Educação da Pessoa com Altas Habilidades / Superdotação na Cidade de Foz do Iguaçu

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1 17 Artigo Original Educação da Pessoa com Altas Habilidades / Superdotação na Cidade de Foz do Iguaçu Lucinete da Silva 1 e Andreia Nakamura Bondezan 2 1. Pedagoga graduada pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Foz do Iguaçu. 2. Docente da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Foz do Iguaçu. Doutorada em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). e Palavras-Chave Alta habilidade/superdotaçâo Atendimento educacional especial Educação Artigo recebido em: Aprovado para publicação em: Resumo: Este trabalho tem por objetivo entender como se constitui a Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e seu papel no processo de inclusão de alunos com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD). Tem como referencial teórico os estudos de Fleith (2007), Casarin (2011), Renzulli (1985), assim como os documentos oficiais que amparam este atendimento no Brasil. Compreende-se que há mitos que envolvem a compreensão da pessoa com AH/SD dentre os quais se destacam que ela tem um Quociente de Inteligência (QI) elevado; é ótima em tudo; sempre tira notas altas; é autossuficiente; não precisa ser estimulada ou auxiliada; é superdotada tanto intelectualmente como nos aspectos social e emocional. Este fato, por vezes, faz com que o aluno não receba a atenção necessária na escola. Em relação ao atendimento na cidade de Foz do Iguaçu, tem-se que a SRM é um ambiente novo, iniciado no ano de 2014, com um número pequeno de alunos. Tem como principal objetivo propiciar que as especificidades do aluno atendido sejam atendidas. INTRODUÇÃO As pessoas com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) têm direito que suas necessidades educacionais especiais sejam atendidas na escola em que está matriculado. Para isso, é preciso que o professor da sala regular esteja atento para seu ensino e, também, a oferta de atendimento educacional especializado (AEE).. De acordo com o Decreto nº 7.611/11 que dispõe sobre a educação especial, atendimento especializado e outras providências atendimento educacional especializado, este AEE tem como objetivos: I prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular e garantir serviços de apoio especializados de acordo com as necessidades individuais dos estudantes; II garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular; III fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem; e IV assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis, etapas e modalidades de ensino (BRASIL, 2011, Art. 3º). Para que o AEE cumpra sua função é preciso que ocorra um trabalho colaborativo entre a educação especial e o ensino regular. Assim, a formação inicial do professor é muito relevante neste processo. Atualmente o Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), campus de Foz do Iguaçu, possui em sua grade curricular uma disciplina denominada Fundamentos da Educação Pleiade, 09(18): 17-22, Jul./Dez., 2015

2 18 Especial, com a carga horária de 68 horas. Esta carga horária é destinada ao estudo das diferentes leis que regem a educação especial; as deficiências; os transtornos globais de desenvolvimento e as altas habilidades/superdotação. Neste contexto, pode-se perceber que são poucas horas de formação para o trabalho com alunos com altas habilidades/superdotação. Após a formação acadêmica, grande parte dos egressos do Curso de Pedagogia passa a atuar no ensino público ou privado, havendo um equilíbrio entre as funções de professor e pedagogo, sendo relevante a atuação nas duas áreas. As possibilidades de atuação profissional diversificam após a formação no curso. No entanto, como dito anteriormente, devido a uma carga horária reduzida para se tratar de uma gama de especificações das pessoas com Deficiência, Transtorno do Espectro Autista e Altas habilidades/superdotação, o que se percebe é que tendo pouca informação e conhecimento acerca do assunto o que prevalece é uma grande dificuldade no trabalho com os alunos que apresentam alguma necessidade educacional especial. A partir da necessidade de ampliação da compreensão desta temática foi proposto um projeto de pesquisa de Iniciação Científica como uma possibilidade de compreender de forma mais aprofundada o ensino destinado aos alunos com AH/SD no atendimento educacional especializado e o ensino comum. Desta forma, buscou-se nesta pesquisa, a possibilidade de aprofundar os conhecimentos acerca desta temática e sanar dúvidas em relação à função do futuro professor no ambiente escolar para o ensino do aluno com AH/SD. METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental e de campo. Para a compreensão das altas habilidades/superdotação utilizou-se Fleith (2007), Casarin (2011), Renzulli (1985). Sob o amparo dos documentos oficiais como Constituição Federal (BRASIL, 1998), Estatuto da Criança e Adolescente (BRASIL, 1990), as Leis de Diretrizes e Bases da Educação (BRASIL, 1996) e outros, o intuito foi o de entender como o Atendimento Educacional Especializado (AEE) está organizado no Brasil. O trabalho de campo foi realizado com uma entrevista com a representante do Departamento Municipal de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação. O objetivo foi de compreender como é o atendimento ofertado aos alunos com Altas Habilidades/Superdotação em Foz do Iguaçu. A PESSOA COM ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO E EDUCAÇÃO ESCOLAR A compreensão da pessoa com altas habilidades/superdotação é cercada por mitos e equívocos. De acordo com Casarin (2011) os principais mitos que envolvem a criança com altas habilidades são: tem Quociente de Inteligência (QI) elevado; é ótima em tudo; sempre tira notas altas; é autossuficiente; não precisa ser estimulada ou auxiliada; é superdotada tanto intelectualmente como nos aspectos social e emocional. No entanto, essas crianças possuem características peculiares, elas não se assemelham com seus pares, não são homogêneas e seu desenvolvimento pode distinguir uma das outras. Nem sempre elas apresentam-se precoces, e seu nível de conhecimento pode variar, pois enquanto apresentam-se talentosos em uma área do conhecimento, em outra precisam de mediação e estímulo como qualquer outra criança. Pleiade, 09(18): 15-22, Jul./Dez., 2015

3 O ensino da pessoa com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) ainda atende a estes mitos e equívocos. Fleith (2007) e Casarin (2011) explicam que a partir do momento que se reconhece uma criança com altas habilidades no contexto escolar, cria-se um estereótipo, como o de que ela sempre terá um desempenho acima da média, sendo assim, ela é considerada autossuficiente no processo do ensino aprendizagem. Conforme pontua Casarin (2011), é importante que a escola desmistifique esses mitos. A autora também expõe que o professor ao receber uma criança com altas habilidades fica apreensivo e inseguro, considerando a criança uma espécie de gênio, que sabe tudo e pode motivar problemas na sala de aula. Ela possui necessidades educacionais especiais e, portanto, precisa de um projeto político pedagógico (PPP) diferenciado para incluí-la sem traumas (CASARIN, 2011, p. 54). Neste aspecto a função do Pedagogo merece destaque, pois, pode mediar as discussões na escola acerca da inclusão dos alunos com AH/SD e da necessidade de que suas especificidades sejam contempladas no PPP da escola. Neste sentido, aponta-se também, as contribuições de Renzulli (1985 apud CASARIN, 2011, p. 55), um dos principais pesquisadores na área da superdotação e criatividade, que conceitua as crianças com altas habilidades aquelas que apresentam um nível elevado em alguma área do conhecimento, diferenciando-se das demais crianças ou adolescentes da mesma faixa etária. Renzuli (1985 apud CASARI, 2011) preconizou o modelo dos três anéis, demonstrando que a criança com altas habilidades apresentam os seguintes comportamentos: 1) habilidades gerais e especificas acima da média, como capacidade de pensamento abstrato e adaptação a situações novas; 2) alta criatividade, que é mostrado no pensamento original, no comportamento, nem sempre de acordo com as convenções, e na capacidade de realizar projetos originais; e 3) compromisso com a tarefa, que aparece em características como perseverança, resistência, trabalho árduo, dedicação e confiança. A partir de uma perspectiva crítica sobre a caracterização que geralmente se faz da pessoa com AH/SD, Fleith (2007, p. 18) argumenta que as carências: [...] na área de Educação Especial no Brasil são enormes, sendo inquestionável a necessidade de programas de boa qualidade para o aluno com deficiência intelectual ou física e nestes são inclusos a pessoa com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) e as Altas Habilidades/ Superdotação. Uma das formas de atendimento educacional especializado para as pessoas com AH/SD é realizada na sala de recursos multifuncional, que atende os alunos, no contraturno, matriculados na rede regular de ensino. 19 O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: AS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS As salas de recursos multifuncionais (SRM), parte do atendimento educacional especializado (AEE) e são compreendidas como possibilidade de auxílio aos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais na escola regular. Arnal (2007) explica que as salas de recursos, iniciadas em 1970 possuíam o objetivo integrar os alunos com deficiência no ensino regular. [...] a proposta de sala de recursos visava, por um lado, a superar o persistente hiato entre a Educação Especial e a integração dos alunos deficientes, oferecendo um modelo simultaneamente operatório e decorrente das necessidades específicas de cada deficiência e, por outro, apontava para uma normalização das condições de escolarização para indivíduos muito diferentes (ARNAL, 2007, p. 55). Pleiade, 09(18): 17-22, Jul./Dez., 2015

4 20 Neste momento histórico a perspectiva na educação era a de integração do aluno e não a inclusão escolar. Desta forma participavam da integração escolar [...] aqueles estudantes que conseguissem se adaptar a escola comum, portanto, sem modificações no sistema, sendo que aqueles que não conseguiam se adaptar ou acompanhar os demais alunos eram excluídos (MENDES, 2002, p. 63). Com a defesa da inclusão escolar algumas resoluções e decretos foram sendo organizados para o direcionamento do AEE, como a Resolução nº 4, de outubro de 2009, que Institui as Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial e o Decreto nº 7.611/11 que dispõe sobre a educação especial, atendimento especializado e outras providências. A Resolução nº 4/2009 apresenta que o atendimento educacional especializado (AEE), é aquele ofertado nas salas de recursos multifuncionais ou em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de Instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos. Nestas salas podem estudar alunos com deficiência, com transtorno global do desenvolvimento; e os alunos com altas habilidades/superdotação. Entende-se que: I Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial. II Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação. III Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade. A sala de recursos multifuncionais (SRM) é um espaço, que possui diferentes materiais didáticos, pedagógicos e equipamentos. Deve contar com professores que tenham formação para o atendimento às necessidades educacionais especiais para trabalhar com este alunado (ALVES, 2006). As atribuições do professor da SRM são: I identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos públicoalvo da Educação Especial; II elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade; III organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais; IV acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola; V estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade; VI orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno; VII ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia e participação; VIII estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares (BRASIL, 2009, art. 13). Pleiade, 09(18): 15-22, Jul./Dez., 2015

5 Para o ensino nas SRM, o professor precisa organizar estratégias para a especificidade dos alunos que lhe são atribuídos. Assim, entende-se que é preciso uma formação inicial e continuada que auxilie o professor neste processo. No município de Foz do Iguaçu, até o ano de 2013 não havia atendimento educacional especializado nas escolas públicas para o aluno com AH/SD. Desta forma, os alunos com AH/SD estudavam nas escolas sem que suas necessidades educativas fossem atendidas. De acordo com o Departamento Municipal de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação, a partir de 2014 foi organizada a primeira SRM para este alunado. A escola municipal que atende as Altas Habilidades/Superdotação é a Escola Municipal Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza. A escola hoje atende oito alunos com Altas habilidades/superdotação. São crianças com idade entre seis e dez anos e passaram por uma avaliação pela equipe de educação especial. O trabalho é realizado em contraturno, com uma professora com especialização em educação especial. O objetivo é ofertar ao aluno com Altas Habilidades/Superdotação oportunidades de socialização e aprofundamento de seus conhecimentos nas áreas de interesse. Cabe ressaltar que esta sala de recursos é nova e tem-se a intenção de dar continuidade a esta pesquisa com a professora regente. 21 CONSIDERAÇÕES FINAIS A compreensão da pessoa com Altas Habilidades/Superdotação ainda e cercada por mitos. Os principais mitos de acordo com Casarin (2011) são que ela tem um Quociente de Inteligência (QI) elevado; é ótima em tudo; sempre tira notas altas; é autossuficiente; não precisa ser estimulada ou auxiliada; é superdotada tanto intelectualmente como nos aspectos social e emocional. Este fato, por vezes, faz com que o aluno não receba a atenção necessária na escola. Neste sentido, é preciso que as especificidades da pessoa com AH/SD sejam aprendidas nos cursos de formação de professores, pois, esta compreensão na formação inicial fará com que suas necessidades sejam atendidas no ensino comum e o encaminhamento para o Atendimento Educacional Especializado. A formação inicial deve ofertar aos acadêmicos a oportunidade de conhecer as AH/SD por meio das aulas e da realização de pesquisas. As salas de recursos multifuncionais (SRM) são os locais em que o aluno com AH/SD podem ser atendidos no contraturno e desenvolver as diferentes capacidades que possuem. Como as aulas com professor que tem formação em educação especial e os materiais diferenciados que compõem a SRM haverá a possibilidade da suplementação da aprendizagem e do desenvolvimento destes alunos. Cabe ressaltar que é necessário um trabalho colaborativo entre o professor da SRM e da sala regular. Com as atividades sendo realizadas com diálogos entre estes profissionais, analisando os interesses dos alunos com AH/SD, certamente necessidades educacionais deles serão atendidas. Em relação ao atendimento na cidade de Foz do Iguaçu, compreende-se que como a SRM é um atendimento novo, iniciado no ano de Poucos alunos estão matriculados neste ambiente. Ainda é preciso um estudo e discussões para a compreensão da melhor forma de atender os alunos com AH/SD nesta cidade. Pleiade, 09(18): 17-22, Jul./Dez., 2015

6 22 REFERÊNCIAS ARNAL, L. S. P. Educação escolar inclusiva: a prática pedagógica das salas de recursos f. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Estadual de Maringá. Maringá, 2007 BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, Brasília: Senado Federal, República Federativa. Lei nº 8069/90. Estatuto da criança e do adolescente. Brasília: Imprensa Oficial, Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Lei nº 9394/96. Brasília: Senado Federal, Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CEB nº 4/2009 que Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Brasília, Decreto n que dispõe sobre a educação especial, o atendimento especializado e dá outras providências. Brasília, Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato /2011/decreto/d7611.htm>. Acesso em 11 dez CASARIN, Sonia. Talento e deficiência: como incluir alunos com diferentes tipos de inteligência. São Paulo: Ática Educadores, FLEITH, Denise de Souza (Org.). Construção de práticas educacionais para alunos com altas habilidades/superdotação: volume 1: orientação a professores. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, MENDES, E. G. Perspectivas para a construção da escola inclusiva no Brasil. In: PALHARES, M. S.; MARINS, S. C. (Orgs.). Escola inclusiva. São Paulo: EdUFSCAR, p Pleiade, 09(18): 15-22, Jul./Dez., 2015

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