AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT

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1 AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT RELATO DE EXPERIÊNCIA Introdução Marcos Serafim Duarte 1 SEDUC/CEFAPRO/TANGARÁ DA SERRA De um modo geral, a educação apresenta um silenciamento em torno dos temas referentes aos Direitos Humanos, Relações e Gênero e Sexualidade, tais temas não aparecem nas Propostas Pedagógicas das Escolas, no seu cotidiano, gênero e sexualidade não inclusos nas atividades pedagógicas. Para conjunto da escola (pais, professores, alunos, funcionários, coordenadores e diretores) a sexualidade é compreendida apenas como as relações sociais estabelecidas entre homens e mulheres, numa perspectiva patriarcal e machista. As preocupações em torno das sexualidades, das homossexualidades e das identidades de expressão de gênero também são novas no espaço escolar. No entanto, no Brasil, só a partir da segunda metade dos anos de 1980, elas começaram a serem discutidas mais abertamente no interior dos diversos espaços sociais, entre eles a escola e as universidades... até então, nas escolas, quando os temas apareciam no currículo ficavam circunscritos às áreas de Ciências Sociais ou, eventualmente à Educação Moral e Cívica. (MEC/SECAD-Caderno 4 p. 12) A preocupação institucional com temas como sexualidade, direitos humanos e outros nas escolas são recentes, os Parâmetros Curriculares Nacionais já traziam os temas transversais, no entanto não foi capaz de introduzir no cotidiano das escolas debates a cerca do pleno exercício da cidadania, nem mesmo possibilitou um debate pedagógico das diversidades nas ações educativas desenvolvidas pelas escolas. A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso, através dos CEFAPROs, desenvolve ações para implementação das temáticas relativas às diversidades nas escolas da rede estadual de ensino e nas municipais onde existe cooperação técnica para formação continuada. 1 Licenciado em Pedagogia e História, Bacharel em História, Especialista em Didática do Ensino Superior, professor formador do CEFAPRO - Tangará da Serra na área da Diversidade na Educação Básica

2 O pólo do CEFAPRO de Tangará da Serra, compreende os municípios de Porto Estrela, Barra dos Bugre, Nova Olímpia, Denise, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Tangará da Serra. Este pólo é um dos (6) seis, dos 15 (quinze) pólos que possui formadores nas áreas de diversidades, compreendendo aí a Diversidade Étnica Racial (indígena e negra) e a Diversidade na Educação Básica, que compreende as questões de Direitos Humanos, Gênero e Diversidade Sexual. O formador da Diversidade na Educação Básica, desenvolve ações formativas junto aos professores do sistema público, discutindo temáticas relativas aos Direitos Humanos, Gêneros e Diversidade Sexual, bem como outras diversidades apresentadas na sociedade e manifestadas na escolas, tais como: diversidade geracional, religiosa, quanto a deficiência (física e mental), diversidade territorial, e outras,bem discute de combate a homofobia nas relações pedagógicas travadas no interior das unidades escolares. Pesquisa realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em julho de 2009 com certa de pessoas, que circulam na escola no dia apontam que o ambiente escolar apresenta altos índices de preconceito, conforme o gráfico abaixo. Observando o gráfico acima, percebemos que o ambiente escolar é altamente carregado de diversos preconceitos, chegando a quase 100% dos entrevistados com algum nível de preconceito. Durante as ações formativas realizadas juntos às escolas percebemos apenas a confirmação dos dados levantados pela pesquisa. Sempre que a escola é contatada, através da direção e coordenação inicialmente e posteriormente com professores, umas das primeiras premissas é que na nossa escola não temos o problema da homossexualidade e quando temos conversamos com o aluno e ele não dá problema. A primeira percepção na preocupação da grande maioria das escolas é que as mesmas tratam a homossexualidade como problema e em seguida nega o mesmo. A conversa com os alunos é sempre no sentido de converter o mesmo tornando-o homem ou

3 mulher. Outro ponto a destacar é que a eleição dos meninos e meninos com problemas homossexual são aqueles que apresentam comportamentos que não se enquadram no perfil previamente definido para cada sexo. Ao perceber a homossexualidade como problema e negar o mesmo os profissionais da educação que adotam tal posição, e considere que isto ocorre na grande maioria das escolas, estes profissionais estão apenas reproduzindo os estereótipos existentes na sociedade. Vamos considerar ainda que a maioria dos profissionais da educação que atuam nas escolas públicas são frutos de uma educação conservadora nos moldes apenas do mundo hétero. O preconceito homofóbico se confunde em muito com preconceito de gênero, percebe-se que muitas das atitudes preconceituosas externadas durantes as atividades pedagógicas se dão ao homossexual masculino. Tal preconceito acentua uma vez que é cumulativo no sentido que manifesta contra homossexual masculino pela sua homossexualidade, mas também contra gênero feminino configurado na figura do homossexual masculino, ou seja, há duplicidade de preconceito. Os desafios e as ações formativas junto aos professores Não por acaso, em nossas escolas, temos assistido ao crescente interesse em favor de ações mais abrangentes no enfrentamento da violência, do preconceito e de discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Cada vez mais a homofobia é percebida como um grave problema social, e a escola é considerada um espaço decisivo para contribuir na construção de uma consciência crítica e no desenvolvimento de práticas pautadas pelo respeito à diversidade e aos direitos humanos. (JUNQUEIRA, p. 7) As ações do Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação, através do Formador da Diversidade na Educação Básica desenvolve ações de formação continuada buscando minimizar as atitudes preconceituosas nas atividades desenvolvidas pela escola, bem como combater o sexismo e o proselitismo religioso. O enfoque principal parte da Educação para em Direitos Humanos, enfatizando o sujeito de direito, o exercício da cidadania e a construção de uma identidade na pluralidade das diversidades. Conforme as Orientações emanadas pela a SEDUC-MT (Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso), o foco das ações formativas é a construção de uma educação para paz, enfatizando a Educação em Direitos Humanos, Gênero e Diversidade Sexual como condição fundamental para o plena exercício da cidadania. O respeito pelo ser

4 humano é sempre o foco do trabalho realizado pelo formador da Diversidade na Educação Básica, independentemente de sua condição social, orientação sexual, origem étnica, culto religioso, ou qualquer outra diversidade que diferencie dos padrões pré-determinados. Nesse sentido, na busca da formação escolar que eduque para aprendizagens e/ou afirmação de valores humanistas, tanto para o convívio quanto para uma cultura de paz é que as questões de direitos humanos de forma ampla e especifica como, educação de gênero, diversidade sexual, diversidade cultural e religiosa, são temáticas focos destas orientações curriculares, na tentativa de contribuir com os/as educadores/as na inclusão sistematizada das mesmas (ORIENTAÇÕES CURRICULARES/SEDUC-MT) Através da formação continuada realizado pelo CEFAPRO, pólo Tangará da Serra, busca-se o combate à homofobia, visto ser este o preconceito mais forte e visível percebido no interior da escola, uma vez que a negação da homossexualidade é a primeira forma de preconceito. Relatos de professores e alunos apontam que as manifestações homossexuais são reprimidas e negadas no interior da escola. O uso do nome social por travestis e transexuais, que já possui orientação do Conselho Estadual de Educação, através do Parecer Orientativo 010/2009 é muitas vezes são negadas por algumas escolas e professores, desconsiderando e questionando inclusive o direito estabelecido. A forma adota pela Diversidade da Educação Básica, conforme as Orientações Curriculares e estudos apontam para a pedagogia do empoderamento de professores e alunos a cerca do exercício de seus direitos, inclusive o direito ao exercício da sexualidade. Tal empoderamento se dá através da aquisição de conhecimento, informações a cerca dos direitos para que os mesmos podem ser exercidos na sua plenitude. O combate a homofobia na perspectiva da Educação em Direitos Humanos, busca discutir com os educadores de todas as áreas do conhecimento e disciplinas a humanização do ser e o respeito pela diversidade sexual, evitando enquadrar o educando em estereótipos sexuais ou em padrões estabelecidos. A ênfase educativa se dá sempre no respeito, superando a tolerância. Uma discussão presente nas ações desenvolvidas pela Diversidade do CEFAPRO nas escolas é associação entre o homossexual e a prostituição, alguns educadores em relatos colocam a prostituição como uma condição do homossexual, tal discussão possibilita a percepção da importância do papel da escola na orientação de meninos e meninas

5 homossexuais, uma vez que, a escola passa a ser o principal local de formação e informação, visto que na família e na sociedade como um todo as orientações não acontecem ou são no sentido da negação da homossexualidade, reforçando ainda mais o papel da escola e a importância do empoderamento de professores e alunos. Busca se sempre o trabalho coletivo com as turmas ou grupos de alunos mostrando aos mesmos as possibilidades de aprendizagens com alunos que possuem orientação sexual diferente da maioria, enfatizando que a sua diferença não caracteriza uma desigualdade. Outro ponto discutido nas formações e discussões com os educadores é a função da escola enquanto instituição educadora, os Parâmetros Curriculares Nacionais, apontam que cabe a escola trabalhar o respeito dos educando em relação a homossexualidade. Os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) determinam que não cabe a escola trabalhar ou tentar influenciar de qualquer forma no sentido da definição da sexualidade do educando, uma vez que o mesmo definirá sua sexualidade naturalmente, não dependendo de nenhuma ação da escola ou de outro agente. Alguns avanços As Discussões sobre as temáticas relativas aos Direitos Humanos, Gênero e Diversidade Sexual, assim como os temas transversais elencados nos Parâmetros Curriculares Nacionais, tinham caído no esquecimento nas escolas, não faziam parte da Proposta Pedagógica e a Orientação Sexual limitava-se a exposição dos métodos preventivos pelo professor de biologia. A perspectiva do respeito pela Diversidade Sexual e o combate a homofobia não constavam na pauta pedagógica das escolas. Apesar do pouco tempo de trabalho desenvolvido pela Diversidade na Educação Básica junto às escolas do sistema estadual do pólo de Tangará da Serra discutindo com educadores, possibilitou o levantamento das discussões e a sensibilização de alguns professores a cerca das temáticas da Educação em Direitos Humanos e a homofobia esta começando a ser discutida dentre os educadores, ainda que timidamente. O principal avanço com a instalação da Diversidade na Educação Básica no CEFAPRO de Tangará da Serra é que as discussões sobre Direitos Humanos e o combate a homofobia esta começando a fazer parte das pautas pedagógicas das escolas, temáticas relativas à sexualidade e a homossexualidade estão sendo introduzidas nos currículos das escolas.

6 A SEDUC/MT Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso publicou em 2009/2010 as Orientações Curriculares para a rede Estadual de Educação, tal fato possibilitou iniciar o processo de introdução das temáticas das Diversidades (Direitos Humanos, Gênero e Diversidade Sexual, bem como outras diversidades apresentadas nas escolas). Com a reconstrução dos Projetos Políticos das Escolas, as mesmas estão colocando tais temáticas em suas propostas, o que significa a possibilidade concreta de que estes temas passem a fazer parte da rotina pedagógica da escola. As escolas enquanto instituições formadoras e possuem importante papel na construção de uma sociedade menos preconceituosa, educando meninos e meninas para conviverem com as diversidades da sociedade, respeitando o ser humano, neste contexto o combate a homofobia se concretiza. Crianças educadas desde cedo a perceber o próximo, seja ele quem for como ser humano, não desenvolve atitudes preconceituosas. Conclusão Uma construção de uma sociedade sem homofobia, que respeite as diversidades parece utópica, no entanto, a SEDUC/MT (Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso) através dos CEFAPROs (Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação) com os professores formadores na área da Diversidade da Educação Básica, esta levando até as unidades escolares discussões que fomentam o respeito às diversidades sexuais e ao ser humano. O respeito às diferenças e transversalidades dos temas relativos as diversidades estão sendo discutidas pelas escolas, podem e devem conforme as Orientações Curriculares fazerem parte da rotina pedagógica das escolas, e neste sentido a educação escolar assume importante papel na construção de uma sociedade menos preconceituosa. Direitos Humanos, Gênero e Diversidade Sexual são temáticas que estavam esquecidas nos currículos escolares, a negação da homossexualidade é a prova que o direito a sexualidade sequer era considerado dentro da comunidade escolar, principalmente pelos professores e a presença nos CEFAPROSs, entre eles o de Tangará da Serra, traz a luz tais discussões e levanta um desafio maior ainda de incluir nos currículos e na rotina das escolas discussões sobre homofobia e o respeito às individualidades que caracterizam o ser humano. Bibliografia

7 CANDAU, Vera Maria. Educação e Direitos Humanos, Currículo Estratégias Pedagógicas. PUC Rio de Janeiro. BORTOLINI, Alexandre. Diversidade sexual na escola. UFRJ: Rio de Janeiro, BRASIL. Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. Plano nacional de educação em direitos humanos. Brasília: MEC / MJ, BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos: temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1998 BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Pluralidade Cultural: orientação sexual. Brasília: MEC 3ª ed. Brasília, 2001 MACHADO, Maria de Fátima Roberto. Diversidade Sociocultural em Mato Grosso. Entrelinhas: Cuiabá, 2008 MEC/SECAD, Cadernos 4. Genero e Diversidade Sexual na Escola: Reconhecer diferenças e superar preconceitos. Brasília, PRAXEDES, Walter. A diversidade humana da escola: reconhecimento, multiculturalismo e tolerância. Revista Espaço Acadêmico nº 42 Nov. de SEDUC/MT, Orientações Curriculares Educação em Direitos Humanos, Gênero e Diversidade Sexual, Mato Grosso, Brasil, 2.010

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