COMO A LEROY MERLIN ESTÁ ESTRUTURANDO SEU SUPPLY CHAIN PARA APOIAR SEU CRESCIMENTO

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1 COMO A LEROY MERLIN ESTÁ ESTRUTURANDO SEU SUPPLY CHAIN PARA APOIAR SEU CRESCIMENTO CAFÉ DA MANHÃ 30/04/2014

2 AGENDA 1. Leroy Merlin Brasil: uma empresa em crescimento 2. A estruturação do Supply Chain Ø Suprimentos Ø Distribuição física Ø Ferramentas Ø Recursos Humanos 3. O acompanhamento da DIAGMA 2

3 33 LOJAS ABERTAS EM 15 ANOS: A HISTÓRIA DA LEROY MERLIN NO BRASIL Primeira loja Interlagos 5ª e 6ª loja Raposo Tavares Primeira loja no Rio Tropicalização Primeiro CD Evento com 500 fornecedores 15 lojas CD SBC 33 lojas Plataforma Rio CD Cajamar 3

4 UM PLANO DE CRESCIMENTO IMPORTANTE, QUE REQUER A ESTRUTURAÇÃO DO SUPPLY CHAIN LM Brasil 2012 LM Brasil 2017 Oferecer mais serviços ao cliente Dobrar a quantidade de lojas em 5 anos Desenvolver omni-canal Abrir lojas em novas regiões do Brasil 4

5 UMA AMPLA GAMA DE PRODUTOS Produtos pequenos, com valor agregado alto ou baixo Produtos básicos e voluminosos/pesados Produtos sob encomenda ou sob medida fornecedores itens 5

6 UMA REDE LOGÍSTICA COMPLEXA QUE DEPENDE DA TIPOLOGIA DO PRODUTO, DO VOLUME E DO FORNECEDOR Estocagem nacional Fornecedor Centro de distribuição Loja Cliente Fornecedor Cross-docking Loja Cliente Crossdocking Fornecedor Loja Cliente Direto loja Fornecedor Plataforma Loja Cliente Plataforma CD 6

7 4 EIXOS DE TRABALHO PARA PREPARAR O SUPPLY CHAIN DA LEROY MERLIN PARA O CRESCIMENTO DA EMPRESA 1 SUPRIMENTOS 2 DISTRIBUIÇÃO FÍSICA Aumentar disponibilidade Reduzir estoques Aumentar a variedade Melhorar o serviço Reduzir os custos Desenvolver omni-canal Excelência do Supply Chain 3 4 FERRAMENTAS RECURSOS HUMANOS Apoiar os processos Melhorar o controle Implementar Gerenciar 7

8 IMPLEMENTAR UM MODELO DE ABASTECIMENTO EM FUNÇÃO DO PRODUTO, E REALIZAR PREVISÃO DA DEMANDA ALTO GIRO BAIXO GIRO SAZONAL GAMA LOCAL REGULAR ERRÁTICO E PROMOÇÕES POR LOJA? Prever a demanda? Com previsão Demanda básica Sem previsão Com previsão Engajamento local Planejamento local? Como abastecer? Automático, de acordo com previsão Reposição 1 por 1 Antecipado Manualmente por loja 8

9 COMO REALIZAR AS PREVISÃO DA DEMANDA NO RETAIL? HISTORICAL DATA PRODUTOS REGULARES THE AZAP FUNCTIONALITIES USED IN THE FORECASTING PROCESS Vendas FORECAST INDUSTRIAL THE AZAP FUNCTIONALITIES USED IN THE FORECASTING PROCESS Graphic correction of historical data Algorithmic models library Vendas PRODUTOS ERRÁTICOS VAREJO Error indicator of forecast Probabilidade de vender n unidades Previsão I 75, Rue de Courcelles PARIS I Tél : +33 (0) Fax : +33 (0) I I I 7 6 I 75, Rue de Courcelles PARIS I Tél : +33 (0) Fax : +33 (0) I I I DISTRIBUIÇÃO LOCAL Concorrência local Poucos clientes AUTONOMIA DAS LOJAS Vendas sujeitas ao esforço do vendedor Mostruário QUANTIDADE DE REFERÊNCIAS Dificuldade de realizar a previsão por cada SKU 9

10 O ABASTECIMENTO DEPENDE DO CIRCUITO LOGÍSTICO DO FORNECEDOR DIRETO LOJA ESTOCAGEM CENTRALIZADO CROSSDOCKING PRODUTOS ü Muito alto volume ü Volume médio a baixo ü Alta reatividade ü Alto valor agregado ü Volume médio a alto ü Sob encomenda FORNECEDORES ü Confiáveis ü Mono loja / local ü Pouco confiáveis ü Grande lead time ü Muito confiáveis ü Muito reativos IMPACTO ESTOQUE ü Maior estoque loja ü Risco de ruptura ü Abastecimento 1 por 1 na loja à menos estoque ü Frequência de pedido fornecedor variável ü Abastecimento frequente ü Maior estoque loja 10

11 PARA DEFINIR O CIRCUITO LOGÍSTICO, CONTEMPLAR O CUSTO COMPLETO, E TRABALHAR EM PARCERIA COM OS FORNECEDORES Custo do produto CIF CUSTO SUPPLY Custo da coleta no CD do fornecedor Custo do transporte fornecedor Custo logístico no CD LM Custo do transporte de distribuição Custo na loja / Plataforma Custo de recepção e abastecimento do linear Custo de estocagem (Cash Flow + obsolescência) Custos administrativos Custos administrativos Custo de recepção, conferência e armazenagem Custo de coleta e expedição Custo de estocagem (Cash Flow + obsolescência) FORNECEDOR CENTRAL LOCAL 30% a 40% 20% a 30% 40% 11

12 MELHORAR UMA PARCERIA DE 10 ANOS COM A ID LOGISTICS REFORÇAR A PARCERIA Prolongamento do contrato para permitir investimentos AUMENTAR COMPETITIVIDADE Com mais produtividade, apoiado por um contrato por unidade Parceria com o operador logístico MAIS AUTONOMIA PARA A ID Para definir processos e gerenciar a operação INTERNALIZAR UMA OPERAÇÃO Desenvolver know-how 12

13 PARA GANHAR EM PRODUTIVIDADE, SINCRONIZAR OS FLUXOS ENTRE TAREFAS E ENTRE O CD E AS LOJAS FLUXO EMPURRADO FLUXO SINCRONIZADO PEDIDO CLIENTE D PEDIDO CLIENTE D PEDIDO CD SBC PEDIDO LOJA PEDIDO CD SBC PEDIDO LOJA EXPEDIÇÃO SBC à LOJA D + 1 EXPEDIÇÃO SBC à LOJA E - 2 Desde o início, pensar no cliente Quantos dias entre D + 1 e E 1? CONSOLIDAÇÃO PEDIDO LOJA E - 1 CONSOLIDAÇÃO PEDIDO LOJA E - 1 ENTREGA E ENTREGA E 13

14 PARA GANHAR EM PRODUTIVIDADE, SINCRONIZAR OS FLUXOS ENTRE TAREFAS E ENTRE CDS FLUXO EMPURRADO FLUXO SINCRONIZADO LANÇAMENTO DE ONDAS POR TURNO LANÇAMENTO DE ONDAS PEQUENAS REABASTECIMENTO PICKING PICKING REABASTECIMENTO PICKING ONDA 1 Qual reabastecimento devo priorizar para o picking? PICKING ONDA 1 REABASTECIMENTO PICKING ONDA 2 PICKING ONDA 2 14

15 3 PILARES PARA MELHORAR A PRODUTIVIDADE DE UM CD PRODUTIVIDADE POR TAREFA Management das equipes Incentivar os funcionários 80% Produtividade real = 51% Produtividade máxima 80% REDUZIR A QUANTIDADE DE TAREFAS Lean Management Evitar retrabalho 80% OTIMIZAR O TEMPO DE TRABALHO Flexibilidade dos funcionários Ajustar o quadro à atividade 15

16 IMPLEMENTAR O SAP NA EMPRESA PARA TER UMA FERRAMENTA INTEGRADA, ALÉM DO SUPPLY CHAIN 1. Pilotar a produtividade e Performance 2. Boa integração das informações entre e dentro das áreas 3. Analisar e disponibilizar as informações para agilizar a tomada de decisão 4. Sustentar o os próximos desafios de mudanças 16

17 UM TIME SUPPLY CHAIN DESENHADO PARA ESTRUTURAR A ÁREA Estratégia Corporativa Estratégia de Supply Chain SUPPLY CHAIN Planejamento e Execução de Supply Chain Principais funções de Supply Chain ENTRADA OPERAÇÃO SAÍDA Planejamento Gestão de estoques Gestão de fornecedores Operação CDs Transportes Logística nas lojas Opera;on CD Transport PLANEJAMENTO OPERAÇÂO Integração do sistema PROJETO 3D PERFORMANCE Organização et KPI/ Projetos e Gestão de Cliente Gestão econômica GESTÂO 17

18 UM ACOMPANHAMENTO TANTO NAS RECOMENDAÇÕES QUANTO NA IMPLEMENTAÇÃO DISTRIBUIÇÃO FÍSICA Auditoria com foco Quick Wins Implementação Rio e Crossdocking Especificações e Implementação EWM Transporte COLABORAÇÃO FORNECEDORES Mapeamento dos fornecedores KIT de análise fornecedor Implementação das melhorias LOGÍSTICA LOJA Auditoria Quais são os objetivos de uma logística loja? Desenho de processos e implementação com lojas padrão 18

19 DIAGMA, UMA VISÃO GLOBAL E RECOMENDAÇÕES PRAGMÁTICAS fotolia.com ESTRATÉGIA SUPPLY CHAIN Ø Rede de distribuição Ø Rede industrial Ø Organização da área de Supply Chain fotolia.com GESTÃO DOS FLUXOS Ø Processo S&OP Ø Redução dos estoques Ø Escolha de ferramentas (APS) fotolia.com DISTRIBUIÇÃO E TRANSPORTE Ø Redução dos custos / Aumento da produtividade Ø Concepção de CD & Escolha das ferramentas (WMS / TMS) e equipamentos Ø Terceirização das operações PRODUÇÃO Ø Lean manufacturing Ø Decisão de investimento Ø Sincronização dos fluxos fotolia.com 19

20 40 ANOS DE EXPERTISE RECONHECIDA PELOS PROFISSIONAIS DE SUPPLY CHAIN CONSULTING SOFTWARE HUMAN RESOURCES 20

21 ALGUMAS REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS DA DIAGMA 21

22 MARCOS LIMA I I Tél : +55 (11) AURÉLIEN JACOMY I I Tél : +55 (11) CONTATO I Rua Bela Cintra, 409 Bela Vista SÃO PAULO / SP I Tél : +55 (11)

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