Papanicolaou na terceira idade: um desafio para a enfermagem

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Papanicolaou na terceira idade: um desafio para a enfermagem"

Transcrição

1 78 Papanicolaou na terceira idade: um desafio para a enfermagem (Papanicolaou in the elderly: a challenge for nursing) Luisa Olhê¹; Rafaela Cristina de Oliveira¹; Rafaela Fukuda Campanelli¹; Lilian Donizete Pimenta Nogueira² ¹ Graduação Centro Universitário UNIFAFIBE Bebedouro SP ²Centro Universitário UNIFAFIBE Bebedouro SP Abstract. Cancer of the cervix is the second most common tumor in the female population, second only to breast cancer is the fourth leading cause of cancer death in women in Brazil. For early diagnosis just that women look for a health unit so that is answered by the doctor or nurse who will collect the exam that will allow the identification of lesions or changes. Among the cases of large parts of the invasive cancer cases may have decreased their number if discovered early and treated in its early period. Although the age range recommended by the Ministry of Health to be between 25 and 60 years, it is extremely important to emphasize that many women over the age should be collected from cytology because of the existence of older generator with a risk profile for the disease. Keywords. Nursing. Prevention of cervical cancer. Women's Health Resumo. O câncer de colo de útero é o segundo tumor mais frequente na população feminina, atrás somente do câncer de mama, é a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Para um diagnóstico antecipado basta que a mulher procure uma unidade de saúde para que assim seja atendida pelo médico ou enfermeiro que farão a coleta do exame que permitirá a identificação de lesões ou alterações. Entre os casos de câncer invasor grande partes dos casos podem ter o seu número diminuído se for tratado e descoberto precocemente em seu período inicial. Embora a faixa etária recomendada pelo Ministério da Saúde seja entre 25 e 60 anos, é de extrema importância ressaltar que muitas mulheres de idade superior devem realizar a coleta de citologia oncológica pelo fato da existência de idosas com um perfil gerador de risco para a doença.

2 79 Palavras-Chave. Enfermagem. Prevenção de câncer de colo uterino. Saúde da mulher. 1. Introdução De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA) o câncer de colo de útero é o segundo tumor mais frequente na população feminina, atrás somente do câncer de mama, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Por ano, faz vítimas fatais e apresenta novos casos (INCA 2011). O Brasil teve um grande avanço na capacidade de realizar diagnósticos precoces, pois na década de 1990, 70% dos casos encontrados eram do estágio mais agressivo da doença. Atualmente, 44% dos casos são de lesões localizadas do câncer (chamadas de in situ). Quanto mais prematuro for o diagnóstico mais adequado será o tratamento, e as chances de cura são de aproximadamente 100% dos casos (INCA, 2011). Para um diagnóstico precoce basta que a mulher procure uma unidade de saúde no intuito de ser atendida pelo médico ou enfermeiro da unidade que farão a coleta do exame citopatológico que permitirá a identificação de lesões ou alterações cervicais. O exame é rápido e indolor. Após dois anos sem nenhuma alteração nos resultados a mulher pode esperar três anos para realizar um novo exame. Este intervalo deve ocorrer porque as células causadoras do câncer demoram se desenvolver e são facilmente descobertas. Desse modo, encontram a possibilidade de um método eficaz na descoberta precoce e de combate ao câncer de colo de útero (BRASIL, 2006). No Brasil existem programas exclusivos para a atenção à saúde da mulher que se referem ao combate do câncer cérvico-uterino e de mama e a sua descoberta precoce, como o Programa Viva Mulher, Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero e de Mama. Entretanto, mesmo com tantos esforços por parte de políticas de saúde observamos casos com diagnóstico tardio. (BRASIL, 2006). Alguns fatores podem estar envolvidos a este tipo de evento, como a dificuldade e acessar os serviços de saúde por parte das mulheres, medo, baixa capacitação dos profissionais e do sistema público em comportar a demanda que chega às unidades de saúde e a dificuldade dos gestores tanto municipais como estaduais em decidir e determinar uma linha de cuidados que atinja todos os níveis de atenção à saúde, em todas as complexidades e em todo o tipo de atendimento, promovendo a saúde e a prevenção de problemas, até o diagnóstico, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos. (BRASIL, 2006) Embora a faixa etária recomendada pelo Ministério da Saúde esteja entre 25 e 60 anos, é de extrema importância ressaltar que muitas mulheres com idade superior devem realizar a coleta de citologia oncótica. Esse fato é explicado pela existência de mulheres idosas que podem ter um perfil gerador de risco para a doença. Desse modo, o profissional deve levar em conta a frequência de realização dos exames e também dos exames anteriores (BRASIL, 2006). Quando nos referimos à visa reprodutiva feminina podemos observar que a mesma tem o inicio com a menarca e o termino com a menopausa, sendo ambos importantes para a fisiologia feminina. Destacamos que a vida reprodutiva da mulher possui um limite de tempo, mas não a sua vida sexual, por isso a mulher em climatério ou a menopausa devem possuir os mesmo cuidados destinados às mulheres mais jovens do que se diz a respeito à prevenção de doenças que possam atingir o aparelho genital. (COSTA et al, 2010) Estudos recentes mostram que 74% dos homens e 56% das mulheres casadas mantêm uma vida sexual ativa após os 60 anos. A ideia de que o avançar da idade e a diminuição da

3 80 atividade sexual esteja rigorosamente ligada pode ser um dos fatores responsáveis pela forma errada com que lidamos com a qualidade de vida nesta população (BERGER; MAILLOUX- POIRIER, 1995). No estudo realizado em Pernambuco sobre a cobertura do teste de papanicolaou e os fatores ligados a não realização do mesmo, os autores estudaram 258 mulheres, de 18 a 69 anos de idade, e encontraram diferença significativa na realização de exame citopatológico dentre as faixas etárias estudadas. Tal pesquisa evidenciou que as mulheres com idades inferiores há 25 anos e entre 60 e 69 anos apresentaram menor procura pelo exame ginecológico (ALBUQUERQUE et al, 2009). Na pesquisa realizada por Costa et al (2010), foi verificado que as idosas de uma determinada casa de amparo, quando indagadas a respeito da realização do exame preventivo para o câncer de colo uterino revelaram nunca tê-lo realizado, acrescentando o não interesse em realizá-lo por motivos como falta de atividade sexual, vergonha e medo e a proximidade da morte que elas se encontram.(costa et al, 2010) Este último motivo representou uma surpresa e um motivo especial de preocupação por parte das pesquisadoras visto que essas mulheres por não realizarem não apenas o exame preventivo, mas também outras ações de autocuidado, podem realmente prejudicar sua saúde e principalmente sua qualidade de vida. Algumas mulheres sugeriram que o exame preventivo só seria importante para as mulheres de vida promíscua. (COSTA et al,2010) Fatores como idade avançada, o baixo nível socioeconômico, pertencer a determinados grupos étnicos, não ter cônjuge (solteiras, separadas ou viúvas) entre outros, tem sido apontados como fatores associados a não realização do exame papanicolaou. (AMORIM, 2006) Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a esperança de vida da mulher aumentou muito, em 1980 era de apenas 65,69 anos, atualmente em 2011 é de 77,52 anos (IBGE, 2011). Camargo (2010) realizou um estudo na saúde suplementar junto aos idosos atendidos por um programa de prevenção no município de Bebedouro, aplicou diversos instrumentos para identificação do perfil e das necessidades da população estudada. Nesta pesquisa foi possível identificar e explorar a questão da prevenção de quedas entre os idosos, assim como o perfil, hábitos de vida, meio onde o idoso vive, dentre outras informações, além disso, propôs atividades de intervenção para a qualidade de vida dos idosos. Por meio da participação ativa neste estudo pudemos refletir sobre a importância da assistência preventiva na atenção a saúde da população idosa, em especial sobre a procura das mulheres pelo teste de papanicolaou e frequência de realização do mesmo, uma vez que pouco se comenta sobre tal temática no meio acadêmico. A inquietação sobre a adesão ao exame citopatológico entre as mulheres idosas atendidas por um convênio médico no município de Bebedouro tornou-se nosso objeto de estudo, que busca enfatizar a importância da realização do papanicolaou após os 75 anos e fornecer subsídios para a atuação do profissional de enfermagem nas políticas públicas de prevenção e combate ao câncer de colo de útero. 2. Método No primeiro momento trata-se de um Estudo Transversal que tem por objetivo coletar dados de um grupo ou população de indivíduos sobre diversas características que serão confrontadas em tabelas de eventualidades (GIOLO, 2011). Foi realizado também um levantamento bibliográfico que consiste em uma pesquisa da

4 81 bibliografia já existente sobre um assunto ou um autor especifica, segundo as descrições definidas pelo solicitante como idiomas, tipo de material, palavras chaves entre outros (MERCADANTE, 2006). Este estudo faz parte de um grande projeto denominado ''Programa de Intervenção Para a Prevenção de Quedas Em Idosos'', realizado no município de Bebedouro que atendeu a um número expressivo de idosos e que teve como objetivo estudar o risco de quedas através da analise do perfil desses idosos com idade acima de 75 anos em relação aos aspectos biopsico e sociais. Investigando o grau de fragilidade e previsibilidade de agravos à saúde desta população e também verificar o grau de risco do cliente. Avaliando a ocorrência de evento de quedas e rastrear o risco através de fatores presentes e classificar os seus riscos. O estudo foi realizado no município de Bebedouro, que possui localização geográfica privilegiada. Situada na região Norte do Estado de São Paulo, a 379 km da Capital, faz parte da microrregião da Serra de Jaboticabal e da mesorregião de Ribeirão Preto (BEBEDOURO, 2008). A população deste estudo trata-se de idosos com idade igual ou maior que 75 anos, residentes da cidade de Bebedouro, usuários de um determinado plano de saúde que aceitaram receber visita domiciliar, com agendamento prévio por telefone e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O Projeto foi submetido à avaliação do Comitê de Ética em Pesquisa por parte do Centro Universitário UNIFAFIBE da cidade de Bebedouro-SP e aprovado de acordo com as normas regulamentadoras da Resolução nº 196/96 do Conselho Nacional de Saúde sob o protocolo nº 1094/2009. A coleta de dados foi realizada de Setembro a Dezembro de 2010, através de visitas domiciliares previamente agendadas por telefone e realizadas por doze alunos estudantes do curso de graduação em enfermagem do Centro Universitário UNIFAFIBE, somente após autorização do cliente/paciente. Para o desenvolvimento do projeto foram utilizados um conjunto de seis instrumentos se destacando o questionário de Avaliação do Perfil Sócio, Econômico, Cultural e de Saúde que serviu de base para as informações inseridas neste trabalho. O instrumento é composto de perguntas simples com respostas de múltipla escolha, com o objetivo de traçar o perfil dos idosos maiores de 75 anos e seus cuidadores, identificando a sua situação socioeconômica, estrutura familiar, condições de saúde física, mental, grau de independência no dia-a-dia dos idosos, seu grau de contentamento em relação ao seu plano de assistência médica e a assistência prestada por ele. Neste estudo enfatizamos as informações referentes ao perfil dos idosos e a adesão ao exame de papanicolaou, assim como informações relevantes como realização da mamografia. Os dados alcançados foram digitados e armazenados em um banco de dados em Excel, após foi realizada uma análise sistemática dos dados coletados para identificação das relações e tendências. A estatística descritiva foi utilizada para descrição e síntese dos dados. A análise dos dados baseia-se nas recomendações do Ministério da Saúde para a prevenção e detecção precoce do câncer de colo de útero. Para complementar a análise dos dados obtidos, foi realizada a revisão da literatura que tem um papel muito importante no trabalho acadêmico, pois através dela se encontra um trabalho dentro da grande área de pesquisa da qual ela faz parte.

5 82 3. Resultados 3.1 Perfil dos idosos atendidos em um plano de saúde no município de Bebedouro - SP Fizeram parte deste estudo 855 indivíduos abordados por meio de interrogatório domiciliar, sendo 270 homens (31,5%) e 585 mulheres (68,5%) com idade igual ou superior a 75 anos. Quanto ao estado civil 48% relataram serem viúvos, 43% casados, 7% solteiros e 2% divorciados. Em relação ao número de pessoas que moram na mesma casa que esses idosos, 15% deles moram em famílias numerosas, sendo essas igual ou maior que 4 pessoas. Ao verificar o percentual de idosos casados (43%) encontramos que 48% moram apenas em 2 pessoas, ou seja, o casal. Destacamos ainda que 21% dos idosos moram sozinhos, mesmo estando em idade mais avançada que requer uma atenção e suporte especial. Quanto às características sócias demográficas se destacaram os dados em relação à escolaridade 46,7 % dos entrevistados referiram ter o ensino fundamental completo. A baixa escolaridade também foi destaque, observamos que 29% dos idosos são analfabetos ou apenas sabem ler e escrever. Quando questionados sobre hábitos como tabagismo e / ou etilismo foi verificado que a maioria dos idosos nunca fumou e nunca ingeriu bebida alcoólica. Ao solicitar uma auto-avaliação de sua saúde a maioria dos entrevistados respondeu que considera sua saúde boa ou muito boa. Sobre a prática de exercícios físicos observamos uma população sedentária, sendo que 39% prática atividades físicas regularmente ou eventualmente. 3.2 Perfil das idosas atendidas por um plano de saúde no município de Bebedouro SP e sua adesão ao teste de papanicolaou A população estudada foi composta por 585 mulheres (68,5%) com idade igual ou maior que 75 anos. Destas destacaram-se 48% viúvas. No questionamento sobre a adesão ao papanicolaou encontramos que 220 mulheres referiram estarem atrasadas com seus respectivos exames, isto é, não o realizam há mais de um ano. Dentre aquelas que realizam o exame anualmente verificamos uma população de 216 idosas. Embora o foco do trabalho esteja concentrado na prevenção do câncer de colo de útero é importante destacar a adesão à mamografia, método utilizado para a detecção precoce do câncer de mama também preconizado pelo Ministério da Saúde como medida de cuidado com a saúde da mulher. Logo, verificamos que 140 mulheres nunca se submeteram a mamografia e o percentual daquelas que nunca realizaram a mamografia ou estão em atraso com o exame foi muito parecido com relação aos dados de adesão ao papanicolaou. Quando buscamos confrontar os resultados de procura por exame preventivo separado por sexo visualizamos que os homens se sobressaem em relação às mulheres na procura por tais métodos. De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde o papanicolaou deve ser realizado até os 60 anos de idade, porém caso haja presença de fatores de risco ou sintomas sugestivos de câncer de colo do útero a coleta do exame deve ocorrer mesmo após os 60 anos. Os exames preventivos realizados na população feminina tratam-se da mamografia e da coleta da citologia oncótica. No entanto, mesmo com a facilidade de acesso aos recursos

6 83 disponíveis, principalmente na saúde suplementar encontramos mulheres que nunca realizaram estes exames preventivos. Neste estudo, verificamos que 23% das mulheres nunca realizaram o teste de papanicolaou e 25% nunca se submeteu a mamografia. Quando observamos a realização de exames preventivos na população masculina, que historicamente encara o exame de próstata como um tabu; percebemos que apenas 18% dos idosos abordados nunca realizaram este exame. 4. Discussão O objetivo deste estudo foi verificar a prevalência da realização do Exame Papanicolaou entre mulheres com 75 anos ou mais buscando fornecer subsídio para a equipe de enfermagem na construção de políticas públicas de saúde visando à prevenção do câncer de colo de útero. De acordo com Costa et al (2010) a vida reprodutiva da mulher tem um limite de tempo, não sendo associada a sua vida sexual, devendo a mulher em menopausa ter os mesmos cuidados que as mulheres mais jovens em relação à prevenção de doenças que possam acometer a sua parte genital. Neste sentindo, acreditamos que, quando nos referimos aos cuidados em relação à mulher, a limitação da idade ainda constante, pois o auto cuidado ainda é delimitado somente para algumas idades, principalmente dos 35 as 49 onde apresentam um pico maior de incidência para o câncer de colo uterino (SOARES et al, 2010) excluindo as mulheres de idade avançada, aumentando assim o índice de mortalidade por câncer entre as mulheres. Sabe-se que o exame Papanicolaou, além de permitir a detecção de lesões no colo uterino, é útil para verificar alterações compatíveis com a infecção pelo papilomavírus humano - HPV, reconhecido como um grande fator de risco para o desenvolvimento do câncer cervical (SILVEIRA et al, 2011). Em relação ao perfil estudado, realizamos uma análise com mulheres com idade igual ou maior que 75 anos moradoras da cidade de Bebedouro - SP, em sua maioria viúva (48%) com o ensino fundamental completo (46,7%), características semelhantes ao encontrado no estudo de Costa et al (2010). Costa et al (2010) destaca que as mulheres idosas que vivenciam a velhice na ausência de um companheiro, podem ter este fator como um dos determinantes para a sua qualidade de vida ou não. Quanto à periodicidade do Exame Papanicolaou, observamos que uma percentual de 38% realiza o exame anualmente, 39% está com o exame atrasado e 23 % nunca realizaram o mesmo, um valor quase semelhante ao encontrado por Costa et al (2010) que apresentou uma percentual de 21,7 de não realização do exame. Em relação ao exame de mamografia e de papanicolaou percebemos que há uma semelhança no percentual de mulheres que não se submeteram aos mesmos. Desta maneira, acreditamos que essa frequência é maior em mulheres que não realizaram outras práticas preventivas e de cuidados com a sua saúde, ressaltando o auto-exame das mamas que deve ser realizado independente da frequência da realização, o mesmo foi encontrado nos estudos de Amorim (2006). Dentre os motivos relatados para a não realização do exame preventivo, encontramos entre os principais o fato de muitas destas mulheres não serem ativas sexualmente, Brenna et al (2001) em seus estudos relata que, por não estarem mais em idade fértil, tendem a deixar de realizar consultas ginecológicas se afastando das práticas de prevenção para o câncer de colo uterino no exato momento em que ela pode aparecer.

7 84 Não encontramos nenhum relato em relação à falta de tempo e sim em relação a dificuldades de deslocamento, pois grande parte dependia de certa de forma de filhos ou parentes mais próximos e também o estado de saúde atual dessa idosa, ressaltando que a cidade Bebedouro possui um número significativo de Unidades de Saúde Públicas em pontos estratégicos e com uma abrangência e suporte privilegiado. Encontramos certa resistência no que se diz respeito à importância da realização do exame por parte das idosas em relação a hábitos antigos, o que dificulta a mudança de pensamento em relação ao seu autocuidado. A sociedade na qual estas mulheres vivenciaram o seu período de juventude as mantinham totalmente sem acesso aos estudos, visando somente o serviço doméstico (COSTA et al, 2010). De acordo com INCA (2008) dentre as mulheres de idade mais avançada nota-se um desconhecimento das doenças sexualmente transmissíveis e a relação do HPV com o desenvolvimento da doença. Tal fato contraria os resultados desse estudo, pois a classe estudada apresentou em grande parte um conhecimento básico em relação às consequências da não realização do mesmo. Segundo Costa et al (2010), o exame preventivo na rede básica de saúde no Brasil é realizado em sua maior parte durante a consulta de enfermagem para a atenção a saúde da mulher. A partir daí, é necessário discutir a forma pela qual essas consultas estão sendo realizadas e também a qualidade das informações passadas por elas. Neste estudo, a importância do Papanicolaou na terceira idade está relacionada à prevenção daquelas que nunca realizaram e ao controle daquelas que já o realizam. Os fatores para a não realização são basicamente relacionados a hábitos culturais e também ao medo. Através desse fato, podemos considerar que apesar do Programa de Saúde do Homem ser pouco reconhecido por ser recente (seu lançamento aconteceu no ano de 2009), (principalmente na cidade de Bebedouro onde foi realizado o estudo) e a população masculina não ser tão ativa em relação aos cuidados com a saúde, mesmo assim eles estão se cuidando mais que as mulheres. Outra questão que pode estar ligada a esses resultados é a quantidade de entrevistados casados, partindo pelo pressuposto que as suas cônjuges os estariam incentivando ou eles estarão acompanhando as mesmas em suas consultas ao médico e aproveitam a oportunidade para passarem por consulta também. Desta forma fica evidente que mesmo numa população com acesso a saúde suplementar, que teoricamente ofereceria melhores condições e facilidade à prevenção em saúde, é necessário a intensificação de campanhas e mobilização dos usuários para incentivo da prática de exames preventivos. Faz-se necessário também que os enfermeiros atuantes nesta área estimulem o envolvimento das usuárias no autocuidado e a propagação de informações tão importantes para a saúde da mulher. 5. Considerações Finais Os resultados desses estudos permitiram concluir que a maioria dos idosos com idade igual ou maior de 75 anos na cidade de Bebedouro tem envelhecido de maneira saudável e tem se preocupado bastante com a sua saúde. A população deste estudo contou com um total de 855 idosos, sendo o nosso público alvo 585 mulheres (68,5%), com destaque para as viúvas (48%), 46,7% relatou ter Ensino Fundamental Completo, com média de idade igual ou maior que 75 anos residentes na cidade de Bebedouro. Constatamos que apesar do número de mulheres que realizaram o Exame Papanicolaou serem significativos (38%), o índice de atrasos (39%) e de não realização (23%)

8 85 ainda tem sido muito alto mediante ao grande número de informações disponibilizadas as mesmas, o que nos faz refletir em relação a como essas informações tem sido passadas e como estão sendo compreendidas. Em contrapartida, em alguns casos, determinadas mulheres tinham total consciência dos riscos em relação ao atraso e da não realização do exame, já outras demonstraram certa resistência em relação ao assunto sendo caracterizadas por perfil de costumes mais antigos. Verificamos em nossas entrevistas que a vergonha, idade avançada, dificuldades de locomoção e vida sexual inativa foram os principais fatores alegados para a não realização do Exame Papanicolaou. Neste estudo ficou claro que, apesar de todo o suporte que o município de Bebedouro tem oferecido para essas mulheres, ainda é necessária a criação de um trabalho voltado especificamente para elas, com uma linguagem clara e específica, visando o bem estar das mesmas. Cabe ressaltar ainda a importância de treinar, reciclar e capacitar de forma contínua e permanente toda a equipe de enfermagem para que todos estejam conscientes e informados sobre as reais indicações e necessidades da coleta de papanicolaou, oferecendo assim uma assistência humanizada e qualificada. 6. Referências 7. ALBUQUERQUE et al.cobertura do teste de Papanicolaou e fatores associados à nãorealização: um olhar sobre o Programa de Prevenção do Câncer do Colo do Útero em Pernambuco, Brasil. Cad. Saúde Pública. vol.25. supl.2. Rio de Janeiro, AMORIM,V.M.S.L. et al. Fatores Associados à Não Realização do Exame de Papanicolaou: Um Estudo de Base Populacional no Município de Campinas,São Paulo, Brasil, Cad. Saúde Pública, 22 (11), p , nov BERGER, L.; MAILLOUX-POIRIER, D. Pessoas idosas: uma abordagem global. Lisboa, Lusodidacta, BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST.4ª Edição BEBEDOURO. Localização e Acesso Disponível em:< Acessado em: 23 ago às 18:30. BEBEDOURO. Bebedouro em Números Disponível em: < Acessado em: 23 ago às 18:40. CAMARGO, S.M.P.L.O. Programa de Intervenção para a Prevenção de Quedas em Idosos.Bebedouro,2010. COSTA, C. C. et al. Realização de Exames de Prevenção do Câncer Cérvico- Uterino:Promovendo Saúde em Instituição Asilar.Rev. Rene. Fortaleza, v. 11, n.3, p.27-35,jul/set.2010.

9 86 INCA. Colo de Útero. Disponível em: < acessado em 31.mar.2011 às 17:40. IBGE. Projeção da população - Esperança de Vida Mulheres. Disponível em:< projecao-da-populacao-esperanca-de-vida-mulheres>,acessado em 5.out.2011 às 18:00. MERCADANTE, M.T. Revisão da Literatura. Como Escrever Um Trabalho Cientifico. p77, GIOLO, S.R. Pesquisas e Estatísticas/Conceitos Estatísticos/Estudos transversais ou crosssectional. Disponível em:< Acessado em: 24. out.2011 às 21:00 SILVEIRA, C.F; MELO, M.M; RODRIGUES, L.R; PARREIRA, B.D.M. Conhecimento de Mulheres de 40 a 60 anos Sobre o Papillomavirus Humano. Rev Rene, Fortaleza, 2011 abr/jun; 12(2): SOARES et al. Câncer de colo uterino: caracterização das mulheres em um município do Sul do Brasil. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem Jn-mar. 14(1):90-96.

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PERFIL DAS

Leia mais

EXAME CITOPATOLÓGICO: A NÃO ADESÃO E A OCORRÊNCIA DE CÂNCER DE COLO UTERINO ENTRE AS MULHERES PERTENCENTES À TERCEIRA IDADE

EXAME CITOPATOLÓGICO: A NÃO ADESÃO E A OCORRÊNCIA DE CÂNCER DE COLO UTERINO ENTRE AS MULHERES PERTENCENTES À TERCEIRA IDADE EXAME CITOPATOLÓGICO: A NÃO ADESÃO E A OCORRÊNCIA DE CÂNCER DE COLO UTERINO ENTRE AS MULHERES PERTENCENTES À TERCEIRA IDADE Lizandra de Farias Rodrigues Queiroz; Juliana Meira de Vasconcelos Xavier Universidade

Leia mais

TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

TÍTULO: SE TOCA MULHER CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR ADRIANA DE SANT ANA GASQUEZ (UNINGÁ)¹ EVERTON FERNANDO ALVES (G-UNINGÁ)² RESUMO Este

Leia mais

MODELO PROJETO: PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE

MODELO PROJETO: PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE MODELO PROJETO: PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE 1 Identificação Título Câncer de Colo de útero: a importância de diagnostico precoce. Área temática Comunicação, Promoção e Educação em Saúde Lotação Boninal

Leia mais

RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO UTERINO EM MULHERES IDOSAS NO MUNICÍPIO DE LAGOA SECA/PB

RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO UTERINO EM MULHERES IDOSAS NO MUNICÍPIO DE LAGOA SECA/PB RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO UTERINO EM MULHERES IDOSAS NO MUNICÍPIO DE LAGOA SECA/PB Fernanda Laísy Pereira de Sousa Graduanda do curso de Enfermagem; Bolsista do Programa de Educação pelo Trabalho

Leia mais

PESQUISA INSTITUTO AVON/IPSOS ALERTA PARA A IMPORTÂNCIA DE MULTIPLICAR INFORMAÇÕES SOBRE CÂNCER DE MAMA

PESQUISA INSTITUTO AVON/IPSOS ALERTA PARA A IMPORTÂNCIA DE MULTIPLICAR INFORMAÇÕES SOBRE CÂNCER DE MAMA PESQUISA INSTITUTO AVON/IPSOS ALERTA PARA A IMPORTÂNCIA DE MULTIPLICAR INFORMAÇÕES SOBRE CÂNCER DE MAMA Nilcéa Freire, Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres, enalteceu hoje,

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Sintoma. Neoplasias do Colo. Enfermagem. Introdução

PALAVRAS-CHAVE Sintoma. Neoplasias do Colo. Enfermagem. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

TÍTULO: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS OBRE CÂNCER DE MAMA E COLO UTERINO ENTRE MULHERES DE BAIXA RENDA DA CIDADE DE LINS SP

TÍTULO: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS OBRE CÂNCER DE MAMA E COLO UTERINO ENTRE MULHERES DE BAIXA RENDA DA CIDADE DE LINS SP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS OBRE CÂNCER DE MAMA E COLO UTERINO ENTRE MULHERES DE BAIXA RENDA DA CIDADE

Leia mais

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 *

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * Andréa Branco Simão UFMG/Cedeplar Luiza de Marilac de Souza UFMG/Cedeplar Palavras Chave:

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 134 138 RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ PORTO, Adriana Vianna Costa 1

Leia mais

Saúde Informa Nº 02 Distrito Sanitário Centro DSCe

Saúde Informa Nº 02 Distrito Sanitário Centro DSCe Saúde Informa Nº 2 Distrito Sanitário Centro DSCe Agosto/211 Apresentação Esta é a segunda edição do informativo do DSCe e o dedicamos a discussão das atividades de educação permanente, ao monitoramento

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015

DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015 01/05/2015 CÂNCER UTERINO É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem CÂNCER CERVICAL se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

CONHECIMENTO DE IDOSOS SOBRE O CÂNCER DE PRÓSTATA

CONHECIMENTO DE IDOSOS SOBRE O CÂNCER DE PRÓSTATA CONHECIMENTO DE IDOSOS SOBRE O CÂNCER DE PRÓSTATA 1. Renata Emanuela de Queiroz Rêgo. Faculdade Santa Maria/FSM. Email: renata-emanuela@hotmail.com 2. Ankilma do Nascimento Andrade. Faculdade Santa Maria/FSM.

Leia mais

OUTUBRO. um mes PARA RELEMBRAR A IMPORTANCIA DA. prevencao. COMPARTILHE ESSA IDEIA.

OUTUBRO. um mes PARA RELEMBRAR A IMPORTANCIA DA. prevencao. COMPARTILHE ESSA IDEIA. OUTUBRO ROSA ^ um mes PARA RELEMBRAR A IMPORTANCIA DA ~ prevencao. COMPARTILHE ESSA IDEIA. ~ ^ O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete

Leia mais

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP (1 a 3 de dezembro de 2010) Objetivos da Pesquisa: 1) Gerais: Conhecer mais profundamente a saúde e condições de trabalho

Leia mais

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Capítulo 3 Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Maria Inês Monteiro Mestre em Educação UNICAMP; Doutora em Enfermagem USP Professora Associada Depto. de Enfermagem

Leia mais

PERFIL DAS IDOSAS RASTREADAS PARA O CÂNCER DO COLO DO ÚTERO EM CRUZ ALTA, RS

PERFIL DAS IDOSAS RASTREADAS PARA O CÂNCER DO COLO DO ÚTERO EM CRUZ ALTA, RS PERFIL DAS IDOSAS RASTREADAS PARA O CÂNCER DO COLO DO ÚTERO EM CRUZ ALTA, RS CERBARO, Kamila 1 ; GARCES, Solange Beatriz Billig 2 ; HANSEN, Dinara 2 ; ROSA, Carolina Böettge 2 ; BRUNELLI, Ângela Vieira

Leia mais

DIAGNÓSTICO SOBRE A SAÚDE DA MULHER EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA E INTERVENÇÕES SOBRE O EXAME CITOPATOLÓGICO DO COLO UTERINO

DIAGNÓSTICO SOBRE A SAÚDE DA MULHER EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA E INTERVENÇÕES SOBRE O EXAME CITOPATOLÓGICO DO COLO UTERINO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA DIAGNÓSTICO SOBRE A SAÚDE

Leia mais

O primeiro passo para evitar o câncer do colo do útero é se informar. Que tal começar agora?

O primeiro passo para evitar o câncer do colo do útero é se informar. Que tal começar agora? O primeiro passo para evitar o câncer do colo do útero é se informar. Que tal começar agora? Folheto Consumidora 9x15cm.indd 1 7/21/08 6:07:48 PM A cada ano, 500.000 mulheres no mundo têm câncer do colo

Leia mais

Fatores associados à realização dos exames preventivos de câncer de mama e de colo uterino, pelas mulheres brasileiras.

Fatores associados à realização dos exames preventivos de câncer de mama e de colo uterino, pelas mulheres brasileiras. Fatores associados à realização dos exames preventivos de câncer de mama e de colo uterino, pelas mulheres brasileiras. Luiza de Marilac de Souza Edwan Fioravente Palavras-chave: Neoplasias, exames preventivos,

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Saúde da mulher. Prevenção. Neoplasia. Atenção Primária de Saúde.

PALAVRAS-CHAVE Saúde da mulher. Prevenção. Neoplasia. Atenção Primária de Saúde. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Prevenção em dobro. Eixo de Prevenção do Câncer ganha segunda Unidade Móvel CAPA

Prevenção em dobro. Eixo de Prevenção do Câncer ganha segunda Unidade Móvel CAPA Prevenção em dobro Eixo de Prevenção do Câncer ganha segunda Unidade Móvel O eixo de Prevenção do Câncer do Programa Cuide-se+ acaba de ganhar um importante reforço no atendimento aos trabalhadores das

Leia mais

Indicadores da Saúde no Ceará 2008

Indicadores da Saúde no Ceará 2008 Indicadores da Saúde no Ceará 2008 Fortaleza - 2010 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAG) Desirée Mota Secretária INSTITUTO DE PESQUISA

Leia mais

Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES. Co-Autor(es) MARCIA ALVES DE MATOS MARIANA RODRIGUES UBICES. Orientador(es) ANGELA MARCIA FOSSA. 1.

Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES. Co-Autor(es) MARCIA ALVES DE MATOS MARIANA RODRIGUES UBICES. Orientador(es) ANGELA MARCIA FOSSA. 1. 7º Simpósio de Ensino de Graduação AVALIAÇÃO DO RISCO PARA MORTALIDADE PÓS-NEONATAL EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE PIRACICABA, INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES Co-Autor(es)

Leia mais

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional 08/09/2010-10h00 Pesquisa visitou mais de 150 mil domicílios em 2009 Do UOL Notícias A edição 2009 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia

Leia mais

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Em 2012, ocorreram 2.767 óbitos por Aids no Estado de São Paulo, o que representa importante queda em relação ao pico observado em 1995 (7.739). A

Leia mais

BOLETIM ELETRÔNICO DO GRUPO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO E INFORMAÇÕES DE SAÚDE

BOLETIM ELETRÔNICO DO GRUPO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO E INFORMAÇÕES DE SAÚDE GAI informa junho/2009 ano 1 nº2 BOLETIM ELETRÔNICO DO GRUPO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO E INFORMAÇÕES DE SAÚDE Editorial Neste segundo número do Boletim Gais Informa apresenta-se um resumo das principais discussões

Leia mais

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 09 /2014 - CESAU Objeto: Parecer. Promotoria de Justiça GESAU / Índice de seguimento / levantamento de doenças intra-epiteliais previsto para 2013 no município de Salvador e ações

Leia mais

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO Título: AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA EM SAÚDE AO IDOSO NO MUNÍCIPIO DE ANÁPOLIS-EFETIVIDADE E RESOLUTIVIDADE Autores: Júlia Maria Rodrigues de OLIVEIRA, Marta Rovery de SOUZA. Unidade Acadêmica:

Leia mais

MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER

MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER Área Temática: Saúde Adriane de Castro Martinez Martins 1 (Coordenadora) Claudecir Delfino Verli 2 Aline Maria de Almeida Lara 3 Modalidade: Comunicação

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL RESUMO Descritores: Alcoolismo. Drogas. Saúde Pública. Introdução Durante a adolescência, o indivíduo deixa de viver apenas com a família

Leia mais

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM A SAÚDE DO HOMEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira Enfermeira Mestranda em Bioprospecção Molecular da Universidade Regional do Cariri-URCA ingrid_lattes@hotmail.com

Leia mais

Apesar de ser um tumor maligno, é uma doença curável se descoberta a tempo, o que nem sempre é possível, pois o medo do diagnóstico é muito grande,

Apesar de ser um tumor maligno, é uma doença curável se descoberta a tempo, o que nem sempre é possível, pois o medo do diagnóstico é muito grande, Cancêr de Mama: É a causa mais frequente de morte por câncer na mulher, embora existam meios de detecção precoce que apresentam boa eficiência (exame clínico e auto-exame, mamografia e ultrassonografia).

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº,DE 2014

PROJETO DE LEI Nº,DE 2014 PROJETO DE LEI Nº,DE 2014 (Do Sr. Alexandre Roso) Acrescenta o inciso IV ao art. 2º da Lei nº 11.664, de 29 de abril de 2008, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção,

Leia mais

PROGRAMA DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA EM MULHERES DA REGIÃO DO CARIRI OCIDENTAL, ESTADO DA PARAÍBA

PROGRAMA DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA EM MULHERES DA REGIÃO DO CARIRI OCIDENTAL, ESTADO DA PARAÍBA PROGRAMA DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA EM MULHERES DA REGIÃO DO CARIRI OCIDENTAL, ESTADO DA PARAÍBA Eulina Helena Ramalho de Souza 1 Telma Ribeiro Garcia 2 INTRODUÇÃO O câncer de mama é uma neoplasia

Leia mais

Violência contra as Mulheres em Pernambuco

Violência contra as Mulheres em Pernambuco Violência contra as Mulheres em Pernambuco Recife, 25 de novembro de 2015 FICHA TÉCNICA Coordenação: Equipe do SOS Corpo Instituto Feminista para Democracia Pesquisadora: Ana Paula Melo (pesquisadora convidada)

Leia mais

OF/AMUCC-043/2013 - ADV Florianópolis, 02 de maio de 2013.

OF/AMUCC-043/2013 - ADV Florianópolis, 02 de maio de 2013. OF/AMUCC-043/2013 - ADV Florianópolis, 02 de maio de 2013. Exmo Sr. Dr. Maurício Pessutto MD Procurador da República Procuradoria da República em Santa Catarina Rua Pascoal Apóstolo Pitsica, nº 4876, torre

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Mortalidade Infantil. Epidemiologia dos Serviços de Saúde. Causas de Morte.

PALAVRAS-CHAVE: Mortalidade Infantil. Epidemiologia dos Serviços de Saúde. Causas de Morte. ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA Jessica Neves Pereira (latiifa@hotmail.com)

Leia mais

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro Notícias - 18/06/2009, às 13h08 Foram realizadas 8 mil entrevistas com homens e mulheres entre 15 e 64 anos. A análise das informações auxiliará

Leia mais

ANÁLISE DE PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE MULHERES QUE FAZEM EXAME PAPANICOLAU EM UNIDADE DE SAÚDE EM CAJAZEIRAS-PB E RALAÇÕES COM HPV.

ANÁLISE DE PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE MULHERES QUE FAZEM EXAME PAPANICOLAU EM UNIDADE DE SAÚDE EM CAJAZEIRAS-PB E RALAÇÕES COM HPV. ANÁLISE DE PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE MULHERES QUE FAZEM EXAME PAPANICOLAU EM UNIDADE DE SAÚDE EM CAJAZEIRAS-PB E Saúde e Educação Janiele Maria Vasconcelos Mota RALAÇÕES COM HPV Áreas Temáticas Autora Instituição

Leia mais

FATORES RELACIONADOS A NÃO REALIZAÇÃO DO EXAME PREVENTIVO DE PAPANICOLAOU EM MULHERES NA FAIXA-ETÁRIA DE 25 A 60 ANOS.

FATORES RELACIONADOS A NÃO REALIZAÇÃO DO EXAME PREVENTIVO DE PAPANICOLAOU EM MULHERES NA FAIXA-ETÁRIA DE 25 A 60 ANOS. FATORES RELACIONADOS A NÃO REALIZAÇÃO DO EXAME PREVENTIVO DE PAPANICOLAOU EM MULHERES NA FAIXA-ETÁRIA DE 25 A 60 ANOS. Ana Maria de Araújo Dias Delcilene de Freitas Teles Kárita Tuanny Coêlho Castro Leonardo

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

UM OLHAR PARA O HOMEM IDOSO. Fabio Garani 17 Regional de Saude

UM OLHAR PARA O HOMEM IDOSO. Fabio Garani 17 Regional de Saude UM OLHAR PARA O HOMEM IDOSO Fabio Garani 17 Regional de Saude 1 ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER : 7,4anos

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE 1º período Saúde, Trabalho e Meio- Ambiente I 150 10 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE Identificação da relação entre os modos de viver e o processo

Leia mais

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB Nívea Maria Izidro de Brito (UFPB). E-mail: niveabrito@hotmail.com Simone

Leia mais

ITINERÁRIO TERAPÊUTICO DAS MULHERES COM ALTERAÇÕES CERVICAIS NO CITOPATOLÓGICO EM RIO GRANDE

ITINERÁRIO TERAPÊUTICO DAS MULHERES COM ALTERAÇÕES CERVICAIS NO CITOPATOLÓGICO EM RIO GRANDE ITINERÁRIO TERAPÊUTICO DAS MULHERES COM ALTERAÇÕES CERVICAIS NO CITOPATOLÓGICO EM RIO GRANDE Alessandra Mendes de Barros 1 Anne Cristine Dal Bosco 2 Clarissa Giannichini 3 Nalú Pereira da Costa Kerber

Leia mais

PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PRÓSTATA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA FEIRA DE SAÚDE. Palavras chave: Saúde, Promoção da Saúde, Saúde do Homem.

PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PRÓSTATA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA FEIRA DE SAÚDE. Palavras chave: Saúde, Promoção da Saúde, Saúde do Homem. PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PRÓSTATA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA FEIRA DE SAÚDE SILVA¹, Lorrayne Emanuela Duarte da ; BORGES 2, Cristiane José; NOGUEIRA 3, Douglas José; SILVA 4, kelvia Donato da;

Leia mais

26/4/2012. Inquéritos Populacionais Informações em Saúde. Dados de Inquéritos Populacionais. Principais Características. Principais Características

26/4/2012. Inquéritos Populacionais Informações em Saúde. Dados de Inquéritos Populacionais. Principais Características. Principais Características Inquéritos Populacionais Informações em Saúde Dados de Inquéritos Populacionais Zilda Pereira da Silva Estudos de corte transversal, únicos ou periódicos, onde são coletadas informações das pessoas que

Leia mais

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Andrea da Silveira Rossi Brasília, 15 a 18 out 2013 Relato de adolescentes e jovens vivendo com HIV Todo adolescente pensa

Leia mais

Vamos falar sobre câncer?

Vamos falar sobre câncer? Vamos falar sobre câncer? O SIEMACO sempre está ao lado dos trabalhadores, seja na luta por melhores condições de trabalho, lazer e educação ou na manutenção da saúde, visando a promoção e ascensão social.

Leia mais

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas.

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SANTOS, Silvana Salviano silvanasalviano@hotmail.com UNEMAT Campus de Juara JESUS, Lori Hack de lorihj@hotmail.com UNEMAT

Leia mais

Ministério da Saúde. Caderneta de. Saúde. Pessoa Idosa

Ministério da Saúde. Caderneta de. Saúde. Pessoa Idosa Ministério da Saúde Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa CADERNETA DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA 1. APRESENTAÇÃO O Estatuto do Idoso representou uma grande conquista social e um marco na garantia de direitos.

Leia mais

CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL

CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL Nubia C. Freitas - UFV nubia.freitas@ufv.br Estela S. Fonseca UFV estela.fonseca@ufv.br Alessandra V. Almeida UFV

Leia mais

QUESTIONÁRIO SOBRE CONTROLE DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO

QUESTIONÁRIO SOBRE CONTROLE DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO QUESTIONÁRIO SOBRE CONTROLE DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO Denise Silveira, Anaclaudia Gastal Fassa, Maria Elizabeth Gastal Fassa, Elaine Tomasi, Luiz Augusto Facchini BLOCO A - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE BÁSICA

Leia mais

O retrato do comportamento sexual do brasileiro

O retrato do comportamento sexual do brasileiro O retrato do comportamento sexual do brasileiro O Ministério da Saúde acaba de concluir a maior pesquisa já realizada sobre comportamento sexual do brasileiro. Entre os meses de setembro e novembro de

Leia mais

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga 1. Por que este estudo é relevante? Segundo o relatório sobre a Carga Global das Doenças (Global

Leia mais

Descobrindo o valor da

Descobrindo o valor da Descobrindo o valor da Ocâncer de mama, segundo em maior ocorrência no mundo, é um tumor maligno que se desenvolve devido a alterações genéticas nas células mamárias, que sofrem um crescimento anormal.

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

Saúde Bucal no Programa de Saúde da Família De Nova Olímpia - MT. Importância da Campanha de. Nova Olímpia MT.

Saúde Bucal no Programa de Saúde da Família De Nova Olímpia - MT. Importância da Campanha de. Nova Olímpia MT. Saúde Bucal no Programa de Saúde da Família De Nova Olímpia - MT Importância da Campanha de câncer bucal no Município de Nova Olímpia MT. Autores: - CD Fabrício Galli e - CD Michelle Feitosa Costa. Com

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2013 Criação de um novo departamento dentro da SAS: DAET- Departamento de Atenção

Leia mais

Perfil dos Beneficiários de Planos e SUS e o Acesso a Serviços de Saúde PNAD 2003 e 2008

Perfil dos Beneficiários de Planos e SUS e o Acesso a Serviços de Saúde PNAD 2003 e 2008 Perfil dos Beneficiários de Planos e SUS e o Acesso a Serviços de Saúde PNAD 2003 e 2008 Marcos Novais Carina Burri Martins José Cechin Superintendente Executivo APRESENTAÇÃO O objetivo deste trabalho

Leia mais

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE Karolayne Germana Leal e Silva e-mail: karolaynegermana@hotmail.com Magna Adriana de Carvalho e-mail: magnacreas@hotmail.com

Leia mais

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença.

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Bruno Araújo da Silva Dantas¹ bruno_asd90@hotmail.com Luciane Alves Lopes² lucianesevla.l@gmail.com ¹ ²Acadêmico(a) do

Leia mais

A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E SEUS EFEITOS NO MERCADO DE TRABALHO: UM FOCO NA PERCEPÇÃO E ATITUDES DO APOSENTADO.

A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E SEUS EFEITOS NO MERCADO DE TRABALHO: UM FOCO NA PERCEPÇÃO E ATITUDES DO APOSENTADO. Revista Ceciliana Dez 2(2): 41-45, 21 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana A QUESTÃO DO ENVELHECIMENTO POPULACIONAL E SEUS EFEITOS NO MERCADO DE TRABALHO:

Leia mais

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima Saúde mais próxima. Por causa de quem mais precisa. Saúde mais Próxima é um programa da

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

O CENSO 2010: BREVE APRESENTAÇÃO E RELEVÂNCIA PARA A GEOGRAFIA

O CENSO 2010: BREVE APRESENTAÇÃO E RELEVÂNCIA PARA A GEOGRAFIA O CENSO 2010: BREVE APRESENTAÇÃO E RELEVÂNCIA PARA A GEOGRAFIA BRUNO DE OLIVEIRA SOUZA 1 e RÚBIA GOMES MORATO 2 brunooliveira_souza@hotmail.com, rubiagm@gmail.com 1 Aluno do curso de Geografia Unifal-MG

Leia mais

PANORAMA DO CONTROLE DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO AVANÇOS E DIFICULDADES TROCANDO IDEIAS XVII 30/08/2013

PANORAMA DO CONTROLE DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO AVANÇOS E DIFICULDADES TROCANDO IDEIAS XVII 30/08/2013 PANORAMA DO CONTROLE DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO AVANÇOS E DIFICULDADES TROCANDO IDEIAS XVII 30/08/2013 Vânia Stiepanowez de Oliveira Rocha Dados epidemiológicos Incidência

Leia mais

3. Metodologia. Desenho do estudo. População alvo. Amostragem. Desenvolvimento dos instrumentos de coleta a. Estudo transversal de base populacional.

3. Metodologia. Desenho do estudo. População alvo. Amostragem. Desenvolvimento dos instrumentos de coleta a. Estudo transversal de base populacional. 3. Metodologia Desenho do estudo Estudo transversal de base populacional. População alvo A população alvo da pesquisa foi representada por indivíduos com idade igual ou superior a 15 anos no momento da

Leia mais

Histórico. O Outubro Rosaéum movimento popular dedicado a alertar as mulheres para a importância da prevenção e da detecção precoce do câncer de mama.

Histórico. O Outubro Rosaéum movimento popular dedicado a alertar as mulheres para a importância da prevenção e da detecção precoce do câncer de mama. Histórico O Outubro Rosaéum movimento popular dedicado a alertar as mulheres para a importância da prevenção e da detecção precoce do câncer de mama. Iniciado na década de 90 nos EUA, a campanha derrubou

Leia mais

Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006

Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006 Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006 José Cechin Superintendente Executivo Francine Leite Carina Martins A Pesquisa Nacional de Demografia

Leia mais

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer 2 Saúde reprodutiva: gravidez, assistência pré-natal, parto e baixo peso ao nascer SAÚDE BRASIL 2004 UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE INTRODUÇÃO No Brasil, as questões relativas à saúde reprodutiva têm

Leia mais

Registro Hospitalar de Câncer de São Paulo:

Registro Hospitalar de Câncer de São Paulo: Registro Hospitalar de Câncer de São Paulo: Análise dos dados e indicadores de qualidade 1. Análise dos dados (jan ( janeiro eiro/2000 a setembro/201 /2015) Apresenta-se aqui uma visão global sobre a base

Leia mais

Entenda o que é o câncer de mama e os métodos de prevenção. Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca)

Entenda o que é o câncer de mama e os métodos de prevenção. Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca) Entenda o que é o câncer de mama e os métodos de prevenção Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca) O que é? É o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não

Leia mais

Superando o tabu da doença: controle do câncer ganha destaque na mídia com campanhas de prevenção. Ano V - nº 18 - Rio Pesquisa 30

Superando o tabu da doença: controle do câncer ganha destaque na mídia com campanhas de prevenção. Ano V - nº 18 - Rio Pesquisa 30 Superando o tabu da doença: controle do câncer ganha destaque na mídia com campanhas de prevenção Ano V - nº 18 - Rio Pesquisa 30 31 Rio Pesquisa - nº 18 - Ano V SAÚDE Conhecer o passado para cuidar do

Leia mais

Sistema Público de Saúde em Curitiba - 2011

Sistema Público de Saúde em Curitiba - 2011 Sistema Público de Saúde em Curitiba - 2011 09 Distritos Sanitários 109 US (55 ESF) - informatizada 8 CMUMs 10 CAPS 1 Laboratório Municipal 1 Hospital Municipal 1.851.213 habitantes 223.000 mulheres acima

Leia mais

Azul. Novembro. cosbem. Mergulhe nessa onda! A cor da coragem é azul. Mês de Conscientização, Preveção e Combate ao Câncer De Próstata.

Azul. Novembro. cosbem. Mergulhe nessa onda! A cor da coragem é azul. Mês de Conscientização, Preveção e Combate ao Câncer De Próstata. cosbem COORDENAÇÃO DE SAÚDE E BEM-ESTAR Novembro Azul Mês de Conscientização, Preveção e Combate ao Câncer De Próstata. Mergulhe nessa onda! A cor da coragem é azul. NOVEMBRO AZUL Mês de Conscientização,

Leia mais

4. Câncer no Estado do Paraná

4. Câncer no Estado do Paraná 4. Câncer no Estado do Paraná Situação Epidemiológica do Câncer Doenças e Agravos Não Transmissíveis no Estado do Paraná Uma das principais causas de morte nos dias atuais, o câncer é um nome genérico

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

COMPREENDENDO A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER: UMA REFLEXÃO ACADÊMICA 1

COMPREENDENDO A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER: UMA REFLEXÃO ACADÊMICA 1 COMPREENDENDO A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER: UMA REFLEXÃO ACADÊMICA 1 BISOGNIN, Patrícia 2 ; SIQUEIRA, Alessandro 2 ; BÖELTER, Débora Cardoso 2 ; FONSECA, Mariana 2 ; PRUNZEL

Leia mais

O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA

O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA Aline Paula

Leia mais

Carvalho Goretti Moreira Leal de, Themis; Ribas Almeida, Milene. Brasil RESUMO

Carvalho Goretti Moreira Leal de, Themis; Ribas Almeida, Milene. Brasil RESUMO ID:862 PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA AMPLIANDO AS AÇÕES DE PREVENÇÃO EM DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS JUNTO À POPULAÇÃO ESCOLAR: UM ESPAÇO PARA FORMAÇÃO PROFISSIONAL E PROMOÇÃO DA SAÚDE Carvalho Goretti

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

Clipping Eletrônico Quinta-feira dia 16/07/2015

Clipping Eletrônico Quinta-feira dia 16/07/2015 Clipping Eletrônico Quinta-feira dia 16/07/2015 Jornal Acrítica Cidades Pág. C4 16 de Julho de 2015. Jornal Acrítica Política Pág. A7 16 de Julho de 2015. Av. Mário Ypiranga, 1695 Adrianópolis Jornal

Leia mais

DADOS. Histórico de lutas

DADOS. Histórico de lutas MULHERES O partido Solidariedade estabeleceu políticas participativas da mulher. Isso se traduz pela criação da Secretaria Nacional da Mulher e por oferecer a esta Secretaria completa autonomia. Acreditamos

Leia mais

ÁREA TEMÁTICA INTRODUÇÃO

ÁREA TEMÁTICA INTRODUÇÃO TÍTULO: PRÁTICAS E ATITUDES DE ESTUDANTES DE UMA ESCOLA PÚBLICA RELACIONADOS AS DSTS/AIDS AUTORES: Aline Salmito Frota, Luciana Soares Borba, Débora Silva Melo, José Ueides Fechine Júnior, Viviane Chave

Leia mais