Palavras-chave: erosão dos solos; geoprocessamento; bacia hidrográfica.

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1 O uso do geoprocessamento na identificação de áreas suscetíveis à erosão dos solos na bacia do Arroio Pelotas, município de Pelotas, RS. Rafael Cruz da Silva Resumo Este trabalho tem como objetivo analisar as áreas suscetíveis à erosão na bacia do Arroio Pelotas através da técnica de geoprocessamento. A área do presente estudo apresenta problemas relacionados à erosão dos solos e ao assoreamento. Estes problemas são, muitas vezes, decorrentes da ação humana, como, por exemplo, o uso inadequado das terras agrícolas, descumprimento das leis que regem as áreas de preservação permanentes (APPS) e a expansão desordenada das áreas urbanas. Segundo dados do IBGE (2002) o assoreamento está entre os quatros problemas ambientais mais freqüentes no país. Este problema atinge principalmente a metade sul do Rio Grande do Sul, onde 58% do assoreamento são ocasionados pela erosão hídrica. Entre as principais causas estavam à degradação da mata ciliar, o desmatamento e a erosão e/ou deslizamento de encostas. Neste contexto, insere-se a realização deste estudo que busca identificar e caracterizar os processos de degradação do solo, com ênfase na definição e análise de áreas suscetíveis à erosão na região que abrange a bacia do Arroio Pelotas, com o auxílio das geotecnologias. O processo de geoprocessamento consistiu em analisar os elementos naturais (solo, vegetação, geomorfologia, hidrografia etc.) e humanos (uso da terra) na área da bacia do Arroio Pelotas. Os resultados obtidos com este estudo apontaram que cerca de 90% do território da bacia hidrográfica apresenta-se em áreas suscetíveis à erosão. Destes, 8% são consideradas de intensidade forte; 41% de intensidade forte à moderada; e 44% de intensidade moderada. Por fim, estes dados poderão subsidiar atividades relacionadas ao planejamento socioambiental na área da bacia do Arroio Pelotas. Palavras-chave: erosão dos solos; geoprocessamento; bacia hidrográfica. Introdução O conhecimento do espaço pelo homem surge da necessidade de relação com seu habitat, ou seja, do espaço necessário para sua sobrevivência, de suas relações sociais e de poder com o território. Mesmo o Homem Pré-histórico necessitava saber a localização da sua morada, o local para caçar ou mesmo para saciar a sua sede. A princípio este instinto primário leva o homem as suas primeiras relações com a noção de espaço. Porém, isso só é 1 1

2 possível graças ao desenvolvimento de técnicas de mapeamento, bem como a criação de mapas rudimentares. Sendo que o primeiro mapa elaborado pelo homem data de a.c., encontrado na região da antiga Babilônia, atual Iraque. Portanto, é através da cartografia que o homem poderá exercer o seu pleno domínio sobre o espaço. Pois, este adquire o conhecimento espacial das possibilidades de seus recursos disponíveis e, assim, podendo organizá-los de forma racional em seu território. Com isso, a cartografia, em especial a cartografia temática, adquire um papel central na organização dos territórios, dando-se ênfase aos aspectos ambientais e urbanos. A cartografia temática popularizou-se a partir dos séculos XVIII e XIX, sendo de prioridade de militares, navegadores e governos. Esta vem a princípio solucionar o problema do excesso de dados num mapa, assim surgindo mapas especializados como os mapas demográficos, geomorfológicos, pedológicos, climáticos etc. É a partir de meados do século XX, com advento da tecnologia da informação (TI) e do desenvolvimento de hardwares, que surge a possibilidade de se armazenar, processar e gerar informações espaciais digitalmente. Isso possibilitou o desenvolvimento técnico e metodológico das geotecnologias, principalmente em universidades e institutos de pesquisas. O desenvolvimento das geotecnologias dá-se segundo Ferreira (2007) por três fatores tecnoeconômicos: expansão dos investimentos em informática, produção de microprocessadores com capacidade de processamento cada vez mais rápida e a acentuada queda nos preços dos microcomputadores e seus periféricos. Entre as utilizações da cartografia e dos Sistemas de Informações Geográficas (SIGs) podemos destacar a aplicação no planejamento territorial, ambiental, na análise de áreas de riscos de erosão, deslizamentos e em áreas degradadas. É no sentido de desenvolver uma melhor integração entre as geotecnologias e a questão ambiental que se insere o objeto deste trabalho. Dando-se importância ao estudo da paisagem como um sistema aberto e integrado, sendo dinâmico a sua relação com as transformações proporcionadas pela atividade humana. 2 2

3 A dinâmica da paisagem Entre os tipos de mudanças ambientais impostas pela ação humana, a erosão dos solos preocupa de forma mais relevante. Isto devido a sua relação direta na perda no potencial agrícola, nas ocorrências das enchentes e na mudança da paisagem num curto período de tempo. Embora a erosão seja um processo natural do ciclo de evolução do relevo (ciclo de erosão), o seu processo acelerado, conhecido como erosão acelerada, é desencadeado pela ação humana, ou mais precisamente pelas mudanças no uso da terra. Estudos realizados por Patrick et al. (1982), para determinar a contribuição relativa de fatores natural e humano influenciando a acentuada produção de sedimentos na Bacia do Rio Eel (Califórnia), revelou que apenas 19 % seríamos atribuídas às atividades humanas. Como conseqüência do aumento de sedimentos na calha fluvial ocorreu um decréscimo da profundidade e a maneira encontrada pelo rio, para ajustar seu equilíbrio, foi aumentar a largura do canal através da erosão das margens. Dessa forma, ocorreu um aumento de 67 % da área de ilhas fluviais e de 23 % da área do canal pela erosão das margens. Na maioria das vezes, como no exemplo do rio Eel, os fatores naturais iniciam os desequilíbrios que serão agravados pelas atividades humanas na bacia (Guerra e Cunha, 1996). Segundo dados do IBGE (2005) municípios brasileiros (53% do total) informaram a ocorrência de assoreamento em seus territórios. Entre as principais causas estavam à degradação da mata ciliar, o desmatamento e a erosão e/ou deslizamento de encostas. Estes dados reiteram a importância deste tema nas ciências ambientais. Os dados a seguir, de acordo com pesquisas da FAO, revelam a fragilidade dos solos no mundo: As estimativas geralmente variam de 5 a 12 milhões de hectares de solo perdidos anualmente (de um total de 4,8 bilhões de hectares de terras cultiváveis e pastos). A FAO adverte que ainda se necessita de muito progresso na coleta de dados sobre o uso da terra, antes que essa e outras tendências importantes sejam conhecidas adequadamente. De acordo com a FAO (1992), aproximadamente 25 bilhões de toneladas de solo (17 toneladas 3 3

4 por hectare cultivado) são erodidos a cada ano (FAO apud Araujo et al.,2007). Advogando sobre a importância da conservação e preservação dos solos. BROWN reitera os efeitos da degradação ambiental. Brown et al. (1990) estimaram que a degradação ambiental no mundo causa a perda de, aproximadamente, 14 milhões de toneladas de grãos anualmente, isto é, metade da quantidade necessária para cobrir as necessidades da população global adicional para o mesmo período (Araujo et al., 2007). Assim, percebesse a importância em se abordar a problemática da dinâmica dos processos erosivos, que são responsáveis pela perda na qualidade do solo e na degradação das paisagens. Por isso, reconhece-se a necessidade de estudos detalhados, isto é, em escala adequada, como, por exemplo, em bacias hidrográficas ou unidades de conservação. Matérias e Métodos A bacia do Arroio Pelotas está localizada entre as coordenadas geográficas de 31º23 36 S a 31º48 49 S e, 52º12 24 W a 52º38 27 W. A sua área é de 909Km² ( hectares). A bacia do Arroio Pelotas abrange os municípios de Pelotas, Canguçu, Morro Redondo e Arroio do Padre, sendo o Arroio Pelotas seu principal canal fluvial, com cerca de 85 Km de extensão, enquanto que os mais importantes tributários são os arroios Andrade, Cadeia, Caneleiras e Quilombo. O clima da região é do tipo temperado cálido e úmido, que de acordo com a classificação climática de Köppen é representado pelo código Cfa, em que a letra C representa o domínio dos climas temperados; f as áreas de chuvas bem distribuídas e a as áreas de verões quentes. Em relação às temperaturas médias, Pelotas apresenta a média anual de 17,8ºC, sendo que o mês mais quente é janeiro, com 23,2 C, e o mês mais frio é julho com 12,3 C. 4 4

5 Devido à configuração topográfica da região, a maioria das nascentes encontram-se sobre a Encosta do Sudeste. Sendo o padrão de drenagem mais comum o do tipo dendrítico, isto é, em forma de galhos de uma árvore que se unem no seu tronco. Para a elaboração desta pesquisa, além de referências bibliográficas e coletas de dados de campo, foi utilizado como ferramenta de geoprocessamento o Sistema de Informação Geográfica - ARCGIS. Utilizando-se metodologia de autores que são referência nas áreas de geoprocessamento e de erosão dos solos, respectivamente. J. SILVA (2004) e A. GUERRA (2005) foram atribuídos pesos diferentes para cada tipo de solo, de cobertura vegetal, do uso da terra e da declividade de acordo com suas características peculiares à erosão. Em relação ao uso do solo, os valores atribuídos (Tabela 1) estavam relacionados com a temporalidade da cobertura, vegetal, ou seja, em culturas em que sua vegetação não é totalmente retirada em alguma parte do ano foi considerada menos propensa à erosão em consideração as culturas de ciclo curto, como, por exemplo, o milho que passada a época de colheita o solo fica exposto a erosividade das chuvas. Tabela 1 Uso do solo e vegetação Uso do solo e vegetação Elementos Característica de fragilidade Valor atribuído Floresta baixa 1 Mata ciliar baixa 1 Mata de restinga baixa 1 Eucalipto (silvicultura) alta 3 Banhado baixa 1 Campos litorâneos baixa 1 Campos baixa 1 Policultura baixa 2 Orizicultura alta 3 Lagoa - 0 Área Urbana alta 3 Fonte: Adaptado de SILVA, J. X. e ZAIDAN, R. T. (2004). O tipo de cobertura vegetal, na medida em que protege o solo, diminuindo o impacto das chuvas sobre ele e interferindo no escoamento superficial, interfere no cálculo da erodibilidade do solo e, conseqüentemente, na estimativa de perda de solo (Abdon, 2004). Em relação aos solos, a sua classificação de fragilidade (Tabela 2) é dada pelas suas características físicas (porosidade, profundidade e estrutura das camadas). Solos como do 5 5

6 tipo neossolo apresentam pouca profundidade, o que justifica uma maior fragilidade à erosão, devido ao valor elevado de escoamento superficial sobre este tipo de solo. Os Neossolos Litólicos rasos e com seqüência de horizontes A-R têm baixa capacidade de infiltração e armazenamento de água no solo e alta suscetibilidade à erosão hídrica, impossibilitando o seu uso com culturas anuais. (Streck et al., 2002). Tabela 2 Tipo de solos Solos Grupo de Solos Características de fragilidade Valor atribuído Neossolo (RD) alta 3 Luviossolo (PB) alta 3 Argilossolo (PV) média 2 Planossolo (PL) média 2 Orgânico (HG) baixa 1 Glei (H) baixa 1 Aluvião baixa 1 Fonte: Adaptado de SILVA, J. X. e ZAIDAN, R. T. (2004). Embora o terreno da bacia do Arroio Pelotas não apresente áreas com declives acentuados, às declividades compreendidas entre 10-20% são suficientes para desencadear processos erosivos de média intensidade. O relevo caracteriza-se por apresentar formas onduladas com topos convexos, o que predetermina a ação da erosão laminar. Diante destas características foram atribuídos valores de baixa a média predisposição à erosão (Tabela 3). Tabela 3 - Declividade Declividade Declividade (%) Características de fragilidade Valor atribuído 0-5 baixa baixa média 2 >20 média 2 Fonte: Adaptado de SILVA, J. X. e ZAIDAN, R. T. (2004). Após esta etapa de coleta de dados, passou-se a etapa de geoprocessamento no ARCGIS. Nesta etapa foram sobrepostos (overlay) os dados de declividade e tipo de solos, o que gerou um primeiro mapa. Logo, este primeiro mapa foi sobreposto (overlay) com os 6 6

7 dados de uso da terra, tipo cobertura vegetal e intensidade de massa vegetal. Assim, alcançou-se o resultado do mapa de fragilidade à erosão da bacia do Arroio Pelotas. Resultado e Discussões Baseado no conceito de ecodinâmica de Tricart (1977), os setores apresentados são: muito forte, forte, moderado-forte, moderado e fraco. Estas unidades ou setores de erosão são o resultado da interação entre os principais fatores que predeterminam a ocorrência de erosão, podendo a partir destes dados gerarem diversos cenários possíveis de erosão dos solos. Pois, alterando-se o potencial de erosividade das chuvas, ou seja, a entrada de energia no sistema obter-se-á cenários distintos. 7 7

8 Figura 1 Mapa de suscetibilidade à erosão Organização: Rafael Cruz da Silva. Em relação aos resultados, obteve-se que mais de 90% da área da bacia do Arroio Pelotas apresenta algum risco de risco a erosão dos solos. Os dados detalhados são apresentados na Tabela 4. Tabela 4 Unidades de suscetibilidade à erosão Unidades de suscetibilidade à erosão 8 8

9 Classe Área (m²) Área (%) Muito Forte ,26 Forte ,06 Moderado-Forte ,04 Moderado ,81 Fraco ,81 Total Setor muito forte Esta área do município de Pelotas é caracterizada por sua alta fragilidade a degradação dos solos. Sua área corresponde às margens do Planalto Sul-rio-grandense marcada por uma morfologia de morros convexos. O maior grau de risco de erosão é devido às bordas do planalto onde as declividades são mais acentuadas. 2. Setor forte A partir do ponto onde as declividades começam reduzir irá aparecer o Setor forte, embora as taxas de erosão tendam a reduzir a ação humana colabora ao contrário. Devido principalmente a agricultura, ou seja, a ação do homem sobre as condições naturais. O que faz desta área altamente modificada pela ação antrópica. 3. Setor moderado forte Esta área é formada por áreas elevadas, mas suas formas são mais suaves. Embora as características de solo e vegetação contribuam para a erosão. 4. Setor moderado Este setor representa a maior parcela do município. Os estágios erosivos apresentam certa estabilidade quanto à configuração natural. Mas aqui o problema é outro, a ocupação humana e a superexploração do solo pela agricultura. A agricultura já não é mais de caráter familiar, predomina as grandes empresas de arroz e de soja (em alguns pontos). 9 9

10 5. Setor fraco Esta área apresenta uma erosão quase nula. Ela é representada pelas áreas de deposito fluvial, são normalmente locais de deposito dos sedimentos erodidos a montante. O seu problema ambiental aqui é o assoreamento, que acaba modificando o leito do rio, além de se um potencial para as enchentes. Considerações finais A elaboração deste estudo proporcionou, através da síntese cartográfica, a identificação e caracterização dos processos de degradação do solo, com ênfase na definição e análise de áreas suscetíveis à erosão na região que abrange a bacia do Arroio Pelotas, com o auxílio do geoprocessamento. Dessa forma, obteve-se como resultado a definição das áreas de suscetibilidade à erosão na bacia e estabelecidos os setores de acordo com a sua intensidade de atuação dos processos morfodinâmicos. Assim, foram identificados cincos unidades distintas caracterizadas como muito forte, forte, moderado-forte, moderado e fraco, sendo que para tal adotou-se a metodologia de unidades de fragilidade ambiental fundamentadas no conceito de Ecodinâmica de Tricart (1977). Os resultados apontaram que aproximadamente 90% da área da bacia do Arroio Pelotas apresenta risco de erosão de intensidade forte. Sendo que, 75 Km² apresentam-se como áreas fortemente erodidas, equivalente a cerca de 9% da área total. E 398 Km² (43% da área) tem risco de perda de solos moderados por erosão. As áreas de maior suscetibilidade à erosão são aquelas em que as declividades são superiores a 20%, apresentam solos do tipo neossolo litólico, estão associados a cultivos de ciclo curto (milho, fumo e soja), e apresenta desmatamento da mata nativa. Referências ABDON, M. Os Impactos Ambientais no Meio Físico Erosão e Assoreamento na Bacia Hidrográfica do Rio Taquari, MS, em Decorrência da Pecuária. Tese de Doutorado. Escola de Engenharia de São Carlos, USP, São Carlos,

11 ARAUJO, G. H. S.; ALMEIDA, J. R.; GUERRA, A. J. T. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, GUERRA, A. J. T. e CUNHA, S. B. (Orgs.). Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, GUERRA, A. J. T; SILVA, A. S. e BOTELHO, R. G. M. (Orgs.). Erosão e Conservação dos Solos: Conceitos, Temas e Aplicações. 2ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand, IBGE. Perfil dos Municípios Brasileiros: Meio Ambiente. Rio de Janeiro: IBGE, ISRIC/UNEP (1991). World Soil information. Disponível em: <http://www.isric.org/ >. Acesso em 20 de fevereiro de ROSS, J. L. S. Geomorfologia: Ambiente e Planejamento. 7ª ed. São Paulo: Editora Contexto, SALICHTCHEV, K. A. Algumas Reflexões sobre o Objeto e Método da Cartografia depois da Sexta Conferência Cartográfica Internacional. In: Seleção de Texto. Associação dos Geógrafos Brasileiros Seção São Paulo. São Paulo, SILVA, J. X. e ZAIDAN, R. T. Geoprocessamento e Análise Ambiental. : Aplicações. Rio de Janeiro. Editora Bertrand Brasil, STRECK, E. V.; KÄMPF, N.; DALMOLIN, R. S. D.; KLAMT, E.; NASCIMENTO, P. C.; SCHNEIDER, P. Solos do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: EMATER/RS; UFRGS, TRICART, J. Ecodinâmica. Rio de Janeiro: IBGE,

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