SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18 SISTEMA LIMITADOR DE QUEDA DE ALTURA REDES TIPO FORCA - NR 18

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2 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18 SISTEMA LIMITADOR DE QUEDA DE ALTURA REDES TIPO FORCA - NR 18

3 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18 Para a segurança no trabalho são necessárias técnicas que tenham como finalidade eliminar, reduzir ou minimizar os riscos de acidentes. As redes de segurança do TIPO FORCA são sistemas coletivos de proteção que oferecem segurança a muitos trabalhadores simultaneamente. Isso possibilita mobilidade e maior rendimento durante a realização dos trabalhos, reduzindo as probabilidades de uma queda. No setor de construção encontramos diversos situações para utilização das redes de segurança durante a realização de obras: Realização de estruturas de concreto armado. Realização de telhados. Montagem de estruturas metálicas para depósitos industriais. Realização de pontes, viadutos e passagens elevadas em obras. Entre outros.

4 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18 NORMA REGULAMENTADORA NR Redes de Segurança (Alterado conforme PORTARIA N.º 157, DE 10 DE ABRIL DE 2006) Como medida alternativa ao uso de plataformas secundárias de proteção, previstas no item desta norma regulamentadora, pode ser instalado Sistema Limitador de Quedas de Altura, com a utilização de redes de segurança As redes de segurança devem ser confeccionadas de modo a atender aos testes previstos nas Normas EN e EN Os requisitos de segurança para a montagem das redes devem atender às Normas EN e EN

5 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18 O Comitê Europeu de Normas (CEN/TC 53), a qual pertence IRCSA, elaborou uma norma sobre redes de segurança, dividida em duas partes: EN :2002 Redes de segurança Parte 1: Requisitos de segurança. Métodos de Ensaio. EN :2002 Redes de Segurança Parte 2: Requisitos de Segurança para instalação de Redes de Segurança. As redes de segurança fabricadas por IRCSA, distribuída e instalada pela REDES 2000 no Brasil, cumprem todos os requisitos de fabricação e instalação estabelecidos pela norma EN e EN

6 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18 O Sistema Limitador de Queda de Altura substitui o uso de plataformas secundárias, através das redes de segurança, em conformidade com a NR (incluído pela Portaria SIT nº 157, de 10/04/06 ).

7 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18

8 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18 COMPONENTES PRINCIPAIS DO SISTEMA FORCA REDE DE SEGURANÇA Sistema sustentado por uma corda perimetral e outros elementos presos, combinados e dimensionados de maneira a recolher pessoas e objetos que caiam de certa altura. CORDA PERIMETRAL É a corda que passa através de cada malha nas bordas de uma rede e que determina as dimensões da rede de segurança. ESTRUTURA DE SUPORTE TIPO FORCA É uma estrutura metálica que serve de suporte para a rede de segurança do Sistema Forca.

9 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18 COMPONENTES AUXILIARES DO SISTEMA FORCA Esses elementos servem para assegurar e sustentar a rede, uma vez colocada no seu lugar definitivo. CORDA DE SUSTENTAÇÃO: É a corda utilizada para amarrar a corda perimetral a um suporte adequado. CORDA DE UNIÃO: É a corda utilizada para unir vários módulos das redes de segurança. ÔMEGAS: Sustentam as forcas na laje na periferia externa. GANCHOS DE SUSTENTAÇÃO: Fixam a corda perimetral da rede de segurança ao andar inferior sobre a laje. Possuem a forma de U invertido PINO TRAVA DE SEGURANÇA: Se colocam no orifício inferior da estrutura de suporte tipo Forca para imobilizar a descida verticalmente da mesma.

10 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR Altura máxima de queda A altura máxima de queda desde o plano de trabalho terá no máximo 6 metros. 2. Posição da borda superior da rede de segurança A borda superior da rede, na sua parte mais desfavorecida, deve ter um metro em cima do plano de trabalho. 3. União das redes de segurança Para a união de redes de segurança através do uso de cordas acontecerá de maneira a não haver distâncias sem unir maiores que 100 mm dentro da área da rede, e serão feitos nós de fixação a cada 500 mm.

11 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO FORCA NR 18 Redes, forcas e elementos auxiliares, foram desenhados para suportar a queda de uma pessoa até seis metros de altura, mas a desatenção com a instalação do Sistema Tipo Forca poderá tornar o sistema ineficiente.

12 REDES TIPO V - FORCA IMAGENS DO SISTEMA LIMITADOR DE QUEDA DE ALTURA TIPO FORCA EM OBRAS

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23 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO S EN 1263 SISTEMA LIMITADOR DE QUEDA DE ALTURA REDES HORIZONTAIS TIPO S - NORMA EUROPÉIA EN 1263

24 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO S EN 1263 O sistema horizontal Tipo S se aplicam para a proteção da montagem de coberturas de naves industriais, construção de pontes, viadutos, passagens elevadas, entre outros. A grande vantagens deste Sistema está no acabamento, por possuir margem em todos os lados, passando a corda perimetral malha por malha e fixando-a ao módulo com nó de segurança por todo o perímetro da rede. Os elementos auxiliares necessários para a sua montagem e colocação em obra são: A corda de sustentação Cabo de aço A corda de união Mosquetões, se for necessário Na norma EN , só é contemplado o sistema de fixação de redes pelo sistema de amarração com cordas.

25 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO S EN 1263 Componentes Principais: 1. Rede Dimensão de X x Y metros (sempre de 35 m² e lado menor 5m). Esta dimensão está delimitada pela corda perimetral. Pelas características das obras nas que é empregado o sistema S de redes, naves industriais, pontes, viadutos, passagens elevadas na obra cível, etc. O mais habitual é usar redes a medida, para a sua melhor adaptação à obra. Insistimos em recomendar que, ao prever antecipadamente as dimensões das redes necessárias, darão uma adaptação ótima, com o que se disporá do tempo necessário a sua fabricação particular. Corda perimetral (K) - Carga mínima de quebra 30KN - Passada malha a malha em todo o perímetro da rede e com margens em todos os seus lados. Componentes Auxiliares: Corda de Sustentação (M): Sua finalidade é sustentar a rede na estrutura Corda de união (O): Sua finalidade é unir os panosde redes de segurança entre si. Cordas de sustentação (M e Z): Corda Z: carga de quebra 15KN (deve ser utilizada com duplo ramal de carga) Cabos de aço: Neste caso será necessário dispor, na estrutura do prédio das ancoragens necessárias para os ganchos extremos do cabo e do dispositivo tensor. Mosquetões: Segundo as características do modelo escolhido, será determinado o número determinado destes para unir as cordas perimetrais aos cabos de aço. Recomenda-se que a distância entre mosquetões seja sempre inferior a um metro.

26 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO S EN 1263 Requisitos Gerais 1. Altura da Queda Altura da queda interior (Hi): distância vertical entre a rede de segurança e o ponto de trabalho superior. Altura de queda exterior (He): é a distância vertical entre a rede de segurança e o ponto de trabalho superior, na margem da área de trabalho. Altura de queda reduzida (Hr): é a distância vertical entre a rede de segurança e o ponto de trabalho, a uma distância horizontal de 2,0m, desde os pontos de ancoragem. 2. Largura de Recolhida É a distância horizontal entre a margem da área de trabalho e a margem da rede de segurança. Dependendo da altura da queda, a largura de recolhida b da rede de segurança não será inferior aos valores indicados na tabela seguinte. altura de queda He altura de recolhida B - 1,0 m - 3,0 m - 6,0 m 2m 2,5 m 3,0 m 3. Condições de Segurança As redes de segurança deverão ser instaladas de forma a se cumprirem as condições de segurança: Instalada o mais perto possível por debaixo do nível de trabalho. As alturas de quedahi, He, não excederão os 6,0m. Em adição a isto, a altura de queda reduzida Hr não excederá os 3,0m. 4. Distância Mínima por Debaixo da Rede Tendo em conta que a deformação de uma rede de segurança instalada de acordo com as normas EN 1263, dependendo do tensionamento em que se acharem os panos e da longitude do lado menor destes, deverá se prever um espaço livre de obstáculo por baixo da rede. Esta distância para redes instaladas bem tensas será de= a 3m, podendo alcançar os 6 metros naqueles panos cujo menor for = a 20m.

27 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO S EN União das Redes de Segurança A união das distintas unidades de redes de segurança poderá ser realizada por costura ou por dobradura. Para a união das diferentes unidades por costura, serão utilizadas cordas de união de acordo com a norma EN A união será realizada de maneira que não existam distâncias sem serem sujeitas maiores a 100mm dentro da área da rede e serão levados a cabo nós de fixação cada 500mm. No caso de união de redes de segurança tipo S, por sobrepanagem, o mínimo será de 2,0m. 6. Ajuste das Redes de Segurança Será apresentada a rede ao espaço para ser protegido. No caso de sobrar superfície de rede (excesso de malhas), se procederá a passar cordas de amarração malha por malha, para conseguir a dimensão exata para o espaço e conseguir que a rede fique bem tensa. No entanto, se recomenda medir previamente, sobre o plano da obra, os espaços a serem cobertos, e solicitar as redes a medida. No caso de que não se opte por esta alternativa, se procederá à costura das redes até conseguir as dimensões do espaço a proteger.

28 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO S EN 1263 Montagem do Sistema S em Estruturas Metálicas O sistema S se caracteriza pela grande variedade de situações nas que se pode prever a sua utilidade como sistema de proteção coletiva. Seu emprego em naves industriais para proteção dos trabalhos de montagem da estrutura da cobertura e especialmente para a proteção dos trabalhos da mesma cobertura, ou seu emprego na proteção dos trabalhos de construção e acabamento de pontes, viadutos, etc., determinará o fato de que sejam necessárias diferentes formas de conseguir um mesmo objetivo. Fixar a proteção coletiva do sistema S o mais perto possível do nível de trabalho. Instalação com Cordas de Sustentação Serão instaladas com cordas de amarração, a pontos de ancoragem capazes de resistir à carga característica. A distância entre os pontos de ancoragem deve ser inferior a 2,5m. Para calcular cada ponto de ancoragem, a carga característica P utilizada será de no mínimo 6KN para uma altura de queda de 6,0m). Montagem do Sistema S Como exemplos de uma montagem poderiam citar os seguintes passos: Estender as redes no chão da obra, evitando arrastar as redes para evitar sua deterioração, e proceder à costura com corda de união segundo o indicado no ponto 5. Ajustar as redes passando as cordas de amarração por cada uma das malhas, amarrando os extremos das cordas de divisão às cordas perimetrais. Recolher as partes sobrantes da rede, enrolandoas de forma ordenada e amarrando-as com cordas do rolo a fim de facilitar o seu manejo. Os operários situados sobre os elemento auxiliares de elevação irão içando os panos, já perfeitamente ajustados nas suas dimensões às necessidades da obra, e sucessivamente amarrando-os pela sua corda perimetral aos pontos de ancoragem, previamente determinados aos elementos estruturais. Lembremos que: a) A separação entre pontos de amarre deve ser menor que 2,5m. b) A corda perimetral deverá ficar grudada aos elementos estruturais evitando a formação de vãos entre a corda perimetral e a estrutura por onde possam se produzir quedas.

29 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO S EN 1263 c) A rede deverá ficar o mais horizontal possível para que sejam cumpridos todos os requisitos da montagem. Desde o elemento auxiliar da elevação se procederá à união das diferentes tramas que se têm obtido das uniões realizadas no chão. Estas deverão ser unidas com cordas de união, malha por malha com nós a cada duas ou três malhas, a fim de garantir que entre os panos não se formem aberturas superiores às de uma malha 100mm. Repetir os passos anteriores até completar a montagem do sistema S. Desmontagem Para o trabalho de desmontagem do sistema S, se procederá a desunir os panos cortando as cordas de união desde o elemento auxiliar de elevação. A continuação se procederá ao corte das cordas de amarração. Deverá ser seguida a ordem inversa à utilizada na montagem. Os panos liberados serão descidos ao chão com a ajuda dos mesmos cabos de corda empregados no içamento, durante as tarefas de montagem. Deverá se evitar a queda descontrolada de panos que representaria o fato de deixá-las cair livremente. No chão os panos serão limpos daqueles restos de materiais caídos nos mesmos e dobrados para seu transporte e armazenamento. Inspeção durante o tempo que permanecer montado Com o passar do tempo, as redes de segurança devem ser submetidas a uma série de inspeções ou revisões periódicas, com o fim de comprovar, entre outros: Quebras nas malhas. Quebras na corda perimetral. A união da corda perimetral aos andaimes (amarração). As uniões (costuras) entre redes de segurança. O estado de cabos, esticadores e mosquetões. Neste sentido será tido em conta que: A rede deverá estar limpa de objetos cortantes, punçantes e abrasivos (ex: pregos, vergalhões de aço, madeira, concreto, cimento, graxa, recortes de lata, plásticos, etc).

30 SISTEMA DE SEGURANÇA TIPO S EN 1263 Quando se produzir uma quebra nas malhas que compõem a rede, deverá se desmontar e proceder à sua substituição, ou no seu defeito a dispor outro pano novo costurado, por cima da deterioração (sobrepor os panos). As emendas devem ser feitas por profissionais com qualificação e especialização em redes, sob supervisão de profissional legalmente habilitado. o A inspeção e substituição das redes na obra deverão ser realizadas por pessoal convenientemente instruído. o Se tiver dúvidas sobre a inspeção, comunique -o ao seu fornecedor ou fabricante. Vida Útil da Rede As redes não duram eternamente. É recomendado não exaustiva). realizar a substituição de acordo ao estabelecido na tabela (relação Nota:As redes serão substituídas depois de um ano de uso, sempre e quando os resultados dos ensaios de tração nas malhas assim o definirem.

31 REDES TIPO S HORIZONTAIS IMAGENS DO SISTEMA DE SEGURANÇA HORIZONTAL TIPO S

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59 REDES TIPO S HORIZONTAIS

60 REDES TIPO S HORIZONTAIS

61 INSTALAÇÃO

62 QUALIDADE DO FORNECEDOR 1 a empresa a certificar redes de segurança segundo EN (ZS Alemanha Maio/98). 1 a empresa em obter certificado de garantia de qualidade (AENOR Outubro/98). 1 a empresa a obter certificado de garantia de qualidade através de BUREAU VERITAS (Janeiro/01). 1 a empresa em obter certificado de garantia de qualidade através de AIDICO (Abril/01). 1 a empresa em obter informe de cumprimento sobre ensaio tipo Sistema Forca (AIDICO Março/01).

63 Agradecimento: GIANFRANCO PAMPALON SRTE/SP SINDUSCON/SP

64 Empresa: REDES 2000 COMÉRCIO E INSTALAÇÃO LTDA Palestrante: EDMUNDO UNZUETA VELASCO NETO Telefone: (11) / (11) Site:

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