Sistemas de Gestão da Qualidade nas Construtoras Habitacionais de Médio Porte de Mossoró/RN.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistemas de Gestão da Qualidade nas Construtoras Habitacionais de Médio Porte de Mossoró/RN."

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CAMPUS ANGICOS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E HUMANAS CURSO BACHARELADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA ANTÔNIA MONALIZA SOARES LOPES Sistemas de Gestão da Qualidade nas Construtoras Habitacionais de Médio Porte de Mossoró/RN. ANGICOS RN 2013

2 ANTÔNIA MONALIZA SOARES LOPES Sistemas de Gestão da Qualidade nas Construtoras Habitacionais de Médio Porte de Mossoró/RN. Monografia apresentada à Universidade Federal Rural do Semi Árido UFERSA, Campus Angicos, para obtenção do título de Bacharel em Ciência e Tecnologia. Orientadora: Profª Ma. Sâmea Valensca Alves Barros UFERSA- Angicos. Angicos RN 2013

3

4

5 A minha mãe: Maria Dasneves Soares Lopes (in memorian), meu amor maior, que se fez presente espiritualmente nesta caminhada e que sonhou com este momento; Ao meu irmão: Manoel Alípio Lopes Neto (in memorian), pelo seu sorriso sincero, pelo seu jeito alegre e cativante que conquistou o meu amor e respeito eterno; Ao meu primo: Leonardo Lins de Souza Junior (in memorian), pelos momentos de alegria que passei ao lado dele. Ao meu pai, Pedro Hélio, meu maior orgulho, minha fortaleza e minha inspiração de vida; e aos meus irmãos, Hamanuela Lopes, Edcharle Regis e Pedro Junior pela alegria, companheirismo, carinho e força que me concedem.

6 AGRADECIMENTOS A Deus, primeiramente, por me guiar em todos os momentos, pela força concedida durante esta caminhada, pelas vezes em que me escutou quando achava que nada daria certo e pelo conforto dado nas horas mais difíceis da minha vida; À minha mãe, Maria Das neves Soares Lopes (in memorian) que sempre estará viva nas minhas recordações, por ter me inspirado, por todo amor, carinho, cuidado e educação e pelos momentos maravilhosos em sua companhia que me proporcionou, pelos ensinamentos deixados e exemplos a serem seguidos; Ao meu pai, Pedro Hélio Pinheiro Lopes, meu orgulho e fortaleza, por ser meu melhor amigo e me ensinar a seguir em frente diante dos obstáculos da vida; pelo carinho, respeito e pela compreensão, te amo muito; A irmã Hamanuela Lopes, minha segunda mãe, por todo cuidado, pelo carinho, pelo incentivo, pela preocupação e pelas palavras de conforto durante toda essa caminhada; Aos irmãos, Edcharle Regis e Pedro Junior, por todo carinho e apoio; Aos meus sobrinhos, Pedro Lucas, Otacílio Bisneto, Luiz Carlos, Admar Neto, Mailla Clara, Amanda Mabelly e Ananda Letícia, pela alegria e pela satisfação que tenho na companhia deles; Aos meus cunhados, Clidenor Neto, Elaine Moniquelle e Edione Carla, pelo o apoio e incentivo; A minha orientadora, Professora Sâmea Valensca Alves Barros, pela orientação e sugestões, pelo incentivo, disponibilidade, compreensão, paciência, comprometimento, preocupação e amizade construída durante esta caminhada, e por ter contribuído para realização deste trabalho;

7 À toda minha família, em especial, as minhas tias Maria de Fátima e Elione Lopes; e as minhas primas Amanda Lopes, Maria José Lopes, Diana Lins e Samila Ramuana, pela amizade, orientações, incentivo e apoio; Aos meus amigos que nem o tempo e nem a distância apaga nossa amizade, Sâmia Diógenes, Marcela Alencar, Lidiane Ventura, Jorge Luiz, Maria José e Patrícia Monaliza, pessoas essas que em pouco tempo se tornaram especiais em minha vida; Aos professores, Márcio Furukava e Fabrícia Nascimento, pela valiosa contribuição no sentido de aperfeiçoar este trabalho e por terem aceitado o convite para participar da banca examinadora deste trabalho, pois são pessoas que admiro; Aos meus amigos de vida acadêmica, especial, André Luiz, Gardel de Freitas, Maila Lopes, Marielle Lopes, Bruna Ravana, Jerferson Campos, Hálison Fernandes, Lucas Alencar, Dandara Monteiro, Oslanny de Lima, Paula Pessoa, Fidel Carlos, Jean Michel, Silas Maia, Aline Nascimento e Monique Muriele; Aos funcionários do Sindicado da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON) do município de Mossoró/RN por ter disponibilizado os dados que foi de suma importância para realização deste trabalho. A todos os professores da UFERSA Campus Angicos, pela contribuição na minha formação acadêmica; Enfim, a todos que de alguma maneira contribuíram para a execução desse trabalho, seja pela ajuda constante ou por uma palavra de amizade; Muito Obrigada!

8 O maior líder é aquele que reconhece sua pequenez, extrai força de sua humildade e experiência da sua fragilidade. (Augusto Curi)

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1- Selo de certificação fornecido pelo PBQP-H Nível A Figura 2 - Gráfico dos níveis de evolução do PBQP-H Figura 3 - Arranjo institucional do PBQP-H Figura 4 - Modelo de selo da certificação ISO Figura 5 - Tempo de Atuação no mercado de dez construtoras no município de Mossoró/RN, Figura 6 - Tipologia das obras executadas por dez construtoras de Mossoró/RN, Figura 7 - Origens de dez construtoras no município de Mossoró/RN, Figura 8 - Público alvo de dez construtoras no município de Mossoró/RN, Figura 9 - Número de funcionários em dez obras do município de Mossoró / RN, Figura 10 - Construtoras que atuam em Mossoró/RN e apresentam SGQ, Figura 11- Razões da não implantação de um SGQ pelas dez construtoras que atuam em Mossoró/RN, Figura 12 - Razões da implantação do SGQ pelas dez construtoras que atuam de Mossoró/RN, Figura 13 Certificações obtidas pelas construtoras em Mossoró/RN, Figura 14 Benefícios gerados pela implantação do SGQ, Mossoró/RN, Figura15 Obras premiadas após a implantação do SGQ, Mossoró/RN, Figura 16 Aumento da clientela após receber a certificação de qualidade, Mossoró/RN, Figura 17 Certificações almejadas com a implantação do SGQ, Mossoró / RN, Figura 18 Controle na execução da obra, Mossoró/RN,

10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CEF FVS ISO NBR OHSAS PBQP-H PES RN SEBRAE SGA SGQ SGSST SIAC SINDUSCON Caixa Econômica Federal Ficha de verificação de serviços Internacional Organization For Standization Norma Brasileira Regulamentadora Occupational Health and Safety Assessment Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat Procedimento de execução de serviços Rio Grande do Norte Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sistema de Gestão ambiental Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho Sistema de Avaliação da Conformidade de Serviços e Obras Sindicato da Indústria da Construção Civil

11 RESUMO Os Sistemas de Gestão de Qualidade (SGQ s) na Construção Civil correspondem a um conjunto de ações sistemáticas que as construtoras adotam com a finalidade de melhorar o seu desempenho e de se tornarem competitivas através da adequação destas ações as estabelecidas pela série NBR ISO 9001 e pelo Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat (PBQP-H), permitindo assim alcançarem os certificados de qualidade ISO 9001 e PBQP-H. Nesta perspectiva, este trabalho propõe-se a realizar um levantamento bibliográfico auxiliado por uma pesquisa de campo no município de Mossoró/RN que proporcione mostrar como funciona os Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ s) na Construção Civil e se os mesmos já estão sendo implantados nas principais construtoras de médio porte que atuam no município de Mossoró/RN. Para realizar a pesquisa de campo, aplicou-se um questionário com uma amostra de 76,92% de uma população composta por 13 construtoras de médio porte que atuam com construções habitacionais e que são filiadas ao Sindicado da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON) do município de Mossoró/RN. Os resultados alcançados com a pesquisa permitiram verificar que sessenta por cento (60%) destas construtoras já implantaram seus SGQ s e que destas construtoras cem por cento (100%) já receberam certificações. A realização deste trabalho permite concluir que a implantação dos Sistemas de Gestão de Qualidade (SGQ s) na Construção Civil leva a certificação que pode trazer vários benefícios para construtora que a possui, quando percebem que podem usá-la como uma grande ferramenta de marketing que a torna competitiva com um grande diferencial para atrair os clientes e geram obras de qualidade, com estabilidade garantida em toda vida útil da obra, desde que feita a manutenção necessária pelos que adquirem estas obras. Palavras-chaves: SGQ s. Construtoras. Certificados de qualidade.

12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO CONSTRUÇÃO CIVIL E A IMPLANTAÇÃO DOS SGQ S CERTIFICAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL E O PROGRAMA BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NO HABITAT (PBQP-H) CERTIFICAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL E A ISO PASSOS PARA IMPLANTAÇÃO DO SGQ PELAS CONSTRUTORAS QUALIDADE E A CONSTRUÇÃO CIVIL Planejamento Projetos Aquisição de materiais de construção e equipamentos Execução da obra Inspeção METODOLOGIA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA EXPLORATÓRIA PESQUISA DE CAMPO Local da pesquisa Material utilizado RESULTADOS E DISCUSSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICE 1 QUESTIONÁRIO ANEXO ANEXO ANEXO

13 10 1 INTRODUÇÃO O aquecimento que setor da Construção Civil vem vivenciando nos últimos anos após a implantação do Programa Habitacional Minha Casa Minha Vida torna imprescindível que as construtoras, na tentativa de se tornarem mais competitivas e capazes de ganhar o mercado consumidor, implantem Sistemas de Gestão da Qualidade SGQ. À medida que é o agente financiador, a exemplo da Caixa Econômica Federal CEF, cliente destas construtoras faz exigências quanto ao padrão de qualidade do produto final ofertado pelas mesmas. Na busca para alcançar o padrão de qualidade imposto pelo agente financiador, às construtoras passaram a adotar Sistemas de Gestão da Qualidade que tem por finalidade, segundo PRADO (2003), reduzir o desperdício de tempo, de material, conseguindo assim minimizar os custos e procurando desenvolver serviços especializados com pessoas capacitadas para que o produto final tenha qualidade. Os SGQ s buscam a satisfação do cliente através da qualidade dos produtos oferecidos pelas empresas, logo, pode ser definido como um conjunto de ações que vinculam, direta e indiretamente, as construtoras a melhorarem seus produtos e serviços implicando na qualidade de mesmos que passam a concorrem no mercado (PERDIGÃO; PERDIGÃO, 2012). Neste sentido, a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade por parte das construtoras é de suma importância porque permitirá que elas consigam conquistar o mercado consumidor, uma vez que o aquecimento da Construção Civil fez surgir uma grande quantidade de construtoras de pequeno e médio porte voltadas para construções de edificações habitacionais, visando comercializar seus produtos por intermédio do agente financiador que exige delas qualidade. Assim as que implantam os SGQ s conseguem obter certificados de qualidade que lhes proporcionam ganhar da concorrência.

14 11 A grande exigência em produtos de qualidade por partes dos agentes financiadores (empresas públicas e/ou agências de fomento) vem fazendo com que as construtoras busquem adquirir os certificados de qualidade para os seus produtos finais (PERDIGÃO; PERDIGÃO, 2012). Nessa ótica, torna-se relevante conhecer os Sistemas de Gestão da Qualidade que estão sendo implementados no setor da Construção Civil de forma a verificar como os mesmos podem contribuir para as construtoras lançarem no mercado consumidor produtos de qualidade e conquistar a certificação exigida pelo cliente, tornando-se empresas consolidadas e com credibilidade. Diante do exposto, este trabalho tem como objetivo realizar um estudo bibliográfico auxiliado por uma pesquisa de campo no município de Mossoró/RN que proporcione mostrar como funciona os Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ s) na Construção Civil e se os mesmos já estão sendo implantados nas principais construtoras de médio porte que atuam neste município. Tendo como objetivos específicos: Verificar como funciona um Sistema de Gestão da Qualidade SGQ na Construção Civil; Identificar quais são as vantagens\benefícios que a implantação de um SGQ proporciona a empresas da Construção Civil; Constatar como são feitas as certificações na Construção Civil; Identificar quais foram às melhorias proporcionadas pela implantação dos SGQ s nas construtoras de médio porte do município de Mossoró/RN, caso estas já tenham implantado este sistema, Verificar as certificações alcançadas após a implantação do SGQ pelas construtoras de Mossoró/RN.

15 12 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 CONSTRUÇÃO CIVIL E A IMPLANTAÇÃO DOS SGQ S O ramo da Construção Civil é responsável por milhões de empregos diretos e indiretos, logo movimenta toda a economia nacional à medida que é responsável por injetar dinheiro através dos salários pagos aos seus operários. Diante da importância deste fato, torna-se fundamental a implantação de uma gestão nas atividades desenvolvidas por este setor, no sentido de gerar uma melhor qualidade e produtividade das atividades desenvolvidas. Segundo Fossati (2004), esta gestão é alcançada quando as construtoras implantam os Sistemas de Gestão da Qualidade. Nesta perspectiva, a estabilidade do setor da Construção Civil que se iniciou no final da década de 90 aliados a grande competitividade gerada pela globalização fez com que surgisse neste setor uma busca por organizar as construtoras de maneira a gerar produtos finais competitivos, ocorrendo assim a buscar por soluções para suprir essa necessidade e originando as primeiras discussões sobre a implantação dos Sistemas de Gestão da Qualidade na Construção Civil (PRADO, 2003). No ramo da Construção Civil, verificou-se que a qualidade tem sido encarada como uma variável estratégica de fundamental importância para o desenvolvimento. No mundo globalizado o acréscimo da concorrência, torna-se fundamental para competitividade e bom funcionamento das Construtoras a implantação de Sistemas de Gestão da Qualidade, de preferência que possam ser reconhecidos internacionalmente. A exigência por produtos e serviços com qualidade obriga as empresas da Construção Civil a buscarem novos métodos e soluções para que venha suprir as exigências do mercado (GRAVE, 2009). Implantar um SGQ significa adquirir uma importante ferramenta que possibilita a otimização de diversos processos desenvolvidos pelas construtoras que proporciona ganhos e também a preocupação com a melhora continua dos produtos e serviços ofertados por elas (FRAGA, 2011). Neste sentido, a implantação dos SGQ s nas construtoras dá-se com o intuito das mesmas obterem a certificação necessária para que seus produtos finais (unidades habitacionais das mais diversas modalidades) sejam comercializados

16 13 pelas agências financiadoras que exigem delas obras habitacionais de qualidade e esta qualidade é garantida pelas mesmas através da implantação do seu SGQ. No Brasil, a implantação dos SGQ s no setor da Construção Civil, segundo Farias e Arantes (2012),foi estimulada pela iniciativa do Governo Federal em promover a qualidade, aumentar a competitividade e melhorar a produtividade no ramo da Construção Civil que se deu com a criação do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade na Habitação (PBQP-H), baseados nos requisitos da norma NBR ISO 9001, que fornece a certificação para os produtos das construtoras que correspondem aos seus projetos habitacionais. Então, pode-se afirmar que a busca pela melhora do desempenho e pelo o aumento da competitividade tem levado as construtoras buscarem cada vez mais a obtenção de certificados de qualidade baseados na série NBR ISO 9001 e no Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade na Habitação (PBQP-H). 2.2 CERTIFICAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL E O PROGRAMA BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NO HABITAT (PBQP-H) No setor da Construção Civil, a certificação é usada como um pré-requisito exigido pelo agente financiador na concessão de financiamentos habitacionais e como requisito de participação nas licitações públicas (PERDIGÃO; PERDIGÃO, 2012). Neste contexto, os Sistemas de Gestão da Qualidade são compostos por um conjunto de ações que as construtoras desenvolvem com a finalidade de melhorar a qualidade dos produtos finais para obter a certificação exigida pelos agentes financiadores ou para se adequarem as exigências impostas pelas licitações públicas, e assim conseguirem se consolidar no mercado consumidor de seus produtos, uma vez que a concorrência para ganhar tais licitações e para terem suas obras financiadas pelos órgãos financiadores a levam implantar um SGQ que permitam receberem a certificação e ganhar das concorrentes. A certificação na Construção Civil é fornecida pelo Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade na Habitação (PBQP-H) que foi criado em 1991, no governo de Fernando Collor, porém só foi aplicada a partir de 1998, e a mesma é especifica para o setor (FARIAS; ARANTES, 2012).

17 14 O objetivo PBQP-H é apoiar os esforços do governo brasileiro na busca da modernidade do setor da Construção Civil no país, com a finalidade de promover a qualidade e produtividade do setor de construção habitacional, visando aumentar a competitividade de bens e serviços por ele produzidos, estimulando projetos que melhore a qualidade do setor (SANTOS, 2003). A busca do PBQP-H por esses objetivos envolve um conjunto de ações, entre as quais se destacam: avaliação da conformidade de empresas de serviços e obras, melhoria da qualidade de materiais, formação e requalificação de mão-de-obra, normalização técnicas, capacitação de laboratórios, avaliação de tecnologias inovadora, informação ao consumidor e promoção da comunicação entre os setores envolvidos. Logo, este programa só certifica com o selo de certificação de qualidade (Figura 1) as construtoras que na geração de seus produtos atingem estes requisitos (PERDIGÃO; PERDIGÃO, 2012). Figura 1: Selo de certificação fornecido pelo PBQP-H nível A Fonte: Ministério das Cidades, O PBQP-H apresenta um Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil (SiAC) que objetiva avaliar o SGQ implantado pela construtora para que consiga uma certificação que receberá um nível de qualificação no procedimento de produção de acordo com seu grau de crescimento produtivo, esse nível varia de D, C, B e A, com um grau crescente de qualificação (Figura 2).

18 15 Figura 2: Gráfico dos níveis de evolução do PBQP-H Fonte: Ministério das Cidades, Conforme o gráfico apresentado na figura 2 percebe-se que o PBQP-H possui níveis de avaliação, a própria empresa estabelece uma lista de serviços que deverão ser controlado (no mínimo 25 serviços) e estes níveis estão relacionados com a porcentagem de controle dos serviços alcançados. Esse controle é feito através de registros com fichas de inspeção que são elaboradas para auditoria, e esse sistema propõe a evolução dos patamares de qualidade do setor em quatro níveis D (declaração de adesão), C quando os 66% dos requisitos forem atendidos, B quando 77% dos requisitos forem atendidos e A quanto atender 100% dos requisitos (MINISTÉRIO DAS CIDADES, 2013). O prazo de certificação do PBQP-H é de apenas um ano, pois se trata de uma certificação evolutiva, ou seja, à medida que são implantados os requisitos, solicita-se nova auditoria, até que seja concluída a implantação total que é quando a empresa atinge o nível A de certificação. Neste contexto, segundo Ministério das Cidades (2013), pode-se afirmar que Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat é um instrumento que o governo federal apresenta para promover a qualidade no setor da Construção Civil. E como tal apresenta um arranjo institucional (Figura 3), ou seja, é um programa que se integra à Secretaria Nacional de Habitação, do Ministério das Cidades, e está formalmente inserido como um dos programas do plano plurianual.

19 16 Figura 3: Arranjo Institucional do PBQPH Fonte: Ministério das Cidades, O PBQP-H foi estruturado em projetos e cada projeto busca solucionar um problema específico na área da qualidade da construção civil, como qualidade do material utilizado, qualidade na execução da obra, qualificação da mão-de-obra, etc. Logo, as construtoras para receberam a certificação fornecida por este programa deverão desenvolver ações que se adequem as exigências impostas por estes projetos que levarão a qualidade nos serviços prestados por estas construtoras (MINISTÉRIO DAS CIDADES, 2013). 2.3 CERTIFICAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL E A ISO 9001 A norma ISO 9001 surge com a aprovação das normas ISO 9000 em 1987, que ocorreu com o intuito de uniformizar conceitos, obter a padronização dos modelos para que os mesmo tenham garantia e de apresentar diretrizes para implantação dos Sistemas de Gestão da Qualidade nas diversas organizações (SOUZA, 1997). A ISO 9001 é uma norma que permite as empresas realizarem verificações de seus processos, medições, e monitorarem as etapas produtivas com o objetivo de aumentar a competitividade, garantindo a qualidade de seus produtos (SILVA, 2005). As empresas que adotam procedimentos indicados por esta norma adquirem a certificação ISO 9001 que permite os seus clientes terem certeza que o produto

20 17 oferecido por elas apresenta qualidade, então, segundo Fraga (2011), os principais benefícios da certificação ISO 9001, encontram-se elencados no quadro 1. Quadro 1 - Benefícios promovidos pela certificação ISO BENEFICIOS DA CERTIFICAÇÃO ISO 9001 A melhoria de produtos e serviços A redução de custos A melhoria da qualidade dos processos de trabalhos e do moral dos funcionários Maior eficiência na organização Ganho de vantagem competitiva ocasionando maiores oportunidades de marketing e vendas Fonte: Adaptado de Fraga, 2011 Silva (2005) afirma que a Gestão da Qualidade é fundamental para a liderança e para o aperfeiçoamento das organizações, e que a norma ISO 9001 surge com a responsabilidade de estabelecer procedimentos de gestão da qualidade a serem adotados pelas organizações para que as mesmas desenvolvam seus produtos e serviços com qualidade e satisfaçam seus clientes. A empresa que possui um SGQ que se adéqua aos requisitos impostos pela norma ISO 9001 pode solicitar a certificação e obter o selo de conformidade ISO 9001 (Figura 4). Figura 4- Modelo do selo da certificação ISO 9001 Fonte: Laboratório Central, 2013 Vale ressaltar que, segundo Valls (2004), o fato da empresa ter recebido a certificação ISO 9001 não significa que a mesma não tem falhas ou problemas no

21 18 seu processo produtivo, mas sim que a mesma buscou adequar-se aos requisitos estabelecidos pela norma e que assim desenvolveu um Sistema de Gestão da Qualidade que leva a um melhor gerenciamento de seus recursos e um maior controle nas suas principais atividades, promovendo, portanto, uma maior satisfação dos clientes, uma vez que consegue controlar os possíveis falhas que podem acontecer durante o processo produtivo. Neste contexto, verifica-se que as construtoras que atentam para importância de implantar um SGQ que as leve a receberem a certificação ISO 9001, por desenvolverem suas obras dentro dos padrões e cumprindo os requisitos estabelecidos pela norma ISO 9001 terão como vantagens e desvantagens proporcionadas por esta adequação e consequente certificação as elencadas no quadro 2. Quadro 2- Vantagens e desvantagens promovidas pela certificação ISO 9001 VANTAGENS DESVANGENS Aumento da credibilidade da construtora frente ao Tempo necessário para desenvolver o sistema mercado consumidor Aumento da competitividade das suas obras no Custos para implementação e manutenção do mercado SGQ Abertura de novos mercados Inflexibilidade e burocracia na implantação do SGQ Maior conformidade e atendimento às exigências Dificuldade para criar e manter o entusiasmo dos clientes dos funcionários com sistema Aumento da lucratividade e melhores condições Mudanças necessárias podem ser contrárias ou para acompanhar e controlar os processos conflitantes com a cultura existente Fonte: Adaptado de FRAGA, PASSOS PARA IMPLANTAÇÃO DO SGQ PELAS CONSTRUTORAS Para que as construtoras possam obter a certificação da ISO 9001 e/ou da PBQP-H é necessário que as mesmas se enquadrem nos objetivos impostos pela norma ISO 9001 e pelo Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat. Para que ocorra essa adequação é necessário que estas desenvolvam as seguintes ações: preparar documentação técnica da empresa, realizar auditorias internas e de campo, além de investimento financeiro para que as empresas

22 19 implantem SGQ formal e documentado, além dos gastos futuros com a manutenção da certificação (CRUZ, 2009). A documentação obrigatória para a aplicação do Sistema de Gestão da Qualidade corresponde às ferramentas comunicativas que abrangem todo o sistema, visando garantir o comprimento da norma, exigência dos clientes e a melhora progressiva do próprio SGQ a ser implantado. Conforme especificações gerais do SGQ as construtoras devem estabelecer, documentar, implementar e melhorar continuamente o Sistema de Gestão da Qualidade tornando-o eficiente de acordo com os requisitos da norma, sendo o principal documento o manual da qualidade da construtora. O Manual da Qualidade da construtora é um documento que especifica o Sistema de Gestão da Qualidade da organização, que serve como referência para implementação e manutenção desse sistema. No mesmo deverá conter a política de qualidade da empresa, o escopo do SGQ, os procedimentos documentados para o SGQ, e os objetivos de cada requerimento da norma escolhida (CRUZ, 2009). O objetivo da política da qualidade é estabelecer metas nas funções e níveis pertinentes da construtora, fazer a divulgação através de treinamentos que conscientizem para o SGQ, distribuição de quadro nas áreas onde a empresa atua, a compreensão da Política da Qualidade e estes procedimentos são alcançados e mostrados através das auditorias internas e de campo pelo comprimento das metas estabelecidas (GRAVE, 2009). As auditorias internas e de campo são procedimentos adequados para o monitoramento, para medição dos processos, para fazer a identificação de produtos não conformes, para fazer a análise de dados para avaliar a eficácia do SGQ, para executar ações corretivas e preventivas para eliminar as não em conformidades com requisitos do Sistema de Gestão da qualidade, e consequentemente melhorar a eficiência do sistema. Para manter um Sistema de Gestão da Qualidade e melhorar continuamente sua eficácia, as construtoras devem determinar e prover recursos para este fim. Assim como é necessário que destinem também para este objetivo a participação dos recursos humanos, a qual tem uma importância porque irá treinar os funcionários que executa trabalhos ligados a qualidade (GRAVE, 2009). Neste contexto, verifica-se que para que um Sistema de Gestão da

23 20 Qualidade seja implantado na Construção Civil é necessário que haja primeiro a conscientização dos responsáveis pela gerência das construtoras com relação à importância de desenvolver produtos finais de qualidade para que se tornem competitivas e conquistem o mercado consumidor. E depois, passem a preparar a documentação e a adotar as ações que levam a implantação do seu SGQ. 2.5 QUALIDADE E A CONSTRUÇÃO CIVIL A qualidade é concebida como a capacidade que uma experiência apresenta para satisfazer uma necessidade, resolver um problema ou fornecer benefícios a alguém. Desta forma a qualidade constitui um conceito muito importante nas atividades desenvolvidas pelo homem em sociedade (SANTOS, 2011). Na Construção Civil, a qualidade tem inicio ao identificar as necessidades dos usuários da edificação, e passando por todas as etapas do processo, sendo acrescentado em cada uma delas produtos e serviços com diferentes níveis de qualidade que resulta em um produto final que deve satisfazer a necessidade dos clientes. A qualidade é promovida na Construção Civil através da implantação dos SGQ s pelas construtoras que leva as mesmas receberem certificações que são numa garantia a clientela deste setor que seus produtos apresentam os requisitos que indicam a qualidade dos mesmos (FARIAS; ARANTES, 2012). Farias e Arantes (2012) afirmam que a qualidade é alcançada na Construção Civil quando as construtoras desenvolvem suas obras seguindo as seguintes etapas: planejamento, projetos, aquisição de materiais de construção e equipamentos, execução da obra e inspeção Planejamento A fase de planejamento corresponde à programação da obra, ou seja, nesta etapa serão feita análises como: pesquisa de mercado, levantamento das necessidades, seleção das alternativas, estudo sobre o tempo de execução das atividades, custos e a qualidade na utilização dos recursos (FARIAS; ARANTES, 2012).

24 21 Esta fase tem inicio quando a construtora define a estratégia competitiva que irá usar, após ter sido feita a pesquisa de mercado que proporciona ao empreendedor avaliar a demanda e o potencial da região que leva a escolha do tipo de empreendimento ( BICALHO, 2009) Projetos Considerada com uma das etapas mais importante no processo da Construção Civil, o projeto permite planejar não apenas a forma final do produto, mas também uma série de aspectos da edificação que enfatiza a qualidade e produtividade do processo construtivo. É a partir das formas geométricas da edificação, que são feitas, a sua localização no terreno, as soluções estruturais, os materiais e o padrão de acabamento e detalhamento que são estabelecidas as principais condições de execução (SCARDOELLI, 1995). Numa visão mais moderna de gestão, nota-se que o projeto é algo muito complexo, e exige a participação de profissionais de diferentes especialidades, entretanto tem que ser conduzido de forma eficiente, integrada, e coordenada por uma equipe de processo técnica e gerencial (FOSSATI, 2004). Segundo, Isaia (2010), a fase de projeto é aquela que deve permitir a concepção da obra que será materializada na fase de execução Aquisição de materiais de construção e equipamentos Nesta etapa de qualidade, são realizados os procedimentos e especificações necessários para aquisição de materiais e equipamentos, como inspeção e controle no recebimento de materiais em obra, manuseio e armazenamento dos materiais como também será feita uma seleção dos fornecedores conforme a qualidade de seus produtos (SOUZA; ABIKO,1997). Por outro lado, o controle no recebimento de materiais em obra é muito complexo, pois necessita de um tempo não disponível nesta etapa do empreendimento. Pois não é possível avaliar a qualidade de um produto, visualmente. Logo os materiais possuem várias características físicas, química e mecânica fazendo- se necessário ensaio em laboratório (FARIAS; ARANTES, 2012).

ANÁLISE DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE DO PROGRAMA BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DO HABITAT (PBPQ-H) REVISÃO DEZEMBRO/2012.

ANÁLISE DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE DO PROGRAMA BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DO HABITAT (PBPQ-H) REVISÃO DEZEMBRO/2012. ANÁLISE DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE DO PROGRAMA BRASILEIRO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DO HABITAT (PBPQ-H) REVISÃO DEZEMBRO/2012. Gisele Hiromi Matsumoto de Freitas¹; Ronan Yuzo Takeda Violin²;

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011 Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade Julho/2011 GESPÚBLICA Perfil do Facilitador Servidor de carreira que tenha credibilidade Bom relacionamento interpessoal Acesso a alta administração

Leia mais

Atualmente, as organizações de uma

Atualmente, as organizações de uma Uma estratégia competitiva para laboratórios de calibração e ensaios no cenário atual Conheça um modelo gerencial para laboratórios de calibração e ensaios, alinhando a qualidade necessária à realização

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) A CONCERT Technologies S.A. prioriza a segurança de seus Colaboradores, Fornecedores,

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

A PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EM RESTAURANTES E A QUALIFICAÇAO PROFISSIONAL

A PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EM RESTAURANTES E A QUALIFICAÇAO PROFISSIONAL A PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EM RESTAURANTES E A QUALIFICAÇAO PROFISSIONAL Junior Heberle 1 Esp Luziane Albuquerque 2 RESUMO Este artigo busca enfocar a questão da qualidade no atendimento nos restaurantes

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Elaborado por: GT Especial do ABNT/CB-25 Grupo de Aperfeiçoamento do

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000 GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL Modelo da Série NBR ISO 9000 Modelo da Série NBR ISO 9000 A Garantia da Qualidade requer uma ação coordenada de todo sistema produtivo da empresa, do fornecedor de insumos de

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ SGQ 01-10

MANUAL DA QUALIDADE MQ SGQ 01-10 SUMÁRIO: Apresentação da ACEP 2 Missão da Empresa 3 Escopo e Justificativas de Exclusão 4 Comprometimento da Direção 5 Política da Qualidade 7 Objetivos de Qualidade 7 Fluxo de Processos 8 Organograma

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL FACULDADES INTEGRADAS DO PLANALTO CENTRAL Aprovadas pela Portaria SESu/MEC Nº. 368/08 (DOU 20/05/2008) CURSO DE ADMINISTRAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng.

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng. 01. O QUE SIGNIFICA A SIGLA ISO? É a federação mundial dos organismos de normalização, fundada em 1947 e contanto atualmente com 156 países membros. A ABNT é representante oficial da ISO no Brasil e participou

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000)

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) Ao longo do tempo as organizações sempre buscaram, ainda que empiricamente, caminhos para sua sobrevivência, manutenção e crescimento no mercado competitivo.

Leia mais

Integração de sistemas certificáveis de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho

Integração de sistemas certificáveis de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho Integração de sistemas certificáveis de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001) Prof. Livre Docente Otávio J. Oliveira UNESP CONTEXTUALIZAÇÃO - Diluição

Leia mais

ISO 9001. As três primeiras seções fornecem informações gerais sobre a norma, enquanto as cinco últimas centram-se na sua implementação.

ISO 9001. As três primeiras seções fornecem informações gerais sobre a norma, enquanto as cinco últimas centram-se na sua implementação. ISO 9001 A ISO 9001 é um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) standard que exige que uma dada organização satisfaça as suas próprias exigências e as dos seus clientes e reguladores. Baseia-se numa metodologia

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

A VALIDAÇÃO DE PROJETO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS E INCORPORADORAS

A VALIDAÇÃO DE PROJETO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS E INCORPORADORAS A VALIDAÇÃO DE PROJETO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS E INCORPORADORAS Adriano Felice CAZET Engenheiro Civil, consultor de empresas Rua Tamandaí, 320/ap. 302 Santa Maria RS E-mail: technica@claro.com.br Sidnei

Leia mais

AUDITORIA AMBIENTAL. A auditoria ambiental está intimamente ligada ao Sistema de Gestão Ambiental.

AUDITORIA AMBIENTAL. A auditoria ambiental está intimamente ligada ao Sistema de Gestão Ambiental. AUDITORIA AMBIENTAL A auditoria ambiental está intimamente ligada ao Sistema de Gestão Ambiental. O SGA depende da auditoria para poder evoluir na perspectiva de melhoria contínua. Ao se implementar um

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS 0 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS AS FUNÇÕES DA CONTROLADORIA E O PERFIL DO CONTROLLER NAS EMPRESAS INTEGRANTES DOS PRINCIPAIS

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software [...] O que é a Qualidade? A qualidade é uma característica intrínseca e multifacetada de um produto (BASILI, et al, 1991; TAUSWORTHE, 1995).

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS CAMPO MOURÃO ENGENHARIA CIVIL CARLOS HENRIQUE FELIPE POÇAS RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Relatório de Estágio

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta do Departamento de Engenharia Civil, UFPE, Engenheira Civil, Mestre

Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta do Departamento de Engenharia Civil, UFPE, Engenheira Civil, Mestre VI-093 SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA NAS ÁREAS DE MEIO AMBIENTE, QUALIDADE, SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL UMA ABORDAGEM PRÁTICA NA INDÚSTRIA PETROFLEX-CABO/PE Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001.

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL ASPECTOS GERAIS Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. Histórico: Normas e Gestão SSO BS 8800 Instituto Britânico

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001 Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim INTRODUÇÃO A norma ISO 14001 faz parte de um conjunto mais amplo de normas intitulado ISO série 14000. Este grupo

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Elias S. Assayag eassayag@internext.com.br Universidade do Amazonas, Departamento de Hidráulica e Saneamento da Faculdade

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO HOSPITALAR: ESTUDO DE CASO NO HOSPITAL SÃO LUCAS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO HOSPITALAR: ESTUDO DE CASO NO HOSPITAL SÃO LUCAS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO HOSPITALAR: ESTUDO DE CASO NO HOSPITAL SÃO LUCAS Renata Pinto Dutra Ferreira Especialista Administração de Sistemas de Informação Instituto Presidente Tancredo de Almeida

Leia mais

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual.

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual. CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM JUL/07 /07 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PARA AUMENTO DA PRODUTIVIDADE EM EMPRESA DO SEGMENTO METAL MECÂNICA.

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PARA AUMENTO DA PRODUTIVIDADE EM EMPRESA DO SEGMENTO METAL MECÂNICA. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PARA AUMENTO DA PRODUTIVIDADE EM EMPRESA DO SEGMENTO METAL MECÂNICA. Elton Dias Paz Aluno de administração das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS. Elton.paz@fibria.com.br

Leia mais

Módulo 3. Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4.

Módulo 3. Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4. Módulo 3 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4.3 Exercícios 6.2 Iniciando a auditoria/ 6.2.1 Designando o líder da equipe

Leia mais

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para:

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: PARTE 2 Sistema de Gestão da Qualidade SGQ Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: Possibilitar a melhoria de produtos/serviços Garantir a satisfação

Leia mais

M A N U A L D A Q U A L I D A D E

M A N U A L D A Q U A L I D A D E M A N U A L D A Q U A L I D A D E 14ª Versão Última atualização: MANUAL DA QUALIDADE - Rev. Data Elaborado por Descrição da alteração 01 10/06/2012 Hélio Lipiani Versão Inicial 02 20/07/2010 Hélio Lipiani

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

QUEM SOMOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

QUEM SOMOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PERFIL QUEM SOMOS Fundada em 07 de março de 1995 a PIERRE Engenharia e Construções Ltda., é uma empresa brasileira, sediada em Jundiaí-SP, que vem executando a prestação de serviços nos diferentes ramos

Leia mais

Objetivos Metodologia

Objetivos Metodologia O Sistema de Gestão Ambiental como impulsor da Educação Ambiental: um estudo de caso em uma empresa do Polo Industrial de Manaus PIM a partir da percepção de seus colaboradores Ádria de Azevedo Araújo,

Leia mais

Análise dos processos de produção da própolis e do mel: um estudo de caso em uma empresa alimentícia do centro-oeste de Minas Gerais

Análise dos processos de produção da própolis e do mel: um estudo de caso em uma empresa alimentícia do centro-oeste de Minas Gerais Análise dos processos de produção da própolis e do mel: um estudo de caso em uma empresa alimentícia do centro-oeste de Minas Gerais Tatiane Goulart OLIVEIRA ¹; Estefânia Paula da SILVA²; Rodrigo Herman

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR DO MÓDULO DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES ( PIMAT ): ESTUDO DE CASO TURISMO E HOTELARIA / SÃO JOSÉ

PROJETO INTERDISCIPLINAR DO MÓDULO DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES ( PIMAT ): ESTUDO DE CASO TURISMO E HOTELARIA / SÃO JOSÉ PROJETO INTERDISCIPLINAR DO MÓDULO DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES ( PIMAT ): ESTUDO DE CASO TURISMO E HOTELARIA / SÃO JOSÉ Fabiano Ceretta 1 Resumo: O projeto interdisciplinar do módulo de Agências

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM FEV/2010 01/07 SUMÁRIO 1 1 Objetivo 2 Campo de

Leia mais

Quais são as organizações envolvidas no SASSMAQ?

Quais são as organizações envolvidas no SASSMAQ? PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES AVALIAÇÃO SASSMAQ (P.COM.26.00) O SASSMAQ é um Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade, elaborado pela Comissão de Transportes da ABIQUIM, dirigido

Leia mais

MMX - Controladas e Coligadas

MMX - Controladas e Coligadas POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.

Leia mais

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO 1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

INTERAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA NO CANTEIRO DE OBRAS

INTERAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA NO CANTEIRO DE OBRAS 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( X ) TECNOLOGIA INTERAÇÃO

Leia mais

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br.

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br. Marketing Ambiental Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. O que temos visto e ouvido falar das empresas ou associado a elas? Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br 2 3 Sílvia

Leia mais

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO José Roberto Santana Alexandre Ripamonti Resumo: Com a globalização da economia, as empresas, enfrentam

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Qual o significado de ISO? ISO International Organization for Standardization, é uma organização não governamental com sede em Genebra, na Suíça, que foi criada em 1946

Leia mais

Os benefícios da ce ISO 14001

Os benefícios da ce ISO 14001 Pesquisa Os benefícios da ce ISO 14001 A Revista BANAS QUALIDADE e a Destaque Pesquisa e Marketing realizaram um estudo para medir o grau de satisfação da implementação da certificação ISO 14001. Confira

Leia mais

Apresentação da Concessão

Apresentação da Concessão MEDICINA E ENGENHARIA DO TRABALHO Apresentação da Concessão Cuidar da Saúde e Segurança do Trabalhador é a nossa Especialidade! APRESENTAÇÃO TENHA SEU PRÓPRIO NEGÓCIO COM RETORNO GARANTIDO O mercado de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte!

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte! Câmara Municipal de Barueri Conheça a Norma SA8000 Você faz parte! O que é a Norma SA 8000? A SA 8000 é uma norma internacional que visa aprimorar as condições do ambiente de trabalho e das relações da

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ O presente edital regulamenta o processo de recrutamento, seleção e ingresso de projetos empresariais na Incubadora

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES CERTIFICAÇÃO NBR ISO/IEC 27001

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES CERTIFICAÇÃO NBR ISO/IEC 27001 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES CERTIFICAÇÃO NBR ISO/IEC 27001 Através da vasta experiência, adquirida ao longo dos últimos anos, atuando em Certificações de Sistemas de Gestão, a Fundação Vanzolini vem catalogando

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA Elaine Schweitzer Graduanda do Curso de Hotelaria Faculdades Integradas ASSESC RESUMO Em tempos de globalização, a troca de informações

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO DE ARQUITETURA

QUALIFICAÇÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO DE ARQUITETURA QUALIFICAÇÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO DE ARQUITETURA Silvio Burrattino MELHADO Engenheiro Civil, Professor da Escola Politécnica da USP. Av. Prof. Almeida Prado, travessa 2, n 271, CEP 05508-900 São Paulo

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 1 de 20 Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 2 de 20 Título Manual da Qualidade Folha: 3 de 20 Índice 1. Apresentação...

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

**Graduandas em Turismo - Universidade Federal de Minas Gerais babicddelgado@gmail.com; carinafneves@hotmail.com; nilleeee@hotmail.

**Graduandas em Turismo - Universidade Federal de Minas Gerais babicddelgado@gmail.com; carinafneves@hotmail.com; nilleeee@hotmail. EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA: OS SOFTWARES LIVRES COMO MEIOS DE ACESSO À GRADUAÇÃO DE TURISMO* Bárbara Cardoso Delgado Carina Fernandes Neves Janille de Oliveira Morais RESUMO Pretende-se delinear uma análise

Leia mais

As informações foram coletadas por meio de uma pesquisa aplicada aos profissionais que estiveram presentes no 6º Fórum de Gestão Fiscal e Sped.

As informações foram coletadas por meio de uma pesquisa aplicada aos profissionais que estiveram presentes no 6º Fórum de Gestão Fiscal e Sped. Panorama da área fiscal e tributária A área fiscal no Brasil recebe constantemente mudanças e atualizações ligadas aos processos de fiscalização, tributação, contribuição, regulamentação entre outros.

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MQ 01 Rev. 07 MANUAL DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MQ 01 Rev. 07 MANUAL DA QUALIDADE Rev. Data. Modificações 01 14/09/2007 Manual Inicial 02 12/06/2009 Revisão Geral do Sistema de Gestão da Qualidade 03 22/10/2009 Inclusão de documento de referência no item 8. Satisfação de cliente, Alteração

Leia mais

Webinário : Os vinte passos da implantação SGQ baseado na ISO 9001 Sistema de gestão qualidade implantado e certificado pela norma NBR ISO 9001:2008

Webinário : Os vinte passos da implantação SGQ baseado na ISO 9001 Sistema de gestão qualidade implantado e certificado pela norma NBR ISO 9001:2008 Sistema de gestão qualidade implantado e certificado pela norma NBR ISO 9001:2008 torna uma necessidade da empresa por: competitividade no mercado interno Competitividade no mercado externo Aumentar a

Leia mais

PRÊMIO SERTÃO EMPREENDEDOR EDITAL

PRÊMIO SERTÃO EMPREENDEDOR EDITAL PRÊMIO SERTÃO EMPREENDEDOR EDITAL A Universidade Estadual de Alagoas UNEAL, através da Direção do Campus II Santana do Ipanema, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Alagoas SENAR/AL convidam os

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO DIRETRIZES BÁSICAS

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO DIRETRIZES BÁSICAS SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO DIRETRIZES BÁSICAS Elaborado em: 05/01/2011 Autor: Borges 1.Introdução É comum entre empregadores e colaboradores que exerçam cargos de confiança a preocupação em gerir

Leia mais

Hospedagem Sustentável: Gestão Ambiental em meios de hospedagem para o município de São Roque. Darlyne de Aquino Silva

Hospedagem Sustentável: Gestão Ambiental em meios de hospedagem para o município de São Roque. Darlyne de Aquino Silva Hospedagem Sustentável: Gestão Ambiental em meios de hospedagem para o município de São Roque Darlyne de Aquino Silva Instituto Federal de Educação Ciência e tecnologia de São Paulo. São Roque, SP 2011

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração

Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração Competências a serem trabalhadas ENTENDER O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE AUDITORIA DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE. Hoje

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.2 Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já realizadas... 2 2. Justificativa... 6 3. Objetivos... 8 4. Área de abrangência...

Leia mais