CEF/0910/25606 Decisão de Apresentação de Pronúncia (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

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1 CEF/0910/25606 Decisão de Apresentação de Pronúncia (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/25606 Decisão de Apresentação de Pronúncia (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Decisão de Apresentação de Pronúncia ao Relatório da Comissão de Avaliação Externa 1. Tendo recebido o Relatório de Avaliação/Acreditação elaborado pela Comissão de Avaliação Externa relativamente ao ciclo de estudos Mestrado em Marketing Estratégico 2. conferente do grau de Mestre 3. leccionado pelo/a Instituto Superior De Comunicação Empresarial 4. a/o Centro Europeu De Estudos Superiores De Comunicação Empresarial, S. A. 5. decide: Apresentar pronúncia 6. Pronúncia (Português): Contradita à Recomendação da Comissão de Avaliação Externa - CEF/0910/ Relatório Preliminar da CAE(Univ)-Ciclo de Estudos em Funcionamento: Mestrado em Marketing Estratégico, aprovado pelo Despacho n.º M/ Pronúncia (Português e Inglês, PDF, máx. 100kB): (impresso na página seguinte) pág. 1 de 1

2 Anexos

3 O Centro Europeu de Estudos Superiores de Comunicação Empresarial, S. A., (CEESCE) entidade instituidora do Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM), identificado no processo de avaliação CEF/0910/25606, Mestrado em Marketing Estratégico, tendo sido notificados da recomendação da CAE de não acreditação do Ciclo de Estudos em avaliação, e com o teor da mesma não concordando nem se conformando minimamente, vêm, muito respeitosamente e nos termos da lei responder em Audição Prévia ao parecer da CAE, com os seguintes fundamentos: 1. Fundamentos: quanto ao objecto de discordância da decisão proposta pela CAE, a presente Audição Prévia versa sobre matéria de facto e de direito, fazendo-se especial enfoque, salvo o devido respeito, nos erros de julgamento e nas muitas falhas jurídicas de que padece a decisão aconselhada Fundamentos legais: De acordo com o artigo 6º do Código do Procedimento Administrativo a Administração Pública e portanto também a Administração Pública Independente como é o caso da A3ES deve agir de boa fé, o que significa dever ponderar os valores fundamentais de direito relevantes em face das situações consideradas (nº2) e em especial deve suscitar a confiança (...) na contraparte pela atuação em causa (alínea a). Ou seja, o Princípio da Boa Fé mantem uma relação de proximidade com o princípio da confiança, que faz parte da própria ideia de Estado de Direito Democrático.(art.º 2º da CRP). Este exige um mínimo de certeza nos direitos e legitimas expectativas, ao mesmo tempo que proíbe quaisquer decisões arbitrárias ou excessivas. De acordo com o regime legal de avaliação e a jurisprudência do STA, o principio da boa fé visa promover a cooperação entre os particulares e a Administração e impedir a ocorrência de comportamentos desleais. E este dever consubstancia a obrigação da Administração Publica de prestar esclarecimentos mas também o de ajudar, na sua função fiscalizadora, a instituição de ensino superior a melhor cumprir a sua missão (lei 38/2007 de 16 de Agosto). Por outro lado, há no Direito Administrativo português, dispersas nomeadamente pelo CPA, abundantes princípios de carácter procedimental de grande importância prática como o caso do principio da interpretação mais favorável ou da resolução em prol do administrado das duvidas sobre todos os documentos e situações por ele apresentados in dúbio pro actione (princípio aflorado no art.º 76º nº2 do CPA). Acresce ainda que existe o dever de informar e o Princípio da Administração Pública Aberta. Em violação desse princípio, a tipificação das recomendações e os critérios da avaliação da A3ES não foram comunicadas à instituição, nem foram objeto de debate, nem tão pouco estão no regulamento on-line da avaliação, em clara violação da Declaração Universal dos Direitos do Homem e do art.º61º a 65º do CPA. Recorde-se que em Direito Administrativo o acesso aos critérios e documentos administrativos e manuais orientam-se pelos princípios da publicidade, transparência, igualdade, justiça e imparcialidade, o que não se verificou no caso relativamente, por exemplo, ao entendimento que se tem do que é o quadro de docentes adequado, ou a dimensão ideal de uma instituição do Ensino Superior. Neste particular, cumpre referir que na fundamentação de recomendação de que o ciclo de estudos não deve ser acreditado, a CAE ultrapassa o seu mandato ao avaliar a instituição, caracterizando-a sem fundamento como uma instituição muito pequena, uma organização muito informal e insuficiente para uma instituição do ensino superior. Ora em avaliação está o ciclo de estudos e não a instituição, pelo que a fundamentação denota uma usurpação de poderes por parte da CAE que acarreta do ponto de vista administrativo a nulidade da fundamentação o que, por força da lei resulta na nulidade da própria decisão. O facto de considerar esta estrutura informal incapaz de recrutar um corpo docente próprio é uma avaliação sem qualquer fundamento nem justificação apresentada, pelo que não pode ser considerada e, salvo melhor opinião, incorre no vício de nulidade a decisão assim fundamentada, embora se reconheça insuficiência no corpo docente, como a seguir se refere.

4 A opinião da CAE sobre a própria concepção da instituição assentando essencialmente em profissionais que alegadamente não parece adequada a uma instituição de ensino superior, é uma opinião que não avalia o ciclo, mas a instituição, o que em nosso entender ultrapassa as competências da atual CAE, cujo mandato era a avaliação de um ciclo de ensino. Assim sendo, a opinião subjetiva da CAE configura, salvo melhor opinião, uma usurpação de poderes e a proposta de decisão que fundamenta é nula. Assim sendo, a única fundamentação juridicamente aceitável para fundamentar a recomendação de não acreditar seria o alegado facto de grande parte dos créditos deste programa de ensino ser obtido num estágio que decorre praticamente sem nenhum acompanhamento da instituição de ensino. Ora esta fundamentação, se fosse verdadeira e não o é, seria obviamente insuficiente para em primeira decisão levar à não acreditação do ciclo de estudos. Tendo por base os argumentos de carácter material que fundamentaram a recomendação a CAE, a recomendação poderia ser de acreditar condicional por um prazo, ou simplesmente não acreditar, nos termos do Regulamento dos Procedimentos de Acreditação e Avaliação. De qualquer modo, nos termos do Código do Procedimento Administrativo uma ou outra decisão teriam sempre que ser fundamentadas. E o facto de não existir fundamento da medida da decisão acarreta, salvo melhor opinião, a nulidade de uma decisão. Por outro lado, o artigo 5º da Lei 38/2007 de 16 de Agosto estabelece que são objectivos da avaliação da qualidade: a) Proporcionar a melhoria da qualidade das instituições de ensino superior; b) A prestação de informação fundamentada à sociedade sobre o desempenho das instituições de ensino superior; c) O desenvolvimento de uma cultura institucional interna de garantia de qualidade. E tendo este articulado presente, causa a maior perplexidade o facto de se ter optado por uma proposta de decisão de não aprovação em detrimento de uma aprovação condicional sendo certo que a lei considera como objetivo da avaliação o proporcionar a melhoria da qualidade das instituições de ensino superior e o desenvolvimento de uma cultura de qualidade, ao mesmo tempo que toda a jurisprudência e doutrina administrativa são unânimes na conclusão de que se deve dar preferência a uma decisão menos gravosa para os cidadãos e que beneficie o sector regulado quando a lei confere expressamente essa possibilidade, claro está (como acontece no caso vertente), sempre que essa seja suficiente para acautelar as exigências de prevenção - o que é o caso atendendo à disponibilidade da Instituição para mudar e ao facto do ISCEM já estar a providenciar no sentido de implementar as recomendações feitas e de esta ser a primeira vez que é avaliado ou notificado para o efeito. É entendimento da doutrina que a escolha da decisão de uma avaliação administrativa ou científicoadministrativa deve ser determinada apenas por considerações de natureza preventivas, uma vez que as finalidades da avaliação, no caso, são exclusivamente preventivas e têm em vista melhorar o ensino superior em Portugal e desenvolver uma cultura de qualidade. O CAE deveria, pois, salvo melhor opinião, ponderar, apenas as necessidades de prevenção geral e especial que o caso concreto suscite, o que nunca se traduz numa não acreditação em primeira avaliação, quando se verificar que não houve má vontade nem recomendação não atendida por parte do avaliado. Apuradas as necessidades do Ciclo de Estudos avaliado, salvo melhor opinião, a CAE poderia propor uma recomendação para a sua correção num prazo entendido adequado e avaliar de novo findo esse prazo, contribuindo assim para o efetivo respeito de princípios de Direito Público fundamentais, como o da confiança, o da expectativa de estabilidade e do apoio à melhoria da qualidade do Ensino Superior. Embora aceitando-se a existência da não acreditação como consequência principal para os casos de insanável gravidade das irregularidades ou de certas formas de atuação da instituições, o recurso a tal recomendação pela CAE, em nosso entender e salvo melhor opinião, só será legítimo quando, dadas as circunstâncias, se não mostrem adequadas as sanções não tão definitivas para a vida das Instituições do Ensino Superior. Ao contrário do que acontece com a decisão de não acreditar, atribuímos elevada potencialidade à acreditação condicional que efetivamente permite a melhoria da qualidade do ensino superior em Portugal e criar uma cultura de qualidade e colaboração ativa

5 entre as instituições e o regulador. Como reflete o relatório da CAE sobre este Ciclo de Estudos em avaliação, é manifesto que a Licenciatura tem correções a fazer e que estas só não foram realizadas até ao momento porque nunca antes nos tinham sido pedidas. Recorde-se que apenas a ameaça de não acreditação seria, in casu, já mais que suficiente para acautelar as necessidades preventivas pretendidas pela avaliação da A3ES, como demonstra o empenho do ISCEM em corrigir as situações alegadamente detetadas. Assim, em nosso entender e salvo melhor opinião, uma vez que a culpa do infractor desempenha o duplo papel de pressuposto (não há pena sem culpa) e de limite máximo da sanção proposta, ou seja a culpa não fornece a medida da pena, mas indica o limite máximo da sanção que em caso algum pode ser ultrapassado em nome de exigências preventivas, no caso concreto só pode ser excessiva em primeira decisão a não acreditação de um Ciclo de Estudos com uma grande tradição no ISCEM. Com efeito, tal decisão a ser definitiva teria óbvios custos para gerações de alunos que, desde os anos 90 do século passado, são graduados pelo ISCEM. E para mais seria injusta porque a instituição manifesta disponibilidade para melhorar as deficiências teóricas agora detetadas até ao final do próximo ano letivo, tendo já iniciado mesmo esse processo. O falta de fundamentação da medida da decisão e a escolha da decisão alternativa mais gravosa é, salvo melhor opinião, uma ilegalidade formal que acarreta a anulação da decisão, nos termos do art.º 135º do CPA Fundamentos de manifesta inconveniência: Considera a CAE que o Ciclo de Estudos apresenta uma forte componente profissionalizante, como evidenciam designadamente os dois estágios obrigatórios. Esta característica é importante em termos de certificação no mercado de trabalho. Porem o enfoque na «prática» e no «saber fazer», não afasta o ciclo do modelo e dos objectivos pressupostos no ciclo de estudos de uma instituição de ensino superior universitário. Reconhecendo contudo a necessidade de um novo equilíbrio entre a formação prática e teórica está já a ser ponderada neste segundo semestre uma reavaliação curricular que mantenha os objetivos mas responda às preocupações da CAE. Está, nomeadamente, em ponderação no Conselho Científico a recomendação da CAE, relativamente a diminuição dos ECTS dos Estágios, mantendo contudo os objectivos do Ciclo de Estudos e a Missão da Instituição. No que respeita ao site da instituição já se procederam as melhorias necessárias, incluindo mesmo a informação sobre o centro de estudos e as publicações da instituição. A avaliação periódica do ciclo de estudo é feita, como a CAE deveria ter observado, até porque considerou que em parte os seus resultados eram discutidos com todos os interessados, pelo que se lamenta o erro de avaliação em do relatório da CAE. Relativamente ao corpo docente o ISCEM assume o compromisso de, no prazo máximo de um ano, ter uma maioria de docentes doutorados, da área do curso e em tempo integral. No que respeita à investigação própria o ISCEM tem publicações científicas próprias em suporte de papel desde 2000 (http://www.iscem.pt/gca/?id=429 ), sendo o diretor editorial da revista científica do ISCEM o Professor Doutor Denis Huissman (CV ),evidência que a CAE não verificou (pelo que não são corretas as conclusões da CAE). O ISCEM estabeleceu protocolos com diversas instituições que asseguram a componente de investigação e qualidade científica da licenciatura, visíveis em (http://www.iscem.pt/gca/?id=427), nomeadamente: com o ISCTE (http://www.iscem.pt/fotos/editor2/iscte.pdf) Portugal, com a FHWien University of Applied Sciences (https://www.iscem.pt/fotos/editor2/viena.pdf)-áustria, com a Libera Universitá Maria Ss. Assunta -LUMSA- Itália (https://www.iscem.pt/fotos/editor2/lumsainvestigacao.pdf ), com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC Brasil, (https://www.iscem.pt/fotos/editor2/pucinvestigacao.pdf) e com a Universidad de Buenos Aires- UBA- Argentina( ). Mas haverá sempre que recordar que uma coisa é avaliação de um Centro de Investigação acreditado e a funcionar há muitos anos e outra coisa é a avaliação de um Centro que dá os primeiros passos, como é o nosso caso depois da introdução do Processo de Bolonha, no sentido de vir a ser acreditado pela FCT. E neste particular discordamos, salvo melhor opinião, dos critérios da CAE.

6 O ISCEM tem um Centro de Investigação denominado Research Center for Marketing, Business and Social Sciences - R4MktBuSS ( dirigido pelo Professor Doutor João Ricardo Martins Silva Freire (CV Degois: e participa, convidado pela Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas através do seu CENTRO DE ESTUDOS DE COMUNICAÇÃO E LINGUAGENS- C E C L, como parceiro no Projeto Design, Inovação e Responsabilidade Social. Do currículo fazem parte ainda projetos de investigação com o ISCTE- UNIDE. Acresce que muitos dos atuais professores têm trabalhos publicados que só por erro administrativo e falta de experiencia da nossa parte não foram referenciados oportunamente à CAE, mas que podem ser verificados nas publicações por exemplo. Relativamente ao Equipamento, está em aquisição a B-ON à FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia). O ISCEM criou já este ano lectivo o seu Gabinete de Qualidade dirigido pela Dr. Tomás de Sousa Baião, que garante os procedimentos de qualidade de acordo com os padrões recomendados, e assegura os sistemas de avaliação internos dos professores, bem como o acompanhamento, a avaliação e o controle da seleção das empresas dos estágios incluídos nos planos de estudo dos ciclos de estudos (em ligação com o Gabinete de Estágios) e o acompanhamento administrativo dos processos de revisão curricular e metodológica dos ciclos de estudos, assegurando assim formalmente o sistema de revisão periódica do plano de estudos, conteúdo, metodologia, objetivos e as competências a adquirir pelos alunos de cada Unidade Curricular dos ciclos de estudos. Neste particular há que a notar que por erro no preenchimento das metodologias das unidades curriculares, não foi evidenciado que incluem naturalmente exposição teórica na aula com recurso a fórmulas, gráficos acompanhada da feitura de exercícios adequados; a análise de textos, Pwpt e exposições relacionados com as matérias em apreço; a intervenção dos alunos a propósito de dúvidas e comentários. E finalmente a exposição oral com casos práticos, exercícios, intervenções na aula, análise de textos e exercícios escritos. Relativamente aos métodos de avaliação, como a CAE poderia ter verificado com professores e estudantes esta faz-se globalmente com recursos à exposição oral; ao uso de PowerPoint nas exposições; ao acompanhamento evolutivo das fórmulas e gráficos correspondentes; à participação em seminários e conferências no ISCEM e fora da instituição; aos trabalhos individuais e de grupo com investigação seguindo as metodologias aprendidas e recomendadas e naturalmente, ao teste escrito. Só por erro se concebe a observação da CAE. Ao contrário do que refere a avaliação da CAE, o Ciclo de Estudos tem relações internacionais consolidadas no universo dos parceiros e acionista da Instituição Instituidora do ISCEM, este construi uma Rede de Universidades( ),(como aliás é também e contraditoriamente reconhecido pela própria CAE) bem como por inúmeros protocolos, desde os protocolos Erasmus até ao diploma duplo com a Universidade do Vaticano (https://www.iscem.pt/fotos/editor2/lumsaduplodiplomalicenciatura.pdf) ou programas de investigação em parceria (Intensive Programme que a CAE verificou). Além disso e com o apoio ativo das entidades oficiais está a desenvolver parcerias para a sua expansão em Angola e no Brasil. Deste modo, e ao contrário do avaliado pela CAE, existe trabalho feito, estão em curso melhorias e existe a vontade de as levar até fim, no sentido de consolidar as relações internacionais, a investigação própria, ampliar o corpo docente próprio (formado maioritariamente por doutores, e em condições de garantir a qualidade e atualidade científica). Conforme se referiu anteriormente o peso do trabalho de estágio na ponderação do cursos esta já em revisão, bem como todo o processo de acompanhamento do estágio por parte de professores qualificados de modo assegurara a componente teórica do mesmo, seguindo aliás a avisada recomendação da CAE.

7 2. Pedido Em face do exposto e: (1) Considerando que a decisão de não a acreditar o curso é, salvo melhor opinião, contraditória com a obrigação da avaliação melhorar o ciclo de estudos e ajudar a uma cultura de qualidade imposta pela lei 38/2007 de 16 de Agosto; (2) Considerando que a decisão da CAE, salvo melhor opinião, pode ser considerada nula ou anulável por violar o disposto no Código do Procedimento Administrativo; (3) Considerando que a Acreditação Condicional cumpre os objetivos de melhoria do ciclo de estudos de ensino superior face da disponibilidade da instituição que já começou a adoptar as recomendações da CAE; (4) Considerando que a avaliação não incide sobre a instituição mas sobre o ciclo de estudos e que esta é a primeira avaliação que se faz, pelo que não existe experiencia anterior; (5) considerando a boa reputação do ciclo de estudos, a excelente interação com o meio envolvente, a necessidade de quadros nesta área, o número de alunos e o equilíbrio financeiro e a solvabilidade da instituição; (6) considerando que o ISCEM dispões de um núcleo de investigação na área do ciclo em avaliação, com protocolo de associação com centro de investigação acreditado e tem publicações científicas desde 2000, ao mesmo tempo que desenvolve trabalho com a comunidade, que já criou um Gabinete de Qualidade e já iniciou o processo interno de reestruturação da organização curricular; (7) considerando que a Instituição assume o compromisso de no próximo ano lectivo rever o seu quadro docentes no sentido de ter pelo menos 50% de doutorados em tempo integral e 50% dos docentes da área do curso, com trabalhos de investigação na área do Ciclo de Estudos, processo que já iniciou este semestre; (8) considerando que a Instituição assume o compromisso de alargamento da sua biblioteca e que já dispõe da subscrição das principais publicações on-line da área do ciclo; e finalmente, (9) considerando a disponibilidade para rever os procedimentos de controlo dos estágios e de coordenação da atualização programática e metodológica, solicitamos que a CAE altere a sua recomendação ao Conselho de Administração da A3ES, ou que este a não siga e que sugira a acreditação do Ciclo de Estudos em avaliação, ou pelo menos que a acreditação do Ciclo de Estudos em avaliação seja condicionada ao cumprimento das melhorias acima indicadas, a verificar num prazo adequado (por exemplo um ano, conforme o sugerido anteriormente). Pede Deferimento, Lisboa, 30 de Abril de 2012 Regina Maria da Rocha Campos Alves Moreira Presidente do Conselho de Administração do Centro Europeu de Estudos Superiores de Comunicação Empresarial, S. A., (CEESCE)

8 The European Centre for Advanced Studies in Business Communication, S. A., (CEESCE) founding body of the Institute of Corporate Communications (ISCEM) identified in the evaluation process CEF/0910/25606, Master Degree in Strategic Marketing, having been notified of the recommendation not to CAE accreditation cycle assessment studies, and with the same content of not agreeing or conforming minimally, are, very respectfully and in accordance with the law respond to the Preliminary Hearing in the opinion of the CAE, with the following grounds: 1. Fundamentals: on the subject of disagreement with the proposed decision by the CAE, this Preliminary Hearing is about matters of fact and law, becoming a special focus, unless due respect, the errors of judgment and the many failures that suffers the legal advised decision Legal fundamentals: According to Article 6 of the Code of Administrative Procedure Public Administration - and therefore also the Public Administration Independent as is the case of A3ES - must act in good faith, which means the duty to balance the fundamental values of law relevant in the face of situations considered (paragraph 2) and in particular should inspire "confidence (...) the counterparty by the agency in question (a). That is, the Principle of Good Faith maintains a close relationship with the principle of trust, which is part of the very idea of democratic rule of law. (Article 2 of the CRP). This requires a certain minimum rights and legitimate expectations, while it prohibits excessive or arbitrary decisions. According to the statutory assessment and case law of the STA, the principle of good faith "aims to promote cooperation between individuals and the administration and prevent the occurrence of unfair practices." And this duty constitutes an obligation of the Public Administration to provide clarification but also to help in its supervisory role, the institution of higher education to better fulfill its mission (Law 38/2007 of 16 August). On the other hand, there are the Portuguese administrative law, including the CPA dispersed, abundant principles of procedural character of great practical importance as in the case of the principle of the most favorable interpretation of the resolution or given in favor of the doubt on all documents and situations it presented - in dubious pro actione (first surfaced in the art. Article 76, paragraph 2 of the CPA). Furthermore, there is a "duty to inform" and the Principle of Open Public Administration. In violation of this principle, the characterization of the recommendations and criteria for evaluation of A3ES were not communicated to the institution, were not discussed, nor are the Regulation on-line evaluation, in clear violation of the Universal Declaration of Human Rights and art. No. 61 to 65 of the CPA. Recall that in administrative law criteria and access to administrative documents and manuals are guided by the principles of publicity, transparency, equality, justice and impartiality, which is not the case in regard to, for example, the understanding one has of the What is the appropriate framework for teaching, or the optimal size of an institution of higher education. In particular, it is noted that the reasons for recommending that course of study "should not be believed," the CAE exceeded its mandate to assess the institution, characterizing it as a baseless "very small institution, a very informal organization and insufficient for an institution of higher education. " Is currently under evaluation by the course of study and not the institution, so the reasoning denotes a usurpation of powers by the CAE which carries the administrative point of view the nullity of the reasons which, by law results in the nullity of the decision itself. The fact that it considered "informal structure is unable to recruit a faculty itself" is an assessment without any foundation or justification, and therefore cannot be considered and, to the best opinion, incurs the vice of nullity the decision well founded, although it failure to recognize the faculty, as referred to below. The opinion of the CAE on the "very concept of the institution - essentially becoming professionals - who allegedly" does not seem appropriate to an institution of higher education, "is an opinion that does not assess the cycle, but the institution, which in our view beyond skills of the current CAE, whose mandate was to assess a teaching cycle. Thus, the subjective opinion of CAE sets, to the best opinion, a misuse of powers and the proposed decision is based is void. Therefore, the only legally acceptable reasons to justify the recommendation to "not believe" would be the alleged fact that "much of this credit education program be obtained at a stage that follows virtually no monitoring of the educational institution." But that reasoning, if it was true and it is not, would obviously be insufficient to lead to the decision in the first non-accreditation of the course. Based on the arguments that underlie the material nature of the CAE recommendation, the recommendation could be to "believe probation" for a period, or simply "not believing" in accordance with the Rules of Procedures for Accreditation and Evaluation. In any event, pursuant to an Administrative Procedure Code or other decision would always be justified. And the fact that there is ground for the measure of the decision entails, to the best opinion, invalidate a decision.

9 On the other hand, Article 5 of Law 38/2007 of 16 August states that are "objective quality assessment: a) Provide quality improvement of higher education institutions; b) The provision of information society based on the performance of institutions of higher education; c) The development of an institutional culture of internal quality assurance. " And having this articulated this, the most perplexing question the fact that he opted for a proposal for decision "not approved" over a "conditional approval" given that the law considers the objective of the evaluation "to provide improved quality of higher education institutions "and" developing a culture of quality ", while all administrative jurisprudence and doctrine are unanimous in concluding that preference should be given to a decision less burdensome for citizens and that benefits the regulated sector - where the law expressly confers such a possibility, of course (as in this case), whenever this is enough to heed the demands of prevention - that is the case given the institution's readiness to change and the fact that the ISCEM already be providing in order to implement the recommendations and this is the first time it is assessed or notified to that effect. It is the understanding of the doctrine that the choice of a decision of administrative review or scientific and administrative should be determined solely by considerations of preventive nature, as the "evaluation purposes", in this case are exclusively preventive and aim to improve teaching higher in Portugal and develop a quality culture. The CAE should, therefore, to the best opinion, considering only the needs of general and specific deterrence that the case raises, which never translates into non-accreditation review, it is found that there was no ill-will nor a recommendation unmet from the evaluation. Cleared the needs of the cycle of studies evaluated, to the best opinion, the CAE could offer a recommendation for its correction within appropriate and understood reassess after that period, thus contributing to the effective respect for fundamental principles of public law, as trust, the expectation of stability and support to improve the quality of higher education. While accepting the existence of "non-accreditation" as a main effect for cases of incurable gravity of the irregularities or certain forms of activity of institutions, the use of such recommendation by the CAE, in our opinion and to the best opinion, will only be legitimate when, given the circumstances, if not prove adequate sanctions not as definitive for the life of Institutions of Higher Education. Unlike what happens with the decision to "not believe" we attribute to the high potential "conditional approval" which effectively allows the improvement of the quality of higher education in Portugal and create a culture of quality and active collaboration between the institutions and the regulator. As the report reflects the CAE on this cycle of studies in evaluation, it is clear that the degree has to make corrections and they just were not made until the moment because we had never before been requested. Remember that just the threat of "non-accreditation" would, in this case, already more than enough to safeguard the needs assessment sought by preventive A3ES, as demonstrated by the commitment of ISCEM to correct the situation allegedly detected. Thus, in our opinion and to the best opinion, since "the guilt of the offender plays the dual role of assumption (no punishment without fault) and the maximum" penalty bid, "or" guilt "does not provide the degree of penalty, but indicates the upper limit of the "penalty" that under no circumstances be exceeded in the name of preventive requirements in this case can only be excessive in the first decision "not accredited" a cycle of studies with a great tradition in ISCEM. Such a decision would be final obvious costs to generations of students, since the 90s of last century, are graded by ISCEM. And more would be unfair because the institution expressed readiness to improve the theoretical shortcomings detected now until the end of next school year and has even started this process. The lack of reasoning as the decision and the choice of alternative decision is more serious, to the best opinion, a procedural irregularity which entails the annulment of the decision, pursuant to art. Article 135 of the CPA Fundamentals of manifest inconvenience: CAE believes that the cycle of studies has a strong vocational component, as evidenced in particular the two required internships. This characteristic is important in terms of certification in the labor market. However the focus on 'practical' and 'know how', not away from the cycle of the model assumptions and objectives in the study cycle of an institution of higher education. Recognizing however the need for a new balance between the practical and theoretical training is already being considered in this second half to keep a reassessment curricular goals but respond to the concerns of CAE. You, in particular, the Scientific Council consideration in the recommendation of CAE, for reduction of the ECTS Internship, while maintaining the objectives Cycle Studies and Mission of the Institution.

10 As regards the other website already held the necessary improvements, including the same information about the center of studies and publications of the institution. The periodic assessment of the study cycle is done, as the CAE should have observed, even in part because it considered that his results were discussed with all stakeholders, so that it regrets the error evaluation in CAE's report. For the faculty the ISCEM is committed to, within a year, most teachers have a PhD, the course area and full-time. With regard to the research itself has ISCEM own scientific publications on paper since 2000 (http://www.iscem.pt/gca/?id=429), and the editorial director of the scientific journal of the ISCEM Professor Denis Huissman (CV evidence that CAE did not check (and are therefore not correct the findings of the CAE). The ISCEM protocols established with several institutions that provide the component of research and scientific quality of the course, visible in (http://www.iscem.pt/gca/?id=427), namely: the ISCTE (http:// Portugal, with FHWien University of Applied Sciences (https://www.iscem.pt/fotos/editor2/viena.pdf)-austria, with Libera Università Maria Ss. Assunta- LUMSA-Italy (https://www.iscem.pt/fotos/editor2/lumsainvestigacao.pdf), the Pontifical Catholic University of Rio de Janeiro - PUC - Brazil (https://www.iscem.pt/ fotos/editor2/pucinvestigacao.pdf) and the Universidad de Buenos Aires-UBA, Argentina (http://www.iscem.pt/fotos/editor2/uba.pdf). But there will always be remembered that a thing is an assessment of the Centre for Research and believed to function for many years and another thing is the evaluation of a center that takes the first steps, as is our case after the introduction of the Bologna Process, in order to become accredited by FCT. And in this respect we disagree, to the best opinion, the criteria of CAE. The ISCEM has a research center called "Research Center for Marketing, Business and Social Sciences - R4MktBuSS" (http://www.iscem.pt/gca/?id=430), directed by Professor John Martin Ricardo Silva Freire ( CV DeGóis: and participates invited by the New University of Lisbon - Faculty of Social Sciences and Humanities through its STUDIES CENTER OF LANGUAGES COMMUNICATION AND CeCl as a partner in the "Project Design, Innovation and Social Responsibility." Still part of the curriculum research projects with ISCTE- UNIDE. Moreover, many of today's teachers have published only by administrative error and lack of experience on our part were not referenced due to the CAE, but that can be verified in such publications. Regarding the equipment, the acquisition is in the B-On the FCT (Foundation for Science and Technology). The ISCEM created earlier this school year your Quality Office headed by Dr. Tomas Sousa Baiao, which ensures quality procedures in accordance with the recommended standards, and ensures internal evaluation systems for teachers, as well as monitoring, assessment and control of the selection stages of the companies included in the curricula of the courses (in conjunction with the Office of Internships) and administrative monitoring of the processes of curriculum review and methodological study cycles, thus ensuring a formal periodic review system of the curriculum, content, methodology, objectives and competencies to be acquired by students in each course unit for cycles. In particular it is necessary to note that an error in filling the methodologies of courses, was not shown that naturally include lecturing in the classroom with the use of formulas, charts, accompanied by the making of adequate exercise and the analysis of texts, and exhibitions related Pwpt the materials in question, the intervention of students with regard to questions and comments. And finally the oral presentation with case studies, exercises, classroom interventions, analysis of texts and written exercises. For the assessment methods, such as CAE could have checked with teachers and students this is done globally with resources to oral exposure, the use of Power Point exhibitions, the follow up of formulas and corresponding graphics, participation in seminars and conferences ISCEM in and outside the institution, to work with individual and group research and learned following the methodology recommended and of course, the written test. Only by mistake conceivable observation CAE. Ao the opposite of what concerns the evaluation of the CAE, the cycle of studies has consolidated international relations in the universe of partners and founding shareholder of the institution ISCEM, it built a network of Universities (http://www.iscem.pt/ gca /? id = 428), (as it is also recognized by the very contradictory and CAE) as well as numerous protocols, the protocols provided by the Erasmus double degree with the University of the Vatican (https://www.iscem.pt/ fotos/editor2/lumsaduplodiplomalicenciatura.pdf) or research programs in partnership (Intensive Programme noted that the CAE).

11 Moreover, with the active support of the officials is to develop partnerships for its expansion in Angola and Brazil. Thus, contrary to the CAE assessed, there is work done, improvements are underway and there is a willingness to take up the order, to consolidate international relations, research itself, expand the faculty itself (formed mainly by doctors, and in a position to guarantee the scientific quality and timeliness). As previously mentioned, the weight of the work of stage in the consideration of the courses already in this review, and the whole process of monitoring the stage by qualified teachers so assured the theoretical component of it, in fact following the recommendation of the CAE advised. 2. Request In view of the above and (1) considering the decision not to believe the course is, to the best opinion, inconsistent with the obligation of the evaluation to improve the course of study and help a culture of quality imposed by Law 38/2007 of 16 August; (2) considering the decision of the CAE, to the best opinion, may be considered void or voidable for violating the provisions of the Administrative Procedure Code; (3) considering the Conditional Accreditation meet the improvement goals of the course of higher education over the availability of the institution which has begun to adopt the recommendations of the CAE; (4) considering that the evaluation does not focus on the institution but over the course of study and that this is the first evaluation that is done, so there is no previous experience; (5) considering the reputation of the course, the excellent interaction with the environment, the need for staff in this area, the number of students and financial stability and solvency of the institution; (6) considering the ISCEM counts on a core of research on the assessment cycle, with protocol associated with the research center is accredited and scientific publications since 2000, while working with the community develops, which has created a Bureau of Quality and has already started the process of internal reorganization of the curriculum; (7) considering that the institution is committed to the next academic year under review its faculty in order to have at least 50% of doctoral full-time and 50% of teachers in the area of the course, research in the area of Study Cycle, a process that has started this semester; (8) considering that the institution is committed to extending its library and the subscription you already have the major online publications area of the cycle, and finally, (9) considering the availability to review the procedures for monitoring and coordination stages of the upgrade program and methodological, we request that the CAE change its recommendation to the Board of A3ES, or A3ES not to follow this and to suggest that the accreditation cycle assessment studies, or at least that accreditation Cycle Studies in evaluation is subject to compliance with the improvements described above, to verify an appropriate time (eg. one year, as suggested above). Requests approval, Lisbon, 30 April 2012 Regina Maria Campos Alves da Rocha Moreira Chairman of the Board of Directors of the European Centre for Advanced Studies in Business Communication, S. A. (CEESCE)

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