UM ESTUDO SOBRE OS CONCEITOS: HÁBITO (ARISTÓTELES) E ENSINO (TOMÁS DE AQUINO).

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UM ESTUDO SOBRE OS CONCEITOS: HÁBITO (ARISTÓTELES) E ENSINO (TOMÁS DE AQUINO)."

Transcrição

1 UM ESTUDO SOBRE OS CONCEITOS: HÁBITO (ARISTÓTELES) E ENSINO (TOMÁS DE AQUINO). BOVETO, Laís (PIC/UEM) OLIVEIRA, Terezinha (PPE/UEM) Introdução Refletir sobre a atual dimensão do papel da Educação na sociedade pode nos conduzir a múltiplas perspectivas: social, econômica, política, antropológica, psicológica, entre tantas outras. Nesta pesquisa pretendemos abordar a perspectiva filosófica tendo como principal fundamento o pensamento de Tomás de Aquino. Considerando a Filosofia como a ciência das causas primeiras (PADOVANI, 1977, p. 55), a intenção é estabelecer relações entre Filosofia e Educação e investigar, no pensamento antigo e medieval, algumas das motivações que levaram o homem a identificar o processo educacional com o processo civilizatório. O pensamento filosófico, neste sentido, tem extrema relevância tanto por esclarecer a causa primeira de educar, quanto por estar essencialmente vinculado à idéia de formar o homem para a sociedade. Compreender o papel da Filosofia contribui, assim, para a compreensão do papel da Educação. Tendo em vista que ambas tem como finalidade a formação moral e social. Civilizar um indivíduo significa afastá-lo de um estado de brutalidade e inseri-lo num estado de humanidade. O que pressupõe diferenciá-lo dos outros animais por meio de suas características potenciais e essenciais: o pensamento, a reflexão, a abstração, o discernimento, enfim, a razão. O homem vive e sente, como o animal; mas, além disso, pensa e quer o que o animal não faz. Não possui ele a inocência do animal, que pode abandonar-se à sensibilidade e ao instinto para orientar-se na vida; mas, primeiro, deve conhecer bem o que ele é, e, logo, conhecer o mundo e a realidade de que faz parte, e depois viver, orientar-se livremente, de conformidade com este conhecimento profundo (PADOVANI, 1977, p. 55). 1

2 Assim, é possível afirmar que o pensamento racional, filosófico, ocorre intencionalmente ou não. Pois, esse pensar é característica fundamental do homem. A diferença é que, quando o faz intencionalmente, o indivíduo transcende a experiência e, por meio de um método, busca a certeza absoluta, independente do senso comum e da opinião. A reflexão presente na Filosofia é tida, muitas vezes, como abstrata e distante da realidade, como algo inútil à vida prática. No entanto, ao observarmos o desenvolvimento das outras ciências, como a Matemática e a Física, por exemplo, tidas como úteis, verificamos que os seus idealizadores não puderam escapar do pensamento filosófico. Sistematicamente, todas as ciências partiram de deduções, assim como a Filosofia. E, neste sentido, cientistas como Einstein, por exemplo, não puderam se esquivar de questões a respeito do sentido da vida e, dessa forma, filosofar sobre a existência. O mistério da vida me causa a mais forte emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um mortovivo e seus olhos se cegaram. Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências, conhecem porém as manifestações desta ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode apreender esta perfeição (EINSTEIN, 1981, p. 9). Desvendar o mistério da vida por meio da metafísica e do pensamento dedutivo torna a Filosofia muito próxima da realidade e do mundo prático, pois é por meio dessa busca que as ciências se desenvolveram. Ao utilizar o pensamento deste físico a intenção é demonstrar que a reflexão filosófica faz parte de nossa existência e está presente em diferentes ciências e no saber de diferentes períodos históricos. Assim como todas as ciências, a Física busca explicações sobre a natureza e o universo. É específica, no sentido de estudar os fenômenos concretamente, e desse estudo obter equações, leis e enunciados que esclarecem causas e efeitos dos acontecimentos naturais. No entanto, somente a Filosofia pode abordar a situação do homem em relação a estes efeitos, no que se refere ao seu comportamento, às suas escolhas e suas ações. Compreender o caminho percorrido pelo pensamento humano até as afirmações de cientistas como Einstein é fundamental para que tenhamos subsídios que indiquem o papel social que a Educação propõe. Por este motivo, abordaremos, fundamentalmente, nesta pesquisa, o pensamento aristotélico e o pensamento tomista, mais especificamente as obras: Ética a Nicômacos (livros I e II) de Aristóteles ( a. C.) e Sobre o ensino de Tomás 2

3 de Aquino ( d. C ). Cada qual em seu tempo, Aristóteles e Tomás de Aquino foram grandes educadores e discorreram sobre Ética e Filosofia. Assim, por meio de suas conclusões pretendemos analisar o papel atribuído à Educação na Antiguidade e na Idade Média. E, a partir dessa análise, levantar questionamentos sobre a forma como consideramos a Educação atualmente. Objetivos OBJETIVO GERAL: Analisar os conceitos de hábito em Aristóteles e de ensino em São Tomás de Aquino. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Compreender a influência de Aristóteles no pensamento tomista; 2. Realizar observações a respeito da prática do método de ensino defendido por Tomás de Aquino; 3. Considerar a relevância do hábito e do Ensino atualmente. Metodologia Ao trabalharmos com a História Social enquanto caminho teórico a ser seguido, destacamos que a trajetória desta pesquisa será conduzida a partir da concepção de hábito presente na obra Ética a Nicômacos de Aristóteles ( a. C.) e na concepção de Ensino presente em De magistro de Tomás de Aquino ( d. C.). Tendo em vista que Aristóteles e Tomás de Aquino discorrem, cada qual em seu período histórico, a respeito de Filosofia, reflexão humana e formação social e moral do homem, há uma notável relevância em abordarmos esses mesmos temas sob a luz de conceituações mais recentes. Assim, pretendemos considerar a concepção de ensino presente em O que é uma Universidade? de Lauand e as percepções a respeito da Educação na obra Como vejo o mundo de Albert Einstein. Hábito e Ensino Aristóteles viveu no século IV a. C., ou seja, no segundo período do pensamento grego, denominado sistemático ou antropológico. Neste século a Filosofia concentra-se no 3

4 homem em sua totalidade e não mais na natureza como no período anterior. Em 367 a. C., Aristóteles principia seus estudos na Academia de Platão ( a. C.) e, partindo das idéias deste, sistematiza conhecimentos na área da Física, Lógica, Teologia, Ética, Moral, Retórica, Metafísica e Política. Na cidade de Atenas, em 335, funda o Liceu, escola herdeira e rival da Academia platônica (PADOVANI, 1977, p. 123 e 124). Assim, Aristóteles dá continuidade e amplifica o pensamento platônico. Nos livros I e II de Ética a Nicômacos, Aristóteles desenvolve uma argumentação sobre a relevância de buscar a definição do bem maior, pois este define a finalidade das ações que praticamos. Indica a ciência política como própria para estudar esse objeto tanto em relação ao indivíduo quanto relativamente à nação. Isso porque esta ciência orienta o homem em sua vida social e sobrepõe o interesse social ao individual. Uma vez que a ciência política usa as ciências restantes e, mais ainda, legisla sobre o que devemos fazer e sobre aquilo de que devemos abster-nos, a finalidade desta ciência inclui necessariamente a finalidade das outras, e então esta finalidade deve ser o bem do homem. Ainda que a finalidade seja a mesma para um homem isoladamente e para uma cidade, a finalidade da cidade parece de qualquer modo algo maior e mais completo [...] (ARISTÓTELES, Livro I, 2). Entre as afirmações a respeito da política, Aristóteles ressalta a experiência de vida como essencial para a compreensão do assunto. Destaca que um homem ainda jovem não é a pessoa própria para ouvir aulas de ciência política, pois ele é inexperiente quanto aos fatos da vida (ARISTÓTELES, Livro I, 4). Assim, tal ciência demanda ação baseada na razão e não pode ser aproveitada por quem age segundo paixões. Neste sentido, essa experiência e entendimento da vida, que leva a atividades racionais, só podem ser apreendidos por quem adquiriu bons hábitos desde a infância. O hábito representa a ação intencionalmente executada e que, repetida, manifesta o comportamento. Tendo em vista que todas as ações visam uma finalidade que é o bem, é necessário que se defina o bem mais elevado, pois o bem pode ter diferentes aspectos para diferentes pessoas. No entanto, é necessária uma convergência que, segundo Aristóteles, consiste na felicidade, pois este seria um bem perseguido por ele mesmo, ou seja, é auto-suficiente. Chamamos aquilo que é mais digno de ser perseguido em si mais final que aquilo que é digno de ser perseguido por causa de outra coisa, [...] chamamos absolutamente final aquilo que é sempre desejável em si, e nunca 4

5 por causa de algo mais. Parece que a felicidade, mais do que qualquer outro bem, é tida como este bem supremo, pois a escolhemos sempre por si mesma, e nunca por causa de algo mais; mas as honrarias, o prazer, a inteligência e todas as outras formas de excelência, embora as escolhamos por si mesmas (escolhê-las-iamos ainda que nada resultasse delas), escolhemo-las por causa da felicidade [...] (ARISTÓTELES, Livro I, 16). A partir desta conclusão a felicidade é o fim a que visam as ações humanas é necessário estabelecer que a função do homem é agir com excelência no decorrer da vida, exercitando bem as faculdades da alma. Dessa forma alcançará as boas coisas e a felicidade. Assim, de acordo Aristóteles, a ação conforme a excelência pode ser identificada com a felicidade, quem age conquista, e justamente, a coisas boas da vida. (ARISTÓTELES, Livro I, 21). Assim como nas profissões, um profissional é bom ou mau de acordo com a prática de seu ofício. Tornamo-nos homens bons ou maus na prática da função essencialmente humana que é pensar, refletir, discernir. A ação é, assim, essencial. No entanto pensar, discernir e compreender a ação e porque agimos é o que nos caracteriza como humanos. Agir conforme a natureza, deixando-se guiar pelos instintos e desejos é o que os animais fazem. Se o fazem é por não possuírem a capacidade de ponderar e escolher. A escolha intencional neste caso é fundamental, pois é necessário considerar o prazer e o sofrimento de cada escolha com moderação. Segundo Aristóteles é pelo prazer e pelo sofrimento que praticamos ou deixamos de praticar ações. Daí a importância, assinalada por Platão, de termos sido habituados adequadamente, desde a infância, a gostar e desgostar da coisas certas; esta é a verdadeira educação (ARISTÓTELES, Livro II, 7). A inclinação para o prazer é algo que está arraigado ao ser humano desde a infância e regula suas ações. Com isto, é possível observar que em Aristóteles a Educação representa a forma de prover o homem de condições para que realize boas ações, sem deixar se guiar pelo prazer ou pela sorte. Oferecer esta Educação é papel da ciência política que deve incutir nos cidadãos o caráter que os torne capazes de agir com excelência moral e de forma consciente, racional e intencional. Assim, praticando ações justas, o homem se torna justo, praticando ações moderadas, torna-se moderado e assim por diante. Sem praticar o bem o homem não tem possibilidade de tornar-se bom. Conhecer teoricamente o bem, filosofar sobre ele, não torna o ser humano bom. O conhecimento e a inteligência, assim, são instrumentos para a prática das boas ações.. 5

6 Além disto, em relação a todas as faculdades que nos vêm por natureza recebemos primeiro a potencialidade, e somente mais tarde exibimos a atividade (isto é claro no caso dos sentidos, pois não foi por ver repetidamente ou repetidamente ouvir que adquirimos estes sentidos; ao contrário, já os tínhamos antes de começar a usufruí-los, e não passamos a tê-los por usufruí-los); quanto às várias formas de excelência moral, todavia, adquirimo-las por havê-las efetivamente praticado [...]. Esta asserção é confirmada pelo que acontece nas cidades, pois os legisladores formam os cidadãos habituando-os a fazerem o bem; esta é a intenção de todos os legisladores; os que não a põem corretamente em prática falham em seu objetivo, e é sob este aspecto que a boa constituição difere da má (ARISTÓTELES, Livro II, 2). Esta passagem evidencia a percepção do autor em relação à vida coletiva, tendo em vista que o bom governo oferece condições suficientes para que os cidadãos sejam felizes. Condições estas que permitam às pessoas ter bons hábitos desde a infância, de modo que aprendam a fazer boas escolhas, tendo por base a razão e não os instintos. Esse aprendizado ocorre no decorrer da vida, o que indica que Aristóteles vê na maturidade as circunstâncias adequadas para a felicidade. Outra concepção importante, apresentada pelo filósofo no excerto acima, é a de potencialidade. A idéia de que o homem possui potencialmente o conhecimento também está presente na obra de Tomás de Aquino. Em De magistro Aquino afirma que um homem não pode transferir conhecimento para outro homem, pois ou este conhecimento já pertencia ao intelecto ou não. Em sua investigação sobre o ensino, busca demonstrar se a capacidade de ensinar é humana ou divina. Para tanto, baseia-se no pensamento aristotélico, inserido no Ocidente pela tradução árabe. Neste sentido, Tomás busca uma sistematização racional do pensamento cristão, utilizando as escrituras sagradas, a influência da escola peripatética e de Santo Agostinho. Após uma longa preparação e um desenvolvimento promissor, a escolástica chega ao seu ápice com Tomás de Aquino. Adquire plena consciência dos poderes da razão, e proporciona finalmente ao pensamento cristão uma filosofia. Assim, converge para Tomás de Aquino não apenas o pensamento escolástico, mas também o pensamento patrístico, que culminou em Agostinho, rico de elementos helenistas e neoplatônicos, além do patrimônio da revelação judaico-cristã, bem mais importante (PADOVANI, 1977, p. 232 e 233). 6

7 Assim, a Filosofia tomista representa o ápice da escolástica e compreendê-la significa compreender a estrutura das primeiras Universidades e o método de ensino que gerou o pensamento moderno ocidental. Dessa forma, retomando a investigação tomista sobre o ensino, percebemos que não se trata apenas de definir se quem ensina é Deus ou o homem. Trata-se de argumentar racionalmente em favor da totalidade humana, considerando espírito e matéria integrados. Justifica, deste modo, a fé em Deus que proporciona aos homens a potência do conhecimento. E, confere também aos homens a possibilidade de ensinar. Tendo em vista que, para que a potência se converta em ato, a ação humana é necessária, seja por meio da descoberta ou do ensino. Ora, o conhecimento preexiste no educando como potência não puramente passiva, mas ativa, senão o homem não poderia adquirir conhecimentos por si mesmo. E assim como há duas formas de cura: a que ocorre só pela ação da natureza e a que ocorre pela ação da natureza ajudada pelos remédios, também há duas formas de adquirir conhecimento: de um modo, quando a razão por si mesma atinge o conhecimento que não possuía, o que se chama descoberta; e, de outro, quando recebe ajuda de fora, e este modo se chama ensino (AQUINO, 2004, p. 31 e 32). Em seguida, indica que o professor ensina quando apresenta ao aluno sinais que demonstram o sistema aplicado à aquisição de conhecimento pela descoberta. Assim, esses sinais são utilizados como instrumentos (o remédio, no caso da relação médico paciente) para que a razão natural do aluno alcance o conhecimento antes ignorado. E do mesmo modo que se diz que o médico causa a saúde no doente pela atuação da natureza, também se diz que o professor causa o conhecimento no aluno com a atividade da razão natural do aluno (AQUINO, 2004, p. 32). Referências AQUINO. Sobre o ensino (De magistro).tradução de Luiz J. Lauand. São Paulo: Martins Fontes, ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. Tradução de Luiz J. Lauand. Brasília: UNB, EINSTEIN. Como vejo o mundo. Tradução de H. P. de Andrade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, LAUAND. O que é uma Universidade? São Paulo: Perspectiva,

8 PADOVANI e CASTAGNOLA. Período Sistemático e A escolástica. In: História da Filosofia. São Paulo: Melhoramentos,

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles Profa. Ms. Luciana Codognoto Períodos da Filosofia Grega 1- Período pré-socrático: (VII e VI a.c): início do processo de desligamento entre

Leia mais

S. Tomás de Aquino QUESTÕES SOBRE A EXISTÊNCIA E A INTERLIGAÇÃO DAS VIRTUDES INFUSAS

S. Tomás de Aquino QUESTÕES SOBRE A EXISTÊNCIA E A INTERLIGAÇÃO DAS VIRTUDES INFUSAS QUESTÕES SOBRE A EXISTÊNCIA E A INTERLIGAÇÃO DAS VIRTUDES INFUSAS: Index. S. Tomás de Aquino QUESTÕES SOBRE A EXISTÊNCIA E A INTERLIGAÇÃO DAS VIRTUDES INFUSAS Índice Geral 1. Se existem virtudes teologais.

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS RECUPERAÇÃO. 1. Quais foram as principais características da escolástica? Cite alguns de seus pensadores.

LISTA DE EXERCÍCIOS RECUPERAÇÃO. 1. Quais foram as principais características da escolástica? Cite alguns de seus pensadores. LISTA DE EXERCÍCIOS RECUPERAÇÃO 1. Quais foram as principais características da escolástica? Cite alguns de seus pensadores. 2. Como acontecia a aprendizagem nas escolas no período medieval? Quem era apto

Leia mais

Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1

Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1 Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1 Monica Aiub filósofa clínica e-mail: monica_aiub@uol.com.br Vendo o que não se vê, tema do Congresso, suscita, imediatamente, a pergunta: o que se vê e

Leia mais

Era considerado povo os cidadãos de Atenas, que eram homens com mais de 18 anos, filhos de pais e mães atenienses.

Era considerado povo os cidadãos de Atenas, que eram homens com mais de 18 anos, filhos de pais e mães atenienses. Trabalho de Filosofia Mito e Filosofia na Grécia Antiga Texto 1 1- (0,3) Democracia quer dizer poder do povo. De acordo com o texto, quem era considerado povo em Atenas Antiga? Explique com suas palavras.

Leia mais

Roteiro 31. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas

Roteiro 31. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas Roteiro 31 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas Objetivos Explicar a abrangência da Teoria dos valores e sua evolução histórica Analisar

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum FILOSOFIA QUESTÃO 01

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum FILOSOFIA QUESTÃO 01 FILOSOFIA QUESTÃO 01 Leia atentamente o seguinte verso do fragmento atribuído a Parmênides. Assim ou totalmente é necessário ser ou não. SIMPLÍCIO, Física, 114, 29, Os Pré-Socráticos. Coleção Os Pensadores.

Leia mais

A FILOSOFIA HELENÍSTICA A FILOSOFIA APÓS A CONQUISTA DA GRÉCIA PELA MACEDÔNIA

A FILOSOFIA HELENÍSTICA A FILOSOFIA APÓS A CONQUISTA DA GRÉCIA PELA MACEDÔNIA A FILOSOFIA HELENÍSTICA A FILOSOFIA APÓS A CONQUISTA DA GRÉCIA PELA MACEDÔNIA O IMPÉRIO ALEXANDRINO A FILOSOFIA ESTOICA PARTE DA SEGUINTE PERGUNTA: COMO DEVO AGIR PARA VIVER BEM? COMO POSSO VIVER BEM E,

Leia mais

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) -

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) - EXERCICÍOS DE FILOSOFIA I O QUE É FILOSOFIA, ETIMOLOGIA, ONDE SURGIU, QUANDO, PARA QUE SERVE.( 1º ASSUNTO ) Questão (1) - Analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA em relação ao significado

Leia mais

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução 1 4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval Introdução O último período da Filosofia Grega é o Helenístico (Sec. III a.c.-vi d.c.). É um período

Leia mais

Aula 4 - Teorias políticas da Idade Média. (Santo Agostinho e São Tomás de Aquino) Cap 23, pag 292 a 295 (Itens 7 a 10)

Aula 4 - Teorias políticas da Idade Média. (Santo Agostinho e São Tomás de Aquino) Cap 23, pag 292 a 295 (Itens 7 a 10) Aula 4 - Teorias políticas da Idade Média (Santo Agostinho e São Tomás de Aquino) Cap 23, pag 292 a 295 (Itens 7 a 10) Aula 04 Teorias políticas da Idade Média O b j e t i v o s : - Entender a evolução

Leia mais

Márcio Ronaldo de Assis 1

Márcio Ronaldo de Assis 1 1 A JUSTIÇA COMO COMPLETUDE DA VIRTUDE Márcio Ronaldo de Assis 1 Orientação: Prof. Dr. Juscelino Silva As virtudes éticas derivam em nós do hábito: pela natureza, somos potencialmente capazes de formá-los

Leia mais

1676 TÓPICO C Este ensaio filosófico tem como tema central a legitimidade moral da eutanásia. Face a este problema, destacam-se dois autores dos quais conseguimos extrair dois pontos de vista relacionados

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação

Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Conhecimento e Ciência: tipos de conhecimentos Professora: Sueli Andrade Disciplina: Metodologia do Trabalho Científico Ciência e Conhecimento

Leia mais

O MÉTODO ESCOLÁSTICO EM TOMÁS DE AQUINO: UM ESTUDO NO CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

O MÉTODO ESCOLÁSTICO EM TOMÁS DE AQUINO: UM ESTUDO NO CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO O MÉTODO ESCOLÁSTICO EM TOMÁS DE AQUINO: UM ESTUDO NO CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO SANTIN, Rafael Henrique (PIBIC/UEM) OLIVEIRA, Terezinha (UEM) INTRODUÇÃO Neste texto pretendemos analisar o método escolástico

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

Palestrante: José Nazareno Nogueira Lima Advogado, Diretor -Tesoureiro da OAB/PA, Consultor da ALEPA

Palestrante: José Nazareno Nogueira Lima Advogado, Diretor -Tesoureiro da OAB/PA, Consultor da ALEPA A ÉTICA NA POLÍTICA Palestrante: Advogado, Diretor -Tesoureiro da OAB/PA, Consultor da ALEPA A origem da palavra ÉTICA Ética vem do grego ethos, que quer dizer o modo de ser, o caráter. Os romanos traduziram

Leia mais

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA Marconi Pequeno * * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos

Leia mais

O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS

O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS Marconi Pequeno * * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos

Leia mais

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia I Natureza Humana * Qual a natureza humana? Ou seja, qual é a ontologia humana? - Uma teoria da natureza humana busca especificar

Leia mais

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ?

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CURITIBA 2011 CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? Projeto de pesquisa apresentado à Universidade Federal

Leia mais

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado.

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado. 1 O que é Ética? Definição de Ética O termo ética, deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO PROF. ME. RAFAEL HENRIQUE SANTIN Este texto tem a finalidade de apresentar algumas diretrizes para

Leia mais

Tipos de Conhecimento

Tipos de Conhecimento Conhecer = incorporação de um conceito novo ou original sobre algo (fato ou fenômeno) CONHECIMENTO surge: de experiências acumuladas na vida cotidiana; de relacionamento interpessoais; de outros instrumentos

Leia mais

Origem e definição de Filosofia

Origem e definição de Filosofia Filosofia Origem e definição de Filosofia Prof. João Epifânio Regis Lima Objetivo Explicitar a origem da filosofia e delimitar seu conceito a partir da distinção entre filosofia e sabedoria. Então vejamos...

Leia mais

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: rosangelauepb@gmail.com ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: provalmir@mail.com Desde

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

Cap. 3 - O PRAZER E A DOR EM ARISTÓTELES Ramiro Marques

Cap. 3 - O PRAZER E A DOR EM ARISTÓTELES Ramiro Marques Cap. 3 - O PRAZER E A DOR EM ARISTÓTELES Ramiro Marques Aristóteles define prazer como "um certo movimento da alma e um regresso total e sensível ao estado natural" (1). A dor é o seu contrário. O que

Leia mais

A Criança e os Mimos. "Se competir é o único caminho que nos conduz à felicidade, então, viver em paz será impossível..."

A Criança e os Mimos. Se competir é o único caminho que nos conduz à felicidade, então, viver em paz será impossível... A Criança e os Mimos "Se competir é o único caminho que nos conduz à felicidade, então, viver em paz será impossível..." Autora: Anne M. Lucille[1] "Respeito é quando ensinamos, não quando corrigimos..."

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5. Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.1-2 E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

Weber e o estudo da sociedade

Weber e o estudo da sociedade Max Weber o homem Maximilian Karl Emil Weber; Nasceu em Erfurt, 1864; Iniciou seus estudos na cidade de Heidelberg Alemanha; Intelectual alemão, jurista, economista e sociólogo; Casado com Marianne Weber,

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira Sociologia Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira [...] tudo o que é real tem uma natureza definida que se impõe, com a qual é preciso contar,

Leia mais

Breve Histórico do Raciocínio Lógico

Breve Histórico do Raciocínio Lógico Breve Histórico do Raciocínio Lógico Enquanto muitas culturas tenham usado complicados sistemas de raciocínio, somente na China, Índia e Grécia os métodos de raciocínio tiveram um desenvolvimento sustentável.

Leia mais

O DEVER MORAL NA PRIMEIRA SEÇÃO DA FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES DE KANT

O DEVER MORAL NA PRIMEIRA SEÇÃO DA FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES DE KANT O DEVER MORAL NA PRIMEIRA SEÇÃO DA FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES DE KANT Fernanda Martins de Oliveira Bueno Prof. Dr. Arlei de Espíndola (Coordenador) RESUMO Nesta comunicação ocupar-me-ei do

Leia mais

Ética e felicidade. Aluna: Yasmine Victoria B. Hamaoui Orientador: Danilo Marcondes

Ética e felicidade. Aluna: Yasmine Victoria B. Hamaoui Orientador: Danilo Marcondes Ética e felicidade Aluna: Yasmine Victoria B. Hamaoui Orientador: Danilo Marcondes Introdução: Ética e Felicidade são dois temas que possuem grande relação e comparação ao longo da história da filosofia.

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave fenomenologia; método; mística

RESUMO. Palavras-chave fenomenologia; método; mística RESUMO FENOMENOLOGIA E MÍSTICA Uma abordagem metodológica Elton Moreira Quadros Professor substituto na Univ. Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Faculdade Juvência Terra (FJT) Instituto de Filosofia

Leia mais

Unidade I Direito, cidadania e movimentos sociais Unidade II Consumo e meio ambiente

Unidade I Direito, cidadania e movimentos sociais Unidade II Consumo e meio ambiente Unidade I Direito, cidadania e movimentos sociais Unidade II Consumo e meio ambiente Aula Expositiva pelo IP.TV Dinâmica Local Interativa Interatividade via IP.TV e Chat público e privado Email e rede

Leia mais

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? Conhecimento: Conhecimento: nada mais é que a apreensão da realidade, de forma real ou imaginada. Entendendo realidade como aquilo

Leia mais

Por muito tempo na história as pessoas acreditaram existir em nós uma capacidade transcendental que nos emanciparia da natureza e nos faria

Por muito tempo na história as pessoas acreditaram existir em nós uma capacidade transcendental que nos emanciparia da natureza e nos faria 1 Por muito tempo na história as pessoas acreditaram existir em nós uma capacidade transcendental que nos emanciparia da natureza e nos faria especiais. Fomos crescendo e aprendendo que, ao contrário dos

Leia mais

IGREJA CRISTÃ MARANATA PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE EM EFÉSIOS 2.8 PAULO VINCULA A SALVAÇÃO À FÉ QUE VEM DE DEUS.

IGREJA CRISTÃ MARANATA PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE EM EFÉSIOS 2.8 PAULO VINCULA A SALVAÇÃO À FÉ QUE VEM DE DEUS. ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL 21-jun-2015 - TEMA: A FÉ Assunto: INTERFERÊNCIAS NO PROCESSO DA SALVAÇÃO Texto fundamental: JOÃO CAP. 9 EM EFÉSIOS 2.8 PAULO VINCULA A SALVAÇÃO À FÉ QUE VEM DE DEUS. COMENTAR OS

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Cap 1 A teoria e a prática da Educação. Ramiro Marques

Cap 1 A teoria e a prática da Educação. Ramiro Marques Cap 1 A teoria e a prática da Educação Ramiro Marques Aristóteles dedica um espaço importante de A Política ao tema da educação, preocupando-se com a discussão de vários assuntos: fim pacífico da Educação,

Leia mais

1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor

1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor 1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor Em seu diálogo A República, Platão descreve na célebre Alegoria da Caverna a situação de homens aprisionados desde a infância no fundo de uma caverna e de tal

Leia mais

AGOSTINHO DE HIPONA E TOMÁS DE AQUINO (3ª SÉRIE, REVISÃO TESTÃO)

AGOSTINHO DE HIPONA E TOMÁS DE AQUINO (3ª SÉRIE, REVISÃO TESTÃO) AGOSTINHO DE HIPONA E TOMÁS DE AQUINO (3ª SÉRIE, REVISÃO TESTÃO) PERÍODOS DA FILOSOFIA MEDIEVAL 1º Patrística: século II (ou do V) ao VIII (Agostinho de Hipona). 2º Escolástica: século IX ao XV (Tomás

Leia mais

Gestão Pública. Ética e cidadania. Tema: Ética e Cidadania

Gestão Pública. Ética e cidadania. Tema: Ética e Cidadania Gestão Pública Profa. Márcia Velasques Ética e cidadania Seminário de políticas locais/regionais: as dimensões da ética, da cultura e dos serviços prestados ao público Tema: Ética e Cidadania Núcleo de

Leia mais

Orientação de estudo semanal turma 231 Filosofia II

Orientação de estudo semanal turma 231 Filosofia II Orientação de estudo semanal turma 231 Filosofia II Na orientação dessa semana faremos questões objetivas sobre filosofia política. II. Questões sobre Filosofia Política 1. Foi na Grécia de Homero que

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

As três revelações divinas: Moisés, Jesus e Kardec

As três revelações divinas: Moisés, Jesus e Kardec FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro II Ensinos e Parábolas de Jesus Módulo I Metodologia para o estudo do Evangelho à luz da Doutrina Espírita As três revelações

Leia mais

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Pavão, Antonio, C.¹, Rocha, Claudiane, F..S.², Silva, Ana, P.³ Espaço Ciência - www.espacociencia.pe.gov.br pavao@ufpe.br¹,

Leia mais

AGOSTINHO, TEMPO E MEMÓRIA

AGOSTINHO, TEMPO E MEMÓRIA AGOSTINHO, TEMPO E MEMÓRIA Fábio de Araújo Aluno do Curso de Filosofia Universidade Mackenzie Introdução No decorrer da história da filosofia, muitos pensadores falaram e escreveram há cerca do tempo,

Leia mais

A ÉTICA NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: OS CONCEITOS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

A ÉTICA NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: OS CONCEITOS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA A ÉTICA NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: OS CONCEITOS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA 1. Introdução Michelle Ranckel 1 Melissa R. da Silva 2 Rodrigo F. Pedro 3 O tema da ética é universal e traduz na atualidade

Leia mais

PROGRAMAs de. estudantil

PROGRAMAs de. estudantil PROGRAMAs de empreendedorismo e protagonismo estudantil Ciclo de Palestras MAGNUM Vale do Silício App Store Contatos Calendário Fotos Safari Cumprindo sua missão de oferecer uma educação inovadora e de

Leia mais

EDUCAÇÃO E FELICIDADE EM SANTO AGOSTINHO

EDUCAÇÃO E FELICIDADE EM SANTO AGOSTINHO EDUCAÇÃO E FELICIDADE EM SANTO AGOSTINHO Fabio Luciano Bueno Coelho 1 Ricardo Antonio Rodrigues 2 Resumo: A proposta deste trabalho é levantar questionamentos a respeito do papel da educação, tendo por

Leia mais

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto.

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto. MITO Mito vem do Grego MYTHÓS, que tinha um grande número de significados dentro de uma idéia básica: discurso, mensagem palavra, assunto, invenção, lenda, relato imaginário. Modernamente está fixada nestes

Leia mais

DILMA MARIA DE ANDRADE. Título: A Família, seus valores e Counseling

DILMA MARIA DE ANDRADE. Título: A Família, seus valores e Counseling DILMA MARIA DE ANDRADE Título: A Família, seus valores e Counseling Projeto de pesquisa apresentado como Requisito Para obtenção de nota parcial no módulo de Metodologia científica do Curso Cousenling.

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita;

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita; MÉTODO CIENTÍFICO CONCEITO: palavra de origem grega, significa o conjunto de etapas e processos a serem vencidos ordenadamente na investigação da verdade; IMPORTÃNCIA DO MÉTODO: pode validar ou invalidar

Leia mais

GRUPO I Escolha múltipla (6 x 10 pontos) (circunda a letra correspondente à afirmação correcta)

GRUPO I Escolha múltipla (6 x 10 pontos) (circunda a letra correspondente à afirmação correcta) Colégio Paulo VI Ano lectivo 2011/2012 10º Ano - Teste de Filosofia Tema: O que é a filosofia? / O discurso filosófico Teste n.º 1 90 min.# Nome Número Turma Professor Encarregado de Educação Classificação

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Por Carlos ley Noção e Significados A expressão direitos humanos é uma forma abreviada de mencionar os direitos fundamentais da pessoa humana. Sem esses direitos a pessoa não

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade

Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade Notandum 14 http://www.hottopos.com CEMOrOC Feusp / IJI Univ. do Porto 2007 Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade Marcos Sidnei Pagotto

Leia mais

UFMG - 2005 4º DIA FILOSOFIA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2005 4º DIA FILOSOFIA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2005 4º DIA FILOSOFIA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Filosofia Questão 01... a filosofia não é a revelação feita ao ignorante por quem sabe tudo, mas o diálogo entre iguais que se fazem cúmplices

Leia mais

Processo Seletivo 2011-2 Filosofia

Processo Seletivo 2011-2 Filosofia Filosofia 1) Gabarito Final sem distribuição de pontos - Questão 1 A) De acordo com o pensamento de Jean-Jacques Rousseau, o poder soberano é essencialmente do povo e o governo não é senão depositário

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

AS VIRTUDES NO PENSAMENTO DE SANTO TOMÁS DE AQUINO

AS VIRTUDES NO PENSAMENTO DE SANTO TOMÁS DE AQUINO AS VIRTUDES NO PENSAMENTO DE SANTO TOMÁS DE AQUINO Paulo Roberto da Rocha Prof. Dr. Carlos Alberto Albertuni (Orientador) Prof. Dr. Arlei de Espíndola (Coordenador) RESUMO O tratado das virtudes de Tomás

Leia mais

dóxa e epistéme. sensível e inteligível. fé e razaão.

dóxa e epistéme. sensível e inteligível. fé e razaão. dóxa e epistéme. sensível e inteligível. fé e razaão. Senso comum... aranha caranguejeira ou aranha-marrom? Epistemologia Moderna e Contemporânea EPISTEMOLOGIA investiga o conhecimento. limites. possibilidades.

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

Trabalho e educação. Vamos aos fatos

Trabalho e educação. Vamos aos fatos Trabalho e educação Vamos aos fatos O maior problema da educação brasileira é o povo brasileiro. Sinto muito, mas esta é a conclusão a que muitos de nossos educadores chegaram. Somos uma nação materialista,

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS PRODUÇÃO E RECEPÇÃO DE TEXTOS Lingüística Textual : Recepção e Produção de Textos Visão Sistemática e Particular. Gêneros e Estruturas

Leia mais

CAPÍTULO 1. A FACULDADE DE PERCEBER, A PERCEPÇÃO E OS OBJETOS DA PERCEPÇÃO

CAPÍTULO 1. A FACULDADE DE PERCEBER, A PERCEPÇÃO E OS OBJETOS DA PERCEPÇÃO CAPÍTULO 1. A FACULDADE DE PERCEBER, A PERCEPÇÃO E OS OBJETOS DA PERCEPÇÃO Muito antigo e pouco alterado no longo transcurso que teve dentro da história da filosofia, o sentido do termo latino facultas

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

FILOSOFIA. 1. TURNO: Vespertino HABILITAÇÃO: Licenciatura. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

FILOSOFIA. 1. TURNO: Vespertino HABILITAÇÃO: Licenciatura. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos FILOSOFIA 1. TURNO: Vespertino HABILITAÇÃO: Licenciatura GRAU ACADÊMICO: Licenciado em Filosofia PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 8 anos 2. OBJETIVO/PERFIL DO PROFISSIONAL A SER FORMADO O

Leia mais

FILOSOFIA. Platão. OpenRose

FILOSOFIA. Platão. OpenRose FILOSOFIA Platão OpenRose 1 PLATÃO Filósofo grego (427 a.c.?-347 a.c.?). Um dos mais importantes filósofos de todos os tempos. Suas teorias, chamadas de platonismo, concentram-se na distinção de dois mundos:

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

O FUNDAMENTO DOS DIREITOS HUMANOS

O FUNDAMENTO DOS DIREITOS HUMANOS O FUNDAMENTO DOS DIREITOS HUMANOS Marconi Pequeno* * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós- Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

Maquiavel. Teoria Política. (Capítulo 24, pág 298 a 302)

Maquiavel. Teoria Política. (Capítulo 24, pág 298 a 302) Maquiavel Teoria Política (Capítulo 24, pág 298 a 302) CONTEXTO HISTÓRICO (SÉC XIV e seguintes) 1. FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS (Portugal, França, Inglaterra, Espanha). 2. Monarquias Nacionais ESTADO

Leia mais

Avaliação em filosofia: conteúdos e competências

Avaliação em filosofia: conteúdos e competências Avaliação em filosofia: conteúdos e competências Desidério Murcho Universidade Federal de Ouro Preto desiderio@ifac.ufop.br 1 Immanuel Kant O jovem que completou a sua instrução escolar habituou- se a

Leia mais

Décima Primeira Lição

Décima Primeira Lição 70 Décima Primeira Lição AUTORIDADE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS A EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO LAR A) O lar tem suma importância na vida humana, pois é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada

Leia mais

As provas da existência de Deus: Tomás de Aquino e o estabelecimento racional da fé. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira 1º Ano do Ensino Médio

As provas da existência de Deus: Tomás de Aquino e o estabelecimento racional da fé. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira 1º Ano do Ensino Médio As provas da existência de Deus: Tomás de Aquino e o estabelecimento racional da fé. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira 1º Ano do Ensino Médio Tomás de Aquino (1221-1274) Tomás de Aquino - Tommaso d Aquino

Leia mais

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico:

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: 1 Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: Uma breve aproximação Clodoveo Ghidolin 1 Um tema de constante debate na história do direito é a caracterização e distinção entre jusnaturalismo e positivismo

Leia mais

Mimese, imitação, cópia

Mimese, imitação, cópia Mimese, imitação, cópia Halliwell 2002 argumenta que por μίμησις nem Platão nem Aristóteles querem dizer simplesmente cópia ou imitação Imitatio é a tradução latina de μίμησις Nelson Goodman (1906-1998)

Leia mais

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO INTRODUÇÃO Francisca das Virgens Fonseca (UEFS) franciscafonseca@hotmail.com Nelmira Santos Moreira (orientador-uefs) Sabe-se que o uso

Leia mais

Unidade 3: A Teoria da Ação Social de Max Weber. Professor Igor Assaf Mendes Sociologia Geral - Psicologia

Unidade 3: A Teoria da Ação Social de Max Weber. Professor Igor Assaf Mendes Sociologia Geral - Psicologia Unidade 3: A Teoria da Ação Social de Max Weber Professor Igor Assaf Mendes Sociologia Geral - Psicologia A Teoria de Ação Social de Max Weber 1 Ação Social 2 Forma de dominação Legítimas 3 Desencantamento

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

A PRUDÊNCIA EM ARISTÓTELES. Ramiro Marques

A PRUDÊNCIA EM ARISTÓTELES. Ramiro Marques A PRUDÊNCIA EM ARISTÓTELES Ramiro Marques A prudência é uma virtude do pensamento que é uma condição da virtude. Na Antiguidade Clássica e na Idade Média, era considerada uma das quatro virtudes cardinais,

Leia mais

Aquisição de aptidões para realizar investigação científica. Valoriza-se a pesquisa em detrimento da assimilação acrítica.

Aquisição de aptidões para realizar investigação científica. Valoriza-se a pesquisa em detrimento da assimilação acrítica. Azevedo, C. et al. (1996) Metodologia científica. Porto: s/ed. (pp.15-28) Aquisição de aptidões para realizar investigação científica. Valoriza-se a pesquisa em detrimento da assimilação acrítica. Aprender

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais