Projeto Escola Verde: Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino

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1 Projeto Escola Verde: Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino

2 Ficha Catalográfica CATALOGAÇÃO NA FONTE/BIBLIOTECA - UNIGRANRIO P 964 Projeto Escola Verde: educação, saúde e meio ambiente / Coordenação e revisão Carlos Henrique de Freitas Burity. - Rio de Janeiro : Bayer; UNIGRANRIO, p. : il. col. ; 27 cm. Bibliografia: p. 38. O Projeto escola Verde, realizado nos anos de , é uma iniciativa pactuada com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro por sua 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Duque de Caxias. 1. Educação ambiental. 2. Saúde ambiental. 3. Desenvolvimento sustentável. 4. Biodiversidade. 5. Saúde pública. I. Burity, Carlos Henrique de Freitas. II. Bayer. III. Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy. IV. Título. CDD Projeto Escola Verde 2

3 3 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino Prefácio O enfrentamento do desequilíbrio climático em função da biodiversidade, a substituição do uso de energia e recursos não-renováveis por outros renováveis, a manutenção da qualidade ambiental água, ar, solo e a recuperação de ecossistemas degradados estão no debate contemporâneo. Em todas as direções somos conclamados a participar, a construir um projeto consciente e voluntário sobre os desafios da sociedade, em que, entre outros aspectos, teremos que repensar o consumo e os valores individualistas, utilitaristas e de competitividade, por um novo sentido da vida. Parece-nos, a princípio, que nada podemos fazer, contudo como educadores a tarefa é imensa. Uma proposição sempre recorrente é a sensibilização para a questão ambiental, os primeiros contatos em que crianças e jovens possam anunciar suas impressões, seus sentimentos e suas expectativas diante do mundo em que vivem. O Projeto Escola Verde quer primeiramente encantar a criança, o professor, quer debater sobre os temas ambientais. A sensibilização é nosso começo e nosso fim. Nossa trajetória ancora-se na perspectiva que todos façam conexões entre os saberes acadêmicos e de vida. A educação ambiental não pode ser um discurso de autoridade, em que alguns sabem mais que outros, mas um discurso de alteridade em que um indivíduo seja capaz de se colocar no lugar do outro, em uma relação baseada no diálogo e valorização das diferenças existentes, da busca pelas práticas interativas e dialógicas. Em cada atividade proposta, temos o desafio de provocar novas atitudes e comportamentos e estimular a mudança de valores individuais e coletivo. Parece-me, enfim, que a opção pela educação para a sustentabilidade pressupõe uma articulação complexa que integra a universidade, a educação básica e as instituições e empresas que partilham idênticos valores e objetivos. Por esse documento, a equipe do programa partilha um pouco dos saberes e da crença imensa e na esperança de ter contribuído para um mundo melhor e mais justo. Prof. Dr. Sonia Regina Mendes dos Santos Pró-Reitora Comunitária e de Extensão Unigranrio

4 Equipe Envolvida Assessoria Prof. Dr. Sonia Regina Mendes dos Santos Pró-Reitora Comunitária e de Extensão da Unigranrio. Coordenação e Revisão Prof. Dr. Carlos Henrique de Freitas Burity Coordenador do Curso de Ciências Biológicas e do Mestrado Profissional de Ensino das Ciências da Unigranrio. Execução Prof. M.Sc. Luciana Ribeiro Leda Professora da Área de Ensino do Curso de Ciências Biológicas da Unigranrio; B.Sc. Janaína Braga Bióloga Preceptora do Curso de Ciências Biológicas da Unigranrio; B.Sc. Especialista Leandro Duarte da Cruz Biólogo Preceptora do Curso de Ciências Biológicas da Unigranrio; B.Sc. Jaqueline Oliveira Bióloga Preceptora do Curso de Ciências Biológicas da Unigranrio; B.Sc. Paula Carvalho Bióloga Preceptora do Curso de Ciências Biológicas da Unigranrio; Projeto Gráfico e Diagramação: Manoel Fernando da Silva Lyra Projeto Escola Verde 4

5 5 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino Sumário Prefácio... 3 Equipe Envolvida... 4 Agradecimentos... 6 Introdução sobre Responsabilidade Sócio Ambiental, com foco no Projeto...8 Oficina com os Docentes: Excursão Didática como facilitadora da aprendizagem PNMT, Santa Cruz da Serra, Duque de Caxias (RJ)...10 Oficina com os Docentes: Educar para Sustentabilidade, Duque de Caxias (RJ)...14 O Uso de ferramentas de tecnologia a favor do Ensino...18 Ferramentas para Ensino: Nearpod...21 Ferramentas para Ensino: Flipboard...23 Oficinas com os Alunos da Rede Pública de Ensino...28 Introdução...29 Atividades realizadas nos encontros com os alunos...29 Atividade 1 - Biodiversidade: Conhecendo as plantas e sua importância para o meio ambiente Atividade 2 Pique Pega Ecológico...32 Atividade 3 Higiene Bucal: Atividades Lúdicas...34 Atividades Externas Parque Natural Municipal da Taquara (PNMT) e Museu de Ciência e Vida, Duque de Caxias, RJ...37 Bibliografia...38

6 Agradecimentos A Bayer do Brasil S.A. pela parceria e credibilidade, permitindo a realização do Projeto e deste produto; A Pró-Reitoria Comunitária e de Extensão na pessoa Da Prof. Dr. Sonia Mendes (Pró-Reitora) e do seu quadro administrativo; As Prefeituras da Baixada Fluminense dos Municípios Parceiros nestas ações: Belford Roxo, Duque de Caxias e São João de Meriti, através das suas Secretarias de Educação e corpo administrativo das Escolas participantes; A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Duque de Caxias (RJ), parceira na cessão do espaço público do Parque Natural Municipal da Taquara (PNMT), e a atenção do staff do Parque; Ao Museu Ciência e Vida de Duque de Caxias (RJ) parceiro nesta ação, na pessoa da Diretora Prof. Monica Daumuche e toda a sua equipe, inclusive os estagiários monitores (alguns dos quais alunos da Unigranrio); A toda a minha equipe de Docentes, preceptores e estagiários que semestralmente realizam o Projeto e contribuem na nossa missão de melhoria da qualidade de vida dos envolvidos. Projeto Escola Verde 6

7 projeto informação pesquisa imaginação educação

8 Introdução sobre Responsabilidade Sócio Ambiental, com foco no Projeto Por: Dr. Sonia Regina Mendes dos Santos

9 9 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino O Projeto Escola Verde nasce do entendimento sobre a responsabilidade socioambiental da Bayer e da Unigranrio. Em torno de um projeto elaborado de forma conjunta objetivamos ampliar e atualizar o conhecimento sobre a questão ambiental, pela busca do diálogo e da integração dos esforços e experiências que interfiram na formação de educadores, crianças e jovens. A opção escolhida para dar concretude a esses aspectos foi a via da aproximação com os educadores e o fortalecimento das múltiplas dimensões presentes na educação ambiental, aqui entendidas como uma forma de encarar a relação homem e natureza, homem e saúde e cidadania. Nesse universo complexo, é preciso aproximar educadores e estudantes dos debates interdisciplinares e humanos sobre o viver no mundo atual. Cada vez mais, educadores devem ser preparados para reelaborar as informações que recebem para recriarem e criarem novas experiências e repertórios pedagógicos com seus pares em proveito da dinamicidade das questões ambientais do nosso dia a dia. A perspectiva que se adota no projeto é a busca da informação, os canais abertos de participação de cada um para a qualidade de vida nas cidades e regiões. O viver em sociedade necessita repensar o sentido da vida e da qualidade de vida, em que o ser solidário se sobrepõe ao individualismo. O que se pode observar na natureza? No nosso entorno? Na nossa casa? O estímulo à reflexão sobre a internalização dos hábitos humanos passa pela integração de diferentes visões sobre a diversidade de aspectos do meio ambiente e social. O debate é sempre provocativo e estimulante se abre para muitas possibilidades em que nos cabe sempre oportunizar o repensar de nosso papel como mediadores na construção de sentidos sobre as relações homem- natureza, meio ambiente e desenvolvimento, saúde e boas práticas. Nesse material reunimos algumas das atividades realizadas com os professores e alunos no intuito que outros educadores possam se inspirar na condução do tema ambiental e as questões que suscita no dia a dia da sala de aula. Na primeira parte temos a apresentação de um encontro de formação realizada com professores. Segue-se relato das possibilidades de uso de tecnologias nas atividades e por fim, apresentamos uma sequência de atividades realizadas com alunos.

10 Oficina com os Docentes: Excursão Didática como facilitadora da aprendizagem PNMT, Santa Cruz da Serra, Duque de Caxias (RJ) Por: M.Sc. Luciana Ribeiro Leda B.Sc., Especialista Leandro Duarte

11 11 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino O conhecimento prévio do aluno cada vez mais é valorizado no ensino, e assim, vem sendo incorporado ao processo de aprendizagem, almejando favorecer a construção do conhecimento a partir de uma concreta relação entre a teoria e a prática. E, objetivando favorecer o processo de ensino-aprendizagem, o docente lança mão de importantes ferramentas de ensino, como por exemplo, as excursões didáticas, que são atividades complementares e fundamentais na formação dos alunos, por: 1) conterem parte do conteúdo programático das disciplinas do Ensino Fundamental e Médio; 2) serem desenvolvidas fora das salas de aula e; 3) estimularem o conhecimento prévio dos discentes. Por meio do trabalho de campo é possível desenvolver as habilidades de observar, descrever, interpretar fenômenos naturais e sócios espaciais nos alunos, e inferir na boa formação de profissionais na área das geociências (SOUZA et AL, 2008). Porém, antes do docente pensar em montar qualquer dinâmica em campo com alunos, deve-se verificar qual o local que pretende-se realizar o trabalho. De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), em seus artigos 8º e 14º, esta medida é importante para sabermos qual o tipo de Unidade de Conservação estamos indo, se é permitida a visitação de estudantes e o que podemos ou não realizar dentro da área. Esta recomendação é importante, pois trabalho de campo não é só a saída propriamente dita, mas envolve também: Planejamento - viabilidade da saída, custos envolvidos, tempo necessário, roteiro da atividade, a autorização junto aos responsáveis pelos alunos etc.; Desenvolvimento é a saída a campo; Apresentação dos Resultados; A Avaliação. A atividade exemplificada ocorreu no dia 19 de setembro de 2013 no Parque Natural Municipal da Taquara (PNMT), localizado em no município de Duque de Caxias, RJ. Abaixo está o cronograma e o roteiro utilizado com os docentes na elaboração de uma excursão didática. Como a atividade foi uma Oficina com docentes, uma solicitação foi previamente enviada conforme o modelo a seguir:

12 Modelo de Comunicação/Convite para Excursão Didática Prezados Professores, Dia 19 de setembro realizaremos uma atividade de campo no Parque Natural Municipal da Taquara (PNMT) das 9h às 12h. Como será um trabalho em campo, solicitamos que venham trajados com roupa adequada, a saber: - Calça confortável; - Tênis para caminhada (preferência) ou sapato baixo fechado e confortável; - Blusa T-Shirt que seja confortável. NÃO vestir blusas nas cores branca ou preta. - Prendedor de cabelo (se você possuir cabelos grandes); - Boné. Além disso, por favor, solicitamos que levem: - Repelente; - Filtro solar; - Garrafa de água; - Máquina Fotográfica; - Caderneta de anotações (um caderno pequeno ou bloco servem); - Lápis; Agradecemos a colaboração e contamos com a sua presença no dia! Equipe UNIGRANRIO Modelo de Cronograma para Excursão Didática HORÁRIO ATIVIDADE OBJETIVO 9:00h 9:30h 9:35h Chegada dos docentes ao PNMT Início das atividades: Informação aos professores das atividades realizadas no dia; Atividade 1 - Trabalho de campo: Trilha interpretativa 1 Ambientar os docentes no local da atividade. Fazer com que os professores tomassem ciência das atividades realizadas. - Apresentar um exemplo de atividade em campo que pode ser realizada com os alunos; - Sensibilizar os docentes a partir da compreensão de que atividades em campo não são passeios. 10:35-11h Coffee Break Todos 11:00-12:00h Atividade 2 Construção de roteiro de campo - Dialogar, com os docentes, acerca do tema trabalho de campo vs passeio ; - Sugerir roteiro de trabalho de campo. - Propor construção de roteiro para trabalho de campo com seus alunos. 1 Veja: Atividades Externas Parque Natural Municipal da Taquara (PNMT) e Museu de Ciências e Vida, Duque de Caxias, RJ. Projeto Escola Verde 12

13 13 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino Modelo de Roteiro para Excursão Didática PROJETO ESCOLA VERDE: EDUCAÇÃO, SAÚDE & MEIO AMBIENTE Equipe UNIGRANRIO: Prof. Sônia Regina Mendes Pró Reitora de Extensão; Prof. Carlos Burity Coordenador Geral do Curso de Ciências Biológicas; Prof. Luciana Ribeiro Leda Professora; Biólogo Leandro Duarte Biólogo Preceptor. ECURSÃO DIDÁTICA COMO FACILITADORA DA APRENDIZAGEM OBS: Abaixo segue uma sugestão de roteiro para atividades em campo com seus alunos. Nome dos componentes: 1. Planejando a excursão didática: 1.1. Nome do local escolhido: 1.2. Endereço: 1.3. Histórico do local: 1.4. Data da excursão: 1.5. Horário de saída e retorno: 1.6. Tipo de transporte: 1.7. Custo da atividade (se for o caso): 1.8. Acompanhantes (Quem? Quantos?): 1.9. Ano letivo que irá à excursão: Número de alunos que irá à excursão: Qual será o vestuário dos alunos? Quais materiais serão necessários? Distribuição das tarefas entre os alunos e formas de registro da atividade: Normas e procedimentos de comportamento (conduta) esperados para os alunos no local: 2. Desenvolvimento da excursão didática: 2.1. Objetivo da excursão: 2.2. Quais conteúdos serão explorados durante a excursão didática? 2.3. Quais atividades /atividades interdisciplinares serão desenvolvidas durante a excursão didática? 3. Apresentação dos resultados: 3.1. De que forma as informações e as atividades realizadas durante a excursão didática serão apresentadas? 3.2. No caso de algum aluno faltoso à excursão, que atividade complementar poderá ser desenvolvida por ele? 4. Avaliação: Quais aspectos serão avaliados na excursão? 5- Desdobramento da atividade: Agora, a partir da experiência da Trilha interpretativa, elabore roteiro(s) de aula de acordo com seu grupo/turma. Conteúdo (tema) da aula: Objetivo da aula: Competências e habilidades desenvolvidas nos alunos: Tema transversal que pode ser utilizado: Procedimentos de ensino e de avaliação:

14 Oficina com os Docentes: Educar para Sustentabilidade, Duque de Caxias (RJ) Por: M.Sc. Luciana Ribeiro Leda B.Sc. Paula Fernanda Carvalho

15 15 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino A temática Educar para a Sustentabilidade está cada vez mais sendo difundida em virtude dos problemas ambientais que assolam o Planeta, uma vez que os grandes desafios ainda não foram superados. Gro Harlem Brundtland, líder internacional em desenvolvimento sustentável e saúde pública, afirmou em 1990 que a utilização de recursos para atender às necessidades do presente, não deveria comprometer a capacidade das gerações futuras em atender as suas próprias necessidades. Este conceito, aprovado na Rio 92, integra os três vetores da sustentabilidade: ambiental, econômico e social. Dessa maneira, é fundamental a inserção da educação no vetor ambiental para que a sustentabilidade possa ser trabalhada desde os primeiros segmentos do ensino, na educação básica. Com base neste contexto, a atividade exemplificada neste relatório ocorreu no dia 03 de outubro de 2014 na Universidade UNIGRANRIO, localizada no município de Duque de Caxias, RJ. Abaixo está o cronograma e o roteiro utilizado com os docentes no planejamento de uma aula interdisciplinar, dentro da temática Educar para a Sustentabilidade. Modelo de Cronograma HORARIO ATIVIDADES ATORES 13:00h Chegada dos participantes Professores da Rede Municipal de Ensino 13:30h Abertura 14:00h Ofi cina Para Professores Prof. Sônia Regina Mendes (Pró-Reitora de Extensão - Unigranrio) Prof. Carlos Burity (Coordenador Ciências Biológicas - Unigranrio) M.Sc. Luciana Ribeiro Leda (Professora de Ciências Biológicas Unigranrio) B.Sc. Paula Fernanda Carvalho (Bióloga Preceptora Ciências Biológicas Unigranrio) 16:30h Coffee Break Todos HORARIO ATIVIDADES OBJETIVO Apresentação da Equipe 14:00h Avaliação diagnóstica: conhecimento prévio Pedir para os professores em grupos (multidisciplinar) desenharem a mão em papel ofício. Em seguida solicitar que eles escrevam uma palavra em cada dedo sobre o que eles acham que é sustentabilidade. Fazer diagnóstico prévio do tema Sustentabilidade. 14:15h Avaliação diagnóstica: conhecimento prévio Após tempo, pedir que cada grupo socialize as 05 palavras. Dialogar com os professores sobre o tema Educar para a sustentabilidade, inserindo as palavras no contexto educacional. 14:50h Palestra 15:30h Atividade prática: Elaboração de Plano de aula interdisciplinar. Apresentar o tema Educar para a Sustentabilidade de maneira dialogada. Propor aos professores em grupo que elaborem um plano de aula com base no tema Educar para a sustentabilidade. 16:00h Socialização Socializar as produções 16:30h Encerramento da Oficina

16 Modelo de Planejamento de Aula PROJETO ESCOLA VERDE: EDUCAÇÃO, SAÚDE & MEIO AMBIENTE TEMA: EDUCAR PARA A SUSTENTABILIDADE PLANEJAMENTO DE AULA CONTEÚDO(S) MINISTRADO: ANO LETIVO: OBJETIVOS ESPECÍFICOS É a meta do professor. O que ele almeja fazer. TÓPICOS DA AULA: Conteúdos em tópicos que serão abordados na aula. DESENVOLVIMENTO DA AULA: É o passo a passo da aula. São as estratégias que você irá utilizar em sala (aula expositiva, trabalhos em grupo, experiências, utilização de modelos didáticos, métodos lúdicos etc.). Este item é descritivo e não em tópicos. 1ª etapa 2ª etapa 3ª etapa ESPAÇO PEDAGÓGICO UTILIZADO Sala de aula, laboratório etc. INTERDISCIPLINARIDADE Áreas ou disciplinas que podem ser envolvidas nesta aula. TEMA TRANSVERSAL (que se enquadra no tema da aula): RECURSOS QUE VOU UTILIZAR NA AULA (quadro e giz, livro didático, revistas, retro projetor, cartaz, sucata, vídeo etc.). DESCRIÇÃO DAS DINÂMICAS OU EPERIÊNCIAS (SE HOUVER) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Referências bibliográficas utilizadas na aula, mínimo 03, sendo pelo menos, 01 livro didático. Projeto Escola Verde 16

17 17 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino Modelo de Planejamento de Aula Figura 1 Ilustra dois exemplos de Plano de aula propostos pelos professores do município de Belford Roxo e São João de Meriti, respectivamente.

18 O Uso de ferramentas de tecnologia a favor do Ensino Por: Dr. Carlos Henrique de Freitas Burity

19 19 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino A medida que o desafio do nosso tempo é justamente conciliar diferentes relações de ensino aprendizagem, com diferentes atores, através de diferentes tecnologias e em diferentes espaços pedagógicos, bem como, a melhoria da qualidade na educação básica na baixada fluminense organizamos essa proposição. Temos enfrentado na Baixada Fluminense baixos índices de desenvolvimento da educação básica (IDEB/INEP/MEC); tanto em Duque de Caxias, que é de 4,3 (5º ano, aquém da meta para 2013), quantos nos demais municípios da Baixada Fluminense. Outros indicadores de qualidade obtidos nos exames como SAERJ (171,48 - Português e 184,65 - Matemática, ambos abaixo do previsto para o Estado), entre outros que contribuem para o IDEB deixam claro que temos que nos mobilizar em prol da melhoria do ensino nessa região. A proposta de melhor uso das tecnologias para a educação se justifica ainda na promoção de melhorias na prática pedagógica do professor por meio da formação continuada do mesmo e do desenvolvimento de projetos de ensino de ciências e biologia. Almeja-se pelos desdobramentos do projeto na escola, com o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa com os estudantes a fim de participar de feiras de ciência, podendo até mesmo promover uma feira de ciência interna na escola e aberta comunidade. Assim sendo, justificamos a proposta com ações voltadas à educação básica, envolvendo o espaço formal, com diferentes atores e diferentes níveis de formação, desde o aluno da educação básica até o professor, passando pela graduação e a iniciação científica. O Comitê Gestor da Internet (CGI - através do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (http://www.cetic.br/), criado em 2005, e responsável pela coordenação e publicação de pesquisas sobre a disponibilidade e uso da Internet no Brasil. Sendo assim, referência para políticas públicas e socioeconômicas para às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs). Dados publicados em 2013 pelo CGI, referentes ao ano de 2012, levando em conta todo o território nacional com uma amostra de alunos (educação básica), professores, 856 escolas (públicas e privadas), 773 coordenadores e 831 diretores apontam aspectos importantes na introdução e construção a este Projeto (http://cetic.br/educacao/2012/apresentacao-ticeducacao-2012.pdf): das escolas públicas que possuem computador possuem acesso à Internet. Sendo que 57% das escolas públicas possuem Internet sem fi o, contra 73% nas escolas particulares; dos professores de escolas públicas possuem computador no domicílio (portátil) e apenas 8% possuem tablets. Sendo que apenas 50% deles levam os dispositivos móveis para à Escola; dos professores acessaram a Internet através do telefone celular (quase o dobro em relação ao ano anterior). Sendo que 99% dos professores acessaram a internet nos últimos três meses. A despeito se em domicílio, ou se na iniciativa pública ou privada; das escolas públicas que possuem computador, este se encontra em sala de aula. Contudo, vem crescendo o uso neste espaço, em detrimento dos laboratórios de informática. Estes quatro itens destacados do anuário do CGI, por si só, dão uma ideia da complexidade e das oportunidades que podemos aportar no projeto em questão.

20 Segundo Nascimento (2013), em publicação feita sobre Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras para o comitê Gestor da Internet há diferença entre o comportamento do aluno ao usar as novas tecnologias no dia a dia e no espaço da Escola. Neste sentido, a autora ainda ressalta o delay da Escola, na quebra deste paradigma. A autora aponta os seguintes principais pontos relacionados a este fenômeno: A falta de motivação dos alunos com a escola é um grande problema que enfrentamos atualmente. Manter adolescentes engajados na sala de aula e nas atividades de aprendizagem não é tarefa fácil. Se a escola se mostra com poucos atrativos e desconectada do mundo real, esse desafio se torna ainda mais difícil. (Grifo nosso). O acesso fácil e rápido à informação diminuiu a necessidade da aprendizagem por memorização, mas levanta novas questões sobre como se busca e como se avaliam as informações. (Grifo nosso). [...] apenas atividades realizadas esporadicamente nas escolas utilizam-se das TIC, enquanto as atividades pedagógicas mais frequentes são as tradicionais. Tais atividades, que compreendem principalmente exercícios para prática do conteúdo e aula expositiva, são justamente aquelas onde menos se utiliza computadores e Internet. (Grifo nosso). Sabe-se que apenas a inclusão de tecnologias nas escolas ou o oferecimento de acesso a conteúdos não garantem melhor ensino e aprendizagem. Quando e como os professores adotam as tecnologias é que determina se haverá mudanças. Os professores são pontos chave do sistema educacional, pois tudo o que acontece na sala de aula depende das decisões e do preparo desses profissionais. (Grifo nosso). Neste sentido fica claro nas citações de Nascimento (2013) que um somatório de fatores, tais como: alunos, professores, gestores, comunidade e as novas tecnologias prescinde de integração efetiva, respeitando o tempo e a diversidade de cada um, em prol da melhoria desejada. O potencial para o desenvolvimento educacional e o impulso em direção às novas tecnologias depende ainda de muitas variáveis, que fogem do universo do professor, do gestor ou da escola. Mas, se querem fazer diferença mesmo diante da precariedade ou das adversidades, cabe aos educadores transformar em aprendizagem eficaz o uso de qualquer recurso interessante que abra uma nova possibilidade, uma nova chance para seus alunos. (DANNEMANN,2013, p.44) A autora expressa bem os nossos anseios na construção desta parte do material, com vistas ao uso de um recurso interessante (Nearpod ), para dar aos alunos uma nova chance. Projeto Escola Verde 20

21 21 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino Ferramentas para Ensino: Nearpod Por: Dr. Carlos Henrique de Freitas Burity Este é o logo da ferramenta, o qual usualmente deve vir atrelado ao material produzido e apresentado nela. Figura 2 Ilustra as quatro etapas: 1 - Criar ou baixar (download) da loja (store) apresentações; 2 Compartilhar as aulas criadas ou baixadas e acompanhar as atividades dos alunos em tempo real; 3 Os estudantes recebem uma senha (pin) para interagir através de dispositivos, como smartphones, tablets ou PC/MAC; 4 Os resultados individualizados dos alunos são monitorados e medidos. Nearpod (http://www.nearpod. com/) é uma solução intrigante para apresentação de all-in-one e um aplicativo de sondagem para sala de aula e outros ambientes de grande uso de Ipad. O aplicativo fornece a capacidade de fazer upload de apresentações existentes, bem como criar novos do zero. Adicionando recursos interativos como pergunta/ resposta a sondagem, levantamentos e desenhos são fáceis e o ritmo todo da apresentação é controlado a partir de Ipad do professor. (http://www. makingtechsimple.com/nearpod) Figura 3 Ilustra a disponibilidade multiplataforma do Nearpod, e as duas maneiras atualmente possíveis de cadastro. Inclusão do nome, sobrenome, e senha ou através de um cadastro pré-existente, como usuário do Google. Existem duas partes do Nearpod. Um é o App gratuito para ipad. Isto é onde você estará executando suas apresentações e onde os alunos acessarão suas apresentações enquanto você estiver executandoos. A outra parte é a ferramenta de conteúdo. Este site é onde você irá criar, carregar, modificar e gerenciar suas apresentações para que você possa executá-los através do App. Se você já não tiver uma conta criada, você precisará se cadastrar para ter uma conta gratuita. Uma vez que sua conta é criada, use seu e senha para se conectar. (http://www. makingtechsimple.com/nearpod)

22 A ferramenta pode ser usada de duas maneiras distintas, conforme indicado na Figura 4. Conforme descrito acima a elaboração das aulas pode ser feita na própria plataforma, ou importada de um arquivo pré-existente apresentação, tal qual o PowerPoint (Microsoft), adquirida na loja da empresa ou ainda compartilhada por outros autores gratuitamente na loja da empresa. Figura 4 Ilustra as possibilidades de uso da ferramenta. Em tempo real e sincronizada com os dispositivos doa alunos (nearpod live) ou o aluno acessa pela internet isoladamente para fazer as lições propostas para fora do espaço pedagógico trabalhado (nearpod homework). A Figura 5 demonstra a gama de interações que podem ser feitas nas aulas preparadas e a serem compartilhadas com os estudantes, gerando um material didático mais interativo e atraente para ser trabalhado no espaço pedagógico formal ou não formal. Vale ressaltar que as ações demandaram de conexão com a internet para que os alunos cadastrados tenham acesso sincronicamente ou assincronicamente aos conteúdos, podendo ser de smartphones, tablets ou PC/Mac. Figura 5 Ilustra as possibilidades de interação nas aulas criadas para a ferramenta. Questões de múltipla escolha ou abertas (Poll); Quis (Quiz); Desenhos à mão livre (Draw it); Compartilhar páginas na web (Share web pages); Inclusão de áudio e vídeo e lições para casa (Nearpod Homework). Projeto Escola Verde 22

23 23 Educar para Sustentabilidade - uma abordagem através de ações e ferramentas de ensino Ferramentas para Ensino: Flipboard Por: Dr. Carlos Henrique de Freitas Burity Esta imagem ao lado identifica a ferramenta. Logo, ao se navegar na internet e verificar este símbolo, isto quer dizer que é passível de ser flipado para a sua Revista ou de seguir através da sua assinatura na ferramenta. Com mais de temas agora disponíveis, o seu Flipboard pode ser tão original como você é. Os temas vão desde herói de ação para zoologia (e tudo entre um e outro), e você pode encontrá-los através de pesquisa ou tocando nas novas tags de tópicos sobre artigos. Pressione o botão seguir a cada vez que você quiser adicionar algo (ou alguém) para o seu Flipboard e ver como a sua experiência torna-se adaptado à sua vida. (http://inside. flipboard.com/2014/10/29/the-new-flipboard-gets-personal-with-over topics-to-follow/) Os tópicos são alimentados pela tecnologia da Zite, mas eles também são alimentados por pessoas: os fabricantes de revista do Flipboard, para ser mais preciso. Nossos MagMakers têm curadoria mais de 10 milhões de revistas em torno de temas que está apaixonada, muitas vezes lançando em artigos interessantes, fotos impressionantes e poderosos vídeos e música. Seleções escolhidas a dedo de nossa comunidade, indexados pelos nossos algoritmos, deu um novo potente mistura de conteúdo tópica você não vai encontrar em nenhum outro lugar. (http://inside.flipboard.com/2014/10/29/ the-new-flipboard-gets-personal-with-over topics-to-follow/) Flipboard é a revista pessoal, preenchida com as coisas que você gosta, para quem você gosta. Através dela você poderá acompanhar as notícias, descobrir coisas incríveis de todo o mundo, e ficar conectado com as pessoas mais próximas a você, tudo em um só lugar. Desta maneira você pode usar como fonte de consulta as revistas criadas por outros MagMakers ou o próprio repositório do Flipboard. E assim, criar a sua própria revista com a temática de seu interesse, para divulga-la ao seu público com interesses em comum! Veja a seguir um exemplo de uso desta ferramenta, através do link abaixo: https://flipboard.com/profile/carlosburity7

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