I&DT na Competitividade das Empresas

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1 I&DT na Competitividade das Empresas exemplos e propostas de trabalho 15 Abril

2 I&DT na Competitividade das Empresas exemplos e propostas de trabalho 14H30 Receção 15H00 Estratégias de I&DT nos processos de negócio V. Cruz Machado 15H30 I&DT nos Processos Tecnológicos J. Pamies Teixeira 15H45 I&DT na Análise e Modelação Estrutural João Cardoso 16H00 Coffee Break 16H45 I&DT no Desenvolvimento de Produtos António Mourão 17H00 I&DT no Controlo Não Destrutivo Telmo Santos 17H15 I&DT no QREN / P2020 Paulo Reis 17H30 Encerramento 15 Abril 2015 Auditório da Biblioteca

3 Estratégias de I&DT nos processos de negócio Virgílio Cruz Machado 15 Abril

4 Agenda A Universidade Nova de Lisboa Grandes desafios Novas realidades industriais / económicas Novas fronteiras tecnológicas Estratégias de I&DT 3

5 UNL Universidade Nova de Lisboa 9 Faculdades Estudantes / Professores (PhD) 42 Centros de I&D 36º no world s top 50 universities under 50 years old 4

6 FCT Ciência e Engenharia 86 Cursos / Estudantes / 550 Professores (PhD) 14 Departamentos / 15 Centros de I&D MadanParque / Uninova / Nova.ID.FCT start-ups + 90 ha 5

7 DEMI Engenharia Mecânica e Industrial 4 Ciclos de estudos Estudantes (mestrado) 50 Estudantes (PhD) 85 investigadores Centro de I&D UNIDEMI - very good 6

8 UNIDEMI I&D em Engª Mecânica e Industrial Systems Engineering and Management Sistemas industriais, produtividade, qualidade, logística, segurança, manutenção, gestão de operações. Manufacturing Technologies and Automation Processos avançado de produção: laser welding, friction stir processing, composites machining and NDT. Fluids and Structures Engineering Interação fluidos-estruturas: conceção e fiabilidade de estruturas em ambientes marítimos e aeroespaciais 7

9 Research domains Areas of work Main General Objective PRODUCT Design & Development PROCESS Design & Development PRODUCTION Technologies OPERATIONS Management Research & Development towards the integration of Engineering and Management Processes 8

10 Agile Manufacturing Design for Manufacturing Facilities Layout Design, Warehousing, Material Handling Production Green Manufacturing Health, strategies Safety & Ergonomics Manufacturing Strategy Process Modeling Business intelligence & Intellectual Capital Digital Platforms & Interoperability Innovation & Entrepreneurship Lean Six Sigma Performance measurement Operations Problem Solving & TRIZ SEM Project, Programs & Portfolio Management Quality Engineering Service Innovation and Management Strategy & Management Systems Supply Chain Management Production & management Mechanical & Industrial Systems Design Axiomatic Design Theory Concurrent engineering Cost engineering Engineering Design Environmentally Conscious Design Management & organizational design Reverse Engineering Robust Design, Sustainability Design Production & mfg technologies Knowledge engineering Information Engineering Systems Simulation Decision Support Life cycle engineering Logistics & Transportation Risk Analysis Systems Simulation SEM FSE Fluid & Structural Interaction Structural Analysis Structural Optimization Product design & development

11 10

12 Projectos DEDICATED NDT SYSTEM TO DETECT LOP ROOT DEFECTS IN FSW OF ALMGSC ALLOYS Development of a customized eddy current non-destructive testing system for the detection of friction stir welding lack of penetration defects on AlMgSc alloys. Customized NDT eddy current probes Friction Stir Welding Manufacturing Engineering R&T - TMDRS AIRBUS Operations GmbH LARGe_SCM Objective: to develop an integrator model to include Lean, Agile, Resilient and Green Supply Chain Management attributes. Lean aims to get close to zero inventories and reduce work-in-process; Agile goes for quick respond to customer inquiries and market changes Resilience is about sustaining disturbances Green refers to sustainability through low emission to the nature and recycling strategy Research Objectives Products A new set of interactive, flexible and printed paper and plastic screens Develop new interactive products based on innovative technology To develop new interactive products based on invisible and ubiquitous technology through making basic and applied research New range of functional nano materials Interactive cork surfaces capable of showing information and changing color capabilities Interactive laminate furniture with interactive games that will be accessible directly from the surface and that will be able to change the external color Consortium/Partners 11

13 12

14 Sabe? Qual a população mundial? Quantos têm acesso a telemóveis? Quantos têm acesso a WCs? Quanto custa um disk drive que possa armazenar toda a música do mundo? 13

15 Sabe? Qual a população mundial? 7 K milhões Quantos têm acesso a telemóveis? 6 K milhões Quantos têm acesso a WCs? 4.5 K milhões Quanto custa um disk drive que possa armazenar toda a música do mundo? ~ 500 euros 14

16 Desafios para a próxima geração Novas realidades industriais / económicas Novas fronteiras tecnológicas 15

17 Realidades industriais / económicas Tecnologia: Inovação a contra-relógio Emprego: Tendências da força de trabalho Produtividade: O que impulsiona a competitividade 17

18 % adoção UNIDEMI R&D Unit in Mechanical & Industrial Engineering Tecnologia: Inovação a contra-relógio 100 Televisão Radio Eletricidade Telefone Automóvel anos 18

19 Emprego: tendência para os serviços Agricultura: valor a partir de colheita da natureza Television Industria: valor a partir de fazer produtos Serviços: Valor de reforçar as capacidades das coisas e interações entre as coisas Source: IBM 19

20 A visão da Produtividade A % de crescimento do PIB foi impulsionado pelo aumento na força de trabalho e do valor adicionado / trab. 100% = 4,1 3,1 3,2 3,3 2,1 2,2 aumentos em valor acrescentado por trabalhador (produtividade) aumentos na força de trabalho (inputs) s 1970s 1980s 1990s 2000s Source: Bureau of Econ. Analysis 20

21 Desafios para a próxima geração Novas realidades industriais / económicas Novas fronteiras tecnológicas 21

22 Saúde Os sistemas de saúde requerem reformas drásticas para aumentar a sua produtividade As organizações prestadoras de serviços de saúde procuram oportunidades para ganhar mercado, preservar receitas, gerir margens e minimizar riscos. 22

23 Energia Integração e otimização de sistemas Smart Grid Cluster 23

24 Desenvolvimento sustentável Proteção ambiental Bem-estar económico Inclusão Social 24

25 Big Data Conjuntos de dados, cujo tamanho está além da capacidade das bases de dados atuais para capturar/armazenar/gerir/analisar. À medida que a tecnologia avança, o tamanho de datasets também irá aumentar. Variam de acordo com o setor da indústria (algumas dezenas de terabytes até vários petabytes). Análise de enormes quantidades de dados para tomar melhores decisões de gestão (segmentação de clientes, desenvolvimento de novos produtos, ) 25

26 26

27 O processo de Inovação Inovação em: Produtos Processos Modelos de Gestão Criando valor 1. Velocidade 2. Qualidade 3. Entrega 4. Custo Desde 1. A conceção até ao lançamento 2. A encomenda até à entrega 3. Ao longo do ciclo de vida 27

28 O processo de Inovação Inovação em: Produtos Processos Modelos de Gestão Níveis de inovação: 1. Otimização de processos 2. Desenvolvimento de novos produtos baseados em processos existentes 3. Desenvolvimento de um novo processo para melhorar um produto existente 4. Desenvolvimento de um novo produto e novo processo 5. Investigação básica 28

29 O processo de Inovação Inovação Radical Incremental Novos produtos e/ou novos processos Alianças estratégicas Desenvolvimento de produtos complexos Radical Inovação Incremental Melhorias de produtos e/ou processos Partilha de boas práticas em Clusters Regionais Empresa Individual Consórcio de empresas 29

30 1. Nº de pessoas a gerarem ideias 2. Muitas ideias são perdidas 3. outras ideias são roubadas Obstáculos à Inovação 4. Gestão de controlo do conhecimento 5. Investimento elevado em I&DT 6. Frustração!?! 7. 30

31 É preciso gerir a inovação Inovação Sistemática Identificar o(s) problema(s) correto(s) Analisar e resolver o(s) problema(s) de forma metódica e sistemática Gerar soluções inovadoras livres da inércia mental Considerar os utilizadores, ambiente aplicacional, infraestrutura, sistema científico, criando um ecosistema de inovação 31

32 Qual a Estratégia 32

33 O Plano Estratégico para I&DT Implementação Análise Identificar e priorizar problemas Estudo de mercado (1-2 m) Preparar plano Recursos humanos, materiais, equipamento Experimentação & teste Validação (12-36 m) Formulação Estudar, avaliar e selecionar opções (1-6 m) 33

34 O projeto de I&DT 1. Onde está a inovação? E a I&D? 2. É no produto? No processo? 3. O Planeamento é adequado? 4. O promotor tem capacidade? 5. A equipa é adequada? 6. Os custos são aceitáveis? 7. E tem mercado? 34

35 As opções de financiamento para I&DT FCT P2020 H2020 I&D Básica / Fundamental Infraestruturas tecnológicas (SCT) I&DT p/ desenvolver produtos & processos Individual ou consórcio Empresas I&DT p/ desenvolver produtos & processos Individual ou consórcio Empresas 35

36 Estrutura do H2020 Pilar 2 Liderança Industrial (17,02 mil milhões EUR) - incentivar o aumento da competitividade da indústria europeia de desenvolvimento e para apoiar a Liderança nas Tecnologias Facilitadoras Industriais, - acesso a Financiamento de Risco - inovação para as PME Pilar 3 Desafios Societais (29,68 mil milhões EUR) Missão: elevar a eficácia da investigação e inovação a fim de dar resposta aos Desafios Societais Apoio a atividades que devem reunir recursos e conhecimentos de diferentes domínios, tecnologias e disciplinas. Pilar I Excelência Científica (24,44 mil milhões EUR). Apoia as atividades do Conselho Europeu de Investigação relativas a investigação de fronteira, as Tecnologias Futuras e Emergentes, as Ações Marie Skłodowska-Curie e as Infraestruturas de Investigação Europeias. 36

37 Financiamento pelo H2020 Ações de Investigação e Inovação (RIA) pesquisa fundamental e aplicada, desenvolvimento de tecnologia e integração. teste e validação de um protótipo em pequena escala Ações de Inovação (IA) produzir planos ou projetos para novos ou melhorados produtos, processos ou serviços. protótipos para demonstrar e pilotar a validação do produto e a sua replicação validação do produto em grande escala e replicação no mercado. 37

38 Financiamento Apoios para as PME Bottom-up: através de um novo Instrumento que será aberto principalmente para as PME (SME Instrument) Top-down: através da participação nas calls publicadas no âmbito dos Pilares Liderança Industrial e Desafios Societais 38

39 Alguns exemplos 39

40 Modelos de negócio, simulação & gamificação Criação de Modelos de Negócio Inovadores Modelação e Simulação de Processos Sistemas de Medição do Capital Intelectual Sistemas de Gestão do Conhecimento Criação de Modelos de Gamificação CONSTRUKNOWLEDGE desenvolvimento de sistema de gestão do conhecimento (QREN: Soares da Costa + CreateIT) Interoperabilidade de Negócio para Plataformas Colaborativas optimização de processos interorganizacionais (FCT: Valorpneu + Delphi) DIGISTART apoiar Startups europeias nos modelos de negócio digitais (H2020: Beta-i+Clusterland+F6S) 40

41 Modelos preditivos e inteligência artificial Modelação Multi-Agentes Algoritmos Genéticos e Redes Neuronais Machine Learning e Redes Bayeseanas Sistemas Periciais Redes Fuzzy VORTAL SOCIAL APPS modelos preditivos de clientes/receita para novas ofertas de serviços (QREN: Vortal) 3i BUILDING modelos preditivos e optimização da eficiência energética e conforto (QREN: Siemens, Hospital Luz, Oceanário) FAST ERGO_X Sistema pericial para análise ergonómica de condições de trabalho (ACT) 41

42 Big data & internet of things Sistemas de extração e tratamento de grandes quantidades de dados da Internet SEMANTIK Extração de dados e análise semântica e sentimento dos Hoteis no Booking e rede sociais (QREN: StepValue) Análise Semântica e de Sentimento Sistemas Inteligentes de IoT EGGY medição e indução de comportamentos energéticos com sistema Internet of Things (EDP Ventures: Startup IoT) 42

43 Plataformas colaborativas e e-procurement Estratégia e Arquitecturas para Sistemas e Plataformas Inter-organizacionais Mapeamento Automático de Catálogos Electrónicos VORTALWAY Desenho de plataforma de e-procurement e interoperabilidade entre plataformas electrónicas (QREN: Vortal) Modelação de Informação e Gestão do Ciclo do Produto Building Information Model (BIM) PLAGE Gestão de projeto e contratação electrónica através do Building Information Model (BIM) (QREN: Vortal, Primavera Software) 43

44 Obrigado pela atenção! V. Cruz Machado https://www.researchgate.net/profile/virgilio_cruz-machado Scopus Author ID: orcid.org/

45 I&DT nos Processos Tecnológicos J. Pamies Teixeira 15 Abril

46 Caracterização da Inovação Inovação Produtos Processos Produtos inteiramente novos Produtos existentes com melhorias significativas Novos processos com novas tecnologias produtivas Melhoria das tecnologias produtivas existentes 46

47 Inovação de produtos UNIDEMI R&D Unit in Mechanical & Industrial Engineering Caracterização dos Riscos Risco moderado/elevado Produto inteiramente novo (Desenvolvimento de produto) Risco elevado Produtos e processos novos (Novo conhecimento técnico-científico) Baixo Risco Risco moderado/elevado Melhoria de produtos existentes (Novos processos/metodologias produtivas) Inovação de processos 47

48 Maquinagem - Maquinagem convencional e Alta velocidade - Estudo sistemático de condições de corte para melhoria da produtividade - Maquinagem de materiais compósitos - Furação profunda (Gun Drilling) Contacto Prof. Pamies Teixeira 48

49 Soldadura e Processos de ligação - Soldadura Laser - Desenvolvimentos em Soldadura por Fricção Linear (FSW) - Processo híbrido de fricção linear com corrente elétrica (FSW + CE ) - Processamento por fricção linear (FSP) para aumentar a resistência ao desgaste de superfícies (partículas de reforço) - Ligações dissimilares por impulso magnético Contacto: Profª. Rosa Miranda 49

50 Recursos Laboratoriais Lab. de caracterização de materiais Lab. de ensaios não destrutivos Lab. de simulação de processos Lab. de processo mecânicos Lab. de processos térmicos 50

51 Obrigado pela atenção! J. Pamies Teixeira

52 I&DT na Análise e Modelação Estrutural João Cardoso 15 Abril

53 Agenda Simulação numérica: Mecânica estrutural Dinâmica de fluidos Laboratórios/Instrumentação Exemplos de I&DT 53

54 Mecânica Estrutural Extensa experiência em análise por elementos finitos (EF) e optimização estrutural Análises estáticas, dinâmicas, transientes, lineares, não lineares, térmicas, etc Adaptação de programas de EF comerciais para análises específicas Desenvolvimento de programas 54

55 Dinâmica de Fluidos Extensa experiência de modelação numérica do escoamento de fluidos, incluindo escoamentos confinados e com superfície livre, em regimes estacionário e transiente Realização de estudos de aerodinâmica industrial Experiência nos domínios da combustão, AVAC, turbomáquinas, hidráulica, etc 55

56 Laboratórios/Instrumentação Construção de sensores para medição de: Forças Deslocamentos Experiência de aquisição de sinal para vários tipos de sensores Desenvolvimento de programas de aquisição e tratamento de dados 56

57 Laboratórios/Instrumentação Laboratórios equipados para: Extensometria eléctrica Análise vibrações Aerodinâmica industrial Ensaio do modelo no túnel de vento Torre de televisão Serra S. Mamede 57

58 Dimensionamento da estrutura de transformadores de potência Grande reforço (GR) do transformador Simulação numérica Displacement [m] Velocity [m/s] x 10 5 Aceleration [m/s 2 ] Time [s] Análise e dimensionamento do GR Análise transiente 58

59 Estudo aerodinâmico de um modelo da Ponte sobre o Rio Corgo Resultados experimentais Sensor Ensaio do modelo no túnel de vento 59

60 Simulação numérica Estudo da secção transversal da Ponte sobre o Rio Corgo Ponte com guarda-ventos (porosidade de 43%) 60

61 Simulação numérica de escoamentos em AVAC 0,3 m/s Climatização do hall do hotel Astoria 0,2 m/s 0,15 m/s Intensidade da velocidade Iso-superfície da intensidade da velocidade 61

62 Simulação numérica do Atrium do Aeroporto de Lisboa Temperatura Intensidade da velocidade 62

63 Simulação numérica da desenfumagem no túnel rodoviário da CRIL Colocação dos ventiladores Intensidade da velocidade Temperatura 63

64 Projecto de estações de elevação para consumo e rega ARIETE AFT Impulse Experimental Sonda de pressão Cota piezometrica(m) Tempo (s) Central de elevação de Alqueva-Alamos Sonda de nível Resposta do reservatório hidropneumático em regime transitório 64

65 Simulação das tomadas de água z y Saída Plano de Simetria Secção superior da zona aberta da tomada de água Estudo do aumento da capacidade de bombagem sem intervenção nos canais de alimentação Frame Aug 2010 title x Volume de detecção da Superfície Livre Parede e fundo Entrada Y Z X Escoamento de aspiração Superfície livre na tomada de água Duplicação das tomadas de água 65

66 Obrigado pela atenção! João Cardoso

67 I&DT no Desenvolvimento de Produtos António Mourão 15 Abril

68 Agenda 1. Definições no âmbito da I&DT 2. O que é I&DT? 3. O que é um produto? 4. O que é um produto novo? 5. Processo de desenvolvimento 6. Projectos bons e maus 7. Informação no desenvolvimento 8. O tempo das decisões 9. mas conhecer o que se anda a fazer é decisivo 10. e em resumo 69

69 1. Definições no âmbito da I&DT Diário da República, 1.ª série N.º de fevereiro de 2015, Portaria n.º 57-A/2015 Regulamento Específico do Domínio da Competitividade e Internacionalização Artigo 2.º Definições i) «Atividades de I&D», as atividades de investigação fundamental, industrial e ou de desenvolvimento experimental; 70

70 1. Definições no âmbito da I&DT y) «Desenvolvimento experimental», a aquisição, combinação, configuração e utilização de conhecimentos e capacidades relevantes, de caráter científico, tecnológico, comercial e outros, já existentes com o objetivo de desenvolver produtos, processos ou serviços novos ou melhores. Tal pode igualmente incluir, por exemplo, atividades que visem a definição conceptual, planeamento e documentação sobre novos produtos, processos ou serviços. yy) «Investigação industrial», a investigação planeada ou a investigação crítica destinada à aquisição de novos conhecimentos e capacidades para o desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços ou para introduzir melhoramentos significativos em produtos, processos ou serviços existentes. vv) «Inovação» corresponde, de acordo com a definição do Manual de Oslo (Eurostat; OCDE, 2005), à introdução de um produto (bem ou serviço) ou processo novo ou significativamente melhorado, de um novo método de marketing ou de um novo método organizacional na prática do negócio, na organização do trabalho ou nas relações externas da empresa. 71

71 2. O que é I&DT? Existem dois modelos para a função principal da I&DT: 1) desenvolver produtos novos; 2) descobrir e criar conhecimento novo 72

72 3. O que é um produto? É forma? É material? É peso? É cor? É rapidez? É eficiência? É simpatia? É? É um conjunto de funções que satisfaz um conjunto de necessidades! 73

73 4. O que é um produto novo? É um produto com funções diferentes das existentes nos produtos actuais? É um produto com funções iguais, mas cumpridas com maior eficiência? 74

74 5. Processo de desenvolvimento Projecto Conceptual Projecto do Produto Projecto de Produção {NC} {RF} {PP} Necessidades do Cliente Requisitos Funcionais Parâmetros do Projecto {VP} Variáveis de Processo Domínio do Cliente Domínio Funcional Domínio Físico Domínio do Processo ì ï í ï îï RF1 RF2 RF3 RF4 ü é ï ê ý = ê ï ê þï ê ë X 0 X 0 0 X X X X 0 X 0 0 X 0 X ùì ú ú ï í úï ú ûîï PP1 PP2 PP3 PP4 ü ï ý ï þï 75

75 6. Projectos bons e maus RF1 Ajustar o caudal na bica da torneira RF2 Ajustar a temperatura na bica da torneira PP 1 posição vertical da alavanca PP 2 posição horizontal da alavanca PP1 posição angular do registo da água fria PP2 posição angular do registo da água quente ìï RF ü í 1 ï ý îï RF 2 þï = é ê X ëx X ùìï ú PP üï 1 í ý Xûîï PP 2 þï ìï RF ü í 1 ï ý îï RF 2 þï = é X 0 ùìï ê ú PP üï 1 í ý ë0 Xûîï PP 2 þï 76

76 Valor relativo UNIDEMI R&D Unit in Mechanical & Industrial Engineering 7. Informação no desenvolvimento Informação sobre o produto Possibilidade de proceder a alterações 77

77 7. Informação no desenvolvimento Com o desenvolvimento da função de custo Custo específico ( /m3) S275JR S235JR Aço S235JR; V= 16 m3 Aço S235JR; V= 20 m3 Aço S275JR; V= 16 m3 S335JR Aço S275JR; V= 20 m3 Aço S355JR; V= 16 m3 300 Aço S355JR; V= 20 m L / Da 78

78 8. O tempo das decisões 79

79 8. O tempo das decisões Tecnologias diferentes para a mesma função Estruturas diferentes para a mesma função 80

80 9. mas conhecer o que se anda a fazer é decisivo 81

81 Síntese de tolerâncias Gabinete de projecto Síntese de tolerâncias + Aptidão dos processos Gabinete de projecto FR i PV k = FR i DP j DP j PV k Desenho técnico 1 (Tolerância x) Desenho técnico 2 (Tolerância y) Desenho técnico 1 (Tolerância x ) Informação 1 Informação 2 Desenho técnico 2 (Tolerância y ) Fábrica 1 Fábrica 2 CEP Fabrica o componente 1: CEP Fabrica o componente 2: Fábrica 1 Fábrica 2 Componente 1 Componente 2 CEP Fabrica o componente 1: CEP Fabrica o componente 2: Componente 1 Componente 2 Fábrica 3 Monta o conjunto: Fábrica 3 Monta o conjunto: Não Estudo funcional do sistema O conteúdo de informação do processo global é mínimo? Simulação da produção com tolerâncias realocadas Síntese de tolerâncias de acordo com um modelo analítico Alargar as tolerâncias para os processos com menor capacidade e, apertar as tolerâncias nos processos com maior capacidade Calcular o conteúdo de informação de cada processo de fabrico e do processo global Cadeia de cotas para cada funcionalidade do conjunto Sim Processo de fabrico 1 Dados do controlo da qualidade 1: N(µ 1, σ 12 ) (C p ) 1 (C pk ) 1 (p f ) 1 Não Síntese de tolerâncias de acordo com um modelo analítico t n 2 t i i 1 Processo de fabrico 2 Dados do controlo da qualidade 2: N(µ 2, σ 22 ) (C p ) 2 (C pk ) 2 (p f ) 2 Montagem Computação do nível sigma Desenhos técnicos com as tolerâncias (t i ) de cada componente (C pk ) 1 (C pk ) 2 (C pk ) i Processo de fabrico n Dados do controlo da qualidade n: N(µ n, σ n2 ) (C p ) n (C pk ) n (p f ) n Sim Fim 82

82 10. e em resumo descobrir e criar conhecimento novo sobre assuntos científicos e tecnológicos, com o objectivo de possibilitar o desenvolvimento de produtos novos e que estes possam ter valor comercial é uma missão da cooperação das empresas e das universidades! 83

83 Obrigado pela atenção! António Mourão

84 I&DT no Controlo Não Destrutivo Telmo Santos 15 Abril

85 Agenda Áreas e estratégia de investigação em CND Meios laboratoriais Exemplos de projetos de I&DT Propostas de trabalho 86

86 Ensaios Não Destrutivos (END): deteção de defeitos ou medição de propriedades num material ou componente, sem prejuízo das suas propriedades ou utilidade futura. 3) Caracterização de materiais 87

87 Competências transversais em END. Sistemas de END customizados para aplicações industriais específicas. 88

88 NDTLab FCT/UNL 89

89 NDTLab FCT/UNL 90

90 END convencionais Partículas Magnéticas Líquidos Penetrantes Raios-X Correntes Induzidas Ultrassons Endoscopia 91

91 Equipamento homemade Dispositivos automatizados de inspeção 92

92 Impressão 3D FDM (Termoplástico) Instrumentação e controlo: Aquisição de dados (DAQ): I, V, temperatura, campo magnético, condutividade, fotometria 93

93 Analisador de Impedâncias Hioki 3532 Source Measurement Units Keithley 2450 Digital Nanovoltmeter Keithley 2182A Medição de R, L e C; Varrimento em freq. de 50 Hz a 5 MHz; Determinação de frequências de ressonância. Aplicações Ensaios four-point potential drop measurements (DC); Medição de I, V, R; Resolução: 10 nv, 10 fa. Caracterização de materiais/elementos de baixa resistividade; Medição efeito de Hall; Resolução: 1 nv Imped. entra.: >10 GΩ 94

94 Conceção, simulação, produção e validação de sondas de correntes induzidas customizadas. 95

95 Conceção, simulação, produção e validação de sondas de correntes induzidas customizadas. Liga AlMgSc SFL 96

96 Inspeção de cabos em material compósito para elevadores. 97

97 Sondas de Correntes Induzidas customizadas para inspeção de tubos. 98

98 Inspeção automatizada de componentes aeronáuticos com correntes Induzidas. Sonda de Correntes Induzidas Indicação dos defeitos 99

99 Monitorização de dano em material compósito GLARE com medição da impedância elétrica. GLAss-REinforced Fibre Metal Laminate (GLARE) 100

100 Deteção de micro e nano defeitos superficiais com células bacterianas (MicroBac PTDC/EME-TME/118678/2010. Defeito com 0,5 µm Seminário na FCT-UNL: 4.Junho.2015 Micro soldadura laser em NiTi Células bacterianas Micro defeito em Powder Injection Molding (PIM) Nano indentações 101

101 Caracterização de materiais processados com base na medição de campos de condutividade elétrica. Base Material HAZ HAZ Nugget HAZ AA7075-T6 Friction Stir Welding Mapeamento da condutividade elétrica 102

102 Caracterização de materiais magnéticos com mapeamento: - De condutividade elétrica (CI e 4P); - De campo magnético com sondas de efeito de Hall. Soft Magnetic Alloys by Metal Injection Molding 103

103 Propostas de trabalho: Sistemas de END e sondas de Correntes Induzidas customizados; Caracterização de materiais (processados ou não) com END; END com células bacterianas para a deteção de micro defeitos superficiais; Processo hibrido de Soldadura por Fricção Linear (ligas de alumínio) assistida por corrente e/ou com bases com novas funcionalidades. 104

104 Tecnologia de prototipagem rápida (impressoras 3D) hibrida para ligas metálicas de baixo ponto de fusão; Impressão 3D de liga metálica: Sn/Pb Reforço de superfícies (com partículas abrasivas) por processamento no estado sólido. 105

105 Obrigado pela atenção! Telmo Santos

106 I&DT no QREN / P2020 Paulo Reis 15 Abril

107 I&DT NA COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS: EXEMPLOS E PROPOSTAS DE TRABALHO PORTUGAL 2020 CAMPUS DA FCT/UNL, 15 DE ABRIL 2015 SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA

108 F. INICIATIVAS 2014 PRESENTE EM 7 PAÍSES 3 CONTINENTES MAIS DE CLIENTES 17 ESCRITÓRIOS PROJETOS ELABORADOS ANUALMENTE MM POUPANÇA ANUAL PARA OS CLIENTES 500 COLABORADORES +45% SÃO MULHERES 80% A NOSSA FORÇA DE TRABALHO É COMPOSTA POR ENGENHEIROS EM DIVERSAS ESPECIALIDADES, INCLUINDO DOUTORADOS VOL. NEG. DO GRUPO 45MM EM EUROS SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA

109 1. O QUE É PORTUGAL 2020 Trata-se do ACORDO DE PARCERIA adotado entre Portugal e a Comissão Europeia, que reúne a atuação dos 5 Fundos Europeus Estruturais e de Investimento FEDER Fundo de Coesão FSE FEADER FEAMP no qual se definem os princípios de programação que consagram a política de desenvolvimento económico, social e territorial para promover, em Portugal, entre 2014 e Portugal vai receber 25 mil M até SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA

110 2. PRINCIPAIS EIXOS ESTRATÉGICOS DO PORTUGAL Programas Operacionais Temáticos no Continente Competitividade e Internacionalização M Inclusão Social e Emprego M Capital Humano M Programa Operacional Competitividade e Internacionalização Projetos Individuais de médias empresas Projetos Conjuntos Projetos multirregionais Sustentabilidade e eficiência dos recursos M 5 Programas Operacionais Regionais no Continente Norte M Centro M Lisboa 833 M Alentejo M Programas Operacionais Regionais Projetos Individuais de micro e pequenas empresas Algarve 319 M 2 Programas Regionais nas Regiões Autónomas Madeira 403 M Açores M 4 SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA

111 3. ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE (RIS 3 ) CCDR-Alentejo CCDR-Algarve CCDR-Centro CCDR-Norte CCDR-LVT 5 SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA

112 4. ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE (RIS 3 ) 1. Turismo e hospitalidade 2. Mobilidade e transportes 3. Meios criativos e Indústrias culturais 4. Investigação, Tecnologias e Serviços Saúde 5. Prospeção e valorização de recursos marinhos Afirmar o destino turístico Lisboa em torno de uma marca e de um produto com posicionamentos sólidos e melhorar a qualidade do serviço da oferta turística instalada, por forma a aumentar o nível de atratividade e de predisposição dos turistas à permanência. Potenciar o cluster da indústria automóvel e suas componentes explorando as suas sinergias com sectores emergentes da aeronáutica e indústria do espaço e afirmar Lisboa como polo de desenvolvimento e região piloto de implementação de projetos demonstradores na área da mobilidade suave e eficiência energética. Fortalecer os elementos de articulação da cadeia de valor das atividades que compõem o domínio dos meios criativos e indústrias culturais, robustecendo a capacidade de atuação nas etapas ligadas à experimentação, ganhando maior capacidade de orientação para a produção de conteúdos mercantilizáveis e valorizando mecanismos de atuação estruturados a partir de plataformas colaborativas. Sustentar a excelência da formação na saúde em Portugal, aprofundar a sua orientação aplicada para a produção, através do apoio à investigação aplicada e dirigida ao mercado e à eficiência industrial, e promover a dinamização de serviços de saúde e da capacidade de internacionalização do setor. A Região de Lisboa, que hospeda a única cidade capital europeia do Oceano Atlântico, reconhece que o seu desenvolvimento passa pela especialização numa economia do mar inovadora e internacionalizada, que abra ainda mais esta região ao mundo e que explore e tire partido das suas condições únicas: as suas bacias hidrográficas, a sua orla costeira e a massa crítica de conhecimento especializado que detém nos domínios ligados à economia do mar, afirmando a Região como um centro de excelência na exploração sustentável do mar à escala europeia e mundial. 6 SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA

113 5. REGIÃO LISBOA Eixo Prioritário (EP) M EP1 - Investigação, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação EP2 - Reforço da Competividade das PMEs EP3 - Transição para uma Economia de baixo teor de carbono 55 EP4 - Preservação e Proteção do Ambiente 15 EP5 - Promoção da Sustentabilidade e Qualidade do Emprego EP6 - Promoção da Inclusão Social e Combate à Pobreza EP7 - Investimento na Educação e Formação ,6 EP8 - Desenvolvimento Urbano Sustentável 74 EP9 - Assistência Técnica 24.3 Total 833 POR Lisboa/QREN: , , % 7 SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA

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