Aizenaque Grimaldi de Carvalho

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aizenaque Grimaldi de Carvalho"

Transcrição

1 Aizenaque Grimaldi de Carvalho

2 O MAIOR ATIVO DE UMA ORGANIZAÇÃO ESTÁ REPRESENTADO PELAS PESSOAS QUE A COMPÕEM E, EFETIVAMENTE, NA MODERNA CONCEPÇÃO DAS EMPRESAS, OS RECURSOS HUMANOS DE UMA EMPRESA REPRESENTAM UM PAPEL DECISIVO EM SEU PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, DESTACANDO-SE CADA VEZ MAIS COMO UM FATOR CHAVE NA LUTA PELA COMPETITIVIDADE E PELA POSIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO. (CHIAVENATO).

3 TERMO USADO PARA DESIGNAR AS AUSÊNCIAS DOS TRABALHADORES AO PROCESSO DE TRABALHO, SEJA POR FALTA OU ATRASO, DEVIDO A ALGUM MOTIVO INTERVENIENTE.

4 QUANDO FALAMOS SOBRE ABSENTEÍSMO, É NECESSÁRIO QUE TENHAMOS EM MENTE, UMA VISÃO GLOBAL DO PORQUÊ AS PESSOAS SE AUSENTAM DO TRABALHO. É IMPORTANTE CONHECERMOS AS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS E O AMBIENTE CORPORATIVO DA EMPRESA, E NÃO ATENTARMOS APENAS AO FATO DO ADOECIMENTO OU DA FALTA AO TRABALHO.

5 ABSENTEÍSMO É UM PROBLEMA COMPLEXO, POIS CONSTITUI UMA FONTE DE PREOCUPAÇÃO CONSTANTE PARA OS EMPRESÁRIOS E ADMINISTRADORES, PELOS ELEVADOS CUSTOS, QUER SEJAM DIRETOS (produção), OU INDIRETOS (encargos sociais e impostos), INTERFERINDO AMPLAMENTE NO FATURAMENTO E ANDAMENTO PRODUTIVO DAS ORGA NIZAÇÕES, BEM COMO UM FATOR DE RELAÇÕES HUMANAS NA EMPRESA E NA SOCIEDADE. QUANDO A ATIVIDADE DE TRABALHO É UMA SEQUÊNCIA DE AÇÕES, A FALTA DE UM TRABALHADOR PREJUDICARÁ TODO O PROCESSO PRODUTIVO.

6 O ABSENTEÍSMO OCASIONA NUMEROSOS PROBLEMAS NA ORGANIZAÇÃO, VISTO QUE A SUBSTITUIÇÃO DA PESSOA AUSENTE EXIGE O TREINAMENTO DE OUTROS EMPREGADOS OU, ENTÃO, O USO DE HORAS-EXTRAS PARA COMPENSAR O TRABALHO NÃO REALIZADO PELO INDIVÍDUO QUE FALTOU. PARA O EMPREGADO, O ABSENTEÍSMO PODE EXPRESSAR SENTIMENTOS DE HOSTILIDADE, DE FALTA DE EQUIDADE OU DE INJUSTIÇA, REFERENTES À SUA SITUAÇÃO CONCRETA NO TRABALHO. TAMBÉM PODE SER UMA FORMA DE FUGA MOTIVADA PELO BAIXO SALÁRIO, CLIMA LABORAL RUIM OU OUTRAS CIRCUNSTÂNCIAS GERADORAS DE INSATISFAÇÃO. FALTAS SIGNIFICAM, MUITAS VEZES, QUE ALGO NÃO ESTÁ BEM E QUE PRECISA DE AÇÕES SANEADORAS PARA O PROBLEMA.

7 O ABSENTEÍSMO É UM FENÔMENO SOCIAL VINCULADO DIRETAMENTE À ATITUDE DO INDIVÍDUO E DA SOCIEDADE ANTE O TRABALHO. DESSA MANEIRA, TUDO O QUE PROPICIE UMA ATITUDE POSITIVA E ADEQUADA NO AMBIENTE DA ORGANIZAÇÃO REDUNDARÁ EM UM MENOR ABSENTEÍSMO. O TRATAMENTO E A INTERVENÇÃO NÃO PODEM SER, PORTANTO, ÚNICOS, E DEPENDERÁ DE ATÉ ONDE SE QUER CHEGAR AO DIAGNÓSTICO DAS CAUSAS. DESSA MANEIRA, TÊM-SE INTERVENÇÕES EM CURTO PRAZO, ORIENTADAS, PREFERIVELMENTE, A PENALIZAR AS SITUAÇÕES FRAUDULENTAS ACONTECIDAS NA ORGANIZAÇÃO E AÇÕES, EM MÉDIO E EM LONGO PRAZO, MUITO MAIS RELACIONADAS COM A HUMANIZAÇÃO DAS TAREFAS EM TODOS OS SEUS ASPECTOS.

8 ALÉM DE AUMENTAR OS CUSTOS PARA AS EMPRESAS, O ABSENTEÍSMO AUMENTA O CUSTO PARA A PREVIDÊNCIA SOCIAL, COM REPASSE DAS DESPESAS À SOCIEDADE. REDUZ A PRODUTIVIDADE DA EMPRESA COM TOMADA DE AÇÕES E MEDIDAS REATIVAS E FOCADAS PARA COMPENSAR ESSA PERDA INICIAL. PROPICIA A SOBRECARGA DOS TRABALHADORES QUE PERMANECEM EM SEUS POSTOS DE TRABALHO.

9 ABSENTEÍSMO MÉDICO: ENTENDE-SE POR ABSENTEÍSMO-DOENÇA AS FALTAS DO TRABALHADOR DEVIDAS A PROBLEMAS DE SAÚDE, OCUPACIONAL OU NÃO, DIAGNOSTICADOS PARA EFEITO DE LICENÇA-SAÚDE. ABSENTEÍSMO NÃO MÉDICO: ABSENTEÍSMO POR OUTRAS CAUSAS, QUE NÃO RELACIONADAS À DOENÇAS OU COMPROMETIMENTO DA SAÚDE DO PRÓPRIO TRABALHADOR.

10 O ABSENTEÍSMO É HOJE CONSIDERADO A FORMA MAIS MANIFESTA E MAIS FREQUENTE DE INADAPTAÇÃO DO TRABALHO, A QUAL É CONCRETIZADA PELA FALTA DO TRABALHADOR. AS DIFERENTES CAUSAS DE INADAPTAÇÃO ESTÃO GERALMENTE MAQUIADAS SOB A FORMA DE ABSENTEÍSMO-DOENÇA, BUSCANDO ATRIBUIR A FALTA A CAUSAS LIGADAS À SAÚDE.

11 AS PRÓPRIAS FORMAS DE PUNIÇÃO PECUNIÁRIA CONTRA O TRABALHADOR FALTANTE (DESCONTO DO DESCANSO SEMANAL REMUNERADO - DSR, PERDA DE GRATIFICAÇÕES, ETC.) SÃO FORMAS DE ESTÍMULO À BUSCA INDISCRIMINADA DA JUSTIFICATIVA DAS FALTAS POR INTERMÉDIO DE ATESTADOS MÉDICOS DE ABONO DE FALTAS, ESPECIALMENTE QUANDO OS VALORES DOS SALÁRIOS PAGOS NÃO PERMITE QUALQUER PERDA.

12 É UM INDICADOR FIEL DO NÍVEL DE SATISFAÇÃO COM O TRABALHO. PORTANTO, TAMBÉM É UM INDICADOR FIEL DO RISCO DE ADOECIMENTO E/OU DE OCORRÊNCIA DE ACIDENTE DO TRABALHO. COLETÂNEA DE MAIS DE 50 TRABALHOS CIENTÍFICOS SOBRE O TEMA, DEMONSTROU QUE O ABSENTEÍSMO-DOENÇA OCUPA O OITAVO LUGAR ENTRE AS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ABSENTEÍSMO.

13 1ª - INSATISFAÇÃO NO TRABALHO 2ª - FALTA DE COMPROMETIMENTO COM RESULTADOS 3ª - FALTA DE IDENTIFICAÇÃO COM A TAREFA 4ª - AUSÊNCIA DE SUPERVISÃO EFICIENTE/TRATAMENTO INJUSTO 5ª - FALTA DE MOTIVAÇÃO PARA O TRABALHO 6ª - AUSÊNCIA DE FEED-BACK 7ª - MÁS RELAÇÕES INTER-PESSOAIS E INTER- SETORIAIS 8ª - ABSENTEÍSMO-DOENÇA

14 AS PRIMEIRAS SETE CAUSAS ASSINALADAS, QUANDO NÃO ABORDADAS E RESOLVIDAS APROPRIADAMENTE, CERTAMENTE PODERÃO PRODUZIR DANOS AOS INDIVÍDUOS, GERANDO O SURGIMENTO DE COMPROMETIMENTO PSÍQUICO, PODENDO VIR A SE TORNAR CAUSAS DE ABSENTEÍMSO MÉDICO. AS CAUSAS DE ABSENTEÍSMO NÃO MÉDICO ENCONTRAM-SE DIRETAMENTE RELACIONADAS AOS ASPECTOS MOTIVACIONAIS EXISTENTES NOS AMBIENTES DE TRABALHO, OS QUAIS PODEM DETERMINAR O SUCESSO, OU NÃO, DAS MEDIDAS CORRETIVAS A SEREM IMPLEMENTADAS.

15 COMPONENTE DO COMPORTAMENTO HUMANO QUE FAZ UMA PESSOA PERSEGUIR DETERMINADO OBJETIVO, DURANTE UM CERTO TEMPO (QUE PODE SER CURTO, LONGO OU MUITO LONGO), E QUE NÃO PODE SER EXPLICADO SOMENTE PELOS SEUS CONHECIMENTOS, EXPERIÊNCIAS E HABILIDADES.

16 PODE SER MEDIDA INDIRETAMENTE, POR EXEMPLO, PELAS QUANTIDADES DE PEÇAS ADICIONAIS PRODUZIDAS POR UM TRABALHADOR MOTIVADO. TRABALHO = HABILIDADE + MOTIVAÇÃO HABILIDADE = CAPACITAÇÃO OU CONDIÇÕES PRÉVIAS MOTIVAÇÃO = DECISÃO DE REALIZAR ESSE TRABALHO

17 Luiz Fernando Hormain Unimed Litoral Sul (RS) ENGAJADOS: PSICOLOGICAMENTE COMPROMETIDOS COM A EMPRESA INOVADORES, EFICIENTES E NÃO FICAM OCIOSOS ESCLARECIDOS COM RELAÇÃO ÀS FUNÇÕES QUE EXERCEM TRABALHAM COM PAIXÃO E ENERGIA SÃO LEAIS À EMPRESA E AOS COLEGAS RECEBEM E FAZEM CRÍTICAS POSITIVAS E CONSTRUTIVAS

18 DESENGAJADOS: FAZEM APENAS O BÁSICO Luiz Fernando Hormain Unimed Litoral Sul (RS) CONFUSOS OU COM FALTA DE HABILIDADE PARA AGIR COM CONFIANÇA OFERECEM RESPOSTAS DE BAIXO RISCO E COMPROMETIMENTO COM A TAREFA QUE IRÃO DESENVOLVER NÃO POSSUEM SENSO DE REALIZAÇÃO E DE OBJETIVO ATINGIDO SÃO MENOS COMPROMETIDOS COM A ORGANIZAÇÃO E COM OS GRUPOS DE TRABALHO REAGEM DE FORMA NEGATIVA, MAS NÃO DE MANEIRA EXPLOSIVA E INTENSA.

19 Luiz Fernando Hormain Unimed Litoral Sul (RS) ATIVAMENTE DESENGAJADOS: PRESENTES FISICAMENTE MAS AUSENTES PSICOLOGICAMENTE. PENSAM NOS GANHOS PRÓPRIOS EM VEZ DO COLETIVO DIVIDEM A INFELICIDADE NO TRABALHO COM OS COLEGAS NÃO SÃO PRODUTIVOS, MAS SEMPRE TEM DESCULPAS PARA O BAIXO RENDIMENTO. SE FOCAM NO PROBLEMA E NÃO TEM HABILIDADE PARA ENCONTRAR SOLUÇÕES. FICAM ISOLADOS E SÃO POUCO CONFIANTES.

20 Luiz Fernando Hormain Unimed Litoral Sul (RS) ENTRE OS PROFISSIONAIS DO SETOR PRIVADO 23% ENGAJADOS 17% ATIVAMENTE DESENGAJADOS ENTRE OS PROFISSIONAIS DO SETOR PÚBLICO 18% ENGAJADOS 20% ATIVAMENTE DESENGAJADOS

21 Luiz Fernando Hormain Unimed Litoral Sul (RS) PROFISSIONAIS DE ANOS: 17% ENGAJADOS PROFISSIONAIS DE ANOS: 21% ENGAJADOS PROFISSIONAIS DE 50 ANOS OU +: 28% ENGAJADOS

22 Luiz Fernando Hormain Unimed Litoral Sul (RS) OS BAIXOS ÍNDICES DE ENGAJAMENTO CUSTAM MAIS ÀS EMPRESAS EM VENDAS, LUCROS PERDIDOS E EM MENOR SATISFAÇÃO DOS CLIENTES. GUSTAVO OLIVEIRA COUNTRY MANAGER DA THE GALLUP ORGANIZATION NO BRASIL

23 1. RISCOS NO AMBIENTE DE TRABALHO 2. AMBIENTE PSICOSSOCIAL 3. REMUNERAÇÃO NO TRABALHO 4. JORNADA DE TRABALHO 5. ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

24 ERGONOMIA: MOBILIÁRIO INADEQUADO, MOVIMENTOS REPETITIVOS, ESFORÇOS ACENTUADOS, POSTURAS ERRADAS, ETC. AGENTES DE RISCOS AMBIENTAIS: FÍSICOS (RUÍDO, ILUMINAÇÃO, VIBRAÇÕES, ETC.), QUÍMICOS, BIOLÓGICOS. FALTA DE CONTROLE DOS RISCOS EXISTENTES. EPI s: NÃO FORNECIMENTO DE EPI s ADEQUADOS.

25 SENTIMENTO DE INSEGURANÇA E BAIXA AUTO- ESTIMA NO TRABALHO. AUSÊNCIA DE OPORTUNIDADES DE PROGRESSÃO FUNCIONAL. PERCEPÇÃO DA IMAGEM NEGATIVA DA EMPRESA. TRABALHO MONÓTONO E SEM A PARTICIPAÇÃO/CRIATIVIDADE POR PARTE DO TRABALHADOR. COMPETIÇÃO DESLEAL ENTRE OS COLEGAS DE TRABALHO.

26 POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO INFERIOR AO MERCADO DE TRABALHO. BANCO DE HORAS (1 X 1). SEM POLÍTICA DE CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS COMPLEMENTARES. AUSÊNCIA DE PLANO DE CARGOS, CARREIRA E VENCIMENTOS.

27 TRABALHOS EM TURNOS SEM PROGRAMAÇÃO PRÉ-ESTABELECIDA. SEM PERSPECTIVAS DE HORAS EXTRAS, OU, HORAS-EXTRAS SUPERIORES AO PREVISTO EM LEI. ALTERAÇÃO DE FOLGAS SEM PARTICIPAÇÃO DO TRABALHADOR.

28 NOVAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO. CONTROLES RÍGIDOS SOBRE CADA ATIVIDADE. AUSÊNCIA DE CHANCE PARA EXERCÍCIO DAS SUAS HABILIDADES. RITMO EXCESSIVO. EXISTÊNCIA DE QUALQUER FORMA DE PRECONCEITO. METAS EXCESSIVAMENTE ELEVADAS. DESRESPEITO E OPRESSÃO POR PARTE DA CHEFIA.

29 PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL > IDENTIFICA OS FOCOS DE INSATISFAÇÃO > SUBMETE OS TRABALHADORES A QUESTIONÁRIOS ESPECÍFICOS > TABULA OS RESULTADOS > PROPÕE ESTRATÉGIAS DE CORREÇÃO DE RUMOS

30 O IDOSO PEMENCE MAIS TEMPO NO MERCADO DE TRABALHO, PELAS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS: AUMENTO DA EXPECTATIVA DE VIDA HUMANA. ALTERAÇÃO DA LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA (IDADE MÍNIMA PARA APOSENTADORIA x FATOR PREVIDENCIÁRIO). APOSENTADORIAS COM BAIXO VALOR. TRABALHO OBRIGATÓRIO PARA MANTER PADRÃO DE VIDA.

31 REDUÇÃO DA FORÇA MUSCULAR PSICOMOTRICIDADE: MOVIMENTOS MAIS LENTOS E REDUÇÃO DOS ALCANCES (TEMPO DE REAÇÃO 20% MAIOR AOS 60 ANOS) MEMÓRIA: REDUÇÃO DA MEMÓRIA RECENTE, REDUÇÃO DA CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE INFORMAÇÕES. DIFICULDADES NO APRENDIZADO DE NOVAS TECNOLOGIAS.

32 CARACTERÍSTICAS FEMININAS CAPACIDADE MÚSCULO-TENDINOSA 30% MENOR 85% DO CUIDADO COM FILHOS MENORES CABEM ÀS MULHERES, MESMO NOS CASOS DE DISSOLUÇÃO DAS SOCIEDADES CONJUGAIS. 93% DO CUIDADO COM FAMILIARES IDOSOS (SEQUELADOS DE AVC, ALZHEIMER, DEMÊNCIA SENIL ATEROSCLERÓTICA, ETC) CABEM ÀS MULHERES. (FONTE: IBGE)

33 DIFICULDADE DE ADAPTAÇÃO DO RELÓGIO BIOLÓGICO ÀS ALTERAÇÕES DE TURNOS. MENOR CONDIÇÃO REPARADORA (FÍSICA E PSÍQUICA) DO SONO DIURNO QUANDO COMPARADO COM O SONO NOTURNO. AUMENTO DA INADAPTAÇÃO COM A SUCESSÃO DE NOITES DE VIGÍLIA. PROBABILIDADE DE MAIOR ÍNDICE DE ADOECIMENTO E/OU ACIDENTES DO TRABALHO.

34 SEGUNDO O CFM, TODO O MÉDICO LEGALMENTE HABILITADO PODE EMITIR ATESTADOS MÉDICOS DE INCAPACIDADE AO TRABALHO. O ATESTADO MÉDICO É DECORRÊNCIA DE UM ATO MÉDICO (CONSULTA MÉDICA), DEVENDO TRADUZIR A REALIDADE DO QUE FOI OBSERVADO NAQUELA CONSULTA, DEVENDO SER A MANIFESTAÇÃO FIEL E VERDADEIRA SOBRE EVENTUAL NECESSIDADE DE AFASTAMENTO DO TRABALHO POR CAUSAS MÉDICAS.

35 O MÉDICO DO TRABALHO NÃO DEVE ASSUMIR UMA POSTURA DE DESCONFIANÇA DIANTE DO ABSENTEÍSMO-DOENÇA, SUPONDO POSSÍVEIS SIMULAÇÕES POR PARTE DO TRABALHADOR NO SENTIDO DE OBTER UM ATESTADO MÉDICO INDEVIDO. DEVE-SE TER EM MENTE QUE, A PRINCÍPIO, TODOS OS ATESTADOS SÃO VÁLIDOS POIS O DIAGNÓSTICO MÉDICO ESTÁ AMPARADO EM TRÊS GRANDES BASES: 1. ANAMNESE OU HISTÓRIA CLÍNICA 2. EXAME CLÍNICO 3. EXAMES COMPLEMENTARES

36 O MÉDICO DO TRABALHO DEVE REGISTRAR OS ATESTADOS EMITIDOS POR PROFISSIONAIS DA REDE PÚBLICA OU PRIVADA NO PRONTUÁRIO OCUPACIONAL DO TRABALHADOR DE MODO A INCLUÍ-LO EM PROGRAMAS ESPECÍFICOS DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE E COMPATIBILIZAR EVENTUAIS RESTRIÇÕES PÓS- AFASTAMENTO ÀS EXPOSIÇÕES OCUPACIONAIS, NÃO NO SENTIDO DE OPRIMIR OU CERCEAR OS DIREITOS DOS TRABALHADORES.

37 DEVE HAVER REGISTRO PELO MÉDICO DO TRABALHO E/OU PELA ENFERMAGEM DO TRABALHO DE TODAS AS CAUSAS DE ABSENTEÍSMO, DESDE QUE OS DADOS OBTIDOS SEJAM UTILIZADOS EXCLUSIVAMENTE COM OBJETIVOS EPIDEMIOLÓGICOS. ESSE REGISTRO É SIGILOSO, PORTANTO, A DOCUMENTAÇÃO ENCAMINHADA AO SETOR DE PESSOAL/RH NÃO DEVERÁ CONTER A CID QUE MOTIVOU O AFASTAMENTO DO TRABALHADOR DE SUAS ATIVIDADES LABORATIVAS, SOMENTE A QUANTIDADE DE HORAS OU DIAS ABONADOS, POR TRABALHADOR.

38 FALTAS LEGAIS (CLT) ART O EMPREGADO PODERÁ DEIXAR DE COMPARECER AO SERVIÇO SEM PREJUÍZO DO SALÁRIO: I - ATÉ 2 (DOIS) DIAS CONSECUTIVOS, EM CASO DE FALECIMENTO DO CÔNJUGE, ASCENDENTE, DESCENDENTE, IRMÃO OU PESSOA QUE, DECLARADA EM SUA CARTEIRA DE TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL, VIVA SOB SUA DEPENDÊNCIA ECONÔMICA; II - ATÉ 3 (TRÊS) DIAS CONSECUTIVOS, EM VIRTUDE DE CASAMENTO; III - POR UM DIA, EM CASO DE NASCIMENTO DE FILHO NO DECORRER DA PRIMEIRA SEMANA;

39 IV - POR UM DIA, EM CADA 12 (DOZE) MESES DE TRABALHO, EM CASO DE DOAÇÃO VOLUNTÁRIA DE SANGUE DEVIDAMENTE COMPROVADA; V - ATÉ 2 (DOIS) DIAS CONSECUTIVOS OU NÃO, PARA O FIM DE SE ALISTAR ELEITOR, NOS TERMOS DA LEI RESPECTIVA. VI - NO PERÍODO DE TEMPO EM QUE TIVER DE CUMPRIR AS EXIGÊNCIAS DO SERVIÇO MILITAR REFERIDAS NA LETRA "C" DO ART. 65 DA LEI Nº 4.375, DE 17 DE AGOSTO DE 1964 (LEI DO SERVIÇO MILITAR). VII - NOS DIAS EM QUE ESTIVER COMPROVADAMENTE REALIZANDO PROVAS DE EXAME VESTIBULAR PARA INGRESSO EM ESTABELECIMENTO DE ENSINO SUPERIOR.

40 VIII - PELO TEMPO QUE SE FIZER NECESSÁRIO, QUANDO TIVER QUE COMPARECER A JUÍZO. IX - PELO TEMPO QUE SE FIZER NECESSÁRIO, QUANDO, NA QUALIDADE DE REPRESENTANTE DE ENTIDADE SINDICAL, ESTIVER PARTICIPANDO DE REUNIÃO OFICIAL DE ORGANISMO INTERNACIONAL DO QUAL O BRASIL SEJA MEMBRO.

41 O CÁLCULO DO CUSTO DO ABSENTEÍSMO CONSTITUI-SE EM EXCELENTE INDICADOR DE APOIO À DECISÃO GERENCIAL DE INVESTIMENTOS DESTINADOS A PROGRAMAS PREVENTIVOS.

42 A MAIORIA DAS EMPRESAS JÁ POSSUI CALCULADO O SEU CUSTO-MÉDIO-TRABALHADOR: - VALOR TOTAL DA FOLHA (+ ENCARGOS) DIVIDIDO PELO NÚMERO DE TRABALHADORES = CUSTO MÉDIO MÊS DO TRABALHADOR. - DIVIDIDO POR 30 DIAS = CUSTO MÉDIO DIA DO TRABALHADOR - CUSTO MÉDIO DIA DO TRABALHADOR MULTIPLICADO PELO NÚMERO DE AUSÊNCIAS POR DETERMINADA DOENÇA = CUSTO DIA DE CADA DOENÇA PARA UMA DETERMINADA EMPRESA.

43 EXISTE RELAÇÃO DIRETA ENTRE O TIPO DE TRABALHO, E AS CAUSAS DOS AFASTAMENTOS. O ALTO ABSENTEÍSMO NÃO ESTÁ RELACIONADO A SALÁRIOS MENORES, CONTUDO, INDIVÍDUOS DE MAIOR SALÁRIO APRESENTAM UM MENOR ABSENTEÍSMO. A FALTA AO TRABALHO É MENOR ENTRE OS EMPREGADOS COM POUCO TEMPO DE TRABALHO (ATÉ 1 ANO). A MAIOR INCIDÊNCIA ESTÁ ENTRE FUNCIONÁRIOS COM 1 OU 2 ANOS DE TRABALHO.

44 A MAIOR PERDA ESTÁ NO MÉDIO ABSENTEÍSMO (3 A 15 DIAS DE AFASTAMENTO), NO ENTANTO, O MAIOR NÚMERO DE OCORRÊNCIAS ESTÁ NO PEQUENO ABSENTEÍSMO (1 OU 2 DIAS DE AFASTAMENTO). EXISTE UMA ALTA INCIDÊNCIA DE QUEIXAS SUBJETIVAS. O NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS COM ÍNDICES (FREQUÊNCIA E GRAVIDADE), ACIMA DA MÉDIA, CONSTITUI UMA MINORIA.

45 CONFLITOS PODEM EXISTIR ENTRE O MÉDICO DO TRABALHO E O TRABALHADOR, QUANDO O EMPREGADO NÃO APRESENTA PROBLEMA ORGÂNICO PALPÁVEL, OU, QUANDO O MÉDICO QUER REDUZIR O PERÍODO DE AFASTAMENTO DO ATESTADO APRESENTADO (O QUE SÓ PODE OCORRER NA CERTEZA QUE O RETORNO ANTECIPADO AO TRABALHO NÃO PROVOCARÁ AGRAVO OU REAGUDIZAÇÃO DOS SINTOMAS AO TRABALHADOR. CASO CONTRÁRIO, NÃO DEVERÁ SER TOMADA TAL ATITUDE). CONFLITOS ENTRE O MÉDICO DO TRABALHO E O MÉDICO ASSISTENTE, EM QUE O PRIMEIRO QUESTIONA OS CRITÉRIOS DO SEGUNDO.

46 RELACIONAMENTO DEFICIENTE ENTRE SUPERVISOR E FUNCIONÁRIO, POR DEFICIÊNCIA DO PRIMEIRO. FALTA DE INTERESSE NOS PROBLEMAS DOS SUBORDINADOS POR PARTE DA CHEFIA. EXISTÊNCIA DE APADRINHAMENTOS E PROTECIONISMO DE ALGUNS, COM DISCRIMINAÇÃO DE OUTROS.

47 O ABSENTEÍSMO EXIGE O RE-DIMENSIONAMENTO DE QUADROS DE PESSOAL. AMPLIA CUSTOS DE PRODUÇÃO E/OU DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AUMENTA CUSTO FINAL DO PRODUTO/SERVIÇO ABSENTEÍSMO É UM FATOR INFLACIONÁRIO

48 A ABORDAGEM DO PROBLEMA DOENÇA DE FORMA ISOLADA SERÁ DESTINADA AO FRACASSO. O ENVOLVIMENTO TEM QUE SER GERAL, TODOS SÃO RESPONSÁVEIS: OS PROFISSIONAIS DA SAÚDE, A GERÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS, A SUPERVISÃO E AS CHEFIAS.

49 O TRABALHADOR COMPARECE AO TRABALHO MAS NÃO CONSEGUE PRODUZIR COMO DEVERIA OU COMO SE ESPERARIA DELE. DUPLA DIFICULDADE: - NÃO É TÃO VISÍVEL COMO O ABSENTEÍSMO - DIFICULDADE EM MENSURAR A PERDA EM PRODUTIVIDADE É CONSIDERADO UM INIMIGO OCULTO DA PRODUTIVIDADE.

50 UMA VISÃO DE SAÚDE OCUPACIONAL, REFLETINDO A PROPENSÃO DO TRABALHADOR EM PERMANECER TRABALHANDO, MESMO DOENTE, HAVENDO UMA RELAÇÃO COM A ORGANIZAÇÃO E AS CONDIÇÕES DE TRABALHO. OUTRA VISÃO É RESUMIDA COMO A EXTENSÃO EM QUE OS SINTOMAS, CONDIÇÕES E DOENÇAS AFETAM NEGATIVAMENTE A PRODUTIVIDADE DE PESSOAS QUE DECIDEM PERMANECER NO TRABALHO.

51 DEMONSTROU QUE AS DEZ CONDIÇÕES MAIS RELACIONADAS COM O PRESENTEÍSMO (ENTRE ELAS HIPERTENSÃO, DOENÇA CARDÍACA, DEPRESSÃO, PROBLEMAS ARTICULARES E ALERGIAS) GERAM MAIS CUSTOS EM ASSISTÊNCIA MÉDICA QUANDO COMPARADOS COM OS CUSTOS DIRETOS EM SAÚDE. CALCULA-SE QUE O CUSTO RELACIONADO COM PRESENTEÍSMO ATINJA 150 BILHÕES DE DÓLARES NOS U.S.A., POR ANO.

52 É IMPORTANTE QUE HAJA CONTROLE MINUCIOSO SOBRE AS LICENÇAS MÉDICAS, PRINCIPALMENTE AS DE CURTA DURAÇÃO, QUE PODEM ORIGINAR O FENÔMENO DO PRESENTEÍSMO.

53 O WORKAHOLIC, PESSOA CUJA VIDA, NOS CASOS MAIS GRAVES, PODE REDUZIR-SE AO TRABALHO, PODE SER UM TIPO DE PRESENTEÍSTA, JÁ QUE NEM SEMPRE SUA PRODUTIVIDADE E EFICIÊNCIA CORRESPONDEM AO ELEVADO NÚMERO DE HORAS TRABALHADAS.

54 O PRESENTEÍSMO COMEÇOU A SER ESTUDADO NA FRANÇA, NA DÉCADA DE 1950, E VOLTOU À TONA MAIS RECENTEMENTE QUANDO AS EMPRESAS PERCEBERAM QUE A PRÓXIMA BARREIRA DA COMPETITIVIDADE ESTÁ NAS MÃOS DOS COLABORADORES.

55 AINDA MERECE POUCA DISCUSSÃO NO BRASIL; SÃO RAROS OS DEPARTAMENTOS MÉDICOS E DE RH QUE VÊEM NO PRESENTEÍSMO UMA AMEAÇA À PRODUTIVIDADE E, EM ÚLTIMA INSTÂNCIA, AOS LUCROS DAS EMPRESAS. TRATA-SE DE UM CONCEITO MUITO REFINADO PARA O BRASIL. MUITAS EMPRESAS SEQUER OFERECEM CONDIÇÕES BÁSICAS PARA O BEM- ESTAR NO TRABALHO. (ALBERTO OGATA PRESIDENTE DA ABQV)

56 QUANDO AS PESSOAS ESTÃO INSEGURAS, PROCURAM MARCAR PRESENÇA, TRABALHAM ALÉM DO EXPEDIENTE OU NÃO TIRAM FÉRIAS. FAZEM ISSO POR MEDO DE SEREM DEMITIDAS. AO MESMO TEMPO ESSE TEMOR AS DESMOTIVA NAS SUAS ATIVIDADES. ISSO ACONTECE PRINCIPALMENTE NAS ORGANIZAÇÕES QUE TEM POLÍTICAS DE RH (CRITÉRIOS DE ADMISSÃO E DEMISSÃO, POR EXEMPLO) POUCO TRANSPARENTES. SE UMA PESSOA FOI DEMITIDA, É PRECISO QUE OS MOTIVOS FIQUEM BEM CLAROS PARA TODOS OS COLABORADORES. (PROF. ROBERTO HELOANI FGV)

57 PRINCIPAIS CAUSAS DE PRESENTEÍSMO POR PROBLEMAS DE SAÚDE QUE REDUZEM O RENDIMENTO DO TRABALHADOR BRASILEIRO: DORES MUSCULARES - 86% PROBLEMAS DE SONO - 35% DORES GASTRINTESTINAIS - 26% (FONTE: ESTUDO ISMA-BR INTERNATIONAL STRESS MANAGEMENT ASSOCIATION BRASIL) ASPECTOS RELACIONADOS AO STRESS, MATERIALIZADOS EM SINTOMAS CLÍNICOS.

58 DESMOTIVAÇÃO COM O AMBIENTE DE TRABALHO TRABALHO SOB INTENSA PRESSÃO POR RESULTADOS FALTA DE PERSPECTIVAS DE CRESCIMENTO NA EMPRESA FALTA DE IDENTIDADE COM A FUNÇÃO DESEMPENHADA FALTA DE COMPROMETIMENTO DO COLABORADOR FALTA DE REGRAS CLARAS PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. FALTA DE UMA LIDERANÇA INSPIRADORA.

59 AS EMPRESAS ESTÃO CADA VEZ MAIS ENVOLVIDAS COM PROGRAMAS DE GESTÃO EM SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA, BUSCANDO PRINCIPALMENTE CONTAR COM COLABORADORES MAIS SAUDÁVEIS E MAIS PRODUTIVOS. CADA VEZ MAIS OS GESTORES ESTÃO CONSCIENTES DE QUE A SAÚDE E O BEM-ESTAR DOS COLABORADORES ESTÁ RELACIONADA COM A PRODUTIVIDADE CORPORATIVA. (A QUESTÃO QUE SE COLOCA É SE AS EMPRESAS ESTÃO PREPARADAS OU NÃO PARA ESTAS AÇÕES).

60 REDUÇÃO DOS CUSTOS COM ASSISTÊNCIA MÉDICA CONTROLE EFETIVO DO ABSENTEÍSMO/PRESENTEÍSMO INCREMENTO DA PRODUTIVIDADE INDIVIDUAL E COLETIVA MELHORIA DO CLIMA ORGANIZACIONAL REDUÇÃO DO FAP (SAT)

61 1. LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO 2. AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES 3. PLANEJAMENTO DAS AÇÕES 4. IMPLANTAÇÃO PARTICIPATIVA 5. CONSOLIDAÇÃO/MANUTENÇÃO DAS AÇÕES 6. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS

62 CÁLCULO DO ABSENTEÍSMO ÍNDICE DE FREQUÊNCIA (IF) = NÚMERO DE LICENÇAS NO PERÍODO EFETIVO MÉDIO NO PERÍODO

63 ÍNDICE DE GRAVIDADE (IG) = NÚMERO DE DIAS PERDIDOS NO PERÍODO EFETIVO MÉDIO NO PERÍODO

64 PERCENTAGEM DE TEMPO PERDIDO (PTP) = NÚMERO DE DIAS DE TRABALHO PERDIDOS NO PERÍODO X 100 NÚMERO PROGRAMADO DE DIAS DE TRABALHO NO PERÍODO

65 TAXA DE FREQUÊNCIA INDIVIDUAL = NÚMERO DE EMPREGADOS COM UM OU MAIS AFASTAMENTOS NO PERÍODO EFETIVO MÉDIO NO PERÍODO

66 PARA O CÁLCULO DOS DIAS PERDIDOS, CONTAM-SE OS DIAS DO CALENDÁRIO, OU SEJA, DIAS CORRIDOS, E NÃO APENAS OS ÚTEIS.

67 PARA O CÁLCULO DO NÚMERO PROGRAMADO DE DIAS DE TRABALHO, MULTIPLICA-SE O EFETIVO MÉDIO DO MÊS PELO NÚMERO DE DIAS DO CALENDÁRIO, SUBTRAINDO-SE OS DIAS REFERENTES AOS QUE ESTÃO EM FÉRIAS.

68 PARA O CÁLCULO DA PERCENTAGEM DE TEMPO PERDIDO, É INTERESSANTE DIVIDIR ESTE ÍNDICE EM DOIS ESPECÍFICOS: PTP ATÉ 15 DIAS. PTP TOTAL ( 15 DIAS + DO 16 º DIA ATÉ O 360 º DIA).

69 APÓS UM ANO DE AFASTAMENTO NÃO MAIS SE CONTABILIZA A AUSÊNCIA DO EMPREGADO. O CONTROLE DO PTP ATÉ 15 DIAS, É O MAIS IMPORTANTE, POIS INDEPENDE DE OUTROS SERVIÇOS COMO INSS. CALCULA-SE O ABSENTEÍSMO MÊS A MÊS, E ASSIM A MEDICINA DO TRABALHO TEM MELHOR MONITORAMENTO.

70 A REPERCUSSÃO DE SE DIZER, QUE NUMA EMPRESA DE 650 EMPREGADOS, A PERCENTAGEM DE TEMPO PERDIDO É DE 2,2%, É UMA. SE DISSERMOS QUE ISSO EQUIVALE A 14 EMPREGADOS FALTANDO AO TRABALHO DURANTE TODOS OS DIAS DO MÊS, A REPERCUSSÃO É OUTRA.

71 O ABSENTEÍSMO E A GESTÃO DA SAÚDE INTEGRAL DOS TRABALHADORES

72 GESTÃO EM SST Análise Crítica pela Direção Melhoria Contínua Levantamento da Situação Inicial Política de SST Verificação e Ação Corretiva Implementação e Operação Planejamento

73 GESTÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR Action Agir (correção ou melhoria) Check Verificar a eficácia das ações Plan Planejar os objetivos e metas Do Implementar as ações Reconhecimento dos riscos Avaliação dos riscos (medidas preventivas medidas de controle) Controle da eficácia Ação (correção ou melhoria)

74 ABORDAGEM INTEGRAL DA SAÚDE DOS TRABALHADORES O TRABALHADOR NÃO É SÓ TRABALHADOR!!! ASPECTOS EXTRA-LABORAIS INTERFEREM E REPERCUTEM NOS ASPECTOS INTRA-LABORAIS!!! ASPECTOS INTRA-LABORAIS INTERFEREM E REPERCUTEM NOS ASPECTOS EXTRA-LABORAIS!!!

75 NR DAS DIRETRIZES O PCMSO É PARTE INTEGRANTE DO CONJUNTO MAIS AMPLO DE INICIATIVAS DA EMPRESA NO CAMPO DA SAÚDE DOS TRABALHADORES, DEVENDO ESTAR ARTICULADO COM O DISPOSTO NAS DEMAIS NR O PCMSO DEVERÁ CONSIDERAR AS QUESTÕES INCIDENTES SOBRE O INDIVÍDUO E A COLETIVIDADE DE TRABALHADORES, PRIVILEGIANDO O INSTRUMENTAL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO NA ABORDAGEM DA RELAÇÃO ENTRE SUA SAÚDE E O TRABALHO.

76 NR O PCMSO DEVERÁ TER CARÁTER DE PREVENÇÃO, RASTREAMENTO E DIAGNÓSTICO PRECOCE DOS AGRAVOS À SAÚDE RELACIONADOS AO TRABALHO, INCLUSIVE DE NATUREZA SUBCLÍNICA, ALÉM DA CONSTATAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE CASOS DE DOENÇAS PROFISSIONAIS OU DANOS IRREVERSÍVEIS À SAÚDE DOS TRABALHADORES O PCMSO DEVERÁ SER PLANEJADO E IMPLANTADO COM BASE NOS RISCOS À SAÚDE DOS TRABALHADORES, ESPECIALMENTE OS IDENTIFICADOS NAS AVALIAÇÕES PREVISTAS NAS DEMAIS NR.

77 RESOLUÇÃO 1.488/1998 ART. 3 - AOS MÉDICOS QUE TRABALHAM EM EMPRESAS, INDEPENDENTEMENTE DE SUA ESPECIALIDADE, É ATRIBUIÇÃO: I - ATUAR VISANDO ESSENCIALMENTE À PROMOÇÃO DA SAÚDE E À PREVENÇÃO DA DOENÇA, CONHECENDO, PARA TANTO, OS PROCESSOS PRODUTIVOS E O AMBIENTE DE TRABALHO DA EMPRESA; II - AVALIAR AS CONDIÇÕES DE SAÚDE DO TRABALHADOR PARA DETERMINADAS FUNÇÕES E/OU AMBIENTES, INDICANDO SUA ALOCAÇÃO PARA TRABALHOS COMPATÍVEIS COM SUAS CONDIÇÕES DE SAÚDE, ORIENTANDO-O, SE NECESSÁRIO, NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO;

78 RESOLUÇÃO /1998 III - DAR CONHECIMENTO AOS EMPREGADORES, TRABALHADORES, COMISSÕES DE SAÚDE, CIPAS E REPRESENTANTES SINDICAIS, ATRAVÉS DE CÓPIAS DE ENCAMINHAMENTOS, SOLICITAÇÕES E OUTROS DOCUMENTOS, DOS RISCOS EXISTENTES NO AMBIENTE DE TRABALHO, BEM COMO DOS OUTROS INFORMES TÉCNICOS DE QUE DISPUSER, DESDE QUE RESGUARDADO O SIGILO PROFISSIONAL; IV - PROMOVER A EMISSÃO DE COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO, OU OUTRO DOCUMENTO QUE COMPROVE O EVENTO INFORTUNÍSTICO, SEMPRE QUE HOUVER ACIDENTE OU MOLÉSTIA CAUSADA PELO TRABALHO. ESSA EMISSÃO DEVE SER FEITA ATÉ MESMO NA SUSPEITA DE NEXO CAUSAL DA DOENÇA COM O TRABALHO. DEVE SER FORNECIDA CÓPIA DESSA DOCUMENTAÇÃO AO TRABALHADOR;

79 RESOLUÇÃO 1.488/1998 V - NOTIFICAR, FORMALMENTE, O ÓRGÃO PÚBLICO COMPETENTE QUANDO HOUVER SUSPEITA OU COMPROVAÇÃO DE TRANSTORNOS DA SAÚDE ATRIBUÍVEIS AO TRABALHO, BEM COMO RECOMENDAR AO EMPREGADOR A ADOÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CABÍVEIS, INDEPENDENTEMENTE DA NECESSIDADE DE AFASTAR O EMPREGADO DO TRABALHO. ART. 4 - SÃO DEVERES DOS MÉDICOS DE EMPRESA QUE PRESTAM ASSISTÊNCIA MÉDICA AO TRABALHADOR, INDEPENDENTEMENTE DE SUA ESPECIALIDADE: I - ATUAR JUNTO À EMPRESA PARA ELIMINAR OU ATENUAR A NOCIVIDADE DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO, SEMPRE QUE HAJA RISCO DE AGRESSÃO À SAÚDE;

80 IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DOS RISCOS EXISTENTES (LAUDO AMBIENTAL / PCMAT / PPRA / IDENTIFICAÇÃO IN LOCO ) 1 IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS CONTEMPLADOS PELA LEGISLAÇÃO RISCOS FÍSICOS RISCOS QUÍMICOS RISCOS BIOLÓGICOS 2 ESTABELECIMENTO DOS RISCOS CONTEMPLADOS PELO MÉDICO DO TRABALHO RISCOS ERGONÔMICOS 2.2 RISCOS PSÍQUICOS - CLIMA ORGANIZACIONAL; TENSÃO NO AMBIENTE DE TRABALHO; CHEFIA OPRESSORA; COBRANÇAS EXCESSIVAS; ETC.

81 FÍSICOS A - RUÍDO (NR 15, ANEXOS 1 E 2) B - VIBRAÇÃO (NR 15, ANEXO 8) C - CALOR (NR 15, ANEXO 3) D - CONDIÇÕES HIPERBÁRICAS (NR 15, ANEXO 6) E - RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES (NR 15, ANEXO 7) F - UMIDADE (NR 15, ANEXO 10) G - TRABALHO A CÉU ABERTO (NR 21) H - TRABALHOS SUBTERRÂNEOS (NR 22)

82 QUÍMICOS POEIRAS (NR 15, ANEXO 12) A ASBESTO (EXTRAÇÃO, FABRICAÇÃO DE PRODUTOS) B - MANGANÊS (EXTRAÇÃO, MOAGEM, TRANSPORTE) C - SÍLICA LIVRE (PEDREIRAS, CORTE DE PEDRAS, TIJOLOS) D - NR 15, ANEXOS 11 E 13 (LT E INSPEÇÃO NO LOCAL DE TRABALHO) D.1 - CARVÃO E SILICATOS (MINAS), D.2 - PINTURA A PISTOLA (HIDROCARBONETOS - SOLVENTES, ESMALTES, VERNIZES) D.3 - CROMO, CHUMBO, ETC.

83 BIOLÓGICOS A - NR 15, ANEXO 14 (ESCAVAÇÕES, POR EXEMPLO); B - NR 24 - CONDIÇÕES SANITÁRIAS (RISCOS DE INFECÇÕES E PRAGAS) ERGONÔMICOS A - NR 17 (POSTURAS INADEQUADAS, MOVIMENTOS REPETITIVOS, ETC.) ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS EXPLOSIVOS; INFLAMÁVEIS; RADIAÇÕES IONIZANTES; ELETRICIDADE

84 CONDIÇÕES ORGANIZACIONAIS E PSICOSSOCIAIS - SITUAÇÕES CRÍTICAS, SOBRECARGA DE TRABALHO; - PRECARIEDADE DE MEIOS PARA EXECUTAR AS TAREFAS; - FALTA DE TREINAMENTO PARA O TRABALHO; - FALTA DE RECONHECIMENTO PROFISSIONAL, - BAIXOS SALÁRIOS, AUSÊNCIA DE PLANO DE CARREIRA E/OU INCENTIVOS; - DIFICULDADE DE ESTABELECER RELAÇÕES INTERPESSOAIS; - CARGA AFETIVA INDIVIDUAL; - TRABALHOS EM TURNOS E NOTURNO; - RELAÇÃO DE TRABALHO PRECÁRIA (TEMPORÁRIO, TERCEIRIZADOS, COOPERATIVADOS, SEM GARANTIAS TRABALHISTAS).

85 RESOLUÇÃO 1.488/1998 ART. 5º - OS MÉDICOS DO TRABALHO (COMO TAIS RECONHECIDOS POR LEI), ESPECIALMENTE AQUELES QUE ATUEM EM EMPRESA COMO CONTRATADOS, ASSESSORES OU CONSULTORES EM SAÚDE DO TRABALHADOR, SERÃO RESPONSABILIZADOS POR ATOS QUE CONCORRAM PARA AGRAVOS À SAÚDE DESSA CLIENTELA CONJUNTAMENTE COM OS OUTROS MÉDICOS QUE ATUEM NA EMPRESA E QUE ESTEJAM SOB SUA SUPERVISÃO NOS PROCEDIMENTOS QUE ENVOLVAM A SAÚDE DO TRABALHADOR, ESPECIALMENTE COM RELAÇÃO À AÇÃO COLETIVA DE PROMOÇÃO E PROTEÇÃO À SUA SAÚDE.

86 O ABSENTEÍSMO E A GESTÃO DOS ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS (OCUPACIONAIS E NÃO OCUPACIONAIS)

87 IDENTIFICAÇÃO DAS OCORRÊNCIAS MAIS PRESENTES NO AMBIENTE DE TRABALHO INCIDÊNCIA E TIPOS DE ACIDENTES DO TRABALHO; A - QUEDAS DE ALTURAS B - FERIMENTOS PÉRFURO-CONTANTES C - OLHOS (CORPOS ESTRANHOS, ETC.) ESTUDO DAS CAUSAS DE ABSENTEÍSMO A - DOENÇAS CRÔNICO-DEGENERATIVAS (HIPERTENSOS, DIABÉTICOS, ETC.); IVAS, PNEUMOPATIAS; DISTÚRBIOS GASTROINTESTINAIS, CID F, ETC.

88 IDENTIFICAÇÃO DAS PATOLOGIAS OCUPACIONAIS MAIS FREQUENTES DERMATOSES A - POR CIMENTO (ALCALINIDADE, PRESENÇA DE CROMO, COBALTO) B - POR BORRACHA (VULCANIZADORES, ACELERADORES DA VULCANIZAÇÃO, PIGMENTOS, ANTIOXIDANTES, ETC.) LER/DORT A - LOMBALGIAS POR ESFORÇO B - EPICONDILITE DO ARMADOR (LATERAL) C - TENDINITE DO PEDREIRO (PUNHO) D - SÍNDROME DO OMBRO DOLOROSO PERDA AUDITIVA EXPOSIÇÃO A NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA ELEVADOS

89 A SAÚDE É DETERMINADA POR UM CONJUNTO DE FATORES AGRUPÁVEIS EM QUATRO CATEGORIAS: BIOLOGIA E FISIOLOGIA HUMANA - HEREDITARIEDADE AMBIENTE, INCLUÍDO O DO TRABALHO SAÚDE HUMANA ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO A SAÚDE ESTILO DE VIDA E COMPORTAMENTO

90 ESTILO DE VIDA 53% AMBIENTE 20% HEREDITARIEDADE 10% CUIDADOS MÉDICOS 15%

91 - ORIENTAÇÃO ALIMENTAR / NUTRICIONAL - OBESIDADE - SEDENTARISMO - ANTI-TABAGISMO - COMBATE AO ALCOOLISMO - HIPERTENSÃO ARTERIAL - DIABETES MELLITUS - INFECÇÕES CRÔNICAS E DST (HPV, HEPATITE, HIV) - PROTEÇÃO CONTRA EXPOSIÇÃO SOLAR - PREVENÇÃO DAS LER/DORT - CONSERVAÇÃO AUDITIVA - SAÚDE BUCAL - SAÚDE DA MULHER / SAÚDE DO HOMEM - OUTROS, DEPENDENDO DOS ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS.

92 GESTÃO E PLANEJAMENTO DOS PROGRAMAS DE ATENÇÃO À SAÚDE - IDENTIFICAÇÃO DA POPULAÇÃO-ALVO - DEFINIR QUAIS PROGRAMAS SERÃO IMPLEMENTADOS (LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO) - JUSTIFICATIVA PARA IMPLANTAÇÃO - OBJETIVO DOS PROGRAMAS - FORMA DE CAPTAÇÃO DOS PARTICIPANTES

93 - DEFINIR LOCAL DE DESENVOLVIMENTO DOS PROGRAMAS - DEFINIR RECURSOS NECESSÁRIOS (MATERIAIS, EQUIPAMENTOS, HUMANOS, ETC.) - COBERTURA (QUAL POPULAÇÃO, QUANDO E COMO) - ATIVIDADES DESENVOLVIDAS E PERIODICIDADE - TEMPO DE PERMANÊNCIA DAS AÇÕES - ESTABELECIMENTO DE METAS E ACOMPANHAMENTO - AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS - REFERÊNCIAS DE SUCESSO

94 IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES DE SAÚDE 1 - AÇÕES PRIMÁRIAS CAMPANHAS DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL VACINAÇÕES PALESTRAS EDUCATIVAS EM SAÚDE PREVENÇÃO DOS AGRAVOS À SAÚDE

95 2 - AÇÕES SECUNDÁRIAS DIAGNÓSTICO PRECOCE DE AGRAVOS À SAÚDE, REALIZANDO OS EXAMES NECESSÁRIOS, RELACIONADOS COM OS RISCOS A QUE ESTÃO EXPOSTOS OS TRABALHADORES, DETERMINANDO A PERIODICIDADE PARA REALIZAÇÃO DESSES EXAMES; IMPLEMENTAR PROGRAMAS ESPECÍFICOS (PCA; PPR; PPEOB; CONTROLE DAS LER/DORT; HIPERTENSÃO ARTERIAL; ETC.); TRATAMENTO DOS AGRAVOS À SAÚDE. 3 AÇÕES TERCIÁRIAS RECUPERAÇÃO, REABILITAÇÃO E READAPTAÇÃO DO TRABALHADOR.

96 AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS A - IDENTIFICAR, DENTRO DAS PATOLOGIAS DETECTADAS, QUAIS APRESENTAM NEXO OCUPACIONAL (DOENÇAS PROFISSIONAIS OU DO TRABALHO) B - CRIAR PROGRAMAS E PROTOCOLOS PARA ABORDAR RISCOS AMBIENTAIS E CONTROLAR EVENTUAIS ALTERAÇÕES NOS CONTROLES BIOLÓGICOS: PERDA AUDITIVA PCA LER/DORT ANÁLISE ERGONÔMICA, INTERFERÊNCIA NOS MÉTODOS E PROCESSOS, ALTERAÇÃO DE MOBILIÁRIO, MUDANÇA DE ATIVIDADE, FISIOTERAPIA, GINÁSTICA LABORAL, AVALIAÇÃO DE ESPECIALISTAS, ETC. PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA - PPR

97 O ABSENTEÍSMO E A GESTÃO DOS TRABALHADORES AFASTADOS POR AUXÍLIO DOENÇA ACIDENTÁRIO OU PREVIDENCIÁRIO

98 ACIDENTE DO TRABALHO LEI 8213/91 - OCORRE PELO EXERCÍCIO DO TRABALHO A SERVIÇO DA EMPRESA, COM O SEGURADO EMPREGADO, TRABALHADOR AVULSO, MÉDICO RESIDENTE, BEM COMO COM O SEGURADO ESPECIAL NO EXERCÍCIO DE SUAS ATIVIDADES, PROVOCANDO LESÃO CORPORAL OU PERTURBAÇÃO FUNCIONAL QUE CAUSE A MORTE, A PERDA OU REDUÇÃO, TEMPORÁRIA OU PERMANENTE DA CAPACIDADE PARA O TRABALHO. O ACIDENTE DE TRABALHO É UMA OCORRÊNCIA NÃO PROGRAMADA, INESPERADA OU NÃO, QUE INTERROMPE OU INTERFERE NO PROCESSO NORMAL DE UMA ATIVIDADE, OCASIONANDO PERDA DE TEMPO ÚTIL E/OU LESÕES NOS TRABALHADORES E/OU DANOS MATERIAIS.

99 DOENÇA PROFISSIONAL PRODUZIDA OU DESENCADEADA PELO EXERCÍCIO DO TRABALHO PECULIAR A DETERMINADA ATIVIDADE E CONSTANTE DO ANEXO II DO DECRETO 3.048/1999. TÊM NO TRABALHO A SUA CAUSA ÚNICA. SÃO DOENÇAS TÍPICAS DE ALGUMAS ATIVIDADES. (EX.: EXPOSIÇÃO SÍLICA = SILICOSE; EXPOSIÇÃO AO AMIANTO = ASBESTOSE). DOENÇA DO TRABALHO ADQUIRIDA OU DESENCADEADA EM FUNÇÃO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS EM QUE O TRABALHO É REALIZADO E QUE COM ELE SE RELACIONE DIRETAMENTE. (AR-CONDICIONADO = SINUSITES, PNEUMOPATIAS; COMPUTADORES= TENDINOPATIAS).

100 TANTO AS DOENÇAS PROFISSIONAIS COMO AS DOENÇAS DO TRABALHO SÃO EQUIPARADAS AO ACIDENTE DO TRABALHO, QUANDO DELAS DECORRER A INCAPACIDADE PARA O TRABALHO. LEI N /91 - ART INDEPENDENTEMENTE DE CONSTAR NA RELAÇÃO DO REGULAMENTO GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (RGPS), A PREVIDÊNCIA SOCIAL DEVERÁ RECONHECER O ACIDENTE DO TRABALHO QUANDO RESTAR COMPROVADO QUE A DOENÇA FOI DESENCADEADA PELAS CONDIÇÕES ESPECIAIS DE TRABALHO (INSALUBRES OU NÃO, DE ACORDO COM A CLASSIFICAÇÃO DAS NR S DA PORTARIA 3.214/78) A QUE ESTAVA SUBMETIDO O SEGURADO.

101 LEI 8.213/91 - ART ACIDENTES DO TRABALHO POR FICÇÃO LEGAL CONCAUSALIDADE EMBORA NÃO SEJA A CAUSA ÚNICA, HAJA CONTRIBUÍDO DIRETAMENTE PARA A MORTE, REDUÇÃO OU PERDA DA CAPACIDADE PARA O TRABALHO. CAUSALIDADE INDIRETA OCORRIDO NO LOCAL E HORÁRIO DE TRABALHO: ATO DE AGRESSÃO, OFENSA FÍSICA, ATO CULPOSO DE COLEGA, DESABAMENTO. OCORRIDO FORA DO LOCAL E HORÁRIO DO TRABALHO MAS COM REALIZAÇÃO DE SERVIÇO SOB AUTORIDADE DA EMPRESA: VIAGEM A SERVIÇO, ACIDENTE DE TRAJETO

102 LEI 8.213/91 - ART COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO - CAT DEVE SER FEITA PELA EMPRESA! NA FALTA DESTA, PELO:- PRÓPRIO ACIDENTADO - SEUS DEPENDENTES - ENTIDADE SINDICAL - MÉDICO ASSISTENTE - AUTORIDADE PÚBLICA PRAZO: ATÉ O PRIMEIRO DIA ÚTIL SEGUINTE AO ACIDENTE, E, IMEDIATAMENTE, EM CASO DE MORTE. FORMA: FORMULÁRIO PRÓPRIO DE CAT DISPONÍVEL NAS AGÊNCIAS DO INSS OU VIA INTERNET:

103 ACIDENTES DE TRABALHO - IMPLICAÇÕES RESPONSABILIDADE PREVIDENCIÁRIA LEI 8.213/91 ART AÇÃO REGRESSIVA PROPOSTA PELO INSS CONTRA O EMPREGADOR. ACIDENTE MOTIVADO POR NEGLIGÊNCIA DO EMPREGADOR QUANTO AO CUMPRIMENTO DAS NORMAS DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO RELATIVAS À PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL.

104 ACIDENTES DE TRABALHO - IMPLICAÇÕES RESPONSABILIDADE PREVIDENCIÁRIA ART O SEGURADO QUE SOFREU ACIDENTE DO TRABALHO TEM GARANTIDA PELO PRAZO MÍNIMO DE 12(DOZE) MESES, A MANUTENÇÃO DO SEU CONTRATO DE TRABALHO NA EMPRESA, APÓS A CESSAÇÃO DO AUXÍLIO-DOENÇA ACIDENTÁRIO. INDEPENDENTEMENTE DA PERCEPÇÃO DE AUXÍLIO-ACIDENTE. ART O PAGAMENTO PELA PREVIDÊNCIA SOCIAL DAS PRESTAÇÕES POR ACIDENTE DO TRABALHO NÃO EXCLUI A RESPONSABILIDADE CIVIL DA EMPRESA OU DE OUTREM.

105 ACIDENTES DE TRABALHO - IMPLICAÇÕES RESPONSABILIDADE PREVIDENCIÁRIA LEI 8.213/91 ART A EMPRESA É RESPONSÁVEL PELA ADOÇÃO DO USO DAS MEDIDAS COLETIVAS E INDIVIDUAIS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA DA SAÚDE E HIGIENE DO TRABALHADOR. 1º - CONSTITUI CONTRAVENÇÃO PENAL, PUNÍVEL COM MULTA, DEIXAR A EMPRESA DE CUMPRIR AS NORMAS DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO. 2 - É DEVER DA EMPRESA PRESTAR INFORMAÇÕES PORMENORIZADAS SOBRE OS RISCOS DA OPERAÇÃO A EXECUTAR E DO PRODUTO A MANIPULAR. ART NOS CASOS DE NEGLIGÊNCIA QUANTO ÀS NORMAS PADRÃO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO INDICADAS PARA A PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA, A PREVIDÊNCIA SOCIAL PROPORÁ AÇÃO REGRESSIVA CONTRA OS RESPONSÁVEIS.

106 ACIDENTES DE TRABALHO - IMPLICAÇÕES RESPONSABILIDADE CIVIL CÓDIGO CIVIL ART AQUELE QUE, POR AÇÃO OU OMISSÃO VOLUNTÁRIA, NEGLIGÊNCIA OU IMPRUDÊNCIA, VIOLAR DIREITO E CAUSAR DANO A OUTREM, AINDA QUE EXCLUSIVAMENTE MORAL, COMETE ATO ILÍCITO. ART TAMBÉM COMETE ATO ILÍCITO O TITULAR DE UM DIREITO QUE, AO EXERCÊ-LO, EXCEDE MANIFESTAMENTE OS LIMITES IMPOSTOS PELO SEU FIM ECONÔMICO OU SOCIAL, PELA BOA-FÉ OU PELOS BONS COSTUMES.

107 SAT SEGURO ACIDENTE DO TRABALHO PERCENTUAL RECOLHIDO SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO, PAGO EM FUNÇÃO DE SEU GRAU DE RISCO (SINISTRALIDADE) NOS PERCENTUAIS DE 1, 2 OU 3%.

108 LEI Nº ART. 22, II PARA FINANCIAMENTO DO BENEFÍCIO PREVISTO NOS ARTS. 57 E 58 DA LEI Nº 8.213, DE 24 DE JUNHO DE 1991, E DAQUELES CONCEDIDOS EM RAZÃO DO GRAU DE INCIDÊNCIA LABORATIVA DECORRENTE DOS RISCOS AMBIENTAIS DO TRABALHO, SOBRE O TOTAL DAS REMUNERAÇÕES PAGAS OU CREDITADAS, NO DECORRER DO MÊS, AOS SEGURADOS EMPREGADOS E TRABALHADORES AVULSOS: A) 1% - RISCO DE ACIDENTES LEVES; B) 2% - RISCO DE ACIDENTES MÉDIOS; C) 3% - RISCO DE ACIDENTES GRAVE. SAT CNAE CLASSE LETRA RAT CNAE SUB CLASSE

109 FAP FATOR ACIDENTÁRIO DE PREVENÇÃO É UM FATOR MULTIPLICADOR (DE 0,5 A 2,0) SOBRE O SAT, A SER CALCULADO PELO MPS PARA CADA EMPRESA EM FUNÇÃO DE SEUS ÍNDICES DE FREQUÊNCIA, GRAVIDADE E CUSTO.

110 FAP TARIFAÇÃO COLETIVA DO RAT BASE DO FAP: RAT RISCO DE ACIDENTE DE TRABALHO RAT: RETRATO DA DISTRIBUIÇÃO DOS RISCOS NAS ÁREAS ECONÔMICAS BASEADO NO TIPO DE ATIVIDADE, NOS EQUIPAMENTOS UTILIZADOS, INSUMOS ENVOLVIDOS NA PRODUÇÃO, DA CULTURA DE PREVENÇÃO MAIS OU MENOS FORTE NO LOCAL, ENTRE OUTRAS AVALIAÇÃO PERIÓDICA DESTINO: CUSTEIO DAS APOSENTADORIAS ESPECIAIS E DOS BENEFÍCIOS CONCEDIDOS EM DECORRÊNCIA DE ACIDENTES DE TRABALHO.

111 TARIFAÇÃO INDIVIDUAL (FAP): LEI Nº , 08/05/2003, ART. 10 ART. 10. A ALÍQUOTA DE CONTRIBUIÇÃO DE UM, DOIS OU TRÊS POR CENTO, DESTINADA AO FINANCIAMENTO DO BENEFÍCIO DE APOSENTADORIA ESPECIAL OU DAQUELES CONCEDIDOS EM RAZÃO DO GRAU DE INCIDÊNCIA DE INCAPACIDADE LABORATIVA DECORRENTE DOS RISCOS AMBIENTAIS DO TRABALHO, PODERÁ SER REDUZIDA, EM ATÉ CINQUENTA POR CENTO, OU AUMENTADA, EM ATÉ CEM POR CENTO, CONFORME DISPUSER O REGULAMENTO, EM RAZÃO DO DESEMPENHO DA EMPRESA EM RELAÇÃO À RESPECTIVA ATIVIDADE ECONÔMICA, APURADO EM CONFORMIDADE COM OS RESULTADOS OBTIDOS A PARTIR DOS ÍNDICES DE FREQÜÊNCIA, GRAVIDADE E CUSTO, CALCULADOS SEGUNDO METODOLOGIA APROVADA PELO CONSELHO NACIONAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL.

112 DA TARIFAÇÃO COLETIVA SAT/RAT) PARA A TARIFAÇÃO INDIVIDUAL (FAP): POR ATIVIDADE ECOÔMICA ( SUBCLASSE ) % SOBRE O SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO FLEXIBILIZAÇÃO GRAU LEVE 1% FAP GRAU MÉDIO 2% FAP MULTIPLICADOR 0,5 a 2,0 GRAU GRAVE 3% FAP

113 REGRAS DO FAP ( RESOLUÇÃO 1316* CNPS E DECRETOS 6957/09 E 7126/2010) FREQUÊNCIA: Nº DE ACIDENTES (CAT S)-LEI BENEFÍCIOS ACIDENTÁRIOS *APERFEIÇOAMENTO DAS RES E 1309 CÁLCULO DO FAP GRAVIDADE: PESOS DIFERENCIADOS: MORTE 50; INVALIDEZ 30; AUX. DOENÇAS/ACIDENTE - 10 CUSTO: AUXILIO DOENÇAS ACIDENTE + PROJEÇÕES DA MORTE, INVALIDEZ E AUXILIO ACIDENTE.

114 ÍNDICE DE FREQUÊNCIA (IF) ÍNDICE BASEADO EM TODA ACIDENTALIDADE REGISTRADA (CAT), MAIS B91, B92, B93 E B94 SEM CAT, COM NEXOS TÉCNICOS (NTEP), NO PERÍODO DE DOIS ANOS (ABRIL DE 2007 A DEZEMBRO DE 2008-FAP 2010). NÚMERO DE OCORRÊNCIAS (CAT + NEXOS) DIVIDIDO PELO NÚMERO MÉDIO DE VÍNCULOS (X1000). Nº DE CAT EMITIDAS + Nº DE B91 + B92 + B93 + B94 (SEM CAT) X Nº MÉDIO DE VÍNCULOS

115 ÍNDICE DE GRAVIDADE (IG) I G ÍNDICE BASEADO NOS BENEFÍCIOS ACIDENTÁRIOS DE CADA EMPRESA, SENDO CALCULADO COMO UMA MÉDIA PONDERADA DAS TAXAS (X1000 FUNCIONÁRIOS) DOS REGISTROS B91 (AUXÍLIO DOENÇA) E B94 (AUXÍLIO ACIDENTE) (PESO DE 10% CADA), B93 (PENSÃO POR MORTE) (PESO DE 50%) E B92 (APOSENTADORIA POR INVALIDEZ) (PESO DE 30%). Nº (B93 X 0,5) + (B92 X 0,3) + (B91 X 0,1) + ( B94 X 0,1) X Nº MÉDIO DE VÍNCULOS

116 ÍNDICE DE CUSTO (IC) OS VALORES PAGOS PARA OS BENEFÍCIOS DE ESPÉCIE B91 CALCULADOS COMO UMA MULTIPLICAÇÃO DO VALOR DO BENEFÍCIO E O TEMPO DE AFASTAMENTO EM MESES E FRAÇÃO, NO PERÍODO APURADO DE DOIS ANOS. MORTE E INVALIDEZ PERMANENTE OS BENEFÍCIOS B92, B93 E B94 ADOTAM A PROJEÇÃO DE EXPECTATIVA DE VIDA PARA AMBOS OS SEXOS (IBGE) (SUPORTE DOS RISCOS SOCIAIS PRESENTES E FUTUROS). VALOR TOTAL DOS BENEFÍCIOS PAGOS X MASSA SALARIAL

117 Atribuição de Percentil de Ordem Calculado, para cada índice, segundo a análise de sua performance dentro de seu setor de atividade econômica (Subclasse CNAE) Percentil = 100 x (N ordem 1) N= posição do índice no ordenamento (n 1) n= número de empresas na Subclasse Exemplo: IF = 42,86 em ,98 em 2009 Nº estabelecimentos = 402 Posição da empresa no ordenamento = 233 em 2008 / 199 em x (233 1) = 57, > Percentil de Ordem para o IF(1) x (199 1) = 49, > Percentil de Ordem para o IF(2) IF(1) + IF(2) = 57, ,37 = 107,22 Percentil Médio do IF = 53, DEVE-SE REPETIR O MESMO CÁLCULO COM OS OUTROS ÍNDICES!!!

118 COMPOSIÇÃO DO ÍNDICE COMPOSTO (IC) APÓS O CÁLCULO DO PERCENTIL DE CADA ÍNDICE, CALCULA-SE O ÍNDICE COMPOSTO O ÍNDICE COMPOSTO PONDERA O PERCENTIL DE GRAVIDADE COM 50% DE IMPORTÂNCIA (ATACAR MORTE E INVALIDEZ PERMANENTE), O PERCENTIL DE FREQUÊNCIA COM 35% DE IMPORTÂNCIA (DESESTIMULAR TODO E QUALQUER ACIDENTE) E O PERCENTIL DE CUSTO COM 15% DE IMPORTÂNCIA (EQUILIBRAR O DIFERENCIAL DOS SALÁRIOS). COM O PERCENTIL DE ORDEM DE CADA ÍNDICE (F + G + C) EM RELAÇÃO À SUA SUBCLASSE (CNAE) ESTABELECE-SE O POSICIONAMENTO MÉDIO DA EMPRESA (RANKING) EM RELAÇÃO AO CNAE INFORMADO NA GFIP EM DEZEMBRO DE CADA ANO. ÍNDICE COMPOSTO = (PIG X 0,5) + (PIF X 0,35) + (PIC X 0,15) X 0,02 = FAP

119 DECRETO Nº DE 03 DE MARÇO DE 2010 ÚLTIMAS DIRETRIZES PARA CONTESTAÇÃO: SERÃO SEMPRE DE 30 DIAS APÓS DIVULGAÇÃO DOS DADOS DO FAP A CADA ANO; AS CONTESTAÇÕES DEVERÃO VERSAR SOBRE DIVERGÊNCIAS DOS ELEMENTOS PREVIDENCIÁRIOS QUE COMPÕE O FAP: MASSA SALARIAL, NÚMERO MÉDIO DE VÍNCULOS, VALOR DOS BENEFÍCIOS PAGOS, REGISTROS DE ACIDENTES, DOENÇAS DO TRABALHO E BENEFÍCIOS ACIDENTÁRIOS.

Dr. José Carlos Steola

Dr. José Carlos Steola n t e p f a p r a t (s a t) Dr. José Carlos Steola Médico do Trabalho Coordenador do Depto de Proteção no Trabalho ( UNIMED de Araras) Médico do Trabalho da Usina Sta Lúcia Araras Médico Coordenador de

Leia mais

SAT, NTEP E FAP. Decreto Nº 6.042: NTEP & FAP - Como se Preparar e Atuar Frente à Nova Legislação

SAT, NTEP E FAP. Decreto Nº 6.042: NTEP & FAP - Como se Preparar e Atuar Frente à Nova Legislação SAT, NTEP E FAP Decreto Nº 6.042: NTEP & FAP - Como se Preparar e Atuar Frente à Nova Legislação SAT, NTEP E FAP Airton Kwitko: Médico. Consultor de Empresas. Colunista da Revista CIPA (Coluna "O Ruído

Leia mais

Fator Acidentário de Prevenção - FAP

Fator Acidentário de Prevenção - FAP Fator Acidentário de Prevenção - FAP Lei nº 10.666 De 8 de maio de 2003. quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010 Constituição Federal Direitos e Garantias Fundamentais (Título II) Direitos Sociais (Capítulo

Leia mais

ACIDENTES DO TRABALHO. Caracterização administrativa e repercussões previdenciárias e trabalhistas. Cláudia Salles Vilela Vianna claudia@vvf.adv.

ACIDENTES DO TRABALHO. Caracterização administrativa e repercussões previdenciárias e trabalhistas. Cláudia Salles Vilela Vianna claudia@vvf.adv. ACIDENTES DO TRABALHO Caracterização administrativa e repercussões previdenciárias e trabalhistas Cláudia Salles Vilela Vianna claudia@vvf.adv.br Acidente do Trabalho Lei 8.213/91, art. 19: Ocorre pelo

Leia mais

AS REPERCUSSÕES DO FAP / NTEP

AS REPERCUSSÕES DO FAP / NTEP AS REPERCUSSÕES DO FAP / NTEP FAP/NTEP FAP - Fator Acidentário de Prevenção NTEP-Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário FAP/NTEP FAP - é um multiplicador a ser aplicado às alíquotas de 1%, 2% ou 3%

Leia mais

Impactos dos Acidentes do Trabalho e Afastamentos Previdenciários

Impactos dos Acidentes do Trabalho e Afastamentos Previdenciários Impactos dos Acidentes do Trabalho e Afastamentos Previdenciários Gustavo Nicolai Gerente de Saúde e Medicina Ocupacional 1. Sistema de Gestão Integrada de QMSR Ciência 2. Política de QMSR 3. Estrutura

Leia mais

Denilson Cazuza dos Santos

Denilson Cazuza dos Santos LEGISLAÇÃO E NORMAS. SEGURANÇA E MEDICINA NO TRABALHO Denilson Cazuza dos Santos denilsoncazuza@terra.com.br NORMAS APLICAVEIS CF - Constituição Federal 88 Código Civil, art. 186 e 927 Código Penal ART.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 31, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008

INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 31, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008 INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 31, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008 Dispõe sobre procedimentos e rotinas referentes ao Nexo Técnico Previdenciário, e dá outras providências. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8.212, de

Leia mais

Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos Clientes Localização

Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos Clientes Localização 1º FORUM LISTER DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO GESTÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Antônio Sampaio Diretor Técnico INTRODUÇÃO Institucional Serviços Especialidades Laboratórios Conveniados Treinamentos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 16/INSS/PRES, DE 27 DE MARÇO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 16/INSS/PRES, DE 27 DE MARÇO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 16/INSS/PRES, DE 27 DE MARÇO DE 2007 Dispõe sobre procedimentos e rotinas referentes ao Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário NTEP, e dá outras providências. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL:

Leia mais

NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi

NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira OBJETO: Estabelece

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO Aizenaque Grimaldi de Carvalho Conselheiro do CREMESP Especialista em Medicina do Trabalho Especialista em Medicina Legal e Perícias Médicas Ex Vice-Presidente da Associação Nacional de Medicina do Trabalho

Leia mais

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - MPS. Novo FAP Setor Financeiro

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - MPS. Novo FAP Setor Financeiro Novo FAP Setor Financeiro 1. Fortalecimento da Cultura de Prevenção na Seguridade Social: Proteção constit. e legal: Valor social do Trabalho. Fortalecer a ação da melhoria ambiental no trabalho: maior

Leia mais

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Qual é o prazo para pagamento dos salários dos empregados? R: O pagamento deve ser realizado até o 5º dia útil do mês seguinte. Esta deve ser a data em que deve

Leia mais

2º ENCONTRO DE CIPAs URBANITÁRIAS RESPONSABILIDADES EM ACIDENTES DE TRABALHO. Santos (SP), 24/04/12

2º ENCONTRO DE CIPAs URBANITÁRIAS RESPONSABILIDADES EM ACIDENTES DE TRABALHO. Santos (SP), 24/04/12 2º ENCONTRO DE CIPAs URBANITÁRIAS RESPONSABILIDADES EM ACIDENTES DE TRABALHO Santos (SP), 24/04/12 LEGISLAÇÃO Artigo 7. Da Constituição Federal: São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de

Leia mais

PROGRAMAS (41) 35620280. medicinaocupacional@saudemais.med.br. http://www.saudemais.med.br

PROGRAMAS (41) 35620280. medicinaocupacional@saudemais.med.br. http://www.saudemais.med.br (41) 35620280 medicinaocupacional@saudemais.med.br http://www.saudemais.med.br Temos a satisfação de apresentar nossos serviços de Saúde Ocupacional. Oferecemos assessoria completa em segurança e medicina

Leia mais

ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES

ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES ANEXO X - ESPECIFICAÇÕES 1. JUSTIFICATIVA 1.1. Motivação para a Contratação: A contratação constante do objeto em questão é justificada em virtude do término do atual contrato; da impreterível necessidade

Leia mais

PROPOSTAS DE ENUNCIADOS SOBRE PERÍCIAS JUDICIAIS EM ACIDENTE DO TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS

PROPOSTAS DE ENUNCIADOS SOBRE PERÍCIAS JUDICIAIS EM ACIDENTE DO TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS PROPOSTAS DE ENUNCIADOS SOBRE PERÍCIAS JUDICIAIS EM ACIDENTE DO TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS 1. PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO DO MAGISTRADO. ATUAÇÃO COLABORATIVA. Tendo em vista os termos do artigo 225

Leia mais

O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais

O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais MORAIS, Leonardo Bianchini. O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico

Leia mais

GESTÃO DO NTEP E DO FAP NA ÁREA DA SAÚDE

GESTÃO DO NTEP E DO FAP NA ÁREA DA SAÚDE GESTÃO DO NTEP E DO FAP NA ÁREA DA SAÚDE 3ª JORNADA DE SAÚDE OCUPACIONAL EM HOSPITAS E DEMAIS SERVIÇOS DE SAÚDE FAP - Fator Acidentário de Prevenção NTEP - Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário Nexo

Leia mais

AS DOENÇAS E AS RELAÇÕES COM OS PROCESSOS TRABALHISTAS

AS DOENÇAS E AS RELAÇÕES COM OS PROCESSOS TRABALHISTAS AS DOENÇAS E AS RELAÇÕES COM OS PROCESSOS TRABALHISTAS Ana Maria Selbach Rodrigues Médica do Trabalho SAÚDE Saúde: do latim, salute salvação, conservação da vida (Dicionário Aurélio) OMS = saúde é um estado

Leia mais

A Engenharia de Segurança nos Serviços Públicos e Privados Visão do Futuro

A Engenharia de Segurança nos Serviços Públicos e Privados Visão do Futuro MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Secretaria de Políticas de Previdência Social Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional A Engenharia de Segurança nos Serviços Públicos e Privados Visão

Leia mais

CONTROLE DA SAÚDE DO TRABALHADOR NAS EMPRESAS

CONTROLE DA SAÚDE DO TRABALHADOR NAS EMPRESAS CONTROLE DA SAÚDE DO TRABALHADOR NAS EMPRESAS Dr. Ailton Luis da Silva www.healthwork.com.br ailton@healthwork.com.br Tel: (11) 5083-5300 Modelos de Serviços de Saúde Ocupacional existentes. A Convenção

Leia mais

Fator Acidentário de Prevenção FAP

Fator Acidentário de Prevenção FAP Fator Acidentário de Prevenção FAP Nova metodologia Resolução 1308 de 27/05/09 DOU 05/06/09 e Res. 1309 de 24/06/09 Decreto 6.957-09/09/09. FIESP 14.09.09 Fundamentos Constitucionais quanto à redução de

Leia mais

O fator acidentário previdenciário (FAP) e o nexo técnico epidemiológico (NTE)

O fator acidentário previdenciário (FAP) e o nexo técnico epidemiológico (NTE) Página 1 de 5 O fator acidentário previdenciário (FAP) e o nexo técnico epidemiológico (NTE) Texto extraído do Jus Navigandi http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10065 Leonardo Bianchini Morais

Leia mais

1.1 Segurança do trabalho

1.1 Segurança do trabalho 1.1 Segurança do trabalho A Segurança do Trabalho pode ser entendida como o conjunto de medidas adotadas, visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade

Leia mais

NORMA DE EXAMES OCUPACIONAIS E ATESTADOS MÉDICOS - NOR 325

NORMA DE EXAMES OCUPACIONAIS E ATESTADOS MÉDICOS - NOR 325 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: EXAMES OCUPACIONAIS E ATESTADOS MÉDICOS COD: NOR 325 APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 240, de 04/06/2012 NORMA DE EXAMES OCUPACIONAIS E ATESTADOS MÉDICOS - NOR

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTE DE TRABALHO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM) RESOLUÇÃO CFM nº 1488/1988 É responsabilidade do médico estabelecer a relação causal ou o nexo técnico entre a doença e o trabalho História clínica e ocupacional Exame

Leia mais

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO. Repercussão Trabalhista, Previdenciária, Cível e Penal

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO. Repercussão Trabalhista, Previdenciária, Cível e Penal SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Repercussão Trabalhista, Previdenciária, Cível e Penal ÓBITOS NO MUNDO METODOLOGIA OIT BRASIL - 2009 92,7 milhões 2.496 ÓBITOS 2,693 BRASIL - 2008 92,4 milhões 2.817 ÓBITOS

Leia mais

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778. GR ASSESSORIA LTDA Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.4561 PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional PPRA Programa

Leia mais

MEDICINA DO TRABALHO INVESTIMENTO OU DESPESA?

MEDICINA DO TRABALHO INVESTIMENTO OU DESPESA? Slide Master MEDICINA DO TRABALHO INVESTIMENTO OU DESPESA? Dr. Cláudio M. da C. Barreto Tel. (21)99588.7203 Consultor em Medicina e Segurança do Trabalho Médico do Trabalho E-mail: claudiomcbarreto@gmail.com

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTE DE TRABALHO ACIDENTE DE TRABALHO Conselho Federal de Medicina (CFM) RESOLUÇÃO CFM nº 1488/1988 É responsabilidade do médico estabelecer a relação causal ou o nexo técnico entre a doença e o trabalho História clínica

Leia mais

Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário NTEP Fator Acidentário de Prevenção FAP

Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário NTEP Fator Acidentário de Prevenção FAP Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário NTEP Fator Acidentário de Prevenção FAP Milton do Nascimento Médico do Trabalho 30.10.2007 1 Objetivos Apresentar, discutir e compreender algumas das ferramentas

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ARTIGOS

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ARTIGOS TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Orientador Empresarial ARTIGOS FAP: AS MUDANÇAS PARA AS EMPRESAS COM A FLEXIBILIZAÇÃO DAS ALÍQUOTAS PARA O CUSTEIO DOS RISCOS AMBIENTAIS DO TRABALHO

Leia mais

1.2 EXAME MÉDICO MÓDULO 1 ADMISSÃO

1.2 EXAME MÉDICO MÓDULO 1 ADMISSÃO MÓDULO 1 ADMISSÃO 1.2 EXAME MÉDICO ESTE FASCÍCULO SUBSTITUI O DE IGUAL NÚMERO ENVIADO ANTERIORMENTE AOS NOSSOS ASSINANTES. RETIRE O FASCÍCULO SUBSTITUÍDO, ANTES DE ARQUIVAR O NOVO, PARA EVITAR A SUPERLOTAÇÃO

Leia mais

RH Saúde Ocupacional

RH Saúde Ocupacional Programa de Promoção da Saúde no Ambiente de Trabalho RH Saúde Ocupacional Objetivo Tem como principal objetivo propiciar ambiente de Tem como principal objetivo propiciar ambiente de trabalho e clima

Leia mais

INTRODUÇÃO AO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

INTRODUÇÃO AO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO INTRODUÇÃO AO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA (Lei 8.213 de 1991 Art. 19) 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança

Leia mais

ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS ASSUNTOS TRABALHISTAS ANO XXI - 2010-3ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM INFORMARE Nº 47/2010

ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS ASSUNTOS TRABALHISTAS ANO XXI - 2010-3ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM INFORMARE Nº 47/2010 ANO XXI - 2010-3ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM INFORMARE Nº 47/2010 ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS CAT - CADASTRO DA COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO - CONSIDERAÇÕES Introdução - Conceito - Cuidados

Leia mais

Acidente no Trabalho. Telmo Francisco C. Cirne Jr. Advogado Especialista em Direito Civil e Direito do Trabalho. 24/04/2013

Acidente no Trabalho. Telmo Francisco C. Cirne Jr. Advogado Especialista em Direito Civil e Direito do Trabalho. 24/04/2013 Acidente no Trabalho Telmo Francisco C. Cirne Jr. Advogado Especialista em Direito Civil e Direito do Trabalho. 24/04/2013 Atual panorama da Justiça do Trabalho (empresa x empregador): a) Defere indenização

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 PARECER CONSULTA CRM-MT Nº 13/2012 DATA DA ENTRADA: 12 de junho de 2012 INTERESSADO: Dr. MHM CRM-MT XXXX CONSELHEIRA CONSULTORA: Dra. Hildenete Monteiro Fortes ASSUNTO:

Leia mais

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2)

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) Página 1 de 6 NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) 7.1. Do objeto. 7.1.1. Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte

Leia mais

COMO ELABORAR CORRETAMENTE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP

COMO ELABORAR CORRETAMENTE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP COMO ELABORAR CORRETAMENTE O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO - PPP *Jaques Sherique O primeiro passo para a elaboração correta de um Sistema de Perfil Profissiográfico Previdenciário é a manutenção

Leia mais

Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário - NTEP. Profa. Juliana Ribeiro

Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário - NTEP. Profa. Juliana Ribeiro Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário - NTEP Profa. Juliana Ribeiro Meio Ambiente Lei 6.938/81, Art. 3º, I O conjunto de condições, leis, influências e alterações de ordem física, química e biológica,

Leia mais

Complexidade da especialidade. Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros. Complexidade da especialidade

Complexidade da especialidade. Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros. Complexidade da especialidade Complexidade da especialidade Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros CATECE Comissão de Análise de Títulos de Especialistas e Cursos de Especialização O

Leia mais

NTEP/FAP Gestão de Redução de Custos do SAT

NTEP/FAP Gestão de Redução de Custos do SAT Filho! Se andar descalço você poderá ter um resfriado! Mãe Estatística de Acidente de Trabalho no Brasil : 450 mil acidentes por ano 3 mortes a cada 2 horas 3 acidente a cada minuto 80% não notificado

Leia mais

ACIDENTES DO TRABALHO SMS

ACIDENTES DO TRABALHO SMS ACIDENTES DO TRABALHO SMS Acidente do trabalho CONCEITO LEGAL: De acordo com o Art. 19 da Lei 8.213/91: Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão

Leia mais

Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros

Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros Proposta Especialidade FONOAUDIOLOGIA DO TRABALHO segundo os critérios da CBO e outros CATECE Comissão de Análise de Títulos de Especialistas e Cursos de Especialização Complexidade da especialidade O

Leia mais

Môsiris R. Giovanini Pereira AFT RS Mestre em Epidemiologia UFRGS

Môsiris R. Giovanini Pereira AFT RS Mestre em Epidemiologia UFRGS Môsiris R. Giovanini Pereira AFT RS Mestre em Epidemiologia UFRGS Gestão da Saúde do Trabalhador na Indústria Quais os indicadores de saúde do trabalhador da indústria? Como estabelecer políticas de promoção,

Leia mais

DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS

DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS 1. INTRODUÇÃO O direito previdenciário é o ramo do Direito que disciplina a estrutura das organizações, o custeio, os benefícios e os beneficiários do sistema previdenciário. A

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS FAP E NTEP

NORMAS REGULAMENTADORAS FAP E NTEP NORMAS REGULAMENTADORAS FAP E NTEP LEGISLAÇÃO A Portaria n 3214, de 08/06/1978, aprovou as normas regulamentadoras NR do capítulo V, Título II, da CLT, relativas a segurança e medicina do trabalho. Atualmente

Leia mais

Campus Governador Lamenha Filho - Rua Jorge de Lima, 113, Trapiche da Barra, CEP 57.010.382, Maceió/AL.

Campus Governador Lamenha Filho - Rua Jorge de Lima, 113, Trapiche da Barra, CEP 57.010.382, Maceió/AL. NÚCLEO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR NAISST REGIMENTO INTERNO Capítulo I Das Disposições Preliminares Art 1º. Este Regimento Interno estabelece e disciplina a estruturação e o

Leia mais

Responsabilidades do Empregador

Responsabilidades do Empregador Responsabilidades do Empregador RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA trabalhador poderá exigir que a obrigação seja satisfeita integralmente por um dos coobrigados (p.ex.: grupo de empresas, empreiteiros) RESPONSABILIDADE

Leia mais

Saúde psicológica na empresa

Saúde psicológica na empresa Saúde psicológica na empresa introdução Nos últimos tempos muito tem-se falado sobre qualidade de vida no trabalho, e até sobre felicidade no trabalho. Parece que esta discussão reflete a preocupação contemporânea

Leia mais

PPP FERRAMENTA PARA A PREVENÇÃO. Antonio Carlos Castellar de Castro. Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF

PPP FERRAMENTA PARA A PREVENÇÃO. Antonio Carlos Castellar de Castro. Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF PPP FERRAMENTA PARA A PREVENÇÃO Antonio Carlos Castellar de Castro Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF RESUMO O advento do Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP em 01/01/2004 no nosso

Leia mais

Data de Vigência: Página 1 de 9

Data de Vigência: Página 1 de 9 Data de Vigência: Página 1 de 9 1- Objetivo: Realizar os exames admissionais, periódicos, demissionais e de retorno ao trabalho respeitando os critérios estabelecidos na NR 7. 2- Aplicação: Este procedimento

Leia mais

Gestão de Risco e Saúde NTEP FAP & GESTÃO DE AFASTAMENTO

Gestão de Risco e Saúde NTEP FAP & GESTÃO DE AFASTAMENTO Gestão de Risco e Saúde NTEP FAP & GESTÃO DE AFASTAMENTO Fator Acidentário de Prevenção FAP Resolução1.308 e 1309 CNPS (27/05 e 24/06 2009 ) Regras e Cálculo Seguro Acidente de Trabalho SAT Fator Acidentário

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL

APOSENTADORIA ESPECIAL FUNDAMENTO LEGAL Artigo 201, 1º, CF/88 Artigo 57 e 58 da Lei 8213/91 Artigo 64 a 70, do Decreto 3048/99 Artigo 246 a 299 da IN 77/2015 CONCEITO É o benefício previdenciário devido ao segurado que tenha

Leia mais

A GESTÃO DA SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

A GESTÃO DA SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO R & W Engenharia Fundada em 19 de abril de 1991. Prestação de serviços em segurança do trabalho atendendo em especial as NRs6, 9, 13, 15, 16 e 17 com emissão de laudos técnicos. Treinamentos como: Cipa,

Leia mais

Perturbação funcional - entende-se que não só um acidente típico, mas também uma doença pode se enquadrar na definição de acidente do trabalho.

Perturbação funcional - entende-se que não só um acidente típico, mas também uma doença pode se enquadrar na definição de acidente do trabalho. ACIDENTE DO TRABALHO Conceito Legal: Lei 8.213/9 Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou pelo exercício do trabalho do segurado especial (autônomos, qual

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 24/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 06/07/2012)

PARECER CREMEB Nº 24/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 06/07/2012) EXPEDIENTE CONSULTA Nº. 206.440/11. PARECER CREMEB Nº 24/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 06/07/2012) ASSUNTO: Remanejamento de função do empregado em gozo de Atestado Médico. RELATOR: Cons. José Augusto

Leia mais

PCMSO MEDSET QUALIDADE DE VIDA MEDICINA, SEGURANÇA, ENGENHARIA DO TRABALHO

PCMSO MEDSET QUALIDADE DE VIDA MEDICINA, SEGURANÇA, ENGENHARIA DO TRABALHO PCMSO MEDSET QUALIDADE DE VIDA MEDICINA, SEGURANÇA, ENGENHARIA DO TRABALHO MED-SET QUALIDADE DE VIDA 1 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL EMPRESA: BORSARI - ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE UNIVERSITARIA DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS SETORES DE ADMINISTRAÇÃO DE PREDIOS E VIGILANCIA.

PREFEITURA DA CIDADE UNIVERSITARIA DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS SETORES DE ADMINISTRAÇÃO DE PREDIOS E VIGILANCIA. Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Pró-Reitoria de Recursos Humanos Coordenadoria de Qualidade de Vida do Servidor PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL PREFEITURA

Leia mais

Dr. Ailton Luis da Silva. www.healthwork.com.br ailton@healthwork.com.br Tel: (11) 5083-5300

Dr. Ailton Luis da Silva. www.healthwork.com.br ailton@healthwork.com.br Tel: (11) 5083-5300 ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO DO TRABALHADOR EM TELEATENDIMENTO (CALL CENTERS) Dr. Ailton Luis da Silva www.healthwork.com.br ailton@healthwork.com.br Tel: (11) 5083-5300 O segmento transformou-se no

Leia mais

12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO DO TRABALHO. Em relação ao Regime Jurídico Único, são deveres do servidor público, EXCETO:

12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO DO TRABALHO. Em relação ao Regime Jurídico Único, são deveres do servidor público, EXCETO: 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO DO TRABALHO QUESTÃO 21 Em relação ao Regime Jurídico Único, são deveres do servidor público, EXCETO: a) Observar as normas legais e regulamentares. b) Ser leal

Leia mais

EDITAL DA CAMPANHA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (SST) 2015/16 DO SESI-RS (Versão 2 alterada em 30 de junho de 2015)

EDITAL DA CAMPANHA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (SST) 2015/16 DO SESI-RS (Versão 2 alterada em 30 de junho de 2015) EDITAL DA CAMPANHA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (SST) 2015/16 DO SESI-RS (Versão 2 alterada em 30 de junho de 2015) Visando promover a qualidade de vida dos trabalhadores e ambientes de trabalho seguros

Leia mais

SESMT SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO.

SESMT SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO. EMPRESA Conforme o Art. 157 da CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas Cabe às empresas: Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho; Instruir os empregados, através de ordens

Leia mais

SIGOWeb Informática Ltda CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA À CONCESSÃO DO BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO

SIGOWeb Informática Ltda CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA À CONCESSÃO DO BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA À CONCESSÃO DO BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO Dr. Airton Kwitko: kwitko@sigoweb.com.br A partir de 2010 o País convive com o Fator Acidentário de Prevenção (FAP). O FAP é calculado através

Leia mais

PAF Programa de Acompanhamento Funcional

PAF Programa de Acompanhamento Funcional PAF Programa de Acompanhamento Funcional MINISTÉRIO PÚBLICO MILITAR Márcio de Moura Pereira Motivação do Projeto SITUAÇÃO PROBLEMA Necessidade de atender a demandas já existentes de servidores e membros

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone (11) 4742-6674 Desde 1987 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório

Leia mais

CARTILHA ORIENTATIVA FREQUÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS CELETISTAS DA FUNDEPES LOTADOS NO HUPAA. Saúde como Instrumento no Âmbito da UFAL.

CARTILHA ORIENTATIVA FREQUÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS CELETISTAS DA FUNDEPES LOTADOS NO HUPAA. Saúde como Instrumento no Âmbito da UFAL. Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa FUNDEPES Coordenação Administrativo-Financeira COAF Departamento de Gestão de Pessoas DGP CARTILHA ORIENTATIVA FREQUÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS

Leia mais

Carência para o recebimento do benefício pensão por morte?

Carência para o recebimento do benefício pensão por morte? 1 Carência para o recebimento do benefício pensão por morte? A MP 664 de dezembro de 2014 previu uma carência de 24 meses para a obtenção do benefício pensão por morte. Depois de muita discussão no Congresso

Leia mais

MANUAL DO CLIENTE. Orientações Gerais

MANUAL DO CLIENTE. Orientações Gerais MANUAL DO CLIENTE Orientações Gerais 2 Prezado Cliente: O compromisso da ESAME é oferecer a você o melhor serviço na área de Saúde e Segurança no Trabalho, assegurando a qualidade nos procedimentos médicos,

Leia mais

DOENÇA PROFISSIONAL E DO TRABALHO RESUMO

DOENÇA PROFISSIONAL E DO TRABALHO RESUMO 1 DOENÇA PROFISSIONAL E DO TRABALHO Beatriz Adrieli Braz (Discente do 4º ano de administração AEMS) Bruna P. Freitas Godoi (Discente do 4º ano de administração AEMS) Ângela de Souza Brasil (Docente Esp.

Leia mais

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Segundo a OMS, a verificação de condições de Higiene e Segurança consiste num estado de bem-estar estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença e enfermidades.

Leia mais

DIESAT Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho

DIESAT Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho DIESAT Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho Novo Código de Ética Médica e a Saúde dos Trabalhadores: o que mudou? Ética Médica Código de Conduta do Médico

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO Nº 84, DE 23 DE AGOSTO DE 2011 (*)

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO Nº 84, DE 23 DE AGOSTO DE 2011 (*) CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO Nº 84, DE 23 DE AGOSTO DE 2011 (*) Dispõe sobre as diretrizes para a realização de ações de promoção da saúde ocupacional e de prevenção de

Leia mais

ACIDENTE DO TRABALHO - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas. Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 23/08/2011.

ACIDENTE DO TRABALHO - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas. Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 23/08/2011. ACIDENTE DO TRABALHO - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 23/08/2011. Sumário: 1 - Introdução 2 - Acidente do Trabalho 2.1 - Doença Profissional

Leia mais

Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina

Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina Deveres dos médicos com relação à saúde do trabalhador Versa sobre normas específicas para médicos que atendam o trabalhador Fonte: Diário Oficial da

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM nº 1.488/1998 (Publicada no D.O.U.,de 06 março 1998, Seção I, pg.150 ) Modificada pela Resolução CFM n. 1.810/2006 Modificada pela Resolução CFM nº 1.940/2010

Leia mais

VIII Fórum de Saúde e Segurança no Trabalho FEBRABAN 2011

VIII Fórum de Saúde e Segurança no Trabalho FEBRABAN 2011 VIII Fórum de Saúde e Segurança no Trabalho FEBRABAN 2011 Psiquiatria Ocupacional Prof. Duílio Antero de Camargo Psiquiatra clínico e forense Médico do Trabalho Instituto de Psiquiatria HC FM USP Núcleo

Leia mais

ILEGALIDADES E IRREGULARIDADES

ILEGALIDADES E IRREGULARIDADES Melissa Folmann melissa@vvf.adv.br INCONSTITUCIONALIDADES, ILEGALIDADES E IRREGULARIDADES DO FAP COMO PROCEDER? Melissa Folmann Breve histórico do SAT CF/88, art. 7: Art. 7º - São direitos dos trabalhadores

Leia mais

FATOR ACIDENTÁRIO DE PREVENÇÃO

FATOR ACIDENTÁRIO DE PREVENÇÃO FATOR ACIDENTÁRIO DE PREVENÇÃO GESTÃO PARA CUMPRIMENTO DOS PRAZOS DE RECURSOS Carla Soares Gerente Jurídica do Sinduscon-Rio juridico@sinduscon-rio.com.br HISTÓRICO: MP 83/2002 art. 10 Lei 10.666/2003

Leia mais

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R O QUE SÃO AS LESÕES POR ESFORÇOS REPETITIVOS LER são doenças do trabalho provocadas pelo uso inadequado e excessivo do

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTOS 1 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTOS 2 Índice 1- Exames Médicos Ocupacionais. 2- Controle de Atestados Médicos. 3 - Afastamentos: INSS/Licença Maternidade. 4 - Avaliação Médica.

Leia mais

A integração entre saúde ocupacional e assistencial. Dr. Marcos J. C. Baptista, MBA 30.06.2011

A integração entre saúde ocupacional e assistencial. Dr. Marcos J. C. Baptista, MBA 30.06.2011 A integração entre saúde ocupacional e assistencial Dr. Marcos J. C. Baptista, MBA 30.06.2011 Evolução dos modelos de saúde nas empresas Medicina Industrial Medicina do Trabalho Saúde Ocupacional Saúde

Leia mais

Nota Técnica Mudanças no SAT Propostas Negociadas

Nota Técnica Mudanças no SAT Propostas Negociadas Nota Técnica Mudanças no SAT Propostas Negociadas Nas últimas semanas, Governo e entidades de empregadores e de trabalhadores dialogaram em torno das possibilidades de aperfeiçoamentos no Seguro Acidente

Leia mais

ÍNDICE CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL. DEPARTAMENTO PESSOAL ONLINE www.departamentopessoalonline.com - 3 -

ÍNDICE CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL. DEPARTAMENTO PESSOAL ONLINE www.departamentopessoalonline.com - 3 - ÍNDICE CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL INTRODUÇÃO... 008 DISPOSIÇÕES GERAIS... 009 Conceito de empregador... 009 Conceito de empregado... 009 Direitos do empregado... 010 ASSÉDIO MORAL E SEXUAL NO TRABALHO...

Leia mais

Código: MAN-DIPES-007 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013

Código: MAN-DIPES-007 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Código: MAN-DIPES-007 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Qualidade de Vida Aprovado por: Diretoria de Gestão de Pessoas 1 OBJETIVO Estabelecer as diretrizes gerais que norteiam

Leia mais

MPAS/INSS. Perfil Profissiográfico Previdenciário DRA. SILVIA MATHEUS

MPAS/INSS. Perfil Profissiográfico Previdenciário DRA. SILVIA MATHEUS MPAS/INSS Perfil Profissiográfico Previdenciário DRA. SILVIA MATHEUS Perfil Profissiográfico OBJETIVO: As Aposentadorias Especiais têm características preventivas e visam retirar o trabalhador dos ambientes

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO DEPARTAMENTO DE PESSOAL - Registro de Ponto

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO DEPARTAMENTO DE PESSOAL - Registro de Ponto Cópia Controlada nº Código: RHP07 V02 Emissão: 01/12/2013 Folha: 1/20 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO - Registro de Ponto Versão 2.0 Cópia Controlada nº Código: RHP07 V02 Emissão: 01/12/2013 Folha:

Leia mais

FAP E NTEP: ATUALIZANDO.

FAP E NTEP: ATUALIZANDO. FAP E NTEP: ATUALIZANDO. Dr. Airton Kwitko: kwitko@seguir.com.br Publicado no DOU de 13.02.2007, o Decreto nº 6042 de 12.02.2007 alterou o Regulamento da Previdência Social (Dec. 3048/99), disciplinando

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL

SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL INSTRUÇÃO NORMATIVA /SEPLAG/SCAP/Nº 02/2011 Dispõe sobre o exercício de funções temporárias nos órgãos e entidades das Administrações Direta e Indireta

Leia mais

ACIDENTES DE TRABALHO

ACIDENTES DE TRABALHO ACIDENTES DE TRABALHO CONCEITOS Acidente de trabalho é uma ocorrência imprevista e indesejável, instantânea ou não, relacionada com o exercício do trabalho, que provoca lesão pessoal ou de que decorre

Leia mais

INFORMAÇÃO PARA A PREVENÇÃO

INFORMAÇÃO PARA A PREVENÇÃO FALANDO SOBRE NEXO EPIDEMIOLOGICO Um dos objetivos do CPNEWS é tratar de assuntos da área de Segurança e Medicina do Trabalho de forma simples de tal forma que seja possível a qualquer pessoa compreender

Leia mais

Médicos Peritos e Médicos do Trabalho tem dificuldade para se entenderem. Como fazer para resolver o problema?

Médicos Peritos e Médicos do Trabalho tem dificuldade para se entenderem. Como fazer para resolver o problema? Médicos Peritos e Médicos do Trabalho tem dificuldade para se entenderem. Como fazer para resolver o problema? Saber é poder definir. Quando duas pessoas discutem, devem saber primeiro sobre o que discutem.

Leia mais

Quais os documentos exigidos para a concessão da aposentadoria por tempo de contribuição?

Quais os documentos exigidos para a concessão da aposentadoria por tempo de contribuição? Aposentadoria por Tempo de Contribuição Quem tem direito? Para ter direito à aposentadoria integral o trabalhador homem deve comprovar pelo menos 35 anos de contribuição e a trabalhadora mulher, 30 anos.

Leia mais

Silvana Castellani Gerente de RH HCor Hospital do Coração

Silvana Castellani Gerente de RH HCor Hospital do Coração Silvana Castellani Gerente de RH HCor Hospital do Coração Posicionamento Estratégico Hospital filantrópico de referência em Cardiologia Clínica e Cirúrgica. Atuando com destaque em Ortopedia e outras especialidades.

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» LEGISLAÇÃO «21. A Previdência Social, mediante contribuição, tem por fim assegurar aos seus beneficiários meios indispensáveis de manutenção. NÃO é segurado obrigatório da Previdência

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO II

DIREITO DO TRABALHO II DIREITO DO II Me. Ariel Silva. l Órgãos de segurança SESMT: O Serviço Especializado em engenharia de segurança e em Medicina do Trabalho, SESMT, constitui-se no órgão técnico da empresa composto exclusivamente

Leia mais