A RELAÇÃO DA DEFINIÇÃO DE NATUREZA PARA OS FILÓSOFOS DE ACORDO COM SUA ÉPOCA.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A RELAÇÃO DA DEFINIÇÃO DE NATUREZA PARA OS FILÓSOFOS DE ACORDO COM SUA ÉPOCA."

Transcrição

1 A RELAÇÃO DA DEFINIÇÃO DE NATUREZA PARA OS FILÓSOFOS DE ACORDO COM SUA ÉPOCA. Autores 1 ARAUJO, R. 1, SANTORO, F. 1 Filosofia - IFCS Apoio Financeiro: PIBIC-EM, CNPQ Resumo Objetivos Cada filosofo que fala sobre a natureza possui uma definição diferente sobre a mesma, sendo assim, de acordo com cada definição de natureza, é possível observar uma relação com a época em que cada filosofo viveu. Com isso, neste trabalho tento demostrar como o homem modifica sua própria concepção de natureza em determinados momentos da história. Métodos Primeiramente escolhi 2 filósofos de épocas diferentes para definir exatamente o que cada um diz sobre a natureza, para depois analisar as épocas em que viviam e posteriormente relacionar com suas épocas os nossos dados recolhidos. Os filósofos foram Aristóteles e Empédocles. Primeiramente comecei analisando o livro II da Física de Aristóteles. A partir de alguns trechos, podemos perceber sua definição de natureza, como por exemplo,"assim, de certa maneira, denomina-se natureza a primeira maneira que subjaz a cada um dos que possuem em si mesmos principio de movimento ou mudança: mas, de outra maneira, denomina-se natureza a configuração e a forma segundo a definição.(...) do mesmo modo também denomina-se natureza aquilo que é natural e conforme a natureza."¹. Resultados Sintetizando, Aristóteles define a natureza como uma força, a natureza constitui-se do movimento gerenciado pelo que algo pode vir à ser. Já nos textos de Empedócles, ele constitui a natureza como algo mais material. Empedocles tinha três teses básicas sobre como o mundo inteiro constitui-se, são elas: materialismo, pluralismo e mobilismo. O materialismo constitui-se de quatro elementos principais que, combinados, formariam todo o mundo material. Os outros dois constituem-se de forças naturais, o pluralismo considera que tudo vai do uno aos múltiplos e vice-versa e o mobilismo, que completa a tese do materialismo, considera o amor(filia) e ódio(neikos) que desempenham forças de junção e separação fazendo com que os elementos tenham misturas diferentes. Ao estudar a época em que viveram, como viveram e com quem viveram, pude descobrir que Empedocles teve grandes

2 influencias nos seus textos da escola de Pitágoras, pois uma de suas teses tem uma base muito quantitativa e matemática. Já Aristoteles foi filho de um médico e por isso tenha tido uma melhor relação com a parte cientifica e natural. Aristoteles foi aprender na academia de Platão, onde já tinha decidido que iria falar sobre a natureza. Na época em que Aristóteles viveu estava-se no ápice das descobertas em relação aos corpos e a física, gerando grande influência a ele. Conclusão Em Empedocles sua natureza teve uma grande influência matemática, já que teve contato com a escola de Pitágoras e que este também estava exercendo uma grande influência na época, Aristoteles por si só teve uma grande influência do pai médico e da escola de Platão que naquela época estava divulgando e distribuindo a sabedoria da matéria e da física. Palavras-chaves: Filosofia, Natureza, Aristóteles

3 PROJETO FAZENDO GÊNERO Autores 1 MOURA, C. S. L. D. 1, PURIFICAÇÃO, A. 1, MACHADO, C. J. 1 CAp-UFRJ - CAp- UFRJ Apoio Financeiro: PIBIC-EM/CNPq, PR-2 - UFRJ Resumo Objetivos Presente estudo está vinculado à pesquisa do Projeto Fazendo Gênero e tem como objetivo realizar um relato crítico do processo de criação pelo qual passamos como alunos durante o primeiro ano do ensino médio a luz dos conceitos da Pedagogia de Ator elaborada por Jacques Lecoq. Esse processo constitui-se na vivência de diferentes territórios dramáticos durante todo o ano letivo. Métodos Como alunos, durante o primeiro ano do Ensino Médio, passamos por um processo de ensino de Teatro que aborda os princípios do Teatro Físico através da metodologia proposta por Jacques Lecoq. Como pesquisadores, tal elaboração de uma narrativa e apreciação Realizamos experimentações práticas de exercícios e jogos, alguns novos e outros já vividos anteriormente em sala de aula, análise de fotos e vídeos do processo de nós mesmos em sala, e discussões com nossa orientadora e os bolsistas de PIBIAC. Essas discussões são embasadas por aprofundamentos teóricos, tais como: O Corpo Poético, de Jacques Lecoq; O Sentido e a Máscara, de Gerd Borhein e nossas observações e percepções ao longo das aulas. Resultados Os resultados obtidos são refletidos na continuação das aulas, em que, por conta desse olhar de fora, ampliamos nossa compreensão quanto aos exercícios e temas abordados, o que melhora nosso desempenho. Além disso, elaboramos registros escritos das aulas, resenhas de livros e uma demonstração prática do nosso processo de ensino e criação, que será apresentada em julho, no 8º Congresso mundial de Teatro Educação - IDEA- Paris Conclusão O projeto irá, acima de tudo, nos fornecer uma base que não obteríamos em diversos cursos na área de artes cênicas, pois dialoga com temáticas incomuns

4 ao trabalho com alunos de ensino médio. Além disso, a própria metodologia trabalhada estimula nosso crescimento como alunos de teatro, já que passamos a olhar o trabalho do ator por perspectivas mais corporais visão um pouco evitada no estudo teatral em geral. Palavras-chaves: processo de criação, análise do processo, artês cênicas

5 Matemática Básica de um Ponto de Vista Superior Autores 2 CRUZ, G. O. S. 2, ANJOS, S. B. C. F. 2, SILVA, U. D. 2, GUIMARÃES, L. C. 1 Blo - UFRJ, 2 Colégio de Aplicação - UFRJ Apoio Financeiro: CNPq Resumo Introdução A matemática é uma área de conhecimento, presente em diversas aplicações do cotidiano. No contexto escolar, muitas vezes não há oportunidade de aprender mais profundamente os conteúdos, o que não permite uma aproximação da matemática que é estudada no ensino superior. Neste trabalho, alunas de uma escola pública federal participam de atividades no LIMC-UFRJ, que é um laboratório de pesquisa e desenvolvimento de materiais instrucionais de matemática para o ensino básico. Objetivos Utilizar tecnologias e métodos para auxílio na compreensão do conteúdo de matemática do ensino básico; Divulgar os resultados do trabalho e do processo realizado, por meio das redes sociais, páginas na internet e disponibilização de vídeos Métodos As alunas participam do projeto desde 2011, período em que tiveram acesso a uma variada quantidade de conteúdos, tanto do ensino básico quanto do ensino superior, como geometria euclidiana e não euclidiana, álgebra, análise combinatória, isometrias e limites. No último ano, o trabalho teve como foco principal os conteúdos de números complexos, álgebra linear e história da Matemática. A partir das discussões feitas pelos membros do projeto, chegouse a conclusão de que era necessário levar os resultados a um número maior de alunos. Foi realizada uma pesquisa de plataformas e materiais que poderiam ser utlizados com esse intuito. Foram abertos uma página numa rede social e um canal para a publicação de vídeos. A última etapa do projeto implica na divulgação dos materiais desenvolvidos para os alunos da escola nas plataformas utilizadas. Resultados

6 Como o projeto encerrará suas atividades em dezembro, nos meses seguintes será analisada a resposta da interação entre os alunos e os materiais criados pelo projeto, no qual se retirarão conclusões sobre a viabilidade da aplicação deste tipo de material como contexto de divulgação científica. Conclusão Até então, a ideia de divulgação dos métodos utilizados na aprendizagem dos conteúdos tem gerado uma resposta positiva dos que a acompanham. Embora haja dificuldade com a Matemática no geral, a visão apresentada por alunos para alunos e a abordagem feita, muitas vezes facilita a compreensão. Palavras-chaves: Educação Matemática, Matemática, Tecnologia Educacional

7 Aplicativo de celular para controlar o exercício físico Autores 1 WIELAND, J. P. V. B. 1, GALVÃO, M. D. F. D. S. 1 CAp-UFRJ - CAp-UFRJ Apoio Financeiro: CNPQ Resumo Introdução Muitos corredores de rua utilizam a música para intensificar seu exercício. Partindo da premissa de que a música influencia a corrida e que diferentes músicas podem influenciar de diferentes maneiras na corrida este trabalho foi desenvolvido. A partir dos testes que vêm sendo realizados, está sendo desenvolvido um aplicativo de celular que ajude leigos no assunto a escolher melhor as músicas, fazendo assim que obtenham melhores resultados. Objetivos Criar uma ferramenta que auxilie corredores a escolherem suas músicas fazendo assim com que consigam um melhor desempenhol Métodos Quatro voluntários foram selecionados para realizar quatro testes, sendo um deles sem música e os outros três com músicas que possuíam diferentes números de batidas por minuto. O teste era constituído de uma corrida de 100 metros. Resultados Os testes mostraram que quanto maior o número de batidas por minuto, maior era a velocidade registrada pelo voluntário. A variação de velocidade chegou próximo de 2 km/h. Conclusão Analisando os dados dos testes é possível comprovar que caso uma pessoa se utilize de uma música com um número de batidas por minuto alto, seu rendimento será melhor. Para facilitar a seleção das músicas, um aplicativo de celular se mostra a solução mais viável pois ajudaria diretamente o corredor sem um custo adicional. Palavras-chaves: aplicativo, corrida, BPM, música, celular

8

9 XXVIII Reunião Anual da FeSBE - Caxambu 2013 CONSTRUÇÃO DE UMA MATRIZ HOLÍSTICA COM O CICLO EXPLICATIVO DA PRODUÇÃO DA TUBERCULOSE EM MANGUINHOS: FASE I - APRENDENDO SOBRE SAÚDE E DOENÇA Autores 2 SANTOS, F. 2, PIVETTA, F. 2, ZANCAN, L. 2, 2 ENSP - FIOCRUZ Apoio Financeiro: CNPQ Resumo Introdução No meu primeiro ano no PROVOC-Avançado pesquisei sobre saúde pública e doenças relacionadas às condições de vida em territórios vulneráveis, como as favelas. Escolhi como foco principal a tuberculose e estudei o Livro Jogo: A Tosse Misteriosa, um jogo interativo produzido pelo LTM, no qual conseguimos obter informações sobre problemas de saúde e ambiente. Junto com a equipe do LTM discutimos sobre enchentes, saneamento básico, doenças negligenciadas e também a história das comunidades da Maré e Manguinhos. Pesquisei sobre as diferenças entre epidemia e pandemia. O objetivo principal do LTM é a produção de materiais político-pedagógicos para a ampliação da autonomia e dos direitos de cidadania, através da reflexão em torno de conhecimentos sobre o lugar, sua história e seus problemas de saúde e ambiente, contribuindo para o avanço de promoção da saúde nos diversos espaços de formação e interação de atores em territórios como Manguinhos. Li o livro Do mágico ao social de Moacir Scliar, que fala sobre toda a trajetória da saúde pública e como aconteceram os avanços da saúde. Acompanhei a leitura do livro O mapa fantasma de Steven Johnson que fala sobre a trajetória da cólera e como se deu seu início. Li artigos relacionados com a questão da tuberculose. Aprendi que a tuberculose é uma doença infecciosa causada por uma bactéria que atinge principalmente os pulmões, mas que pode também atingir outros órgãos, transmissível principalmente pelo ar, através da tosse de pessoas contaminadas. No fim do ano de 2012, juntamente com o aluno Jailton Ferreira (PROVOC-Iniciação), organizamos uma apresentação (em power point) com o que aprendemos, que denominamos

10 Saúde apresentada para a equipe do LTM. Este trabalho fala sobre a trajetória da saúde pública e algumas doenças como a malária e a tuberculose. Participei também das atividades do grupo de pesquisas do LTM sobre o mapeamento do Alemão e de Manguinhos pesquisando sobre as obras do PAC. Meu objetivo é aprofundar os meus aprendizados no LTM sobre tuberculose. Na segunda fase do trabalho vamos desenvolver estudos sobre a doença com a produção de uma matriz holística com o ciclo explicativo da produção da tuberculose em Manguinhos, assim como, as estratégias nos diferentes níveis de ação, que vão do familiar ao mais global. Com esse trabalho pretendo contribuir em atividades coletivas nas instituições de Manguinhos e Maré, bairro onde moro. Palavras-chaves: promoção da saúde, tuberculose, território, Manguinhos

11 IMPLANTAÇÃO DO TESTE DE FOTOTOXICIDADE PARA AVALIAÇÃO DE PREPARAÇÕES COSMÉTICAS: FILTROS SOLARES CONTENDO NANOPARTÍCULAS OU NANOENCAPSULADOS Autores 1 FERNANDES, J. M. D. A. 1, SILVA, R. S. 1, SILVA, C. C. D. 1, PRESGRAVE, O. A. F. 1 INCQS - FIOCRUZ Apoio Financeiro: PIBIC-EM/CNPq Resumo Introdução A avaliação da toxicidade de uma substância é realizada com o objetivo de predizer os efeitos nocivos que a mesma poderá desencadear no ser humano quando exposto. Dentre os efeitos possíveis encontra-se a fototoxicidade, que consiste em uma reação tóxica a uma substância aplicada ao corpo que é desencadeada ou intensificada pela exposição a luz ou induzida pela irradiação da pele depois da administração sistêmica da substância. Os métodos tradicionais para a verificação da fototoxicidade de uma substância consistem no teste em cobaias e camundongos hairless. Com a pressão antivivisseccionista exercida contra o uso de animais pelas indústrias de cosméticos as buscas por métodos alternativos se intensificaram e vários procedimentos e sistemas celulares foram propostos para a avaliação da fototoxicidade in vitro. Este método avalia a fototoxicidade através da comparação da citotoxicidade de uma substância química com e sem exposição a uma dose não citotóxica de luz solar simulada. O crescente uso de nanomateriais em produtos cosméticos aliado à incerteza quanto à eficiência na detecção do potencial de risco justifica o desenvolvimento de estudos visando avaliar o uso de métodos já validados para matérias-primas originais e suas aplicações aos nanomateriais. Objetivos Realizar levantamento das nanopartículas utilizadas em filtros solares e implantar o ensaio de fototoxicidade in vitro como método alternativo para avaliação da toxicidade de produtos cosméticos. Métodos O levantamento dos ingredientes cosméticos foi iniciado consultando-se a lista de fornecedores de matérias-primas nos sites da Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC) e da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABHIPEC). Em seguida foi realizada busca

12 nos catálogos de produtos dos fornecedores encontrados, a fim de identificar quais os insumos apresentavam-se na forma de nanopartículas ou nanoencapsulados. Posteriormente, será realizada a pesquisa de quais produtos apresentam em sua composição tais matérias-primas. As substâncias Lauril Sulfato de Sódio, Hexaclorofeno, L-Histidina e Clorpromazina, obtidos da Sigma, serão utilizadas como controles. Células 3T3 Balb/c clone A31 são mantidas em cultura por 24h para a formação de monocamada. Duas microplacas de 96 poços são pré-incubadas com 8 diferentes concentrações da substância teste por 1h. Então uma das duas placas é exposta a luz (Q= 5J/cm2) enquanto que a outra é mantida no escuro. A citotoxicidade é expressa como a redução da captura do corante vital Vermelho Neutro quando medida 24 horas após o tratamento com a substância teste e irradiação. Para predizer o potencial fototóxico, as respostas das concentrações obtidas na presença e na ausência da irradiação são comparadas, usualmente determinando-se a IC50, que é a concentração que reduz a viabilidade celular em 50%, quando comparada com os controles não tratados. Os parâmetros PIF (fator de fotoirradiação) e MPE (média do efeito fototóxico) serão calculados utilizando-se o software Phototox Version 2.0. Resultados Na busca de fornecedores nos sites da ABC e da ABHIPEC foram identificados 31 possíveis fornecedores de matérias-primas para fabricação de produtos cosméticos. Na consulta aos catálogos destes fornecedores foram identificados apenas três que possuem matérias-primas nanoparticuladas ou nanoencapsuladas sendo elas: a primeira empresa possui dois ativos nanoencapsulados de vitamina C, um para produtos capilares e outro para produtos anti-idade; a segunda possui dois filtros solares físicos nanoparticulados, dióxido de titânio e óxido de zinco; e terceira que comercializa óxido de zinco nanoencapsulado para produtos antissolares. Conclusão Ainda se desconhece o potencial fototóxico de aproximadamente substâncias utilizadas em preparações cosméticas. E menos informação ainda está disponível sobre as matérias-primas nano-particuladas ou nanoencapsuladas, por isso este estudo é extremamente relevante, visto que poderá colaborar sobremaneira para o entendimento do potencial tóxico de substâncias onde a nanotecnologia é aplicada, tendo em vista a falta de informações nessa área, no momento. Os resultados poderão contribuir, inclusive, para a determinação de aspectos legais que envolvem os produtos que utilizam nanotecnologia, principalmente no que diz respeito às concentrações, rotulagem e informações a serem divulgadas para os consumidores. Palavras-chaves: COSMÉTICOS, FOTOTOXICIDADE, NANOPARTÍCULAS, MÉTODO ALTERNATIVO

13

14 Estudo Taxonômico dos Simulídeos (Diptera: Simuliidae) Autores 1 FALCAO, M. L. 1, NASCIMENTO, É. S. 1, MAIA-HERZOG, M. 1, MAIA-HERZOG, M. 1 Laboratório de Simulídeos e Oncocercose - Fiocruz Apoio Financeiro: PIBIC-EM/CNPq Resumo Introdução Os Simulídeos, conhecidos como borrachudos ou piuns, são dípteros caracterizados pelo porte pequeno e cor escura, habitando praticamente o mundo todo exceto pelas áreas polares e desérticas uma vez que sua forma imatura depende de água corrente. As fêmeas adultas são hematófagas, pois precisam de sangue para a maturação dos ovos. Após serem depositados em substratos em beiras de rio (folhas, galhos, etc.) os ovos eclodem em larvas, que após amadurecer tecem o casulo da pupa, onde se completa a metamorfose: o inseto aquático transforma-se em um adulto voador. Em caso de antropofilia, as fêmeas adultas podem transmitir através da picada os patógenos causadores de Oncocercose e Mansonelose, além de causar incômodo à população. Objetivos O objetivo deste estudo é fazer um levantamento taxonômico, através da observação de características morfológicas, das espécies de simulídeo em sua forma imatura (larva e pupa) presentes no curso médio do Rio Paraíba do Sul, local onde recentemente foi construída uma hidrelétrica que pode ter afetado a fauna local. Métodos O material é observado em estereomicroscópio, com o uso de chaves dicotômicas e ilustrações publicadas para a definição de sua espécie. No caso dessa técnica mostrar-se insuficiente, o espécime é dissecado e montado em lâmina/lamínula. Todos os exemplares serão quantificados e apresentados em forma de gráfico. Resultados Foram analisadas larvas (800 destas maduras), identificadas em 11 espécies: S. inaequale, S. incrustatum, S. perflavum e S. subpallidum que apareceram em grande quantidade nos pontos-criadouros estudados. As espécies S. pertinax, S. nigrimanum, S. guianense, S. rubrithorax, S.

15 brachycladum, S spinibranchium e S. hirtipupa apareceram somente em alguns pontos-criadouros estudados. Além disso, foram identificadas 862 pupas em 16 espécies: S. perflavum, S. inaequale, S. incrustatum e S. subpallidum, com mais de 100 exemplares cada; S. subnigrum, S. nigrimanum, e S. pertinax, entre 20 e 100 exemplares cada; S. brunenscens, S. spinibranchium e S. hirtipupa entre cinco e 20 exemplares cada; S. exiguum, S. brachycladum, S. diversibranchium, S. rubrithorax, S. jujuyense e S. dinellii, com menos de cinco exemplares cada. Dentre as espécies identificadas, o S. incrustatum e S. guianense são conhecidos como vetores de oncocercose em áreas endêmicas. Conclusão O estudo taxonômico e bioecológico das espécies de simulídeos é fundamental quando se analisam áreas com grandes modificações antrópicas, tendo em vista a vetoração das doenças realizadas por eles, pois a partir da identificação da espécie de simulídeos, pode-se alertar para o fato de ocorrerem espécies possíveis vetores de oncocercose ou mansonelose, além do conhecimento referente à preferência alimentar deste (zoofagia e/ou antropofagia). Apesar de nunca ter sido registrado nenhum caso da doença na região onde o material foi coletado, há a presença de vetores de oncocercose ( S. guianense e S. incrustatum ), o que pode representar riscos à população no caso da filaria chegar ao local por alguma pessoa infectada. Portanto, este estudo não é de importância apenas biológica, mas também social e econômica. Palavras-chaves: Simulídeos, Taxonomia, Biodiversidade

16 ESTUDO DA QUALIDADE DA ÁGUA GRAU REAGENTE PARA LABORATÓRIO DO INSTITUTO OSWALDO CRUZ (IOC): ANÁLISE FÍSICO- QUÍMICA Autores 1 VIEIRA, M. V. D. O. 1, MANGIA, R. H. R. 1 Dep. de Apoio Técnico e Plataforma Tecnológica - Fiocruz Apoio Financeiro: PIBIC-EM/CNPq Resumo Introdução O Instituto Oswaldo Cruz (IOC) desenvolve diversas atividades e estudos no campo da pesquisa biomédica, visando a saúde da população. Para tanto, é fundamental para a confiabilidade dos resultados de experimentos, de exames e/ou atividades de monitoramento de avaliação da água para laboratório utilizada no IOC. Os métodos utilizados nos experimentos de pesquisa são extremamente sensíveis a vários contaminantes como: material particulado que inclui, principalmente, sílica, resíduos desagregados do metal de tubulação e colóides; materiais inorgânicos dissolvidos (sólidos e gases) como íons de cálcio e magnésio, gases como dióxido de carbono, íons ferroso e férrico, nitratos e etc; materiais orgânicos dissolvidos como pesticidas, herbicidas, gasolina, solventes e compostos orgânicos em geral, resíduos de tecidos animais e vegetais; microorganismos que incluem bactérias, protozoários, algas e outros; pirogênicos que são tipicamente fragmentos de paredes de células bacterianas gram-negativas ou lipopolisacarídeos. Objetivos Tendo em vista, estes aspectos que podem interferir na pureza da água, para garantir a confiabilidade bem como sua qualidade como reagente para laboratório e também atender ao cumprimento dos requisitos ditados pelas auditorias que realizam inspeções periódicas, nos Laboratórios de Pesquisa, Referências e Coleções, iniciou-se a avaliação físico-química da água como reagente. Métodos Para avaliação é realizada, a cada sete dias, a metodologia descrita na United States Pharmacopeia para análises físico-químicas em que são aferidos os parâmetros de condutividade, ph, amônia, cálcio, cloreto, carbono orgânico total e ferro. O padrão de purificação baseia-se nos parâmetros da Portaria nº

17 2914/ 2011 do Ministério da Saúde e o National Committe for Clinical Laboratory Standars (NCCLS- Comitê Nacional para Padrões de Laboratórios Clínicos). As amostras de 200mL foram coletadas semanalmente em frascos de vidros estéreis em oito pontos de água tipo I e/ou II de pavilhões do IOC. O intervalo entre a coleta e a análise da água não excede a 12 horas, para que não haja nenhum tipo de variável nos parâmetros analisados. Resultados Foram analisados pontos de água tipo I e/ou tipo II, com coleta semanal durante 12 meses, e nenhuma alteração foi observada, quanto ao padrão físico-químico tanto da água tipo I como a do tipo II. Os Procedimentos operacional padrão (POPs) foram elaborados, revisados para futura aprovação bem como a modelagem de cada processo do projeto utilizando como ferramenta o programa Biz Agi Process Modeler. Conclusão Todos os procedimentos estão sendo padronizados através de POPs e modelados o que nos permite maior rastreabilidade dos resultados obtidos. Os resultados até a presente data demonstram que os parâmetros físico-químicos da água tipo I e/ou II atendem as normas de qualidade vigente exigida quanto cumprimento dos requisitos ditados pelas auditorias que realizam inspeções periódicas nos Laboratórios de Pesquisa do IOC. Palavras-chaves: Água, Análise Fisico-Quimica, Qualidade

18 Aloimunidade e Aborto Espontâneo Recorrente Autores 1 MACEDO, R. M. 1, RIBEIRO MENDONÇA, F. C. 1 EPSJV - Fiocruz Apoio Financeiro: PIBIC-EM/ CNPq Resumo Introdução A gestação é o estado fisiológico em que a mulher traz em si um outro ser em formação. Há vários fatores que influem diretamente no sucesso deste processo. Um destes é a imunologia. A imunologia na reprodução começou a ser estudada porque se pôde traçar a seguinte analogia entre o feto e um transplante: assim como um transplante, o feto poderia ser rejeitado, pois este apresenta antígenos de origem paterna, que o fariam ser reconhecido como não-próprio pelas células de defesa do organismo da mãe. As pesquisas nessa área revelaram que o sistema imunológico materno, desde o início da gravidez e com o auxílio das células Natural Killer (NK), Linfócitos T e B desencadeia uma resposta imunológica, tanto celular quanto humoral, responsável por produzir imunorreguladores, os quais têm papel crucial no futuro da gestação. Pode-se observar que o sistema imunológico é suma importância para se obter um bom prognóstico gestacional. Porém, por ser importante que todos os mecanismos estejam funcionando corretamente e em sintonia, problemas como abortos espontâneos recorrentes vêm sendo notados devido ao descompasso das atividades imunológicas. É considerado como Aborto Espontâneo Recorrente (AER) quadros de três ou mais abortos espontâneos sucessivos ou quando se observa dois abortos em mulheres com idade superior a 35 anos. Nestes casos, a mulher não chega a completar vinte semanas de gestação e, o risco de abortar uma nova gestação aumenta de forma gradativa quando as perdas se repetem. Em aproximadamente metade dos casos de aborto espontâneo recorrente, a etiologia é desconhecida. Sabese que ele está associado a fatores como genéticos, infecciosos, anatômicos, endócrinos e imunológicos. Este trabalho terá enfoque no fator imunológico, mais especificamente, fator aloimune, que se estima ser a causa de 40% a 60% dos AER de causa desconhecida. O termo Aloimunidade refere-se a diferenças imunológicas entre indivíduos da mesma espécie. Em uma gestação normal, o reconhecimento do concepto como enxerto semi-alogênico estimula o sistema imunológico materno a desenvolver uma resposta imunossupressora que viabiliza o sucesso gestacional. A histocompatibilidade materno-fetal pode impedir que a mãe desenvolva tais respostas indispensáveis para a sobrevivência do feto geneticamente estranho. Levando, nestes casos, a quadros de abortamentos espontâneos. A terapia proposta para esse problema consiste na imunização da mulher com linfócitos de origem paterna ou do doador, injetados por via intradermica em intervalos regulares de tempo. Vale

19 ressaltar que o sítio de ligação e o mecanismo de atuação desses linfócitos ainda não foram elucidados. Objetivos Este trabalho tem como objetivo geral compreender o fator aloimune como causa de Aborto Espontâneo Recorrente. Nessa perspectiva, os objetivos específicos, ou seja, o caminho pelo qual será alcançado o objetivo geral é: descrever a importância da imunologia na gestação, estudar o que é Aborto Espontâneo Recorrente focando sua causa aloimune e estudar o tratamento imunológico e seus possíveis efeitos. Métodos A metodologia desta monografia fundamenta-se em levantamentos bibliográficos sobre o tema proposto, isto é, sobre o fator aloimune como causa de Aborto Espontâneo Recorrente. Para tal, serão realizadas pesquisas em dissertações, teses, revisões e artigos científicos publicados em revistas indexadas no período de Resultados Foi observado que, em mulheres que sofrem de AER há diminuição do número de células supressoras na decídua e aumento da atividade das células Natural Killer. Quando tal fenômeno ocorre, essas células acabam por agredir o feto. Este é o fato responsável pelo aumento da incidência de abortos precoces e, como consequência, pior prognóstico gestacional. Conclusão A histocompatibilidade materno fetal é responsável pelos abortamentos espontâneos recorrentes com causa aloimune, pois quando a mãe é imunologicamente semelhante ao feto, esta deixa de desenvolver respostas necessárias para uma gestação normal. Palavras-chaves: Aborto, Aloimunidade, Gestação

20 POLIQUIMIOTERAPIA NOS PACIENTES COM HANSENÍASE MULTIBACILAR TRATADOS COM O ESQUEMA OMS/12DOSES AVALIAÇÃO DO ÍNDICE BACILOSCÓPICO E GRAU DE INCAPACIDADE Autores 1 FERNANDES, L. C. 1, SALES, A. M. 1 Instituto Oswaldo Cruz - Fiocruz Apoio Financeiro: PIBIC-EM/CNPq Resumo Introdução A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae (M.leprae)que afeta principalmente a pele e os nervos. O homem é o seu principal reservatório, seu modo de transmissão mais conhecido é a dispersão de partículas a partir das vias aéreas superiores dos pacientes multibacilares (MB). A detecção e o tratamento dos casos são medidas fundamentais no controle da doença. Em 1982, a OMS recomendou o tratamento com esquema de poliquimioterapia PQT/OMS, que para os pacientes MB compreende o uso de rifampicina 600mg/mês + clofazimina 300mg/mês auto-administrados associados a dapsona 100mg/dia + clofazimina 50mg/dia auto administrado, por 2 anos de tratamento no mínimo, e de preferência, até a negativação baciloscópica. O critério de regularidade era a ingestão das 24 doses em até 36 meses. O esquema PQT/24 doses mostrouse altamente eficaz e bem tolerado pelos pacientes. Entretanto, do ponto de vista operacional, a duração da PQT/24 doses era considerada longa, sendo este um obstáculo a sua implementação. Uma redução no tempo de tratamento, sem comprometer a eficácia, permitiria uma melhor adesão por parte do paciente, e tornaria a implantação da PQT mais fácil, permitindo a manutenção de um programa nacional. Em razão disto em 1997, a OMS recomendou que o número de doses mensais fosse reduzido para a operacionalização do tratamento, passando para 12 doses mensais devendo ser completado em 18 meses, forma de tratamento atual. Após o final do tratamento os pacientes MB ainda apresentam baciloscopia positiva em percentuais variados de casos, em grande parte dos casos o índice baciloscópico tende a zerar com o decorrer do tempo, por isso o critério de cura é o tempo/doses de tratamento. Objetivos Avaliar o comportamento de parâmetros clínicos e laboratoriais de pacientes com hanseníase MB tratados com o esquema PQT 12 doses com ênfase para as variações de grau de incapacidade e de índice baciloscópico no diagnóstico e nos anos após o tratamento.

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 03 Síntese do Oxalato de Bário

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 03 Síntese do Oxalato de Bário UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier Prática 03 Síntese do Oxalato

Leia mais

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE Cláudio Martin Jonsson Vera Lúcia Castro Jaguariúna, outubro 2005. O modelo de agricultura utilizado atualmente visa

Leia mais

CET 303 Química Aplicada. Relatório: Visita técnica Estação de tratamento de água ETA 3 Capim Fino, em Piracicaba. Data da visita: 02.04.

CET 303 Química Aplicada. Relatório: Visita técnica Estação de tratamento de água ETA 3 Capim Fino, em Piracicaba. Data da visita: 02.04. Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia - FT Curso de Especialização em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável CET 303 Química Aplicada Relatório: Visita técnica Estação de tratamento

Leia mais

Planificação Anual. Professora: Pedro Miguel Bezerra Disciplina: Ciências Naturais Ano: 5.º Turma: B Ano letivo: 2014-2015

Planificação Anual. Professora: Pedro Miguel Bezerra Disciplina: Ciências Naturais Ano: 5.º Turma: B Ano letivo: 2014-2015 Planificação Anual Professora: Pedro Miguel Bezerra Disciplina: Ciências Naturais Ano: 5.º Turma: B Ano letivo: 2014-2015 Domínio/Objetivos Descritores de Desempenho Atividades/Estratégias Avaliação Matéria

Leia mais

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação: Bioestatística Lupércio F. Bessegato & Marcel T. Vieira UFJF Departamento de Estatística 2010 Organização Pesquisa Médica Variabilidade Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Leia mais

ÁGUA REAGENTE NO LABORATÓRIO CLÍNICO

ÁGUA REAGENTE NO LABORATÓRIO CLÍNICO ÁGUA REAGENTE NO LABORATÓRIO RIO CLÍNICO Água reagente no laboratório rio clínico Água de grau reagente (água( pura); Processos de purificação: destilação e deionização (+ usado atualmente). Especificações

Leia mais

Conexões entre matemática e biologia

Conexões entre matemática e biologia EB-207 Matemática Biológica 1 Conexões entre matemática e biologia Prof. Rodrigo Sávio Pessoa Sumário 2 1. Introdução 2. A nanotecnologia aplicada as ciências biológicas 3. Algumas questões biológicas

Leia mais

OS EFEITOS DO PÓ NOS PULMÕES

OS EFEITOS DO PÓ NOS PULMÕES OS EFEITOS DO PÓ NOS PULMÕES Introdução É possível que o nível de doenças ocupacionais provocadas pelo pó se encontre em declínio, embora isso não signifique que esteja desaparecendo. Na atualidade, os

Leia mais

A ÁGUA COMO REAGENTE PURA PURA PURA Destilação - Deionização Osmose Reversa - Filtração através de Carvão Ativado Ultrafiltração -

A ÁGUA COMO REAGENTE PURA PURA PURA Destilação - Deionização Osmose Reversa - Filtração através de Carvão Ativado  Ultrafiltração - 1 A ÁGUA COMO REAGENTE A água é o suprimento do Laboratório Clínico de menor custo. Talvez, por este motivo, sua qualidade seja tão negligenciada, apesar de ser um reagente importante e o mais utilizado.

Leia mais

Anais. Naviraí/MS - Brasil. Organização. Coordenação. Comitê Científico

Anais. Naviraí/MS - Brasil. Organização. Coordenação. Comitê Científico Organização Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Gerência da Unidade de Naviraí Coordenação do Curso de Química Coordenação do Curso de Tecnologia em Alimentos Coordenação Prof. Dr. Alberto Adriano

Leia mais

FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA

FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA FSFAT DISSÓDIC DE DEXAMETASNA Dexamethasoni natrii phosphas H H H P Na Na F H C 22 H 28 FNa 2 8 P 516,41 02821 Fosfato dissódico de 9-fluoro-11β,17 diidroxi-16α-metil-3, 20- dioxopregna- 1,4 dieno-21-il

Leia mais

Helena Campos (Engenharia Química)

Helena Campos (Engenharia Química) Tipos de água Laboratorial e suas aplicações Helena Campos (Engenharia Química) 28 de Setembro de 2010 Principais contaminantes da água Particulas Suspensas: Sílica (SiO 2 ) Resíduos das tubagens Matéria

Leia mais

- CROMATOGRAFIA EM CAMADA FINA (CCF)

- CROMATOGRAFIA EM CAMADA FINA (CCF) - CROMATOGRAFIA EM CAMADA FINA (CCF) Técnica de identificação e separação de compostos orgânicos Aplicações: - Identificação de componentes de uma mistura - Acompanhamento da evolução de uma reação - Análise

Leia mais

4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol

4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol 4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol OH SOCl 2 Cl + HCl + SO 2 C 11 H 22 O C 11 H 21 Cl (170.3) (119.0) (188.7) (36.5) (64.1) Classificação Tipos de reações e classes das substâncias

Leia mais

AL 1.2-12º ano: UM CICLO DE COBRE. Protocolo experimental

AL 1.2-12º ano: UM CICLO DE COBRE. Protocolo experimental Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO AL 1.2-12º ano: UM CICLO DE COBRE Protocolo experimental 1. REAGENTES Reagentes estequiométricos

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA

Leia mais

TB - TUBERCULOSE. Prof. Eduardo Vicente

TB - TUBERCULOSE. Prof. Eduardo Vicente TB - TUBERCULOSE Prof. Eduardo Vicente A História do TB A tuberculose foi chamada antigamente de "peste cinzenta", e conhecida também em português como tísica pulmonar ou "doença do peito" - é uma das

Leia mais

TÍTULO: ESTUDOS SOBRE O TRATAMENTO DA ÁGUA UTILIZANDO COMO COAGULANTES AS CASCAS ABÓBORA, BANANA, CHUCHU E MORINGA.

TÍTULO: ESTUDOS SOBRE O TRATAMENTO DA ÁGUA UTILIZANDO COMO COAGULANTES AS CASCAS ABÓBORA, BANANA, CHUCHU E MORINGA. TÍTULO: ESTUDOS SOBRE O TRATAMENTO DA ÁGUA UTILIZANDO COMO COAGULANTES AS CASCAS ABÓBORA, BANANA, CHUCHU E MORINGA. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: QUÍMICA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JOINVILLE PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE BIOMEDICINA. Matriz Curricular vigente a partir de 2012/1

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JOINVILLE PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE BIOMEDICINA. Matriz Curricular vigente a partir de 2012/1 CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JOINVILLE PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE BIOMEDICINA Matriz Curricular vigente a partir de 2012/1 Fase Cod. Disciplina P.R Carga Horária Teórica Prática

Leia mais

ESTRATÉGIA PARA AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL SEGUNDO A

ESTRATÉGIA PARA AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL SEGUNDO A ESTRATÉGIA PARA AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL SEGUNDO A AIHA (AMERICAN INDUSTRIAL HYGIENE ASSOCIATION) O problema básico na avaliação da exposição ocupacional é reconhecer todas as exposições, avaliar

Leia mais

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006.

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. Aspectos do biomonitoramento da toxicidade perinatal pelos agroquímicos Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. A contaminação ambiental por agroquímicos pode causar efeitos negativos aos recursos naturais

Leia mais

Frases R & S. Introdução

Frases R & S. Introdução Frases R & S Introdução As chamadas Frases-R fornecem dicas para riscos especiais que podem surgir com o manuseio de substâncias ou formulações perigosas. A letra R é a abreviatura de risco. Após a Ordinance

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS. B) TEMPO ÚTIL (Carga Horária) = 3.840 H/AULA CURRÍCULO PLENO 1.

MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS. B) TEMPO ÚTIL (Carga Horária) = 3.840 H/AULA CURRÍCULO PLENO 1. MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: NUTRIÇÃO BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁIMO = 7 (SETE)

Leia mais

COLÉGIO SANTA CLARA. Aluno: ano Nº Professor(a): Maria Paula

COLÉGIO SANTA CLARA. Aluno: ano Nº Professor(a): Maria Paula COLÉGIO SANTA CLARA Disciplina:Ciências Ficha nº: Data: / / Trimestre Aluno: ano Nº Professor(a): Maria Paula Como produzir um relatório de aula prática Durante a aula prática, você deve anotar cuidadosamente

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICOS FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICOS FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA Pág. 1/6 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICOS FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA Nome do produto: REVESTIMENTO FOSFATADO PÓ Cód. Interno de Identificação do Produto: Nome da Empresa:

Leia mais

ÁGUA QUE BEBEMOS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA MINERAL EM SERGIPE, BRASIL.

ÁGUA QUE BEBEMOS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA MINERAL EM SERGIPE, BRASIL. ÁGUA QUE BEBEMOS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA MINERAL EM SERGIPE, BRASIL. Camilla Santos Almeida(*), Luana Gila Andrade, Nayara Gomes Cruz, Rafaella Santana Santos,

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: BENZOATO DE SÓDIO Page: (1 de 5) ATENÇÃO: Leia atentamente esta Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico (FISPQ) antes

Leia mais

HIV no período neonatal prevenção e conduta

HIV no período neonatal prevenção e conduta HIV no período neonatal prevenção e conduta O HIV, agente causador da AIDS, ataca as células do sistema imune, especialmente as marcadas com receptor de superfície CD4 resultando na redução do número e

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos (MSDS)

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos (MSDS) Página: 1/5 1 - Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: TEMED (N,N,N,N -Tetramethylenediamine) - Código de identificação do produto: 161-0800N - Nome da Empresa: BioAgency Biotecnologia

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUíMICOS (FISPQ)

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUíMICOS (FISPQ) 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Aplicação: Redutor de ph Empresa: Micheloto Ind. e Com. de Prod. Químicos Ltda EPP Endereço: Est. Vic. Dr. Eduardo Dias de Castro Km 03 B Zona Rural Fernão/SP

Leia mais

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL 43 3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL 3. 1 METODOLOGIAS DE ANÁLISES 3.1.1 Método de Quantificação de Surfactantes (MBAS) em Águas 3.1.2 Princípio e aplicabilidade Os surfactantes aniônicos SLS (Lauril Sulfato

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Biologia Geral, Citologia e Genética Estudo da célula, seus componentes e relação com as funções

Leia mais

PROCESSO SELETIVO BIOLOGIA ÁREA: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS

PROCESSO SELETIVO BIOLOGIA ÁREA: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PROCESSO SELETIVO BIOLOGIA ÁREA: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da Biologia. Relacionar o conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento

Leia mais

LÓGICA DA GESTÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS

LÓGICA DA GESTÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS LÓGICA DA GESTÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS III Seminário Estadual de Acidentes com Produtos Perigosos Belo Horizonte, 27 a 29 de maio de 2008. Gilmar da Cunha Trivelato FUNDACENTRO - CRMG Objetivo

Leia mais

Taxa de incidência da dengue, Brasil e regiões, 1998-2001

Taxa de incidência da dengue, Brasil e regiões, 1998-2001 1 reintrodução da dengue no Brasil em 1986 pelo Estado do Rio de Janeiro um sério problema de Saúde Pública, com 8 epidemias associadas aos sorotipos 1, 2 e 3 taxas de incidência: novo aumento a partir

Leia mais

REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001

REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001 CENTRO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE QUÍMICA - LICENCIATURA INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE QUÍMICA SÉRIE: EXPERIÊNCIAS DEMONSTRATIVAS REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães

Leia mais

Editais da FIOCRUZ com oportunidades que incluem Enfermeiros divulgados no Diário Oficial da União

Editais da FIOCRUZ com oportunidades que incluem Enfermeiros divulgados no Diário Oficial da União Editais da FIOCRUZ com oportunidades que incluem Enfermeiros divulgados no Diário Oficial da União Classificação dos Cargos Tecnologista Requisito: Graduação ou Graduação com Especialização, Residência

Leia mais

Tratamento de água para indústria de refrigerantes

Tratamento de água para indústria de refrigerantes Tratamento de água para indústria de refrigerantes Dra. Sonia Maria Costa Celestino Engenheira Química - Pesquisadora em Ciência e Tecnologia de Alimentos Embrapa Cerrados Tel.: (61) 3388-9957 email: sonia.costa@cpac.embrapa.br

Leia mais

Separação de Misturas

Separação de Misturas 1. Introdução Separação de Misturas As misturas são comuns em nosso dia a dia. Como exemplo temos: as bebidas, os combustíveis, e a própria terra em que pisamos. Poucos materiais são encontrados puros.

Leia mais

INSTALAÇÃO DE UNIDADES DE DESFLUORETAÇÃO PARA AS ÁGUAS DE CAPTAÇÃO SUBTERRÂNEA NAS LOCALIDADES SANTA MARIA E TIBAGÍ DAE SÃO CAETANO DO SUL

INSTALAÇÃO DE UNIDADES DE DESFLUORETAÇÃO PARA AS ÁGUAS DE CAPTAÇÃO SUBTERRÂNEA NAS LOCALIDADES SANTA MARIA E TIBAGÍ DAE SÃO CAETANO DO SUL INSTALAÇÃO DE UNIDADES DE DESFLUORETAÇÃO PARA AS ÁGUAS DE CAPTAÇÃO SUBTERRÂNEA NAS LOCALIDADES SANTA MARIA E TIBAGÍ DAE SÃO CAETANO DO SUL 1 SÍNTESE DO TRABALHO A SER APRESENTADO A existência de dois poços

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências e Tecnologia

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências e Tecnologia UNIVERSIDADE NVA DE LISBA Faculdade de Ciências e Tecnologia Síntese de ácido acetilsalicílico (aspirina). Análise por TLC do produto obtido. 1. Cromatografia Misturas de compostos podem ser separados

Leia mais

Biofísica. Patrícia de Lima Martins

Biofísica. Patrícia de Lima Martins Biofísica Patrícia de Lima Martins 1. Conceito É uma ciência interdisciplinar que aplica as teorias, a metodologia, conhecimentos e tecnologias da Matemática, Química e Física para resolver questões da

Leia mais

Oficina de Apropriação de Resultados. Paebes 2013

Oficina de Apropriação de Resultados. Paebes 2013 Oficina de Apropriação de Resultados Paebes 2013 Oficina de Apropriação de Resultados de Ciências Objetivos Interpretar os resultados da avaliação do Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito

Leia mais

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos em acordo com a NBR 14725-4:2009

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos em acordo com a NBR 14725-4:2009 Nome do Produto: CYDEX Página 1 de 5 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do Produto: CYDEX Nome da empresa: FARMABASE SAÚDE ANIMAL LTDA. Av. Emílio Marconato, 1000 Galpão A3 Chácara Primavera.

Leia mais

Ciências da Natureza 5º ano Planificação 2014/2015

Ciências da Natureza 5º ano Planificação 2014/2015 1º Período Ciências da Natureza 5º ano Planificação 2014/2015 SUBDOMÍNIOS Nº de aulas (45 ) Apresentação 1 A ÁGUA, O AR, AS ROCHAS E O SOLO MATERIAIS TERRESTRES A importância das rochas e do solo na manutenção

Leia mais

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia História

Leia mais

Poluição da Água Poluição da água é qualquer alteração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, que possa implicar

Poluição da Água Poluição da água é qualquer alteração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, que possa implicar Poluição da Água Poluição da água é qualquer alteração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, que possa implicar em prejuízo à saúde, à segurança e ao bem estar das populações, causar danos

Leia mais

Dica: O visitador pode acompanhar a manipulação dos produtos, bem como sua aditivação com os ativos para melhor entendimento desta forma cosmética.

Dica: O visitador pode acompanhar a manipulação dos produtos, bem como sua aditivação com os ativos para melhor entendimento desta forma cosmética. Acne e Hidratação. Objetivo da Escolha do Tema A hidratação da pele é de fundamental importância para a manutenção dos mecanismos fisiológicos e bioquímicos da pele como os mecanismos celulares de proteção

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais

Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico Secretaria Municipal de Saúde de Janaúba - MG Edição Julho/ 2015 Volume 04 Sistema Único de Saúde TUBERCULOSE VIGILÂNCIA Notifica-se, apenas o caso confirmado de tuberculose (critério clinico-epidemiológico

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Nome do Produto: Reticulina Código: EP-12-20021 RETICULINA Seção 1: Identificação do Produto e da Empresa Erviegas Ltda R. Lacedemônia, 268 - São Paulo

Leia mais

A MUSICOTERAPIA COMO CANAL DE COMUNICAÇÃO NA SÍNDROME DE RETT

A MUSICOTERAPIA COMO CANAL DE COMUNICAÇÃO NA SÍNDROME DE RETT UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PRÓ REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATU SENSU ARTETERAPIA EM EDUCAÇÃO E SAÚDE A MUSICOTERAPIA COMO CANAL DE

Leia mais

A EFETIVIDADE DO PEELING DE ÁCIDO MANDÉLICO NO TRATAMENTO DA ACNE VULGAR

A EFETIVIDADE DO PEELING DE ÁCIDO MANDÉLICO NO TRATAMENTO DA ACNE VULGAR A EFETIVIDADE DO PEELING DE ÁCIDO MANDÉLICO NO TRATAMENTO DA ACNE VULGAR INTRODUÇÃO Zeferina Alexandra Trizotti da Silva Talita de Oliveira da Silva A acne é uma das alterações cutâneas mais comuns, sua

Leia mais

METAIS PESADOS NO AMBIENTE. PRINCIPAIS : Hg, Pb, Cd, As (USO EXTENSIVO, TOXICIDADE, LARGA DISTRIBUIÇÃO, OCORRÊNCIA FREQUENTE DE NÍVEIS TÓXICOS.

METAIS PESADOS NO AMBIENTE. PRINCIPAIS : Hg, Pb, Cd, As (USO EXTENSIVO, TOXICIDADE, LARGA DISTRIBUIÇÃO, OCORRÊNCIA FREQUENTE DE NÍVEIS TÓXICOS. METAIS PESADOS NO AMBIENTE PRINCIPAIS : Hg, Pb, Cd, As (USO EXTENSIVO, TOXICIDADE, LARGA DISTRIBUIÇÃO, OCORRÊNCIA FREQUENTE DE NÍVEIS TÓXICOS. COMPORTAMENTO NO AMBIENTE: NÃO SÃO DEGRADÁVEIS? ACUMULAM NO

Leia mais

Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia

Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia e VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia Avaliação do desempenho da técnica de nested- PCR em amostras de sangue coletadas de pacientes pediátricos com suspeita

Leia mais

Metodologias utilizadas para a realização de estudos toxicológicos e Ofício Circular nº n

Metodologias utilizadas para a realização de estudos toxicológicos e Ofício Circular nº n Gerência Geral de Toxicologia Metodologias utilizadas para a realização de estudos toxicológicos e Ofício Circular nº n 002/2009/GGTOX Brasília, 11/12/09 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br

Leia mais

Metodologia Científica

Metodologia Científica Metodologia Científica Prof. William Costa Rodrigues FAETEC/IST Paracambi 2007 Metodologia Científica: Conceitos e Definições É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para

Leia mais

Doença de Chagas. 4) Número de Aulas: as atividades serão desenvolvidas em três etapas, divididas em aulas a critério do professor.

Doença de Chagas. 4) Número de Aulas: as atividades serão desenvolvidas em três etapas, divididas em aulas a critério do professor. Doença de Chagas Introdução Em 1909 o pesquisador do Instituto Osvaldo Cruz, Carlos Chagas, descobriu uma doença infecciosa no interior de Minas Gerais. Segundo seus estudos, era causada pelo protozoário

Leia mais

Espectroscopia Óptica Instrumentação e Aplicações. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti

Espectroscopia Óptica Instrumentação e Aplicações. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Espectroscopia Óptica Instrumentação e Aplicações CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Classificação dos métodos de análises quantitativas Determinação direta

Leia mais

CURSO APOIO BIOLOGIA RESOLUÇÃO

CURSO APOIO BIOLOGIA RESOLUÇÃO BIOLOGIA CURSO APOIO 01. As florestas vêm retardando o processo de aquecimento global, pelo fato de utilizarem uma das substâncias responsáveis por esse fenômeno. As árvores absorvem parte dos gases liberados

Leia mais

Fundação Oswaldo Cruz. Ministério da Saúde

Fundação Oswaldo Cruz. Ministério da Saúde Fundação Oswaldo Cruz Ministério da Saúde Missão A Fundação Oswaldo Cruz é um centro polivalente e multidisciplinar na área da saúde, que exerce um papel social de grande relevância para o país. Realiza

Leia mais

INTRODUÇÃO A EPIDEMIOLOGIA

INTRODUÇÃO A EPIDEMIOLOGIA Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Saúde Coletiva INTRODUÇÃO A EPIDEMIOLOGIA Profª Ma. Andressa Menegaz e Profª Ma. Ana Cássia Lira de Amorim O que é EPIDEMIOLOGIA?

Leia mais

Resolução Resolução OBJETIVO 2004

Resolução Resolução OBJETIVO 2004 1 Nas bactérias, a cadeia respiratória encontra-se associada à membrana plasmática e os ácidos nucléicos estão associados ao citoplasma. a) É assim também em um protista, em um animal e em um vegetal?

Leia mais

Uma proposta teórica experimental de sequência didática sobre a bioatividade de extratos vegetais no controle de Sitophilus zeamais

Uma proposta teórica experimental de sequência didática sobre a bioatividade de extratos vegetais no controle de Sitophilus zeamais Uma proposta teórica experimental de sequência didática sobre a bioatividade de extratos vegetais no controle de Sitophilus zeamais: pesquisa acadêmica interligada a ação pedagógica. Natalia Alves de Abreu,

Leia mais

Nº CASOS NOVOS OBTIDOS TAXA INCID.*

Nº CASOS NOVOS OBTIDOS TAXA INCID.* HANSENÍASE O Ministério da Saúde tem o compromisso de eliminação da hanseníase como problema de saúde pública até 2015, ou seja, alcançar menos de 1 caso por 10.000 habitantes. Pode-se dizer que as desigualdades

Leia mais

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS A proposta A proposta de ensino das Ciências Naturais se fundamenta na construção do pensamento científico acerca dos fenômenos

Leia mais

Uso de Scanalyzer com embriões de Danio rerio

Uso de Scanalyzer com embriões de Danio rerio Uso de Scanalyzer com embriões de Danio rerio Background histórico e biológico Quando se iniciou o movimento de proteger o ambiente através de sistemas de testes biológicos, os testes agudos e crônicos

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS MATERIAL SAFETY DATA SHEET (MSDS) Rescol 65

FICHA DE INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS MATERIAL SAFETY DATA SHEET (MSDS) Rescol 65 Pag. 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial: Outros Nomes: Óleo de Pinho 65% Branco; Alfa Terpineol. Nome Químico: Alfa Terpineol Peso Molecular P. M. C 10 H 18 O (componente principal)

Leia mais

MATÉRIA- PROPRIEDADES DA MATÉRIA- SUBSTÂNICAS (Pura e Composta)- MISTURAS- ANÁLISE IMEDIATA.

MATÉRIA- PROPRIEDADES DA MATÉRIA- SUBSTÂNICAS (Pura e Composta)- MISTURAS- ANÁLISE IMEDIATA. ATENÇÃO: Não sou o detentor dos direitos e também não tenho a intenção de violá-los de nenhuma imagem, exemplo prático ou material de terceiros que porventura venham a ser utilizados neste ou em qualquer

Leia mais

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA NUTRIÇÃO QUÍMICA CELULAR PROFESSOR CLERSON CLERSONC@HOTMAIL.COM CIESC MADRE CLÉLIA CONCEITO CONJUNTO DE PROCESSOS INGESTÃO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO SUBSTÂNCIAS ÚTEIS AO ORGANISMO ESPÉCIE HUMANA: DIGESTÃO ONÍVORA

Leia mais

Centro de Ciências Departamento de Biologia Disciplina de Fisiologia Animal

Centro de Ciências Departamento de Biologia Disciplina de Fisiologia Animal Projeto de ensino aplicado à Fisiologia Anima, da disciplina Instrumentalização V: Exercício físico regular e a promoção da saúde Suyane Emanuelle Santos de Carvalho Orientadora: Profa. Dra. Ana Fontenele

Leia mais

SEPARAÇÃO DE MISTURAS

SEPARAÇÃO DE MISTURAS SEPARAÇÃO DE MISTURAS Os seguintes processos permitem a separação dos vários constituintes de uma mistura. Cada um destes processos tem uma utilização bem definida, dependendo do tipo e das propriedades

Leia mais

EDITAL N 01/2008/INPA CONCURSO PÚBLICO ANEXO I VAGAS CONFORME AS CARREIRAS E PERFIS CORRESPONDENTES E LISTA DE TEMAS PARA PROVA ESCRITA.

EDITAL N 01/2008/INPA CONCURSO PÚBLICO ANEXO I VAGAS CONFORME AS CARREIRAS E PERFIS CORRESPONDENTES E LISTA DE TEMAS PARA PROVA ESCRITA. EDITAL N 01/2008/INPA CONCURSO PÚBLICO ANEXO I VAGAS CONFORME AS CARREIRAS E PERFIS CORRESPONDENTES E LISTA DE TEMAS PARA PROVA ESCRITA. 1. CARREIRA DE PESQUISA EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA CARGO DE PESQUISADOR

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ. Nome do produto: Botatop HD 150 FISPQ nº: 721 Data da última revisão: 02/04/2007

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ. Nome do produto: Botatop HD 150 FISPQ nº: 721 Data da última revisão: 02/04/2007 Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: Botatop HD 150 - Código interno do produto: 721 - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda - Endereço: Av.

Leia mais

Tratamento de Água. Numa estação de tratamento de água, o processo ocorre em etapas:

Tratamento de Água. Numa estação de tratamento de água, o processo ocorre em etapas: Tratamento de Água Definição Tratamento de Água é um conjunto de procedimentos físicos e químicos que são aplicados na água para que esta fique em condições adequadas para o consumo, ou seja, para que

Leia mais

ENSINANDO SOBRE PLANTAS MEDICINAIS NA ESCOLA

ENSINANDO SOBRE PLANTAS MEDICINAIS NA ESCOLA ENSINANDO SOBRE PLANTAS MEDICINAIS NA ESCOLA MARIA DAS GRAÇAS LINS BRANDÃO JULIANA MORAIS AMARAL DE ALMEIDA ENSINANDO SOBRE PLANTAS MEDICINAIS NA ESCOLA Colaboradores Darly Gomes Soares Gustavo Pereira

Leia mais

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE D I R E T O R I A D E S A Ú D E 05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE Em 05 de Junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e nesse ano o foco está voltado para as Mudanças Climáticas com o tema

Leia mais

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 09 Síntese do cloreto de pentaaminoclorocobalto(iii)

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 09 Síntese do cloreto de pentaaminoclorocobalto(iii) UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier Prática 09 Síntese do cloreto

Leia mais

química FUVEST ETAPA Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2 c) Determine o volume adicionado da solução

química FUVEST ETAPA Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2 c) Determine o volume adicionado da solução Química QUESTÃO 1 Um recipiente contém 100 ml de uma solução aquosa de H SO 4 de concentração 0,1 mol/l. Duas placas de platina são inseridas na solução e conectadas a um LED (diodo emissor de luz) e a

Leia mais

45 3 OP - Aspectos elementares dos processos de neurotransmissão.

45 3 OP - Aspectos elementares dos processos de neurotransmissão. Código Disciplina CH CR Nat Ementa BIQ808 BIOQUÍMICA CELULAR (DOMÍNIO CONEXO) BIQ826 TÓPICOS DE BIOQUÍMICA AVANÇADA EFI804 FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO FAE914 DIDÁTICA ENSINO SUPERIOR FAR815 IMUNOFARMACOLOGIA

Leia mais

O fígado e a deficiência de alfa-1. antitripsina (Alfa-1) 1 ALPHA-1 FOUNDATION

O fígado e a deficiência de alfa-1. antitripsina (Alfa-1) 1 ALPHA-1 FOUNDATION O fígado e a deficiência de alfa-1 antitripsina (Alfa-1) 1 ALPHA-1 FOUNDATION O que é deficiência de alfa-1 antitripsina? Alfa-1 é uma condição que pode resultar em graves doenças pulmonares em adultos

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DE PORTADORES DE HANSENÍASE DIANTE DA DOENÇA

ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DE PORTADORES DE HANSENÍASE DIANTE DA DOENÇA 1 ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DE PORTADORES DE HANSENÍASE DIANTE DA DOENÇA Rozane Pereira de Sousa. Estudante da Especialização em Direitos Humanos da Universidade Federal Campina Grande - UFCG, Cajazeiras

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 5, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. O Presidente

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 5.133, DE 2013 (Do Sr. Sarney Filho)

PROJETO DE LEI N.º 5.133, DE 2013 (Do Sr. Sarney Filho) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 5.133, DE 2013 (Do Sr. Sarney Filho) Regulamenta a rotulagem de produtos da nanotecnologia e de produtos que fazem uso da nanotecnologia. DESPACHO: ÀS COMISSÕES

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria Página 1 de 7 1 Escopo Este método tem por objetivo quantificar amido em produtos cárneos por espectrometria molecular no. 2 Fundamentos Baseia-se na determinação espectrofotométrica a 620 nm do composto

Leia mais

PROPOSTA DESSENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (PPRA)

PROPOSTA DESSENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (PPRA) Ministério da Saúde - MS Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ Diretoria de Recursos Humanos - DIREH COORDENAÇÃO DE SAÚDE DO TRABALHADOR - CST PROPOSTA DESSENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ PRODUTO: BATERIA MOURA 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Nome da Empresa: Endereço: Bateria Moura Acumuladores Moura

Leia mais

3. Identificação dos Perigos Perigos mais importantes : Ação irritante para olhos, pele e sistema respiratório.

3. Identificação dos Perigos Perigos mais importantes : Ação irritante para olhos, pele e sistema respiratório. Tripolifosfato de Sódio Página 1 de 5 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto : Tripolifosfato de Sódio Código do produto : 001.019 Empresa Corpo de Bombeiros : 193 Polícia Militar : 190

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO - 2015

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO - 2015 Prova de Biologia Prova 302 1. INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova de equivalência à frequência do ensino secundário, a realizar em 2015 pelos alunos que se encontram

Leia mais

Resolução Comentada - Química

Resolução Comentada - Química Resolução Comentada - Química UFTM 2013 1 Fase Vestibular UFTM 2013 1 Resolução Prova de Química Tipo 1 Questão 76 A soja é considerada um dos alimentos mais completos em termos de propriedades nutricionais,

Leia mais

X-003 - PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS E RESULTADOS NO MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DE ESGOTOS

X-003 - PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS E RESULTADOS NO MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DE ESGOTOS X-003 - PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS E RESULTADOS NO MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DE ESGOTOS Aline Pires Veról(1) Graduanda em Engenharia Civil Escola Politécnica/UFRJ, Bolsista IC-CNPq/PROSAB Maria Cristina

Leia mais

HI 701-25 Reagente para Cloro Livre

HI 701-25 Reagente para Cloro Livre Data de revisão: 2013-07-15 Motivo da Revisão: Conformidade com o Regulamento (CE) No. 1272/2008 SECÇÃO 1: IDENTIFICAÇÃO DA SUBSTÂNCIA/MISTURA E DA SOCIEDADE/EMPRESA HI 701-25 Identificador do produto:

Leia mais

Ensaio de Proficiência

Ensaio de Proficiência Ensaio de Proficiência Cromatografia de Íons - Variações de Cátions e Ânions - Bruno César Diniz Metrohm Pensalab bcd@metrohm.com.br IC - Ânions e Cátions Conteúdo Precisão X Exatidão Qualificação de Operação

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO NAFTALINA

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO NAFTALINA 1 de 5 I. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO BÚFALO INDÚSTRIA E COM. DE PROD. QUÍMICOS LTDA. Av. Hélio Ossamu Daikuara, Nº 3071 Vista Alegre Embu das Artes - SP Homepage: www.produtosbufalo.com.br E-mail:

Leia mais

Aula 4. Atividades. Mapeado o genoma do Schistosoma mansoni, parasito causador da esquistossomose

Aula 4. Atividades. Mapeado o genoma do Schistosoma mansoni, parasito causador da esquistossomose Aula 4 1. Leia a notícia a seguir. Atividades IV. o mapeamento genético do verme pode auxiliar no controle dos problemas ambientais, como a falta de saneamento básico. V. resolverá definitivamente os problemas

Leia mais

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO 1 SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO Diego Oliveira Cordeiro 1 diegoocordeiro@gmail.com Janduir Egito da Silva 1 jaduires@yahoo.com Cláudia Laís Araújo

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128

RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128 123 RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128 RESUMOS DE PROJETOS 124 A GENÉTICA E NEUROFISIOLOGIA DO AUTISMO... 125 PAPEL DO POLIMORFISMO IL17A (RS7747909) NA TUBERCULOSE.... 126 PAPEL

Leia mais

Paraformaldeido Página 1 de 5 FISPQ nº: 002.067 Ultima Revisão: 07/07/2005

Paraformaldeido Página 1 de 5 FISPQ nº: 002.067 Ultima Revisão: 07/07/2005 Paraformaldeido Página 1 de 5 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto : Paraformaldeido Código do produto : 002.067 Empresa Corpo de Bombeiros : 193 Polícia Militar : 190 : Metalloys &

Leia mais