gargalo para a comercialização de produtos biotecnológicos (OGMs).

6 Austrália O setor da indústria farmacêutica e de biotecnologia é a sexta maior do mundo, falta suporte financeiro (venture capital) e pessoal qualificado O governo australiano está financiando o montante de US$ 3,5 bilhões para programas inovativos, inclusive estes recursos apóiam pequenas e médias empresas, extensivos até Índia estágio nascente, presença de empresas multinacionais, principalmente nas áreas de agricultura (sementes, aquacultura), saúde e biofarmacêutica (terapêutica, diagnóstico, vacinas). Pessoal especializado e capacitado em bioinformática e data-mining, serviços em diversas áreas da biotecnologia e grandes multinacionais estão transferindo processos de P&D para a Índia na forma de contratos, devido aos baixos custos e alta qualificação de experts O mundo é Plano (Thomas Friedman). Coréia do Sul é um relevante player global na área de biotecnologia (vacinas, antibióticos, diagnóstico e fermentação). O setor atrai recursos próprios e de investidores internacionais. Malásia possui maior biodiversidade do mundo. estágio nascente na atividade de biotecnologia, P&D concentrado na agricultura. pequeno volume de capital de risco, inibe o seu desenvolvimento, em comparação com o alto influxo de capital para a Coréia, China, Taiwan, Cingapura e Japão. A Malásia precisa tirar a vantagem de possuir uma rica diversidade em sua flora e se posicionar como um grande exportador de produtos biotecnológicos. Éo que mais se parece com o Brasil

7 Construção Institucional e suporte financeiro no Brasil Recuperando o histórico... Década treinamento RH; apoio a instituições C&T, criação da Embrapa. Programa de Biotecnologia do CNPq, SBio/PACDT Finep; Décadas ABRABI, PRONAB; Programa de Doenças Endêmicas (PIDE); Programa Genética (PIGE); PADCT; RHAE; CBAB; CTNBio ; Bio-Rio; Biominas; Centro de Biotecnologia-RS, BIOAGRO, TECPAR, (Centro de Biologia Molecular do Paraná); Final de 1990 início de 2000 Programa Plurianual do Governo Federal (PPA), Pronex, Institutos do Milênio, Programa Nacional de Biotecnologia e Recursos Genéticos, Programa Genoma Nacional; Parceria com as FAPs estaduais, Fundos Setoriais em C,T&I; Política Industrial, Tecnológica e Comércio Exterior (PITCE), PDP (PITCE 2); Fórum de Competitividade em Biotecnologia, Política Nacional de Biotecnologia (Governo Federal - MDIC, MCT, MS, MAPA, MMA), decreto presidencial (Decreto n 6.041/2007).

8 Olhar externo sobre a biotecnologia no Brasil (Global Industry Analysts, Inc. Biotechnology - A Global Outlook, San Francisco, USA, 2006). forte player global, nos segmentos de agricultura e biocombustíveis. A indústria expandiu para quase 350 empresas (aqui consideradas a de produção de equipamentos, insumos, etc..) ~70 sem isto. Lista atual em estudo...brbiotec et al... A biotecnologia está contribuindo fortemente em nível mundial no sequenciamento de genomas na área médica e de agricultura. O sequenciamento do genoma da cana-de-açúcar é um dos projetos vitais do setor de agricultura, uma vez que a região produz 25% do açúcar e etanol mundial. Os segmentos mais fortes são os de saúde animal, agricultura, alimentos (produção de grãos, aves e carne bovina) e diagnóstico médico.

9 Drug innovation Cost and development time of a new drug Time scale of new drug development. Cost evolution of new drug development. Nowadays it takes ~14 years and costs more than 1.2 billion US$.

10 Mercado global de biofármacos

11 Mercado Global de biofármacos 30 bilhões em 2001 para 100 bilhões em 2011 (3x)

12 Top 10 - categorias de biofármacos

13 Biofármacos in the pipeline 2500 estão em fase de desenvolvimento 900 em testes pré-clínicos 1600 em testes clínicos

14 Elementos necessários para inovação RH perfil Investimento Infra-estrutura Física para P&D Mercado

15 Modelo Brasileiro para C&T&I formação de RH INITIATION IN SCIENCE STRONG POST-GRADUATION PROGRAM FORMATION OF RESEARCH GROUPS INTERNATIONAL COOPERATION ACCESS TO INTERNATIONAL LITERATURE

16 Inovação Pontos fortes e fracos no Brasil... Pontos fortes: - financiamento nacional para pesquisa básica (público sim, privado??) - cooperação com instituições de pesquisa do exterior - papel do governo na difusão da tecnologia - utilização de tecnologia estrangeira Pontos fracos: - tradição nacional de educação em ciência e tecnologia - orientação para negócios nas Instituições de pesquisa - mercado de investimento de riscos - cooperação empresa-universidade - cooperação entre empresas de P&D

17 Produção Cientifica em 2007: Países mais Produtivos Standard - ESI. País Artigos Mundo % 1 EUA 297, China 89, Alemanha 75, Japão 73, Inglaterra 69, França 53, Canadá 45, Italia 43, Espanha 33, Índia 29, Austrália 29, Coreía do Sul 27, Rússia 25, Holanda 24, Brazil 19, South Africa 5, Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007). Em 2008/2009/2010: Brasil em 13 0 ~ 2.5%

18 % dos Artigos ou Patentes 2007 Presença Global em C&T Artigos científicos e Propriedade Intelectual 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% 0% UK ALEMANHA FRANÇA ITÁLIA CORÉIA DO SUL % dos artigos publicados % patentes reg. nos EUA BRASIL ISRAEL Fonte: USPTO. Acesso em: 5 novembro de 2008.

19 TALENTO Currículos adequados na graduação e pós-graduação que permitam a formação de pessoal qualificado na área técnica e de gestão e empreendedorismo.

20 Hot Jobs in Biotechnology Bioinformática Bio-produção GMP e validação Cultura de células em grande escala Engenharia de processos e escalonamento Purificação de proteínas e processos downstream (em escala) Marcos regulatórios

21 Cursos de Graduação 37 cursos de graduação em Biotecnologia 08 Engenharia Bioquímica/Bioprocessos 06 Ciências Biológicas com ênfase em Biotecnologia 23 Bacharel em Biotecnologia Níveis Bacharelado Tecnólogo A profissão aguarda regulamentação - SBBiotec

22 Biotecnologia (40 cursos 24 programas) Distribuição nacional dos Programas de Pós-graduação

23 Recomendação aos PPGs em Biotecnologia Recomendar fortemente o componente da formação tecnológica dentro de todos os programas de Pós-Graduação em Biotecnologia do País, ou seja, adicionar disciplinas de Gestão de Negócios, Empreendedorismo, Propriedade Intelectual, Patentes, Bioinformática, entre outras. Recomendar fortemente que os coordenadores, docentes (NP e colaboradores), Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa tenham a clareza de que se trata de uma área tecnológica que necessita apoio e fortalecimento da interação Universidade-Empresa. Caso contrário, o Programa de Biotecnologia poderá ser simplesmente uma repetição de outros programas das áreas de Genética, Bioquímica, Biologia Molecular, Imunologia, etc..etc.. Trabalhar um pouco a cultura da nossa academia em curto prazo, que tende a ser resistente a estas mudanças.

24 Plano de Ação Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Brasil: investimentos em P&D em relação ao PIB, por setor de financiamento, Estimativa para 2010 com: ,5 % do PIB para P&D (chegou 1,3%) 0,65 % do setor empresarial 1,60% 1,40% Total ,20% 1,00% Governo Federal Governo Estadual Setor Empresarial 0,80% Setor Empresarial 0,60% 0,40% Gov. Federal 0,20% 0,00% Gov. Estadual

25 Science, Technology & Innovation National Development 3,5 y = 0,691e 3E-05x Investimento em P&D (%PIB) 3 2,5 2 1,5 1 China India Coréia S. Coréia S., 1990 Rússia Brasil (2006) Br, 1995 Esp Japão EUA Alemanha Can Fra Reino Unido União Européia Itália ano base: 2004 países com > 30 M hab 0,5 C.S., 1976 Br, 1990 Arg Mex dados da OCDE e do MCT PIB per capita (US$)

26 INVESTIMENTO Precisa-se de Angel investors no Brasil apoiando o desenvolvimento da Biotecnologia (start-ups).

27 Financiamento Incentivos Fiscais (Lei do Bem) Subvenção Econômica Finep Incubadora de Empresas Finep Recursos não-reembolsáveis (Fundos Setoriais) PAPPE (Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas) FAP s/cnpq Editais CNPq (RHAE, CBAB, e outros) Renorbio, Bionorte, Pró-Centro-Oeste

28 INFRA ESTRUTURA Existência de pelo menos um grande centro de préclínicos no Brasil, ou 2-3 centros que se complementem, que possam atender tanto demanda nacional como internacional. Marcos regulatórios eficientes e adequados a realidade da inovação - regulação precisa de ajuste urgente para aumentar a eficiência - Anvisa, CGEN, CONEP.

29 Infra-estrutura no País Ensaios não-clínicos (bioensaios e pré-clínicos) Estruturar Rede de ensaios não-clínicos. Pré-clínicos em fase de organização. Bioensaios algumas iniciativas institucionais. Estruturar CRB Coleções de Recursos Biológicos

30 MERCADO E PERCEPÇÃO PÚBLICA Precisa-se... Ter uma população que possa ter acesso a medicamentos desenvolvidos no Brasil. Que o Brasil possa participar de forma significativa no mercado mundial. Existência de um cluster de biotecnologia funcionando ativamente no Brasil, gerando produtos e processos biotecnológicos de reconhecimento internacional. A indústria farmacêutica brasileira estar situada na big pharma mundial.

31 Empresas Nacionais querendo inovar... Entretanto, precisa-se: Atração de empresas internacionais urgente... Parcerias entre empresas nacionais e internacionais urgente.. Olhar para o mercado internacional urgente... Saúde Humana Nacionais - Cristália, União Química, Eurofarma, EMS, Aché, Fiocruz, Butantan Internacionais Roche Farma Brasil 2011 Consórcio de grandes empresas nacionais Saúde Animal Nacional Ouro Fino, União Química

32 Como avançar no Brasil em Biotecnologia na Saúde...

33 Inovação Incremental e Inovação radical Pode-se e deve-se fazer os 2 em paralelo...

34 Inovação incremental 1- Proteínas recombinantes na área de saúde humana, animal e industrial; 2- Nanobiotecnologia drug-delivery de fármacos convencionais

35 Biofármacos baseados em proteínas 130 proteínas/peptídeos foram aprovados (95 produzidas por recombinantes) Proteínas terapêuticas x small molecules Vantagens: especificidade, efeitos colaterais menores Desvantagens: custo maior, molécula complexa (requer controle de qualidade maior), delivery, estabilidade, potencialmente imunogênica) Biofármacos aprovados (2006) - 9/31 produzidos em E. coli e 17/31 em células de mamíferos

36 PORTARIA MS - Nº 1.284, DE 26 DE MAIO DE 2010 Produtos estratégicos Complexo Industrial da Saúde Biofármacos - Proteínas ou peptídeos Somatostatina Alfadornase Glucocerebrosidase Fator de crescimento insulina dependente (IGH-1) Gonadotrofina Coriônica (HCG) e sérica (PMSG) Gosserelina Hormonio Foliculo Estimulante (FSH) Insulina Leuprorrelina Somatotropina (HGH) Etanercepte Octreotida Toxina botulínica Filgrastima Interferons Glucagon Calcitonina SUS R$ 8 bilhões/ano total (inclui medicamentos e dispositivos médicos. Cerca de R$ 3 bilhões/ano com medicamentos. Cerca de R$ 1,5 bilhões/ano - biofármacos, incluindo os anticorpos monoclonais. Visa ao incremento da produção local, inovação transferência de tecnologia e mecanismos de regulação.

37 Biofármacos em desenvolvimento no Brasil

38 Anticorpos monoclonais aprovados para uso clínico Nome Molécula Alvo Doença indicada Empresa Data de Aprovação OKT3 CD3 Rejeição de Transplantes Johnson & Johnson ReoPro CA17-1ª PTCA Centocor Panorex GPIIb/IIIa Câncer coloretal Centocor 1995 Rituxan (Rituximab) CD20 Linfoma de Non-Hodgkins Biogen IDEC Zenapax (Daclizumab) IL2R Rejeição de Transplantes Protein Design Labs Simulect (Basiliximab) IL2R Rejeição de Transplantes Novartis Synagis RSV F Profilaxia de RSV MedImmune Remicade TNF-α Artrite reumatóide e doença Centocor de Crohn Herceptin (Trastuzumab) Her2/neu Metástase de câncer de Genentech mama Mylotarg (Gemtuzumab) CD33 Leucemia mielóide Wyeth Campath CD52 Leucemia linfocítica Millennium/ILEX Zevalin CD20 Linfoma de Non-Hodgkins Biogen IDEC Humira (Adalimumab) TNF-α Artrite reumatóide e doença Abbott de Crohn Xolair IgE Asma Genentech Bexxar CD20 Linfoma de Non-Hodgkins Corixa Raptiva CD11a Psoríase Genentech Erbitux EGFR Câncer coloretal Imclone Systems Avastin VEGF Câncer coloretal, renal. Genentech Tysabri Integrina A4 Doença de Crohn e MS Biogen IDEC Lucentis (Renibizumab) VEGF-A Degeneração macular Genentech Vectibix EGFR Câncer coloretal Amgen Soliris (Eculizumab) C5 Paroxysmal Alexion Pharm

39 O mercado U$ 10.3 (1994) 30.3 (2010) bilhóes

40 SUS Anticorpos monoclonais aprovados para uso clínico Nome Molécula Alvo Doença indicada Empresa Data de Aprovação OKT3 CD3 Rejeição de Transplantes Johnson & Johnson ReoPro CA17-1ª PTCA Centocor Panorex GPIIb/IIIa Câncer coloretal Centocor 1995 Rituxan (Rituximab) CD20 Linfoma de Non-Hodgkins Biogen IDEC Zenapax (Daclizumab) IL2R Rejeição de Transplantes Protein Design Labs Simulect (Basiliximab) IL2R Rejeição de Transplantes Novartis Synagis RSV F Profilaxia de RSV MedImmune Remicade TNF-α Artrite reumatóide e doença Centocor Infliximabe de Crohn Herceptin (Trastuzumab) Her2/neu Metástase de câncer de Genentech mama Mylotarg (Gemtuzumab) CD33 Leucemia mielóide Wyeth Campath CD52 Leucemia linfocítica Millennium/ILEX Zevalin CD20 Linfoma de Non-Hodgkins Biogen IDEC Humira (Adalimumab) TNF-α Artrite reumatóide e doença Abbott de Crohn Xolair IgE Asma Genentech Bexxar CD20 Linfoma de Non-Hodgkins Corixa Raptiva CD11a Psoríase Genentech Erbitux EGFR Câncer coloretal Imclone Systems Avastin VEGF Câncer coloretal, renal. Genentech Tysabri Integrina A4 Doença de Crohn e MS Biogen IDEC Lucentis (Renibizumab) VEGF-A Degeneração macular Genentech Vectibix EGFR Câncer coloretal Amgen Soliris (Eculizumab) C5 Paroxysmal hemoglobinúria Alexion Pharm

41 Anticorpos em desenvolvimento no Brasil: Anti-CD20 (Mabthera ou Rituximabe - linfoma) Anti-CD3 (OKT3 - transplante, doenças autoimunes: psoríase, diabetes) Anti-HBsAg (rejeição - transplante de fígado, hepatite B)

42 Insumos para Kits de Diagnóstico Lista SUS Maio/2010

43 Desenvolvimento de Kits de Diagnóstico Plataforma para produção de insumos para kits de diagnóstico para 4 doenças virais priorizadas pelo SUS e por empresas do setor

44 r- Proteínas multiepitopos insumos para kits de diagnóstico - genes sintéticos Hepatite B e C Core1a Core3a NS4I 1b NS3 1a NS4I 1a NS5 1b NS4II 1a NS5 1a Core 1 Core 2 Core 3 Core 4 Core 1 Core 2 Core 3 Core 4 Core 1 Core 2 Core 3 Core 4 pp150 (1) pp38 pp65 pp28 pp52 pp150 (2) E1 (a) E1 (b) E2 (a) E2 (b) Core E1 (a) E1 (b) E2 (a) E2 (b) Core

45 Nanobiotecnologia Uso de estruturas nanoestruturadas de moléculas já existentes visando aprimorar características de dose, efeitos colaterais, segurança etc..

46 Eficácia terapêutica Anfotericina B PLGA (50:50) DMSA (6dias de degradação total) Patente - PCT???? Recuperação da carga fúngica dos pulmões. PBS D-AMB Nano-D-AMB Anfotericina B livre : 1 dose/dia: 40µg em 100µl Nano-D-AMB: 1 dose a cada 3 dias: 120µg em 100µl 20% off tem o mesmo efeito Não ocorreu alteração de peso corporal significativa; Não apresentou genotoxicidade / toxicidade (teste de micronúcleos)

47 Quantificação de UFC Ambisome x Nanoanf 30 DIAS DE TRATAMENTO

48 Inovação radical

49 Saúde Humana e animal inovação radical Novas moléculas agregação de valor à biodiversidade Novas moléculas desenvolvidas a partir de dados de genoma de patógenos, doenças etc... Biologia Sintética Novos organismos geneticamente manipulados ex: artemisina (saúde humana), farneceno (derivados de petróleo) - Amyris.

50 Post-genomics and antifungal development Maria Sueli Felipe Universidade de Brasília (UnB) Universidade Católica de Brasília (UCB) Brasília DF Brazil

51 Drug Development Strategy using genome data Genome Gene Protein HTS Hit Candidate Drug Genomics Bioinformatics 1D Filtering Target properties Function orthology Comparative approach Structural Bioinformatics 2D Filtering MM x LogP (Ka) Molecular topology (3D and/or molecular moddeling) Chemoinformatics Structure-based Drug Design 3D Filtering virtual screening compounds-database Docking MW Da Lipinsky rules

52 Antifungals available Polyene (Amphotericin B e Nystatin) -. The polyenes bind to ergosterol in the fungal cell membrane; - Forming a transmembrane channel that leads to monovalent ion leakage Flucytosine (5-fluorocytosine) Inhibits fungal DNA synthesis and RNA alteration Echinocandin (Caspofungin, Anidulafungin, Micafungin) - (1,3)- b-d-glucan syntase inhibition; - Cell wall Imidazole - Ketoconazole - Clotrimazole - Miconazole Triazoles - Fluconazole - Itraconazole - Voriconazole - Posaconazole Alilamines, Terbinafine Azasterols Ergosterol Biosynthesis Azoles Mevalonate Squalene 2,3-oxide-squalene Squalene epoxidase Mevalonate Pathway Isoprenoid Pathway AZA-1, AZA-2 e AZA-3* No commercial Cholesterol

53 Gene target identification Direct demonstration gene essentiality: A. fumigatus conditional promoter replacement (CPR) Roemer, et al Molecular Microbiology, 50: C. albicans gene replacement and conditional expression (GRACE) Hu et al PLoS pathogens, 3:e24 55 essential genes + 2 genes (kre2, erg6 considered as drug targets (Felipe et al, JBC 2005) 57 orthologous genes A. fumigatus B. dermatitidis C. albicans C. immitis C. neoformans H. capsulatum P. lutzii P. brasiliensis (Pb18 and Pb3)

54 7 Criteria to select the potential targets used by our group To be essential or relevant for pathogen survival into the host; Present in all or most pathogens, allowing broad spectrum action; Absent in the human genome, no side effects expected; be preferentially an enzyme and have the potential for assayability; not to be auxotrophic, avoiding host provision of the necessary substrate for the blocked pathway; Cellular localization potentially accessible to the drug activity; Preferentially to have 3D structure in PDB (crystals). Applying these criteria, four potential drug targets were identified: trr1, rim8, kre2 and erg6 genes. Only trr1 and rim8 are essential genes, but kre2 and erg6 are involved in cell viability and survival within the host. In addition, those genes were also identified as potential drug targets in P. lutzii isolate Pb01 transcriptome, as described by Felipe et al., 2003, 2005.

55 Four target genes selected to next steps (Abadio et al, BMC Genomics, 2011) Essentials genes trr1 Encodes thioredoxin reductase; key regulatory enzyme that determines the redox state of the system, located in the cytoplasma. Cryptococcus neoformans trr1 mutants are not viable. rim8 Encodes a protein involved in the proteolytic activation of a transcriptional factor in response to ph signaling pathway sensing the fungal environment, located near the plasma membrane. Non-essential genes but relevant for fungal survival in the host erg6 Encodes delta(24)-sterol C-methyltransferase enzyme; located in the endoplasmic reticulum, converts lanosterol to eburicol in the ergosterol biosynthetic pathway by methylation of C-24 position. kre2 Encodes α-1,2-mannosyltransferase enzyme; located in the Golgi complex, adds mannosyl residues to many targets. kre2 mutants present reduction in pathogen adhesion to the host that substantially affect its virulence.

56 Molecular Modeling and Virtual Screening Trr1 (P. lutzii) - Models 3ITJ (S. cerevisiae) and 1VDC (A. thaliana) Kre2 (P. lutzii) - Model 1S4N (S. cerevisiae) Rim8 and Erg6 have no PDB crystal structures with enough identity for modeling. The recombinant proteins are going to be crystalized and 3D structures solved.

57 Virtual Screening for Drug Prospecting Lipinski s rules drug-like properties Chemolibraries Structure Screening 3D generation Ligand database Ligand preparation Hits Protein targets Target Docking Energy minimization Molecular Dynamic sampling Beautrait et al., J. Mol. Model. 2008

58 Conformational Structures Trr1 Abadio et al., in preparation Conformationa l structure RMS D 1 (green) (pink) (yellow) (orange) 0.000

59 Conformational Structures - Kre2 Abadio et al., in preparation Conformation al structure RMS D 1 (green) (pink) (yellow) (orange) 0.000

60 Ligand Selection in Databases Chemical compounds database Chimiothèque Nationale French (total of molecules) Life Chemicals Canadian (total of molecules) Pre-selection was based in the drug-like properties (Lipinsk s rules) Molecular weight <500 Da H-bonds donors <5 Acceptor H-bonds <10 logp <5 (coefficient partition octanol/water) - liposolubility Pre-selected molecules total of comercially available (Chimiothèque Nationale) (Life Chemicals ) Abadio et al., in preparation

61 Selected molecules with the bests scores assays in progress Trr1 Chimiothèque Nationale: 8 molecules Life Chemicals: 12 molecules Total of potential small molecules: 20 Kre2 Chimiothèque Nationale: 17 molecules Life Chemicals: 17 molecules Total of potential small molecules: 34 Abadio et al., in preparation

62 Examples of molecules that Interact with Trr1 Model Chimiothéque Nationale Life Chemicals Abadio et al., in preparation

63 Examples of molecules that Interact with Kre2 Model Chimiothéque Nationale Life Chemicals Abadio et al., in preparation

64 Acknowledgments Universidade of Brasília DF (Biomol, Patomol, Rede Nano) Universidade Católica de Brasilia DF Embrapa Cenargen Brasilia DF Colaboradores Institucionais USP- RP Faculdade de Farmácia (Nano) Loria França (novos drogas small molecules) Empresas privadas e públicas Recursos Genéticos e Biotecnologia

65 Obrigada!!!

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Visão Atual e 2021 3º CB APL 29 de novembro de 2007. Brasília - DF 1 CONTEXTO Fórum de Competitividade de Biotecnologia: Política de Desenvolvimento da

Leia mais

Inovação no Brasil nos próximos dez anos

Inovação no Brasil nos próximos dez anos Inovação no Brasil nos próximos dez anos XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas XVIII Workshop ANPROTEC Rodrigo Teixeira 22 de setembro de 2010 30/9/2010 1 1 Inovação e

Leia mais

A Tríplice Hélice Universidade, Empresa e Governo em ação.

A Tríplice Hélice Universidade, Empresa e Governo em ação. A Tríplice Hélice Universidade, Empresa e Governo em ação. Fernando Kreutz, M.D./Ph.D. Diretor-Presidente FK-Biotecnologia S.A. Professor Faculdade de Farmácia da PUCRS Pesquisador CNPq Conselheiro Anprotec

Leia mais

GECIV - Grupo Executivo do Complexo Industrial das Ciências da Vida Do Estado do Rio de Janeiro

GECIV - Grupo Executivo do Complexo Industrial das Ciências da Vida Do Estado do Rio de Janeiro GECIV - Grupo Executivo do Complexo Industrial das Ciências da Vida Do Estado do Rio de Janeiro Augusto Raupp Subsecretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação Política para Desenvolvimento Biotecnológico

Leia mais

PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA

PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA Programas mobilizadores em áreas estratégicas PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA Legenda: Branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho =

Leia mais

MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO

MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO Ambiente de Inovação em Saúde EVENTO BRITCHAM LUIZ ARNALDO SZUTAN Diretor do Curso de Medicina Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo SOCIEDADES CONHECIMENTO

Leia mais

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Empresas Participantes do CRI Multinacionais Instituições

Leia mais

Ciência, Tecnologia e Indústria para um novo Brasil

Ciência, Tecnologia e Indústria para um novo Brasil ANAIS DA 65ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC RECIFE, PE JULHO/2013 Ciência, Tecnologia e Indústria para um novo Brasil Glauco Arbix Somente a inovação será capaz de reverter o quadro de estagnação da economia brasileira,

Leia mais

Pesquisa Clínica Intercâmbio de Conhecimento e Fator Gerador de Riquezas. Dr. Mário Bochembuzio Merck Sharp Dohme

Pesquisa Clínica Intercâmbio de Conhecimento e Fator Gerador de Riquezas. Dr. Mário Bochembuzio Merck Sharp Dohme Pesquisa Clínica Intercâmbio de Conhecimento e Fator Gerador de Riquezas Dr. Mário Bochembuzio Merck Sharp Dohme Agenda Cadeia de valor e inovação em saúde Desafios e oportunidades Investimentos em P &

Leia mais

Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional. Plano de Ação 2007-2010. Comissão de C&T&I&C&I Senado Federal 17 de abril de 2008

Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional. Plano de Ação 2007-2010. Comissão de C&T&I&C&I Senado Federal 17 de abril de 2008 Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Plano de Ação 2007-2010 Comissão de C&T&I&C&I Senado Federal 17 de abril de 2008 Política de Estado Configuração da Política Gestão Compartilhada

Leia mais

Inovação em fármacos no Brasil. Alexander Triebnigg, Presidente do Conselho da Febrafarma São Paulo, 28 de maio de 2009

Inovação em fármacos no Brasil. Alexander Triebnigg, Presidente do Conselho da Febrafarma São Paulo, 28 de maio de 2009 Inovação em fármacos no Brasil Alexander Triebnigg, Presidente do Conselho da Febrafarma São Paulo, 28 de maio de 2009 Inovação é consenso no Brasil Indústria farmacêutica brasileira investe de forma crescente

Leia mais

Me. GIOVANA F. PUJOL giopujol@windowslive.com

Me. GIOVANA F. PUJOL giopujol@windowslive.com Me. GIOVANA F. PUJOL giopujol@windowslive.com BRASIL - TERRITÓRIO, POPULAÇÃO E ECONOMIA: COMBINAÇÃO VITORIOSA Indonésia Área População > 4 milhões km 2 > 100 milhões Nigéria Canadá Rússia EUA Brasil China

Leia mais

Inovação em Oncologia no Brasil. Jose Fernando Perez Diretor Presidente

Inovação em Oncologia no Brasil. Jose Fernando Perez Diretor Presidente Inovação em Oncologia no Brasil Jose Fernando Perez Diretor Presidente 1 Anticorpos Monoclonais e Peptídeos para Tratamento do Câncer Recepta Biopharma é uma empresa de biotecnologia dedicada a P&D para

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

Ciências da Vida x MPE:

Ciências da Vida x MPE: Ciências da Vida x MPE: Oportunidades e desafios Fernando Kreutz, M.D./Ph.D. Diretor-Presidente FK-Biotec Professor Faculdade de Farmácia da PUCRS Pesquisador CNPq DT IB Conselheiro Anprotec Empreendedor

Leia mais

Perfil da Produção Científica Brasileira. Marco Antonio Zago Pro-Reitor de Pesquisa USP

Perfil da Produção Científica Brasileira. Marco Antonio Zago Pro-Reitor de Pesquisa USP Perfil da Produção Científica Brasileira Marco Antonio Zago Pro-Reitor de Pesquisa USP FAPESP Junho 2011 Tendência Geral Crescimento Heterogêneo Valor Relativo (1996 = 1) Universidade de São Paulo 4 Crescimento

Leia mais

VII Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia. Angela Uller

VII Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia. Angela Uller VII Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia Angela Uller P&D Invenção Saber C&T Descoberta Conhecimento Um dos maiores problemas para se tratar da Inovação, seja para o estabelecimento

Leia mais

Políticas de Propriedade

Políticas de Propriedade Políticas de Propriedade Intelectual Rubens de Oliveira Martins SETEC/MCT Ministério da Ciência e Tecnologia Propriedade Intelectual Conceito: sistema de proteção que gera direito de propriedade ou exclusividade

Leia mais

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Define a assistência

Leia mais

Agenda de Políticas para Inovação. Brasília, 14 de fevereiro de 2013

Agenda de Políticas para Inovação. Brasília, 14 de fevereiro de 2013 Agenda de Políticas para Inovação Brasília, 14 de fevereiro de 2013 Recursos Humanos para Inovação Horácio Lafer Piva - Klabin A Agenda Promover uma mudança no ensino brasileiro com direcionamento claro

Leia mais

FINEP Financiadora de Estudos e Projetos

FINEP Financiadora de Estudos e Projetos FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Financiamento para Inovação em Saúde Seminário sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde Política Industrial para o Complexo

Leia mais

Como se insere a Farmacologia?

Como se insere a Farmacologia? Seminário sobre Formação de RH para CT&I: A Formação em Farmácia - Perspectivas e necessidades na área de Medicamentos Novas Drogas e Patentes Como se insere a Farmacologia? Giles Alexander Rae (UFSC)

Leia mais

Desafios da Inovação no Brasil

Desafios da Inovação no Brasil Jornada pela Inovação Audiência Pública Comissão de Ciência e Tecnologia Senado Federal Desafios da Inovação no Brasil Glauco Arbix Finep Brasília, 25 de maio de 2011 FINEP Empresa pública federal, não

Leia mais

"As Ciências da Vida no Brasil e as Oportunidades de Integração no Mercosul"

As Ciências da Vida no Brasil e as Oportunidades de Integração no Mercosul Ministério da Saúde Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos "As Ciências da Vida no Brasil e as Oportunidades de Integração no Mercosul" KELLEN SANTOS REZENDE Diretora Substituta do Departamento

Leia mais

O ECOSSISTEMA DA INDÚSTRIA SUÍÇA UMA PLATAFORMA DE NEGOCIOS

O ECOSSISTEMA DA INDÚSTRIA SUÍÇA UMA PLATAFORMA DE NEGOCIOS O ECOSSISTEMA DA INDÚSTRIA SUÍÇA UMA PLATAFORMA DE NEGOCIOS O que você sabe sobre a Suíça? Roger Federer Chocolates Relógios de luxo 2 O que você também deve saber Hotspot para Pesquisa e Desenvolvimento

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO SANDUÍCHE E PÓS-DOUTORAL NO ENSINO DA PÓS-GRADUAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO SANDUÍCHE E PÓS-DOUTORAL NO ENSINO DA PÓS-GRADUAÇÃO A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO SANDUÍCHE E PÓS-DOUTORAL NO ENSINO DA PÓS-GRADUAÇÃO Isabela Almeida Pordeus Novembro 2009 A Pós-Graduação em Odontologia Evolução dos Programas: Odontologia Evolução do Programas

Leia mais

Instituto de Engenharia

Instituto de Engenharia Instituto de Engenharia Os Caminhos da Engenharia Brasileira A Engenharia como Principal Vetor para a Inovação e Competitividade Benedito G. Aguiar Neto Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Introdução

Leia mais

DA AGENDA CONSTRUÇÃO EMPRESA GOVERNO. Participação da sociedade ACADEMIA. Três Workshops. Consultores especializados

DA AGENDA CONSTRUÇÃO EMPRESA GOVERNO. Participação da sociedade ACADEMIA. Três Workshops. Consultores especializados Participação da sociedade CONSTRUÇÃO DA AGENDA Três Workshops Consultores especializados Colaboradores e revisores internos e externos Pesquisa de campo EMPRESA ACADEMIA GOVERNO AGENDA DE BIOECONOMIA:

Leia mais

A FAPEMIG E AS LEIS DE INOVAÇÃO : AÇÃO EFETIVA. Paulo Kleber Duarte Pereira Diretor da FAPEMIG

A FAPEMIG E AS LEIS DE INOVAÇÃO : AÇÃO EFETIVA. Paulo Kleber Duarte Pereira Diretor da FAPEMIG A FAPEMIG E AS LEIS DE INOVAÇÃO : AÇÃO EFETIVA Paulo Kleber Duarte Pereira Diretor da FAPEMIG À margem das dificuldades macro econômicas das últimas décadas, a Inovação Tecnológica no Brasil não se processou

Leia mais

Ciência, Tecnologia e Inovação: Mecanismos de Transformação e Fortalecimento da Indústria de Defesa Nacional

Ciência, Tecnologia e Inovação: Mecanismos de Transformação e Fortalecimento da Indústria de Defesa Nacional Ciência, Tecnologia e Inovação: Mecanismos de Transformação e Fortalecimento da Indústria de Defesa Nacional Satoshi Yokota I Seminário Internacional Livro Branco de Defesa Nacional Transformação da Defesa

Leia mais

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE AUMENTAR O INVESTIMENTO PRIVADO EM P&D ------------------------------------------------------- 3 1. O QUE É A PDP? ----------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

O Papel da FINEP como Fomentadora de Projetos de Inovação Tecnológica EDGARD ROCCA Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa AITP

O Papel da FINEP como Fomentadora de Projetos de Inovação Tecnológica EDGARD ROCCA Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa AITP O Papel da FINEP como Fomentadora de Projetos de Inovação Tecnológica EDGARD ROCCA Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa AITP erocca@finep.gov.br Tel: 21 2555-0641 Financiadora de Estudos e Projetos

Leia mais

Ambiente de Inovação. Biotecnologia. Micro e Pequenas Empresas

Ambiente de Inovação. Biotecnologia. Micro e Pequenas Empresas P&D e Inovação para Micro e Pequena Empresas do Estado do Rio de Janeiro: Como criar um ambiente de inovação nas empresas Estudo Setorial de Biotecnologia Prof a Adelaide Antunes Escola de Química da UFRJ

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

FINEP. Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação. Seminário Complexo Industrial da Saúde

FINEP. Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação. Seminário Complexo Industrial da Saúde FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Seminário Complexo Industrial da Saúde Painel 3: Estímulo à Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento São Paulo SP 01.03.2010 Sobre a

Leia mais

Economia da Saúde: a inovação e seu impacto no Sistema de Saúde. Erika Aragâo Fiocruz BA e UFBA

Economia da Saúde: a inovação e seu impacto no Sistema de Saúde. Erika Aragâo Fiocruz BA e UFBA Economia da Saúde: a inovação e seu impacto no Sistema de Saúde Erika Aragâo Fiocruz BA e UFBA Ciência: "Refere-se a um sistema de aquisição de conhecimento. Tradicionalmente relacionado a observação e

Leia mais

XXVII Reunião Anual da FeSBE Raquel Coêlho Coordenação Geral do Programa de Pesquisa em Saúde

XXVII Reunião Anual da FeSBE Raquel Coêlho Coordenação Geral do Programa de Pesquisa em Saúde Fomento à ciência, tecnologia e inovação na saúde e ciências biomédicas. XXVII Reunião Anual da FeSBE Raquel Coêlho Coordenação Geral do Programa de Pesquisa em Saúde Visão de Futuro do CNPq Ser uma instituição

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Pesquisa deve resultar em inovação tecnológica Projeto desenvolvido em instituição de pesquisa Contrapartida real da empresa parceira: entre 30% e

Pesquisa deve resultar em inovação tecnológica Projeto desenvolvido em instituição de pesquisa Contrapartida real da empresa parceira: entre 30% e ,129$d 2 3$5&(5,$61$ (&2120,$'2 &21+(&,0(172 3DUFHULDSDUD,QRYDomR7HFQROyJLFD 3,7(3DUFHULDSDUD,QRYDomR 7HFQROyJLFD 3,3(,QRYDomR7HFQROyJLFD HP3HTXHQDV(PSUHVDV &(3,'V &(3,'V&HQWURVGH3HVTXLVD,QRYDomRH'LIXVmR

Leia mais

Marco Regulatório e Planos de Governo

Marco Regulatório e Planos de Governo Marco Regulatório e Planos de Governo 1999: Criação dos Fundos setoriais 2004: Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) 2004: Lei da Inovação Nova Lei de Informática Lei de criação

Leia mais

Desafios para o desenvolvimento da Tecnologia de Informação e Automação

Desafios para o desenvolvimento da Tecnologia de Informação e Automação Associação de empresas do setor eletroeletrônico de base tecnológica nacional Desafios para o desenvolvimento da Tecnologia de Informação e Automação P&D Brasil - Quem somos Associação de empresas do setor

Leia mais

XCIX Reunião Ordinária Andifes

XCIX Reunião Ordinária Andifes XCIX Reunião Ordinária Andifes Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia Brasília, 24 de março de 2011 O Desenvolvimento Brasileiro: Perspectiva Histórica Taxas Médias do Crescimento

Leia mais

1º Congresso da Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde - I CIMES Painel: Fomento, Preços, Compras e Encomendas

1º Congresso da Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde - I CIMES Painel: Fomento, Preços, Compras e Encomendas 1º Congresso da Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde - I CIMES Painel: Fomento, Preços, Compras e Encomendas São Paulo, 10 de abril de 2012 Ranking Produção científica & Inovação Produção Científica

Leia mais

SEMINÁRIO ANDIFES. Ana Gabas Assessora do Ministro Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MCTI

SEMINÁRIO ANDIFES. Ana Gabas Assessora do Ministro Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MCTI SEMINÁRIO ANDIFES Ana Gabas Assessora do Ministro Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MCTI Brasília, 13 de março de 2012 Percentual do PIB aplicado em C,T&I Comparação Internacional Fontes: Main

Leia mais

PANORAMA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

PANORAMA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS LABORATÓRIO DE TECNOLOGIA DOS MEDICAMENTOS PANORAMA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Prof. Pedro Rolim PANORAMA

Leia mais

FINEP Financiadora de Estudos e Projetos

FINEP Financiadora de Estudos e Projetos FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Estratégias de Inovação A Nova Estratégia Internacional do Brasil: Investimentos, Serviços e Inovação na Agenda Externa São Paulo,

Leia mais

FINEP Financiadora de Estudos e Projetos

FINEP Financiadora de Estudos e Projetos FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto do Mercado de Carbono no Brasil Rio de Janeiro RJ, 09 de novembro de 2010 FINEP

Leia mais

Audiência Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) Senado Federal

Audiência Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) Senado Federal Audiência Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) Senado Federal Brasília 22 de março o de 2009 Inovação Chave para a competitividade das empresas e o desenvolvimento do país Determinante para o aumento

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOTECNOLOGIA

CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOTECNOLOGIA CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOTECNOLOGIA Departamento de Biotecnologia, Genética e Biologia Celular Centro de Ciências Biológicas Universidade Estadual de Maringá Coordenador: Prof. Dr. João Alencar Pamphile

Leia mais

Apresentação da Proposta de Trabalho aos ICTs e as Empresas

Apresentação da Proposta de Trabalho aos ICTs e as Empresas Apresentação da Proposta de Trabalho aos ICTs e as Empresas 29 abril 2014 Fundamentação Lei da Inovação Nº 10.973, 02 Dez 2004 Regulamentada pelo Decreto Nº 5.563, 11 Out 2005 Artigo 20, do Decreto Nº

Leia mais

Instituição privada dedicada a promover negócios em ciências da vida no Brasil

Instituição privada dedicada a promover negócios em ciências da vida no Brasil Instituição privada dedicada a promover negócios em ciências da vida no Brasil Biominas Brasil tem 21 anos de experiência na criação e desenvolvimento de empresas de ciências da vida. A Biominas Brasil

Leia mais

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Ronaldo Mota Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Comissão Especial Pré-Sal / Fundo Social Câmara dos Deputados 6 de

Leia mais

Profº Rodrigo Legrazie

Profº Rodrigo Legrazie Profº Rodrigo Legrazie Tecnologia Conceito: é a área que estuda, investiga as técnicas utilizadas em diversas áreas de produção Teoria geral e estudos especializados sobre procedimentos, instrumentos e

Leia mais

Perspectivas para o setor de TI. BM&F Bovespa. 26 de junho de 2013 BRASSCOM

Perspectivas para o setor de TI. BM&F Bovespa. 26 de junho de 2013 BRASSCOM Perspectivas para o setor de TI BM&F Bovespa 26 de junho de 2013 BRASSCOM Associados BRASSCOM 1 Mercado Mundial de TI Crescimento Mercado TI BRASIL (2012/2011) 10,8% Crescimento Mercado TI Mundo (2012/2011)

Leia mais

PARCERIA COM FAPESP PARA CRIAÇÃO DO CAT-CEPID

PARCERIA COM FAPESP PARA CRIAÇÃO DO CAT-CEPID O QUE É O COINFAR? É uma ação coordenada entre as empresas Biolab Sanus, Biosintética (Aché) e União Química para investimentos em projetos tecnológicos, principalmente aqueles derivados das universidades

Leia mais

Financiadora de Estudos e Projetos

Financiadora de Estudos e Projetos Financiadora de Estudos e Projetos Cenário da Metrologia Nacional: Demandas e Oportunidades Carlos A. M. Couto Superintendente da ATED Área dos Institutos de Pesquisa Tecnológica. Rio de Janeiro, 17 de

Leia mais

Pós Graduação Brasileira: Impacto e Perspectivas

Pós Graduação Brasileira: Impacto e Perspectivas Pós Graduação Brasileira: Impacto e Perspectivas Milca Severino Pereira Pró-Reitora de Pós Graduação e Pesquisa PUC Goiás Isac Almeida de Medeiros Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade Federal

Leia mais

Inovação como Agenda Estratégica nas Políticas do MCT

Inovação como Agenda Estratégica nas Políticas do MCT Inovação como Agenda Estratégica nas Políticas do MCT Inovação: motor da competitividade e do desenvolvimento sustentado O investimento bem sucedido em inovação: Aumenta produtividade e cria novos produtos:

Leia mais

Plano Brasil Maior 2011/2014

Plano Brasil Maior 2011/2014 Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Agenda Tecnológica Setorial ATS 18 de junho de 2013 Sumário PBM e CIS Objetivo da ATS Focos das ATS Roteiro Metodologia para Seleção

Leia mais

Painel B3: Transferência de Tecnologia

Painel B3: Transferência de Tecnologia Painel B3: Transferência de Tecnologia fatores de risco e de sucesso Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Pró-Inova

Leia mais

e Indústria de classe mundial Plenária Políticas de fomento, uso do poder de compras, e encomendas: perspectivas diante do cenário econômico atual

e Indústria de classe mundial Plenária Políticas de fomento, uso do poder de compras, e encomendas: perspectivas diante do cenário econômico atual Estado e Indústria de classe mundial Plenária Políticas de fomento, uso do poder de compras, e encomendas: perspectivas diante do cenário econômico atual Desempenho Conjuntural da Indústria Participação

Leia mais

Marco Legal da Inovação. Igor Cortez - CNI

Marco Legal da Inovação. Igor Cortez - CNI Marco Legal da Inovação Igor Cortez - CNI Australia Austria Belgica Canada Dinamarca Finlândia França Alemanha Irlanda Itália Japão Coreia do Sul Holanda Nova Zelândia Espanha Suécia Suíca Reino Unido

Leia mais

PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO

PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO SUMÁRIO EXECUTIVO O Parque Tecnológico de Ribeirão Preto é um empreendimento imobiliário e tecnológico com características especificamente projetadas, incluindo serviços

Leia mais

Biofármacos: desenvolvimento atual

Biofármacos: desenvolvimento atual Biofármacos: desenvolvimento atual Leda R. Castilho Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) COPPE Programa de Engenharia Química Laboratório de Engenharia de Cultivos Celulares (LECC) Produtos biotecnológicos

Leia mais

Diretrizes Estratégicas para o Fundo Setorial de Biotecnologia. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação

Diretrizes Estratégicas para o Fundo Setorial de Biotecnologia. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação CTBiotecnologia Secretaria Técnica do Fundo Setorial de Biotecnologia Diretrizes Estratégicas para o Fundo Setorial de Biotecnologia Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação

Leia mais

LINHAS DE PESQUISA EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

LINHAS DE PESQUISA EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO LINHAS DE PESQUISA EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Nos países desenvolvidos e, em menor grau, nos países em desenvolvimento, assiste-se ao surgimento de padrões tecno-econômicos onde os resultados

Leia mais

ABES VII Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental

ABES VII Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental ABES VII Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental Painel: Qualidade Ambiental e a Capacitação de Recursos Humanos O Papel da Universidade na Inovação e na Capacitação de Recursos Humanos Jorge Audy

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Desafios da Inovação no Brasil Rafael Lucchesi Rafael Lucchesi 25/05/2011 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial em

Leia mais

Apresentação Institucional. Instrumentos de apoio. Evolução dos recursos. Apresentação de propostas

Apresentação Institucional. Instrumentos de apoio. Evolução dos recursos. Apresentação de propostas FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação da Finep São Paulo, 28/04/2009 O desenvolvimento das economias modernas demonstra o papel fundamental que, nesse processo, compete

Leia mais

Pesquisa. 40 INCA Relatório Anual 2005 Pesquisa

Pesquisa. 40 INCA Relatório Anual 2005 Pesquisa Pesquisa A pesquisa no INCA compreende atividades de produção do conhecimento científico, melhoria dos procedimentos diagnósticos e terapêuticos do câncer e formação de recursos humanos em pesquisa oncológica.

Leia mais

Sessão Técnica C 3 : Monitoramento, Prospecção Tecnológica e Inteligência Competitiva de Medicamentos

Sessão Técnica C 3 : Monitoramento, Prospecção Tecnológica e Inteligência Competitiva de Medicamentos Sessão Técnica C 3 : Monitoramento, Prospecção Tecnológica e Inteligência Competitiva de Medicamentos Aspectos sobre inteligência tecnológica no desenvolvimento de medicamentos 16 de setembro de 2009 Estratégias

Leia mais

Treinar até 101.000 estudantes e pesquisadores brasileiros nas melhores universidades do mundo em áreas vinculadas à Tecnologia Ciência e Inovação.

Treinar até 101.000 estudantes e pesquisadores brasileiros nas melhores universidades do mundo em áreas vinculadas à Tecnologia Ciência e Inovação. UM PROGRAMA ESPECIAL DE MOBILIDADE INTERNACIONAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA e INOVAÇÃO Objetivos Treinar até 101.000 estudantes e pesquisadores brasileiros nas melhores universidades do mundo em áreas vinculadas

Leia mais

FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM BIOTECNOLOGIA

FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM BIOTECNOLOGIA FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM BIOTECNOLOGIA J O Ã O M A S S U D F I L H O P R E S I D E N T E, S B M F C O O R D E N A D O R D O C U R S O D E M F / U N I F E S P C E O, T R I A L S C O N S U L T I N

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS GERENCIAIS. Atividade Integrada. Administração Estratégica. Curso de Administração

UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS GERENCIAIS. Atividade Integrada. Administração Estratégica. Curso de Administração UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO UNIVERSIDADE DEPARTAMENTO NOVE DE CIÊNCIAS DE JULHO GERENCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS GERENCIAIS Atividade Integrada Administração Estratégica. Curso de Administração São Paulo

Leia mais

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA 1- FORTALECER O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI, NA CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS AVANÇADAS; 2- CRIAR EMPREGOS QUALIFICADOS NO PAÍS; 3- CRIAR E FORTALECER EMPRESAS

Leia mais

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 O que é um produto inovador? Dois caminhos para oferecer melhores medicamentos aos

Leia mais

Programa Complexo Industrial da Saúde

Programa Complexo Industrial da Saúde Programa Complexo Industrial da Saúde Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Setembro/2009 Gestor: Reinaldo Guimarães Cargo: Secretário de Ciência, Tecnologia

Leia mais

FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação

FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Fomento à Inovação no Brasil Desenvolvimento e Sustentabilidade ALIDE Fortaleza, maio 2010 FINEP Empresa pública federal, vinculada

Leia mais

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE A COOPERAÇÃO EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO ENTRE OS GOVERNOS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, FEDERAÇÃO DA RÚSSIA, REPÚBLICA DA ÍNDIA, REPÚBLICA POPULAR DA CHINA E

Leia mais

LIFE SCIENCES NO BRASIL

LIFE SCIENCES NO BRASIL LIFE SCIENCES NO BRASIL L IFE S CIENCES NO B R A presença da iniciativa privada no setor da saúde é cada vez mais relevante para a indústria de medicamentos e para as áreas de assistência à saúde, serviços

Leia mais

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo São Paulo, agosto de 2012 Introdução 1 Contexto Econômico Internacional;

Leia mais

PAINEL2: IMPORTÂNCIA DOSPARQUES TECNOLÓGICOS EINCUBADORAS PARA

PAINEL2: IMPORTÂNCIA DOSPARQUES TECNOLÓGICOS EINCUBADORAS PARA PAINEL2: IMPORTÂNCIA DOSPARQUES TECNOLÓGICOS EINCUBADORAS PARA ODESENVOLVIMENTOREGIONAL FÓRUMNACIONALCONSECTI PALMAS 31.03.2011 O modelo para promoção do empreendedorismo (inovador) em apoio ao desenvolvimento

Leia mais

Brasil é reconhecido por...

Brasil é reconhecido por... Brasil é reconhecido por... Fonte: Pesquisa Industrial Anual (IBGE); Sistema Alice (MDIC); Elaboração própria Fonte: Pesquisa Industrial Anual (IBGE); Sistema Alice (MDIC); Elaboração própria Fonte: Pesquisa

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO. Novembro 2009

SUMÁRIO EXECUTIVO. Novembro 2009 SUMÁRIO EXECUTIVO Novembro 2009 1 Introdução A Biomm se dedica ao desenvolvimento de processos de produção baseados na biotecnologia, área em que a sua equipe foi pioneira no Brasil desde os anos 1970.

Leia mais

1- ESTUDO DESIGN PARA A COMPETITIVIDADE 2 PROJETOS DESENVOLVIDOS PELO PROGRAMA BRASILEIRO DO DESIGN 1995/2002 3 PERSPECTIVAS PARA 2003

1- ESTUDO DESIGN PARA A COMPETITIVIDADE 2 PROJETOS DESENVOLVIDOS PELO PROGRAMA BRASILEIRO DO DESIGN 1995/2002 3 PERSPECTIVAS PARA 2003 1- ESTUDO DESIGN PARA A COMPETITIVIDADE 2 PROJETOS DESENVOLVIDOS PELO PROGRAMA BRASILEIRO DO DESIGN 1995/2002 3 PERSPECTIVAS PARA 2003 ESTUDO DESIGN PARA A COMPETITIVIDADE Japão Alemanha Canadá Reino Unido

Leia mais

The basis of biosafety training in Brazil

The basis of biosafety training in Brazil Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia The basis of biosafety training in Brazil Edmundo C. Grisard, Ph.D. Universidade Federal de Santa Catarina

Leia mais

Apresentações de Ações das Instituições do GTP APL. Fomento à Inovação nas Pequenas Empresas

Apresentações de Ações das Instituições do GTP APL. Fomento à Inovação nas Pequenas Empresas Apresentações de Ações das Instituições do GTP APL Fomento à Inovação nas Pequenas Empresas FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Rochester Gomes da Costa Departamento de Capital Semente 29 de outubro

Leia mais

III SINGEP II S2IS UNINOVE

III SINGEP II S2IS UNINOVE III SINGEP II S2IS UNINOVE Painel Temático: Tendências em Inovação e Projetos Maria Celeste Reis Lobo de Vasconcelos celestevasconcelos@fpl.edu.br Contexto A inovação é uma grande força para o progresso

Leia mais

Agenda. Inovação. A Finep. Instrumentos de Apoio (Reembolsável, Não-Reembolsável, Fundos) Inova Empresa / Inova Saúde. Programas de Descentralização

Agenda. Inovação. A Finep. Instrumentos de Apoio (Reembolsável, Não-Reembolsável, Fundos) Inova Empresa / Inova Saúde. Programas de Descentralização Agenda Inovação A Finep Instrumentos de Apoio (Reembolsável, Não-Reembolsável, Fundos) Inova Empresa / Inova Saúde Programas de Descentralização Nova fase da FINEP O que é inovação? Inovação é a introdução

Leia mais

FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa

FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO Vânia Damiani Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa A Missão da FINEP Promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil

Leia mais

I Seminário Internacional Software e Serviços de TI. Políticas Públicas e Estratégias Empresariais para a AL e o Caribe. São Paulo.

I Seminário Internacional Software e Serviços de TI. Políticas Públicas e Estratégias Empresariais para a AL e o Caribe. São Paulo. I Seminário Internacional Software e Serviços de TI Políticas Públicas e Estratégias Empresariais para a AL e o Caribe São Paulo Fevereiro 2010 José Curcelli Presidente ABES Associação Brasileira das Empresas

Leia mais

APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL N

APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL N FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL N SUPERIOR O Modelo Brasileiro de Capacitação para C&T&I CICLO VIRTUOSO DA CIÊNCIA BRASILEIRA FOMENTO COOPERAÇÃO INTERNACIONAL PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

Desafios para C&T&I no Brasil

Desafios para C&T&I no Brasil Desafios para C&T&I no Brasil Carlos Henrique de Brito Cruz Diretor Científico FAPESP CONFAP 26 de Agosto de 2015 desafios-c+t-brasil-confap-20150825.pptx;chbritocruz 1 Desafios para a ciência e a tecnologia

Leia mais

Inovação e Competitividade! João Alberto De Negri! Secretario Executivo MCTI!

Inovação e Competitividade! João Alberto De Negri! Secretario Executivo MCTI! Inovação e Competitividade! João Alberto De Negri! Secretario Executivo MCTI! 1 É preciso elevar a produtividade da economia brasileira (Fonte: BID ECLAC, Índice 1980=100) Produtividade na Ásia (média

Leia mais

Desafios regulatórios Até onde vai a liberdade do Pesquisador?

Desafios regulatórios Até onde vai a liberdade do Pesquisador? Desafios regulatórios Até onde vai a liberdade do Pesquisador? Equipe de Identificação de pré-candidatos (internos ou externos) Pré-candidatos selecionados? Criação da Equipe do Projeto - Diretoria Diretória

Leia mais

Inserção Internacional dos NITs Brasileiros

Inserção Internacional dos NITs Brasileiros Inserção Internacional dos NITs Brasileiros Denise Gregory Diretora de Cooperação para o Desenvolvimento INPI Seminário ETT/PUC-RS: Um decênio da história na gestão de PI e Transferência de Tecnologia

Leia mais

Fomento à Produção Nacional. Painel de Debate 16/4/2013

Fomento à Produção Nacional. Painel de Debate 16/4/2013 Fomento à Produção Nacional Painel de Debate 16/4/2013 A FINEP A FINEP - Agência Brasileira da Inovação - é uma empresa pública vinculada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) criada em

Leia mais

para o Tratamento do Câncer

para o Tratamento do Câncer Terapias Direcionadas para o Tratamento do Câncer 1 Anticorpos Monoclonais e Peptídeos para Tratamento do Câncer Recepta Biopharma é uma empresa de biotecnologia dedicada a P&D para o desenvolvimento de

Leia mais

Maria da Graça Derengowski Fonseca (IE-UFRJ) Bioeconomia. Apresentação

Maria da Graça Derengowski Fonseca (IE-UFRJ) Bioeconomia. Apresentação Maria da Graça Derengowski Fonseca (IE-UFRJ) Bioeconomia Apresentação A bioeconomia é uma nova área de conhecimento que investiga o impacto que a difusão dos conhecimentos proporcionados pela biologia

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE APOIO ÀS INCUBADORAS DE EMPRESAS E PARQUES TECNOLÓGICOS P N I. Ministério da Ciência e Tecnologia

PROGRAMA NACIONAL DE APOIO ÀS INCUBADORAS DE EMPRESAS E PARQUES TECNOLÓGICOS P N I. Ministério da Ciência e Tecnologia PROGRAMA NACIONAL DE APOIO ÀS INCUBADORAS DE EMPRESAS E PARQUES TECNOLÓGICOS P N I 10/11/2008 Ministério da Ciência e Tecnologia Configuração da Política de Estado Gestão Compartilhada MCT/MDIC/MEC/MS/MAPA/MF/M

Leia mais