SISTEMA DE PROTECÇÃO SOCIAL EM ANGOLA

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1 SISTEMA DE PROTECÇÃO SOCIAL EM ANGOLA I- CONTEXTO 1- A assistência social é uma abordagem que visa proteger os grupos mais vulneráveis tendo em conta critérios rigorosos para uma pessoa se habilitar a benefícios relacionados com pobreza, doenças crónicas, incapacidade física ou mental e idade. Muitos angolanos foram vítimas directas ou indirectas da guerra e esta é uma das causas da condição de precariedade em que se encontram grandes segmentos da população, muitos em estado de pobreza e vulnerabilidade, particularmente crianças e mulheres, devido ao insuficiente funcionamento dos serviços sociais, à destruição de infraestruturas e à deslocação massiva de populações, principalmente das áreas rurais para as áreas urbanas. 2- Angola vive hoje um clima de estabilidade política e, consequentemente, de segurança, o que constitui uma oportunidade singular para o estabelecimento de um quadro estratégico comum, entre os diferentes actores sociais, para a implementação das Políticas Sociais Públicas, como mecanismo de resolução dos desequilíbrios económicos e sociais provocados pelo longo período de conflito armado que o país viveu. 3- Quase 30% da população angolana foi deslocada. As capitais provinciais e muitas sedes municipais ficaram superpovoadas e os serviços em toda a extensão do país estiveram sob enorme pressão, deixando as pessoas vulneráveis, sem acesso aos cuidados primários de saúde, água potável e educação. Esta situação provocou extrema pobreza a inúmeras famílias angolanas. 4- De acordo com os resultados do Inquérito às Receitas e Despesas das Famílias, realizado no ano 2000 pelo Instituto Nacional de Estatística, cerca de 68% da população vive em situação de pobreza, dos quais 28% em situação de extrema pobreza. Dentre os factores determinantes da vulnerabilidade estrutural das famílias e das crianças em Angola estão as condições sociais e económicas, a falta de acesso a serviços básicos e a mecanismos de protecção social. 5- Sabe-se que o exercício para a erradicação da pobreza é difícil e complexo mas é possível atenuar, melhorar e transformar a situação dos homens, mulheres e crianças que se encontram nesta situação. 1

2 II- PROTECÇÃO SOCIAL EM ANGOLA : Legislação e Medidas em Funcionamento 6- A Lei de Protecção Social, 2004, 15 de Outubro, estabeleceu as bases de protecção social, tratando principalmente das medidas de prevenção descritas acima. A lei define três níveis de protecção social: Protecção Social de Base Baseada nos fundos públicos, sem contributos dos beneficiários e direccionada para os mais pobres. Protecção Social Obrigatória Baseada numa lógica de seguro, financiada através das contribuições dos trabalhadores, que oferece uma serie de direitos aos trabalhadores no sector formal. Protecção Social Complementar De adesão facultativa que ofereça os contributos para pensões de velhice, invalidez, morte e cuidados de saúde. 7- Actualmente, o Ministério da Administração Pública Emprego e Segurança Social (MAPESS) avançou rapidamente com a regulamentaçao da protecção social obrigatória. Já existem benefícios em pleno funcionamento incluindo a pensão de reforma, subsidio de maternidade, subsidio de aleitamento, subsídio de morte. Estas medidas incluem um subsídio de sobrevivência para crianças órfãs do valor até 70% do último salário dos falecidos pais. A maioria destes benefícios foi regulamentado em 2005 e são extremamente importantes como medidas de prevenção. - A Lei de Protecção Social 2004 prevê as necessidades e direitos do grupo mais pobre através do Artigo nº 31, sobre o estabelecimento do Fundo de Solidariedade e Assistência Social. O Fundo ainda não foi estabelecido mas o III Fórum Nacional da Criança recomendou que fossem adoptados mecanismos para estabelecer o Fundo. 8- Além das provisões do MAPESS no contexto de protecção social obrigatória, existem também, fundos para crianças órfãs devido a guerra. Crianças órfãs de antigos combatentes, a maioria sendo órfã somente de pai, têm o direito de receber um subsidio de sobrevivência de KZ. Mensal, por criança. Actualmente cerca de crianças estão a receber este valor do Ministério dos Antigos Combatentes e Veteranos de Guerra e um segundo grupo na base da Caixa dos Antigos Combatentes. Em geral, a pensão da criança órfã mais a pensão que a mãe viúva recebe é suficiente para as crianças viverem com dignidade, manter-se na escola, alimentar-se e vestir-se bem. 2

3 - Em Setembro de 2007 foi realizado um Seminário sobre Crianças Órfãs e Vulneráveis na Província do Cunene que recomendou que houvesse um subsídio monetário de US$ 50 por família até duas crianças e mais US$ 20 por cada criança além de duas. OUTRAS MEDIDAS DE PROTECÇAO SOCIAL EM ANGOLA 9- Além das provisões da Lei de Protecção Social, existem várias outras medidas de protecção social algumas das quais já em funcionamento, outras ainda por regulamentar ou estabelecer, a saber: i) Recuperação de atraso escolar Resolução nº 9/07 Aprova a Estratégia de Recuperação do Atraso Escolar que prevê o estabelecimento de cerca de 8000 alfabetizadores ao nível do país, com uma mensalidade US$ 100 por alfabetizador. Esta medida já está em funcionamento em algumas províncias. ii) iii) iv) Bolsa de estudo interno (incluído no Regulamento Interno da Direcçao Nacional de Acçao Escolar 131/06). O regulamento existe mas os procedimentos detalhados ainda não foram estabelecidos e actualmente não esta a funcionar. Eventualmente podia apoiar as crianças mais pobres nos materiais básicos que precisam para garantir a sua inclusão na escola (batas, cadernos, lapiseiras, etc.). Merenda escolar que será generalizada a todo o país neste ano de 2008 e deverá atingir crianças da escola primária. PIC/PECs cujo objectivo é reforçar as capacidades de famílias e comunidades para facultarem educação e cuidados da primeira infância. O objectivo estabelecido é atingir uma cobertura de 30% das crianças em serviços da primeira infância. v) Legislação para apoio às famílias tutelares de crianças separadas e órfãs (em rascunho). Esta legislação prevê um subsídio monetário além de acompanhamento por parte do MINARS. 3

4 III- ACÇOES DO MINARS PARA AS CRIANÇAS ORFÃS E VULNERÁVEIS 10- A Protecção Social pretende reduzir a vulnerabilidade económica e social dos grupos pobres, vulneráveis e marginalizados. A noção de protecção social inclui o conceito de dignidade e condições mínimas ao longo do ciclo da vida a partir da primeira infância até à terceira idade. O Governo de Angola, através do MINARS, está a coordenar as respostas sociais para as crianças órfãs e vulneráveis. Nos últimos dois anos, foram realizadas as seguintes acções: - Em 2006 realizou uma pesquisa Análise e Avaliação Rápida sobre o Impacto do VIH-SIDA nas Crianças e Famílias Vulneráveis (RAAAP) e elaborou o Plano Nacional de Acção sobre as Crianças Órfãs e Vulneráveis; - Em Março de 2007, o MINARS com apoio do UNICEF e colaboração com as comunidades está a estabelecer um Banco de Dados de Crianças Órfãs e Vulneráveis para colmatar as lacunas em informação sobre a situação do VIH-SIDA nas províncias do Cunene, Uíge, Kuando-Kubango, Huambo, Benguela, Lunda-Sul e Moxico. - Em Junho de 2007, foi realizado o III Fórum da Criança Angolana que reafirmou a necessidade de se promover uma política e acçöes para diminuir a vulnerabilidade das crianças infectadas e afectadas por VIH-SIDA. - Em Setembro de 2007, foi realizado um Seminário promovido pelo Governo da Província do Cunene sobre Modalidade de Apoio Directo as Crianças Órfãs e Vulneráveis no Âmbito do VIH-SIDA - Além destas acçöes, o Instituto Nacional de Luta Contra o SIDA publicou o Plano Estratégico Nacional para o Controlo das Infecções de Transmissão Sexual, VIH e SIDA, 2007 a 2010 em Dezembro de O Plano refere à necessidade de criar mecanismos de protecção social para as crianças afectadas pela SIDA. Em síntese, actualmente há necessidade de finalizar uma Política e acçöes integradas para a protecção social das crianças órfãs e vulneráveis. 4

5 IV- PROTECÇAO E ASSISTÊNCIA À PESSOA IDOSA 11- Em 2004, o Governo realizou o Encontro Nacional sobre Protecção e Assistência à Pessoa Idosa, sob o lema Protecção e Assistência a Pessoa Idosa: Dever do Estado, Obrigação de Todos. - O evento teve como objectivo principal, a recolha de contribuições, para o estabelecimento de uma política nacional de protecção da pessoa idosa. Pretendia-se, igualmente, chamar a atenção da sociedade para o respeito e dignidade, que merece este extracto da população. - Foram elaborados dois projectos, nomeadamente, a Política Nacional do Idoso e a Estratégia para sua Implementação. 12- Os referidos documentos foram submetidos ao Governo no ano 2006 e, aguardam a sua aprovação, para que se possam desenvolver, de forma coordenada e integrada as seguintes acções: a) Definição de um Plano Nacional Multidisciplinar de Referência, com programas e acções, de curto, médio e longo prazo, visando a melhoria das condições de vida da pessoa idosa; b) Elaboração de instrumentos legais com mecanismos concretos de protecção do idoso; c) Criação de Conselho Nacional do Idoso. 13- Relativamente a assistência social, estão em curso projectos de terapia ocupacional e de promoção sócio-economica dos idosos. Esta igualmente em curso um projecto de reabilitação e apetrechamento dos lares de idosos. - Prevê-se para o ano em curso a construção de mais cinco instituições de assistência ao idoso, nas províncias de Benguela, Moxico, Luanda e Huambo; - Em todas as províncias do país os idosos mais carenciados, beneficiam dentro das disponibilidades, de um apoio alimentar (cesta básica), apesar de ainda não ter sido estabelecida legislação específica para o efeito. - Aguarda-se pela aprovação da Politica Nacional para a implementação da prestação de um subsídio ao idoso. 5

6 EXPERIÊNCIAS O Governo de Angola tem desenvolvido várias actividades no que toca ao dispositivo permanente de protecção social que visam: i) Alivio de pobreza e vulnerabilidade crónica. Normalmente são direccionadas à população cronicamente pobre, às crianças órfãs, refugiadas, deslocadas e as que vivem e trabalham na rua. Incluem famílias de acolhimento, a garantia de serviços básicos de saúde, educação gratuita, o acesso ao registo de nascimento gratuito, etc. ii) iii) Diminuir os riscos que podem provocar ou aumentar a pobreza, como sistemas de pensões, segurança social, segurança de saúde, abono de maternidade ou desemprego. Aumentar o rendimento familiar e desenvolver o capital humano. Isto inclui microfinanças ou projectos geradores de rendimento. Para crianças da primeira infância e adolescentes, inclui investimento em educação da primeira infância e em formação técnico profissional. IMPLEMENTADORES 1- Ministério da Saúde Campanhas de Vacinação gratuita Saúde Materno e Infantil gratuito 2- Ministério da Educação Educação e ensino gratuito Merenda Escolar Distribuição de Material escolar obrigatória Primeiro Nível 3- Ministério dos Antigos Combatentes e Veteranos de Guerra Sistema de Pensões 6

7 4- Ministério da Justiça Registo de nascimento gratuito Gratuitidade de apoio aos serviços judiciários 5- Ministério da Família e Promoção Social Micro-credito 6- Ministério da Juventude e Desportos Gratuidade do desporto Auto-emprego (formação e distribuição de Kits para lavadores de carro) Casa do estudante 7- Ministério da Assistência e Reinserção Social Apoio aos Lares de Idoso i) Os idosos independentes da comunidade beneficiam de apoio alimentar ( cesta básica) e aguardam pela aprovação da atribuição de subsidio. Apoio aos Lares de Infância i) Programa de Localização Familiar ii) Projectos Alternativos de Atendimento iii) Programa de apoio aos órfãos devido ao VIH- SIDA PIC/PECs cujo objectivo é reforçar as capacidades de famílias e comunidades para facultarem educação e cuidados da primeira infância. Programa Baseado na Comunidade para Pessoas P. de Deficiência - Programa integrado i) MINARS : rastreio, apoio psicossocial, aquisição de Kits 7

8 ii) iii) iv) MINSA: reabilitação física, colocação de próteses MAPESS: formação profissional MED: Educação / alfabetização - Projecto Coca-Cola Formação Kit 8

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