Daniela Albano 1 ; Larissa Leite 1 ; Antônio José Pereira 2

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1 A CONTRIBUIÇÃO DO USO CONSCIENTE DOS MOVIMENTOS OCULARES LATERAIS PARA A MELHORIA DO RENDIMENTO ESCOLAR DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO AO ENSINO PROFISSIONALIZANTE Daniela Albano 1 ; Larissa Leite 1 ; Antônio José Pereira 2 1. Alunas do Curso Técnico em Agropecuária IFC-Câmpus Câmboriú 2. Prof. Orientador IFC-Câmpus Câmboriú 1 INTRODUÇÃO Na história de cada pessoa, não considerando aquelas com problemas neurológicos ou psicológicos que interferem na sua capacidade de aprender, é possível identificar muitas situações onde a dificuldade na manipulação de números está associada a problemas de aprendizado nos bancos escolares. Desde as primeiras séries do ensino fundamental mantemos contato, de modo formal, com os números e com a disciplina de matemática, passando a perceber nossas dificuldades ou facilidades em executar as diversas operações com números e formas geométricas. Ao longo da história foram desenvolvidas várias teorias educacionais para melhorar a relação ensino-aprendizagem e acompanhar a evolução dos indivíduos e da sociedade. Cada uma delas há seu tempo apresentou estratégias de obter os melhores resultados. Com relação aos problemas de aprendizagem observados no ensino de matemática, Sanchez (2004, citado por Almeida, 2006) afirma que: Podem ocorrer dificuldades mais intrínsecas, como bases neurológicas alteradas. Atrasos cognitivos generalizados ou específicos. Problemas lingüísticos que se manifestam na matemática; dificuldades atencionais e motivacionais; dificuldades na memória, etc. Dificuldades originadas no ensino inadequado ou insuficiente, seja porque à organização do mesmo não está bem sequenciado, ou não se proporcionam elementos de motivação suficientes; seja porque os conteúdos não se ajustam às necessidades e ao nível de desenvolvimento do aluno, ou não estão adequados ao nível de abstração, ou não se treinam as habilidades prévias; seja porque a metodologia é muito pouco motivadora e muito pouco eficaz (p. 2). Esta pesquisa vai utilizar os conhecimentos de uma linha de estudo da subjetividade humana, denominada Programação Neurolinguística (PNL), para testar a hipótese de que uso consciente dos movimentos oculares laterais (O Connor, 2003, p. 59) proporciona a melhoria do rendimento acadêmico de alunos do ensino médio integrado ao ensino técnico profissionalizante, na disciplina de matemática. A PNL pode ser definida, segundo O CONNOR,J, 2003, como o estudo da experiência subjetiva. De acordo com a Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPL), As técnicas da PNL foram desenvolvidas na Universidade da Califórnia, na década de 1970, pelos norte-americanos Richard Bandler e John Grinder. Analisando pessoas consideradas bem sucedidas em suas áreas de atuação, os dois identificaram de que forma elas agiam para ultrapassar obstáculos e assim chegar aos resultados desejados. A partir dessa conclusão, a dupla decodificou a maneira como essas pessoas elaboravam seus objetivos até conseguirem a solução desejada e como era estruturada a estratégia desse processo de pensamento. Bandler e Grinder também compreenderam como essas pessoas conseguiam superar suas limitações para potencializar suas qualidades e recursos intelectuais. Os principais fatores que as levavam a resultados excelentes eram a capacidade de tomar decisões e, principalmente, a habilidade para se comunicar. Com essas conclusões, a dupla passou a testar o uso dos mesmos padrões por outras pessoas, descobrindo que era 1 Aluna da turma AB10

2 possível modelar estratégias bem sucedidas para alcançar resultados semelhantes na vida profissional e pessoal (SBPL, 2011). Os movimentos oculares laterais que serão utilizadas nessa pesquisa foram identificados por Richard Bandler e por John Grinder a partir da observação criteriosa do comportamento de muitas pessoas, fazendo parte, deste então, das diversas técnicas utilizadas pela PNL. Assim, eles observaram que, dependendo do tipo de pensamento que estão tendo, as pessoas movimentam os olhos em direções sistemáticas. Estes movimentos são chamados pistas visuais de acesso (ANDREAS, C.; ANDREAS, S., 1993, p.266). Os movimentos oculares laterais, Figura 1, segundo BIASE, W., 1998, evidenciam a procura interna: neste caso, a direção do movimento é determinada pelo sistema representacional envolvido na busca e pelos circuitos neurais ativados arquivos de memória/imaginação criadora (p.33). Figura 1 Movimentos oculares laterais (Fonte: BIASE, W., 1998) V c Visual construído: imagens mentais de coisas nunca antes vistas ou vistas de outra forma. V r Visual recordado: imagens mentais de coisas vistas anteriormente. A c Auditivo construído: sons mentais nunca antes ouvidos. A r Auditivo recordado: sons mentais ouvidos anteriormente. C Cinestésico: sentir emoções, sensações táteis, gustativas, olfativas ou proprioceptivas (musculares). Ad i ou DI Auditivo digital interno ou Diálogo Interno: falar mentalmente consigo mesmo. A presente pesquisa não pretende fazer referência à localização do armazenamento das informações no cérebro, mais sim a constatação de que a movimentação dos olhos, de forma consciente, facilita o acesso aos tipos de informações armazenadas no cérebro (imagens, sons, sensações e diálogo interno) e sua utilização nos processos cognitivos. 2 OBJETIVO Avaliar a eficiência do uso consciente dos movimentos oculares laterais na melhoria do rendimento acadêmico de alunos do ensino médio integrado ao ensino técnico profissionalizante, na disciplina de matemática. 3 MATERIAL E MÉTODOS O presente projeto trata, segundo o objetivo proposto, de uma pesquisa exploratória. A pesquisa exploratória é aquela que se caracteriza pelo desenvolvimento e esclarecimento de idéias, com o objetivo de oferecer uma visão panorâmica, uma primeira aproximação a um determinado fenômeno que é pouco explorado. Esse tipo de pesquisa também é denominada pesquisa de base, pois oferece dados elementares que dão suporte para a realização de estudos mais aprofundados sobre o tema. (GONÇALVES, 2007, p.67) Trata-se, também, de uma pesquisa aplicada pois, segundo Lakatos e Marconi (2066, p.19), citando Ander-Egg (1978, p.33), caracteriza-se por seu interesse prático, isto é, que os resultados sejam aplicados ou utilizados, imediatamente, na solução de problemas que ocorrem na realidade. Com relação à natureza dos dados a serem coletados, segundo GONÇALVES, 2007, p.69, a pesquisa caracteriza-se como quantitativa pois os dados obtidos serão analisados estatisticamente.

3 3.1 Procedimentos para coleta de dados A pesquisa será realizada no Instituto Federal Catarinense Campus Camboriú, durante o 1º semestre de 2012, com alunos do primeiro ano da disciplina de matemática do ensino médio integrado aos cursos técnicos profissionalizantes. Inicialmente serão identificados os alunos do primeiro ano, da disciplina de matemática, que obtiveram rendimento inferior à nota 7,0, através da análise da média final do 1º bimestre de 2012, obtida na Secretaria de Registros Escolares da Escola. Os alunos com média inferior a 7,0 serão convidados, através de abordagem direta e individual, a participarem da pesquisa. Aos alunos que concordarem em participar da pesquisa será oferecido um curso de formação sobre a utilização consciente dos movimentos oculares laterais, ministrado pelo orientador. Durante o 2º bimestre de 2012 os pesquisadores farão contatos sistemáticos com os alunos participantes da pesquisa para identificar e sanar dificuldades encontradas para o uso consciente dos movimentos oculares laterais. Como objetivo de lembrar, de forma discreta, o compromisso dos participantes da pesquisa para o uso consciente dos movimentos oculares laterais, será fixado um cartaz, com a indicação dos movimentos oculares laterais dos destros, acima do quadro branco das salas onde há alunos participantes da pesquisa. No final do 2º bimestre de 2012 serão verificadas as notas, na disciplina de matemática, dos alunos participantes da pesquisa. Será aplicado um questionário aos alunos participantes da pesquisa para identificar a percepção deles sobre o uso consciente dos movimentos oculares laterais. Os dados a serem analisados serão obtidos pela tabulação das notas dos alunos antes e depois de utilizarem os movimentos oculares laterais e das respostas aos questionários aplicados. Durante a pesquisa, além de acompanhar e orientar a atuação dos alunos pesquisadores, o orientador estará à disposição dos envolvidos na pesquisa para sanar dúvidas referentes ao uso da técnica dos movimentos oculares laterais. Optou-se por não interferir na forma como o conteúdo é ministrado e no sistema de avaliação da disciplina de matemática, nos moldes utilizados pelo Instituto Federal Catarinense-Campus Camboriú, pois está claro no objetivo da pesquisa a verificação do aprendizado obtido pelos alunos envolvidos na pesquisa, tendo como objeto de estudo a única variável nova no processo de ensino aprendizagem. 3 RESULTADOS E DISCUSSÕES A pesquisa contou com a participação de 31 alunos, com média inferior a 7,0 na disciplina de Matemática, participantes da formação sobre o uso consciente dos movimentos oculares laterais, oferecida pelo orientador no dia 16/05/2012, das 12h às 13h 30min. Com relação ou uso da técnica dos movimentos oculares laterais, cabe ressaltar que 36% dos alunos utilizaram para lembrar de informações, 27% utilizaram para responder questões nas avaliações, 12% utilizaram para criar imagens ou sons e 12% para melhorar o raciocínio. Considerando que cada aluno poderia assinalar mais de uma alternativa no questionário aplicado (respondido por 30 alunos), chama a atenção o percentual de 9% para o uso da técnica para estudar para as avaliações, dando-nos a noção de que a maioria dos alunos não alterou a sua forma de estudar. Cabe ressaltar que 2 alunos (4%) afirmaram que não utilizaram a técnica em nenhum momento, coincidindo com o número de alunos que afirmaram não ter entendido como utilizar a técnica. Quando perguntados sobre os resultados obtidos com o uso da técnica, de forma intencional, podendo escolher apenas uma das alternativas apresentadas, a maioria dos alunos,

4 70% (21 alunos), afirmaram que obtiveram resultados positivos, contra 23% (7 alunos) que afirmaram ter utilizado a técnica, mas não obtiveram nenhum resultado. O número de alunos que não utilizou a técnica em nenhum momento, 2 alunos (7%), coincide com o número de alunos que afirmaram não ter entendido como usar a técnica. Aqueles alunos que afirmaram ter obtido algum resultado com o uso da técnica, quando perguntados em quais disciplinas obtiveram os melhores resultados, citaram 14 disciplinas diferentes, destacando Biologia com 21% e Matemática com 17% de citações. Observando o percentual de citação de cada disciplina, entre os maiores percentuais podemos observar que a técnica dos movimentos oculares laterais proporcionou a obtenção de resultados tanto nas disciplinas com cálculos (Física 10%, matemática 17% e Química 12%) quanto nas disciplinas sem cálculos (História 12% e Português 10%), mostrando que não há limitação para a obtenção de resultados positivos com o uso da técnica em nenhuma das disciplinas do curso. Podendo escolher mais de uma das alternativas expostas, foi solicitado aos alunos que obtiveram algum resultado com o uso da técnica, que respondessem no que obtiveram os melhores resultados. A maioria dos alunos (55%) escolheu as opções relacionadas à sua atuação em sala de aula, enquanto 45% escolheu as opções relacionadas a sua atuação no diaa-dia. Ao verificar a evolução das notas dos alunos das turmas AA12, AB12 e CA12 (turmas dos alunos participantes da pesquisa) na disciplina de Matemática, do 1º para o 2º bimestre, apresentada na tabela 1, considerando que o cartaz estava à vista de todos os alunos, constatamos que a maioria dos alunos participantes da pesquisa, 80,6%, obteve melhora nas notas. Entre os mesmos alunos, apenas 16,1% (5 alunos) não obtiveram melhora nas notas e 3,2% (1 aluno) não teve alteração nas notas. Entre os alunos das mesmas turmas, não participantes da pesquisa, verificamos que não houve diferença significativa no percentual entre os que melhoraram e os que não melhoraram suas notas, conforme a tabela 1. Tabela 1 - Evolução das notas dos alunos das turmas AA12, AB12 e CA12, do 1º para o 2º bimestre/2012, na disciplina de Matemática. (Turmas com alunos participantes da pesquisa) Participantes da Pesquisa Não Participantes da Pesquisa nº alunos % nº alunos % Melhoraram a nota 25 80,6% 45 50,0% Não melhoraram a nota 5 16,1% 38 42,2% Não houve mudança 1 3,2% 7 7,8% TOTAL Ao verificarmos a melhoria das notas entre os alunos das turmas onde não há alunos participantes da pesquisa e que não tiveram o cartaz fixado na sala, constatamos que não houve diferença significativa entre os que melhoraram as notas (46,8%) e os que não melhoraram as notas (49,4%) na disciplina de Matemática, conforme mostra a tabela 2. Tabela 2 - Evolução das notas dos alunos das turmas IA12 e TH12, do 1º para o 2º bimestre/2012, na disciplina de Matemática. (Turmas não participantes da pesquisa) Turmas Não Participantes da Pesquisa nº alunos % Melhoraram a nota 37 46,8% Não melhoraram a nota 39 49,4% Não houve mudança 3 3,8%

5 TOTAL 79 Considerando a média geral dos grupos de alunos, conforme a tabela 3, constatamos a significativa evolução dos alunos que participaram da pesquisa e utilizaram a técnica dos movimentos oculares laterais de forma intencional. Entre os alunos que não participaram da pesquisa e consequentemente não participaram da formação sobre o uso da técnica, praticamente não houve diferença na média. Verificou-se que nas turmas onde estava fixado o cartaz não houve queda na média e que nas turmas onde o cartaz não foi fixado ocorreu a diminuição da média geral. Tabela 3 - Evolução da média geral, do 1º para o 2º bimestre/2012, na disciplina de Matemática. Média inicial Média final Diferença % evolução Participantes da pesquisa (AA12-AB12-CA12) 5,8 7,2 1,4 23,3% Não participantes da pesquisa (AA12-AB12-CA12) 7,2 7,4 0,2 2,9% Não participantes da pesquisa (IA12-TH12) 7,3 7,1-0,2-2,8% 4 CONCLUSÃO Considerando que todas as turmas analisadas (turmas AA12, AB12, CA12, IA12 e TH12) tiveram o mesmo conteúdo da disciplina de Matemática, que nas turmas onde havia alunos participantes da pesquisa (turmas AA12, AB12 e CA12) a matéria foi ministrada pelo mesmo professor, que não houve nenhuma interferência dos pesquisadores na forma como a disciplina foi ministrada ou no processo de avaliação e analisando os dados obtidos, podemos concluir que o uso intencional da técnica dos movimentos oculares laterais interferiu de forma positiva e significativa na melhoria do aprendizado dos alunos e, por consequência, no seu rendimento acadêmico. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, Cínthia Soares de (2006). Dificuldades de aprendizagem em Matemática e a percepção dos professores em relação a fatores associados ao insucesso nesta área. Disponível em acesso em 21 fev ALVES, E. V. (2005). Um Estudo Exploratório Das Relações entre Memória, Desempenho e os Procedimentos Utilizados na Solução de Problemas Matemáticos. Tese de Doutorado em Educação, UNICAMP. Disponível em acesso em 25 fev ANDREAS, C.; ANDREAS, S. A essência da mente: usando seu interior para mudar. São Paulo: Summus, BIASE, W. Practitioner em PNL. São Paulo: Instituto Self de Psicologia, GONÇALVES, E. P. Iniciação à pesquisa científica. Campinas: Alínea, LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Metodologia cientifica: ciência e conhecimento cientifico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis. 4. ed. São Paulo: Atlas, O CONNOR, J. Manual de programação neurolinguística: PNL: um guia prático para alcançar os resultados que você quer. Rio de Janeiro: Qualitymark, Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPL). Disponível em acesso em 17 fev.2012.

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