Virtualização Risco Cibernético

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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 6221 DE 23 DE JULHO E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Virtualização Risco Cibernético e IoT Michaela Rehle / Reuters Conheça as vantagens e os desafios para as empresas PUB

2 II Diário Económico Quinta-feira 23 Julho 2015 VIRTUALIZAÇÃO, RISCO CIBERNÉTICO E IoT Soluções de virtualização contribuem para reduzir custos Vantagens económicas, de mobilidade e flexibilidade são bem vistas pelas empresas. TEXTOS DE CÉLIA MARQUES A virtualização não é mais do que a tecnologia que permite gerir e executar máquinas virtuais, sendo a máquina virtual uma duplicata de uma máquina real. Na prática, o utilizador vê a função em vez do recurso que a oferece, explica Ruben Barreiros, country manager da analista e consultora Gartner. Se no final dos anos 60 se aplicava apenas aos servidores, hoje a virtualização pode abranger todos os recursos de TI das empresas, desde os servidores (processamento), aos discos (armazenamento), passando pelas redes (comunicação) e software, incluindo aplicações, explica, por seu lado, Paulo Afonso Lopes, professor auxiliar do Departamento de Informática da Faculdade de Ciência e Tecnolofia da Universidade Nova de Lisboa, e investigador no NOVA LINCS. A principal vantagem da virtualização é económica: exige menos investimento em infra- -estruturas (servidores), ao mesmo tempo que os custos de manutenção, energéticos e de recursos humanos são também menores. Mas existem outras, como a resposta aos desafios da mobilidade, uma vez que os funcionários de uma empresa passam a poder aceder ao seu desktop em qualquer local, através de ligações Wi-Fi ou 3G. Os nossos clientes procuram a virtualização como ferramenta para reduzir custos com hardware, tirar maior partido dos recursos e obter maior agilidade. Nestas alturas de crise financeira, faz ainda mais sentido, reforça Paulo Mena, product marketing manager da Unidade de Cloud and Enterprise da Microsoft Portugal, adiantando que os custos de operação de um datacenter tradicional podem chegar ao dobro dos de um ambiente virtualizado. Mas não se trata apenas de reduzir custos de propriedade e operação. Segundo o responsável da Microsoft, a virtualização permite ainda às empresas responder com mais agilidade às exigências do negócio, como uma necessidade não planeada de capacidade de infra-estrutura. Isto porque associadas às tecnologias de virtualização estão ferramentas que per- A quem serve a virtualização A procura de soluções de virtualização é transversal aos vários sectores e perfis de negócio. Se as grandes empresas ou os organismos com muitos servidores o fazem numa perspectiva de poupança energética, de redução de espaço físico, consolidação de servidores e redução da complexidade de gestão, as PME com mais de um servidor recorrem à virtualização para compensar o facto de terem equipas reduzidas e geralmente sem recursos dedicados a TI, explica Paulo Mena, da Microsoft Portugal. Os seus reconhecidos benefícios e vantagens fazem com que qualquer empresa, de qualquer sector de actividade, tire partido da virtualização na gestão dos seus recursos de TI, reforça Pedro Faustino, da Novabase. Segundo estudos de mercado da IDC Portugal, apenas na Administração Públicaapenetraçãoda virtualização não está tão generalizada. A virtualização também responde às exigências de mobilidade das empresas, já que permite aos colaboradores acederem ao seu desktop em qualquer parte. mitem automatizar a operação das infra-estruturas e realizar, em minutos, tarefas que poderiam levar horas. Flexibilidade, facilidade de operação e uma maior eficiência na gestão dos recursos computacionais são, para Pedro Faustino, head of corporate IT Business Unit da Novabase, alguns dos mais relevantes benefícios da virtualização, a somar à segurança da informação que é produzida nos postos de trabalho, uma vez que passa a estar consolidada num ambiente protegido, ou seja, no datacenter das empresas, adianta. Mas atenção: levada a extremos, a virtualização tem também consequências negativas. Pode resultar em demasiadas aplicações e sistemas que não oferecem benefícios e têm custos de manutenção elevados adverte Ruben Barreiros. Há certamente alguns cuidados a ter, ressalva o professor Paulo Afonso Lopes. Nas grandes organizações há que pensar globalmente para não repetir os erros cometidos com os silos de aplicações e a excessiva proliferação de software. Já nas empresas mais pequenas, é preciso combater a tendência de poupar a qualquer custo e ter o cuidado de recorrer aos serviços de profissionais especializados para desenhar a arquitectura da solução e estudar o dimensionamento dos recursos: processadores, memória, armazenamento e rede, explica o professor. Segundo Paulo Mena, da Microsoft Portugal, as empresas esperam agora que a virtualização permita evoluir rapidamente de uma fase onde apenas se pretendia ter mais sistemas com menos hardware, para um cenário em que, integrada com as ferramentas de gestão, aporte mais flexibilidade, agilidade e orientação ao serviço e ao cliente. Mario Anzuoni / Reuters

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4 IV Diário Económico Quinta-feira 23 Julho 2015 VIRTUALIZAÇÃO, RISCO CIBERNÉTICO E IoT Quanto mais críticos e sensíveis forem os dados alojados em plataformas virtualizadas mais apertado deve ser o seu controlo e monitorização. Andrey Rudakov / Bloomberg Riscos cibernéticos são reais mas podem ser mitigados A segurança total não existe, mas há oferta tecnológica para mitigar muitos dos riscos associados à virtualização. A exigência aumenta com a criticidade dos dados e sistemas. A ter em conta Que questões se devem colocar no momento de seleccionar uma plataforma virtualizada de alojamento de dados? Que serviços oferece? Qual a estrutura de preços? Apesar de ter mais vantagens do que desvantagens, a virtualização envolve alguns riscos que importa mitigar. Em primeiro lugar, ao acrescentar novas camadas de complexidade às infra-estruturas torna também mais complexa a monitorização de eventos e anomalias pouco comuns e mais difícil a identificação de problemas de segurança, explica Miguel Luz Pinto, CEO da 2VG. Por outro lado, e ao contrário dos ambiente físicos, os ambientes virtualizados são extraordinariamente dinâmicos, podendo as máquinas virtuais ser facilmente criadas e eliminadas, em minutos, sem qualquer impacto nos níveis de serviço, o que significa que é mais fácil perder-se a noção do que está online e/ou offline, e a que tipo de potenciais falhas estão expostas, adianta o responsável desta empresa especializada em soluções de virtualização. E adianta: A segurança total não existe; contudo, já existem soluções altamente redutoras do risco associado à virtualização. Entre as medidas que a 2VG adopta para garantir a segurança física das suas máquinas contam-se os antivírus, filtros, firewall e outro tipo de prevenções com monitorização diária e constante. Para eliminar ou diminuir drasticamente os riscos para empresas e famílias, os activos de entidades que processem ou armazenam informações confidenciais deverão ser alvo de um scan por parte de uma entidade de segurança nacional devidamente autorizada, no sentido de corrigir ou eliminar vulnerabilidades detectadas, refere Miguel Luz Pinto. Por seu lado, Henrique João Domingos, professor e investigador na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL), aconselha que devem evitar-se abordagens simplistas, inspiradas apenas por factores económicos imediatos, ou que encaram a virtualização como uma panaceia ou moda com potenciais vantagens. Segundo o professor, quando se equaciona uma estratégia de virtualização todas as preocupações são fundadas, mas devem ser ponderadas de acordo com os factores específicos de risco operacional em cada caso. Ou seja, tudo depende das áreas alvo da virtualização e da criticidade dos sistemas e sensibilidade dos dados que gerem. Escolha da plataforma é fundamental Mas onde ficam, afinal, alojados os dados das empresas? A oferta é extensa e diferenciada, e claro que existem plataformas de alojamento mais seguras do que outras. Segundo Miguel Luz Pinto importa avaliar a forma como os fornecedores arquitectam, desenvolvem, implementam e protegem essas plataformas, assim como a tecnologia que utilizam, sob pena de colocar em risco todo o negócio das empresas. Para Henrique João Domingos, a escolha da plataforma deve ter em conta a criticidade ou sensibilidade dos dados, em relação a aspectos éticos ou da regulação. Neste caso, os dados devem ser colocados em plataformas de virtualização controladas, auditadas e monitorizadas em permanência por parte das organizações com responsabilidade de controlo de acesso a esses mesmos dados, conclui o professor. C.M. Quão seguros são os seus serviços? Onde está localizado o datacenter e como é protegido? O que acontece se perderem os seus dados? Que nível de serviço e tipo de suporte é disponibilizado? A oferta de serviços é suficientemente escalável para garantir ocrescimento do negócio? Qual é o histórico de tempos de inactividade? Como é o acesso e a segurança associada ao portal para configuração dos diversos sistemas?

5 Quinta-feira 23 Julho 2015 Diário Económico V Os riscos do admirável mundo digital OPINIÃO NELSON FERREIRA Financial Lines Manager da AIG Portugal Em 2014 os ataques cibernéticos aumentaram 48% em relação a Um risco que encabeça a lista de preocupações dos gestores em todo o mundo. Asegurança e a proteção dos dados das empresas, e especialmente dos seus clientes, é atualmente uma das maiores preocupações dos gestores de todo o mundo. Num inquérito realizado no ano passado nos Estados Unidos, os riscos cibernéticos foram identificados como a maior preocupação dos gestores (86%), à frente da perda de lucros (82%), dos danos patrimoniais ou dos acidentes de trabalho (80%). Esta preocupação com os riscos cibernéticos tende a aumentar, devido à crescente emigração dos negócios para os meios online e à ligação cada vez mais próxima entre o físico e o virtual. Basta ver as estatísticas para se perceber que o problema não se resolve apenas investindo em grandes plataformas de segurança informática, cada vez mais robustas e fiáveis, pois, mesmo assim, estas continuam vulneráveis ao crescente conhecimento criminal. Em 2014 os ataques cibernéticos aumentaram 48% em relação a 2013, resultando em 42,8 milhões de ataques, ou ataques diários, de acordo com um estudo feito pela consultora PwC. O preço europeu sobre a criminalidade cibernética ao consumidor é estimado em 16 mil milhões de dólares. Os ataques são cada vez mais sofisticados e desenvolvidos por autores que vão desde sindicatos do crime, a hackers independentes, funcionários, hacktivistas, entre outros. O ano passado foi bastante fértil em incidentes, políticos e económicos, envolvendo empresas e organizações bem conhecidas, e nada leva a crer que estas preocupações se vão reduzir. No caso das empresas, os prejuízos de um ataque bem-sucedido podem colocar em causa a sua reputação, mas também ter um impacto financeiro. A maioria destes ataques derivam de um leque de causas, como fugas de dados confidenciais, pirataria informática, dumpster diving, vírus informáticos, sabotagem ou erro de colaboradores, pilhagem de informação e roubo de identidade. Como sempre, perante um contexto de ameaça e preocupação empresarial, a indústria de seguros respondeu. E respondeu de forma inovadora e competente criando respostas concretas paraesteproblema,comofoiocasodaaig com o seguro CyberEdge. As empresas portuguesas têm hoje uma solução desenhada à realidade atual e que comporta uma valiosa camada adicional à mais potente primeira linha de defesa contra ameaças cibernéticas o próprio sistema informático da empresa. O objetivo não é evitar que os ataques aconteçam, mas sim segurar os elevados prejuízos que poderão decorrer desses ataques. AAIG tem neste momento equipas em todo o mundo a monitorizar e reagir rapidamente aos fenómenos, desde a avaliação até ao processamento de sinistros, incluindo as áreas forense, legal e comunicação, áreas- -chave e sempre dispendiosas. Neste admirável novo mundo onde emergem todos os dias riscos e desafios, a indústria seguradora foi hábil em encontrar soluções para simplificar a vida dos gestores. Porque é para isso que os seguros foram criados. O autor escreve ao abrigo do novo acordo ortográfico. PUB

6 VI Diário Económico Quinta-feira 23 Julho 2015 VIRTUALIZAÇÃO, RISCO CIBERNÉTICO E IoT O estado da arte da virtualização Quatro IT Directors de empresas de diferentes sectores comentam em que fase se encontram as suas organizações no que toca à virtualização, identificam vantagens e falam dos desafios. 1 Em que ponto se encontra da sua empresa no que toca à virtualização? Já investiu ou pensa investir nessa área? 2 Que vantagens vê nos serviços de virtualização? 3 Que desafios se colocam na passagem das empresas para a virtualização? A segurança é um deles? Andrey Rudakov / Bloomberg tado às reais necessidades do negócio e de fácil e adequada escalabilidade em resposta à evolução natural, ou a exigências súbitas de capacidade computacional e de armazenamento, ou até de segurança de informação. 3. A garantia da resiliência das aplicações e a adequação e conformidade do licenciamento de software instalado. A virtualização confere especial ênfase à segurança da informação que tem de ser salvaguarda sob os seus principais vectores: disponibilidade, integridade e confidencialidade. Para além da redundância, existe um conjunto de tecnologias físicas de alto desempenho implementadas paralelamente e de forma complementar, mas externas e independentes das plataformas de virtualização. A certificação ISO/IEC revela o nosso compromisso de rigor e seriedade com que deve ser encarada a segurança da informação. Paulo Ornelas SATA Mário Apolinário Somague 1. Desde há muitos anos que a Somague adoptou as tecnologias de virtualização de servidores. Quase todos os servidores estão virtualizados, com excepção de alguns que suportam serviços cujos fabricantes não o aconselham, nomeadamente serviços de voz e vídeo. Neste momento não estão previstos novos investimentos. 2. A virtualização permitiu-nos optimizar a capacidade de processamento instalada, de armazenagem de dados e o consumo energético. O aspecto mais importante, e com impacto no dia-a-dia, foi o facto de facilitar as operações. Tornou os upgrades ao nosso ERP muito mais fáceis e rápidos, e o desenho do nosso DRP muito mais simples e fácil de implementar. Permite-nos ainda ter uma infra-estrutura mais flexível, com um conjunto de opções de evolução que de outra forma não teríamos. 3. A forma como adoptámos as tecnologias de virtualização não nos trouxe especiais desafios, a não ser a confiança numa tecnologia que era nova na altura. Luís Trigo Sapec 1. A Sapec apostou na virtualização de todo o seu data center há cerca de cinco anos, enveredando pela tecnologia Hyper-V. Sabíamos que era um move com algum risco, pela adopção da plataforma de virtualização da Microsoft que não estava devidamente experimentada. Foi uma aposta ganha. Temos cerca de 70 servidores virtualizados através de tecnologia cluster, assente em servidores blade de um único bastidor. 2. Esta tecnologia é uma grande mais-valia no cumprimento da redução de custos pela optimização dos processos essencial à actividade da Sapec, em especial na celeridade com que se realiza o deploy de novas soluções, possibilitando dar resposta eficaz aos clientes internos e alavancando o IT na sua capacidade de se alinhar com o negócio. 3. Os maiores riscos derivam da simplificação que a tecnologia oferece, permitindo a disponibilização quase imediata de máquinas virtuais com os recursos solicitados à medida. A possibilidade de se dispor de máquinas a pedido vulgariza a necessidade, exigindo algum controlo do parque de máquinas de forma a reduzir ao máximo as possíveis máquinas virtuais sem uso. Com a disponibilização de CPUs e cores à medida, um dos grandes riscos passa pelas novas políticas de licenciamento de algumas aplicações e/ou bases de dados. É necessário um controlo e conhecimento cada vez maior dos contratos existentes. Sérgio Gonzaga Santos Ar Telecom 1. Desdeaadopção inicial da virtualização que temos explorado e investido nas mais diversas tecnologias de virtualização que se estendem para além da computação, como as dos domínios da virtualização de infra-estruturas de segurança e SDN, passando pelas de orquestração e automação, on-demand, do reforço e libertação de diversos recursos de TI, em função das exigências do negócio. 2. Permitir que o gestor e decisor de TI deixe de ser um gestor de investimentos avultados e obrigatórios, e passe a ser um actor do próprio negócio, que conhece bem, e para o qual contribui com soluções de custo ajus- 1. ASATAéum early adopter de tecnologias de virtualização. A primeira máquina virtual remonta a 2005, tendo a curiosidade como mote para um arranque a sério em Fomos gradualmente migrando servidores de suporte a ambientes de desenvolvimento/qualidade e hoje é a primeira opção para qualquer projecto que se lance na empresa. Cerca de 75% dos nossos servidores são máquinas virtuais. 2. A virtualização apresenta vários benefícios do ponto de vista de gestão de infra-estrutura (disponibilidade, backup e capacidade); financeiro (consumo de energia, espaço em rack e licenciamento); e das áreas de negócio (agilidade no aprovisionamento de novas máquinas). 3. Um dos principais desafios prende-se com aceitar a desmaterialização do hardware. Não deixam de se colocar alguns desafios com questões relacionadas com performance, principalmente na leitura/escrita para disco, e suporte por software de terceiros, como as ferramentas de backup. O processo de adopção foi gradual e permitiu ganhar confiança, sendo que no que concerne a segurança, em sentido mais lato, a virtualização permite a disponibilização de uma infra-estrutura mais robusta.

7 Quinta-feira 23 Julho 2015 Diário Económico VII OPINIÃO ANTÓNIO VENTURA Director do Mercado de Operadores e Mídia na Indra em Portugal Colaborarparaacelerar a learning curve da IoT Portugal com projectos de vanguarda em IoT Projecto-piloto sob a alçada do TICE.pt visa impulsionar a Internet of Things, uma área com grande potencial de aplicação e exportação. O que é afinal a Internet of Things (IoT) ou, em português, a Internet das Coisas? Não é mais do que utilizar tecnologias da Internet para conectar dispositivos entre si. Virtualizar coisas. É esta tecnologia que torna possível, por exemplo, monitorizar e comandar luzes ou electrodomésticos à distância, através de uma simples aplicação num smartphone. As tecnologias e especificações da Internet, por serem normalizadas, fazem com que dispositivos concebidos por diferentes fabricantes se tornem interoperáveis, ou conectáveis, entre si. E para monitorizar e controlar os dispositivos nem sequer é preciso estar ligado à Internet. Basta uma rede interna, um protocolo IP, ou seja, uma tecnologia de Internet, explica Pedro Maló, professor na PROTEUS Exemplo de como a IoT pode ser usada para monitorização inteligente das águas de consumo e das águas residuais. Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de LisboaeinvestigadornoUNINOVA. Apesar de se viver uma fase de experimentalismo e até de alguma ilusão quanto ao potencial da IoT, existem já exemplos da sua grande utilidade, revela o investigador, que soma à possibilidade de controlar dispositivos à distância, a monitorização, em tempo real, de indicadores como os níveis de ruído ou de dióxido de carbono nas cidades. As principais vantagens da IoT estão relacionadas com a comodidade e a utilização eficiente de recursos, enquanto as dificuldades se prendem essencialmente com questões de segurança e privacidade. Em causa está a possibilidade de hacking e a obtenção ilícita de dados. Mas as questões de privacidade e segurança já hoje se colocam e as pessoas parecem não estar muito preocupadas com isso, menoriza o professor, lembrando a quantidade de dados privados que se disponibilizam na Internet. Portugal terá um projecto estruturante em IoT, sob a alçada do TICE.pt, um projecto-piloto em grande escala, que conta com apoios no âmbito do Portugal Previsões recentes da consultora IDC apontam para que em 2020 existam, em Portugal, mais de 68 milhões de equipamentos ligados à Internet. Ambiente, redes energéticas, cidades inteligentes e saúde são exemplos de áreas que podem beneficiar com a tecnologia IoT e que visa projectar as empresas, instituições do sistema científico nacional e sector público na área da IoT. Existem duas vertentes nesta área onde Portugal pode dar um contributo importante, com potencial de aplicação e exportação: no tratamento de grandes volumes de dados de forma a retirar informação de valor que pode depois ser explorada por várias entidades e no desenvolvimento de tecnologias de hardware para dispositivos que captam informação e dados para aplicações específicas, explica. O projecto PROTEUS é exemplo de uma dessas aplicações. Em causa está o desenvolvimento de um sistema sensorial inteligente para a monitorização, em tempo real, de parâmetros físicos e químicos das águas de consumo e águas residuais e pluviais. O projecto internacional que arrancou em Fevereiro e se insere no programa Horizonte 2020 envolve o UNINOVA, a UNPA- RALLEL Innovation e os SMAS Almada, entidades às quais coube um financiamento de 1,278 milhões de euros, face a um investimento total na ordem dos quatro milhões de euros. C.M. Rafael Marchante / Reuters A geração de valor no mercado depende da criação de um ecossistema composto por várias entidades, públicas e privadas, empreendedores e investidores. AInternet of Things (IoT) descrita como a extensão da Internet ao mundo físico vem alterar a forma estruturante como as atividades económicas estão estabelecidas, desde a produção até à relação com os clientes. Poucos poderão ter a oportunidade de dizer estive, defini e vivi o momento. Vivemos um período de extrema importância para a definição do futuro, que importa valorizar e compreender. Importa compreender que a plataforma IoT converte as coisas em coisas smart. Na Árvore da Vida do IoT existem três áreas principais. A primeira é o sistema de captação, responsável pela recolha da informação das coisas ou de outras fontes de informação. A segunda é a plataforma IoT propriamente dita, com a função fundamental de transformar os dados em informação aplicando os modelos ontológicos e a semântica, assegurando a segurança da informação e tratando a informação em real time. Por fim, a terceira, refere-se às aplicações de negócio/soluções verticais, as reais geradoras de valor e que viabilizam a monetização. Com efeito de indução, contribuem também as inovações tecnológicas externas. Pela interpretação de a Árvore da Vida, podemos também entender a cadeia de geração de valor do IoT. Sãopoucasasexceções,masquasetodasasempresas que pretendem responder ao mercado B2B ou B2C, com soluções verticais, desenvolvem um core IoT. Esta estratégia resulta em duas consequências apenas 40% do orçamento disponível é gasto nas soluções verticais (padrão típico) e a liderança é fundamentalmente tecnológica e não de negócio. É fundamental salientar que os cenários de utilização de plataformas IoT são essencialmente quatro. Cenários de inovação e experimentação; integração com sistemas operacionais; big data analytics em real time ; e integração de informação. Para gerar valor no mercado, otimizando investimentos, devem criar-se condições para gerar um ecossistema ativo composto por diversas entidades, como Telecom, fornecedores M2M, fornecedores de conteúdos e soluções, empreendedores, universidades, municípios, venture capital, e potenciar o desenvolvimento de novos modelos de negócio promovendo o empreendedorismo, alinhado com a estratégia Smart Europe: A Proposal for an Investment Plan In The European Union ( ). Não é opção não estar! O autor escreve ao abrigo do novo acordo ortográfico.

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