59. As perguntas dos estudantes sobre reações químicas e os livros didáticos: uma análise comparativa e compreensiva

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2 59. As perguntas dos estudantes sobre reações químicas e os livros didáticos: uma análise comparativa e compreensiva Juliana Grosze Nipper Carvalho 1 e Maurivan Güntzel Ramos 2 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, Brasil Resumo 1 2 O presente artigo apresenta uma análise comparativa e compreensiva a respeito das perguntas que os estudantes fazem sobre reações químicas, com o que abordam os livros didáticos e com o que é apresentado nos documentos educacionais oficiais sobre esse tema. Palavras chave Perguntas dos alunos, reações químicas, livros didáticos. Introdução A presente investigação teve como objetivo analisar as perguntas que estudantes de ensino médio fizeram sobre o tema Reações Químicas, e comparar essas perguntas com os conteúdos previstos nos livros didáticos aprovados no Programa Nacional do Livro Didático - PNLD 2012 e com o que é apresentado nos documentos educacionais oficiais Brasileiros 1 com relação a esse tema. Acredita-se que, ao perguntar, o estudante dispõe-se a aprender. Para Freire e Faundez (1985, p. 25): [...] o conhecer surge como resposta a uma pergunta. A pergunta, a dúvida, o problema desencadeia uma procura. Leva a um movimento no sentido de encontrar soluções. Esse movimento também é movimento de aprender. Assim, a pergunta dos estudantes no contexto da aprendizagem em sala de aula é comparada com o que propõem livros didáticos de química e o que recomendam os documentos educacionais oficiais brasileiros de ensino médio. 1 Os documentos são os Parâmetros Curriculares Nacionais PCN (Brasil, 1997), as Orientações Curriculares Nacionais - OCN (Brasil, 2007) e as Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN + (Brasil, 2006). Foram utilizados esses documentos, pois constituem base legal do edital do PNLD No entanto, pela edição das novas Diretrizes Curriculares, em 2012, esses documentos perderam sua validade do ponto de vista legal. 351

3 Presente y futuro de la enseñanza de las ciencias Fundamentação teórica A pergunta do estudante nem sempre é estimulada em aula, principalmente, por questões culturais que valorizam a transmissão em detrimento da investigação (Wells, 2000). Em geral, o professor pergunta e o estudante responde. Percebe-se que os estudantes têm dificuldade em perguntar, mas o fato de o aluno perguntar é um ponto de partida para a reconstrução de seus conhecimentos. Segundo Ramos (2008), os alunos só conseguem fazer perguntas sobre algo que já conhecem, ou seja, só aprendemos sobre o que já conhecemos. As dúvidas surgem de algum conhecimento. Nesse sentido, alguns autores, como Demo (2007), assume a importância da pergunta dos estudantes para o ensino e para a aprendizagem, sendo o questionamento, uma das etapas do educar pela pesquisa. A educação pela pesquisa consagra o questionamento reconstrutivo, com qualidade formal e política, como traço distintivo da pesquisa (Demo, 2007, p. 10). Por outro lado, a importância da análise dos livros aprovados no PNLD 2012 se dá no sentido de que esses livros são considerados adequados para o ensino de química pelo Ministério da Educação. O PNLD é um dos mais importantes programas do Ministério da Educação, que tem por objetivo avaliar os livros didáticos por meio de equipes de especialistas a fim de escolher os livros mais adequados para serem distribuídos para todas as escolas públicas do País. Esses livros estão baseados em documentos educacionais oficiais. Por isso, também é importante analisar o que recomendam esses documentos sobre o tema proposto aos alunos. Em síntese, pretendeu-se neste estudo compreender a relação entre o que os alunos querem aprender sobre Reações Químicas, e identificar aproximações e afastamentos com o que propõem os livros didáticos e os documentos oficiais. Assim, a questão central do estudo é: os livros didáticos e os documentos oficiais dão conta do que os estudantes querem conhecer? Metodologia Na pesquisa, que teve abordagem qualitativa e compreensiva, participaram 143 estudantes do 1º ano do ensino médio de quatro escolas de Porto Alegre-RS, Brasil. Os objetos de análise foram as perguntas formuladas pelos estudantes, os documentos educacionais oficiais e as cinco coleções de livros didáticos aprovadas no PNLD Para a análise dos documentos e dos livros foi utilizada a análise documental. Durante a leitura dos documentos oficiais e de todos os livros didáticos foram destacadas as ideias mais importantes a serem analisadas e discutidas. Para análise das perguntas foi utilizada a Análise Textual Discursiva 2 Foram analisadas as seguintes coleções: 1) Canto, E. L. do.; Peruzzo, F. M. Química na abordagem do cotidiano. São Paulo: Moderna, ) Reis, M. Química, Meio Ambiente, Cidadania, Tecnologia. São Paulo: FTD, ) Machado, A. H.; Mortimer, E. F. Química. São Paulo: Scipione, ) Santos, W. L. P. dos; Mol, G. de S. Química para a nova geração: química cidadã. São Paulo: Nova Geração, ) Lisboa, J. C. F. et al. Ser Protagonista: Química. São Paulo: Edições SM,

4 Carvalho e Ramos (Moraes e Galiazzi, 2011), a qual compreende as seguintes etapas: na unitarização há uma desmontagem do texto em unidades de significado; na categorização reúnem-se as unidades de significado semelhantes; e na produção de metatextos elaboram-se textos para cada categoria a partir do conteúdo das unidades de significados pertinentes, fazendo-se a interlocução com teóricos numa perspectiva interpretativa. Resultados e discussões Os documentos recomendam que os estudantes compreendam as reações ou transformações químicas que acontecem no mundo de modo que possam julgar e tomar decisões a respeito dessas transformações. Recomendam também que o estudante desenvolva competências, considerando a química como uma ciência que tem uma linguagem própria na representação de reações químicas. Os documentos criticam a mera memorização de fórmulas, símbolos e nomes de substâncias, por não contribuírem para a aprendizagem significativa para os estudantes. Em relação aos conhecimentos de química, os documentos propõem explicitar o caráter dinâmico, multidimensional e histórico. Em relação à análise dos livros didáticos, pode-se afirmar que as cinco coleções de livros didáticos apresentam capítulo específico sobre Reações Químicas. Às vezes, até mais de um. No entanto, as abordagens não tratam somente dos tipos de reações químicas. Em todas as coleções outros aspectos relacionados ao estudo das reações químicas estavam presentes. Também, pode-se afirmar que todas as coleções apresentam vários exemplos de reações químicas e em geral são exemplos relacionados à realidade, com a pretensão de contextualizar o ensino. Também foram encontradas muitas ilustrações associadas a reações químicas, e tanto os textos quanto as imagens permitem que os estudantes tenham noção do que são reações químicas, de algumas aplicações e onde estão presentes. Também foram encontrados em todas as coleções fatos associados à história das reações químicas. E, por último, todas as obras apresentam propostas de experimentação sobre o tema. Assim, pode-se concluir que todos os livros que foram aprovados no PNLD 2012 contemplam variados assuntos sobre o tema de reações químicas, que constam nas recomendações dos documentos oficiais. Na continuidade do estudo, foi solicitado que os estudantes propusessem três perguntas sobre o que gostariam de aprender sobre reações (ou transformações) químicas. Essa atividade foi proposta antes mesmo que alunos estudassem esse tema em estudos nas escolas, pois a ideia foi usar as perguntas para organizar o currículo escolar sobre esse tema. Assim, foram obtidas 423 perguntas sobre o tema, pois alguns não elaboraram as três questões. Da análise das perguntas emergiram 12 categorias, a saber: 1) Perguntas contendo dúvidas sobre as reações químicas (90 perguntas); 2) Perguntas sobre definição de reações químicas (88); 3) Perguntas sobre para que servem as reações químicas (46); 4) Perguntas sobre como funcionam as reações químicas (45); 5) Perguntas sobre reações 353

5 Presente y futuro de la enseñanza de las ciencias químicas relacionadas ao ser humano (34); 6) Perguntas sobre tipos de reações (24); 7) Perguntas sobre constituição das reações químicas (21); 8) Perguntas sobre origem das reações químicas histórico (18); 9) Perguntas associadas a exemplos de reações químicas (16); 10) Perguntas sobre características das reações químicas evidência de ocorrência (11); 11) Perguntas sobre representação das reações químicas e estequiometria (4); 12) Perguntas sobre conceitos não diretamente relacionados (26). Para relacionar as análises dos documentos oficiais com as perguntas dos estudantes e ainda com os livros didáticos, foi elaborado um quadro, em que foram utilizadas frases extraídas nos documentos legais, categorias que emergiram por meio das perguntas dos estudantes e trechos retirados da análise dos livros. O quadro relacional partiu das 12 categorias de perguntas, seguido das análises dos livros e dos documentos. Assim, a partir do quadro relacional, originaram categorias temáticas gerais. São elas: 1) Dúvidas de diversos conceitos; 2) Conceito e definição; 3) Importância e utilidade; 4) Funcionamento; 5) Ser humano e ambiente; 6) Tipos; 7) Constituição; 8) Origem e teoria; 9) Exemplos; 10) Características e propriedades; 11) Representação; 12) Conceitos em geral. Isso mostra que todas as categorias de perguntas dos estudantes estão contempladas nos livros didáticos e, de certa forma, nos documentos oficiais. No entanto, não necessariamente o conteúdo específico das perguntas foram contemplados, pois, em geral elas eram diretamente vinculadas à realidade e ao contexto dos estudantes. Por exemplo, não foram encontradas diretamente respostas a perguntas como: Existe alguma substância que misturada ao alvejante forma um composto ácido?, ou Qual a reação química que acontece ao acender um fósforo? ou ainda Tem como colocar fogo em alguma coisa usando um ácido?. Considerações finais As análises das perguntas, dos documentos e das coleções de química, permitem concluir que os livros e os documentos dão subsídios suficientes para que os estudantes busquem as respostas a suas perguntas. Porém, é importante salientar que não basta ter somente o acesso às informações. É importante que o professor, por meio de sua função de mediação, estabeleça conexões entre os alunos e os livros didáticos, pois nem todas as perguntas dos estudantes estavam presentes nas coleções, estavam presentes apenas as categorias. Ou seja, a categoria abrange um determinado leque de informações, por isso, cabe ao professor auxiliar e complementar essas informações. Portanto, acredita-se que as perguntas dos estudantes podem contribuir para um processo mais efetivo de contextualização do ensino, tornando as aprendizagens mais concretas e com significado para os estudantes. Nesse caso, livros didáticos mais qualificados podem ser um dos recursos a serem utilizados pelos estudantes, sendo necessária, no entanto, a qualificada mediação do professor pela incompletude desses recursos. 354

6 Carvalho e Ramos Referências bibliográficas Brasil, Ministério da Educação (1997). Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC. Brasil, Ministério da Educação (2002). Orientações Curriculares Complementares aos parâmetros curriculares nacionais: ciências da natureza, Matemática e suas tecnologias. PCN+. Brasília: MEC. Brasil, Ministério da Educação (2006). Orientações Curriculares para o Ensino Médio: ciências da natureza, Matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC. Brasil, Ministério da Educação (2011). Guia de Livros Didáticos: PNLD 2012: Química. Brasília: MEC. Demo, P. (2007). Educar pela Pesquisa (8.ª ed.). Campinas: Autores Associados. Freire, P. e Faundez, A. (1985). Por uma pedagogia da pergunta. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Moraes, R. e Galiazzi, M. C. (2011). Análise textual discursiva. Ijuí: Editora Unijuí. Ramos, M. G. (2008). A importância da problematização no conhecer e no saber em Ciências. Em M. C. Galiazzi et al., Aprender em rede na educação em Ciências (pp ). Ijuí: Editora UNIJUÍ. Wells, G. (2000). Dialogic inquiry in education: building on the legacy of Vygotsky. Em C. D. Lee e P. Smagorinsky, Vygotskian perspectives on literacy research (pp ). New York: Cambridge University Press. 355

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