Audiência Pública da Justiça Eleitoral

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1 PELO VOTO LIVRE E CONSCIENTE Poder Judiciário 33ª Zona Eleitoral de Itacajá

2 Abertura No próximo dia 5 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), entidade que reúne mais de 13 mil juízes, preocupada com o fortalecimento da nossa democracia, apreenta a segunda fase da campanha Eleições Limpas, iniciada em Agora, em parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Campanha tem o objetivo de estreitar os laços entre a e a sociedade, estimulando um comportamento ético e fiscalizador do cidadão ao votar. O combate eficaz à corrupção eleitoral, sob todas as suas formas, não é tarefa que se possa levar adiante sem a colaboração da sociedade. Com esse propósito, a AMB, com o apoio do TSE, elaborou esta cartilha com as principais informações que o eleitor precisa saber para assumir uma postura ativa, denunciando as irregularidades eleitorais às autoridades competentes. O ponto alto da campanha Eleições Limpas se dará no dia 26 de agosto, quando AMB e TSE promoverão, pela primeira vez, o Dia Nacional das Audiências Públicas em todo o País. Prepare-se para participar. Reúna informações, dúvidas, denúncias. As audiências serão o espaço onde a ouvirá a sociedade.

3 Juíza Edssandra Barbosa

4 Apresentação Dicas para um voto consciente Prestação de contas Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Propaganda Eleitoral

5 Juíza Edssandra Barbosa da Silva Juíza Eleitoral Tarso Rizo Oliveira Ribeiro Promotor Eleitoral João Paulo Aires Rodrigues de Lima Chefe de Cartório Eleitoral Benedito Palheta dos Santos Técnico Judiciário - TRE-TO

6 Apresentação Dicas para um voto consciente Prestação de contas Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Propaganda Eleitoral

7 Dicas para um voto consciente Dicas Constituição Federal: Art. 1º Omissis (...) Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exercer por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

8 Dicas para um voto consciente Dicas Pesquisar o passado do candidato Descobrir o desempenho do candidato Saber se o candidato cumpre as regras eleitorais Conhecer a orientação política do candidato e saber se suas propostas eleitorais são factíveis Ver se o candidato é adepto do famoso troca-troca partidário Não dê ouvidos a quem tenta comprar seu voto, e sempre denuncie a prática

9 Apresentação Dicas para um voto consciente Prestação de contas Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Propaganda Eleitoral

10 Prestação de contas Por dentro das regras para fiscalizar as campanhas eleitorais Qual é a legislação aplicável Quais são os requisitos para o candidato iniciar a arrecadação de recursos Recursos permitidos em campanha O que é o limite de gastos Como doar legalmente para uma campanha eleitoral O que é recibo eleitoral O que o candidato deve fazer ao receber uma doação financeira de campanha?

11 Prestação de contas Por dentro das regras para fiscalizar as campanhas eleitorais Qual deve ser a origem dos recursos de campanha Quem não pode doar? Quais são os limites para doar a uma campanha eleitoral? Regras para comercializar bens ou realizar eventos para arrecadar recursos Até quando o candidato pode arrecadar recursos? Onde podem ser aplicados os recursos arrecadados? O que são sobras de campanha?qual é o seu destino? O candidato pode gastar recursos cuja origem não seja conhecida?

12 Prestação de contas Por dentro das regras para fiscalizar as campanhas eleitorais Quando e como o candidato deve prestar contas? E se o candidato renunciar ou falecer? Prestação voluntária de informações à Comitês financeiros Gastos pessoais de eleitor Exame das prestações de contas

13 Apresentação Dicas para um voto consciente Prestação de contas Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Propaganda Eleitoral

14 Condutas Vedadas Previsão Legal - Art. 7 a 78 da Lei 9.504/97 Objetivos: Impedir o uso do aparelho burocrático da Administração Pública, visando a manter a igualdade de condições na disputa eleitoral Período:Durante todo o ano da Eleição ou nos três meses que a antecedem. Penalidades: suspensão imediata da conduta vedada, quando for o caso; multa, no valor de R$ 5.320,50 a R$ ,00, sem prejuízo de outras sanções de caráter constitucional, administrativo ou disciplinar fixadas pelas demais leis vigentes; e cassação do registro do candidato ou do diploma do eleito que tenha sido beneficiado, agente público ou não. Destinatários: Agentes responsáveis pela conduta, partidos políticos, coligações e candidatos beneficiados.

15 Definição Definições de Agente Público De acordo com 1º do art. 73 da Lei nº 9.504, de 1997: Reputa-se agente público, para os efeitos deste artigo, quem exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nos órgãos ou entidades da administração pública direta, indireta ou fundacional.

16 Uso De Bens Ou Serviço Públicos Cessão e utilização de bens públicos Conduta: ceder ou usar, em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União (...), ressalvada a realização de convenção partidária. Exemplos: realização de comício em bem imóvel da União, utilização de veículo oficial para transportar material de campanha eleitoral ou cessão de repartição pública para atividade de campanha eleitoral etc.

17 Uso De Bens Ou Serviço Públicos Uso abusivo de materiais ou serviços Conduta: usar materiais ou serviços, custeados pelos Governos ou Casas Legislativas, que excedam as prerrogativas consignadas nos regimentos e normas dos órgãos que integram (cf. art. 73, II, da Lei nº 9.504, de 1997). Exemplos: uso de transporte oficial para locomoção a evento eleitoral, uso de gráfica oficial, remessa de correspondência com conotação de propaganda eleitoral etc.

18 Uso De Bens Ou Serviço Públicos Uso de bens e serviços de caráter social Conduta: fazer ou permitir uso promocional em favor de candidato, partido político ou coligação, de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo Poder Público. Exemplo: uso de programa habitacional do poder público, por agente público, em período eleitoral, com distribuição gratuita de lotes com claro intuito de beneficiar candidato que está apoiando.

19 Servidores Públicos ou Empregados Da Administração Pública Cessão de servidores ou empregados ou uso de seus serviços Conduta: ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta federal, estadual ou municipal do Poder Executivo, ou usar de seus serviços, para comitês de campanha eleitoral de candidato, partido político ou coligação, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou empregado estiver licenciado. Exemplo: Utilização de servidor público municipal, durante o horário normal do expediente, em campanha eleitoral. Exceções: quando o servidor ou empregado estiver em gozo de férias, licençamaternidade, licença-paternidade, ou qualquer outra licença remunerada ou não, bem como fora do horário de expediente normal, ou seja, dia de repouso semanal remunerado, horário de almoço, após a jornada diária de trabalho etc. Contudo, nesses casos, o servidor ou empregado não deve portar nenhum sinal que o identifique como parte da Administração..

20 Conduta: realizar transferência voluntária de recursos da União aos Estados e Municípios..., sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para execução de obra ou serviço em andamento e com cronograma prefixado, e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública Definição de transferência voluntária: é a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde. Exemplos: concessão de empréstimos, repasses de recursos mediante convênio etc. Período: nos três meses anteriores à eleição (a partir de 5 de julho de Utilização De Recursos Públicos Realização de transferências voluntárias de recursos da União a Municípios

21 Utilização De Recursos Públicos Distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios Conduta: No ano em que se realizar eleição, fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior, casos em que o Ministério Público poderá promover o acompanhamento de sua execução financeira e administrativa. (cf. 10 do art. 73 da Lei nº 9.504, de 1997). Exemplos: doações de cesta básica, de material de construção, de lotes etc.

22 Utilização De Recursos Públicos Distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios Exceções: nos casos de calamidade pública e estado de emergência ou programas sociais autorizados em lei e já em execução no exercício anterior.entendemos também que este dispositivo não impede o aumento dos valores e benefícios de programas já em andamento, ou aqueles que têm previsão de contra-partida. Por fim, apesar de não haver precedente ainda, entendemos que este dispositivo atinge apenas e tão somente as autoridades da circunscrição em que há eleições.

23 Publicidade Participação de candidatos em inaugurações de obras públicas Conduta: participação de candidatos a cargos no Poder Executivo (prefeito e vice-prefeito) em inaugurações de obras públicas Período: nos três meses anteriores à eleição (a partir de 5 de julho de 2008). Penalidades: cassação do registro de candidatura ou, no caso de configurado abuso de autoridade, perda do diploma do eleito e, seja infrator candidato ou não, inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos três anos subseqüentes à eleição em que se verificou a conduta vedada

24 Publicidade Contratação de Shows Artístico Conduta: contratação, com recursos públicos, de shows artísticos para inauguração de obras ou serviços públicos. A inobservância do disposto no art. 75 da Lei nº 9.504, de 1997, caracteriza abuso do poder econômico Período: nos três meses anteriores à eleição (a partir de 5 de julho de 2008). Penalidades: inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos três anos subseqüentes à eleição, seja infrator candidato ou não, e cassação do registro de candidatura ou, se eleito, perda do diploma

25 Publicidade Aumento de gastos com publicidade de órgãos ou entidades públicas Conduta: realizar, em ano de eleição, nos três meses que antecedem o pleito, despesas com publicidade dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, que excedam a média dos gastos nos três últimos anos (2005, 2006 e 2007) que antecedem o pleito ou do último ano imediatamente anterior à eleição (2007). Período: durante todo o ano de eleição. Penalidades: suspensão imediata da conduta vedada, quando for o caso; multa, no valor de R$ 5.320,50 a R$ ,00,aos agentes responsáveis, aos partidos políticos, às coligações e aos candidatos beneficiados, sem prejuízo de outras sanções de caráter constitucional, administrativo ou disciplinar fixadas pelas demais leis vigentes.

26 Dr. Tarso Rizo Oliveira

27 Apresentação Dicas para um voto consciente Prestação de contas Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Propaganda Eleitoral

28 Propaganda Eleitoral Definição: é o meio utilizado por quem tem um produto a oferecer, para influenciar pessoas a adquirir ou aceitar tal produto. A publicidade política é aquela que se desenvolve em torno de temas políticos, entendida a política em seu mais amplo sentido.

29 Publicidade Definição de propaganda eleitoral Para o Tribunal Superior Eleitoral, Entende-se como ato de propaganda eleitoral aquele que leva ao conhecimento geral, ainda que de forma dissimulada, a candidatura, mesmo que apenas postulada, a ação política que se pretende desenvolver ou razões que induzam a concluir que o beneficiário é o mais apto ao exercício de função pública. (RESPE nº , de , rel. Min. Eduardo Alckmin).

30 Publicidade Infringência ao 1º do art. 37 da Constituição Conduta: infringência ao disposto que determina que a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos Configura abuso de autoridade. Período: durante todo o ano de eleição. Penalidades: inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos três anos subseqüentes à eleição em que se verificou a conduta vedada, seja infrator candidato ou não; cancelamento do registro de candidatura ou, se eleito, a perda do diploma.

31 Propaganda Eleitoral - Julgamento Para julgamento entende-se como propaganda a induvidosa intenção de revelar ao eleitorado o cargo político que se almeja, a ação política que pretende o beneficiário desenvolver e os méritos que o habilitam ao exercício da função. Deve-se lembrar que a análise de propaganda não se restringe ao seu texto, devendo-se levar em conta outras circunstâncias, tais como imagens, fotografias, meios utilizados para a divulgação, número de propagandas e alcance da divulgação

32 Propaganda Eleitoral - Período de Propaganda Desde 48h antes ate 24h depois as eleições não serão permitidas propagandas políticas a qualquer título, bem como a realização de comícios ou reuniões públicas

33 Propaganda Eleitoral - Dados obrigatório na Propaganda a propaganda política mencionará sempre o nome da legenda e será sempre no idioma nacional, caso contrário, o juiz eleitoral pode mandar interrompe-lá imediatamente

34 Propaganda Eleitoral - Dados obrigatório na Propaganda no caso de coligação - na propaganda política de candidato a prefeito deve constar a sigla de todos os partidos integrantes, sob a denominação da coligação no caso de vereadores deverá constar apenas a legenda pela qual o candidato concorre

35 Propagandas proibidas de guerra ou processos violentos que provoque animosidade que incentive atentados contra pessoas ou bens ou à desobediência ao cumprimento da lei que implique promessa ou oferecimento de dinheiro ou vantagem de qualquer natureza que pertube o sossego público que prejudique a higiene e estética urbana que desrespeite símbolos nacionais

36 Propaganda Eleitoral - Realização de Reunião Partidária A realização de qualquer propaganda partidária em recinto aberto ou fechado não depende de licença da autoridade policial e sim apenas da comunicação com antecedência mínima de 24h para mantimento da ordem e prioridade em detrimento de outrem que queira utilizar o mesmo local na mesmo momento.

37 Propaganda Eleitoral - Fachadas e Alto Falantes É assegurado aos partidos políticos independente de licença de autoridade pública: inscrever em suas fachadas ou sedes o nome que os designe Utilizar de alto falantes ou amplificadores das 08:00 às 22:00h no período compreendido entre a data de início da propaganda eleitoral e a véspera da eleição. em veículos seus ou à sua disposição

38 Propaganda Eleitoral - Fachadas e Alto Falantes - Vedações É vedada a utilização desses equipamentos a menos de 200m de Hospitais e casa de saúde Escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros quando em funcionamento

39 Propaganda Eleitoral - Realizações de Comícios Na realização de Comícios, essa aparelhagem pode ser utilizada das 08:00 às 24:00h Período : 06/07/2008 a 02/10/2008

40 Propaganda Eleitoral - Realizações de Carreatas É permitido a realização de Carreatas. Período : 06/07/2008 a 04/10/2008

41 Propaganda Eleitoral - Fachadas e Alto Falantes - Vedações É proibida a realização de comícios ou assemelhados ou mesmo apresentação de artista ( pagos ou de graça) para animar os comícios

42 Propaganda Eleitoral - Realizações de Comícios - Brindes Não pode haver distribuição pelo candidato ou mesmo pelo comitê financeiro de qualquer tipo de brinde.

43 Propaganda em Órgão Público - Vedações É vedada a veiculação de propaganda política em qualquer órgão público ou nos de uso comum ( postes, viadutos, passarelas etc ) penalidade multa de R$ 2.000,00 a 8.000,00 48h para tirar a propaganda Nas arvores localizadas em áreas públicas também não são permitidas as propagandas

44 Propaganda Eleitoral - Propaganda Política Bonecos e cartazes móveis ao longo de vias públicas são permitidos

45 Propaganda Eleitoral - Propriedade Particular A propaganda em bens particulares independem autorização, desde que não excedam 4m 2 e que não contrariem a legislação

46 Propaganda Eleitoral - Folhetos e Outros Impressos Independe de licença a distribuição de folhetos volantes ou outros impressos, porém estes ficarão sobre responsabilidade do candidato ou da coligação e devem conter o CNPJ do responsável pela coligação e de quem contratou o serviço.

47 Propaganda Eleitoral - Internet A propaganda eleitoral na Internet só será permitida na pág. do candidato, feita exclusivamente para a campanha eleitoral que poderá ficar no ar até a antevéspera da eleição

48 Propaganda Eleitoral - Rádio ou TV A propaganda eleitoral no rádio ou na TV restringir-se-á ao horário gratuito, vedada a propaganda paga e deverá utilizar também a Linguagem Brasileira dos Sinais LIBRAS

49 Propaganda Eleitoral - Manifestação Individual - Dia da Eleição É Permitida a manifestação, no dia da eleição, individual e silenciosa da preferência do cidadão por partido político, coligação ou candidato, revelada no uso de camisas bonés, broches ou dísticos e pela utilização de adesivos em veículos particulares

50 Propaganda Eleitoral - Fiscais de Partido Aos fiscais de partidos, nos trabalhos de votação, só é permitido que, em suas vestes ou crachás, constem o nome e a sigla do partido político ou coligação a que sirvam

51 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Resolução /07 A propaganda eleitoral no rádio ou na TV restringir-se-á ao horário gratuito, vedada a propaganda paga e deverá utilizar também a Linguagem Brasileira dos Sinais LIBRAS

52 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Resolução /07 A partir de 01/01/2008 as entidades e empresas que realizarem pesquisa de opinião pública relativa às eleições ou aos candidatos, para conhecimento público, são obrigadas, para cada pesquisa, registrala junto ao Juízo Eleitoral competente com no mínimo 5 dias de antecedência da sua divulgação, com as seguintes informação:

53 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Resolução /07 Quem contratou a pesquisa; Valor e origem dos recursos utilizados; Metodologia e período de realização da pesquisa; Margem de erro, ponderação quanto ao sexo, idade, grau de instrução e nível econômico do entrevistado Sistema interno de controle e verificação, conferência e fiscalização da coleta de dados e do trabalho de campo; Questionário completo aplicado ou a ser aplicado;

54 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Resolução /07 Sobre a empresa Contrato social Inscrição como empresário, que comprove o regular registro da empresa Qualificação completa dos responsáveis legais Razão Social ou denominação CNPJ Endereço Nº de Fax ou que receberão as comunicação da Nome do Estatístico responsável pela pesquisa, com o nº de seu registro no Conselho Regional de Estatística

55 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Resolução /07 OBS: O Cartório Eleitoral arquivará toda essa documentação, sendo que na oportunidade da próxima pesquisa não será necessária sua representação

56 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Do pedido Quando o pedido de registro já tiver sido feito, o juízo eleitoral determinará imediatamente a afixação em local de costume, colocando as informações à disposição dos partidos políticos com candidatos ao pleito, os quais terão acesso por 30 dias. Esse pedido pode ser enviado ao Cartório Eleitoral via fax e é dispensado o envio do original

57 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Da Divulgação As pesquisas realizadas antes das eleições poderão ser divulgadas a qualquer momento, inclusive do dia das eleições e as realizadas no dia da eleição, somente após as 17:00h nos municípios em que a votação já tiver sido encerrada.

58 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Da Impugnação O Ministério Público Eleitoral, os candidatos e os partidos políticos ou coligações podem impugnar o registro e/ou a divulgação da pesquisa, quando não atendidas as exigências legais.

59 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Da Impugnação Se houver impugnação, o pedido passará a ser representação e o chefe de cartório notificará imediatamente o representado para defesa em 48h.

60 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Da Penalidade A penalidade para descumprimento dessas normas sujeita os responsáveis ao pagamento de multa no valor de R$ ,00 ( cinqüenta e três mil duzentos e cinco reais )a R$ ,00 ( cento e seis mil quatrocentos e dez reais ), sendo que a publicidade de pesquisa fraudulenta constitui CRIME, punível com detenção.

61 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Da Penalidade Qualquer ato que vise retardar, impedir ou dificultar a fiscalização dos partidos políticos, também constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano, com alternativa de prestação de serviços à comunidade por igual período, além de multa de R$ ,00 ( Dez mil seiscentos e quarenta e um reais) a ,00 ( Vinte e um mil duzentos e oitenta e dois reais ) Além das penalidades acima citada, o responsável pela irregularidade deve a veiculação dos dados corretos no mesmo espaço, local, horário, página e outros elementos de destaque.

62 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Da Fiscalização Para poder fiscalizar e ter acesso aos dados da pesquisa, os partidos políticos devem fazer um requerimento ao juiz

63 Propaganda Eleitoral - Pesquisas Eleitorais - Dos Resultados Na divulgação dos resultados de enquetes ou sondagens deverá ser informado não se tratar de pesquisa eleitoral, mas mero levantamento de opiniões, sem utilização de métodos científicos para sua realização, dependendo apenas da participação espontânea do interessado.

64 Sites para consultas

65 Sites para consultas

66 Sites para consultas

67 Fontes de Pesquisas Créditos: Juíza Edssandra Barbosa da Silva Juíza Eleitoral da 33ª Zona Eleitoral de Itacajá / TO - Tarso Rizo Oliveira Ribeiro Promotor Eleitoral da 33ª Zona Eleitoral de Itacajá / TO - João Paulo Aires Rodrigues de Lima Chefe de Cartório Eleitoral da 33ª Zona Eleitoral de Itacajá / TO - Benedito Palheta dos Santos Analista de Sistema - Técnico Judiciário - TRE-TO -

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