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1 Instituto Superior da Maia RELATÓRIO DE ESTÁGIO Formação em Contexto de Trabalho Soluções HIRSCHMANN Aluno Número Filipe Alexandre Machado Ferreira Orientador Profissional Eng.º José Manuel Gonçalves Supervisor Académico Dr. Manuel Cruz da Silva Curso Curso de Especialização Tecnológica Nível IV» Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Ano Lectivo Agosto 2006

2 NOTA DE APRESENTAÇÃO O trabalho a apresentar está inserido no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho do curso de Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. A formação em contexto de trabalho teve a duração de 400 horas e foi efectuada na empresa Tech M5 Tecnologias para Operadores de Redes, SA. Neste documento será apresentada uma demonstração do funcionamento de equipamentos de rede (Switch) aqui denominados de RS2 e MICE. A Hirschmann é uma empresa que se dedica ao fornecimento de equipamentos de rede orientada para soluções industriais. Neste momento conta com uma grande presença no mercado português destacando-se maioritariamente em rede de dados de operadores do ramo ferroviário e rodoviário. Normalmente está associada a redes onde é necessário uma transmissão de dados com fiabilidade e grande performance providenciando assim qualidade e disponibilidade de serviço. Como este equipamento não está disponível numa vulgar loja de informática, achei interessante dar a conhecer algumas das suas potencialidades como equipamento de rede e num âmbito de utilização industrial. Agosto 2006

3 AGRADECIMENTOS Este espaço é dedicado àqueles que contribuíram e me apoiaram na realização do CET de Instalação de Redes e Sistemas Informáticos. Em primeiro lugar agradeço a todos docentes do curso, que me transmitiram novos conhecimentos e foram de grande utilidade na minha valorização pessoal e profissional. Em segundo lugar, agradeço aos orientadores que estiveram envolvidos no meu processo de formação académica e profissional, pois estiveram sempre disponíveis para me prestarem todo o apoio necessário durante a realização da formação. Finalmente, gostaria de deixar o meu agradecimento a uma pessoa especial pela força que me deu quando voltei a estudar ao fim de oito anos, para a Maria o meu muito obrigado. Agosto 2006

4 ÍNDICE DE CONTEÚDOS I. INTRODUÇÃO Apresentação da Empresa História Organização da Empresa Competências e Experiência Soluções e Serviços Contactos Localização da Empresa Soluções Hirschmann em Projectos Industriais Descrição das Principais Tarefas Executadas II. TECNOLOGIA E EQUIPAMENTOS Introdução Funcionalidades Funções de Comutação de Pacotes e Tramas Funções do Interface TP/TX Funções do Interface F.O Funções de Redundância Segurança do Portos Outras Funções e Funcionalidades Topologias Suportadas Barramento Bus line structure Anel Redundante Hyper-Ring Ligações Redundantes de Anéis ao Backbone Gestão Gestão Local ou Remota Gestão via interface Web Gestão via SNMP Segurança Associada Agosto 2006

5 III. PROTÓTIPO DA REDE DE DADOS Introdução Diagramas de Implementação Implementação Genérica Implementação de VLAN s Ligação do Anel Redundante Planeamento de Recursos Assemblagem de Equipamentos Testes e Configurações Gama de Endereçamento Configuração IP Via Série Configuração IP Via Web Configuração IP Via SNMP Actualização de Software Portos Alarmes VLAN s IV. CONSIDERAÇÕES FINAIS V. BIBLIOGRAFIA ANEXO A: GLOSSÁRIO DE TERMOS ANEXO B: DADOS TÉCNICOS ANEXO C: PROPOSTA DE ESTÁGIO ANEXO D: FICHA DE AVALIAÇÃO ANEXO E: CD INTERACTIVO Agosto 2006

6 ÍNDICE DE FIGURAS Fig.1 Organograma...8 Fig.2 - Mapa de Localização Fig.3 Barramento em Bus Fig.4 Barramento em Anel Fig.5 Barramento em Anel Operação Normal Fig.6 Barramento em Anel Ocorrência de Falha Fig.7 Barramento em Anel Redundância Activa Fig.8 Ligações Redundantes ao Backbone Fig.9 Interface de Gestão HiVision Fig.10 Gestão Local ou Remota Fig.11 Interface de Gestão Web Fig.12 Segurança Associada à Gestão Fig.13 Diagrama de Implementação Genérica Fig.14 Diagrama de Implementação de VLAN s Fig.15 Diagrama de Implementação de Anel Redundante Fig.16 - Calha DIN 19 com equipamentos instalados Fig.17 Mesas de Trabalho Fig.18 Configuração IP via Série-Hyper Terminal Fig.19 Configuração IP via Web-browser Fig.20 Configurações de Segurança de Portas por MAC Fig.21 Alarme de Fonte de Alimentação Fig.22 Configuração de VLAN s (RS2) Fig.23 Configuração de VLAN s (MICE) Fig.24 Ping Request e MIB s SNMP Agosto 2006

7 I. INTRODUÇÃO 1.1. Apresentação da Empresa História A Tech M5 foi fundada em 2001 e rapidamente adquiriu notoriedade no mercado das redes de comunicação e telecomunicações, energia e transportes. Tem vindo desde então a fornecer serviços e soluções de acordo com as exigências do mercado. Neste enquadramento a Tech M5 insere-se nas seguintes áreas de actividade: Tecnologias para Operadores; Comunicações Celulares; Automação e Controlo; Sistemas para Transportes; Energias Renováveis e Ambiente; Serviços de Valor Acrescentado. Nos seus quadros contava com cerca de 20 colaboradores a tempo inteiro distribuídos da seguinte forma: Administração; Serviços Financeiros; Engenharia; Técnicos. Em 2003 a Tech M5 é adquirida pelo prestigiado Grupo EFACEC. Algumas actividades foram integradas/fundidas com outras do grupo e passaram a ser dirigidas dentro das mesmas políticas internas. Actualmente dedica-se ao fornecimento de soluções e serviços da área da comunicação de rede de dados, telecomunicações e electrónica. Dos produtos comercializados é de destacar a representação e divulgação de equipamentos Hirschmann e Visiowave. 7

8 Organização da Empresa Administração Direcção Geral Mkt & Vendas Engenharia & Projecto Assemblagem Serviços» Concepção» Projecto» Planeamento» Controlo Prazos» Assemblagem» Electrificação» Testes Fábrica» Logística» Gestão Projecto» Instalação» Testes e Aceitação» Pós-Venda» Manutenção Fig.1 Organograma Competências e Experiência» Tech M5 Tecnologia para Operadores de Rede, SA A empresa está orientada para o fornecimento de soluções, prestação de serviços próprios e gestão de serviços de terceiros no projecto, instalação e manutenção de infra-estruturas de telecomunicações: Redes de acesso; Redes de transportes; Redes estruturadas; Instalações de equipamentos RDIS, xdsl s, epabx, ; Instalações Banda Larga (CATV). Desde a sua fundação a empresa tem vindo a desenvolver um trabalho excelente na angariação de novos clientes, o que demonstra valor e competências que os seus profissionais têm vindo a comprovar. 8

9 A Tech M5 foi responsável pela realização de obras para clientes tais como:» Telecomunicações Portugal Telecom TMN, Optimus, Vodafone; Jazztel, Novis, Siemens, Alcatel.» Energia EDP.» Transportes Brisa, Refer, Metro do Porto.» Energias Renováveis e Ambiente Planalto Beirão, Valorsul, Resin Soluções e Serviços Actualmente integra nas suas actividades o desenvolvimento de:» Sistemas de Comunicação Hirschmann Redes de voz e dados.» Sistemas Digitais e Analógicos de Vídeo Vigilância Visiowave Codecs de vídeo digital.» Integração com outros sistemas de informação SCADA, Sonorização e Telefonia Contactos Tech M5 Tecnologias para Operadores de Rede, SA Rua Eng.º Frederico Ulrich Apartado Moreira da Maia PORTUGAL Telefone: Fax:

10 Localização da Empresa A Tech M5 fica localizada na Zona Industrial da Maia, no pólo da EFACEC. Como chegar à Tech M5: Aeroporto Francisco Sá Carneiro: ~5 Km Metro do Porto o Estação Mandim: ~1 Km o Estação Zona Industrial: ~2 Km Porto: ~12 Km Fig.2 - Mapa de Localização 10

11 1.2. Soluções Hirschmann em Projectos Industriais O projecto de Rede de Dados em Tecnologia Ethernet foi um de muitos já implementados em alguns dos clientes anteriormente referenciados. Este visa a instalação e colocação em serviço de um sistema de transmissão baseado em tecnologia Ethernet com backbone em fibra óptica. Este sistema é composto por switches Fast Ethernet modelos RS2 e MICE de concepção e fabrico da empresa alemã Hirschmann. O largo conjunto de equipamentos já comissionados em vários tipos de ambientes, bem como o nível do seu desempenho, são garantia da qualidade e fiabilidade da solução aqui apresentada. Este tipo de projecto carece de um planeamento rigoroso relativamente aos recursos técnicos (computadores, ferramentas, logística, etc.) e recursos humanos disponíveis para a execução do mesmo. Um projecto deste tipo pode divide-se nas seguintes etapas: Negociação o Elaboração de Propostas Comerciais e Técnicas; o Aceitação de Obra; Planeamento e Execução de Obra o Assemblagem em Laboratório, Testes; o Instalação dos Equipamentos nas Estações; Colocação em Serviço o Testes Finais com o Cliente o Formação Após e durante a aceitação da obra por parte do cliente, é dada formação técnica ao cliente para que seja assegurada a manutenção dos equipamentos instalados por técnicos especializados. A TechM5 disponibiliza sempre que necessário e seja solicitada, apoio técnico para qualquer eventualidade que surja após a conclusão do projecto. A satisfação do cliente é sempre a principal preocupação da TechM5 assim como da empresa fornecedora Hirschmann. 11

12 1.3. Descrição das Principais Tarefas Executadas No seguimento da proposta de estágio, foi-me apresentado inicialmente num projecto real já implementado nas instalações do cliente. O objectivo final seria desenvolver um protótipo/simulador da rede de dados Fast-Ethernet com backbone em fibra óptica, um pouco à semelhança do projecto real. Para esta implementação foi necessário fazer uma planificação dos equipamentos a utilizar, verificar as configurações pretendidas pelo cliente e finalmente proceder à realização dos testes finais. Após a planificação da rede e a criação de diagramas para execução da solução, passei à assemblagem dos equipamentos num rack/calha DIN para melhor manuseamento dos mesmos. Foi criada também uma pequena bancada de trabalho com 2 mesas para suporte. Procedeu-se à alimentação/ligação eléctrica dos equipamentos e de seguida foram preparados 3 computadores de secretária para auxílio nos testes, todos eles com privilégios de gestão dos equipamentos. Foram instaladas com as seguintes configurações de base (software): Windows XP Professional SP2 HiDiscover 1.02 HiVision 6.2 Ethereal + WinPCap Java Runtime Enviroment VNC Viewer TeraTerm 2.3 Depois de configurados iniciou-se a actualização de software dos modelos MICE e RS2 disponíveis e assegurando que estavam de acordo com o diagrama apresentado. Foi necessário recorrer ao suporte técnico da Hirschmann para obter as últimas versões actualizadas do software. Uma tarefa não prevista foi fazer cabos V.24 para configuração via série dos equipamentos e cabos/chicotes UTP para ligação directa. O protótipo ficou operacional para iniciar os testes genéricos e obter as respectivas conclusões. 12

13 II. TECNOLOGIA E EQUIPAMENTOS 2.1. Introdução O termo Ethernet é geralmente utilizado para definir uma família de produtos de uma rede LAN e é regularizada pelo standard IEEE Por ele são explicados os diversos parâmetros de uniformização como seja o protocolo CSMA/CD (método de acesso ao meio) e o tipo de cablagem e taxas de transferência suportadas. Denominações normalmente utilizadas: 10 Mbps 10Base-T Ethernet 100 Mbps Fast Ethernet 1000 Mbps Gigabit Ethernet Todas as regras estão definidas e caracterizadas pormenorizadamente para que todos os equipamentos entendam a mesma filosofia e garantam a operação sem olhar a fabricantes específicos ou sistemas proprietários.» RS2 O RS2 (Rail Switch 2) é um equipamento de rede que foi desenvolvido para uso em ambientes industriais. Funciona em modo store-and-forward e pode suportar até 4000 endereços na tabela de alocação. O RS2 respeita as mais exigentes normas de componentes eléctricos.» MICE O MICE (Modular Industrial Communication Equipment) é um equipamento de rede modular. Este componente providencia as mesmas características já descritas no equipamento anterior. Porém, tem a grande vantagem de ser modular (módulos de suporte com diferentes interfaces) o que possibilita ao cliente adquirir o mais indicado à sua solução. Outra característica relevante é que os módulos podem ser retirados sem necessidade de desligar o principal ( hot-swappable ). 13

14 Ambos switchs permitem a construção de redes de comutação Ethernet em conformidade com os standards IEEE 802. e 802.3u, com a utilização de cabos de cobre ou fibra óptica numa topologia de barramento ou anel. O RS2 e o MICE permitem a gestão através de um interface Web ou software de gestão HiVision. É necessário a instalação do protocolo SNMP bem como outros componentes (ex.: Java Runtime Enviroment). Suportam 10Base-T e Fast Ethernet com diferentes tipos de meios de comunicação (TP, MMF, SMF, ) Funcionalidades Ambos os equipamentos aqui descritos possuem as mesmas funcionalidades. As características que mais interessam referir são as seguintes: Funções de Comutação de Pacotes e Tramas Store-and-Forward Todas as tramas recebidas pelos equipamentos são armazenadas ( stored ) para verificação da sua autenticidade. Tramas inválidas e defeituosas são descartadas. Só é feito o encaminhamento ( forward ) de tramas válidas. Multi-Address Capability Estes equipamentos têm a capacidade de aprendizagem ou seja, é criada uma tabela com a informação dos endereços dos hosts pendurados em cada porto do equipamento sendo assim capaz de enviar as tramas directamente para os destinatários correctos. Somente em caso de tramas com endereço de destinatário desconhecido ou endereço de multi/broadcast é que não envia a trama para o destinatário correspondente da sua tabela. Aprendizagem de Endereços Existe uma monitorização do tempo dos endereços que estão activos. As entradas de endereços que excedam um determinado tempo (30 segundos, aging time ) são automaticamente apagadas da tabela de endereços pelo próprio equipamento. Prioridade Suporta duas filas (queues) de prioridade (classes de tráfego de acordo com o standard IEEE802.1D). A cada porto pode ser atribuída uma prioridade. Esta classificação é da responsabilidade do 14

15 operador (por defeito todas os portos terão o mesmo índice de prioridade). Consoante a prioridade do tráfego as tramas são alocadas a uma queue de menor / maior prioridade para que em caso de congestionamento dos recursos da rede o tráfego prioritário tenha sempre o máximo de recursos disponíveis. Tagging (IEEE 802.1Q) O standard IEEE 802.1Q designa a tag VLAN (4 bytes) a incluir numa trama MAC para definição das funções de VLAN e prioridade. Estes equipamentos suportam este standard, por isso, são capazes de analisar tramas com tag e possibilitam a análise do grau de prioridade da trama (análise dos 3 bits do campo priority ) e a que VLAN pertence. Multicast Em alternativa ao uso de várias ligações unicast (desperdício de largura de banda) ou broadcast (desadequado quando alguns destinatários não estão interessados na informação), é possível usar a função multicast para se endereçar a mesma informação aos múltiplos destinatários interessados, desta forma consegue-se um muito melhor aproveitamento dos recursos da rede (largura de banda). Ambos os equipamentos suportam os protocolos GMRP e IGMP Snooping. Spanning-Tree-Algorithm Quando a rede começa a aumentar de proporções é necessário haver uma actualização das tabelas de cada equipamento. Quantos mais equipamentos existirem mais lento será a actualização das mesmas. Com o algoritmo de Spanning-Tree é possível prevenir alguns destes problemas. O modo de funcionamento é descrito detalhadamente no standard IEEE 802.1D. VLAN s É uma das funcionalidades mais requisitadas visto que possibilita grande adaptabilidade e gestão de grupos/membros de um determinado segmento de rede. Os pacotes de dados multi/broadcast são completamente isolados permitindo uma largura de banda disponível apenas para os membros ou grupos definidos. A funcionalidade das VLAN's é definida pelo standard IEEE 802.1Q. 15

16 Funções do Interface TP/TX Link Control Monitoriza os segmentos TP/TX que se lhe ligam. Detecta curtos circuitos ou interrupções usando pulsos de teste de ligação com regularidade, de acordo com o standard IEEE /100BASE- TP/TX. Auto Polarity Exchange Caso o par de linha esteja incorrectamente ligado (RD+ e RD- trocados), a polaridade é automaticamente invertida. Se a função de auto-negociação estiver activada são detectados os pares de transmissão e recepção (MDI, MDI-X) e os portos são configurados automaticamente para os pinos correctos de transmissão e recepção. Portanto, é indiferente o uso de um cabo directo ou cruzado Funções do Interface F.O. Link Control De acordo com o standard BASE-FX, um equipamento monitoriza os cabos de F.O. que se lhe ligam verificando assim possíveis circuitos abertos Funções de Redundância Com a função RM (Redundancy Manager) activada é possível criar uma topologia redundante em anel (a ligação que fecha o anel fica em hot stand-by ). No caso de um segmento ou equipamento do anel sofra uma falha, a comunicação é assegurada pela ligação redundante que outrora estava em stand-by. Esta operação demora menos de meio segundo num anel até 50 nós de rede Segurança do Portos Estes equipamentos têm a capacidade de proteger cada porto de acesso não autorizado. É possível configurar para cada porto: O(s) IP(s) do(s) equipamento(s) que pode(m) usar o porto; Acções que resultam de um acesso não autorizado; Como proceder no caso de acesso de um utilizador desconhecido. 16

17 Outras Funções e Funcionalidades Diagnóstico No caso de um reset, é feito inicialmente um teste ao próprio hardware. Durante a operação normal, um watchdog integrado monitoriza a função do software. Reset É feito o reset nas seguintes situações: o o o o Gestão Tensão de entrada desregulada Watchdog Falha no relógio interno 2.3. Topologias Suportadas Os equipamentos Hirschmann podem ser ligados recorrendo aos diferentes tipos de topologias (estrela, barramento ou anel) consoante a aplicação que se pretenda Barramento Bus line structure Esta é a tradicional topologia de redes Ethernet. É simples e eficaz, no entanto confere pouca redundância à rede. No caso de quebra de um nó da rede a restante fica comprometida. O método de acesso ao meio também poderá diminui a qualidade de serviço disponibilizado. Fig.3 Barramento em Bus 17

18 Anel Redundante Hyper-Ring Esta topologia assegura redundância em caso de falha de algum equipamento. O segmento que fecha o anel, apesar de estar fisicamente ligado não está activo: fica em estado hot stand-by (numa rede Ethernet, devido à sua natureza, uma topologia com loops é incomportável). Somente em caso de falha de um segmento ou de um nó da rede é que o segmento outrora em stand-by fica activo de uma forma automática garantindo a continuidade de serviço da rede. Fig.4 Barramento em Anel De seguida será apresentado os diversos modos de operação quando implementado numa topologia em anel redundante. Operação Normal Com a função RM ( Redundancy Manager ) activa, o equipamento fica encarregue de se certificar da integridade da rede. Para isso, envia pequenas tramas watchdog e fica à espera do seu eco. Fig.5 Barramento em Anel Operação Normal 18

19 Ocorrência de Falha Caso o equipamento RM não receba o sinal de eco que espera para se certificar da integridade da rede, conclui que há uma falha na integridade na rede. Fig.6 Barramento em Anel Ocorrência de Falha Redundância Activa (300 ms depois da falha) Automaticamente e em 300 ms o RM activa a ligação que estava outrora em stand-by assegurando deste modo continuidade do serviço. Fig.7 Barramento em Anel Redundância Activa Ligações Redundantes de Anéis ao Backbone Com uma topologia deste tipo é possível assegurar uma ligação redundante e segura entre os anéis Hirschmann e o backbone da rede. Para além da ligação principal ao backbone da rede, a redundância é assegurada por uma ligação alternativa (redundante) ao mesmo backbone. Em caso de falha da ligação principal, a ligação redundante activa-se automaticamente garantindo continuidade do serviço. 19

20 É a ligação Ethernet ponto-a-ponto entre os dois equipamentos que fazem a ligação redundante ao backbone que gere, em cada momento, qual das ligações ao backbone será a ligação activa Gestão Fig.8 Ligações Redundantes ao Backbone Todos os equipamentos suportam gestão centralizada baseada em interface Web e SNMP. Oferece várias funções de diagnóstico e configuração bem como informação da rede e do equipamento. Fig.9 Interface de Gestão HiVision 20

21 Gestão Local ou Remota A gestão pode ser feita de duas formas: Local, via uma interface série V.24 Remota, via Telnet / SNMP / Web Fig.10 Gestão Local ou Remota Gestão via interface Web A gestão baseada em Web é conseguida através da instalação de um software Java-Plugin. Depois da instalação desse software, basta escrever como URL o IP do equipamento que se pretende gerir para se aceder à sua gestão. Fig.11 Interface de Gestão Web 21

22 Gestão via SNMP A gestão SNMP é feita através do software HiVision. Com este software é possível gerir toda a rede Hirschmann de forma centralizada. No menu principal o operador tem acesso à lista de todos os equipamentos presentes na rede, bem como todo o tipo de informação de gestão (estado e identificação do hardware, identificação do IP do agente SNMP, alarmes, estatísticas, etc.) Segurança Associada O acesso às funcionalidades de gestão pode ser restringido. Em caso de acesso indevido, acções de alarme são automaticamente despoletadas. Fig.12 Segurança Associada à Gestão Acesso directo ao respectivo equipamento o O acesso local ou remoto pode ser protegido por uma password privada (direitos de leitura e escrita) ou pública (somente direitos de leitura); o Limitação dos IP s autorizados a aceder a qualquer porto do equipamento. Controlo de intrusão o Protecção contra conexão não autorizada via hub ou switch: porto automaticamente desligado e é enviado um alarme para a estação de gestão; o É configurada uma autorização do endereço MAC por cada porto. 22

23 III. PROTÓTIPO DA REDE DE DADOS 3.1. Introdução Um projecto de rede de dados requer uma planificação prévia que vai desde a elaboração de propostas técnicas e comerciais até à entrega final da solução. À semelhança deste, quando se elabora um protótipo também é necessário seguir alguns parâmetros idênticos. Normalmente um projecto deste tipo passará pelas seguintes etapas: Projecto Real Fase: Negociação Propostas Comerciais e Técnicas Aceitação de Obra Fase: Planeamento e Execução de Obra Assemblagem em Laboratório Testes aos Equipamentos Instalação nas Estações Fase: Colocação em Serviço Testes Finais com o Cliente Formação e Documentação Protótipo / Simulação Criação de Diagramas de Implementação da Rede de Dados Planeamento de Recursos Assemblagem em Laboratório Testes e Configurações dos Equipamentos Nesta demonstração as etapas definidas no protótipo não são abordadas do mesmo modo em relação ao projecto real, no entanto foi necessária uma ligeira adaptação à especificidade do estágio/formação Diagramas de Implementação A primeira etapa da simulação deste projecto inicia-se com a discussão da topologia de rede a implementar. Normalmente o cliente já idealiza a topologia a estruturar assim como algumas funcionalidades que deseja colocar em serviço, sabendo à partida as características e funcionalidades dos equipamentos que pretende instalar. 23

24 Implementação Genérica Fig.13 Diagrama de Implementação Genérica A solução prevê a instalação de um RS2 e dois MICE. Para fazer a gestão integrada foi instalado um computador por cada equipamento. O endereçamento IP utilizado foi de classe C, x Implementação de VLAN s Fig.14 Diagrama de Implementação de VLAN s Para segmentar a rede e de modo a que a solução fique integrada com os vários equipamentos de comunicações já em uso foram criadas quatro VLAN s: Gestão, Porto, Coimbra e Lisboa. Será explicado no ponto 3.5 VLAN s a utilização e finalidade de cada porto de rede. 24

25 Ligação do Anel Redundante Fig.15 Diagrama de Implementação de Anel Redundante Todos os equipamentos estão interligados numa topologia em anel. O meio de comunicação a utilizar como backbone é fibra óptica. A ligação representada a tracejado (Laranja) é assumida como ligação em Stand by (portos 7 - RS2, porto 2 do MICE). Os dados são transmitidos apenas pelos outros portos, só quando existe uma falha (física) destes é que é activada a ligação redundante Planeamento de Recursos À semelhança de um projecto real foi também necessário elaborar um plano de recursos a utilizar na execução deste protótipo. Contudo, os recursos dividem-se em técnicos e humanos. Os recursos técnicos utilizados e disponibilizados foram os seguintes: Equipamentos de Rede o 1 RS2 o 2 MICE s o 2 Módulos MM2, 2 Módulos MM3 Ferramentas e Aparelhos de Medida o Multímetro o Estação de Soldadura o Alicates de Corte, alicate de cravar fichas RJ11, RJ45 o Chaves de Parafusos 25

26 Periféricos e Acessórios o 3 Computadores + Monitores o Calha DIN 19 para suporte de montagem o Fonte de Alimentação 24V o 3 Patch Cords de Fibra Óptica SM/SC 2mts o 3 Cabos UTP cat. 5 o 1 Cabo Série V.24 para ligação Série o Cabos Eléctricos para alimentação dos equipamentos Outros o 2 Mesas de Trabalho o Internet (Utilizada para download de actualizações de software dos equipamentos) Relativamente aos recursos humanos a utilizar não foi necessário contemplar equipas com técnicos especializados. O projecto apenas contribuiu com a minha colaboração, do orientador profissional e colegas de trabalho que me ajudaram sempre que surgisse qualquer dúvida Assemblagem de Equipamentos Os equipamentos Hirschmann são normalmente instalados em bastidores de telecomunicações. A sua ergonomia torna-os adequados para montagem em calha DIN em rack de 19. Fig.16 - Calha DIN 19 com equipamentos instalados 26

27 Inicialmente previa-se arranjar uma bancada de trabalho, mas depois foi-me sugerido utilizar apenas duas mesas de trabalho para maior comodidade na execução das tarefas. Fig.17 Mesas de Trabalho Os computadores utilizados na execução deste protótipo foram formatados e procedeu-se à instalação do sistema operativo Windows XP Professional e restantes utilitários para gestão dos equipamentos. As ferramentas de trabalho usadas para a instalação foram as seguintes: o o o Estação de Soldadura (Utilizado para soldar fichas DB9 para fazer cabo série V.24) Alicates de Corte, alicate de cravar fichas RJ11, RJ45 Chaves de Parafusos A nível de cablagens foram utilizados cabos UTP cat.5 para ligação dos computadores aos switchs, patch cords de fibra óptica na interligação dos switchs e cabo série V.24 para configuração através de um emulador de terminal. Foram também utilizados cabos eléctricos para proceder à alimentação dos mesmos bem como a utilização do multímetro para verificação do seu correcto funcionamento. 27

28 3.5. Testes e Configurações Os equipamentos RS2 e MICE foram desenhados de modo que o utilizador usufrua de um ambiente de configuração intuitivo e fácil utilização. Para que se possa fazer a gestão é necessário configurar um endereço IP local em cada equipamento. O primeiro passo é aceder ao equipamento e colocar um endereço da mesma gama da rede a instalar. Para isso existem várias maneiras de aceder ao switch: Via série porta RJ11 - V.24 Via protocolo HiDiscover Configuração via BOOTP, DHCP Gama de Endereçamento A gama de endereçamento utilizada na implementação deste protótipo é de classe C, do tipo x em que x representa o equipamento activo. Devido ao facto de se tratar de uma simulação em pequena escala foram implementados IP s fixos. Num projecto de grande dimensão os endereços poderão ser atribuídos por um servidor de DHCP. Ficaram definidos os seguintes endereços IP: Equipamento Hostname Endereço IP RS2 Porto MICE Coimbra MICE Lisboa PC Desktop Posto PC Desktop Posto PC Desktop Posto

29 Configuração IP Via Série Na configuração deste protótipo utilizei inicialmente a configuração via série. Para essa configuração é necessário um emulador de terminal, como por exemplo o Tera Term ou Hyper Terminal do Windows. Ao abrir um terminal devemos ter em atenção em qual porta temos colocado o cabo série, normalmente na COM1 e passamos à definição de alguns parâmetros de comunicação. Parâmetros de comunicação do Hyper Terminal: Speed: 9600 Data: 8 bit Parity: None Stopbit: 1 bit Handshake: off/none Fig.18 Configuração IP via Série-Hyper Terminal Após esta definição de parâmetros de ligação já conseguimos visualizar a interface gráfica, inserimos o nome de utilizador e password com privilégios de administração do switch, prosseguimos com a configuração do IP acedendo ao menu de configuração. (ver vídeo Config_Serie.avi Anexo E). Nesta configuração é necessário introduzir o IP local do equipamento, IP de gateway e máscara de rede. Por defeito está configurado como Após esta operação já é possível aceder facilmente via Web à gestão do equipamento Configuração IP Via Web A configuração via Web é a mais intuitiva e de mais fácil utilização quer para o utilizador comum quer para o mais experiente. Para aceder ao equipamento é necessário abrir o browser de acesso à Internet e colocar no endereço URL o endereço IP local (http://xxx.xxx.xxx.xxx). 29

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