Questões Éticas e Legais do Prontuário do Paciente

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1 Questões Éticas e Legais do Prontuário do Paciente

2 Prontuário Eletrônico Sistemas Jurídicos Norte-Americano: derivado do Direito Inglês (Common Law), tende a esperar os fatos e a eles se adaptar Brasileiro: derivado do Direito Europeu Continental, tende a regular tudo antes que os fatos ocorram

3 Prontuário Eletrônico Segurança a da Informação - Princípios Integridade Confidencialidade Disponibilidade Legalidade

4 Prontuário Eletrônico Pensar Eticamente I - Na proteção aos pacientes II - No aspecto multiprofissional na assistência à saúde III - No respeito às profissões regulamentadas IV Na dimensão ética da Medicina. V Responsabilidade Moral > Responsabilidade Jurídica

5 Questões Éticas e Legais Autenticidade Integridade Confidencialidade/privacidade Auditabilidade Assinatura eletrônica Guarda de Documentos Disponibilidade Legalidade

6 Prontuário Eletrônico RESOLUÇÃO CFM nº n 1.638/2002 Art. 1º 1 - Definir prontuário rio médico m como o documento único constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens registradas, geradas a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo. duo.

7 Segredo Médico Constituição da República Federativa do Brasil Art. 5 o - inciso X - inviolabilidade a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

8 Código Penal Art Divulgar alguém, sem justa causa, conteúdo de documento particular ou de correspondência confidencial, de que é destinatário ou detentor, e cuja divulgação possa produzir dano a outrem. Art Revelar alguém, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem. Art Deixar o médico m de denunciar à autoridade pública doença a cuja notificação é compulsória. Art. 325 Revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe lhe a revelação.

9 Código de Processo Penal Art São proibidas de depor as pessoas que, em razão de função, ministério, ofício ou profissão, devam guardar segredo, salvo se, desobrigadas pela parte interessada, quiserem dar o seu testemunho.

10 Lei das Contravenções Penais Art Deixar de comunicar à autoridade competente: I - crime de ação a pública, p de que teve conhecimento no exercício cio de função pública, p desde que a ação a penal não dependa de representação; II - crime de ação a pública, p de que teve conhecimento no exercício cio da medicina ou de outra profissão sanitária, desde que a ação a penal não dependa de representação e a comunicação não exponha o cliente a procedimento criminal.

11 Código Civil Art. 229 (antigo 144) - Ninguém m pode ser obrigado a depor sobre fato: Inc.. I - a cujo respeito, por estado ou profissão, deva guardar segredo. Código de Processo Civil Art A testemunha não é obrigada a depor de fatos: II - a cujo respeito, por estado ou profissão, deva guardar sigilo.

12 Código de Ética Médica M Art O médico m deve manter sigilo quanto às s informações confidenciais de que tiver conhecimento no desempenho de suas funções. Art Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício cio de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente. Parágrafo único: Permanece essa proibição: a) Mesmo que o fato seja de conhecimento público p ou que o paciente tenha falecido. b) Quando do depoimento como testemunha. Art Revelar segredo profissional referente a paciente menor de idade, inclusive a seus pais ou responsáveis legais, desde que o menor tenha capacidade de avaliar seu problema e de conduzir-se por seus próprios prios meios para solucioná-lo lo,, salvo quando a não revelação possa acarretar danos ao paciente.

13 Art Fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou seus retratos em anúncios ncios profissionais ou na divulgação de assuntos médicos m em programas de rádio, televisão ou cinema, e em artigos, entrevistas ou reportagens em jornais, revistas ou outras publicações leigas. Art Revelar informações confidenciais obtidas quando do exame médico m de trabalhadores, inclusive por exigência dos dirigentes de empresas ou instituições, salvo se o silêncio puser em risco a saúde dos empregados ou da comunidade. Art Prestar a empresas seguradoras qualquer informação sobre as circunstâncias da morte de paciente seu, além m daquelas contidas no próprio prio atestado de óbito, salvo por expressa autorização do responsável legal ou sucessor.

14 Art Deixar de orientar seus auxiliares e de zelar para que respeitem o segredo profissional a que estão obrigados por lei. Art Facilitar manuseio e conhecimento dos prontuários, rios, papeletas e demais folhas de observações médicas sujeitas ao segredo profissional, por pessoas não obrigadas ao mesmo compromisso. Art Deixar de guardar o segredo profissional na cobrança a de honorários rios por meio judicial ou extrajudicial.

15 Resolução CFM nº n 1.605/2000 Art. 1º 1 - O médico m não pode, sem o consentimento do paciente, revelar o conteúdo do prontuário rio ou ficha médica. m Art. 2º 2 - Nos casos do art. 269 do Código C Penal, onde a comunicação de doença é compulsória, o dever do médico m restringe-se se exclusivamente a comunicar tal fato à autoridade competente, sendo proibida a remessa do prontuário rio médico m do paciente. Art. 3º 3 - Na investigação da hipótese de cometimento de crime o médico m está impedido de revelar segredo que possa expor o paciente a processo criminal. Art. 4º 4 - Se na instrução de processo criminal for requisitada, por autoridade judiciária competente, a apresentação do conteúdo do prontuário rio ou da ficha médica, m o médico m disponibilizará os documentos ao perito nomeado pelo juiz, para que neles seja realizada perícia restrita aos fatos em questionamento

16 Art. 5º 5 - Se houver autorização expressa do paciente, tanto na solicitação como em documento diverso, o médico m poderá encaminhar a ficha ou prontuário rio médico m diretamente à autoridade requisitante. Art. 6º 6 - O médico m deverá fornecer cópia c da ficha ou do prontuário rio médico m desde que solicitado pelo paciente ou requisitado pelos Conselhos Federal ou Regional de Medicina. Art. 7º 7 - Para sua defesa judicial, o médico m poderá apresentar a ficha ou prontuário rio médico m à autoridade competente, solicitando que a matéria seja mantida em segredo de justiça. Art. 8º 8 - Nos casos não previstos nesta resolução e sempre que houver conflito no tocante à remessa ou não dos documentos à autoridade requisitante, o médico m deverá consultar o Conselho de Medicina, onde mantém m sua inscrição, quanto ao procedimento a ser adotado.

17 Prontuário Eletrônico As coisas não acontecem por acaso mas por necessidade Spinoza A necessidade do Prontuário rio Eletrônico do Paciente levou o Conselho Federal de Medicina a editar uma nova Resolução sobre o tema

18 Prontuário Eletrônico Comissão de Informática em Saúde e Telemedicina Minuta de RESOLUÇÃO CFM nº n /2005 Aprova as Normas Técnicas T para a digitalização e o uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos dos Prontuários rios dos Pacientes possibilitando a eliminação do papel.

19 O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições que lhe confere a Lei nº n 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº n , de 19 de julho de 1958, e CONSIDERANDO que o médico m tem o dever de elaborar o prontuário rio para cada paciente a que assiste; CONSIDERANDO que o prontuário rio do paciente, em qualquer meio de armazenamento, é propriedade física f da instituição onde o paciente é assistido, seja uma unidade de saúde ou um consultório, a quem cabe o dever de guarda do documento. CONSIDERANDO que ao paciente pertencem os dados ali contidos e que sós podem ser divulgados com a sua autorização, ou de seu responsável, ou por dever legal, ou justa causa.

20 CONSIDERANDO que os dados que compõem o prontuário rio pertencem ao paciente e devem estar permanentemente disponíveis, de modo que, quando solicitado por ele ou seu representante legal, permitam o fornecimento de cópias c autênticas das informações a ele pertinentes; CONSIDERANDO que o sigilo profissional, que visa preservar a privacidade do indivíduo, duo, deve estar sujeito às s normas estabelecidas na legislação e no Código de Ética Médica, M independente do meio utilizado para o armazenamento dos dados no prontuário, rio, seja eletrônico ou em papel;

21 CONSIDERANDO o crescente volume de documentos armazenados pelos estabelecimentos de saúde e consultórios médicos m em decorrência da necessidade de manutenção dos prontuários; rios; CONSIDERANDO os avanços da tecnologia da informação e de telecomunicações, que oferecem novos métodos de armazenamento e de transmissão de dados; CONSIDERANDO o teor da Resolução CFM nº n 1.605/2000, que dispõe sobre o fornecimento das informações do prontuário rio à autoridade judiciária requisitante;

22 CONSIDERANDO o disposto na Resolução CFM nº n 1.638/2002, de 10 de julho de 2002, que define prontuário rio médico e cria as Comissões de Revisão de Prontuários rios nos estabelecimentos e/ou instituições de saúde; CONSIDERANDO o teor do Parecer CFM nº n 30/2002, aprovado na Sessão Plenária de 10 de julho de 2002, que trata de prontuário rio elaborado em meio eletrônico; CONSIDERANDO o disposto no Manual de Requisitos de Segurança, a, Conteúdo e Funcionalidades para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (RES) elaborado, conforme convênio, pelo Conselho Federal de Medicina e Sociedade Brasileira de Informática em Saúde;

23 CONSIDERANDO a validade jurídica dos documentos eletrônicos como prova, conforme o disposto nos artigos 104, 212, 221, 225 e 421 do Código C Civil e os artigos 131, 154, 244, 332 e 383 do Código C de Processo Civil; CONSIDERANDO o Decreto nº n 3.587/2000, que estabelece normas para a Infra-Estrutura de Chaves Públicas P do Poder Executivo Federal ICP-Gov Gov.; CONSIDERANDO a Medida Provisória ria nº n 2.200, de 24 de agosto de 2001, que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileiras ICP-Brasil e concede validade jurídica plena aos documentos públicos p e privados desde que tenham uma certificação (Arts( Arts.. 1º 1 e 10). Decreto nº n de 18 de julho de 2001, que dispõe sobre o Comitê Gestor da Infra- Estrutura de Chaves Públicas P Brasileira - CG ICP-Brasil, sua Secretaria-Executiva, sua Comissão Técnica T Executiva.

24 CONSIDERANDO a legislação arquivística brasileira que normatiza a guarda, a temporalidade e a classificação dos documentos, inclusive dos prontuários rios médicos: m Lei nº n 5.433/68, que regulamenta a microfilmagem de documentos oficiais; Decreto nº n de 30/01/96, que regulamenta a Lei nº n 5.433/68, que regula a microfilmagem de documentos oficiais atividade de arquivamento eletrônico de documentos; Lei nº n 8.159/91 (Lei dos Arquivos), que dispões sobre a política nacional de arquivos públicos p e dád outras providências; Decreto nº n 1.173/1994;

25 Decreto nº n 2.134/97, que regulamenta o art. 23 da Lei nº n 8.159/91, que dispõem sobre a categoria dos documentos públicos sigilosos e o acesso a eles; Decreto nº n 2.182/1997; Decreto nº n 2.910/98, que estabelece normas para a salvaguarda de documentos, materiais, áreas, comunicações e sistemas de informação de natureza sigilosa; Decreto nº n 2.942/1999;

26 Decreto nº n 3.505/2000; Decreto nº n 4.073/2002, que regulamenta a Lei nº n 8.159/91 (Lei dos Arquivos); Decreto nº n 4.553/2002; Decreto nº4.915/2003n Lei nº n 8.394/91, que dispõe sobre preservação, organização e proteção dos acervos documentais privados; Resolução CONARQ 7/97; NBR nº n do CONARQ /88.

27 CONSIDERANDO,, ainda, o disposto na legislação sobre o assunto: Lei n.º /2001, que institui os juizados especiais civis e criminais no âmbito federal e no seu artigo 8º 8 normatiza a intimação eletrônica na área civil para todas as pessoas jurídicas de direito públicop Lei n.º 9.800/1999, que permite o envio de petições via ,, observados certos requisitos.

28 Lei nº n de 18/11/94,que dispõe sobre o uso do arquivamento eletrônico pelos Serviços Notariais e de Registros (Cartórios). rios). Lei nº n de 10/09/97, dispõe sobre a definição da competência, regulamentação dos serviços concernentes ao protesto de títulos t tulos e outros documentos de dívida, d especificamente no seu Art. 41, dispõe que: Para os serviços previstos nesta Lei os Tabeliães poderão adotar, independentemente de autorização, sistemas de computação, microfilmagem, gravação eletrônica de imagem e quaisquer outros meios de reprodução ão. Lei nº n 52 de 05/04/94, que dispõe sobre o arquivamento eletrônico de Processos Judiciais, por meio de mídias m dias ópticas e sistemas eletrônicos;

29 Lei nº n de 23/09/97, que determina que as repartições de trânsito deverão manter em arquivo por 5 (cinco) anos os documentos referentes a Habilitação, Registro e Licenciamento de Veículos, podendo as repartições utilizarem da tecnologia da microfilmagem ou meio magnético Decreto Nº N 660 de 25 de setembro de 1992, que institui o Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX. e autoriza os importadores/exportadores a utilizarem a emissão da documentação relacionados ao comércio exterior, através s do Processamento Eletrônico de Dados e Imagens "ON LINE" e Meio Magnético. Decreto n n de 3 de janeiro de 2001, que dispõe sobre remessa de documentos por meio eletrônico.

30 Decreto n n de 31 de outubro de 2001, que dispõe sobre a prestação de serviços de certificação digital no âmbito da Administração Pública P Federal. Portaria nº n de 08/11/95, que dispõe sobre a utilização do armazenamento eletrônico de documentos na área trabalhista. Parecer nº n 16 de 04/11/97 do Conselho Nacional de Educação que dispõe sobre o arquivamento eletrônico em CDs. ou outros meios, dos documentos escolares das Instituições de Ensino (Ministério da Educação) que em seu Art. 1º. 1. dispõe que: O O arquivamento de documentos escolares, das instituições de ensino, observará as seguintes modalidades: (c) em disquete ou CD ROM obtido por sistema computadorizado.

31 Resolução n n 1 da Presidência da República, de 25 de setembro de 2001, que aprova a declaração de práticas de certificação da autoridade certificadora raiz (AC Raiz) no âmbito da administração pública p federal. Resolução n n 13 de 26 de abril de 2002 da Presidência da República, que altera a declaração de práticas de certificação da AC (autoridade certificadora), estabelecendo o vínculo v entre o par Raiz da ICP-Brasil, os critérios rios e procedimentos de chaves e seu titular. CONSIDERANDO,, finalmente, o decidido em Sessão Plenária de...

32 RESOLVE: Art. 1-1 Aprovar o Manual de Requisitos de Segurança, a, Conteúdo e Funcionalidades para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (RES). Art. 2º 2 - Autorizar a digitalização dos Prontuários rios dos Pacientes, possibilitando a eliminação do papel destes documentos, desde que a forma de armazenamento dos documentos digitalizados obedeça à norma específica de digitalização contida nos parágrafos abaixo, e após s análise obrigatória ria da Comissão de Revisão de Prontuários rios que terá também m as atribuições da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos da unidade médicom dico-hospitalar geradora do arquivo.

33 Parágrafo primeiro Os métodos m de digitalização devem reproduzir a qualidade e resolução dos documentos originais.

34 Parágrafo segundo - Os arquivos digitais oriundos da digitalização dos documentos do prontuário rio dos pacientes deverão ser controlados por sistema especializado (Gerenciamento Eletrônico de Documentos - GED), que possua, minimamente, as seguintes características: a) Capacidade de utilizar Base de dados adequada para o armazenamento dos arquivos digitalizados; b) Método M de indexação que permita criar um arquivamento organizado, possibilitando a pesquisa de maneira simples e eficiente; c) Obedecer os requisitos do Nível de Garantia de Segurança a 2 (NGS2),, estabelecidos no Manual de Requisitos de Segurança, a, Conteúdo e Funcionalidades para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (RES).

35 Art. 3-3 Autorizar o uso de sistemas informatizados para guarda e manuseio de prontuários rios de pacientes, eliminando a obrigatoriedade do registro em papel, desde que esses sistemas atendam integralmente os requisitos do Nível de Garantia de Segurança a 2 (NGS2),, estabelecidos no Manual de Requisitos de Segurança, a, Conteúdo e Funcionalidades para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (RES). Art. 4-4 No caso de microfilmagem, os prontuários rios microfilmados poderão ser eliminados de acordo com a legislação específica que regulamenta a microfilmagem e após s análise obrigatória ria da Comissão de Revisão de Prontuários rios da unidade médicom dico-hospitalar geradora do arquivo.

36 Art. 5-5 Estabelecer a guarda permanente para os prontuários rios dos pacientes arquivados eletronicamente em meio óptico, microfilmados ou digitalizados. Art. 6-6 Estabelecer o prazo mínimo m de 20 (vinte) anos, a partir do último registro, para a preservação dos prontuários rios dos pacientes em suporte de papel, que não foram arquivados eletronicamente em meio óptico, microfilmados ou digitalizados. Art. 7º-7 As atribuições da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos em todas as unidades que prestam assistência médica m e são detentoras de arquivos de prontuários rios de pacientes, tomando como base as atribuições estabelecidas na legislação arquivística brasileira. poderão ser exercidas pela comissão de revisão de prontuários. rios.

37 Art. 8-8 Estabelecer que o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), mediante convênio específico, expedirão, quando solicitados, a certificação dos sistemas para a guarda e manuseio de prontuários rios eletrônicos que estejam de acordo com o Manual de Requisitos de Segurança, a, Conteúdo e Funcionalidades para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (RES). Art. 9-9 Ficam revogadas as Resoluções CFM nº n 1.331/89 e 1.639/02, e demais disposições em contrário. rio. Art Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

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