Diário Oficial. REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Imprensa Nacional

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diário Oficial. REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Imprensa Nacional"

Transcrição

1 Diário Oficial REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Imprensa Nacional BRASÍLIA - DF Nº 142 DOU de 25/07/08 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE CONSULTA PÚBLICA Nº 7, DE 24 DE JULHO DE A Secretária de Atenção à Saúde - Substituta, no uso de suas atribuições, adota a seguinte Consulta pública e determina sua publicação, considerando; - A importância do papel que desempenham os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para a melhoria da qualidade dos processos de atenção à saúde, para a prescrição segura e eficaz, para a democratização do conhecimento médico, para o aperfeiçoamento da educação médica continuada, para a melhoria da qualidade da informação prestada aos pacientes sobre as opções terapêuticas existentes nas diversas situações clínicas tornando-os partícipes das decisões a serem tomadas e para a melhoria dos processos gerenciais dos programas assistenciais; - A necessidade de estabelecer Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para as diversas doenças, que contenham critérios de diagnóstico e tratamento, e, observando ética e técnicamente a prescrição médica, racionalizem a dispensação dos medicamentos preconizados para o tratamento das doenças, regulamentem suas indicações e seus esquemas terapêuticos e estabeleçam mecanismos de acompanhamento de uso e de avaliação de resultados, garantindo assim a prescrição segura e eficaz; - A necessidade de que os Protocolos Clínicos e Diretrizes terapêuticas a serem estabelecidos sejam fruto de consenso técnico e científico, que sejam formulados dentro de rigorosos parâmetros de qualidade, precisão de indicação e posologia, que sejam respaldados por estudos clínicos de fase 3, meta-análises de ensaios clínicos nacionais e/ou internacionais; - A necessidade de se promover ampla discussão destes Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas, possibilitando a participação efetiva da comunidade técnico científica, sociedades médicas, profissionais de saúde e gestores do Sistema Único de Saúde - SUS, na sua formulação, - A Portaria SAS nº 1.018, de 23 de dezembro de 2002, que aprova o PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS -TRANSPLANTE RENAL - Medicamentos Imunossupressores; - A aprovação pelo Senhor Ministro de Estado da Saúde da recomendação apresentada pela Comissão para Incorporação de Tecnologias no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS e da Saúde Suplementar CITEC por meio do Registro de Recomendação nº 02/2008, que trata da incorporação do medicamento everolimo na imunossupressão em transplantes renais; e - A já referenciada decisão de incorporação do medicamento everolimo e a conseqüente necessidade de promover adequações no citado Protocolo a fim de que se conforme a esta decisão, resolve: Art. 1º - Submeter à Consulta Pública o PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS -TRANSPLANTE RENAL - Medicamentos Imunossupressores: Ciclosporina, Azatioprina, Tacrolimus, Micofenolato Mofetil, Micofenolato Sódico, Sirolimus, Everolimo, Anticorpo Monoclonal Murino Anti CD3 (OKT3), Basiliximab, Daclizumab, Globulina Antilinfocitária, Globulina Antitimocitária, Metilprednisolona, Prednisona, constante do Anexo deste Ato e o Termo de Consentimento Informado dele integrante. Art. 2º - Estabelecer o prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data da publicação desta Consulta Pública, para que sejam apresentadas sugestões, devidamente fundamentadas, relativas ao Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas que trata o Artigo 1º desta Consulta Pública. 1º - As sugestões devem ser encaminhadas para o seguinte endereço eletrônico:

2 2º - As sugestões enviadas deverão, obrigatoriamente, estar fundamentadas por: a) Estudos Clínicos de fase 3 - realizados no Brasil ou exterior; b) Meta-análises de Ensaios Clínicos. 3º - Caso exista necessidade de enviar volumes, desde que para complementar as sugestões encaminhadas por meio eletrônico, conforme previsto no 1º supra, os mesmos deverão ser enviados para o seguinte endereço: Ministério da Saúde - Secretaria de Atenção à Saúde - Departamento de Atenção Especializada Esplanada dos Ministérios - Bloco "G" - 9º andar - sala CEP Brasília - DF, com a seguinte identificação: Departamento de Atenção Especializada - DAE/SAS/MS, "Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - - TRANSPLANTE RENAL - complementação das sugestões encaminhadas por no dia xx/xx/2008". 4ª - As sugestões deverão ser acompanhadas pelos documentos que as fundamentam, conforme previsto no parágrafo 2º. Sendo que no caso de publicações estrangeiras, as mesmas deverão ser enviadas na versão original, sem tradução. Art. 3º - Determinar que o Departamento de Atenção Especializada - DAE/SAS/MS, avalie as proposições apresentadas, elaborando a versão final consolidada do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas ora submetido à Consulta Pública, para que, findo o prazo estabelecido no Artigo 2º, esse seja aprovado e publicado, passando a vigorar em todo o território nacional. Art. 4º - Estabelecer que, durante o período desta Consulta Pública e até a publicação da versão final consolidada, as Secretarias de Saúde dos estados, do Distrito federal e dos municípios deverão utilizar o Protocolo ora submetido à Consulta Pública na regulação da assistência a ser prestada e na dispensação dos medicamentos nele previstos, sendo obrigatória a cientificação do paciente, ou de seu representante legal, dos potenciais benefícios, efeitos colaterais, contra-indicações e riscos relacionados ao uso do medicamento preconizado para o tratamento do Raquitismo e Osteomalácia, o que deverá ser formalizado por meio da assinatura do respectivo Termo de Consentimento Informado, conforme modelo integrante do Protocolo. Art. 5º Esta Consulta Pública entra em vigor na data de sua publicação. CLEUSA RODRIGUES DA SILVEIRA BERNARDO <!ID > ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS TRANSPLANTES RENAIS - MEDICAMENTOS IMUNOSSUPRESSORES Medicamentos: Ciclosporina, Azatioprina, Tacrolimus, Micofenolato Mofetil, Micofenolato Sódico, Sirolimus, Everolimo, Anticorpo Monoclonal Murino Anti CD3 (OKT3), Basiliximab, Daclizumab, Globulina Antilinfocitária, Globulina Antitimocitária, Metilprednisolona, Prednisona 1. Introdução Transplante é a transferência de células, tecidos ou órgãos vivos de um doador a um receptor com a intenção de manter a integridade funcional do material transplantado no receptor. Seu grande limitador é a rejeição, a qual pode ser mediada por reação celular e/ou humoral. O uso de drogas imunossupressoras tem por objetivo o controle deste fator. Situações em que o uso dos imunossupressores é fundamental ou pode vir a ser alterado: _ noestabelecimentodoestadodeimunossupressão(peritransplante)estepodeserobtido atravésdeterapiadeindução(com anticorpospoliclonaisoumonoclonais)oupelousodos imunossupressoresconvencionais; _ namanutençãodoestadodeimunossupressão;_ notratamentodosepisódiosderejeição aguda; _ naterapiaderesgatederejeiçõescórtico-resistentes; _ naterapiaderejeiçõesrefratárias; _ natentativaderetardaroprocessodenefropatiacrônicadoenxerto("rejeiçãocrônica"). O estabelecimentodoestadodeimunossupressãoserefereaotratamentoutilizadono momentodotransplanteouimediatamenteantesdele. O tratamentodemanutençãoserefereàqueleutilizadoparaprevenirodesenvolvimentode rejeiçãoagudaecrônica. Arejeiçãoagudadeenxertorenalé,em geral,definidacomoumadeterioraçãoagudana

3 funçãodoenxertoassociadacom característicashistopatológicasespecíficas1.rejeiçãoaguda subclínicaéaquelacaracterizadaexclusivamentepelosachadoshistopatológicosedeveser interpretadanocontextoclínico1. Rejeiçõescórtico-resistentessãoasquenãorespondem adequadamenteaum cursodedoses apropriadamenteelevadasdecorticosteróides("pulso"). Rejeiçõesrefratáriassãoasquenãorespondem adequadamenteaum cursodedoses apropriadamenteelevadasdecorticosteróidesseguidodeum cursoapropriadodepreparações antilinfocitárias,oudeum cursoisoladodepreparaçõesantilinfocitárias. Nefropatiacrônicadoenxertoéumaentidadecaracterizadaporperdaprogressivadefunção renaleporachadoshistopatológicoscaracterísticos1. 2.ClassificaçãoCID10 _ Z94.0TransplanteRenal _ T86.1RejeiçãodeTransplantedeRim 3.DiagnósticodaRejeiçãoAguda 3.1.DiagnósticoClínico Arejeiçãoagudadotransplanterenalpodeseracompanhadadediminuiçãododébitourinário, hipertensãoarterialsistêmica,febre,dorousensibilidadeaumentadanoenxerto,noentanto estessinaisesintomastêm baixosvalorespreditivos.amaioriadoscasosocorenosprimeiros 3a6mesesapósotransplante.Aprincipalpistaparaodiagnósticoéoaumentodosníveis séricosdeuréiaecreatinina,principalmenteasegunda,ousuaestabilizaçãoem níveis elevados. 3.2.DiagnósticoLaboratorial Deterioraçãoounãomelhoradafunçãodoenxerto,manifestadasporelevaçãodosníveis séricosoumanutençãoem níveiselevadosdecreatinina,levantam ahipótese,eabiópsiado enxertoaconfirma1.ultra-sonografiaajudaadescartarobstruçãodotratourinárioe,noscasos decontra-indicaçãoàbiópsia,podeserutilizadaparasustentaçãodiagnósticapresuntiva, especialmenteseassociadaaoexamedosfluxosarteriaiscom dopplerecálculodosíndices quedistoderivam. Cintilografiaauxilianaexclusãodeobstruçãoarterialagudaenaelaboraçãodiagnóstica presuntivadarejeiçãoagudanoscasosem queabiópsiaestácontra-indicadaounãofor operacionalizável. Deve-setambém,namedidadopossível,afastarnefrotoxicidadepordrogaseinfecções,em especialasdotratourinárioouaquelasquepossam dealgumaformaalterarafunçãodo enxerto. Paraistousam-seprincipalmentedosagem dosníveissangüíneosdasdrogas imunossupressoras(ciclosporina,tacrolimus),examesbacteriológicosdaurinaeexamesque evidenciem infecçõesvirais. 4.CritériosdeInclusão _ Estabelecimentoemanutençãodoestadodeimunossupressão: em todosospacientessubmetidosatransplanterenal. _ Rejeiçãoaguda:em todosospacientesquepreencherem oscritériosdiagnósticosderejeição aguda. _ Resgatederejeiçõescórtico-resistentes:em pacientesnosquaiscomprovadamentese mantiverarejeiçãoagudaapósum cursoadequadodecorticosteróidesparatratamentode rejeiçãoaguda. _ Rejeiçõesrefratárias:em pacientesnosquaiscomprovadamentesemantiverarejeição agudaapósum cursoadequadodecorticosteróidesseguidodeum cursoapropriadode preparaçõesantilinfocitárias,oudeum cursoisoladodepreparaçõesantilinfocitárias. _ Nefropatiacrônicadoenxerto:em pacientescom perdaprogressivadefunçãodoenxertoe demonstraçãohistológicacompatível. 5.Tratamento 5.1.Fármaco Estabelecimentodoestadodeimunossupressão Transplantecom rim dedoadorvivohlaidêntico Aimunossupressãodeveserfeitacom azatioprina,ciclosporinaecorticoestóides. Alternativamentepode-seiniciaraimunossupressãocom corticoesteróideseazatioprina,

4 podendo-seincluiraciclosporinaposteriormentecasoocorarejeiçãoaguda2.pode-seainda usarunicamenteprednisonaeciclosporina Transplantecom rim dedoadorvivohlanão-idênticoaimunossupressãoinicialdeve serfeitaatravésdacombinaçãodetrêsdrogas:ciclosporina,azatioprinaeprednisonaou ciclosporina,micofenolato(mofetilousódico)eprednisona.alternativamentepode-sefazera imunossupressãosem inibidoresdacalcineurinausando-sesirolimus,oueverolimonolugarda ciclosporina,associadoamicofenolato(mofetilousódico)/azatioprinae corticosteróides3,6,30,31. Em pacientesquerecebem rim dedoadorvivoequeapresentam altareatividadecontrapainel delinfócitos(igualousuperiorà50%)ousejam submetidosaretransplantes,terapiainicialcom antilinfocitários(anti-cd3oupoliclonais)podeserutilizada.navigênciadestesanticorpos, mantém-sesem ciclosporina,iniciandodosesplenasdestemedicamentoquandoacreatinina cairabaixode4mg/dlou,casoistonãoocora,2a3diasantesdotérminodosanticorpos. Nestespacientesdemaiorrisco,pode-seassociartacrolimusamicofenolato(mofetilou sódico),podendo-setambém usarsirolimusoueverolimonolugardaazatioprina/micofenolato (mofetilousódico)associadosaciclosporinaeprednisona Transplantecom rim dedoadorcadavéricoem receptorcom baixareatividadecontra paineldelinfócitos Aimunossupressãodeveserfeitaatravésdacombinaçãodetrêsdrogasincluindociclosporina, associadaàazatioprinaecorticosteróides. Pode-setambém usarsirolimusoueverolimoouaindamicofenolato(mofetilousódico)em lugardaazatioprina4-6,9,10,13,30,31. Casooenxertonãoapresentefunçãoinicial(ausênciadefunçãonasprimeiras24horas),ou em transplantescom órgãossubmetidosatemposdeisquemiafriaacimade30horas,ou aindaquandoseutilizam órgãosdedoadoresconsideradoslimítrofes(menosde5anos,mais de55anos,diabéticos,hipertensos,vasculopatasoucom perdadefunçãorenal),terapiacom anticorpos(anti-il2r,anti-cd3oupoliclonais)podeserinstituída7,8,14-16.optando-sepelo usodeanticorposanti-il-2r,aciclosporinaémantidanassuasdoseshabituais.navigência deanticorposanti-cd3oupoliclonais,mantém-sesem ciclosporina,iniciandodosesplenas quandoacreatininacairabaixode4mg/dlou,casoistonãoocora,2a3diasantesdotérmino dosanticorpos Transplantecom rim dedoadorcadavéricoem receptorcom altareatividadecontra paineldelinfócitos(igualousuperiora50%)ouretransplantesquetenham perdidooenxerto porrejeiçãoagudanoprimeiroano Anticorposmonoclonaisanti-CD3ouanticorpospoliclonaispodem seriniciadosno procedimentocirúrgicoemantidosporaté14dias(terapiadeindução).corticosteróides, associadosàazatioprinaouaomicofenolato(mofetilousódico),ouaosirolimus/everolimo, participam daimunossupressãodebasejuntamentecom aciclosporinaouotacrolimus. Duranteoperíododavigênciadeadministraçãodeanticorposanti-CD3oupoliclonais,quando forocaso,pode-semanteraciclosporinaouotacrolimuscomopartedoesquemainicial,em dosesplenasoureduzidas,oupassarausá-losem dosesplenas,quandoacreatininacair abaixode4mg/dlou,casoistonãoocora,2a3diasantesdotérminodosanticorpos4-13, Transplanteem receptorcom menosde16anosimunossupressãoconformedescrito nositens a ,adaptando-seàsparticularidadesdacriança.nãoserecomenda ousodeeverolimo Manutenção O tratamentodemanutençãodevenecessariamenteobedeceraumaseqüênciaracionalde continuidadeem relaçãoàestratégiautilizadanaterapiainicial.modificaçõesdestaterapia podem,todavia,sernecessáriasem funçãoprincipalmentedeineficáciadoregimeinicialcomo regimedemanutenção(porexemplo,aocorênciaderejeiçãoaguda),datoxicidadedas drogasinicialmenteempregadasou,maistardiamente,danecessidadedeumamenor quantidadedeimunossupressão.adicionalmente,osurgimentodenefropatiacrônicado enxertopodedeterminaralteraçõesnaterapiaimunossupressora Rim dedoadorvivohlaidênticomanutençãonoperíodoinicialpós-transplantepode serfeitacom ciclosporina,prednisonaeazatioprinaouprednisonaeazatioprina,ouainda

5 prednisonaeciclosporina.tacrolimuspodeseralternativaparaciclosporinanoscasosem que estaapresentartoxicidade. Micofenolato(mofetilousódico)podeserusadoem substituiçãoaosinibidoresdacalcineurina, ouparapermitirousodebaixasdosesdosmesmos,quandoestescausarem toxicidade inaceitável. O micofenolato(mofetilousódico)nãodeveserusadoassociadoàazatioprina Rim dedoadorvivohlanão-idênticoutilizam-seciclosporina,prednisonae azatioprina.tacrolimuspodeseralternativaparaaciclosporinacomonasituaçãoanterior ( ).Micofenolato(mofetilousódico)ousirolimus/everolimopodem serusadoscomo alternativaàazatioprinaem casosdeintolerância.sirolimusoueverolimopodem também ser usadoscomoalternativasaciclosporina/tacrolimus.(31) Rim dedoadorcadavéricoem receptorcom baixareatividadecontrapaineldelinfócitos Corticosteróides,azatioprinaeciclosporinapodem serempregadoscomoterapiade manutenção.tacrolimuspodeserutilizadocomonascondiçõesprecedentesem substituiçãoà ciclosporina.damesmaforma,micofenolato(mofetilousódico)ousirolimus/everolimopodem serusadoscomoalternativaàazatioprina.sirolimus/everolimopodeserumaalternativapara ciclosporina/tacrolimus Rim dedoadorcadavéricoem receptorcom altareatividadecontrapaineldelinfócitos eretransplantesquetenham perdidooenxertoporrejeiçãoagudaprecoce Aimunossupressãodevesermantidacom corticoesteróidesassociadosa azatioprina/micofenolato(mofetilousódico)eciclosporina/tacrolimus.o sirolimus/everolimo podeserusadocomo alternativaàazatioprina/micofenolato(mofetilousódico)(31) Pacientesquedesenvolvam nefropatiacrônicadoenxerto Micofenolato(mofetilousódico)podeserintroduzidoem substituiçãoàazatioprina,devendo seracompanhadodesuspensãooureduçãosignificativadasdosesde ciclosporina/tacrolimus20-23.sirolimusoueverolimopodem serusadosquandohouver intolerânciaaomicofenolato(mofetilousódico)(diaréiaincapacitante,leucopenia, plaquetopeniaouanemiagraves)(32) Tratamentodarejeiçãoaguda "Pulso"decorticosteróides Metilprednisolonaintravenosapor3a5dias.Resistênciaaotratamento("pulso")édefinida comonãomelhoraclínicaelaboratorialoupersistênciadasalteraçõeshistológicasderejeição agudaapósapulsoterapia.idealmentearesistênciaaotratamentodevesercomprovada histologicamente OKT3 Anticorpomonoclonalusadonoscasosderejeiçõescórticoresistentesounotratamentoinicial darejeiçãoquandoestaforclassificadacomobanfibou I(componentevascular/humoral significativo) 1.Utilizadoporaté14dias.Adosedaciclosporinaoudotacrolimusdevesersuspensaou reduzidaem 50% navigênciadestaterapia,assim comoadosedaazatioprinadeveser reduzidaparaem tornode1mg/kg/dia.aciclosporinaouotacrolimusdevem serreiniciados em dosesplenas2a3diasantesdotérminodookt GlobulinaantitimocitáriaouglobulinaantilinfocitáriaAnticorpospoliclonaisusadosnos casosderejeiçõescórticoresistentesounotratamentoinicialdarejeiçãoquandoestafor classificadacomobanfibou I(componentevascular/humoralsignificativo) 1.Utilizadosporaté14dias.O usodaciclosporinaedotacrolimussegueomesmoprincípiodo usodescritoparaookt Tacrolimus Naquelespacientes,em terapiaadequadacom ciclosporina,em queocorerrejeiçãoaguda grave,pode-sesubstituiramesmaportacrolimusobjetivandodiminuirapossibilidadede rejeiçõessubseqüentes. Aadiçãodotacrolimuspodetambém sertentada,em substituiçãoàciclosporina,nospacientes em quenãohouverrespostaàterapiacom preparaçõesantilinfocitárias(rejeiçãorefratária) Micofenolato(mofetilousódico) Naquelespacientes,em terapiaadequadacom azatioprina,em queocorerrejeiçãoaguda

6 grave,pode-sesubstituiramesmapormicofenolato(mofetilousódico)objetivandodiminuira possibilidadederejeiçõessubseqüentes.aadiçãodomicofenolato(mofetilousódico)pode também sertentada,em substituiçãoàazatioprina,nospacientesem quenãohouverresposta àterapiacom preparaçõesantilinfocitárias(rejeiçãorefratária)28, Esquemasdeadministração Dosesusadasnaimunossupressãoinicial metilprednisolona:transoperatóriae/ouatéterceirodia 250a1.000mg,porviaintravenosa prednisonaoumetilprednisolona:pós-operatórioinicial 20mg/diaaté2mg/kgdepeso/dia, porviaoralazatioprina:1a3mg/kg/dia,porviaoral micofenolatomofetil:0,5a1,5g2vezesaodia,porviaoral micofenolatosódico:360a720mg2vezesaodia,porviaoral sirolimus:no1ºdia-5mgem doseúnica,porviaoraleapós,2mgem doseúnica,porviaoral everolimo:1,5a3,0mgpordia. ciclosporina:3a6mg/kgdepeso2vezesaodia,porviaoral tacrolimus:0,1a0,15mg/kgdepeso2vezesaodia,porviaoral basiliximab:20mg/dose,2doses,nosdias0e4póstransplante,porviaintravenosa daclizumab:1mg/kg/dose,2a5doses,acada14dias,com inícionodiadotransplante,por viaintravenosa OKT3:2,5a5mg/dia,poraté14dias,porviaintravenosaanticorpospoliclonais -origem decavalo,50mg/ml,timocomoimunógeno:10a30mg/kg -origem decavalo,10-20mg/ml,timocomoimunógeno:10mg/kg -origem decoelho,5mg/ml,timocomoimunógeno:1,25a2,5mg/kg -origem decoelho,20mg/ml,célulasjurkatcomoimunógeno:1a5mg/kg DosesusadasnaimunossupressãodemanutençãoNesteperíodoasdosesdos medicamentosimunossupressoressãomuitovariáveiselevam em contaprincipalmenteotipo dedoadoresuacompatibilidadeimunológicacom oreceptor,otempopóstransplante,os eventosimunológicosquetenham porventuraocoridoeosefeitosadversosdasdrogasem uso,bem comoaspotenciaisinteraçõesmedicamentosascom outrosfármacosquevenham a sernecessários Dosesusadasnotratamentodarejeiçãoaguda_ metilprednisolona:250a1.000mg,por 3a5dias,porviaintravenosa _ OKT3:2,5a5mg/dia,poraté14dias,porviaintravenosa_ anticorpospoliclonais:mesmas dosesindicadasnaimunossupressãoinicial(item ) _ Quandoosmedicamentosmicofenolato(mofetilousódico),tacrolimusouciclosporinaforem incluídosnoesquemadeimunossupressores,nassituaçõesmencionadasanteriormente(itens a ),asdosesutilizadasserão,em princípio,asmesmas(item ). 5.3.Monitorização Paraosagentesimunossupressoresparaosquaisexistam,ouvenham aexistir,métodos validadosdisponíveisdemensuraçãodosníveissangüíneos,séricosouplasmáticos,este deveráseroparâmetrodemonitorização.osníveisdesejadospoderãovariarem funçãode umasériedefatoresqueincluem:(a)compatibilidadenosantígenosdosistemahlaentre doadorereceptor,(b)graudesensibilização(porcentagem derespostaem painelde linfócitos),(c)infecçõesativasoulatentes,(d)acombinaçãodedrogasimunossupressoras empregada,(e)períodopós-transplanteem queopacienteseencontra. Deacordocom oagenteutilizado,amonitorizaçãopoderáserfeitapelaavaliaçãodaáreasob acurva,níveisdepicoouníveisresiduais. Paraosdemaisagentes,amonitorizaçãosedaráatravésdavigilânciacriteriosadosefeitos colateraisedosseusefeitosbiológicos,quandoavaliáveis. 6.AlteraçõesdoEsquemaImunossupressor Énecessáriaaapresentaçãoderelatóriomédicoacompanhadodelaudohistológicooude comprovaçãoinequívocadetoxicidade,comprovandoanecessidadedamudançadoesquema imunossupressor. 7.ConsentimentoInformado Paraadispensaçãoambulatorialouhospitalar,éobrigatórioqueopacienteouseuresponsável legalsejam informadosdospotenciaisriscoseefeitoscolateraisrelacionadosaousodos medicamentospreconizadosnesteprotocolo,oquedeveráserformalizadopormeioda

7 assinaturadetermodeconsentimentoinformado. Osmedicamentos,quandoutilizadosnoperíododainternaçãohospitalar,serãodispensados pelohospital,segundoatabeladosistemadeinformaçõeshospitalaresdosistemaúnicode Saúde-SIH/SUS. O medicamentodaclizumabquepoderáserutilizadode2a5doses(total),cujoiníciodeuso sedaránonívelhospitalarecujasdosessubseqüentes,seforocaso,poderãoseestenderao nívelambulatorial,deveráterseuconsentimentoinformadocolhidonohospitalquetambém, segundoatabeladosih/sus,seráoresponsávelpeladispensaçãodomedicamento enquantoomesmoforutilizadopelopaciente. <!ID >!ID > 8.ReferênciasBibliográficas 1.RacusenLC,LoraineC,Solezk,ColvinRB,BonsibSM,CastroMC,etal.TheBannf97 workingclassificationofrenalalograftpathology.kidneyint1999;55: SumraniN,DelaneyV,DingZ,ButK,HongJ.HLAidenticalrenaltransplants:impactof cyclosporineonintermediateterm survivalandrenalfunction.am JKidneyDis1990;16: Kim YS,MoonJI,Kim SI,ParkK.Clearbenefitofmycophenolatemofetil-basedtripletherapy inreducingtheincidenceofacuterejectionafterlivingdonorrenaltransplantation. Transplantation1999;68: KahanBD.Eficacyofsirolimuscomparedtoazathioprineforreductionofacuterenal alograftrejection:arandomisedmulticentrestudy.lancet2000;356: KreisH,CisterneJM,LandW,WramnerL,SquifletJP,AbramowiczD,etal,forthesirolimus EuropeanRenalTransplantStudyGroup.sirolimusinassociationwithmycophenolatemofetil inductionforpreventionofacutegraftrejectioninrenalalograftrecipients.transplantation 2000;69: OjoAO,Meier-KriescheHU,HansonJA,LeichtmanAB,CibrikD,MageeJC,etal. Mycophenolatemofetilreduceslaterenalalograftlossindependentofacuterejection. Transplantation2000;69: AbramowiczD,NormanDJ,VereerstraetenP,GoldmanM,DePauwLuc,VanherweghenJL, etal.okt3prophylaxisinrenalgraftswithprolongedcoldischemiatimes:associationwith improvementinlong-term survival.kidneyint1996;49: FletcherSM,GoldfarbDA,FairchildR,ModlinCS,FisherR,MastroianniB,Etal:A randomizedprospectivetrialoflow-doseokt3inductiontherapytopreventrejectionand minimizesideefectsinrecipientsofkidneytransplants.transplantation2000;69: MathewTH,fortheTricontinentalMycophenolatemofetilRenalTransplantationStudyGroup. Ablinded,long-term,randomizedmulticenterstudyofmycophenolatemofetilincadavericrenal transplanation.transplantation1998;65: HaloranP,MathewT,TomlanovichS,GrothC,HooftmanL,BarkerC.FortheInternational MycophenolatemofetilRenalTransplantStudyGroups.Mycophenolatemofetilinrenalalograft recipients:apooledanalysisofthreerandomized,doble-blind,clinicalstudiesinpreventionof rejection.transplantation1997;63: JohnsonC,AhsanN,GonwaT,HaloranP,StegalM,HardyM.Randomizedtrialof tacrolimus(prograf)incombinationwithazathioprineormycophenolatemofetilversus cyclosporine(neoral)withmycophenolatemofetilaftercadaverickidneytransplantation. Transplantation2000;69: MilerJ,MendezR,PirschJD,JensikSC.Safetyandeficacyoftacrolimusincombination withmycophenolatemofetilincadavericrenalrecipients.transplantation2000;69: KeownP,NieseD,onthebehalfoftheInternationalSandimmunNeoralStudyGroup. Cyclosporinmicroemulsionincreasesdrugexposureandreducesacuterejectionwithout incrementaltoxicityindenovorenaltransplantation.kidneyint1998;54: NashanB,MooreR,AmlotP,SchmidtAG,AbeywickramaK,SoulilouJP.Radomisedtrial ofbasiliximabversusplaceboforcontrolofacutecelularrejectioninrenalalograftrecipients. Lancet1997;350: VincentiF,KirkmanR,LightS,BumgardnerG,PescovitzM,HaloranP,etal.Interleukin-2 receptorblockagewithdaclizumabtopreventacuterejectioninrenaltransplantation.nenglj Med1998;338: ShieldCF,EdwardsEB,DaviesDB,DailyOP.Antilynphocyteinductiontherapyincadaver

8 renaltransplantation.transplantation1997;63: HauserIA,NeumayerHN.tacrolimusandcyclosporineeficacyinhigh-riskkidney transplantation.transplint1998;11(suppl1):s73-s ThorpM,DeMatosA,BennetW,BaryJ,NormanD.Theefectofconversionfrom cyclosporinetotacrolimusongingivalhyperplasia,hirsutism andcholesterol.transplantation 2000;69: FriemannS,ChristB,WeimerR,PadbergW,ErnstW.Conversiontotacrolimusin perlipidemicpatients.transplantproc1999;31(s7a):41s-43s. 20.CampistolJM,MazuecosA,SeguraJ,OsunaA,HereroJC,AndresA.Mycophenolate mofetilslowsthedeclineofrenalfunctioninpatientswithbiopsy-provenchronicrejection:a colaborativepilotstudy.transplantproc1999;31: HuesoM,BoverJ,SerónD,Gil-VernetS,SabatéI,FuladosaX.Low-dosecyclosporine andmycophenolatemofetilinrenalalograftrecipientswithsuboptimalrenalfunction. Transplantation1998;66: SmakGregoorPJH,TeunVG,NicoleVB,BárbaraVM,IjzermansJM,Wilem W. Randomisedstudyontheconversionoftreatmentwithcyclosporinetoazathioprineor mycophenolatemofetilfolowedbydosereduction.transplantation2000;70: WeirM,AndersonL,FinkJC,GabregiorgishK,SchweitzerEJ,Hoehn-SaricE.Anovel approachtothetreatmentofchronicalograftnephropathy.transplantation1997;64: KohnleM,LütkesP,ZimmermannU,PhilippTH,HeemannU.Conversionfrom Cyclosporinetotacrolimusinrenaltransplantrecipientswithgum hyperplasia.transplantproc 1999;31(S7A):44S-45S. 25.Kliem V,RadermacherJ,HissM,BurgPM,BrunkhorstR.Conversiontotacrolimusfor acutecorticosteroid-andantibodyresistantrejectionfolowingkidneytransplantation.transplant Proc1999;31(S7A):37S-40S. 26.Moris-StifG,TalbotD,BalajiV,BaboolalK,CalananK,HailsJ,etal.Conversionofrenal transplantrecipientsfrom cyclosporintolow-dosetacrolimusforrefractoryrejection.transplant Int1998;11(S1):S WoodleEE,ThistlethwaiteJR,GordonJH,LaskowD,DeierhoiMH,BurdickK,etal.A multicentertrialoffk506(tacrolimus)therapyinrefractoryacuterenalalograftrejection.a reportofthetacrolimuskidneytransplanatationrescuestudygroup.transplantation1996; 62: TheMycophenolatemofetilRenalRefractoryRejectionStudyGroup..Mycophenolate mofetilforthetreatmentofrefractory,acute,celularrenaltransplantrejectiontransplantation 1996;61: LaskowDA.,DeierhoiM,HudsonSL,O rcl,curtisjj,diethelm AG,etal.Theincidenceof subsequentacuterejectionfolowingthetreatmentofrefractoryrenalalograftrejectionwith Mycophenolatemofetil(RS61443).Transplantation1994;57: GrangerDK.Enteric-Coatedmycophenolatessodium:resultsoftwopivotalglobal multicentertrials.transplantationproceedings,2001;33: PonticeliC.Clinicalexperiencewitheverolimus(Certican):asummary.Transplantation. 2005;79(9Suppl):S NeumayerHH.Introducingeverolimus(Certican)inorgantransplantation:anoverviewof preclinicalandearlyclinicaldevelopments.transplantation.2005;79(9suppl):s FormicaRNJr,LorberKM,FriedmanAL,BiaMJ,LakkisF,SmithJD,etal.Theevolving experienceusingeverolimusinclinicaltransplantation.transplantproc.2004;36(2 Suppl):495S-9S -5> TERMO DECONSENTIMENTO INFORMADO MedicamentosImunossupressoresnoTransplanteRenal Eu, (nomedo(a)paciente),abaixoidentificado(a)efirmado(a), declarotersidoinformado(a)claramentesobretodasasindicações,contra-indicações, principaisefeitoscolateraiseriscosrelacionadosaosmedicamentosimunossupressores, paraotratamentoprofiláticoouterapêuticodarejeiçãodotransplanterenal. Estoucientedequeestesmedicamentossomentepodem serutilizadospormim, comprometendo-meadevolvê-loscasootratamentosejainterompido.

9 Ostermosmédicosforam explicadosetodasasminhasdúvidasforam esclarecidaspelo médico (nomedomédicoqueprescreve). Expressotambém minhaconcordânciaeespontâneavontadeem submeter-meaoreferido tratamento,assumindoaresponsabilidadeeosriscosporeventuaisefeitosindesejáveis. Assim,declaroque: Fuiclaramenteinformado(a)dequeosmedicamentospodem trazerosseguintesbenefícios: -diminuiçãodaschancesderejeiçãoagudadotransplante; -diminuiçãodaschancesderejeiçãocrônicadotransplante; -aumentodasobrevidadotransplante. Fuitambém claramenteinformado(a)arespeitodasseguintescontra-indicações,potenciais efeitoscolateraiseriscos: -medicamentosclassificadosnagestaçãocomo: -categoriab(pesquisasem animaisnãomostraram anormalidadesnosdescendentes,porém nãoháestudosem humanos; riscoparaobebêmuitoimprovável):basiliximab-categoriac(pesquisasem animais mostraram anormalidadesnosdescendentes,porém nãoháestudosem humanos;oriscopara obebênãopodeserdescartado,masum benefíciopotencialpodesermaiorqueosriscos): ciclosporina,micofenolato(mofetilousódico),prednisona,sirolimus,everolimo,tacrolimus, daclizumab,okt3,anticorpospoliclonais -categoriad(háevidênciasderiscosaofeto,masum benefíciopotencialpodesermaiorque osriscos):azatioprina-medicamentoscontra-indicadosem casosdehipersensibilidade (alergia)aosfármacos; -aumentodoriscodeinfecçõesdeváriasetiologiasealgunstiposdeneoplasias(câncer), principalmentecom ousoassociadodestesmedicamentos; -necessidadededosarosníveissangüíneosdealgunsdosmedicamentos; -possibilidadedeocorênciadediversosefeitoscolaterais,deacordocom osdiferentes medicamentos: -Azatioprina:principaisefeitostóxicosincluem ossistemashematológicoegastrointestinal. Também podem ocorer:anemia,diminuiçãodascélulasbrancas,vermelhaseplaquetasdo sangue,náuseas,vômitos,diaréia,dorabdominal,fezescom sangue,toxicidadeparao fígado,febre,calafrios,diminuiçãodeapetite,vermelhidãodepele,perdadecabelo,aftas, doresarticulares,retinopatia,faltadear,pressãobaixaereaçõesdehipersensibilidade. -Ciclosporina:principaisreaçõesadversasincluem disfunçãorenal,tremores,aumentoda quantidadedepêlosnocorpo,pressãoalta,hipertrofiagengival,aumentodocolesterole triglicerídeos. Também podem ocorer:formigamentos,dornopeito,infartodomiocardio,batimentosrápidos docoração,convulsões,confusão,ansiedade,depressão,fraqueza,doresdecabeça,unhase cabelosquebradiços,coceira,espinhas,náuseas,vômitos,perdadeapetite,gastrite,úlcera péptica,soluços,inflamaçãonaboca,dificuldadeparaengolir,hemoragias,inflamaçãodo pâncreas,prisãodeventre,desconfortoabdominal,síndromehemolítico-urêmica,diminuição dascélulasbrancasdosangue,linfoma,calorões,hipercalemia,hipomagnesemia, hiperuricemia,toxicidadeparaosmúsculos,disfunçãorespiratória,sensibilidadeaumentadaa temperaturaereaçõesalérgicas,toxicidaderenalehepática,ginecomastia. -Micofenolato(mofetilousódico):principaisreaçõesadversasincluem diaréia,diminuiçãodas célulasbrancasdosangue,infecçãogeneralizadaevômitos.também podem ocorer:dorno peito,palpitações,pressãobaixa,trombose,insuficiênciacardíaca,hipertensãopulmonar, mortesúbita,desmaio,ansiedade,depressão,rigidezmuscular,formigamentos,sonolência, neuropatia,convulsões,alucinações,vertigens,tremores,insônia,tonturas,quedadecabelo, aumentodaquantidadedepêlosnocorpo,coceiras,ulceraçõesnapele,espinhas, vermelhidãodapele,prisãodeventre,náuseas,aziaedordeestômago,perdadeapetite, gases,gastrite,gengivite,hipertrofiagengival,hepatite,sanguenaurina,aumentoda freqüênciaouretençãourinária,insuficiênciarenal,desconfortoparaurinar,impotênciasexual, anemia,diminuiçãodasplaquetasdosangue,diabetemelito,síndromedecushing, hipotireoidismo,inchaço,alteraçãodeeletrólitos(hipofosfatemia,hipocalemia,hipercalemia, hipocloremia),hiperglicemia,hipercolesterolemia,alteraçãodeenzimashepáticas,febre,dor decabeça,fraqueza,dornascostasenoabdômen,pressãoalta,faltadear,tosse.

10 -Prednisona:insônia,nervosismo,vertigem,convulsões,psicose,pseudotumorcerebral,dor decabeça,delírio,alucinações,euforia,úlcerapéptica,náuseas,vômitos,distensãoabdominal, esofagiteulcerativa,pancreatite,catarata,glaucoma,aumentodaquantidadedepêlosno corpo,espinha,atrofiadepele,hiperpigmentação,síndromedecushing,aumentodoapetite, diabetemélito,edema,supressãoadrenal,supressãodocrescimento,retençãodelíquidos, paradadamenstruação,doresarticulares,sangramentosnasais,pressãoalta,hipocalemia, alcalose,fraquezamuscular,osteoporose,fraturasereaçõesdehipersensibilidade. -Sirolimus:pressãobaixa,palpitação,insuficiênciacardíaca,desmaios,hemoragias, trombose,microangiopatiatrombótica,doençavascularperiférica,insônia,tremores, ansiedade,confusão,depressão,tontura,fraquezaourigidezmuscular,neuropatia, formigamento,sonolência,aumentodaquantidadedepêlos,espinhas,vermelhidãonapele, coceirasnocorpo,ulceraçõesnapele,arotos,gases,gastrites,gengivites,inflamaçãona boca,diaréia,prisãodeventre,náusea,vômitos,perdadeapetite,perdadepeso,hipertrofia gengival,alteraçãodeenzimashepáticas,diminuiçãodascélulasbrancas,vermelhasedas plaquetasdosangue,retardamentonacicatrização,síndromehemolítico-urêmica,acúmulode linfa,aumentodocolesteroledostriglicerídeos,alteraçãodeeletrólitosnosangue(cálcio, fósforo,sódio,potássioemagnésio),síndromedecushing,diabetesmélito,febre, sangramentonasal,toxicidaderenal,edemafacial,doresnocorpo,osteoporose,catarata, alteraçõesvisuais. -Eveolimo:leucopenia,hipercolesterolemia,hiperlipemia,hipertrigliceridemia,infecçõesvirais, fúngicasebacrteriana,sepse,trombocitopenia,anemia,trombocitopenia,coagulopatia,púrpura trombocitopênicatrombótica/síndromehemolíticaurêmica,hipertensão,linfocele, tromboembolismovenoso,dorabdominal,diaréia,náusea,vômito,acne,complicaçõesde ferimentoscirúrgicosedemaeartrargias.nãosesabeseeverolimoéexcretadopeloleite materno. Nãoháexperiênciasuficientepararecomendarousodeeverolimoem criançase adolescentes. Aexperiênciaclínicaem pacientesmaiorde65anosdeidadeélimitada.pacientessobusode everolimoestãomaissucetíveisadesenvolverlinfomaseoutrasdoençasmalignas, particularmentedepele Em pacientescom insuficiênciahepáticaaconcentraçãosanguíneamínimaparaeverolimo devesermonitoradacom cautela. Pacientesdevem sermonitoradosquantoaoriscoderabdomióliseeoutrasadversidades decorentesdoaumentodabiodisponibilidadedadroga. Métodoscontraceptivosdevem serutilizadosparapacientesdeambosossexossobregime imunossupressorincluindoeverolimoatéqueinformaçõesmaisconclusivasestejam disponíveis(30,31,32). -Tacrolimus:principaisefeitosadversosincluem tremores,dordecabeça,diaréia,pressão alta,náuseaedisfunçãorenal.também podem ocorer:dornopeito,pressãobaixa, palpitações,formigamentos,faltadear,colangite,amarelão,diaréia,prisãodeventre,vômitos, diminuiçãodoapetite,aziaedornoestômago,gases,hemoragia,danohepático,agitação, ansiedade,convulsão,depressão,tontura,alucinações,incoordenação,psicose,sonolência, neuropatia,perdadecabelo,aumentodaquantidadedepêlosnocorpo,vermelhidãodepele, coceiras,anemia,aumentooudiminuiçãodascélulasbrancasdosangue,diminuiçãodas plaquetasdosangue,desordensnacoagulação,síndromehemolítico-urêmica,edema periférico,alteraçõesmetabólicas(hipo/hipercalemia,hiperglicemia,hipomagnesemia, hiperuricemia),diabetemelito,elevaçãodeenzimashepáticas,toxicidaderenal,diminuição importantedovolumedaurina,febre,acúmulodelíquidonoabdômenenapleura,fraqueza, dorlombar,atelectasias,osteoporose,doresnocorpo,peritonite,fotossensibilidade,alterações visuais. -Basiliximab:ausênciadeefeitoscolateraissignificativos. Efeitoscolateraisocorem em concomitânciacom outrosmedicamentosimunossupressoresem decorênciadeimunossupressãocumulativa. Osefeitosadversosmaisfreqüentessãodistúrbiosnotratogastrointestinalincluindoprisãode ventre,náusea,diaréia,dorabdominal,vômitosedispepsia.outrosefeitosadversosincluem: aritmias,insuficiênciacardíaca,dornopeito,pressãoaltaoubaixa,desordensvasculares,dor

11 decabeça,tremores,tontura,insônia,ansiedade,depressão,neuropatia,formigamentos, gastroenterite,gases,hemoragia,sanguenasfezes,hipertrofiagengival,espinhas, vermelhidãodepele,coceiras,ulceraçõesnapele,impotênciasexual,sanguenaurina, alteraçõesnafreqüênciaurinária,desconfortoaourinar,disfunçãorenal,hipo/hipercalemia, hiperglicemia,hipomagnesemia,hiperuricemia,hipofosfatemia,hipocalcemia, hipercolesterolemia,hematomas,púrpuras,hemoragias,trombose,aumentodascélulas vermelhasdosangue,diminuiçãodasplaquetasdosangue,doresosteomusculares,nas costasepernas,catarata,conjutivite,alteraçõesvisuais. -Daclizumab:ausênciadeefeitoscolateraissignificativos. Efeitoscolateraisocorem em concomitânciacom outrosmedicamentosimunossupressoresem decorênciadeimunossupressãocumulativa. Osefeitosadversosmaisfreqüentessãodistúrbiosgastrointestinais. Outrosefeitosincluem:pressãoaltaoubaixa,taquicardia,trombose,sangramento,dorno peito,depressão,ansiedade,insônia,tremores,dordecabeça,tontura,espinhas,coceiras, aumentodaquantidadedepêlosnocorpo,vermelhidãodepele,suornoturno,prisãodeventre, náusea,diaréia,vômitos,dorabdominal,azia,dordeestômago,gases,gastrite,hemoróidas, diminuiçãodovolumedeurina,doraourinar,danorenal,sangramentosnotratourinário, diabetemelito,desidratação,doresnocorpoearticulações,faltadear,tosse,atelectasias, febre,dores,cansaço,acúmulodelinfa,visãoturvaeedema. -Anticorposanti-CD3:dornopeito,aumentodafreqüênciacardíaca,aumentooudiminuição dapressãoarterial,microangiopatiatrombótica,confusão,coma,alucinações,convulsões, tonturas,desmaios,tremoresedordecabeça,coceiras,vermelhidãodapele,diaréia,vômitos, doresnocorpoearticulações,febre,intolerânciaàluz,edemapulmonar,meningiteasséptica, fadiga,aumentodauréiaecreatinina,faltadear,chiadonopeito,reaçõesde hipersensibilidadeesintomastiporesfriado. -Anticorpospoliclonais:pressãoaltaoubaixa,taquicardia,inchaço,dornopeito,vermelhidão napele,coceiras,diminuiçãodascélulasvermelhas,brancaseplaquetasdosangue, hipercalemia,linfadenopatia,dorabdominal,diaréia,náusea,estomatite,sangramentos, gastrite,fragilidadeóssea,doresnocorpoearticulações,reaçõesanafiláticas,vasculite,falta dear,disfunçãorenal,febre,calafrios,dordecabeça,mal-estar. O riscodaocorênciadeefeitosadversosaumentacom asuperdosagem; Estoudamesmaformacientequepodehavernecessidadedemudançadasdoses,assim comootipodemedicamentosimunossupressoresquefarãopartedomeutratamento; Estoucienteque,sesuspenderestetratamentosem orientaçãomédica,corooriscodeperder otransplanteedevoltaranecessitardediálise; Estoucientedequepossosuspenderotratamentoaqualquermomento,sem queestefato impliquequalquerformadeconstrangimentoentremim emeumédico,quesedispõea continuarmetratandoem quaisquercircunstâncias. AutorizooMinistériodaSaúdeeasSecretariasdeSaúdeafazerusodeinformaçõesrelativas aomeutratamentodesdequeasseguradooanonimato. Declaro,finalmente,tercompreendidoeconcordadocom todosostermosdeste ConsentimentoInformado. Assim,ofaçoporlivreeespontâneavontadeepordecisãoconjunta,minhaedemeumédico. O meuregimeimunossupressorconstarádeumacombinaçãodasseguintesmedicações: MedicamentoFabricanteDataRubricadopaciente InícioSuspensão Anticorposanti- CD3 Anticorpos policlonais: especificar Azatioprina Basiliximab Ciclosporina Corticosteróides Daclizumab

12 Micofenolato Mofetil Micofenolato Sódico Sirolimus Tacrolim us Everolimo Observações: 1.O preenchimentocompletodestetermoesuarespectivaassinaturasãoimprescindíveis paraofornecimentodomedicamento. 2.EsteTermoserápreenchidoem duasvias:umaseráarquivadanafarmáciaresponsável peladispensaçãodosmedicamentoseaoutraseráentregueaopaciente.

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Portaria nº 270 de 24 de junho de 1999

MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Portaria nº 270 de 24 de junho de 1999 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Portaria nº 270 de 24 de junho de 1999 O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, e: Considerando as disposições da Lei

Leia mais

- Busca Ativa de Doador de Órgãos e Tecidos

- Busca Ativa de Doador de Órgãos e Tecidos Portaria n.º 92/GM Em 23 de janeiro de 2001. O Ministro de Estado da Saúde no uso de suas atribuições legais, Considerando a Lei nº 9.434, de 04 de fevereiro de 1997, que dispõe sobre a remoção de órgãos,

Leia mais

PORTARIA N 344 DE 20 DE JUNHO DE 2008.

PORTARIA N 344 DE 20 DE JUNHO DE 2008. Page 1 of 8 PORTARIA N 344 DE 20 DE JUNHO DE 2008. A Secretária de Atenção à Saúde Substituta, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria nº 2.848/GM, de 06 de novembro de 200, que aprova a estrutura

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

Novos Procedimentos de Vigilância Sanitária na Tabela do SUS

Novos Procedimentos de Vigilância Sanitária na Tabela do SUS Novos Procedimentos de Vigilância Sanitária na Tabela do SUS N o 152 Abril/2015 2015 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para

Leia mais

Matérias selecionadas do DOU de 05 de novembro de2007

Matérias selecionadas do DOU de 05 de novembro de2007 Conteúdo: SEÇÃO 1...2 PORTARIA No- 2.831, DE 1o- DE NOVEMBRO DE 2007...2 PORTARIA No- 2.834, DE 1o- DE NOVEMBRO DE 2007...4 PORTARIA No- 2.835, DE 1o- DE NOVEMBRO DE 2007...5 PORTARIA Nº 600, DE 1o- DE

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

Data: 17/05/2013. NTRR 74/ 2013 a. Medicamento x Material Procedimento Cobertura

Data: 17/05/2013. NTRR 74/ 2013 a. Medicamento x Material Procedimento Cobertura NTRR 74/ 2013 a Solicitante: Juiza de Direito Herilene de Oliveira Andrade Itapecerica Número do processo: 335.13.910-3 Data: 17/05/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Réu: Município de

Leia mais

EMENTA: Mamografia de rastreamento - Periodicidade atrelada a riscos - Financiamento Público CONSULTA

EMENTA: Mamografia de rastreamento - Periodicidade atrelada a riscos - Financiamento Público CONSULTA PARECER Nº 2482/2014 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N.º 48/2014 - PROTOCOLO N.º 26065/2014 ASSUNTO: MAMOGRAFIA DE RASTREAMENTO PARECERISTA: CONS. JOSÉ CLEMENTE LINHARES EMENTA: Mamografia de rastreamento - Periodicidade

Leia mais

NOTA TÉCNICA 03 2013

NOTA TÉCNICA 03 2013 NOTA TÉCNICA 03 2013 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do paciente com neoplasia maligna comprovada, no âmbito do Sistema

Leia mais

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013 p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ MANUAL DO PACIENTE TRANSPLANTE DE CORAÇÃO CURITIBA 2012 Índice 1. Objetivo... 3 2. O que é a Central Estadual

Leia mais

PORTARIA Nº 356, DE 10 DE MARÇO DE 2014

PORTARIA Nº 356, DE 10 DE MARÇO DE 2014 PORTARIA Nº 356, DE 10 DE MARÇO DE 2014 Publica a proposta de Projeto de Resolução "Boas Práticas em procedimentos para organização e funcionamento dos serviços de transplante de órgãos". O MINISTRO DE

Leia mais

SC TRANSPLANTES CNCDO/SC

SC TRANSPLANTES CNCDO/SC Portaria nº 221 Portaria nº 221 de 02 de Abril de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, e, Considerando a necessidade de estabelecer Protocolo Clínico e Diretrizes

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ MANUAL DO PACIENTE TRANSPLANTE DE FÍGADO CURITIBA 2012 Índice 1. Objetivo... 3 2. O que é a Central Estadual

Leia mais

PORTARIA Nº 344, DE 20 DE JUNHO DE 2008(*)

PORTARIA Nº 344, DE 20 DE JUNHO DE 2008(*) PORTARIA Nº 344, DE 20 DE JUNHO DE 2008(*) O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria nº 2.8/GM, de 06 de novembro de 200, que aprova a estrutura e o detalhamento

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DO PARANÁ CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ MANUAL DO PACIENTE TRANSPLANTE DE RIM CURITIBA 2012 Índice 1. Objetivo... 3 2. O que é a Central Estadual de

Leia mais

Imunologia dos Tr T ansplantes

Imunologia dos Tr T ansplantes Imunologia dos Transplantes Base genética da rejeição Camundongos isogênicos - todos os animais possuem genes idênticos Transplante de pele entre animais de linhagens diferentes rejeição ou aceitação depende

Leia mais

NOTA TÉCNICA 33 2012

NOTA TÉCNICA 33 2012 NOTA TÉCNICA 33 2012 Proposta de regulamentação da base nacional de dados das ações e serviços do Componente Básico da Assistência Farmacêutica no SUS Assembleia do CONASS de 17 outubro de 2012 Brasília,

Leia mais

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfretamento ao Crack e Outras Drogas

Leia mais

PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS IMUNOSSUPRESSÃO EM TRANSPLANTE RENAL

PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS IMUNOSSUPRESSÃO EM TRANSPLANTE RENAL Circular 468/2011 São Paulo, 21 de dezembro de 2011. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS IMUNOSSUPRESSÃO EM TRANSPLANTE RENAL Diário Oficial da União Nº 239, Seção

Leia mais

INSTITUTO ESTADUAL DE DIABETES E ENDOCRINOLOGIA LUIZ CAPRIGLIONE SERVIÇO DE FARMÁCIA

INSTITUTO ESTADUAL DE DIABETES E ENDOCRINOLOGIA LUIZ CAPRIGLIONE SERVIÇO DE FARMÁCIA MANUAL DE ORIENTAÇÃO SOBRE PROCEDIMENTOS Objetivo Orientar funcionários, corpo clínico e pacientes do IEDE sobre o funcionamento do Serviço de Farmácia e os documentos necessários para cada tipo de atendimento.

Leia mais

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal;

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal; SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 211, DE 15 DE JUNHO DE 2004 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições; Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui

Leia mais

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras drogas

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Banco de Tecidos Salvador Arena BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Banco de Tecidos Salvador Arena BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17 Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17 ORIENTAÇÕES PARA CREDENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTO PARA TRANSPLANTES Formular o processo de

Leia mais

Portaria nº 221 de 02 de Abril de 2002.

Portaria nº 221 de 02 de Abril de 2002. Portaria nº 221 de 02 de Abril de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, e, Considerando a necessidade de estabelecer Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 05, de 28 de janeiro de 2015 D.O.U de 29/01/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 05, de 28 de janeiro de 2015 D.O.U de 29/01/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 05, de 28 de janeiro de 2015 D.O.U de 29/01/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 27, de 06 de abril de 2015 D.O.U de 08/04/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA - DAF

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA - DAF Termo de Esclarecimento e Responsabilidade Imunosupressores Eu, (nome do(a) paciente), abaixo identificado(a) e firmado(a), declaro ter sido informado( a) claramente sobre todas as indicações, contra-indicações,

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 62 2011 Rede de Atenção Psicossocial Altera a portaria GM nº 1.169 de 07 de julho de 2005 que destina incentivo financeiro para municípios que desenvolvem Projetos de Inclusão Social pelo

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA www.anvisa.gov.br CONSULTAS PÚBLICAS ABERTAS

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA www.anvisa.gov.br CONSULTAS PÚBLICAS ABERTAS Negócios da Saúde e Direito Sanitário Direito Societário e Comercial Direito Econômico Direito Administrativo, Regulatório e Ambiental Direito Tributário Direito Trabalhista Direito de Família, Civil e

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional..Nº 145 DOU de 30/07/08

Diário Oficial Imprensa Nacional..Nº 145 DOU de 30/07/08 Diário Oficial Imprensa Nacional..Nº 145 DOU de 30/07/08 SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA No- 425, DE 29 DE JULHO DE 2008 A Secretária de Atenção à Saúde - Substituta, no uso de suas atribuições,

Leia mais

Doxiciclina para tratamento da Sífilis

Doxiciclina para tratamento da Sífilis Doxiciclina para tratamento da Sífilis N o 157 Outubro/2015 1 2015 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer

Leia mais

LEI Nº 9.434, DE 04 DE FEVEREIRO DE 1997

LEI Nº 9.434, DE 04 DE FEVEREIRO DE 1997 LEI Nº 9.434, DE 04 DE FEVEREIRO DE 1997 Dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO *PORTARIA Nº 3.409/GM, DE 05 DE AGOSTO DE 1998 *

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO *PORTARIA Nº 3.409/GM, DE 05 DE AGOSTO DE 1998 * MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO *PORTARIA Nº 3.409/GM, DE 05 DE AGOSTO DE 1998 * O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando: a) a importância de garantir o

Leia mais

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO DOU de 05/10/2015 (nº 190, Seção 1, pág. 669) Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

Sistema Integrado de Saúde

Sistema Integrado de Saúde Sistema Integrado de Saúde Além de gerar automaticamente todas as informações obrigatórias para o SUS, o sistema permite a identificação de cada pessoa dentro da sua família, com seu histórico de saúde,

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 60 2011 Rede de Atenção Psicossocial Minuta de portaria que aprova as normas de funcionamento e habilitação do Serviço Hospitalar de Referência para atenção às pessoas com sofrimento ou transtorno

Leia mais

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência.

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência. ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO Nara FUKUYA 1 ; Ana Elisa Bauer Camargo SILVA 2 1,2 Universidade Federal de Goiás, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, Núcleo de Estudo

Leia mais

SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 344, DE 20 DE JUNHO DE 2008

SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE <!ID > PORTARIA Nº 344, DE 20 DE JUNHO DE 2008 SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 344, DE 20 DE JUNHO DE 2008 A Secretária de Atenção à Saúde - Substituta, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria no- 2.848/GM, de 06

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 102/2007-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 102/2007-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 102/2007-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento da Clínica-Escola de Psicologia, da Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO:

Leia mais

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007.

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. Institui o elenco de medicamentos e aprova o regulamento dos procedimentos de aquisição e dispensação de medicamentos especiais para tratamento ambulatorial

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011 DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011 Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional Diário Oficial Imprensa Nacional Nº 228 29/11/11 Seção 1 - p.98 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 804, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2011 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA - DF

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA

CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA Resolução CFFa nº 427, de 1º de março de 2013 "Dispõe sobre a regulamentação da Telessaúde em Fonoaudiologia e dá outras providências." O Conselho Federal de Fonoaudiologia no uso de suas atribuições legais

Leia mais

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo -

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo - Decreto 7.508 de 28/06/2011 - Resumo - GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Saúde Pública Sistema Único de Saúde SIMÃO ROBISON DE OLIVEIRA JATENE Governador do Estado do Pará HELENILSON PONTES

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA NOTA TÉCNICA 05 2007 POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA Versão preliminar Brasília, 20 de março de 2007. POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA 1. Antecedentes

Leia mais

J. Gratuidade nos Remédios

J. Gratuidade nos Remédios J. Gratuidade nos Remédios artigo 1º, inciso III, e artigo 196, ambos da Constituição Federal de 1988; Portaria nº 2.577/GM, de 27 de outubro de 2006; Portaria nº 1.869, de 4 de setembro de 2008, que altera

Leia mais

A Avaliação Ética da Investigação Científica de Novas Drogas:

A Avaliação Ética da Investigação Científica de Novas Drogas: Unidade de Pesquisa Clínica A Avaliação Ética da Investigação Científica de Novas Drogas: A importância da caracterização adequada das Fases da Pesquisa Rev. HCPA, 2007 José Roberto Goldim Apresentado

Leia mais

Considerações sobre o medicamento Trastuzumabe

Considerações sobre o medicamento Trastuzumabe NOTA TÉCNICA 19 2013 Considerações sobre o medicamento Trastuzumabe Incorporado no SUS para tratamento de câncer de mama HER2 positivo, em fase inicial ou localmente avançado. CONASS, julho de 2013 1 Considerações

Leia mais

PORTARIA Nº 27, DE 14 DE JULHO DE 2015

PORTARIA Nº 27, DE 14 DE JULHO DE 2015 PORTARIA Nº 27, DE 14 DE JULHO DE 2015 Dispõe sobre a adesão de instituições de ensino e programas de residência ao Projeto Mais Médicos para o Brasil enquanto das instituições supervisoras. O SECRETÁRIO

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC

RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC RESPOSTA RÁPIDA 154/2014 Alfapoetina na IRC SOLICITANTE Dra. Herilene de Oliveira Andrade Juíza de Direito Comarca de Itapecerica NÚMERO DO PROCESSO 0335.14.706-3 DATA 26/03/2014 SOLICITAÇÃO Solicito parecer

Leia mais

MYCAMINE MYCAMINE. micafungina. micafungina. Guia de Prescrição. e Monitorização. de Prescrição. Guia e Monitorização

MYCAMINE MYCAMINE. micafungina. micafungina. Guia de Prescrição. e Monitorização. de Prescrição. Guia e Monitorização MYCAMINE MYCAMINE micafungina micafungina Guia de Prescrição Guia e Monitorização de Prescrição e Monitorização Informação para médicos prescritores Informação Dezembro para de 2011 médicos (versão prescritores

Leia mais

RESOLUÇÃO COFEN-200/1997 - REVOGADA PELA RESOLUÇÃO 306/2006

RESOLUÇÃO COFEN-200/1997 - REVOGADA PELA RESOLUÇÃO 306/2006 Página 1 de 5 Publicado Portal do Cofen - Conselho Federal de Enfermagem (http://site.portalcofen.gov.br) Início > RESOLUÇÃO COFEN-200/1997 - REVOGADA PELA RESOLUÇÃO 306/2006 RESOLUÇÃO COFEN-200/1997 -

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 356, DE 10 DE MARÇO DE 2014

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 356, DE 10 DE MARÇO DE 2014 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 356, DE 10 DE MARÇO DE 2014 Publica a proposta de Projeto de Resolução "Boas

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Ementa: Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21 de março de 2001, que dispõe sobre a coleta, processamento, estocagem,

Leia mais

Imunossupresão inicial no transplante renal

Imunossupresão inicial no transplante renal Imunossupresão inicial no transplante renal Curso Pré-Congresso da SPN 28 de Março de 2012 André L. Weigert Unidade de Transplantação Antonio Pina Serviço de Nefrologia do HSC/CHLO; Departamento de Farmacologia

Leia mais

Imunossupressores e Agentes Biológicos

Imunossupressores e Agentes Biológicos Imunossupressores e Agentes Biológicos Histórico Início da década de 1960 Transplantes Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Doenças autoimunes Neoplasias Imunossupressores Redução

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.350, DE 5 DE OUTUBRO DE 2006. Regulamenta o 5 o do art. 198 da Constituição, dispõe sobre o aproveitamento de pessoal amparado

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

ALTA COMPLEXIDADE: TRANSPLANTE

ALTA COMPLEXIDADE: TRANSPLANTE MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.217, DE 13 DE OUTUBRO DE 1999 DO Nº 197-E, de 14/10/99 O Ministro de Estado da Saúde no uso de suas atribuições legais, Considerando a necessidade

Leia mais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais Bem Vindos! Prescrição Farmacêutica Aspectos técnicos e legais Quem sou? Prof. Dr José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim Farmacêutico Bioquímico 1998 Mestre em Toxicologia USP 2003 Doutor em Farmacologia

Leia mais

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A número 08 - agosto/2015 DECISÃO FINAL RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é

Leia mais

PORTARIA No- 845, DE 2 DE MAIO DE 2012

PORTARIA No- 845, DE 2 DE MAIO DE 2012 PORTARIA No- 845, DE 2 DE MAIO DE 2012 Estabelece estratégia de qualificação e ampliação do acesso aos transplantes de órgãos sólidos e de medula óssea, por meio da criação de novos procedimentos e de

Leia mais

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE.

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE. CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE. INTRODUÇÃO Esta nota técnica se propõe a apresentar alguns conceitos e ações desenvolvidas na área de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde e a atual situação.

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

DOCUMENTOS E ORIENTAÇÕES QUE DEVEM SER OBSERVADOS PARA TRANSPLANTES COM DOADOR VIVO EM RELAÇÃO A CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ

DOCUMENTOS E ORIENTAÇÕES QUE DEVEM SER OBSERVADOS PARA TRANSPLANTES COM DOADOR VIVO EM RELAÇÃO A CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ DOCUMENTOS E ORIENTAÇÕES QUE DEVEM SER OBSERVADOS PARA TRANSPLANTES COM DOADOR VIVO EM RELAÇÃO A CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ Através do presente sintetizamos as exigências legais previstas

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA 2015

RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 NOME INSCRIÇÃO SALA LUGAR DOCUMENTO DATA DE NASC ESPECIALIDADE PROVA DISSERTATIVA TRANSPLANTE DE RIM ASSINATURA DO CANDIDATO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Ciências Médicas LOTE SEQ RESIDÊNCIA

Leia mais

DIRETRIZES PARA IMPLANTAÇÃO DA RENAME, RENASES E COAP

DIRETRIZES PARA IMPLANTAÇÃO DA RENAME, RENASES E COAP NOTA TÉCNICA 44 2011 DIRETRIZES PARA IMPLANTAÇÃO DA RENAME, RENASES E COAP (Decreto 7.508/11) 1 1. INTRODUÇÃO Essa Nota Técnica se propõe a apresentar uma análise das propostas de Diretrizes Gerais para

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM NOTA TÉCNICA 41 2013 POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM DISPÕE SOBRE O REPASSE DE RECURSOS FINANCEIROS DE CUSTEIO A MUNICIPIOS, ESTADOS E DISTRITO FEDERL PARA A EXECUÇÃO DE AÇÕES DE

Leia mais

ESCOLA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS

ESCOLA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS Curso de Mestrado Profissional em Administração Pública MAP Pós Graduação Stricto Sensu FGV/EBAPE REGULAMENTO TÍTULO

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 247/2014

RESPOSTA RÁPIDA 247/2014 RESPOSTA RÁPIDA 247/2014 SOLICITANTE NÚMERO DO PROCESSO DATA TEMA Dra. Herilene de Oliveira Andrade Juíza de Direito da Comarca de Itapecerica 0335.14.000907-7 13/05/2014 Travatan para tratamento de glaucoma

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

IMUNOLOGIA DOS TRANSPLANTES

IMUNOLOGIA DOS TRANSPLANTES IMUNOLOGIA DOS TRANSPLANTES O transplante como forma de tratamento para inúmeras deficiências do organismo tem apresentado grandes avanços nos últimos anos. Embora muitas das questões básicas relativas

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.031, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.031, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.031, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 Dispõe sobre a organização do Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no

Leia mais

PORTARIA SDA Nº 13, DE 12 DE MARÇO DE 2015.

PORTARIA SDA Nº 13, DE 12 DE MARÇO DE 2015. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Dat a de atuali zação: 17.03.2015. Secretaria de Defesa Agropecuária SDA GENE GENEALÓGICA CENTRAL DE GENOTIPAGEM DE ANIMAIS LTDA. Nome Empresarial: GENE

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO ESTADO DE MINAS GERAIS 2011

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO ESTADO DE MINAS GERAIS 2011 T CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO ESTADO DE MINAS GERAIS

Leia mais

PORTARIA Nº 196, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2012

PORTARIA Nº 196, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2012 PORTARIA Nº 196, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2012 Aprova a diretriz para acompanhamento e tratamento de pacientes portadores de implantes mamários das marcas PIP (Poly Implants Prothèse) e ROFIL e inclui procedimentos

Leia mais

A contribuição do Controle Social para Promoção do Uso Racional de Medicamentos

A contribuição do Controle Social para Promoção do Uso Racional de Medicamentos A contribuição do Controle Social para Promoção do Uso Racional de Medicamentos II Seminário Multiprofissional sobre o Uso Racional de Medicamentos Maceió - 2014 Medicamentos e Uso Racional 1975 28ª Assembleia

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES

MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES 1. Considerações iniciais Este manual tem por objetivo instruir os Bancos de Tecidos Oculares BTOC para o preenchimento

Leia mais

PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 Aprova o Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes. [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências Decreto Nº 94.406 / 1987 (Regulamentação da Lei nº 7.498 / 1986) Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências O Presidente da

Leia mais

DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE

DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE DECRETO Nº 2.134, DE 24 DE JANEIRO DE 1997 (Revogado Pelo Decreto nº 4.553, de 27.12.2002) Regulamenta o art. 23 da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a categoria dos documentos públicos

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 1 Lei Nº 7.498/86 Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências O presidente da República, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Leia mais

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município?

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? 1) Como deve ser a rede de saúde mental no seu município? A rede de saúde mental pode ser constituída por vários dispositivos

Leia mais