CURSO DE BIOMEDICINA. Trabalho de Conclusão de Curso Resumos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSO DE BIOMEDICINA. Trabalho de Conclusão de Curso Resumos 2009.1"

Transcrição

1 CURSO DE BIOMEDICINA Trabalho de Conclusão de Curso Resumos COORDENADOR DO CURSO: Prof. Geraldo Jose Argôlo Ferraro SALVADOR

2 TEMA: Avaliação dos valores de leucócitos e linfócitos periféricos em pacientes internados em unidade de terapia intensiva submetidos à cirurgia cardíaca. ALUNA: Ana Tereza de Magalhães Dantas A funcionalidade do sistema imunológico é considerada vital para a sobrevivência do hospedeiro contra agressões por agentes estranhos. Vários mecanismos de defesa do organismo nos tecidos e na circulação sanguínea são realizados pelos leucócitos, sendo estas células classificadas de acordo com sua segmentação nuclear em agranulócitos (monócitos e linfócitos) e granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos). Os linfócitos, mediadores da imunidade humoral e celular, são subdivididos em três populações: linfócitos B (CD19 + ), células NK (CD56 + ) e linfócitos T (CD3 + ), sendo estes últimos, ainda, divididos em subtipos: linfócitos T CD4 + (auxiliares) e linfócitos T CD8 + (citotóxicos). Os antígenos de diferenciação de grupos celulares, CD (cluster of differentiation), são moléculas expressas por células de diferentes linhagens ou em estágios de maturação. No leucograma, podem ser avaliadas variações qualitativas e quantitativas dos glóbulos brancos, entretanto esta técnica não define os subtipos linfocitários. A variação quantitativa pode ser decorrente da alteração da contagem de células acima ou abaixo dos valores de referência estabelecidos para uma determinada população. Um exemplo de alteração na contagem de leucócitos é a linfocitopenia encontrada em resposta aguda ao estresse, incluindo trauma, cirurgia, queimaduras, infecção aguda, assim como em infecção por alguns vírus, dentre outras associações. A análise das populações e subpopulações de células é executada pelo método de imunofenotipagem por imunomarcação celular com base na expressão de diferentes CDs. Neste estudo, foi realizada imunofenotipagem por citometria de fluxo em quatro amostras, sendo duas de indivíduos saudáveis e duas de indivíduos infectados com HIV, para obtenção de valores absolutos e relativos das subpopulações linfocitárias, utilizando o kit

3 Lymphogram (Cytognos) e as microesferas PerfectCount (Cytognos), disponíveis comercialmente, que permitem a marcação múltipla das células T, B, NK, T helper, T citotolítico (com a combinação anticorpos conjugados a fluorocromos anti-cd3, anti- CD19, anti-cd56, anti-cd4 e anti-cd8) em um único tubo, com finalidade de padronizá-lo. A vantagem de utilizar esta técnica está relacionada à rapidez e facilidade, à capacidade de fazer a contagem de grande quantidade de células, além de apresentar baixo custo em relação a outras técnicas. Os resultados encontrados neste projeto piloto foram compatíveis com os achados em alguns trabalhos que utilizavam citometria de fluxo para análises das subpopulações estudadas. Palavras-chave: Lymphogram, Populações Linfocitárias, Imunofenotipagem.

4 TEMA: Incidência de Infecções em Sítios Acometidos por Infecções Hospitalares em Três Hospitais de Salvador. ALUNA: Dulce Drummond da Silva Teixeira As infecções hospitalares são consideradas um grande problema de saúde pública mundial, elas aumentam os custos do governo, aumento o tempo de internação, são importantes causa de morbi-mortalidade. Os principais sítios acometidos por essas infecções são o trato urinário, trato respiratório inferior, as feridas cirúrgicas. Os microorganismos que mais causa infecção hospitalar são as bactérias, por elas estarem presente na microflora do individuo, e este quando estar com sistema imune debilitado, se tornam patogênicas causando as infecções. A alta incidência das infecções hospitalares é a grande preocupação porque elas representam uma das principais causa de óbito nos hospitais. O estudo tem como objetivo verificar a incidência de infecção hospitalar por sítios acometidos em três hospitais na cidade de Salvador, durante o ano de Os dados secundários foram coletados na DIVISA. Os resultados obtidos foram os esperados na literatura, porém o hospital particular teve uma taxa mais elevada em alguns sítios topográficos em relação o hospital público e o filantrópico contrapondo o que alguns autores dizem na literatura. Palavras-chave: Infecção Hospitalar, Sítios Acometidos, Incidência de Infecção Hospitalar.

5 TEMA: Efeito da vacina BCG no risco de infecção tuberculosa latente (LTBI) em crianças comunicants domiciliares de pacientes com tuberculose pulmonar. ALUNA: Iukari Takenami O teste cutâneo tuberculínico (TST) é o teste padrão ouro no diagnóstico da infecção tuberculosa latente (LTBI) no Brasil. No entanto, sua especificidade é limitada devido à reação cruzada com micobactérias não-tuberculosas (NTM) e cepas vacinais do Mycobacterium bovis (BCG), o que faz com que ocorra a existência de resultados falso-positivos na população. Recentemente desenvolvidos, os ensaios baseados na liberação de interferon-gama (IGRAs) têm se mostrado promissores em vários estudos na detecção da LTBI em adultos. Entretanto existem poucos trabalhos publicados na literatura sobre o seu desempenho em crianças menores de 15 anos em países de alta prevalência, a exemplo do Brasil. O objetivo do estudo foi avaliar o desempenho do kit comercial QuantiFERON-TB Gold in Tube (QFT-IT) no diagnóstico de LTBI em crianças comunicantes domiciliares de pacientes com tuberculose pulmonar. Foi realizado um estudo transversal, no período de novembro de 2006 a outubro de 2007, onde foram incluídos 46 pacientes índices e 67 crianças comunicantes domiciliares. Após assinarem o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE) todos os responsáveis legais preencheram um questionário específico sobre as crianças. Todas as crianças foram submetidas à radiografia do tórax, coleta de 3 ml de sangue total para a realização do teste IGRA e a aplicação do TST (2UT do PPD RT23). O ensaio do QFT-IT foi realizado de acordo com as orientações do fabricante e a leitura do TST foi realizada 72 horas após a aplicação. A prevalência de LTBI nas 67 crianças avaliadas, pelo resultado do IGRA e do TST, foi 32,8 e 50,7%, respectivamente. A concordância entre os testes foi de 76,1% (κ = 0,52; IC 95% 0,32-0,73). Cerca de 16 (23,9%) crianças tiveram resultados discordantes: 14 (87,5%) com TST-negativo/IGRApositivo, e 2 (12,5%) com TST-positivo/IGRA-negativo. O teste IGRA apresentou uma alta especificidade (93,9%) e baixa sensibilidade (58,8%), resultando em um grande

6 percentual de resultados falso-negativos na amostra. O TST, apesar de ter sido apontando como menos específico em populações com alta cobertura vacinal ou populações com alto nível de exposição à MNT, em nosso meio, ainda é um bom indicador de LTBI. O IGRA ainda requer uma avaliação prospectiva a longo prazo, principalmente em grupos de idade inferior a 17 anos. Palavras-chave: Infecção Tuberculosa Latente, Ensaio de Liberação de Interferon- Gama, Teste Cutâneo Tuberculínico, Crianças Comunicantes Domiciliares.

7 TEMA: Perfil Laboratorial de Pacientes com Fibromialgia. ALUNA: Juliana Guimarães De Souza A Fibromialgia (FM) é uma síndrome reumática caracterizada por dores músculo-esqueléticas generalizadas e crônicas e pela presença de pontos dolorosos, chamados tender points, em regiões anatomicamente determinadas. Acomete predominantemente o gênero feminino (90%), com prevalência na faixa etária entre 30 e 60 anos. Essa patologia envolve uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição, distúrbios do sono, entre outras. Além dessas manifestações, têm sido demonstradas alterações em parâmetros laboratoriais da FM como níveis alterados de cortisol, prolactina e hormônios tireoidianos. Em relação ao perfil hematológico, alguns autores afirmam que a FM não apresenta alterações nesse quadro. Este estudo demonstra que existe um distúrbio no eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, evidenciado através de níveis alterados de cortisol, prolactina e hormônios tireoidianos. O diagnóstico da FM, no entanto, ainda permanece impreciso quanto ao perfil laboratorial dos pacientes e, portanto, mais estudos devem ser realizados levando-se em conta a escassa literatura existente e também para que as alterações laboratoriais fiquem mais esclarecidas. Desta forma, um diagnóstico mais preciso e precoce da FM direcionará para um tratamento adequado, reduzindo as conseqüências referentes à incapacitação física ou à intervenção terapêutica. Palavras-chave: Cortisol, Prolactina, Fibromialgia.

8 TEMA: Produção de Citocinas do Tipo Th1 e Th2 em Indivíduos Coinfectados por Hiv/Leishmania ALUNA: Luana Leandro Gois A leishmaniose é uma infecção parasitária causada por protozoários do gênero Leishmania, endêmica em 88 países. Estima-se em 15 milhões o número de indivíduos infectados e que 397 milhões de indivíduos estão em risco de adquirir a doença. A leishmaniose foi descrita como uma infecções oportunistas em pacientes infectados pelo HIV em todo o mundo, inicialmente na Europa. No Brasil, a epidemia do HIV tem expandido para as áreas rurais, que são zonas endêmicas de leishmaniose. A sobreposição das duas infecções contribui para aumentar os casos de co-infecção por HIV/Leishmania. A infecção por Leishmania poderá potencializar a replicação do HIV através de ativação das células T. A resposta imune contra a Leishmania é dependente de uma forte resposta Th1, com produção importante de INF- para ativar macrófagos e levar o parasita à morte. Entretanto, a infecção pelo HIV-1 é conhecida por diminuir a resposta de citocinas Th1. O objetivo deste estudo foi avaliar os mecanismos imunopatogênicos pelos quais a Leishmania e o HIV interagem. Para tal, foram avaliadas a produção de citocinas Th1 (IFN- e TNF- ) e Th2 (IL-4 e IL-10) frente aos antígenos da Leishmania (SLA) e do HIV (p24) de pacientes coinfectados por HIV/Leishmania e com infecção pelo HIV e pela Leishmania. As células mononucleares do sangue periférico (CMSP) de 48 pacientes infectados com Leishmania (n=9), HIV (n=21) ou coinfectados por HIV/Leishmania (n=8), além de 10 indivíduos controles, foram isoladas, cultivadas em meio RPMI e estimuladas com PHA, SLA e p24. O sobrenadante da cultura foi coletado, após 48h, e quantificado o nível de citocinas produzidas através do ensaio Cytometric Bead Array (CBA). A produção de IFN-γ pelas CMSP foi menor nos pacientes coinfectados (35,4 ± 341 pg/ml), frente ao SLA, do que em pacinetes com leishmaniose (1269 ± pg/ml) (p=0,005). Foi obtido níveis semelhantes das citocinas TNF-,

9 IL-4 e IL-10 entre os grupos coinfectado e leishmaniose. A razão entre o nível de IFN- e IL-10 foi menor nos pacientes coinfectados em comparação aos pacientes com leishmaniose. Em resposta ao antígeno p24 do HIV, os pacientes coinfectados produziram maiores níveis de IFN- e IL-10 do que os infectados com HIV. Este trabalho mostrou uma diminuição significante da resposta Th1 contra antígenos da Leishmania em pacientes coinfectados e uma desregulação no equilíbrio entre a resposta inflamatória a regulatória nestes pacientes, quando comparados aos pacientes com leishmaniose. Palavras-Chave: Coinfecção HIV/Leishmania, Resposta Imune Celular, Citocinas Th1.

10 TEMA: Papel das aminias vasoativas na atividade edematogênica produzida pelo veneno de Bothrops leucurus. ALUNO: Thomas Pitangueira Barros Most snake bites in Brazil are caused by Bothrops species. Envenoming by this genus is characterized by a highly complex pathophysiological picture, which includes local effects such as edema, pain, hemorrhage and necrosis and systemic effects such as coagulation disturbances, hemorrhage and renal failure. These responses may result from the multiple actions of a single venom component or from synergism among various components. Botropic venom causes severe systemic and local reactions, characterized by an acute inflammatory reaction with release of endogenous mediators. This inflammatory reaction is characterized by edema formation which is possible mediated by histamine, serotonin, bradykinin, complement-derived factors, cyclo-oxygenase and lipo-oxygenase metabolites and cytokines. In the case of Bothrops leucurus, a species responsible for the majority of snakebite cases in Bahia, local edema is common finding. The observed inflammatory reaction in the local of the bite contributes for the aggravation of the injury, causing tecidual loss. Preview reports suggests that edema induced by Bothrops venoms are poorly neutralized by commercial antivenoms even when antibodies are administered immediately after envenomation. So if the tissue damage are extensive the member amputation may be necessary. In this study, we investigated the ability of Bothrops leucurus venom to cause edema in rat hind paws and examined some mediators involved. We used mice (edema-forming activity) and rats (mast cells degranulation) in this study.venom was injected into hind paws (10; 15; 30; 40 and 50 µg/paw) and change in volume over time (5; 15; 30; 60; 120; 180; 360 and 1440 minutes) was mensured by plethysmometry. The effect of several drugs on the edema-forming activity of Bothrops leucurus venom was

11 studied using the same method. The mast cells degranulation was studied with experimental poisoning (50 µg/animal). Mast cell degranulation was assessed by counting the percentage of cells with extruded granules. The peak edematogenic response occurred 3 hours after venom injection with doses 30 µg/paw, 40 µg/paw and 50 µg/paw, and decreased gradually thereafter. Rat mast cells were degranulated after venom injection (74,29 %). Pretreating the mice with Prometazin (histamine H 1 antagonist), compound 48/80 (mast cell depletor) and HOE-140 (bardykinin B 2 antagonist) significantly attenuated venom-induced edema, whereas methysergide (serotonin 5-HT 1 /5-HT 2 antagonist) had no effect. These results show that B. leucurus venom causes edema in the mouse hind paw and that response is mediated, at least partially, by histamine and bradykinin. These results show that serotonin have no significant role in the edema-forming activity. Some others madiators like nitric oxide and arachidonic acid metabolites formed by cyclo-oxygenases 1 and 2 have been studied. The pharmacological characterization of edema induced by Bothrops leucurus snake venom can promote alterations on the patient treating protocol and decrease of amputation data in Bahia. Key-words: 1. Bothrops Leucurus, 2. Vasoactive Amines; 3. Edema.

12 TEMA: Avaliação da eficácia da terapia celular com células tronco da medula óssea e células tronco residentes no coração para o tratamento da cardiopatia chagásica crônica em modelo experimental. ALUNA: Daniela Nascimento Silva Células com marcadores de superfície de células-tronco têm sido isoladas do tecido cardíaco adulto. Estudos revelam que estas células são células-tronco cardíacas e estas podem contribuir nos processos de regeneração e reparo do miocárdio lesionado. Atualmente tem-se investido em estratégias terapêuticas baseadas na terapia celular utilizando estas células, que requerem padronização nas metodologias do seu isolamento no tecido cardíaco. A padronização de técnicas que possibilitem o isolamento destas células é fundamental para a realização de estudos posteriores e assim utilizá-las na terapia celular em estudos pré-clínicos e clínicos. A fim de padronizar técnicas de isolamento das células-tronco cardíacas, foram estabelecidas metodologias utilizando camundongos C57Bl/6 e camundongos transgênicos GFP+. As células foram isoladas do tecido cardíaco de camundongos C57Bl/6 adultos por digestão com colagenase e separação imunomagnética. A citometria de fluxo revelou uma fração das células que expressavam 0,04% de C-kit, 0,06% de Sca-1, e CD 45 nesta população isolada não foi detectado. A outra estratégia utilizada foi a cultura do miocárdio seccionado disposto sobre camada de Gelatina 0,1%. Células migraram espontaneamente do tecido cardíaco e aderiram á camada de Gelatina 0,1%, se apresentando com características morfológicas polimórficas e fibroblastóides. E por fim, a outra metodologia utilizada foi a co-cultura de fragmentos do miocárdio de camundongos transgênicos GFP+ com células mononucleares irradiadas da medula óssea. Células migraram espontaneamente do tecido cardíaco e aderiram á superfície da garrafa de cultura se apresentando com características morfológicas polimórficas e fibroblastóides. Estas células apresentaram marcadores comuns de células imaturas, semelhantes as células-tronco mesenquimais.

13 As metodologias utilizadas para o isolamento das células-tronco cardíacas foram capazes de isolar células com marcadores de superfície comuns de células-tronco, e células com características morfológicas polimórficas e fibroblastóide parecidas com as células-tronco cardíacas isoladas que foram descritas na literatura. Palavras-chave: Células-Tronco Cardíacas, Separação Imunomagnética, Gelatina 0,1%, Co-Cultura.

14 TEMA: Estudo da Ação Antibacteriana dos Venenos de Bothrops Leucurus e Micrurus Lemniscatus. ALUNA: Keila Da Silva Lisboa Há, atualmente, cerca de espécies de serpentes no mundo, distribuídas em 465 gêneros e 20 famílias. No Brasil, existem representantes de 9 famílias, 75 gêneros e 321 espécies, ou seja, cerca de 10% do total de espécies, sendo que dessa porcentagem os principais gêneros de interesse médico são: Bothrops, Lachesis, Crotalus e Micrurus. O veneno de serpentes é uma mistura complexa de várias toxinas, enzimas e peptídios, os quais induzem diversos efeitos tóxicos. Hoje, sabe-se que o estudo e isolamento dos constituintes orgânicos do veneno de serpentes são de vital importância, pois o mesmo pode ser utilizado como uma importante ferramenta farmacológica. Estudos recentes relatam a atividade antibacteriana das enzimas fosfolipase A 2 e da L- aminoácido oxidase presentes no veneno de serpentes. A metodologia aplicada para determinar a sensibilidade e a Concentração Inibitória Mínima (CIM) dos venenos frente às bactérias Gram-negativas Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Gram-positivas Staphylococcus aureus e Enterococccus faecalis foi microdiluição em caldo. Foi então realizada uma diluição seriada do veneno de cada serpente no caldo Mueller-Hinton de cátion ajustado (CAMHB), em seguida foi preparada a suspensão bacteriana a partir de um cultivo recente de 24 horas à 37 C equivalente a escala 0,5 de McFarland e diluída na proporção de 1/10. Foram adicionados 5 L desta suspensão ao poço contendo os 100 L do veneno em diferentes concentrações. Os resultados observados demonstram maior sensibilidade bacteriana ao veneno de Bothrops leucurus em comparação ao veneno de Micrurus lemniscatus. As bactérias Gram-negativas apresentaram maior resistência aos venenos de Bothrops leucurus e Micrurus lemniscatus. A concentração elevada de proteases no veneno de Bothrops leucurus facilitaria a penetração da PLA 2, levando assim à hidrólise da camada fosfolipídica.

15 Outro fator relevante é que o veneno botropico é mais amarelo que o veneno de Micrurus lemniscatus, apresentando assim maior concentração de LAAO. Sabe-se que essa enzima apresenta atividade antibacteriana contra diferentes cepas de bactérias Gram-positivas e Gram-negativas. Os resultados apresentados apontam que a diferença na sensibilidade das bactérias Gramnegativas e Gram-positivas aos venenos de Bothrops leucurus e Micrurus lemniscatus podem ser principalmente devido à diferença na parede celular das bactérias. É fundamental o desenvolvimento de mais estudos que investiguem os diferentes mecanismos de ação dos venenos de Bothrops leucurus e Micrurus lemniscatus e compare a ação desses venenos ao de antibióticos que já existem no mercado. O veneno de serpentes pode ser futuramente utilizado como uma importante ferramenta farmacêutica. Palavras-chave: Serpentes, Veneno, Antibacteriana, Fosfolipase A 2, L- Aminoácido Oxidase.

16 TEMA: O Profissional Biomédico e a Vigilância Sanitária. ALUNA: Kelly Pinheiro Este estudo teve como principal objetivo identificar e avaliar a formação do profissional Biomédico para atuar nos serviços de Vigilância Sanitária. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, exploratória que utilizou entrevistas e análise do conteúdo. Os termos de análise foram Vigilância Sanitária (VISA) e Saúde Pública, e as categorias: realização de cursos complementares; atividades práticas desenvolvidas durante a graduação e após a mesma; realização de estágios curriculares e/ou extracurriculares; desenvolvimento de pesquisas na área de Vigilância Sanitária e realização de atividades de extensão. Os resultados apontaram como principais problemas as deficiências no conteúdo, relacionado à Saúde Pública, abordado durante a graduação dos profissionais, evidenciando a necessidade de incorporar aos cursos da graduação da saúde no geral disciplinas que ofereçam subsídio teórico referente ao Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de estimular o interesse dos estudantes pelo SUS e possibilitar a inserção dos mesmos no Sistema, garantindo-lhes o conhecimento e compromisso com a realidade de saúde do País e da região. Como forma de subsidiar o conhecimento na área de Vigilância Sanitária, os cursos poderiam incluir atividades curriculares que promovessem o incentivo aos alunos em buscar os conhecimentos necessários para a atuação nesta área, assim como a realização de estágios em VISA para que fosse possível estabelecer um contato prévio dos estudantes com as atividades desenvolvidas pelas equipes de Vigilância. Palavras-chave: Biomédico, Vigilância Sanitária, Saúde Pública, Graduação.

17 TEMA: Avaliação imunológica da Doença de Chagas nas diferentes fases da infecção. ALUNA: Mariana Monteiro Magalhães A Doença de Chagas é o maior problema da saúde pública da América Latina. Estima-se que ainda existam entre 12 e 14 milhões de infectados na América Latina, com mais de 60 milhões de pessoas sob risco de transmissão, em cerca de 18 países endêmicos (WHO, 2002). A Doença de Chagas é uma doença parasitária resultante da infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, cujos vetores são insetos triatomíneos. As formas habituais de transmissão da doença ocorrem através do vetor, por transfusão de sangue, via congênita, e via oral. Infecções causadas pelo T. cruzi, assim como por outros parasitas, induzem alterações no sistema imunológico do hospedeiro principalmente nas moléculas de superfície dos linfócitos T CD3, CD4 e CD8 para favorecer sobrevivência do parasita. A doença possui duas fases clínicas que se sucedem: aguda e crônica, podendo a fase aguda evoluir para a forma indeterminada onde não há sintomas clínicos. Os mecanismos e fatores relacionados a evolução para a forma cardíaca/ digestiva não estão completamente esclarecidos. O presente estudo tem como objetivo avaliar a influência da resposta imune nas diferentes fases da infecção da Doença de Chagas através da análise fenotípica dos linfócitos T de pacientes infectados do Estado da Bahia. Foram coletadas 24 amostras de pacientes com a Doença de Chagas quatro na fase aguda, 10 na fase indeterminada e 10 na fase crônica e 10 amostras de indivíduos não infectados para o controle normal. O sangue total dos pacientes e dos controles normais foi marcado com os seguintes anticorpos monoclonais: anti-cd4, anti-cd8, anti-hla DR, anti- CD45RA, anti-cd45ro e anti-cd69, conjugados com diferentes fluorocromos. As células foram adquiridas através do FACScan (BD) e analisadas pelo Cell Quest. Os resultados indicam que a proporção de linfócitos T CD4+ e TCD8+ não diferem entre os indivíduos infectados pelo T. cruzi e os controles normais.

18 Entretanto, observam-se alterações fenotípicas predominantemente na subpopulação de linfócitos TCD8+, dos quais destacam-se a diminuição de linfócitos T CD8+ CD45RA+, CD8+ CD62L+ e de CD8+ CD28+ nos pacientes crônicos e aumento das moléculas de ativação HLA DR e CD69 nos pacientes na fase aguda da doença. Estes resultados indicam uma maior ativação do sistema imune na fase aguda da infecção. Palavras-chave: Doença de Chagas, Avaliação Fenotípica, Linfócitos T CD8+

19 TEMA: Estado da arte sobre a avaliação laboratorial dos líquidos extravasculares: uma proposta de padronização dos resultados analíticos. ALUNA: Rebecca Braz Melo A infecção urogenital causada pela Chlamydia tracomatis é reconhecida como a doença sexualmente transmissível (DST) bacteriana mais comum no mundo. Sua prevalência é maior entre as pessoas na faixa etária abaixo de 25 anos, especialmente entre mulheres, que carregam o maior fardo da doença. Este trabalho tem como objetivo realizar uma revisão dos aspectos clínicoepidemiológicos e diagnósticos da infecção pela Chlamydia tracomatis. O espectro de doenças desta infecção varia de uretrite e cervicite à epididimite, Doença Inflamatória Pélvica (DIP), perihepatite e artrite reativa. DIP pode levar a seqüelas graves, como dor pélvica crônica, gravidez ectópica e infertilidade. Existem diversos métodos diagnósticos disponíveis, e o advento de testes de amplificação de ácidos nucléicos possibilitou a utilização de amostras não invasivas, aumentando a aceitação dos pacientes em participarem de programas de triagem. A maioria dos pacientes é assintomática, o que retarda a procura por serviços médicos, e aumenta as chances de desenvolverem as complicações e adquirirem outras DSTs. Por se tratar de uma DST curável de alta prevalência no Brasil, é necessária a implantação de programas específicos para prevenção e controle da doença no país, que atuem especialmente através de medidas primárias e secundárias. Palavras-chave: Chlamydia Tracomatis, Infecções Urogenitais, Triagem.

20 TEMA: Estudo dos mecanismos imunológicos envolvidos na hipótese da higiene e modulação das respostas alérgicas: uma revisão de literatura. ALUNA: Thais Peleteiro Por volta dos últimos anos foi observado um aumento na incidência e prevalência das doenças atópicas e isto estimulou a realização de estudos para investigações das prováveis causas. Estudos epidemiológicos mostraram que o aumento dessas doenças foi paralelo a um decréscimo na incidência e prevalência de infecções virais e bacterianas. Além disso, alterações ambientais bem como mudanças no estilo de vida das populações foram apontadas como fatores responsáveis por este aumento. A hipótese da higiene foi proposta por David P. Strachan, como tentativa de explicar a relação entre exposições a produtos microbianos e um possível efeito protetor contra o desenvolvimento de doenças alérgicas. Este trabalho teve como objetivo expor alguns dos mecanismos imunológicos possivelmente envolvidos na hipótese da higiene e na modulação das respostas alérgicas, analisando as evidências da literatura que apóiam e as que não apóiam tal hipótese. Foram discutidos estudos que abordassem a associação entre exposição a produtos derivados de organismos patogênicos ou comensais e a resposta alérgica, explorando a hipótese da higiene, do ponto de vista imunológico. A partir desses estudos, foram demonstradas evidências positivas e negativas em relação à hipótese da higiene. No entanto, a maior parte dos estudos incluídos neste trabalho, não explorou, de maneira aprofundada, os mecanismos capazes de mostrar como ou por que há inibição das respostas alérgicas a partir da infecção ou contato com produtos microbianos, sendo verificado, em sua maioria, apenas que existe uma supressão da resposta imune do tipo Th2. Sendo assim, verifica-se a necessidade da realização de mais estudos que investiguem o papel de mecanismos imunomodulatórios nessa interferência sobre as respostas alérgicas. Palavras-chave: Ativação Bystander, Alergia, Imunomodulação.

21 TEMA: Investigação de 7 mutações em indivíduos com Fenilcetonúria: aspectos genéticos e suas repercussões psicossociais. ALUNA: Thessika Hialla Almeida Araújo Fenilcetonúria (PKU) é uma doença autossômica recessiva caracterizada pela deficiência da enzima fenilalanina hidroxilase (PAH). Mutações no gene da PAH são responsáveis por PKU e uma grande heterogeneidade alélica é observada em pacientes em todo o mundo. Até o momento, mais de 500 diferentes alterações no gene PAH são encontradas no PAHdb. A PKU quando não tratada corretamente pode acarretar alterações no desenvolvimento global do indivíduo. Objetivo: estudo molecular de pacientes e familiares com fenilcetonúria do Estado da Bahia e revisar as questões psicossociais envolvidas no diagnóstico e tratamento da doença. MÉTODOS: Nós estudamos 179 indivíduos: 79 (158 cromossomos) pacientes e 100 (200 cromossomos) familiares. Extraiu-se DNA das amostras de sangue usando o protocolo, amplificação com PCR e digestão usando enzimas de restrição específicas (RFLP). Os fragmentos foram visualizados através de eletroforese em gel de poliacrilamida, corados com prata. RESULTADOS: as frequências alélicas encontradas para as mutações: R252W 12,38% (18/146), R261Q 3,47% (5/144), IVS10 23,52% (32/136), V388M 22,95% (28/112), I65T 15,94% (22/138) e R408W 0,69% (1/144). R261X não foi encontrada em 144 cromossomos pesquisados. Dos 44 pacientes com as duas mutações identificadas, 22 (50%) tiveram um genótipo homozigoto: V388M (7), R252W (6), IVS10 (5), I65T (3), R261Q (1). Oito cromossomos (4 pacientes) não foram identificadas nenhuma das 7 mutações analisadas. Em quinze amostras (30 cromossomos) somente um alelo foi identificado. CONCLUSÃO: Este estudo mostrou que com exceção de R261X, as mutações selecionadas são boas opções para estudo molecular de PKU na região. O desenvolvimento psicossocial adequado do paciente requer um acompanhamento multidisciplinar, possibilitando desde a adesão ao tratamento à inserção social. Palavras-chave: Fenilcetonúria, Deficiência da PAH, Mutações.

22 TEMA: Avaliação do efeito da acupuntura em parâmetros hematológicos da fibromialgia. ALUNA: Ticiane Macedo Santos A Medicina Tradicional Chinesa integra um conjunto de conhecimentos teóricopráticos desenvolvidos há milhares de anos e se baseia nos conceitos do Taoísmo, do Yin e Yang, dos 5 elementos e dos meridianos. A acupuntura faz parte deste conjunto e visa o tratamento e a prevenção de enfermidades, como desordens emocionais e algias, através da aplicação de agulhas em pontos específicos. A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores crônicas, associadas a alterações no sono e depressão. Este trabalho tem como objetivo realizar uma revisão de literatura sobre o diagnóstico e tratamento da fibromialgia na visão da Medicina Tradicional Chinesa. A fibromialgia está relacionada principalmente com desequilíbrio energético nos meridianos do Fígado, Rim e Baço-Pâncreas. O tratamento pela acupuntura baseia-se no equilíbrio energético destes meridianos e dos vasos curiosos. A eletroacupuntura e a auriculoterapia são técnicas de acupuntura que também são usadas para o tratamento da fibromialgia. A acupuntura tem apresentado excelentes resultados para melhora dos principais sintomas dos pacientes com a fibromialgia, como: dor muscular, distúrbios do sono, cefaléia e depressão. Assim, a acupuntura é uma opção relevante para a melhora da qualidade de vida destes pacientes. Palavras-chave: Medicina Tradicional Chinesa, Acupuntura, Fibromialgia.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais

Imunidade aos microorganismos

Imunidade aos microorganismos Imunidade aos microorganismos Características da resposta do sistema imune a diferentes microorganismos e mecanismos de escape Eventos durante a infecção: entrada do MO, invasão e colonização dos tecidos

Leia mais

Patologia Geral AIDS

Patologia Geral AIDS Patologia Geral AIDS Carlos Castilho de Barros Augusto Schneider http://wp.ufpel.edu.br/patogeralnutricao/ SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (AIDS ou SIDA) Doença causada pela infecção com o vírus

Leia mais

Microbiologia e Imunologia Clínica

Microbiologia e Imunologia Clínica Estudo dos mecanismos naturais de defesa contra doenças. Microbiologia e Imunologia Clínica Estudo do sistema imune do corpo e suas funções e alterações. Profa. Ms. Renata Fontes Fundamentos da Imunologia

Leia mais

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem O Vírus da Hepatite C (HCV) é considerado o principal agente etiológico responsável por 90 a 95% dos casos de hepatite pós-transfusional não A e não

Leia mais

Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia

Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia e VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia Avaliação do desempenho da técnica de nested- PCR em amostras de sangue coletadas de pacientes pediátricos com suspeita

Leia mais

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários

Leia mais

TB - TUBERCULOSE. Prof. Eduardo Vicente

TB - TUBERCULOSE. Prof. Eduardo Vicente TB - TUBERCULOSE Prof. Eduardo Vicente A História do TB A tuberculose foi chamada antigamente de "peste cinzenta", e conhecida também em português como tísica pulmonar ou "doença do peito" - é uma das

Leia mais

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?

Leia mais

HIV no período neonatal prevenção e conduta

HIV no período neonatal prevenção e conduta HIV no período neonatal prevenção e conduta O HIV, agente causador da AIDS, ataca as células do sistema imune, especialmente as marcadas com receptor de superfície CD4 resultando na redução do número e

Leia mais

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. Prof. Leandro Parussolo O que é um retrovírus? É qualquer vírus que possui o

Leia mais

Tecido sanguíneo. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto

Tecido sanguíneo. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Tecido sanguíneo Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Transporte Regulação Proteção Funções do Sangue Sangue É um tecido conjuntivo especializado pois apresenta sua matriz extracelular totalmente fluida. O sangue

Leia mais

DEFINIÇÃO. quantidade de plaquetas.

DEFINIÇÃO. quantidade de plaquetas. HEMOGRAMA DEFINIÇÃO É o exame mais requisitado pela medicina e nele analisa-se as células sanguíneas. É comum você pegar um laudo dividido em três partes:eritrograma, parte que analisa as células vermelhas

Leia mais

TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA

TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA Augusto Schneider Carlos Castilho de Barros Faculdade de Nutrição Universidade Federal de Pelotas TÉCNICAS Citologia Histologia Imunohistoquímica Citometria Biologia molecular

Leia mais

17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br

17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ mkfleury@ufrj.br São doenças causadas pela proliferação descontrolada de células hematológicas malignas ou incapacidade da medula

Leia mais

RESPOSTA IMUNE AOS MICRORGANISMOS. Prof. Aline Aguiar de Araujo

RESPOSTA IMUNE AOS MICRORGANISMOS. Prof. Aline Aguiar de Araujo RESPOSTA IMUNE AOS MICRORGANISMOS Prof. Aline Aguiar de Araujo INTRODUÇÃO Número de indivíduos expostos à infecção é bem superior ao dos que apresentam doença, indicando que a maioria das pessoas tem condições

Leia mais

A importância hematofágica e parasitológica da saliva dos insetos hematófagos. Francinaldo S.Silva.

A importância hematofágica e parasitológica da saliva dos insetos hematófagos. Francinaldo S.Silva. Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Departamento de Parasitologia PET A importância hematofágica e parasitológica da saliva dos insetos hematófagos. Francinaldo S.Silva. Maria

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128

RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128 123 RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128 RESUMOS DE PROJETOS 124 A GENÉTICA E NEUROFISIOLOGIA DO AUTISMO... 125 PAPEL DO POLIMORFISMO IL17A (RS7747909) NA TUBERCULOSE.... 126 PAPEL

Leia mais

Acadêmicos AEMS/ Biomedicina; 2 Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS

Acadêmicos AEMS/ Biomedicina; 2 Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS EOSINOFILIA RELACIONADA COM A ENTAMOEBA COLI Dayane Santos de Oliveira. 1 ; Flavia Alves da Conceição¹ Henrique de Oliveira Medeiros¹ Eliana Alvarenga de Brito 2 1; Acadêmicos AEMS/ Biomedicina; 2 Docente

Leia mais

1ª Série. 5EST222 ESTÁGIO INTEGRATIVO DE BIOMEDICINA I Atividades práticas e de pesquisa nas várias disciplinas da área de biomedicina.

1ª Série. 5EST222 ESTÁGIO INTEGRATIVO DE BIOMEDICINA I Atividades práticas e de pesquisa nas várias disciplinas da área de biomedicina. 1ª Série 5MOR018 ANATOMIA DOS ANIMAIS DE LABORATÓRIO Estudo da anatomia de alguns animais utilizados em laboratório e considerados de grande importância para o futuro profissional biomédico, utilizando-se,

Leia mais

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante,

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Imunologia Rodada: Julho/2008. Prezado Participante, Seleção de Temas Prezado Participante, Gostaríamos de contar com a sua contribuição para a elaboração dos próximos materiais educativos. Cada questionário desenvolve um assunto (temas) específico dentro

Leia mais

04/06/2015. Imunologia dos Transplantes. Bases imunológicas da rejeição do enxerto

04/06/2015. Imunologia dos Transplantes. Bases imunológicas da rejeição do enxerto Imunologia dos Transplantes Dayse Locateli Transplante: ato de transferir células, tecidos ou órgãos de um lugar para outro. Indivíduo doador Receptor Dificuldades: Técnicas Cirúrgicas Quantidade de doadores

Leia mais

Aula - Terapia Gênica. Unidade Curricular: Cultura de Células Animais. Prof. Me. Leandro Parussolo

Aula - Terapia Gênica. Unidade Curricular: Cultura de Células Animais. Prof. Me. Leandro Parussolo Aula - Terapia Gênica Unidade Curricular: Cultura de Células Animais Prof. Me. Leandro Parussolo O que é? O que não é? O que será? 1990 (EUA) - Primeiro protocolo clínico de Terapia Gênica em humanos 2

Leia mais

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano)

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) AIDS Conceito Doença que manifesta-se por infecções comuns de repetição, infecções

Leia mais

VIROLOGIA HUMANA. Professor: Bruno Aleixo Venturi

VIROLOGIA HUMANA. Professor: Bruno Aleixo Venturi VIROLOGIA HUMANA Professor: Bruno Aleixo Venturi O que são vírus? A palavra vírus tem origem latina e significa "veneno". Provavelmente esse nome foi dado devido às viroses, que são doenças causadas por

Leia mais

Tuberculose e imunobiológicos. Cláudia Henrique da Costa Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Tuberculose e imunobiológicos. Cláudia Henrique da Costa Universidade do Estado do Rio de Janeiro Tuberculose e imunobiológicos Cláudia Henrique da Costa Universidade do Estado do Rio de Janeiro Mycobacterium tuberculosis Mycobacterium tuberculosis 10 micrômetros. Domina o mundo Dois bilhões de pessoas

Leia mais

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos.

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos. Doenças Hematológicas Hematologia é o ramo da medicina que estuda o sangue, seus distúrbios e doenças, dentre elas anemias, linfomas e leucemias. Estuda os linfonodos (gânglios) e sistema linfático; a

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA

Leia mais

ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO

ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS I - INTRODUÇÃO *NOVAS TECNOLOGIAS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO *DECISÃO DIAGNÓSTICA CONFIRMAÇÃO TRATAMENTO MONITORAMENTO PREVENÇÃO

Leia mais

DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO BIOLOGIA 12.º

DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO BIOLOGIA 12.º DOCUMENTO DE APOIO AO ESTUDO BIOLOGIA 12.º Avisos 1. Este documento apenas serve como apoio parcial às aulas de Biologia 12.º ano parte da Unidade 2 e Unidade 3 - leccionadas na Escola Secundária Morgado

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

A hepatite aguda causa menos danos ao fígado que a hepatite crônica.

A hepatite aguda causa menos danos ao fígado que a hepatite crônica. Hepatites Virais O FÍGADO E SUAS FUNÇÕES. O fígado é o maior órgão do corpo humano, está localizado no lado superior direito do abdômen, protegido pelas costelas (gradio costal). É responsável por aproximadamente

Leia mais

VACINAS ANTIPNEUMOCÓCICAS CONJUGADAS

VACINAS ANTIPNEUMOCÓCICAS CONJUGADAS VACINAS ANTIPNEUMOCÓCICAS CONJUGADAS As vacinas conjugadas são aquelas nas quais os antígenos bacterianos são ligados a carreadores protéicos, facilitando o processamento pelos linfócitos T, gerando então,

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro

Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa Reação Ag-Ac in vitro Testes sorológicos Uso de soro ou outros fluidos biológicos de paciente p/ diagnóstico laboratorial Demonstração de anticorpos específicos

Leia mais

PROCEDIMENTOS SEQUENCIADOS PARA O DIAGNÓSTICO, INCLUSÃO E MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA HEPATITE C.

PROCEDIMENTOS SEQUENCIADOS PARA O DIAGNÓSTICO, INCLUSÃO E MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA HEPATITE C. PROCEDIMENTOS SEQUENCIADOS PARA O DIAGNÓSTICO, INCLUSÃO E MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA HEPATITE C. A) DIAGNÓSTICO ETAPA I - TRIAGEM SOROLÓGICA ( ANTI-HCV ) ETAPA II CONFIRMAÇAO

Leia mais

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Vírus da Rubéola Togavirus Vírus de RNA fita simples Principal epítopo dominante:

Leia mais

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 2ª etapa do curso

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 2ª etapa do curso ANEXO Para candidatos que desejam entrar na 2ª etapa do Metabolismo (anabolismo x catabolismo) Metabolismo de Carboidratos Metabolismo de Lipídeos Motilidade no trato gastrointestinal Introdução ao Metabolismo

Leia mais

Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina : Imunologia. Leucograma. Prof.Dr. Manoel Barral-Netto

Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina : Imunologia. Leucograma. Prof.Dr. Manoel Barral-Netto Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina : Imunologia Leucograma Prof.Dr. Manoel Barral-Netto Os Neutrófilos são os granulócitos mais comuns no sangue. (55-70% de todos os Leucócitos

Leia mais

Complexo principal de histocompatibilidade

Complexo principal de histocompatibilidade Complexo principal de histocompatibilidade Todas as espécies possuem um conjunto de genes denominado MHC, cujos produtos são de importância para o reconhecimento intercelular e a discriminação do que é

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F.

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. BRASÍLIA DF 2009 PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL

Leia mais

CONHECIMENTO GOTAS. neoplasias hematológicas: leucemia mieloide crônica

CONHECIMENTO GOTAS. neoplasias hematológicas: leucemia mieloide crônica CONHECIMENTO EM GOTAS neoplasias hematológicas: leucemia mieloide crônica leucemia é uma doença maligna dos leucócitos (glóbulos brancos). ela pode ser originada em duas linhagens diferentes: a linhagem

Leia mais

2 Conservação do sangue e hemocomponentes

2 Conservação do sangue e hemocomponentes 2 Conservação do sangue e hemocomponentes Alguns problemas de saúde hematológicos ou hemodinâmicos podem ser tratados utilizando produtos hemoterápicos, como por exemplo, problemas ligados à coagulação,

Leia mais

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso ANEXO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso Células e Tecidos do Sistema Imune Anatomia do sistema linfático Inflamação aguda e crônica Mecanismos de agressão por

Leia mais

TEMA: URO-VAXON no tratamento da infecção recorrente do trato urinário em paciente portador de DM SUMÁRIO 1. RESUMO EXECUTIVO... 3

TEMA: URO-VAXON no tratamento da infecção recorrente do trato urinário em paciente portador de DM SUMÁRIO 1. RESUMO EXECUTIVO... 3 NT89/2013 Solicitante: Ilmo Dr Des. Bitencourt Marcondes 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais Data: 10/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Numeração: 1.0313.13.008851-8/001

Leia mais

Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194

Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 IMUNOPARASITOLOGIA Monitor: Alessandro Almeida Sumário 1 Introdução...1

Leia mais

Informe aos profissionais de saúde sobre as características da infecção por Mycobacterium abscessus, medidas para diagnóstico, tratamento e prevenção

Informe aos profissionais de saúde sobre as características da infecção por Mycobacterium abscessus, medidas para diagnóstico, tratamento e prevenção Informe aos profissionais de saúde sobre as características da infecção por Mycobacterium abscessus, medidas para diagnóstico, tratamento e prevenção Em decorrência das infecções causadas por micobactéria,

Leia mais

Doença de Chagas. 4) Número de Aulas: as atividades serão desenvolvidas em três etapas, divididas em aulas a critério do professor.

Doença de Chagas. 4) Número de Aulas: as atividades serão desenvolvidas em três etapas, divididas em aulas a critério do professor. Doença de Chagas Introdução Em 1909 o pesquisador do Instituto Osvaldo Cruz, Carlos Chagas, descobriu uma doença infecciosa no interior de Minas Gerais. Segundo seus estudos, era causada pelo protozoário

Leia mais

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características Vírus Virulogia Características Vírus- latim veneno - agentes filtráveis Parasita intracelular obrigatório Extracelular: virion Intracelular: vírus Possuem alta especificidade Vírus Características Alta

Leia mais

Papilomavírus Humano HPV

Papilomavírus Humano HPV Papilomavírus Humano HPV -BIOLOGIA- Alunos: André Aroeira, Antonio Lopes, Carlos Eduardo Rozário, João Marcos Fagundes, João Paulo Sobral e Hélio Gastão Prof.: Fragoso 1º Ano E.M. T. 13 Agente Causador

Leia mais

SÍNDROME DE HIPER-IgM

SÍNDROME DE HIPER-IgM SÍNDROME DE HIPER-IgM Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA

Leia mais

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 IMUNOLOGIA Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 Imunidade contra tumores Linfócitos T-CD8 (azul) atacando uma célula tumoral (amarela) A imunologia tumoral é o estudo

Leia mais

Prioridades de Pesquisa e Inovação em Doença de Chagas

Prioridades de Pesquisa e Inovação em Doença de Chagas OFICINA DE PRIORIDADES DE PESQUISA SOBRE DOENÇAS NEGLIGENCIADAS Prioridades de Pesquisa e Inovação em Doença de Chagas Tânia C. A. Jorge (Coordenadora) - IOC/Fiocruz Bianca Zingales (Relatora) - USP Soraya

Leia mais

Assunto: Realização de teste rápido de HIV,Sífilis e outros agravos.

Assunto: Realização de teste rápido de HIV,Sífilis e outros agravos. PARECER Nº121/2015 PAD: Nº 43/2015 Autora: Conselheira Renata Ramalho Da Cunha Dantas Solicitante: Dr. Ronaldo Miguel Beserra Assunto: Realização de teste rápido de HIV,Sífilis e outros agravos. DO FATO

Leia mais

Tipos de enxertos. Tipos de Enxertos: Tipos de Enxertos: O que é um transplante? Imunologia dos Transplantes. Singênicos

Tipos de enxertos. Tipos de Enxertos: Tipos de Enxertos: O que é um transplante? Imunologia dos Transplantes. Singênicos O que é um transplante? Imunologia dos Transplantes Prof.Dr. Gilson Costa Macedo Processo de retirada de células, tecidos ou órgãos, chamados enxertos, de um indivíduo e a sua inserção em um indivíduo

Leia mais

PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL

PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL Dra. Ana Cristina de Medeiros Ribeiro Reumatologista do HC FMUSP e CEDMAC Doutoranda pela FMUSP IMUNOBIOLÓGICOS NO BRASIL Anti-TNF

Leia mais

ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DOS PACIENTES HIV/AIDS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÙDE JUNDIAÍ EM ANÁPOLIS GOIAS ENTRE OS ANOS 2002 E 2006.

ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DOS PACIENTES HIV/AIDS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÙDE JUNDIAÍ EM ANÁPOLIS GOIAS ENTRE OS ANOS 2002 E 2006. 1 ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DOS PACIENTES HIV/AIDS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÙDE JUNDIAÍ EM ANÁPOLIS GOIAS ENTRE OS ANOS 2002 E 2006. Adriana Paim da Silva 1,2 ; Andrea Brígida de Souza 1,2

Leia mais

28.03. As plaquetas são os elementos figurados do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea.

28.03. As plaquetas são os elementos figurados do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea. BIO 10E aula 28 28.01. Para fazer a defesa do organismo, alguns leucócitos podem atravessar a parede dos vasos sanguíneos e atuar no tecido conjuntivo. Este processo é denominado diapedese. 28.02. A coagulação

Leia mais

INFLAMAÇÃO. Processos Imunológicos e Patológicos PROCESSO INFLAMATÓRIO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA

INFLAMAÇÃO. Processos Imunológicos e Patológicos PROCESSO INFLAMATÓRIO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA Processos Imunológicos e Patológicos INFLAMAÇÃO Prof.: Hermínio M. da R.Sobrinho PROCESSO INFLAMATÓRIO A inflamação constitui uma resposta imune

Leia mais

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DDA. Patrícia A.F. De Almeida Outubro - 2013

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DDA. Patrícia A.F. De Almeida Outubro - 2013 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DDA Patrícia A.F. De Almeida Outubro - 2013 INTRODUÇÃO DDA Síndrome causada por vários agentes etiológicos (bactérias, vírus e parasitos) 03 ou mais episódios com fezes líquidas

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ SECRETARIA MUNICIPAL DA CIDADANIA

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ SECRETARIA MUNICIPAL DA CIDADANIA 1 ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ SECRETARIA MUNICIPAL DA CIDADANIA GERÊNCIA EXECUTIVA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA À SAÚDE ASSUNTOS DESTE INFORME Agravos notificados

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM. Coordenação: Prof. Dr. Mauro Fontelles

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM. Coordenação: Prof. Dr. Mauro Fontelles CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS P E GESTÃO ESTRATÉGICA EM SAÚDE Coordenação: Prof. Dr. Mauro Fontelles Aula 01 Introdu Introdução ao estudo da Epidemiologia Conteúdo Histórico Conceitos básicos

Leia mais

Iniciação. Angiogênese. Metástase

Iniciação. Angiogênese. Metástase Imunidade contra tumores Câncer Cancro, tumor, neoplasia, carcinoma Características: Capacidade de proliferação Capacidade de invasão dos tecidos Capacidade de evasão da resposta imune Câncer Transformação

Leia mais

QUESTÃO 40 PROVA DE BIOLOGIA II. A charge abaixo se refere às conseqüências ou características da inflamação. A esse respeito, é INCORRETO afirmar:

QUESTÃO 40 PROVA DE BIOLOGIA II. A charge abaixo se refere às conseqüências ou características da inflamação. A esse respeito, é INCORRETO afirmar: 22 PROVA DE BIOLOGIA II QUESTÃO 40 A charge abaixo se refere às conseqüências ou características da inflamação. A esse respeito, é INCORRETO afirmar: a) Se não existisse o processo inflamatório, os microorganismos

Leia mais

. Hematos = sangue + poese = formação.

. Hematos = sangue + poese = formação. Marco Biaggi - 2015 . Hematos = sangue + poese = formação. transporte de nutrientes, gases respiratórios, hormônios e excretas Sangue participa da defesa do organismos, juntamente com a linfa e o sistema

Leia mais

DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis. Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani.

DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis. Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani. DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani. O que são DSTS? São as doenças sexualmente transmissíveis (DST), são transmitidas, principalmente, por contato

Leia mais

Disciplina de Imunologia. Curso de Biomedicina. Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular

Disciplina de Imunologia. Curso de Biomedicina. Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular Disciplina de Imunologia Curso de Biomedicina Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular Como o sistema imune exerce sua função fisiológica principal = Proteger o hospedeiro de infecções por agentes

Leia mais

Diagnóstico Microbiológico

Diagnóstico Microbiológico Diagnóstico Microbiológico Identificação e Tipagem Bacteriana Prof. Vânia Lúcia Diagnóstico clínico Sinais (mensuráveis) e sintomas (subjetivos) Origem Etiologia Natureza Diagnóstico laboratorial Identificação

Leia mais

CITOCINAS/INTERLEUCINAS. Universidade Estadual Paulsita Imunologia Veterinária Prof. Helio Montassier Andréa Maria C. Calado

CITOCINAS/INTERLEUCINAS. Universidade Estadual Paulsita Imunologia Veterinária Prof. Helio Montassier Andréa Maria C. Calado CITOCINAS/INTERLEUCINAS Universidade Estadual Paulsita Imunologia Veterinária Prof. Helio Montassier Andréa Maria C. Calado Introdução Respostas imunes: interações entre as diferentes populações celulares.

Leia mais

Papilomavirus Humano (HPV)

Papilomavirus Humano (HPV) Papilomavirus Humano (HPV) Introdução O HPV é uma doença infecciosa, de transmissão freqüentemente sexual, cujo agente etiológico é um vírus DNA não cultivável do grupo papovírus. Atualmente são conhecidos

Leia mais

Doenças negligenciadas ainda matam 1 milhão por ano no mundo

Doenças negligenciadas ainda matam 1 milhão por ano no mundo Doenças negligenciadas ainda matam 1 milhão por ano no mundo Com investimentos crescentes, em torno de R$ 75 milhões ao ano, Brasil lidera a lista dos países em desenvolvimento que mais têm aplicado recursos

Leia mais

Imunidade Adaptativa Humoral

Imunidade Adaptativa Humoral Imunidade Adaptativa Humoral Daiani Cristina Ciliao Alves Taise Natali Landgraf Imunidade Adaptativa Humoral 1) Anticorpos: Estrutura Localização 2) Maturação de célula B: Interação dependente de célula

Leia mais

Descrição do esfregaço

Descrição do esfregaço Descrição do esfregaço Série vermelha: microcitose e hipocromia acentuadas com hemácias em alvo. Policromasia discreta. Série branca: sem anormalidades morfológicas Série plaquetária: sem anormalidades

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 9.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 9.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 9.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO No domínio Viver melhor na Terra, o aluno deve ser capaz de: Compreender a importância da saúde individual e comunitária na qualidade

Leia mais

Nota Técnica de Caxumba

Nota Técnica de Caxumba Nota Técnica de Caxumba Isabella Ballalai Membro do comitê de Saúde Escolar da SOPERJ e presidente da SBIm Tânia Cristina de M. Barros Petraglia Presidente do comitê de Infectologia da SOPERJ e vice presidente

Leia mais

Considerando as informações básicas sobre as células e os tecidos envolvidos no processo de formação dos dentes, responda:

Considerando as informações básicas sobre as células e os tecidos envolvidos no processo de formação dos dentes, responda: 2º Processo Seletivo/2004 3º DIA BIOLOGIA 5 05. Cientistas do King s College, de Londres, receberam recursos da ordem de R$ 2,6 milhões para ajudá-los a desenvolver dentes humanos a partir de células-tronco.

Leia mais

Por outro lado, na avaliação citológica e tecidual, o câncer tem seis fases, conhecidas por fases biológicas do câncer, conforme se segue:

Por outro lado, na avaliação citológica e tecidual, o câncer tem seis fases, conhecidas por fases biológicas do câncer, conforme se segue: 8 - O câncer também tem fases de desenvolvimento? Sim, o câncer tem fases de desenvolvimento que podem ser avaliadas de diferentes formas. Na avaliação clínica feita por médicos é possível identificar

Leia mais

Escola Secundária de Camões

Escola Secundária de Camões Escola Secundária de Camões INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA BIOLOGIA Código 302 Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias- 12ºano Duração da prova escrita: 90 min Duração da

Leia mais

INFECÇÃO HIV: PERSPECTIVAS ACTUAIS

INFECÇÃO HIV: PERSPECTIVAS ACTUAIS INFECÇÃO HIV: PERSPECTIVAS ACTUAIS MARIA JORGE ARROZ, MD INSA PORTUGAL CARACTERÍSTICAS IMPORTANTES DO VIH A infecção requer a proteína CD4 na superfície da célula como receptor, logo apenas pode infectar

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No domínio Viver melhor na Terra, o aluno deve ser capaz de: Compreender a importância da saúde individual e comunitária na qualidade de

Leia mais

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento

Neoplasias 2. Adriano de Carvalho Nascimento Neoplasias 2 Adriano de Carvalho Nascimento Biologia tumoral Carcinogênese História natural do câncer Aspectos clínicos dos tumores Biologia tumoral Carcinogênese (bases moleculares do câncer): Dano genético

Leia mais

Imunodepressão em Atletas Os marcadores Laboratoriais

Imunodepressão em Atletas Os marcadores Laboratoriais Imunodepressão em Atletas Os marcadores Laboratoriais Quem Sou? Carlos Ballarati : Formação Medicina: Formado em Medicina pela PUC-SP Sorocaba em 1988. Residência Médica: Clinica Medica Unicamp em 1989

Leia mais

RESISTAID Modulador natural do sistema imunológico

RESISTAID Modulador natural do sistema imunológico Informações Técnicas RESISTAID Modulador natural do sistema imunológico CAS NUMBER: 9036-66-2 SINÔNIMOS: Arabinogalactana, Lariço arabinogalactana, Galactoarabinina, Fibra lariço, Goma lariço NOME BOTÂNICO:

Leia mais

José Carlos M. Szajubok Fac Med ABC e HSPE SP

José Carlos M. Szajubok Fac Med ABC e HSPE SP Artrite Séptica Quadro Clínico e Conduta Emergencial José Carlos M. Szajubok Fac Med ABC e HSPE SP » CONFLITOS DE INTERESSE» NÃO TENHO A A apresentação de um paciente com uma ou mais articulações inflamadas

Leia mais

Tipos de Transplantes

Tipos de Transplantes TRANSPLANTADOS Tipos de Transplantes Doador Vivo Um dos Rins Parte dos Pulmões Parte do Fígado Medula Óssea Doador Falecido Diagnóstico de Morte Encefálica Rins, Pulmões, Coração, Valvas Cardíacas, Fígado

Leia mais

Gênero Treponema. Características gerais. Fisiologia e Estrutura

Gênero Treponema. Características gerais. Fisiologia e Estrutura Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic Gênero Treponema Características gerais Esse gênero de bactérias gram-negativas

Leia mais

Nova vacina frente à cura para a AIDS

Nova vacina frente à cura para a AIDS N o 18 Setembro/2013 Centro de Farmacovigilância da UNIFAL-MG Site: www2.unifal-mg.edu.br/cefal Email: cefal@unifal-mg.edu.br Tel: (35) 3299-1273 Equipe editorial: prof. Dr. Ricardo Rascado; profa. MsC.

Leia mais

Infecção pelo HIV e AIDS

Infecção pelo HIV e AIDS Infecção pelo HIV e AIDS Infecção pelo HIV e AIDS 1981: pneumonia por Pneumocystis carinii/jirovecii outros sinais e sintomas: infecção do SNC, infecção disseminada por Candida albicans, perda de peso,

Leia mais

Transfusão de sangue UHN. Informação para os pacientes sobre os benefícios, riscos e alternativas

Transfusão de sangue UHN. Informação para os pacientes sobre os benefícios, riscos e alternativas Transfusão de sangue Blood Transfusion - Portuguese UHN Informação para os pacientes sobre os benefícios, riscos e alternativas Quais são os benefícios da transfusão de sangue? A transfusão de sangue pode

Leia mais

Contagem total de leucócitos Contagem diferencial e absoluta Neutrófilos Linfócitos Monócitos Eosinófilos Basófilos Achados de esfregaço sanguíneo

Contagem total de leucócitos Contagem diferencial e absoluta Neutrófilos Linfócitos Monócitos Eosinófilos Basófilos Achados de esfregaço sanguíneo Contagem total de leucócitos Contagem diferencial e absoluta Neutrófilos Linfócitos Monócitos Eosinófilos Basófilos Achados de esfregaço sanguíneo Contagem total de leucócitos Contagem diferencial e absoluta

Leia mais

Rotina para Prevenção de Transmissão de Tuberculose Nosocomial

Rotina para Prevenção de Transmissão de Tuberculose Nosocomial MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA A13 elaborada em 09/12/2010 Rotina para Prevenção de Transmissão de Tuberculose

Leia mais

Doenças Sexualmente transmissíveis - DST

Doenças Sexualmente transmissíveis - DST Doenças Sexualmente transmissíveis - DST Bacteriologia Médica Carina Scolari Gosch Neisséria O gênero Neisséria é formado por bactérias diplococos g(-) Neisséria gonorrheaea Contato: Perda da resistência

Leia mais

ALTERAÇÕES METABÓLICAS NO PERFIL LIPÍDICO E GLICÊMICO DE PACIENTES HIV POSITIVOS QUE FAZEM USO DE ANTIRETROVIRAIS

ALTERAÇÕES METABÓLICAS NO PERFIL LIPÍDICO E GLICÊMICO DE PACIENTES HIV POSITIVOS QUE FAZEM USO DE ANTIRETROVIRAIS ALTERAÇÕES METABÓLICAS NO PERFIL LIPÍDICO E GLICÊMICO DE PACIENTES HIV POSITIVOS QUE FAZEM USO DE ANTIRETROVIRAIS Greice Rodrigues Bittencourt Introdução A terapia antiretroviral contemporânea (TARV) baseado

Leia mais

Toxicologia in vitro: Principais modelos utilizados

Toxicologia in vitro: Principais modelos utilizados Toxicologia in vitro: Principais modelos utilizados Alexandre Bella Cruz Rilton Alves de Freitas Toxicologia in vitro: Principais modelos utilizados Objetivo Conhecer Métodos para Avaliação de Genotoxicidade

Leia mais

INFECÇÃO DA CORRENTE SANGUÍNEA

INFECÇÃO DA CORRENTE SANGUÍNEA INFECÇÃO DA CORRENTE SANGUÍNEA Enfª Marcia Daniela Trentin Serviço Municipal de Controle de Infecção Esta aula foi apresentada na Oficina de Capacitação para a utilização do Sistema Formsus na notificação

Leia mais

IMUNODEFICIÊNCIA COMUN VARIÁVEL

IMUNODEFICIÊNCIA COMUN VARIÁVEL IMUNODEFICIÊNCIA COMUN VARIÁVEL Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: AGAMAGLOBULINEMIA

Leia mais

6- Qual é a causa do câncer? genes DNA), moléculas de RNA cromossomos ribossomos Genes: Moléculas de RNA: Ribossomos:

6- Qual é a causa do câncer? genes DNA), moléculas de RNA cromossomos ribossomos Genes: Moléculas de RNA: Ribossomos: 6- Qual é a causa do câncer? Na realidade não há apenas uma causa, mas várias causas que induzem o aparecimento do câncer. Primeiramente é importante saber que todo o câncer tem origem genética por abranger

Leia mais

Doença de Chagas ou Tripanossomíase Americana

Doença de Chagas ou Tripanossomíase Americana ou Tripanossomíase Americana Distribuição geográfica: América latina, afetando 12-14 milhões de pessoas. Agente Etiológico: Trypanosoma cruzi Ordem: Kinetoplastida Família: Trypanosomatidae Gênero: Trypanosoma

Leia mais

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular BIOTECNOLOGIA 1. Introdução Até a década de 70, o DNA era o componente celular mais difícil de ser analisado. Sua seqüência de nucleotídeos de enorme tamanho e monotonia química era geralmente analisada

Leia mais