II Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil

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1 II Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil PMRG - Projeto Mudança do Referencial Geodésico RESUMO DOS PAINÉIS 4 e 5

2 PAINEL 4: Perguntas: Que aplicativos e serviços devem ser disponibilizados? Quais são as informações necessárias? Que nível de acurácia? Público-alvo: Todos os usuários

3 PAINEL 4: Plano de implementação brasileiro: Estudo dos serviços do tipo WAGDPS em operação no mundo, suas características e acurácia alcançável Definir exigências de acurácia compatíveis com as necessidades brasileiras: que nível de acurácia é exigido pelos usuários, serviços e aplicações? Definir exigências que devem ser satisfeitas para alcançar a acurácia pretendida? Avaliação diagnóstica para verificar a situação atual do sistema de controle ativo no Brasil, incluindo número e localização de estações, tipo e características dos receptores em uso, link de dados, capacidade do centro de processamento, etc. Desenvolvimento de software (no Canadá, com código aberto passado para o Brasil), testes preliminares (no Canadá) e implementação (no Brasil) seguida pelo treinamento na operação de software, processamento de dados e geração de correções (no Brasil). Teste de opções alternativas de melhorias para lidar com várias fontes de erro, especialmente ionosfera. Implementação (passos incluídos): Tipo de link de dados que será utilizado para comunicação das estações ao centro de processamento e do centro de processamento para os usuários; Instalação de receptores; Taxa de dados (logging e correções); e Tratamento de dados (processamento, geração de correções). Avaliação da acurácia final com testes ao longo do país

4 PAINEL 4: Apresentacoes em plenária: Marcelo Santos, da UNB, apresentou brevemente alguns tópicos relacionados ao Projeto Piloto 7 Rede para Sustentabilidade. Apresentação do Norman Beck, do NRCan, abordou a Infra-Estrutura Geoespacial do Canadá. Kátia Duarte, do IBGE, apresentou a situação atual da RBMC. Mostrou alguns problemas atuais e as perspectivas para 2005: aumento do número de estações e disponibilização de dados on-line. Os tópicos a seguir, em negrito, correpondem às perguntas colocadas para debates dentro do grupo de discussão:

5 PAINEL 4: No seu entender, o que seria a sustentabilidade da rede? Recursos para manutenção e avanço da rede, significando recursos monetários, humanos e técnicos; Integração com a comunidade usuária, para avaliação dos resultados da rede; Promoção mais freqüente de eventos => Divulgação; Densificação das redes ativas e passivas. Ambas devem ser mantidas; Sustentabilidade é o atendimento eficaz e eficiente aos usuário e suas aplicações Modernização dos receptores.

6 PAINEL 4: O que deve estar implementado de modo que o referencial seja sustentado ou seja sustentável? Parcerias e convênios para densificação da rede ativa; Normas e procedimentos para uso da rede, divulgação de estatísticas de como a rede está sendo usada; Meio de Comunicação eficiente, de modo a facilitar o acesso aos dados; Do ponto de vista da administração da rede, é necessário manter a estrutura da rede/sistema e estações ativas ligados a sistemas globais; É importante não deixar de discutir a administração da rede; Questões de redundância para integridade da rede, para que não ocorra problema, por exemplo, em Manaus; Questões de serviço agregadas à rede. Por exemplo, possibilidade por calculo de Posicionamento Preciso por Ponto (PPP) Estabelecimento de comunicação contínua com os usuários, permitindo que esses possam prover feedback, por exemplo, informando a qualidade do serviço. Essas comunicação e feedback proverão maior credibilidade à rede;

7 PAINEL 4: Que aplicações devem ser beneficiadas em relação à precisão e velocidade do acesso (tempo real ou pós-processamento)? Em relação ao cadastro municipal, em termos de precisão, seria o pós processado, com um aumento em demandas para tempo real. O cadastro de maior precisão pode se servir de pós-processamento; O serviço de tempo real traria alguma vantagem. A Petrobras hoje, por exemplo, só utiliza estação da própria Petrobras e, eventualmente, da Marinha. Tendo estações com grandes amplitudes poderia utilizá-las. Para posicionamento, a precisão seria de 50cm; Idealmente para atender 100% de usuários e 100% de serviços, seriam necessários os dois tipos de processamento. Porém, as prioridades de implantação deveriam ser mais discutidas; Atualmente já existe possibilidade de alta precisão em pós processamento, ligada ao referencial e, no futuro, além da capacidade atual, poderá existir capacidade de posicionamento em tempo real diretamente ligada ao referencial; A rede passiva é importante para utilização em levantamentos topográficos;

8 PAINEL 4: Como seria a demonstração da (modernização) sustentabilidade da rede através de um projeto piloto? Densificação da rede na área amazônica; Facilidade do uso, acesso aos dados e confiabilidade; O projeto piloto deverá ser um trabalho com objetivo definido. Exemplo: avaliar a situação atual do número de usuários e suas aplicações e comparar com o mesmo quantitativo no futuro; Verificação e atualização da rede passiva; O caminho será a modernização da RBMC hoje existente até o serviço em tempo-real; e Proposta: Atualizar as estações com link à Internet, permitindo a transmissão para RJ, realizar suas correções e disponibilizar pela Internet. Para o usuário simular um processamento em tempo real e o PPP.

9 Outros assuntos: PAINEL 4: Perguntados sobre possibilidade de estudo sobre transmissao de dados via internet, todos os presentes disseram que têm condições de acesso à internet; Foi mencionado que a Petrobras pode ajudar neste estudo (de acesso via Internet) pois possui uma rede integrada (intranet e via rádio); Um dos particpantes mencionou a importância da redução ou isenção dos impostos par a aquisição de instrumentos GPS; e Após a reunião de cada grupo separadamente na plenária para fechamento desses painéis, compareceram os relatos resumidamente descritos a seguir.

10 PAINEL 4: Recomendações da plenária: A rede, para garantir sustentabilidade, deve atender eficazmente aos usuários e às suas aplicações. Para tanto, deve garantir redundância, no caso de ativa, comunicação eficiente e modernização dos equipamentos; Deve-se continuar ampliando a rede, tanto passiva quanto ativa, através de parcerias. Garantir aplicações que requeiram tempo real, melhorando ainda mais a capacidade de pós-processamento; e Agregar serviços à rede, como o PPP (Posicionamento por Ponto Preciso).

11 PAINEL 4: Idéias para projetos Piloto: Modernização da RBMC até alcançar capacidade de tempo real; Disponibilização de correções via internet; e Identificados possíveis parceiros: Prefeitura de São Paulo, Petrobras, CONDER, INCRA.

12 Perguntas: PAINEL 5: QUESTÕES FUNDIÁRIAS O que é utilizado como cartografia básica (carta impressa, carta raster, carta digital, ortofoto, imagens) e em que escala? Como é feito o gerenciamento de seus dados geográficos (banco de dados, SIG, CAD, textual, coordenadas, outros)? Qual é a metodologia utilizada para atualização do seu mapeamento? Quais são os impactos previstos com a mudança do referencial? Que sugestões poderiam ser dadas em termos de esclarecimentos e instrução sobre a mudança do referencial (seminários, cursos)? Quais são os principais projetos de questões fundiárias para os próximos quatro anos? Onde eles se localizam e quais são as tecnologias que serão utilizadas? Quais são as principais questões que envolvem as mulheres em relação às questões fundiárias? O que sua instituição atualmente faz para facilitar o acesso à terra pelas mulheres? Há sugestões para facilitar o acesso à terra pelas mulheres? Que outras instituições estão envolvidas nas questões fundiárias (ONGs, Universidades, governo, etc)? Existe legislação e/ou projetos que facilitem o acesso das mulheres e de minorias à posse da terra? Quais são? Público-alvo: INCRA Institutos de Terra ONGs

13 PAINEL 5: QUESTÕES FUNDIÁRIAS A apresentação da Andréa Carneiro, da UFPE, chamou a atenção sobre a necessidade de densificação da RBMC; necessidade de integração (homologação) da RIBAC ao SGB; adoção do SIRGAS; e aperfeiçoamento das normas técnicas. Roberto Tadeu, do INCRA, apresentou um histórico sobre a Lei do Georreferenciamento; apresentou respostas às questões endereçadas ao painel e chamou a atenção sobre a necessidade de algum tempo para adoção do SIRGAS pelo INCRA. A seguir comparecem as respostas às questões.

14 PAINEL 5: QUESTÕES FUNDIÁRIAS 1) Existem duas situações: 1a: Nas vistorias preliminares de imóveis para reforma agrária, onde está se avaliando a viabilidade da desapropriação ou não daquele imóvel, como não há necessidade de grande precisão, utilizamos para delimitação córregos, rios, cartas impressas digitalizadas na escala 1: do IBGE ou cartas 1: em estados que a possuam, além de cartas digitais, imagem satélite Landsat, Spot, CBRS 2a: Situação em atendimento à Lei /01, altera a Lei 6015 dos Registros Públicos que criou o CNIR- Cadastro Nacional de Imóveis Rurais. Em razão de precisão posicional de 0,50 m, estabelecida pela Portaria 954, não é admitida a utilização de imagem, foto aéreas, cartas topográficas, etc, a não ser em casos específicos como a impossibilidade de utilização do GPS ou o topografia convencional, em áreas com extrema restrição ambiental, no caso de mata atlântica no Vale do Ribeira em São Paulo, o INCRA poderá autorizar, mediante solicitação do profissional, a utilização de cartas topográficas oficiais.

15 4) Os impactos à princípio não serão muito grandes visto que, num universo de de imóveis cadastrados no SNCR, que deverão ser georreferenciados observado o escalonamento do decreto 4449 nos próximos anos, temos somente 500 imóveis em SAD69, podendo definir na próxima edição da norma que os profissionais apresentem seus trabalhos em SIRGAS. PAINEL 5: QUESTÕES FUNDIÁRIAS 2) O gerenciamento do Banco de Dados é feito através do software Geomedia Profissional, versão 5.1, utilizando a Projeção Policônica, onde essa informações são transmitidas para a Sede do INCRA em Brasília via FTP, contendo as informações gráficas e? que serão posteriormente disponibilizadas via Web no site do INCRA. Também mantemos um banco de dados SIG, CAD na Superintendência do INCRA, utilizando o software Micro Station, formato DGN de todos os imóveis vistoriados e desapropriados. 3) O INCRA editou o Manual Técnico para Georreferenciamento de Imóveis Rurais para atender à Lei /01. Nele está definida toda a metodologia para levantamentos GPS e transporte de coordenadas utilizando a topografia convencional.

16 PAINEL 5: QUESTÕES FUNDIÁRIAS 5) É fundamental que os profissionais que atuam na área de georreferenciamento sejam informados através da mídia e, principalmente, os cartórios de Registros de Imóveis, sejam informados através do IRIB sobre a mudança do referencial e a necessidade dos cartórios terem uma assessoria de um profissional para dirimir as dúvidas técnicas, principalmente em relação às mudanças de coordenadas em função da mudança do referencial. 6) Está em andamento o Projeto Cadastro e Regularização Fundiária no Brasil, de 18 milhões de dólares financiados pelo BID, que abrangerá inicialmente os estados de SP, MG, BA, CE e MA. Nós estamos finalizando as especificações técnicas e metodologias deste projeto e está previsto para junho/2005 o início dos serviços de campo, podendo ser prevista a utilização do SIRGAS.

17 PAINEL 5: QUESTÕES FUNDIÁRIAS Houve reunião de grupo de discussão. Abaixo seguem alguns aspectos discutidos dentro do grupo e durante a Plenária: Recomendar a priorização da homologação da RIBAC com a criação de comissões técnicas e cronograma de execução, bem como a modernização dos equipamentos, substituindo os equipamentos L1 por L1/L2; Adoção do SIRGAS o mais rápido possível para o georreferenciamento dos imóveis rurais a fim de minimizar os impactos da mudança do referencial; Esclarecimento aos profissionais do Registro de Imóveis com respeito à mudança do referencial (aspectos técnicos e impactos no registro); e Revisão geral das normas para o georreferenciamento. Em especial, verificar através de testes a adequação técnica da utilização do código suavizado pela portadora.

18 PAINEL 5: QUESTÕES FUNDIÁRIAS Recomenda-se que o INCRA promova a capacitação técnica dos profissionais responsáveis pela certificação;.recomenda-se o aperfeiçoamento do processo de caracterização dos limites administrativos; Recomenda-se às escolas que ministram cursos de especialização sobre georreferenciamento que reflitam sobre as conseqüências da atuação destes profissionais; e Recomenda-se a formação de um grupo de estudos para refletir sobre a geoinformação (para segurança e direitos humanos).

19 PAINEL 5: QUESTÕES FUNDIÁRIAS Idéias para projetos piloto: Desenvolvimento de projetos piloto nas áreas envolvidas no Projeto INCRA/BID e outras áreas definidas como prioritárias pelo INCRA (Pará e estados do Nordeste); Parceiros: universidades, institutos de terra, IBGE, IRIB/ANORES, municípios; e Incentivo à participação de outros parceiros como Secretarias Estaduais, EMATER e outros órgãos que trabalham com informações rurais na densificação da rede, a fim de minimizar os custos, tais como EMATER.

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