ANAIS CLOSED-LOOP SUPPLY CHAIN REPENSANDO A MANEIRA COMO FAZEMOS AS COISAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANAIS CLOSED-LOOP SUPPLY CHAIN REPENSANDO A MANEIRA COMO FAZEMOS AS COISAS"

Transcrição

1 CLOSED-LOOP SUPPLY CHAIN REPENSANDO A MANEIRA COMO FAZEMOS AS COISAS RENÊ BERGEL ( ) PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ UBIRATÃ TORTATO ( ) PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ RESUMO O objetivo deste artigo é evidenciar como o uso do Closed-Loop Supply Chain (CLSC) pode proporcionar vantagens competitivas ao se adotarem práticas sustentáveis. Foi utilizada pesquisa bibliográfica para identificar o conceito CLSC e sua aplicabilidade às oportunidades de negócio. Também foram apresentados cases de sucesso. Palavras-chave: Closed-loop. Product lifecycle management. Supply chain. Sustainability. 1/16

2 1 INTRODUÇÃO Sustentabilidade é uma nova área da gestão ainda pouco entendida por muitos empresários, assim necessitamos conceituá-la a luz dos gestores, de forma diferenciada da apresentada pelos ambientalistas, objetivando dar ao gestor uma visão mais ampla da aplicabilidade prática da estratégia. Morin (1996) defende a Revolução Verde através de uma visão holística, multidisciplinar, complexa e extremamente específica que pode ser considerada como uma Nova Ciência entende que sustentabilidade é o equilíbrio entre diferentes dimensões das atividades humanas que impactam no meio ambiente, nas relações sociais e na economia influenciando para o bem ou para o mal, legado que vamos deixar para as futuras gerações. Estamos evidenciando a gênese de um novo tipo de ciência que exige aprofundamento em conhecimentos específicos voltados a várias disciplinas. O Pensamento Ecológico segundo Morin (1996, p. 1): A essência da consciência ecológica reside na reintegração do meio ambiente a nossa consciência e complexidade antroposocial a idéia da natureza reconhecida como o ecossistema da biosfera. Devemos entender cada disciplina especializada voltada ao controle do ecossistema, formada por constituintes físicos, biológicos e sociais dependentes. A ecologia é "um novo tipo de ciência" que, ao contrário do dogma atual que tem governado o desenvolvimento de disciplinas científicas, exige um conhecimento global competente centrado em diversos domínios da ciência. Estamos nos primórdios de uma nova era Eco-Sustentável, onde o lixo descartado passa a ser a nossa maior métrica, sustentabilidade tornou-se uma questão estratégica, um driver para a vantagem competitiva e uma exigência dos clientes. Dia-a-dia enfrentamos novos desafios industriais, tais como as mudanças ambientais (customização em massa, produto de curto lead time e rápido desenvolvimento, produtos de alta complexidade e de funções especificas), isto leva a uma crescente necessidade de colaboração inter-empresariais. Sob o aspecto da gestão da cadeia de suprimentos estendida, as informações ao longo do ciclo de vida do produto devem ser fechados em um fluxo contínuo, e é neste ambiente que entram os conceitos abordados neste artigo: Extended Producer Responsibility, Closed-Loop ou Economia Circular, Zero Waste ou Zero Resíduos, Life Cycle Analysis, Closed-Loop Product Lifecycle Management e Closed-Loop Supply Chain Management. As nossas discussões objetivam evidenciar como o uso do Closed-Loop Supply Chain Management proporciona vantagens competitivas através do emprego de práticas sustentáveis. O artigo apresenta vários figuras e esquemas que visam estabelecer uma estrutura mental voltada a estabelecer um melhor entendimento sobre os princípios que fundamentam a Economia Eco-Sustentável. 2 O PROCEDIMENTO METODOLÓGICO Segundo Marconi e Lakatos (2000), vários gêneros de conhecimento são referidos na literatura, entre os quais destacam: o científico, o filosófico, o popular (ou do senso comum), o religioso (ou teológico), cada um está vinculado com as suas respectivas e peculiaridades específicas. Os propósitos deste artigo associam-se ao caráter distintivo concernente ao 2/16

3 conhecimento científico voltados a um melhor entendimento dos principais aspectos e dos drivers que sustentam a sustentabilidade. Segundo Köche (1997, p. 17): [...] o conhecimento científico surge não apenas da necessidade de encontrar soluções para os problemas de ordem prática da vida diária, característica esta do conhecimento ordinário, mas do desejo de fornecer explicações sistemáticas que possam ser testadas e criticadas através de provas empíricas. Este artigo propõe o embasamento teórico necessário à concepção de um sistema ecologicamente sustentável, o método de pesquisa foi centrado em uma revisão teórica e documental que permitiu entender os princípios básicos que fundamentam a teoria da Economia Circular entendida na área da ciência logística como Closed Loop Supply Chain. Foi essencial para o estudo a distinção entre a Economia Linear e a Economia Circular e compreensão da evolução histórica do conceito do Closed Loop, para que passamos entender melhor os princípios básicos que governam o Design de Produtos Eco-sustentáveis, necessitamos entender as estruturas dos Ciclos Biológicos e Técnicos. Foram utilizados como fontes de informação: livros, artigos, normatizações e por ser uma nova ciência material específico disponibilizado na Internet, voltados à sustentabilidade. Conforme Demo (2000, p. 22) a pesquisa prática está "ligada à práxis, ou seja, à prática histórica em termos de conhecimento científico para fins explícitos de intervenção". Para Berto e Nakano (2000), as metodologias em pesquisa mais comumente desenvolvidas no gerenciamento das operações engenharia de produção, fundamentam-se no desenvolvimento teórico-conceitual tem por fim efetuar modelagens conceituais que resultam em novas teorias, também alcançadas, por meio de discussões conceituais da literatura ou de revisões bibliográficas. Deste modo, sob a óptica dessas abordagens, este artigo pode ser considerado como de característica teórico-conceitual, uma vez que apresenta uma modelagem histórica e estruturante dos procedimentos que conduzem a eficiência do Closed Loop Supply Chain. 3 CLOSED-LOOP SUPPLY CHAIN 3.1 A chave do sucesso no gerenciamento closed loop supply chain está no design ecosustentável do produto Respondendo aos crescentes problemas ambientais, vários países passaram a adotar regimes de Eco-responsabilidade, para o controle das empresas formulam leis conhecidas como "take-backs" (MCDONOUGH, 2007), que atribuem Responsabilidade Estendida ao Produtor (EPR - Extended Producer Responsibility), definida como uma abordagem política ambiental em que a responsabilidade do fornecedor de um produto é estendida para a fase do pós-consumo no ciclo de vida do produto (ROSSEM; TOJO; LINDHQVIST, 2006). A política de EPR é caracterizada primeiramente pela transferência de responsabilidades (física e/ou econômica; total ou parcial) a montante para o produtor, e em segundo lugar por meio do fornecimento de incentivos aos produtores, objetivando levar as considerações ambientais na concepção de seus produtos (OCDE, 2001). O EPR envolve e co-responsabiliza todos os atores da cadeia de suprimentos em 3/16

4 relação às características ambientais do produto e processos de produção e distribuição (takebacks), é neste ambiente que passa a existir a necessidade do conceito de Closed-Loop Supply Chain. O The American Heritage Dictionary (2000), conceitua Closed-Loop como um sistema de controle com um ciclo de feedback ativo. Entretanto, ao levarmos em conta a visão logística da criação de um circulo fechado que envolve todos os atores da cadeia de suprimentos o sistema denomina-se Closed-Loop Supply Chain (CLSC) definido como: Design, controle e operação de um sistema para maximizar a completa criação de valor ao longo do ciclo de vida de um produto com recuperação dinâmica de valor a partir de diferentes tipos e volumes dos retornos ao longo do ciclo de vida do produto (GUIDE; WASSENHOVE, 2009). Realizar o sincronismo de todos os atores na cadeia de suprimentos durante o ciclo de vida de um produto é uma tarefa complexa. Para que possamos entender melhor todos os aspectos envolvidos no Closed-Loop Supply Chain (CLSC), nós necessitamos compreender os princípios que fundamentam o processo de desenvolvimento do produto, a falta deste entendimento associa-se ao principal problema de gestão do CLSC, isto é o produto deve ser desenhado de tal forma que atenda as necessidades ambientais de recuperação de resíduos de todos os atores da cadeia de suprimentos. Evidenciamos que a maioria dos produtos atuais não possui um design ecológico, isto é, não foram desenvolvidos para ser reciclados. As nossas discussões objetivam analisar em profundidade os aspectos voltados ao desenvolvimento do produto correto que viabilize o desenvolvimento de uma Economia Circular o Closed-Loop Supply Chain (CLSC). Na seqüência o artigo apresenta os fundamentos que alicerçam a sustentabilidade para isto inicialmente necessitamos entender o modo de operação tradicional denominado Economia Linear, a seguir apresentamos a Economia Circular fundamentada no conceito do Zero Waste, compreendido através dos Ciclos Técnico e Biológico, esta metodologia fundamenta a origem do conceito de Closed-Loop. 4 COMO O CICLO DO PRODUTO SUSTENTÁVEL ESTÁ MUDANDO A ESTRATÉGIA DOS NEGÓCIOS 4.1 Economia Linear a mentalidade do Tome Utilize Jogue fora O arquiteto William McDonough e o químico Michael Braungart (2002), criadores do modelo Cradle-to-Cradle (C2C ou berço-a-berço), relatam que hoje nós vivemos na era do consumismo, onde o padrão norte americano de vida é tomado como referência, porém devemos entender que na nossa aldeia global existem recursos finitos que devem ser preservados ao máximo. A Figura 1 representa uma Cadeia de Suprimentos Tradicional que toma como base a Economia Linear. Figura 1 - Cadeia de suprimentos tradicional que toma como base a economia linear Fonte: o autor, /16

5 No nível global evidenciamos que estamos reciclando mais do que nunca, porém o estilo de vida está nos conduzindo a uma mentalidade do Tome Utilize e Descarte em inglês Take-Make-and-Dispose, estrutura geradora de grande volume de lixo em comparação ao pequeno volume bens e serviços úteis produzidos. Na Economia Linear, as matérias-primas ou recursos são transformados em produtos os quais após consumo são descartados. As características encontradas na Economia Linear provocam uma resposta negativa quando analisamos sob a luz da responsabilidade ambiental: consumir menos recursos renováveis, produzir menos resíduos industriais, reutilizar resíduos de reciclagem evitando o descarte. A Figura 2 apresenta um diagrama ecológico para que possamos entender melhor as características na visão ecológica da Economia Linear. Figura 2 - Modelo de economia linear Fonte: adaptado de MCDONOUGH; BRAUNGART, McDonough e Braungart (2002) defendem que em alguns processos podemos ter uma economia de até 70% quando levamos em conta a recuperação de matéria-prima e energia (metais em geral principalmente alumínio), ao considerarmos o descarte do cliente final após o uso do produto a economia em material pode ser de até 30% (alumínio, PET, papel). Para o investidor lixo é igual a dinheiro, McDonough e Braungart (2002) informam que reciclamos somente 1 a 2% dos materiais de descarte, de tal modo que a palavra de ordem neste contexto é eco-eficiência, para isto devemos pensar em minimizar o lixo sanitário já na concepção do produto. Estamos no final da Revolução Pós-Industrial iniciada no pós-guerra 1945, hoje vivemos os primórdios de uma nova era denominada Eco-Sustentável (MCDONOUGH; BRAUNGART, 2002), devemos aprender a fazer as coisas de forma diferenciada centrada na metodologia da Economia Circular (Closed Loop). 5/16

6 4.2 Economia circular: o modelo Cradle to Cradle resolvendo o paradoxo do crescimento e sustentabilidade Na década de 1970 surgem duas teorias semelhantes que fundamentam a Economia Circular, a natureza é tomada como referência principal e sustenta a criação de produtos que podem ser infinitamente reciclados, a primeira teoria leva em conta o Crescimento com Produtividade denominada Growth, form, and productivity (LYLE, 1994) a segunda leva em conta a Economia Regenerativa denominada Regenerative economy (STAHEL, 1970 apud MCDONOUGH; BRAUNGART, 2002). Figura 3 - A forma do Crescimento com Produtividade The Growth, form, and productivity. Ao final dos anos 1970, John Tillman Lyle ( ), professor de arquitetura da paisagem, desafiou alunos de graduação para imaginar uma comunidade na qual as atividades diárias fossem baseadas no valor de viver dentro dos limites de disponibilidade de recursos renováveis sem degradação ambiental, resultado deste desafio está expresso na Figura 3. Fonte: JOHN T. LYLE, 1994, p. 26. Figura 4 - Ciclo técnico e biológico, primeiro design da economia regenerativa A Figura 4 representação o primeiro design da Operação da Economia Regenerativa, o termo Regenerative Economy foi cunhado em 1970 por Walter R. Stahel um arquiteto suíço, consiste na criação de ciclos contínuos um biológico e o outro técnico. Fonte: MCDONOUGH; BRAUNGART, William McDonough e seu colega, o químico alemão Michael Braungart (2002), reconhecem a semelhança ente as duas teorias desenvolvidas pelos arquitetos John Lyle e Walter Stahel, após trabalhos conjunto com estes dois cientistas, publicam o seu livro intitulado Cradle to Cradle Remaking the Way We Make Things (2002). Este livro é reconhecido pelos cientistas como o tratado mais relevante da humanização industrial, leva em conta um design ecologicamente inteligente, que fundamenta todo o conceito de Closed- Loop. 6/16

7 Para McDonough e Braungart (2002) o lixo em excesso está vinculado a um descuido na gestão do Ciclo de Vida do Produto quando este percorre a Cadeia de Suprimentos. Para um melhor entendimento deste conceito eles formulam uma nova estrutura denominada Cradle-to-Cradle design (C2C, ou do berço ao berço), conforme explicado no diagrama da Figura 5. Figura 5 - Economia circular fundamento do conceito cradle-to-cradle design Fonte: adaptado MCDONOUGH; BRAUNGART, Os produtos industrializados atualmente não são projetados objetivando a segurança ambiental, o que dificulta o reaproveitamento dos recursos não renováveis, como conseqüência geramos danos ao ecossistema, suavizar o impacto é no máximo uma medida tapa-buracos. Conforme McDonough e Braungart (2002) os três princípios básicos que fundamentam o método Cradle to Cradle: 1. resíduos são alimentos (lixo = alimento): Na Economia Circular consideramos o lixo como alimento, ou seja, tudo serve como nutrientes e o ciclo se fecha: a) nutrientes biológicos são aqueles que podem ser descartados no meio ambiente (compostos orgânicos sujeitos a compostagem); b) nutrientes tecnológico são aqueles que não devem ser descartados, como plásticos ou metais, estes devem retornar para alimentar o seu próprio ciclo industrial; 2. utilize recursos energéticos renováveis: a energia solar é uma energia limpa que não irá comprometer o futuro dos nossos filhos, outras fontes como a energia da biomassa e geotérmica também fazem mérito; 3. celebre a diversidade: a partir de uma perspectiva holística, os designers devem celebrar a diversidade, projetando o produto para a maximização dos efeitos 7/16

8 positivos sobre o meio-ambiente (nicho) em que estão inseridos. 4.3 Reciclagem por si só não é a solução A reciclagem é marcada por uma série de desvantagens, muitas vezes é um processo complexo e muito poluente, principalmente quando os itens são substâncias tóxicas, estes não desaparecem na compostagem contaminando o solo, fornecendo um perigo potencial aos trabalhadores da indústria de reciclagem inviabilizando a reutilização do produto em um novo ciclo. O objetivo principal de um processo de reciclagem está na minimização da geração de resíduos, assim, devemos nos conscientizar sobre o uso racional dos recursos para isto devemos levar em consideração a sustentabilidade no longo prazo (MCDONOUGH; BRAUNGART, 2002). De acordo com Annie Leonard (2010) expert em matéria de desenvolvimento sustentável e saúde ambiental, reconhecida como criadora e narradora do documentário de animação The Story of Stuff (A história das coisas), defende que a reciclagem é a última coisa que devemos fazer. Em primeiro lugar vem reduzir, reutilizar e como ultimo recurso reciclamos. A reciclagem é admitir a derrota, é reconhecer que nós não somos inteligentes ou suficientes interessados nos processos de design sustentável (LEONARD; CONRAD, 2010). 4.4 Pensar de forma sustentável antes do lançamento do produto Case da Toyota Tsusho - a primeira Cadeia de Suprimentos Global de Bio-PET A Toyota Tsusho Corporation estruturou a primeira cadeia de suprimentos global que integrada, planeja industrializar o Politereftalato de etileno, ou PET a partir do Bio-etanol Brasileiro. A Figura 6 apresenta a cadeia de suprimentos a montante partindo da Toyota Tsusho, Nagoya City, Japão (ICIS, 2010). Figura 6 - Toyota Tsusho lança o primeiro Supply Chain Global para a Produção de Bio-PET ou Bio Plástico como matéria-sustentável Fonte: adaptado de ICIS - First global Bio-PET supply chain, /16

9 O primeiro Supply Chain global de Bio-PET, irá funcionar da seguinte maneira: a cana-de-açúcar e o etanol serão produzidos no Brasil, em seguida, o material segue para uma empresa em Taiwan, onde é processando para Bio Mono-etilenoglicol, outra indústria na Ásia irá produzir o Bio-Pet, o qual será comercializado para o Japão, Estados Unidos e Europa como matéria prima para a confecção de vários produtos entre vestuário, recursos automobilísticos e garrafas PET. Após o uso do produto pelo consumidor o material descartado contendo PET retorna para o sistema em Closed Loop, o material é recuperado e utilizado como matéria-prima resina PET (Politereftalato de etileno), o material descartado é reciclado para outra garrafa plástica ou algo de mesmo valor. 5 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - O DESAFIO DA GERAÇÃO PRESENTE Inicialmente necessitamos entender alguns conceitos básicos vinculados com a gestão de um produto com características ecológicas. 5.1 O que é Sustentabilidade? Sustentabilidade significa coisas diferentes para pessoas diferentes, não existe uma definição universalmente aceita para o termo "sustentabilidade", mas a definição mais conhecida é a do Relatório da Comissão Brundtland de United Nations Commision on Sustainable Development chefiadas por Dr. GroHarlem Bruntland. Sustentabilidade: Satisfazer as necessidades dos presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades (BRUNTLAND, 1987). 5.2 O Princípio do Zero Waste (Zero Resíduos) As companhias aéreas operam com uma máxima zero acidentes...bem, quase zero! O objetivo é zero. A meta é zero. Robin Murray (2002) em seu livro Zero Waste define o conceito do termo Zero Waste, Zero Resíduos ou Lixo Zero o termo é originário da indústria japonesa na Gestão da Qualidade Total conceito conhecido e difundido pelo Total Quality Management (TQM) metodologia influenciada por idéias, tais como defeitos zero. Este conceito foi transferido para a Economia Circular (Ciclos Técnicos e Biológicos). Zero Waste entendido como uma meta á ser almejada, isto é resíduos são inevitáveis porem, temos a obrigação de minimizá-los controlando o processo desde a concepção do produto envolvendo os processos logísticos na cadeia de suprimentos (LEONARD, 2010). Esta metodologia denominada Eco-design e engloba a responsabilidade da indústria, em projetar o produto de forma sustentável, assim o produto deve atender aos princípios de sustentabilidade os 3 Rs (Reutilizar, Reduzir e Reciclar), o estudo do produto engloba a visão holística da logística, isto é o produto é concebido para atender a Gestão Sustentável da Cadeia de Suprimentos. 5.3 Compreendendo a hierarquia do tratamento dos Resíduos Thierry (1995) descreveu a Cadeia de Suprimentos Integrada, representando o serviço 9/16

10 de recuperação dos produtos, em oito operações de tratamento de resíduos definidas como: 1º Reuso direto, 2º Manutenção, 3º Renovação, 4º Remanufatura, 5º Canibalismo, 6º Reciclagem, 7º Incineração e 8º Deposição em aterro sanitário. A Figura 7 demonstra o esquema de funcionamento do Closed-Loop Supply Chain e explica a ordem de utilização dos modos de recuperação do lixo. Figura 7 - Esquema de funcionamento do Closed-Loop Supply Chain evidenciando a ordem de utilização dos resíduos e os modos de recuperação do Lixo Fonte: adaptado de THIERRY et al., Entendendo os atributos avaliados em um produto sustentável através dos processos de certificação. Para que possamos entender a dimensão de um Produto Sustentável necessitamos conhecer as regras e métricas que o definem como tal, estas normas são específicas para cada produto e para cada segmento de negócio. (SUSTAINABLE PRODUCTS DEFINED & IDENTIFIED, 2011). A Consultoria MBDC - McDonough Braungart Design Chemistry (2011) criou uma metodologia de certificação a MBDC Cradle to Cradle Certification & C2C Certified Products", os prêmios são dados em quatro níveis: Básico, Prata, Ouro, Platina. Os critérios básicos de certificação de produtos MBDC são: 1. saúde material: identifica a composição química dos materiais que compõem o produto. O risco para cada material é avaliado com base em critérios e classificado 10/16

11 em uma escala de cores verde representa baixo risco, amarelo risco moderado são aceitáveis e podem continuar a ser utilizado e vermelho para materiais que têm alto risco e precisam ser eliminados. Cinza para materiais com dados incompletos; 2. reaproveitamento de material: direcionado aos aspectos de recuperação e reciclagem no final da vida útil do produto; 3. energia necessária para a produção: para o nível máximo de certificação deve ser baseada, em pelo menos, 50% em energia renovável, levando em conta a produção de todas as peças e subconjuntos; 4. água necessária para a produção: analisando o consumo e qualidade da água de descarga; 5. responsabilidade social: refere-se a práticas de trabalho corretas e éticas. O site Sustainable Products <sustainableproducts.com.> define com propriedade o real significado de um Produto Sustentável. 6 REPENSANDO A MANEIRA COMO FAZEMOS AS COISAS 6.1 Pensamento estruturado para o lançamento de novos novo produtos sustentáveis Gerenciando o Ciclo de Vida do Produto O Gerenciamento do Ciclo de Vida de um Produto é facilitado quando fazemos uso de um sistema específico denominado Product Lifecycle Management (PLM). Sistemas PLM visam acelerar a introdução de um novo produto no mercado auxiliando a empresa de maneira sistêmica e ágil, a reduzir o time-to-market, reduzem significativamente as atividades sem valor agregado, permitem a integração colaborativa entre as partes interessadas em tempo real, utiliza conjuntos de informações consistentes ao longo do ciclo de vida do produto (SIEMENS, 2011). Quando o PLM opera em circuito fechado ou Closed-Loop no qual leva em conta a visão logística denominamos o sistema de CLPLM - Closed-Loop Product Lifecycle Management (KIRITSIS, 2010). Os sistemas de PLM convergem para o design digital com a utilização dos programas específicos como: Computer-Aided Design (CAD), Computer-Aided Manufacturing (CAM), Computer-Aided Engineering (CAE), Product Data Management (PDM), na fase de desenvolvimento do produto estes programas facilitam a obtenção virtual do produto evitando gastos excessivos com modelo piloto ou testes de fabricação, conseqüentemente diminuem os custos e encurtam o tempo do projeto time to market (SIEMENS, 2011). O site PLM Technology Guide apresenta o ranking das empresas que operam com PLM Systems (PLM TECHNOLOGY GUIDE, 2011). O mapeamento da Figura 8 apresenta a visão ECO- Sustentável da inter-conectividade de dois Macros Processos, o PLM (Processo do Produto) com o ERP (Processamento do Pedido). 11/16

12 Figura - 8 Visão ECO-Sustentável - Processo do Produto & Processo do Pedido (PLM & ERP) Fonte: adaptado de SAAKSVUORI; IMMONEN (2004). O New Product Introduction (NPI) é o motor do PLM utilizado no desenvolvimento e/ou adequabilidade de produtos já existentes. O PLM está ligado à gestão do ciclo de vida do produto, da concepção a descontinuidade do produto. Chamamos a atenção que a integração destes dois processos PLM (Ciclo de Vida do Produto) e ERP (Ciclo do Pedido) resulta no Closed-Loop Supply Chain Management. Entre cada processo do PLM (Conceito / Planejamento / Desenvolvimento / Teste & Validação / Plano de Produção) evidenciamos sub-processos de validação (Phase-Gate ou Milestone) Técnica & Ecológica fundamentado no método Cradle to Cradle C2C. 6.2 Case: Samsung Eco-design A Samsung Electronics desenvolveu uma metodologia própria de Eco-design focada em atender todos os requisitos do Closed-Loop Product Lifecycle Management e Closed-Loop Supply Chain, esta metodologia conjugada minimiza o impacto do produto com o meio ambiente. A essência da Samsung está no design de produto sustentável centrada no desenvolvimento de um produto ecologicamente correto, para isto no desenvolvimento do produto levam em conta a análise do impacto ambiental, design, qualidade (produto/serviço) e preço. Em 2004 a Samsung desenvolveu um sistema próprio de Avaliação Eco-design baseado em dois processos o primeiro baseia-se na saúde do produto denominado Life Cycle 12/16

13 Assessment (LCA) o segundo processo leva em conta outros aspectos como Montagem / Desmontagem / Reciclagem / Serviço e Custos Design for (DfX). Definição de LCA & DfX: a) LCA significa Life Cycle Assessment significa Avaliação do Ciclo de Vida, também conhecido como Análise do Ciclo de Vida, Balanço Ecológico e C2C é uma técnica utilizada para avaliar os impactos ambientais associados a todas as fases da vida de um produto de cradle-to-grave (ou seja, do nascimento ao túmulo, desde a extração da matéria-prima através do processamento de materiais, fabricação, distribuição, utilização, reparação e manutenção, e eliminação ou reciclagem); b) DfX - significa Design for (DfA / D / R / S / C), onde Assembly DfA / Disassembly DfD/ Recycle DfR/ Service DfS / Cost DfC, é uma ferramenta utilizada para avaliar e facilitar a montagem, desmontagem, reciclagem, serviço e custo dos produtos. O motor de todo o processo está centrado no avaliação Eco-design, na fase de desenvolvimento do produto. A figura 9 esquematiza o processo de Eco-Design utilizado pela Samsung. Figura 9 - Processo de Eco-Design da Samsung Fonte: adaptado de Samsung - Sustainability Report, O processo de avaliação analisa o impacto multi-environmental causado por produtos 13/16

14 eletrônicos, analisados sob três aspectos: 1º Ambiental, inclui a eficiência dos recursos; 2º Periculosidade ambiental; 3º Eficiência Energética. Esta metodologia possibilita desenvolver produtos Eco-Sustentáveis que tem como resultado a Eficiência dos Recursos, a Eficiência Energética e baixo Risco Ambiental. Este trabalho deu origem ao Manual de Eco-design da Sansung que serve como guia básico para o estabelecimento de regras Ecológicas fundamentado no LCA & DfX e fundamentam todo o processo de desenvolvimento de produtos na Samsung. 7 CONCLUSÃO Colin Masson (2003) em seu livro The 2030 Spike Countdown to Global Catastrophe, informa A década de 2030 evidenciará uma notável e perigosa confluência dos acontecimentos mundiais e tendências um pico no gráfico do papel da vida que vão influenciar a humanidade para o bem ou para o mal. Combater os efeitos catastróficos exigirá uma ação urgente, de informação e de compreensão mais clara sobre o local onde estamos e para onde queremos ir (MASSON, 2003). Ao final deste estudo os autores evidenciam que as regras existentes no mundo Pós- Industrial, estão desatualizadas e comprometem a saúde da Aldeia Global, torna-se imprescindível que o empresário compreenda este momento e tome ações concretas na mudança deste destino, eles entendem que ainda temos uma chance de viver em um mundo Eco-Sustentável, vários indícios foram encontrados que nos levam a crer que podemos vislumbrar um mundo melhor. Entretanto necessitamos programar ações ecológicas de forma imediata, tendo atenção a projetos de média e longa duração. Os problemas relacionados ao meio-ambiente não podem esperar e exigem um esforço e um posicionamento conjunto e imediato de todos os empresários, governo, educadores e cidadãos. Precisamos reconhecer com urgência o que é Boa Prática, separando o que é realmente necessário para o momento, e eliminando a demagogia e as expectativas que não levam a resultados práticos. Durante este estudo os autores evidenciam a complexidade envolvida na gestão do Closed-Loop Supply Chain Management, os empresários precisam entender que o produto deve ter características ECO-Sustentáveis, assim os seus projetos de desenvolvimento de novos produtos devem ser validados pelas ferramentas LCA Life Cycle Assessment e DfX Design for (A/D/R/S/C), objetivando desenvolver um produto com características Eco- Sustentável que maximize a criação de valor ao longo do Ciclo de Vida de um Produto, para que isto ocorra é necessário a integração de dois sistemas a Gestão do Ciclo do Pedido (ERP) com a Gestão do Ciclo de Vida do Produto (PLM), a combinação destes processos resultam no Closed-Loop Supply Chain Management. A obrigação dos Designer e Engenheiros de Produtos é direcionar os esforços no sentido de gerenciar o conhecimento a favor da máxima fazer mais com menos, a fim de minimizar os danos ambientais e preservando a sustentabilidade do negócio, estas premissas não devem ser vistas como um movimento ambiental, mas como uma maneira diferenciada de pensar: uma filosofia de design. Repensar a maneira como fazemos as coisas de forma sustentável, é pensar em satisfazer as necessidades dos presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades (BRUNTLAND, 1987). 14/16

15 O empresário deve compreender que sustentabilidade está ligada a lucratividade e não o contrário, por este motivo o mesmo deve aprofundar os seus estudos no sentido de entender esta Revolução Pós-Industrial denominada Eco-Sustentável. REFERÊNCIAS BERTO, R. M. S.; NAKANO, D. N. A. Produção científica nos anais do encontro nacional de Engenharia de Produção: um levantamento de métodos e tipos de pesquisa. Revista Produção, v. 9, n. 2, p , BRUNTLAND, G. Relatório da Comissão Brundtland de United Nations Commision on Sustainable Development, 42/187. Report of the World Commission on Environment and Development Disponível em: <http://www.un.org/documents/ga/res/42/ares htm>. Acesso em: 7 jan DEMO, P. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, DORNFELD, D. Green Issues in Manufacturing - Greening processes, systems and products. University of California, Laboratory for Manufacturing and Sustainability LMAS, Disponível em: <lma.berkeley.edu>. Acesso em: 16 dez GUIDE, V.; DANIEL JUNIOR, R.; LUK, N. Van W. The Evolution of closed-loop supply chain research. Operations Research, v. 57, n. 1, p , jan./feb., GUZMAN, D. First global Bio-PET supply chain. 20 de outubro de 2010) ICIS - Trusted market intelligence for the global chemical, energy and fertilizer industries. Disponível em: <http://www.icis.com/blogs/green-chemicals/2010/10/>. Acesso em: 9 jan KIRITSIS D. Closed-loop PLM for intelligent products in the era of the internet of things. Computer-Aided Design, KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 14. ed. Petrópolis: Vozes, LEONARD A. The Story of Stuff. Disponível em: <http://www.storyofstuff.org/moviesall/story-of-stuff/>. Acesso em: 17 dez LEONARD, A.; CONRAD, A. The story of stuff. Free Press/Simon & Schuster, LUMNITZ, M. NPI and PLM So what is the difference between PLM process and NPI process? Is NPI part of PLM? Disponível em: <http://mikilumnitz.wordpress.com/tag/product-lifecycle-management/>. Acesso em: 24 dez LYLE, J. T. Regenerative design for sustainable development. Ed. John Wiley & Sons, Inc., p. 26. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Atlas, MASON, C. The 2030 Spike - Countdown to Global Catastrophe. Earthscan Publications Ltd, MCDONOUGH BRAUNGART DESIGN CHEMISTRY MBDC. MBDC Cradle to Cradle Certification & C2C Certified Products. Disponível em: <http://www.mbdc.com/>. Acesso em: 10 dez MCDONOUGH, B. Individual producer responsibility helping to solve the e-waste problem and to encourage eco-design. Greenpeace International, Disponível em: <http://www.greenpeace.org/international/global/international/planet- 2/report/2008/2/individual-producer-responsibility.pdf >. Acesso em: 6 jan MCDONOUGH, W.; BRAUNGART, M. Cradle To cradle: remaking the way we make 15/16

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

Tuesday, April 3, 12

Tuesday, April 3, 12 No começo, era apenas a eco-eficiência Zerar emissões Reduzir, reutilizar, reciclar Minimizar o impacto ecológico Reduzir o consumo Eco produtos Sustentável Neutralizar carbono Eficiência energética No

Leia mais

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER?

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER? O QUE ESTÁ ACONTECENDO? O futuro é uma incógnita. As tendências são preocupantes, mas uma coisa é certa: cada um tem de fazer sua parte. Todos somos responsáveis. A atual forma de relacionamento da humanidade

Leia mais

Logística Reversa. Conceito de Logística. Reversa 15/09/2011. Objetivos da aula. e o Meio Ambiente

Logística Reversa. Conceito de Logística. Reversa 15/09/2011. Objetivos da aula. e o Meio Ambiente Logística Reversa e o Meio Ambiente Objetivos da aula 1. Estabelecer as relações entre os canais de distribuição diretos e os canais reversos; 2. Identificar as diferentes categorias de canais de distribuição

Leia mais

Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s

Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s 1 Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s RESUMO EXECUTIVO Este documento visa informar, de uma forma simples e prática, sobre o que é a gestão do ciclo de vida do Produto (PLM) e quais

Leia mais

REDEFININDO A QUALIDADE DO PRODUTO CRADLE TO CRADLE CERTIFIED

REDEFININDO A QUALIDADE DO PRODUTO CRADLE TO CRADLE CERTIFIED REDEFININDO A QUALIDADE DO PRODUTO CRADLE TO CRADLE CERTIFIED CM DESIGN INTELIGENTE É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA Tradicionalmente, quando designers decidiam criar um novo produto, eles faziam uma lista de

Leia mais

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL Reciclagem e Valorizaçã ção o de Resíduos Sólidos S - Meio Ambiente UNIVERSIDADE DE SÃO S O PAULO "PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL" Associação sem fins lucrativos, o CEMPRE se dedica à promoção

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

Consumo e Produção Sustentável: Atores, políticas e instrumentos para uma economia circular

Consumo e Produção Sustentável: Atores, políticas e instrumentos para uma economia circular Sustentabilidade nas Contratações Públicas João Pessoa, Paraíba, Agosto de 2013 Consumo e Produção Sustentável: Atores, políticas e instrumentos para uma economia circular Thiago Hector Kanashiro UEHARA

Leia mais

Desafios da Logística Reversa

Desafios da Logística Reversa São Paulo, 11 e 12 de maio de 2011 Desafios da Logística Reversa Nextel Telecomunicações 1 Organização Patrocínio Apoio 2 Agenda Nextel Case de sucesso Objetivos da logística reversa Diferenciação entre

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques

Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques Uma boa gestão de estoques comprova sua importância independente do segmento em questão. Seja ele comércio, indústria ou serviços, o profissional que gerencia

Leia mais

Informação de Imprensa

Informação de Imprensa Informação de Imprensa Estudo aponta alternativa de chuveiro mais ecoeficiente para banho quente Análise de Ecoeficiência desenvolvida pela Fundação Espaço ECO comparou o desempenho econômico e ambiental

Leia mais

Visão Sustentável sobre o Desenvolvimento de Embalagens

Visão Sustentável sobre o Desenvolvimento de Embalagens Fórum Varejo Sustentável Alternativas de Embalagens no Varejo Visão Sustentável sobre o Desenvolvimento de Embalagens Eloísa E. C. Garcia CETEA / ITAL VISÃO DE SUSTENTABILIDADE Consumo Sustentável é saber

Leia mais

SUSTENTABILIDADE EM UMA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

SUSTENTABILIDADE EM UMA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA SUSTENTABILIDADE EM UMA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA Fabíola Santos Silva 1 Márcio Santos Godinho 1 Sara Floriano 1 Vivian Alves de Lima 1 Akira Yoshinaga 2 Helio Rubens Jacintho Pereira Junior 2 RESUMO Este trabalho

Leia mais

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br.

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br. Marketing Ambiental Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. O que temos visto e ouvido falar das empresas ou associado a elas? Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br 2 3 Sílvia

Leia mais

MEIO AMBIENTE COMO UMA QUESTÃO DE NEGÓCIOS OBJETIVOS

MEIO AMBIENTE COMO UMA QUESTÃO DE NEGÓCIOS OBJETIVOS MEIO AMBIENTE COMO UMA QUESTÃO DE NEGÓCIOS OBJETIVOS Prover uma compreensão básica : do desenvolvimento da abordagem das empresas com relação às questões ambientais, dos benefícios provenientes de melhorias

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL. Profª: Cristiane M. Zanini

GESTÃO AMBIENTAL. Profª: Cristiane M. Zanini GESTÃO AMBIENTAL Profª: Cristiane M. Zanini Afinal, O que é Gestão Ambiental? A novíssima área de conhecimento e trabalho intitulada "Gestão Ambiental" vem causando muita confusão entre os especialistas

Leia mais

A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE

A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE 546 A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE Irene Caires da Silva 1, Ana Carlina Toni Pereira 2, Carlile Serafim Pestana 2, Fernando Henrique Grigoletto dos Santos 2, Henrique

Leia mais

Apresentação por Leonardo Melo melo.leonardo@ieee.org Universidade Federal de Juiz de Fora PET Elétrica IEEE Institute Of Electrical and Electronics

Apresentação por Leonardo Melo melo.leonardo@ieee.org Universidade Federal de Juiz de Fora PET Elétrica IEEE Institute Of Electrical and Electronics Apresentação por Leonardo Melo melo.leonardo@ieee.org Universidade Federal de Juiz de Fora PET Elétrica IEEE Institute Of Electrical and Electronics Engineers Prefácio O Engenheiro 2020 Como será ou deveria

Leia mais

ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL

ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL MENDONÇA, Ana Maria Gonçalves Duarte. Universidade Federal de Campina Grande. E-mail: Ana.duartemendonca@gmail.com RESUMO

Leia mais

Dicas para implantação do Autodesk Vault para pequenas e médias empresas

Dicas para implantação do Autodesk Vault para pequenas e médias empresas Dicas para implantação do Autodesk Vault para pequenas e médias empresas Rodrigo Tito Nova CS Informática Cristiano Oliveira ConsultCAD É sabido por todos que hoje, o processo de desenvolvimento do produto

Leia mais

Guia de sustentabilidade para plásticos

Guia de sustentabilidade para plásticos Guia de sustentabilidade para plásticos Maio 2014 1 2 3 4 5 6 7 8 Introdução... 4 Contextualização dos plásticos... 6 Composição dos móveis e utensílios de plásticos...7 Requerimentos para materiais que

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL O presente Programa é um instrumento que visa à minimização de resíduos sólidos, tendo como escopo para tanto a educação ambiental voltada

Leia mais

Lean Seis Sigma e Benchmarking

Lean Seis Sigma e Benchmarking Lean Seis Sigma e Benchmarking Por David Vicentin e José Goldfreind O Benchmarking elimina o trabalho de adivinhação observando os processos por trás dos indicadores que conduzem às melhores práticas.

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

Avaliação do Ciclo de Vida do Produto - ACV -

Avaliação do Ciclo de Vida do Produto - ACV - 1er. Taller Internacional de Gestión de Cadenas Productivas y de Suministros 1ra. Convención Internacional lde la Ciencia i y la Técnica de la Industria, CUBAINDUSTRIAS 2014 Avaliação do Ciclo de Vida

Leia mais

O meio ambiente e o planejamento estratégico

O meio ambiente e o planejamento estratégico O meio ambiente e o planejamento estratégico Roberto Sanches Garcia, Prof.Dr.Alfredo Colenci Junior Mestrado em Tecnologia: Gestão, Desenvolvimento e Formação. CEETEPS - São Paulo SP Brasil roberto.sanches4@terra.com.br;

Leia mais

Logística Reversa. Guia rápido

Logística Reversa. Guia rápido Logística Reversa Guia rápido 1 Apresentação Em 2010 foi sancionada pelo Governo Federal, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, na qual, dentre outros temas, constam exigências às empresas quanto à

Leia mais

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Qual o significado de ISO? ISO International Organization for Standardization, é uma organização não governamental com sede em Genebra, na Suíça, que foi criada em 1946

Leia mais

A Sustentabilidade e as Empresas. Conceito Básico de. Sustentabilidade Exemplificação. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social.

A Sustentabilidade e as Empresas. Conceito Básico de. Sustentabilidade Exemplificação. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Aula 2 A Sustentabilidade e as Empresas Prof. Esp. Felipe Luiz Conceito Básico de Contextualização Sustentabilidade Exemplificação Responsabilidade Social Cidadania

Leia mais

FACCAMP - FACULDADE DE CAMPO LIMPO PAULISTA CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA Campo Limpo Paulista - Maio 2013

FACCAMP - FACULDADE DE CAMPO LIMPO PAULISTA CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA Campo Limpo Paulista - Maio 2013 FACCAMP - FACULDADE DE CAMPO LIMPO PAULISTA CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA Campo Limpo Paulista - Maio 2013 DISCIPLINA - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Integrantes: Adriano de Oliveira RA: 14759 Karina

Leia mais

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL Ana Maria G. D. MENDONÇA 1, Darling L. PEREIRA 2,,José J. MENDONÇA 3, Aluska M. C. RAMOS 4 Maria S. B. DUARTE

Leia mais

Ideal Qualificação Profissional

Ideal Qualificação Profissional 2 0 1 1 Finalista Estadual - SP Categoria Serviços de Educação 2 0 1 2 Vencedora Estadual - SP Categoria Serviços de Educação 2 0 1 2 Finalista Nacional Categoria Serviços de Educação Apresentação O desenvolvimento

Leia mais

Metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela empresa, visando maior grau de interação com o ambiente.

Metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela empresa, visando maior grau de interação com o ambiente. Mário Sérgio Azevedo Resta CONSULTOR TÉCNICO EM NEGÓCIOS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela empresa, visando maior grau de interação com

Leia mais

O ENSINO DA GEOGRAFIA NA INTERFACE DA PEDAGOGIA DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS E DO MACROCAMPO INTEGRAÇÃO CURRICULAR.

O ENSINO DA GEOGRAFIA NA INTERFACE DA PEDAGOGIA DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS E DO MACROCAMPO INTEGRAÇÃO CURRICULAR. O ENSINO DA GEOGRAFIA NA INTERFACE DA PEDAGOGIA DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS E DO MACROCAMPO INTEGRAÇÃO CURRICULAR. Wedell Jackson de Caldas Monteiro E.E.M.I. Auzanir Lacerda wedellprofessor@gmail.com Nadia

Leia mais

Segurança, Meio Ambiente e Saúde QHSE

Segurança, Meio Ambiente e Saúde QHSE Segurança, Meio Ambiente e Saúde QHSE Preservação e Conservação A preservação é o esforço para proteger um ecossistema e evitar que ele seja modificado. Depende também da presença e ação do homem sobre

Leia mais

Resumo. O caminho da sustentabilidade

Resumo. O caminho da sustentabilidade Resumo O caminho da sustentabilidade Termos recorrentes em debates e pesquisas, na mídia e no mundo dos negócios da atualidade, como sustentabilidade, desenvolvimento sustentável, responsabilidade empresarial

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA

AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA 2 - Metodologia 3 - Aplicação x Legislação 4 - Análise de Inventário 5 - Avaliação de Impacto 6 - Interpretação Avaliação A Análise de Ciclo de Vida (ACV) avalia as interações

Leia mais

Consumo Consciente e Sustentabilidade. Uma estratégia para minimizar os impactos ambientais nas indústrias

Consumo Consciente e Sustentabilidade. Uma estratégia para minimizar os impactos ambientais nas indústrias s5 Consumo Consciente e Sustentabilidade Uma estratégia para minimizar os impactos ambientais nas indústrias Slide 1 s5 Aplicar a dinâmica Recursos Escassos ss08476; 22/09/2010 Objetivo Promover reflexão

Leia mais

Programa ABRELPE de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos EletroEletrônicos REEE

Programa ABRELPE de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos EletroEletrônicos REEE Programa ABRELPE de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos EletroEletrônicos REEE 1 A ABRELPE Associação nacional, sem fins lucrativos, que congrega e representa as empresas prestadoras de serviços

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL "PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL" Associação sem fins lucrativos, fundado em 1992, o CEMPRE se dedica à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado do lixo.

Leia mais

Jardim Escola Aladdin

Jardim Escola Aladdin Jardim Escola Aladdin Os 4 Rs da Sustentabilidade Rio de janeiro 2016 Objetivo geral Esse projeto tem como objetivo promover o envolvimento dos alunos, professores, pais e comunidade em defesa à sustentabilidade

Leia mais

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Aula 8 a A Engenharia e o Meio Ambiente Parte I Edgar Aberto de Brito PRIMEIRA PARTE As questões ambientais e os problemas para a engenharia. ENGENHARIA

Leia mais

AUTOR: PAULO ROBERTO LEITE REVISTA TECNOLOGÍSTICA MAIO / 2002. SÃO PAULO, EDIT. PUBLICARE LOGÍSTICA REVERSA NOVA ÁREA DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL

AUTOR: PAULO ROBERTO LEITE REVISTA TECNOLOGÍSTICA MAIO / 2002. SÃO PAULO, EDIT. PUBLICARE LOGÍSTICA REVERSA NOVA ÁREA DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA REVERSA NOVA ÁREA DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL Introdução : Conceitos, Definições e Áreas de atuação A Logística Reversa tem sido citada com freqüência e de forma crescente em livros modernos de

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA E OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS

LOGÍSTICA REVERSA E OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS LOGÍSTICA REVERSA E OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS Mineração Urbana no Brasil Lúcia Helena Xavier São José dos Campos SP Junho de 2015 REGULAMENTAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL LEI Nº 6.938 DE 1981 PNMA CONSTITUIÇÃO

Leia mais

Prof. Paulo Medeiros

Prof. Paulo Medeiros Prof. Paulo Medeiros Em 2010 entrou em vigor no Brasil a lei dos Resíduos Sólidos. Seu objetivo principal é diminuir a destinação incorreta de resíduos ao meio ambiente. Ela define que todas as indústrias,

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

ECOLOGIA INDUSTRIAL diminuição eliminação

ECOLOGIA INDUSTRIAL diminuição eliminação A crescente necessidade de preservação ambiental tem levado à adoção de tecnologias que utilizam os recursos naturais de maneira mais econômica e menos destruidora. Ao mesmo tempo, buscam-se soluções para

Leia mais

EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O PROJETO SEMENTE DO AMANHÃ NA CIDADE DE GUARATINGUETÁ-SP

EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O PROJETO SEMENTE DO AMANHÃ NA CIDADE DE GUARATINGUETÁ-SP EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O PROJETO SEMENTE DO AMANHÃ NA CIDADE DE GUARATINGUETÁ-SP RESUMO Carneiro Junior, J. L. 1 ; Freitas, R. C. M. 2 ; Rosa, A. C.

Leia mais

Gestão Estratégica de Marketing

Gestão Estratégica de Marketing Gestão Estratégica de Marketing A Evolução do seu Marketing Slide 1 O Marketing como Vantagem Competitiva Atualmente, uma das principais dificuldades das empresas é construir vantagens competitivas sustentáveis;

Leia mais

Energia, Sustentabilidade e Produção Mais Limpa. Prof. Dr. Douglas Wittmann. São Paulo - 2015

Energia, Sustentabilidade e Produção Mais Limpa. Prof. Dr. Douglas Wittmann. São Paulo - 2015 Energia, Sustentabilidade e Produção Mais Limpa Prof. Dr. Douglas Wittmann São Paulo - 2015 Prof. Dr. Douglas Wittmann Doutor em Ciências (USP). Mestre em Engenharia de Produção (UNIP). Pós-graduado em

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

ESTRATÉGIAS E DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

ESTRATÉGIAS E DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ESTRATÉGIAS E DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Geraldo Antônio Reichert Coordenador da Câmara Temática de Resíduos Sólidos ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária

Leia mais

Sustentabilidade no Grupo Boticário. Atuação com a Rede de Franquias

Sustentabilidade no Grupo Boticário. Atuação com a Rede de Franquias Sustentabilidade no Grupo Boticário Atuação com a Rede de Franquias Mais de 6.000 colaboradores. Sede (Fábrica e Escritórios) em São José dos Pinhais (PR) Escritórios em Curitiba (PR) e São Paulo (SP).

Leia mais

LIXO PARA VOCÊ: ARTE PARA NÓS UM PROJETO DE REEDUCAÇÃO AMBIENTAL

LIXO PARA VOCÊ: ARTE PARA NÓS UM PROJETO DE REEDUCAÇÃO AMBIENTAL LIXO PARA VOCÊ: ARTE PARA NÓS UM PROJETO DE REEDUCAÇÃO AMBIENTAL Rafael Antônio Nunes COURA³;Milena Alves da Silva SOUZA³; Isabela Fatima Silveira MARTINS³; Cássia Maria Silva NORONHA¹ e Eriks Tobias VARGAS².

Leia mais

CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES GT MATRIZ ENERGÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES GT MATRIZ ENERGÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES GT MATRIZ ENERGÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL COLÓQUIO EMPREGOS VERDES E CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS 20.08.2009

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

O IMPACTO AMBIENTAL DA COMPUTAÇÃO

O IMPACTO AMBIENTAL DA COMPUTAÇÃO O IMPACTO AMBIENTAL DA COMPUTAÇÃO Tema 11 Grupo 03 Adriano José Ferreira Gasparini 5890114 Diogo Ferrari Meletto 5890201 Luiz Antonio Bezerra de Andrade 5967745 Tópicos: Impacto Ambiental: Lixo Eletrônico;

Leia mais

XI Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais

XI Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais XI Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais Seminário Temático: "Sustentabilidade e Cadeias de Suprimento" Local: FGV EAESP - Salão Nobre - 4º andar São Paulo, 28 de

Leia mais

TI Verde: Sustentabilidade na área da tecnologia da informação TI VERDE: SUSTENTABILIDADE NA ÁREA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TI Verde: Sustentabilidade na área da tecnologia da informação TI VERDE: SUSTENTABILIDADE NA ÁREA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TI VERDE: SUSTENTABILIDADE NA ÁREA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Flávio Luiz de Azevedo BRAYNER Paulo Gustavo Sabino RAMOS Patrícia Verônica de Azevedo BRAYNER Resumo: Atualmente a Tecnologia da Informação

Leia mais

Os pressupostos básicos para a teoria de Bertalanffy foram os seguintes:

Os pressupostos básicos para a teoria de Bertalanffy foram os seguintes: Teoria Geral de Sistemas Uma introdução As Teorias Clássicas (Administração Científica e Teoria Clássica), a Abordagem Humanística (Teoria das Relações Humanas), a Teoria Estruturalista e a Teoria da Burocracia

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

Agenda. O que é o CDP O que é o CDP Supply Chain CDP Supply Chain 2014

Agenda. O que é o CDP O que é o CDP Supply Chain CDP Supply Chain 2014 www.cdp.net @CDP Agenda O que é o CDP O que é o CDP Supply Chain CDP Supply Chain 2014 O que é Organização internacional que trabalha com as principais forças do mercado para motivar as empresas e cidades

Leia mais

Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido (isopor ) pós-consumo de uma indústria i catarinense

Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido (isopor ) pós-consumo de uma indústria i catarinense Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido 1. Introdução Objetivo da pesquisa: analisar a possibilidade de uma destinação dos resíduos de poliestireno expandido (EPS), utilizados

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

IETEC Instituto de Educação Tecnológica. Artigo Técnico

IETEC Instituto de Educação Tecnológica. Artigo Técnico IETEC Instituto de Educação Tecnológica Artigo Técnico A Importância Do Desenvolvimento Dos Fornecedores Para A Atividade De Compras Autor: Fernando de Oliveira Fidelis Belo Horizonte MG 11 de Agosto de

Leia mais

A ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SOB A ÓTICA DAS ORGANIZAÇÕES

A ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SOB A ÓTICA DAS ORGANIZAÇÕES A ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SOB A ÓTICA DAS ORGANIZAÇÕES Ítalo Camilo da Silva Nogueira Mestrando em Desenvolvimento Regional (mídias sociais), docente na Faculdade Nossa Senhora Aparecida/FANAP-GO.

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER Conceito LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER É uma área da logística que atua de forma a gerenciar e operacionalizar o retorno de bens e materiais, após sua venda e consumo, às suas origens, agregando

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA COLETA SELETIVA NA FAP

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA COLETA SELETIVA NA FAP PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA COLETA SELETIVA NA FAP SILVA V. L. da 1 ; SOUZA T. R. 1 ; RIBEIRO J. S. G. 1 ; CARDOSO C. F. 1 ; SILVA, C. V. da 2. 1 Discentes do Curso de Ciências Biológicas FAP 2

Leia mais

Artigo Lean Seis Sigma e Benchmarking

Artigo Lean Seis Sigma e Benchmarking Artigo Lean Seis Sigma e Benchmarking David Vicentin e José Goldfreind Benchmarking pode ser definido como o processo de medição e comparação de nossa empresa com as organizações mundiais best-in-class.

Leia mais

Trasix Soluções Ambientais

Trasix Soluções Ambientais A Empresa A Empresa A Trasix Soluções Ambientais surge da união de grandes expertises das empresas Trimap Business Management, especializada em representação de marcas estrangeiras para a comercialização

Leia mais

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA 1 MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA Felipe Rogério Pereira (UniSALESIANO Araçatuba/SP) HerculesFarnesi Cunha ( Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas- AEMS e UniSALESIANO

Leia mais

* Qualquer um que coloque produtos eletrônicos no Mercado Francês deve se associar a um ecoorganismo.

* Qualquer um que coloque produtos eletrônicos no Mercado Francês deve se associar a um ecoorganismo. Vanda Scartezini Fonte : eco- systemes O Modelo Francês * Qualquer um que coloque produtos eletrônicos no Mercado Francês deve se associar a um ecoorganismo. * eco organismo é uma organização sem fins

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM DISCIPLINA: Gestão de Pessoas EMENTA: O sistema clássico de estruturação da gestão de recursos humanos e suas limitações: recrutamento e seleção, treinamento

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais

Programa interministerial para produtos eletroeletrônicos ambientalmente corretos

Programa interministerial para produtos eletroeletrônicos ambientalmente corretos Programa interministerial para produtos eletroeletrônicos ambientalmente corretos Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer CTI Ministério da Ciência e Tecnologia MCT Campinas SP - Brasil Sustentabilidade

Leia mais

Gabarito das Questões do Módulo 5

Gabarito das Questões do Módulo 5 Gabarito das Questões do Módulo 5 2. De que maneira as inovações tecnológicas contribuem para o aumento do consumo? Quais as consequências ambientais deste aumento? Resposta O lançamento de produtos cada

Leia mais

PÓS-CONSUMO: a logística reversa - fragmentos de leitura.

PÓS-CONSUMO: a logística reversa - fragmentos de leitura. 1 PÓS-CONSUMO: a logística reversa - fragmentos de leitura. É do conhecimento de todos que o consumo é uma constante na contemporaneidade. Em decorrência, os gestores das organizações planejam e operacionalizam

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Área de conhecimento: Gestão e Negócios Componente Curricular: Gestão da Cadeia

Leia mais

CIAB 2009. Green IT: o novo pilar de competitividade. Aerton Paiva APEL PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS

CIAB 2009. Green IT: o novo pilar de competitividade. Aerton Paiva APEL PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS CIAB 2009 Green IT: o novo pilar de competitividade Aerton Paiva APEL PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS Sustentabilidade uma nova forma de olhar para o mundo de perceber que tudo e todos estão conectados

Leia mais

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO REVERSOS

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO REVERSOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO REVERSOS LOGÍSTICA REVERSA E A RESPONSABILIDADE EMPRESARIAL Os bens industriais apresentam ciclos de vida útil de algumas semanas ou de alguns anos, após o que serão descartados

Leia mais

A Estratégia na Gestão de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo e sua Interface com a Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Estratégia na Gestão de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo e sua Interface com a Política Nacional de Resíduos Sólidos GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE A Estratégia na Gestão de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo e sua Interface com a Política Nacional de Resíduos Sólidos São Paulo, 17 de

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

PAPEL DO GESTOR AMBIENTAL NA EMPRESA

PAPEL DO GESTOR AMBIENTAL NA EMPRESA PAPEL DO GESTOR AMBIENTAL NA EMPRESA Copyright Proibida Reprodução. NECESSIDADE EMERGENTE - Apresentam-se hoje, em países desenvolvidos e em desenvolvimento, as preocupações com a sustentabilidade empresarial

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS DEFINIÇÃO DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS (SUPLLY CHAIN) São os processos que envolvem fornecedores-clientes e ligam empresas desde a fonte inicial de matéria-prima até o ponto

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental. Seis Sigma. Eco Six Sigma

Sistema de Gestão Ambiental. Seis Sigma. Eco Six Sigma Eco Six Sigma Nos dias de hoje, em que os requisitos de compra dos consumidores vão além do preço do produto, conquistar os consumidores torna-se um grande desafio. Características como a qualidade da

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: O CASO DE UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: O CASO DE UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: O CASO DE UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA Angelica Raquel Negrele de Faria (UNICENTRO), Izamara de Oliveira Ferreira (UNICENTRO), Prof. Silvio Roberto Stefano (Orientador),

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli Café com Responsabilidade Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro Vitor Seravalli Manaus, 11 de Abril de 2012 Desafios que o Mundo Enfrenta Hoje Crescimento Populacional Desafios que o Mundo

Leia mais

Eixo Temático ET-03-016 - Gestão de Resíduos Sólidos

Eixo Temático ET-03-016 - Gestão de Resíduos Sólidos 147 Eixo Temático ET-03-016 - Gestão de Resíduos Sólidos VIABILIDADE DO PROGRAMA DE COLETA SELETIVA NO IFPB CAMPUS PRINCESA ISABEL: CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Queliane Alves da Silva 1 ; Ana Lígia

Leia mais