Curso de Formação Pedagógica e Inicial de Formadores MÓDULO 6 RECURSOS DIDÁTICOS E MULTIMÉDIA

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1 Curso de Formação Pedagógica e Inicial de Formadores MÓDULO 6 RECURSOS DIDÁTICOS E MULTIMÉDIA

2 PARTE I... 3 Introdução... 3 Importância dos Sentidos no Processo de Aprendizagem... 3 Recursos Didácticos Segundo Os Sentidos Aprendizagem... 5 Seleção dos recursos didáticos... 7 Motivos que Justificam o uso dos recursos didáticos... 7 Factores que Condicionam a sua escolha... 7 Utilização... 9 Princípios Gerais... 9 PARTE II Introdução Recursos Visuais Não Projetáveis Quadros convencionais Quadros de escrita a giz Quadro de Flanela ou Flanelógrafo Quadro Magnético Quadro de afixação Quadro Branco uu Cerâmico Quadro de Papel Princípios de Utilização dos Quadros Documentos Gráficos Modelos e Maquetas Recursos do Meio Ambiente Recursos Visuais Projetáveis O Retroprojector Princípios de Utilização do retroprojetor Audiovisuais Televisores e Monitores de Plasma e LCD Leitores e Gravadores de DVD Camcorders Digitais Máquinas Fotográficas Digitais Projectores de Vídeo/Data Multimédia Computadores Portáteis Pens e Discos Duros Externos Quadros Copiadores Quadros Interactivos Visualizadores ou Apresentador Visual Electrónico Placas/Cartões de Ligação à Internet Comandos a Distância Telemóveis Agendas Electrónicas ou PDA Gravadores/Leitores Multimédia Programas e Tecnologias Bluetooth E-Learning Blogs BIBLIOGRÁFIA ANEXO FICHA DE TRABALHO /56

3 PARTE I Introdução Historicamente a designação de recursos didácticos deriva dos meios que, tal como o nome indica, se serviam simultaneamente da imagem e do som, para transmitir a mensagem: o diaporama, o filme e a televisão/vídeo. No entanto, esta designação engloba actualmente recursos didácticos, como o retroprojector, o gravador de cassetes ou o simples quadro de escrita, apesar de não associarem a imagem ao som. Podemos, assim, definir como recursos didácticos todos os meios que facilitam a aprendizagem através da estimulação dos sentidos. Importância dos Sentidos no Processo de Aprendizagem Num processo de aprendizagem, os cinco sentidos funcionam como vias privilegiadas de acesso de informação ao cérebro. Vários estudos foram desenvolvidos para se determinar qual a percentagem de utilização de cada um dos cinco sentidos: visão, audição, tacto, olfacto e gosto. Dois destes estudos forneceram os seguintes resultados: Apesar dos resultados obtidos não serem coincidentes, verifica-se que a visão é destacadamente o sentido mais importante no processo de aprendizagem. O segundo mais importante é sem dúvida o sentido da audição. Os restantes sentidos apresentam maiores diferenças nos resultados sendo a sua importância relativa baixa, quando comparados com a visão e a audição. 3 /56

4 Outros estudos realizados determinaram qual a percentagem de informação retida no processo de aprendizagem. Percentagem de retenção da informação OU 4 /56

5 Também se verificou que a informação retida após um determinado período de tempo, varia com a utilização dos meios audiovisuais. Percentagem de retenção da informação ao longo do tempo Em síntese, conclui-se da análise dos vários resultados obtidos, que a utilização de informação audiovisual facilita o processo de aprendizagem. Recursos Didácticos Segundo Os Sentidos Aprendizagem Os recursos didácticos podem ser classificados de diversas formas dependendo do critério que for escolhido. Um dos critérios possíveis de classificação é o baseado nos sentidos. Classificação dos recursos didácticos segundo os sentidos 5 /56

6 Pode referir-se a título exemplificativo: Gustativos. A formação e a actividade profissional na indústria alimentar e culinária recorre normalmente ao sentido do gosto durante o processo de confecção e no controlo de qualidade. Olfactivos. O sentido do olfacto é imprescindível em determinadas actividades profissionais (indústria química, perfumes, culinária), por ser impossível descrever, visualmente ou por palavras, qualquer odor. Tácteis. O caso mais característico da utilização deste sentido num processo de aprendizagem, é a escrita Braille utilizada pelos deficientes visuais. Os meios auditivos, visuais e audiovisuais, devido à sua complexidade, merecem neste quadro, tratamento mais desenvolvido. 6 /56

7 Seleção dos recursos didáticos Motivos que Justificam o uso dos recursos didáticos Como se constata, o uso destes recursos didácticos melhora a retenção da informação no processo de aprendizagem. Há, no entanto, outros motivos, complementares do primeiro, que apelam à utilização destes meios: Provoca grande impacte no auditório; Aumenta o interesse e a atenção dos formandos; Facilita a retenção na memória; Facilita a troca de ideias; Facilita a actividade do formador; Diminui o tempo da formação/aprendizagem. Factores que Condicionam a sua escolha Atendendo à extrema importância de que se revestem estes recursos no processo de aprendizagem é fundamental a sua perfeita adequação a cada situação específica de ensinoaprendizagem pelo que se torna muito importante seleccionar correctamente os meios a utilizar, de entre todos os disponíveis. Esta fase de selecção é, por vezes, difícil pelos diversos factores nela implicados. No entanto, os seguintes devem merecer particular destaque: Objectivo a atingir com a sua utilização. Destinatários - As características dos destinatários condicionam a escolha dos meios. Por exemplo, para um grupo de invisuais é absolutamente inadequada a selecção de qualquer meio visual. Conteúdo da mensagem a transmitir - Por exemplo, não é possível demonstrar movimentos através de imagens fixas. Condicionalismos materiais - Estes podem ser determinantes na selecção dos meios, uma vez que os mais adequados nem sempre estão ao dispor do formador. Assim, é fundamental que o formador saiba antecipadamente quais os meios que tem à sua disposição. Condicionantes do espaço de formação - Por exemplo, o uso de meios visuais projectáveis, como o episcópio e o projector de slides, é inadequado em salas que não possam ser obscurecidas. Tempo disponível para a acção de formação - Acções de curta duração podem não permitir o uso de documentos audiovisuais previamente elaborados para acções de 7 /56

8 maior duração. Nestes casos, o formador deverá adaptar estes documentos, se possível, ou escolher outros. 8 /56

9 Utilização Princípios Gerais Pode ficar a impressão de que a qualidade da formação, depende fundamentalmente da utilização dos recursos didácticos. No entanto, apesar da sua importância real, nunca se deve esquecer que mais não são do que auxiliares pedagógicos do formador. É precisamente no formador que reside a qualidade da formação. A utilização daqueles meios, por melhor que eles sejam, nunca poderá salvar uma sessão mal preparada. A utilização de meios em excesso, provocando a fadiga dos participantes, ou as deficientes condições de apresentação, tanto ao nível técnico como ambiental, também poderá comprometer os resultados esperados. Por vezes, verifica-se que devido às suas elevadas qualidades mediáticas, os meios são utilizados para colmatar ou disfarçar lacunas de tempo ou de assunto, na apresentação dos temas. No entanto, eles só devem ser utilizados como reforço dos meios tradicionais, para facilitar a aprendizagem. Outro aspecto a ter em conta é o de não haver meios específicos para cada objectivo. Para cada situação certos meios podem ser mais apropriados do que outros, mas não há eleitos. Todos eles como veremos têm vantagens e desvantagens. As preferências pessoais de cada formador em relação à utilização dos vários meios, não devem afectar a sua escolha quanto aos mais apropriados, para cada situação de formação. Cada recurso didáctico deve ser estruturado em função de um determinado grupo destinatário, para se atingir um objectivo específico. Por este motivo não há documentos didácticos universais. Sempre que se deseja utilizar documentos já existentes é necessário fazer uma análise cuidada dos seus conteúdos e forma e verificar a sua adequação aos fins pretendidos. 9 /56

10 PARTE II Introdução A revolução digital e o desenvolvimento tecnológico que a tem acompanhado transformaram a nossa vida tanto a nível profissional como nas actividades de lazer. Esta transformação invadiu particularmente o mundo da formação. Os novos equipamentos e tecnologias têm alterado drasticamente a actuação do formador e do formando, bem como a utilização dos equipamentos e conteúdos em sala e fora dela. Os meios tradicionais continuam a ser utilizados mas verifica-se que, por exemplo, os acetatos para retroprojector cada vez são menos usados. Quadros Documentos Gráficos Modelos e maquetas Recursos do meio ambiente Projetor de diapositivos Retroprojetor A maioria das entidades e empresas que se dedicam à formação já se actualizaram e adaptaram às novas tecnologias. Por outro lado, os formandos já aderiram a esta revolução tecnológica e desenvolveram novas competências que os tornaram mais exigentes. Quem não se actualizar e não acompanhar esta evolução cada vez mais rápida corre o risco de ficar marginalizado, de não usufruir das vantagens de ser um elemento participativo da comunidade global. Actualmente, a maior parte dos formadores utiliza o computador portátil e uma aplicação de apresentações (PowerPoint do Office) para criar e adaptar os conteúdos dos módulos que ministram. Para a reprodução destas apresentações é necessário utilizar um projector de data/vídeo ligado ao computador que projecta as imagens do monitor para um ecrã de grandes dimensões. Estas apresentações tornam muito mais dinâmicas as sessões de formação pois permitem, além da apresentação de texto e desenhos, a inserção de fotografias, sons e vídeo. 10 /56

11 Vejamos então quais os novos equipamentos e tecnologias que podem auxiliar tanto formadores como formandos. Os equipamentos mais usados são: Computador portátil Projector de data/vídeo (normalmente conhecido por projector de vídeo). Reprodutor/gravador de CD e DVD Máquina fotográfica digital e respectivos cartões de memória Camcorder digital Pens de memória flash e discos duros externos Quadros copiadores Quadros interactivos Visualizadores Placas/cartões de ligação à Internet, sem fios Comando a distância para apresentações de PowerPoint Televisores/monitores de LCD e plasma Telemóveis PDA agenda electrónica Gravadores/leitores multimédia Os programas e tecnologias mais utilizados são: Microsoft Office, sobretudo o PowerPoint Aplicação para catalogação e manipulação de imagem Aplicação para navegação na Internet Browsers Aplicação para mail Bluetooth Plataformas de e-learning Blogs Analisemos de seguida cada um destes equipamentos face às suas características e possibilidades de utilização. 11 /56

12 Recursos Visuais Não Projetáveis Quadros convencionais Estes auxiliares pedagógicos são, desde há longa data, os mais vulgarizados, apesar de alguns deles terem caído em desuso. Estão neste caso os quadros de ardósia, já referenciados em 1658, que serviram de base ao processo pedagógico no sistema educativo, até há bem pouco tempo. O quadro preto de escrita com giz foi inicialmente substituído por outro, sintético de cor verde, que mantinha as mesmas características de utilização. Este tipo de quadros foi, no entanto, rapidamente substituído pelos quadros brancos, também conhecidos por cerâmicos. Os quadros que actualmente são mais utilizados em formação, são do tipo branco/magnético. Estes suportes têm a particularidade de permitir uma utilização polivalente. Tanto podem ser de escrita directa, substituindo o quadro de giz, como de afixação magnética de elementos, substituindo, neste caso, o flanelógrafo ou quadro de flanela. Tipos de Quadros (convencionais) Quadro preto (ardósia) Quadro verde (sintético) Quadro de flanela ou flanelógrafo Quadro magnético Quadro de afixação (cortiça) Quadro branco ou cerâmico Quadro de papel ou de conferência 12 /56

13 Quadros de escrita a giz Nesta categoria englobam-se os quadros de ardósia e os sintéticos. Apesar do seu progressivo desuso, ainda os podemos encontrar em grande número sobretudo em estabelecimentos de ensino. Quadro de escrita a giz Quadro de Flanela ou Flanelógrafo O quadro de flanela ou flanelógrafo é dos que mais facilmente podem ser construídos pelo formador. É constituído por um painel de contraplacado ou aglomerado de madeira, sobre o qual é colada uma flanela. Imagem de flanelógrafo 13 /56

14 O seu funcionamento baseia-se no princípio da aderência por contacto, de duas superfícies rugosas. Se os elementos a utilizar forem contituídos pelo mesmo material ou idêntico, aderem por si. Se os elementos forem em materiais não aderentes é necessário colar na parte de trás pedaços de papel de lixa, de papel de veludo ou de Velkro, para permitir a aderência. Quadro Magnético Este quadro é constituído por uma chapa de metal ferro-magnético e permite a afixação de elementos, através de pequenos ímanes. Quadro magnético Pelas suas características, este suporte é uma evolução do flanelógrafo. A preparação dos elementos a afixar, é semelhante à do quadro de flanela, mas em lugar de se fixar material rugoso nas costas dos elementos, utilizam-se materiais magnetizados. Este quadro, tal como o flanelógrafo, não permite improvisos, obrigando a que o material de demonstração seja cuidadosamente pensado e confeccionado com antecedência. Ímanes para quadros magnéticos 14 /56

15 Quadro de afixação Os quadros de afixação são muito práticos porque podem fornecer, a baixo custo, informações de toda a espécie. Neles se podem afixar cartazes, fotografias, mapas, avisos e outros documentos. Normalmente o quadro de afixação é um painel de madeira forrado a cortiça. Os documentos são afixados por meio de punaises ou alfinetes de cabeça plástica. Os quadros magnéticos também são usados como quadros de afixação. Alfinetes de cabeça plástica para quadros de afixação em cortiça ou sintéticos Quadro de afixação em cortiça Quadro de afixação em feltro sintético 15 /56

16 Devido às suas propriedades isolantes, a cortiça é frequentemente utilizada como revestimento das paredes das salas de formação, o que permite utilizá-las como painéis de afixação. Folha A4 afixada em parede forrada a cortiça A disposição e preparação dos documentos deve ser cuidada de forma a que a informação seja clara, legível e visualmente atraente. Quadro Branco uu Cerâmico Actualmente este tipo de quadro é o mais utilizado em salas de formação, pelas suas vantagens, nomeadamente a polivalência. Quadro branco ou cerâmico 16 /56

17 A sua principal função é como suporte de escrita directa, substituindo os primitivos quadros de giz. Neste caso, um dos principais cuidados a ter é a correcta selecção e utilização dos materiais de escrita, visto só existir um tipo de caneta adequada a este suporte: a caneta de feltro do tipo não permanente (normalmente tem a designação:non permanent / dry wipe / for white board). Canetas adequadas para quadros cerâmicos Apagador de quadro cerâmico Este aspecto é importante visto que normalmente co-existem nas salas de formação canetas de aspecto idêntico, do tipo permanente (normalmente têm a designação: permanent / waterproof) próprias para escrita em quadro de papel. 17 /56

18 Se, por lapso, o formador utilizar canetas do tipo permanente, no quadro branco, a informação não desaparecerá com o apagador, podendo provocar uma situação de embaraço para o formador. Ao verificar-se esta situação, deve proceder-se do seguinte modo: utilizar um pano branco limpo ou algodão embebido em álcool e limpar com movimentos não circulares. Nunca utilizar o apagador do quadro embebido em álcool porque irá sujar ainda mais o quadro. Para além de permitir a escrita directa, e servir como quadro magnético, com as vantagens e aplicações deste quadro, também pode ser utilizado como ecrã, em casos particulares. Nestes casos e devido ao alto brilho da sua superfície, deve-se ter o cuidado de não colocar espectadores no eixo de projecção, a fim de evitar situações de encandeamento. Representação de sala com disposição dos formandos quando se utiliza o quadro branco como ecrã No caso da utilização do quadro branco como ecrã, podemos complementar a informação original, obtida por projecção (retroprojector, episcópio, etc.), escrevendo directamente no quadro. Exemplos: preencher uma grelha de avaliação, legendar um organograma ou figura, completar um esquema técnico. Utilização combinada do quadro branco com um retroprojector 18 /56

19 Ponteiro laser 19 /56

20 Quadro de Papel O quadro de papel também conhecido por quadro de conferência é o mais pequeno dos quadros de escrita utilizados em formação. Normalmente tem as dimensões de 90 x 60 cm e está montado num cavalete metálico. O cavalete pode ser regulado em altura e inclinação. A parte superior do quadro tem uma barra de suporte e fixação do conjunto de folhas de papel. A placa-base do quadro tem as mesmas características do quadro branco / magnético. Quadro de conferência com conjunto de folhas de papel e com a identificação das três outras utilizações que pode ter A principal característica deste suporte é que a informação escrita em cada folha de papel não desaparece e pode ser reutilizada. É frequente utilizar o quadro de papel em conjunto com outros auxiliares pedagógicos (quadro branco, retroprojector, etc.) já que têm utilizações complementares. 20 /56

21 Planta de sala com colocação dos quadros, retroprojector e ecrã No quadro branco normalmente regista-se a informação geral e no quadro de papel a informação síntese, o que permite em qualquer altura relembrar as ideias-chave. Este quadro é de fácil transporte, ocupa pouco espaço e alia uma grande polivalência a uma fácil utilização. Estas características tornam-no ideal para pequenos grupos. Letras e algarismos que se fixam, por magnetismo, a qualquer tipo de quadro magnético As folhas de papel usadas neste suporte, fornecidas em bloco, têm uma face lisa e outra rugosa. A face apropriada para escrita é a lisa porque permite um melhor grafismo, não ensopa e poupa as pontas de feltro das canetas. 21 /56

22 Apesar das canetas adequadas a este suporte serem do tipo permanente (waterproof), outros materiais de escrita podem ser utilizados, como os lápis de cera, de cor, carvão, etc. Canetas para escrita em folhas de papel de quadro de conferência O quadro de papel também pode ser encarado como um bloco de notas gigante. Pode-se preparar com antecedência e guardar para posterior utilização: escrita, esboços, gráficos e figuras. Toda esta informação pode também ser obtida pela técnica da projecção, já referida para o quadro branco. Sempre que o formador prevê que vai repetir o mesmo tema, em diferentes sessões, pode ser vantajoso preparar um álbum seriado. Este é basicamente um conjunto de folhas com a informação síntese ordenada sequencialmente. 22 /56

23 Princípios de Utilização dos Quadros Para uma correcta utilização dos quadros devem-se ter em conta os seguintes factores: Dimensão dos caracteres. Para garantir uma boa visibilidade a dimensão dos caracteres é determinada pela distância ao quadro do participante mais afastado. Relação altura/espessura. A espessura do traço deve ser proporcional à altura dos caracteres. Espacejamento. Deve-se ter o cuidado de espacejar correctamente as letras e as palavras. Entrelinhamento. O espaço entre as linhas também deve merecer a nossa atenção. Tamanho de letra. É aconselhável manter o mesmo tamanho das letras em cada linha. Tipo de letra. Deve ser simples para facilitar a leitura. Utilização de cores. As cores a utilizar devem provocar um bom contraste com o suporte e distinguirem-se bem entre si. Ênfase. Para dar ênfase a parte de uma informação (ideia-chave, título, etc.) pode-se mudar a cor, o formato ou simplesmente sublinhar. Linhas horizontais. A informação escrita deve estar disposta segundo linhas regulares e horizontais. Documentos Gráficos Os documentos gráficos representam um conjunto importante de auxiliares pedagógicos a que podemos recorrer através do sentido da visão. Um auxiliar visual gráfico é normalmente a representação simbólica da realidade. O importante não é a representação exacta do objecto real, mas a apresentação clara e simplificada de alguns dos seus aspectos. O exemplo mais vulgar deste tipo de documentos são os sinais de trânsito que utilizam, quase exclusivamente, uma linguagem de imagens para simbolizar ideias ou objectos. 23 /56

24 Exemplo de cartaz Exemplo de desenho digital Exemplo de um desdobrável Em formação, os documentos gráficos mais apropriados são os diagramas, os esquemas, os gráficos, os organigramas, as fotografias, os desenhos, os cartazes, sem esquecer os livros, os manuais técnicos, as fotocópias e os mapas, cartas e globos. Mapas e globo terrestre Os documentos gráficos têm como principal função, completar de forma simples e prática a informação apresentada, quer oralmente, quer através de outro meio audiovisual. Estes 24 /56

25 documentos podem ser facilmente adaptados ou modificados, em função das alterações de conteúdo de cada acção. Na sua execução, de uma forma geral, os documentos gráficos apelam a técnicas variadas como o tipo de letra, a utilização da cor, o desenho, o recorte, a colagem, a fotografia por processos manuais e laboratoriais ou recorrendo a meios informáticos. Modelos e Maquetas Quando em formação se pretende falar sobre um objecto real, é melhor mostrar esse mesmo objecto do que a sua representação. No entanto, há situações que limitam o contacto directo com esses objectos por serem muito grandes (avião), muito pequenos (molécula), complexos (motor de explosão) ou perigosos (armas). Um modelo do corpo humano Um disco duro de computador (aberto) 25 /56

26 Uma maqueta Sempre que se utilizam maquetas ou modelos, deve-se indicar qual é a escala de representação, de modo a não induzir os formandos em erro. Esqueleto de um pássaro 26 /56

27 Recursos do Meio Ambiente O meio ambiente, apesar de muitas vezes ser esquecido, pode ser um importante auxiliar pedagógico. Normalmente, o formador pode encontrar no meio que o rodeia uma série de recursos que podem complementar a formação em sala. Um exemplo de recurso do meio ambiente - Oceanário - Parque das Nações Alguns destes recursos podem ser os museus, as bibliotecas, as empresas, as instalações fabris, as feiras, as exposições e os recursos da natureza. A exploração destes recursos permite ligar as actividades de aprendizagem às realidades concretas da vida. 27 /56

28 Recursos Visuais Projetáveis O Retroprojector O retroprojector começou a ser utilizado em formação durante a Segunda Guerra Mundial, pelo exército americano, para diminuir o tempo de instrução militar. Foi o primeiro meio de projecção a ser utilizado com luz ambiente normal. Devido a esta característica pode ser utilizado em complemento e simultaneamente com outros auxiliares pedagógicos, normalmente os quadros. O retroprojector foi concebido de forma a projectar documentos transparentes de grande formato, a curta distância, produzindo uma grande imagem. Nos retroprojectores primitivos, devido à complexidade dos sistemas ópticos (jogos de espelhos e condensadores) a luminosidade da imagem final era significativamente reduzida por reflexões internas. Para obviar a este inconveniente e obter uma luminosidade uniforme, equipavam-se os retroprojectores com lâmpadas muito potentes, obrigando ao uso de filtros anticalóricos e pesados condensadores de vidro. Eram, portanto, aparelhos volumosos, pesados e de elevado consumo de energia. Esquema de funcionamento de um retroprojector 28 /56

29 Com a evolução técnica foram criados aparelhos mais racionais, ligeiros e compactos. Os pesados condensadores de vidro foram substituídos por lentes de Fresnel, de plástico. As lâmpadas primitivas foram substituídas por outras de menores dimensões e consumo, mas de elevado rendimento luminoso. Todos estes factores contribuíram para uma larga utilização deste meio nas empresas, escolas e instituições de formação. Os documentos transparentes (acetatos) colocam-se sobre uma placa de vidro, o portadocumentos, disposta horizontalmente por cima duma lâmpada e dum condensador, a lente de Fresnel. Por cima do documento encontra-se a cabeça de projecção, constituída por uma objectiva e um espelho. Esta cabeça desloca-se em altura para permitir a focagem da imagem. Em alguns modelos, e sobretudo em portáteis, a focagem faz-se na própria objectiva. Representação do princípio de funcionamento de uma lente de Fresnel Actualmente podem-se encontrar retroprojectores portáteis, extremamente leves e compactos que se transportam numa pasta de reduzidas dimensões. 29 /56

30 Retroprojector portátil na sua mala de transporte Princípio de funcionamento de um retroprojector portátil Retroprojector portátil em posição de transporte Os documentos transparentes (acetatos) colocam-se sobre uma placa de vidro, o portadocumentos, disposta horizontalmente por cima duma lâmpada e dum condensador, a lente de Fresnel. Por cima do documento encontra-se a cabeça de projecção, constituída por uma objectiva e um espelho. Esta cabeça desloca-se em altura para permitir a focagem da imagem. Em alguns modelos e sobretudo em portáteis a focagem faz-se na própria objectiva. 30 /56

31 Cabeça de projecção onde se pode ver a alavanca de focagem Retroprojector portátil em posição de utilização Os retroprojectores portáteis têm a lâmpada na cabeça de projecção e o feixe luminoso vem para baixo em direcção ao porta-documentos. O porta-documentos é constituído por uma lente de Fresnel de superfície espelhada (reflectora) que devolve a luz reflectida à cabeça de projecção. Uma vez que o porta-documentos é um espelho, onde toda a potência luminosa da lâmpada se reflecte, torna-se incómodo/cansativo para o utilizador olhar para os acetatos que projecta. Deve evitar-se o uso destes retroprojectores durante períodos prolongados (horas). 31 /56

32 Os três tipos mais comuns de retroprojector Os retroprojectores actuais apresentam corpos menos volumosos e lâmpadas mais potentes Os retroprojectores mais comuns são equipados com lâmpadas de halogéneo de 24 v w ou 36v - 400w. Estas potências são suficientes para a apresentação de acetatos em salas de formação. 32 /56

33 Os 2 tipos de lâmpadas mais utilizadas nos actuais retroprojectores. (de 36V- 400W e de 24V- 250W) Estas lâmpadas não têm, no entanto, potência luminosa suficiente para a utilização do retroprojector com Painéis de Cristais Líquidos (PCL). Estes painéis, nomeadamente os policromáticos de milhares de cores, devido à grande densidade da imagem obrigam à utilização de retroprojectores específicos. Estes aparelhos são equipados com lâmpadas de metal-halide normalmente com 575 W de potência. Estas últimas são de elevado custo. Interior de retroprojector com lâmpada do tipo metal-halide 33 /56

34 A utilização de lâmpadas de elevada potência produz muito calor, obrigando estes aparelhos a possuírem sistemas de arrefecimento eficazes e de preferência silenciosos. O ruído de funcionamento do conjunto (PCL+retroprojector) não pode constituir um elemento perturbador para o utilizador. Estes aparelhos são substancialmente mais caros que os aparelhos comuns. Todo o tipo de lâmpadas (tungsténio e halogéneo) que se usam em retroprojectores nunca deve ser tocada pelos dedos. A gordura da nossa pele reage com o vidro da lâmpada (feito à base de quartzo) e produzirá manchas no vidro, que diminuirão o rendimento luminoso e o tempo de vida da lâmpada. Efeito que o contacto com a nossa pele produz no vidro das lâmpadas de halogéneo É por este motivo que as lâmpadas vêm sempre protegidas nas suas embalagens. A lâmpada deve ser colocada com a sua protecção e só depois de colocada no seu suporte é que se retira a protecção. Estas recomendações são também válidas para todo o tipo de aparelhos/dispositivos que operem com este tipo de lâmpadas, incluindo os faróis dos nossos automóveis. Lâmpadas com a embalagem de protecção 34 /56

35 Os procedimentos para se garantir um visionamento em boas condições técnicas são os seguintes: Ligar a ficha de alimentação eléctrica à tomada. Levantar o espelho da cabeça de projecção (se o não fizer e ligar o aparelho, o espelho pode quebrar por sobreaquecimento). Accionar o interruptor de funcionamento, o que em condições normais fará acender a lâmpada. Se tal não suceder, verificar se chega corrente ao aparelho, se o fusível ou a lâmpada se encontram fundidos. Se após estas verificações a lâmpada não acender, o aparelho pode ter uma avaria que só os serviços técnicos competentes poderão solucionar. Regular o tamanho da imagem. Como este aparelho é de distância focal fixa, o tamanho da imagem projectada depende da distância do aparelho ao ecrã. Normalmente a imagem deve encher o ecrã. Posicionar correctamente o aparelho face ao ecrã, de modo a não haver obstrução e distorção na imagem projectada. Normalmente o aparelho deve ser colocado numa posição baixa o que vai acentuar o eixo de projecção, provocando uma distorção vertical na imagem. Quando no plano horizontal, o eixo óptico do aparelho não é perpendicular ao ecrã, dá-se uma distorção horizontal na imagem. Distorção vertical da imagem projectada 35 /56

36 Correcção da distorção vertical. Distorção horizontal Correcção da distorção horizontal e também do desfoque Focar a imagem projectada. Colocar um acetato impresso no porta-documentos e rodar o manípulo de focagem até se obter uma imagem correctamente focada. As distorções de imagem atrás referidas também afectam a focagem. 36 /56

37 Efeito de desfoque do lado esquerdo do ecrã Após a utilização não se deve desligar o aparelho da tomada. Há aparelhos em que, depois de desligada a lâmpada, o sistema de arrefecimento continua a funcionar até à normalização da temperatura no interior do aparelho. Enquanto a lâmpada estiver ligada, não se deve deslocar o retroprojector. Corre-se o risco de fundir a lâmpada. Todos os movimentos que tiver de fazer deverão ser suaves. Alguns aparelhos têm um comutador para duas posições de intensidade luminosa. A maior intensidade só deve ser usada quando for mesmo necessária, porque reduz o tempo de vida da lâmpada. Em alguns retroprojectores o bloco lâmpada e reflector podem ser deslocados em altura, aproximando ou afastando a fonte luminosa do porta-documentos. O efeito pretendido é a optimização do feixe luminoso de modo a que a mancha luminosa no ecrã seja branca e homogénea. Quando desajustado surgirão nos limites da zona iluminada manchas azuladas ou amareladas. Apesar de não ser um ajuste técnico, também é conveniente verificar o estado de limpeza do porta- documentos, lente ou objectiva e espelho. 37 /56

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