SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO

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2 SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO Presidente do Conselho Nacional do SESC Antonio Oliveira Santos Diretor Geral do Departamento Nacional do SESC Maron Emile Abi-Abib Consultoria da Direção Geral Juvenal Ferreira Fortes Filho Divisão Administrativa e Financeira João Carlos Gomes Roldão Divisão de Planejamento e Desenvolvimento Luís Fernando de Mello Costa Divisão de Programas Sociais Álvaro de Melo Salmito PUBLICAÇÃO Coordenação Gerência de Estudos e Pesquisas / DPD Sebastião Henriques Chaves Gerência de Saúde / DPS Irlando Tenório Moreira Conteúdo Gerência de Estudos e Pesquisas / DPD Cláudia Márcia Santos Barros (Coordenação) Gerência de Saúde / DPS Ana Cristina Correia Guedes Barros (Supervisão técnica) Facilitadores RIOVOLUNTÁRIO Voluntariado Empresarial (Consultor de Conteúdo) Heloísa Coelho (Diretora Executiva) EDIÇÃO Assessoria de Divulgação e Promoção / DG Christiane Caetano Projeto Gráfico Assessoria de Divulgação e Promoção / DG Anderson Oliveira e Mario Saladini Revisão de Texto Rosane Carneiro FICHA CATALOGRÁFICA SESC.DN.DPD.GEP Manual de procedimentos e gestão do voluntariado: Mesa Brasil SESC/ Cláudia Márcia Santos Barros (coordenação).- Rio de Janeiro: SESC, Departamento Nacional, p.; 29 x 21cm ISBN Trabalho voluntário. 2. Programa Mesa Brasil SESC. I. Barros, Cláudia Márcia Santos. II. Título. CDD

3 APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO 1. CONCEITOS BÁSICOS DE VOLUNTARIADO 2. VOLUNTARIADO NO BRASIL 2.1. Datas e Fatos 3. LEGISLAÇÃO 3.1. Uma leitura sobre a Lei 4. ÉTICA NO SERVIÇO VOLUNTÁRIO 4.1. Motivação para ser voluntário 4.2. Princípios básicos do voluntariado 4.3. Visão e atitudes do voluntário 4.4. Direitos e responsabilidades do voluntário 4.5. Direitos e responsabilidades da instituição 5. VOLUNTÁRIOS DO PROGRAMA MESA BRASIL SESC 5.1. Por que trabalhar com voluntários no MESA BRASIL SESC? 5.2. Participação dos voluntários no MESA BRASIL SESC 5.3. Possibilidades de serviço voluntário no MESA BRASIL SESC Voluntários da Área Técnica Voluntários da Área Operacional Voluntários da Área Administrativa 6. GERENCIAMENTO 6.1. Composição da equipe Funções do Coordenador de Voluntários Característica do Coordenador de Voluntários 6.2. Planejamento 6.3. Desenhando o Projeto de Voluntários no MESA BRASIL SESC Objetivos do Projeto Descrição das tarefas 6.4. Admissão do voluntário Preparação Recrutamento Seleção 6.5. Incorporação do voluntário Capacitação Voluntários organizados em equipes Integração Profissionais do Departamento Regional e Voluntários Administração de conflitos 6.6. Manutenção do voluntário Reforço à motivação dos voluntários Reconhecimento Supervisão e Avaliação Remanejamento do voluntário 6.7. Desligamento Desligamento pela instituição social Solicitação de desligamento pelo voluntário S U M Á R I O

4 ANEXOS - Instrumentos de apoio para a gestão de voluntários ANEXO I - Termo de adesão ao Serviço Voluntário e Lei do Serviço Voluntário ANEXO II - Regimento Interno ANEXO III - Ficha cadastral de voluntários ANEXO IV - Diagnóstico por funcionário ANEXO V - Descritivo de função ANEXO VI - Ficha de avaliação periódica do voluntário ANEXO VII - Questionário de motivação pessoal ANEXO VIII - Ficha de auto-avaliação do serviço voluntário ANEXO IX - Certificado pelo serviço voluntário ANEXO X - Modelo de projeto BIBLIOGRAFIA

5 APRESENTAÇÃO A elaboração e o desenvolvimento de manuais técnico-operacionais constituem-se prioridades estratégicas do Departamento Nacional do SESC, na perspectiva de contribuir para o aprimoramento técnico permanente das equipes dos Departamentos Regionais, com efeitos para a qualificação crescente das ações desenvolvidas em suas diferentes esferas de atuação. Consiste em uma forma também de garantir uma certa unidade das ações programáticas, sem perder de vista as especificidades locais que, por sinal, são contempladas e se constituem em objeto de sistematização analítica nesses documentos, com vistas ao aprendizado a partir das diferentes experiências. É o caso deste Manual de procedimentos e gestão do voluntariado do Programa MESA BRASIL SESC, elaborado em resposta à necessidade de sistematizar e dinamizar o trabalho voluntário componente fundamental para a consolidação das diretrizes fixadas em torno da melhoria da qualidade de vida e do fortalecimento da cidadania por meio da responsabilidade social compartilhada. Adota-se a abordagem contemporânea do voluntariado como forma de ação cívica que tem como objetivo a mobilização e o engajamento em torno de problemas da coletividade, supondo uma atuação qualificada e, desse modo, requerendo a formação de equipes de voluntários administradas com boas práticas de gerência e criterioso planejamento. Acreditamos que a presente publicação possibilitará a instrumentalização técnica das equipes para o enfrentamento desse desafio, contribuindo para a difusão da cultura da solidariedade e da cidadania, em conformidade com os objetivos institucionais. Maron Emile Abi-Abib Diretor-Geral

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7 INTRODUÇÃO Este é um manual de orientação técnica destinado a instrumentalizar os coordenadores e as equipes de execução do Programa MESA BRASIL SESC, nos diferentes Departamentos Regionais, para o processo de implantação e gestão de seus Projetos de Voluntariado. O Manual de procedimentos e gestão do voluntariado vem atender a necessidade de sistematizar e dinamizar o trabalho voluntário no MESA BRASIL SESC e é um documento que integra o conjunto de ações estratégicas que vêm sendo implementadas pelo Departamento Nacional, visando ao aprimoramento técnico das equipes dos Departamentos Regionais e a padronização de critérios e procedimentos que contribuam para a unidade das ações programáticas, sem perder de vista as especificidades de cada localidade. Este documento foi, assim, elaborado de forma didática, procurando sistematizar a experiência já adquirida pelas equipes nos Departamentos Regionais, aliada ao conhecimento construído na interlocução com parceiros e com a equipe gestora no Departamento Nacional. A intenção na organização do texto foi proporcionar às equipes um material de caráter objetivo e de consulta permanente na estruturação organizacional e metodológica dos projetos de voluntariado seus aspectos de planejamento, acompanhamento e avaliação. Inicia-se pela abordagem conceitual do voluntariado, apresentando as concepções adotadas contemporaneamente e que guardam correspondência com as diretrizes fixadas para a ação institucional, aliando os princípios de responsabilidade social compartilhada, exercício da cidadania e promoção da qualidade de vida. Na seqüência analisa-se brevemente os aspectos históricos e políticos do voluntariado, listando-se os principais acontecimentos que contribuíram para a promoção e o fortalecimento do voluntariado no Brasil. Um marco de fundamental importância é a promulgação da lei que dispõe sobre as condições do serviço voluntário e esse documento legal é analisado neste manual, tecendo-se comentários atinentes aos procedimentos para sua aplicação no contexto do Programa MESA BRASIL SESC. O tema das bases éticas subjacentes à implantação e ao desenvolvimento de projetos de voluntariado é tratado tanto na dimensão das motivações, valores e atitudes que levam às opções individuais pelo serviço voluntário, quanto na esfera dos princípios que o regem no âmbito das organizações.

8 As duas últimas seções deste manual dedicam-se ao detalhamento das possibilidades do trabalho voluntário no Programa MESA BRASIL SESC e dos respectivos procedimentos de gestão necessários ao êxito dos projetos de voluntariado. Por fim, os anexos apresentam instrumentos de apoio para a gestão, selecionados a partir das experiências vivenciadas pelas equipes dos Departamentos Regionais, assim como resultantes de pesquisa em publicações de organizações dedicadas ao incentivo e à consolidação do voluntariado no país. A implementação de projetos de voluntariado no contexto do Programa MESA BRASIL SESC vem sendo feita de forma cuidadosa pelas equipes dos Departamentos Regionais e pretendemos que a publicação deste manual contribua para a sistematização do trabalho no sentido de sua qualificação crescente. Mas também esperamos que este documento possa ser dinamizado, como resultado da atuação dos técnicos em resposta aos desafios colocados pela prática, dos aprendizados proporcionados pela integração e convivência com os parceiros, com os voluntários e o público beneficiário e do intercâmbio de experiências efetivado pelas equipes nos diferentes Departamentos Regionais do SESC.

9 MANUAL DE PROCEDIMENTOS E GESTÃO DO VOLUNTARIADO MESA BRASIL SESC 1 - C O N C E I T O S B Á S I C O S D E V O L U N T A R I A D O C om as transformações que vêm acontecendo nas relações entre o Estado e a Sociedade, abrindo novas possibilidades de participação da sociedade civil nos processos decisórios do país, a ação voluntária vem tomando espaço privilegiado no âmbito das práticas produtivas concretas, chegando mesmo a ser considerada fundamental para que os projetos de desenvolvimento tenham resultado. A ação voluntária para ser eficiente e eficaz deve compor um feixe de ações fundadas no princípio da solidariedade e deve estar em consonância com políticas públicas que favoreçam a inclusão social e a redução das enormes desigualdades de nosso país esse é o sentido do voluntariado no Programa MESA BRASIL SESC, conjugando esforços para o desenvolvimento e a justiça social, somando vontades, princípios, energias, sentimentos e solidariedades. O voluntariado que nasce desse encontro da solidariedade com a cidadania não substitui o Estado nem se choca com o trabalho remunerado, mas exprime, isto sim, a capacidade da sociedade de assumir responsabilidades no esforço coletivo de construção de estratégias e canais de atuação para enfrentamento dos problemas sociais. Mesmo considerando esses princípios, não existe um conceito absoluto sobre o que é ser voluntário, sendo possível, contudo, partir de uma definição mínima sobre o termo, apoiando-se sobre conceituações de diversas organizações, dentre as quais podemos citar: Voluntário é um ator social e um agente de transformação, que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade doando seu tempo e conhecimentos, realiza um serviço gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, como às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político ou emocional. Fundação Abrinq Abril de 1996 O voluntário é o jovem ou o adulto que, devido ao seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte de seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem-estar social ou outros campos... Organização das Nações Unidas - ONU Trata-se de um serviço comprometido com a sociedade e alicerçado na liberdade de escolha. O voluntariado promove um mundo melhor e torna-se um valor para todas as sociedades. International Association for Volunteer Efforts - Iave No serviço voluntário o dinheiro não é o objetivo final, nem a medida de referência. Cooperação, responsabilidade, compromisso, solidariedade, tolerância, deixam de ser abstrações para se tornarem realidade.

10 10 SESC - Serviço Social do Comércio 2 - V O L U N T A R I A D O N O B R A S I L O voluntário é, principalmente, alguém que contribui com suas habilidades, competências e espírito solidário para o fortalecimento da equipe da instituição. Seu serviço não deve substituir o de um funcionário remunerado; sua participação deve estar limitada a atividades complementares, ampliando o alcance do serviço social, nas atividades culturais, educativas e ambientais. O voluntariado é um produto histórico e mesmo que possamos identificar características peculiares aos diferentes momentos da evolução do pensamento e da ação voluntária, o fato é que sempre esteve e está permeado pela generosidade e a vontade de justiça, unidas a um sentimento de responsabilidade pessoal sobre seu esforço ideológico e comunitário. Podemos identificar a década de 90 como um marco histórico para a atual forma de conceber a ação voluntária, considerando o voluntário como um cidadão que, motivado por valores de participação e solidariedade, doa o seu tempo, serviço e talento de maneira espontânea e não remunerada, em prol de causas de interesse social e comunitário. Esse novo modelo baseia-se e pratica o princípio de aproximação vital : quanto mais próxima de um problema estiver uma instituição social, com recursos humanos e seus serviços, mais adequada será a intervenção e maior a participação das pessoas na busca de soluções. Hoje não é possível conceber uma ação social eficiente sem o envolvimento da comunidade. Não haverá soluções efetivas e sustentáveis sem a participação das pessoas envolvidas no processo. Dentro dessa realidade, o voluntariado assume e assumirá cada vez mais um papel decisivo, pois participar significa ter a capacidade de assumir responsabilidades e investir tempo, serviço e dedicação na solução de problemas e nas exigências comunitárias e solidárias. 2.1 DATAS E FATOS Fundada, na Vila de Santos, a Santa Casa de Misericórdia; Surge o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, para prestar assistência médica em áreas de conflito armado; A Cruz Vermelha chega ao Brasil; O Escotismo se estabelece no país, com o objetivo de ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião ; É promulgada a Lei de Utilidade Pública, para regular a colaboração do Estado com as instituições filantrópicas; Getúlio Vargas funda a Legião Brasileira de Assistência (LBA). A primeira-dama, Darci Vargas, foi a primeira presidente; Surge a Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae); O governo cria o Projeto Rondon, que leva universitários brasileiros para dar assistência às comunidades carentes no interior do país; É criada a Pastoral da Criança, para combater a mortalidade infantil; A Iniciativa Voluntária começa a buscar parcerias com a classe empresarial;

11 MANUAL DE PROCEDIMENTOS E GESTÃO DO VOLUNTARIADO MESA BRASIL SESC Betinho cria a Ação da Cidadania Contra a Miséria e pela Vida, que organiza a sociedade para combater a fome; FHC cria o Comunidade Solidária, para tentar se adequar às exigências do moderno voluntariado. Ruth Cardoso assume a presidência do Conselho; Criação dos Centros de Voluntariado no país; É promulgada a Lei 9.608, que dispõe sobre as condições do serviço voluntário; É promulgada a Lei 9.790, que qualifica as organizações da sociedade civil de direito público e disciplina o termo de parcerias; Ano Internacional do Voluntário, instituído pela Organização das Nações Unidas; O Programa Fome Zero é criado pelo governo federal, Lula como presidente, convidando toda a sociedade a se mobilizar contra a fome. O voluntário somente tem sentido quando não esquece o horizonte da emancipação (...) O voluntariado não é um álibi para diminuir os compromissos do Estado, mas para exigi-los. (...) A ação voluntária requer reciprocidade: não é orientada simplesmente para a assistência do outro, mas para o crescimento de ambos, embora as suas contribuições sejam diferentes. García Roca 3 - L E G I S L A Ç Ã O O serviço voluntário pode ser realizado dentro de uma entidade que atue em diferentes setores da área social e comunitária. No entanto, nem todas as instituições abrem suas portas para este tipo de serviço. Via de regra, isso acontece por dificuldades da própria instituição em se organizar adequadamente para receber os voluntários, decorrentes de experiências negativas ou dificuldades legais que tiveram em seu relacionamento com voluntários. O problema foi equacionado com a aprovação pelo Congresso Nacional, em fevereiro de 1998, da Lei sobre o Serviço Voluntário. Esta lei tem dois grandes méritos: O reconhecimento da especificidade do serviço voluntário dá um status próprio a uma realidade que, no Brasil, ainda é pouco conhecida e valorizada; O claro estabelecimento da distinção entre voluntário e empregado. A lei protege as organizações contra a ação de alguns poucos que se apresentavam e trabalhavam como voluntários para, em seguida, tentar forjar um vínculo empregatício com a instituição com a qual colaboravam. Essa atitude de poucos inibia a ação de muitos, na medida em que as organizações que necessitavam de voluntários hesitavam em mobilizá-los, receosas de se verem surpreendidas por ações trabalhistas indevidas.

12 12 SESC - Serviço Social do Comércio O candidato ao serviço voluntário agora assina um Termo de Adesão ao Serviço Voluntário junto à organização onde vai prestar o serviço, no qual declara conhecer a legislação específica UMA LEITURA SOBRE A LEI Como vimos, o serviço voluntário é definido pela Lei 9.608, de 18 de fevereiro de 1998, a qual legisla como voluntariado a atividade não remunerada prestada por pessoa física a entidade pública, de qualquer natureza, ou a instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, inclusive mutualidade. Segundo define a Lei, o serviço voluntário não gera vínculo empregatício nem obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim. É bom ter claro que serviço voluntário não é estágio, não podendo, portanto, ser certificado como tal. No entanto é inegável que, para o recém-formado, trata-se de uma oportunidade de adquirir prática no seu campo profissional, podendo inclusive ser citado no seu currículo como enriquecimento e experiência na área. A Lei autoriza o ressarcimento de despesas feitas pelo voluntário, desde que estas sejam expressamente autorizadas pela entidade tomadora, e sejam comprovadamente realizadas no desempenho de atividades voluntárias. É recomendável que a organização preveja hipóteses e/ou limites de reembolso de despesas, bem como exija relatórios comprovando sua vinculação ao serviço voluntário. É também requisito legal que o serviço voluntário esteja previsto em contrato escrito Termo de Adesão ao Serviço Voluntário. Colocando em prática a legislação O Termo de Adesão deve: 1. Conter a correta identificação do prestador e tomador de serviços voluntários 2. Indicar a natureza dos serviços e as condições para o seu exercício. (Esse requisito é considerado essencial para o afastamento e a desobrigação de vínculo de emprego passível de fiscalização trabalhista e de Poder Judiciário, orientados que são pelo conceito de contrato realidade em lugar do contrato formal.) 3. Conter a Lei transcrita no verso da página. 4. Ser emitido em duas vias, sendo uma para os voluntários e a outra para a instituição. 5. Ser assinado pelo responsável pela instituição e pelo voluntário. 6. Ser assinado por duas testemunhas. 7. Deve ser arquivado e conservado por três anos após o desligamento do voluntário, pois é a prova documental da não-existência de vínculo trabalhista. 8. A vigência do Termo de Adesão não é predeterminada por nenhum aspecto legal. Recomendamos que ao fim da relação entre o voluntário e o Departamento Regional faça-se constar no termo de adesão uma anotação referente à finalização da prestação de serviço. É recomendável, ainda, a elaboração de um Regimento Interno que normatize a ação voluntária. O corpo de voluntários da organização social deve estar sujeito à obediência de um regimento interno, que discipline as normas de conduta e os procedimentos durante o período de exercício da função. Apesar de o serviço não ser remunerado, ele requer grande senso de responsabilidade, interesse e 1 Você vai encontrar um modelo de Termo de Adesão ao Serviço Voluntário no Anexo I deste Manual.

13 MANUAL DE PROCEDIMENTOS E GESTÃO DO VOLUNTARIADO MESA BRASIL SESC 13 profissionalismo. Assim, no regimento interno, o Departamento Regional deve discorrer de forma clara e direta sobre todos os pontos que possam garantir a qualidade desse serviço, como, por exemplo, pontualidade e assiduidade; participação em reuniões, treinamentos e eventos; uso de telefone e demais equipamentos da organização; formas de trajar-se e do contacto com pacientes e/ou clientes da organização etc. Quanto mais claras e especificadas as normas, menos mal-entendidos poderão advir. Esse documento entregue ao novo voluntário servirá como instrumento de consulta permanente. Materiais de apoio: Lei do Voluntariado: Anexo I Termo de Adesão: Anexo I Regimento interno: Anexo II 4 - É T I C A N O S E R V I Ç O V O L U N T Á R I O E m setembro de 1990 em Paris, a International Association for Volunteer Efforts (Iave), redigiu uma declaração inspirada na Declaração Mundial dos Direitos Humanos, de 1948, e na Convenção dos Direitos da Criança, de Os voluntários reunidos para essa iniciativa da Iave declararam: a sua fé na ação voluntária como uma força criativa que: Respeita a dignidade de todas as pessoas e a sua disposição para melhorar as suas vidas e exercer os seus direitos como cidadãos; Ajuda a resolver problemas sociais e ambientais; e Constrói um mundo mais humano e justo, promovendo a cooperação internacional. Os voluntários reunidos pela Iave convidaram então os governos, as organizações internacionais, as empresas e os meios de comunicação a se unirem a eles na criação de um ambiente universal que promova e mantenha um voluntariado efetivo no mundo, como um sinal de solidariedade entre as nações e entre todos os seres humanos. Importante saber: Iave - International Association for Volunteer Efforts, é uma organização não-governamental inteiramente gerenciada por voluntários, que atua no mundo todo com o objetivo de apoiar, fortalecer e promover o voluntariado. Maiores informações:

14 14 SESC - Serviço Social do Comércio 4.1 MOTIVAÇÃO PARA SER VOLUNTÁRIO Ao falar da filosofia da ação voluntária surge uma pergunta simples, mas básica: o que leva uma pessoa a ser voluntária? Ao ensaiar uma resposta poderíamos tentar expressá-la com vários sentimentos como: solidariedade, amor ao próximo, vontade de ser útil a alguém, vontade de fazer diferença, etc. É possível salientar que alguns voluntários enfatizam as possibilidades de realização pessoal através do voluntariado, enquanto outros dão maior importância ao serviço, ao dever e à retribuição por benefícios recebidos. Enfim, a resposta pode ser tão variada quanto os sonhos e as expectativas de vida de cada ser humano do nosso planeta, pois cada voluntário terá a sua motivação pessoal, mesmo que em um primeiro momento ela não fique tão clara e visível, nem mesmo para o próprio voluntário. Aceitar as diversas motivações também compreende o reconhecimento, pois é extremamente legítimo que um voluntário espere algo em troca pelo seu serviço voluntário. Nada relacionado a recursos financeiros, mas sim a uma via de mão dupla onde o voluntário, além de doar talento, carinho, tempo, dedicação, etc., também recebe novas experiências, oportunidades de aprendizado, prazer de se sentir útil, criação de novos vínculos de pertencimento, afirmação do sentido comunitário. Por isso conhecer, entender e aceitar a motivação de cada voluntário pode ser a chave do sucesso para um projeto de voluntariado, mesmo que isso signifique abrir mão de um ótimo potencial voluntário. Veja este exemplo: O Sr. Antonio é um excelente artesão, e ficou sabendo que o SESC, através do Programa MESA BRASIL SESC, está recebendo voluntários para fortalecimento de suas ações. Mesmo sem saber que ações são estas ele procurou o SESC, pois sempre quis ser voluntário, ensinando o seu ofício em comunidades de baixa renda, a fim de contribuir para a geração de receita para muitas famílias. Lá, foi recebido pela Assistente Social do Programa, que lhe apresentou o MESA BRASIL SESC e as suas necessidades de voluntariado. Com isso o Sr. Antônio viu que não havia a vaga de oficineiro de artesanato, mas que havia outras oportunidades de ser útil à sua comunidade. A partir desse ponto podemos ter basicamente dois desdobramentos: 1º. O Sr. Antônio reafirma que a sua motivação em ser voluntário está estritamente ligada à sua profissão; logo, o que ele quer fazer é dar aulas de artesanato. 2º. O Sr. Antônio reafirma a sua intenção de dar aulas de artesanato, mas diz que, acima de tudo, a sua motivação é para ajudar a comunidade, logo quer ajudar no que for útil. Percebam que, como no exemplo acima, a decisão final deve ser do sujeito que se candidata a voluntário. Ele não deve ser pressionado a assumir uma atividade que não corresponda ao seu interesse, expresso de uma forma muito tranqüila pela atitude de dizer quero fazer....

15 MANUAL DE PROCEDIMENTOS E GESTÃO DO VOLUNTARIADO MESA BRASIL SESC PRINCÍPIOS BÁSICOS DO VOLUNTARIADO Segundo a motivação pessoal e a livre escolha, os princípios básicos do voluntário são: Reconhecer e respeitar a dignidade e a cultura de cada ser humano; Reconhecer o direito de cada homem, mulher e criança de associar-se livremente, sem distinção de raça, religião, condição física, social, econômica ou outra; Oferecer seus serviços aos demais, sem qualquer remuneração, individualmente ou através do esforço conjunto; Detectar as necessidades e estimular a participação da comunidade na resolução dos próprios problemas; Promover a responsabilidade social, a participação cidadã, a comunidade, a solidariedade internacional; Melhorar a qualidade de vida, fornecendo respostas aos grandes desafios do mundo de hoje. É importante lembrar que: O serviço voluntário promove o crescimento pessoal e propicia a aquisição de habilidades e conhecimentos, ajudando no desenvolvimento do potencial pessoal e da auto-estima, capacitando a pessoa a participar ativamente na resolução de seus problemas e da coletividade. 4.3 VISÃO E ATITUDES DO VOLUNTÁRIO Os VALORES fundamentais da filosofia do voluntariado social dão significado e transcendência à ação voluntária e representam o ideal de uma motivação consciente. Eles são: Igualdade entre homens e mulheres; Respeito à dignidade humana; Justiça social: direito a uma vida digna; Solidariedade humana e ajuda recíproca; Democracia como forma de convivência social, direito de todos à participação e à possibilidade de tomar decisões; Ajudar os outros a enfrentarem suas necessidades e problemas; Enfrentar o pessimismo e as crises de valores; Ter fé em si mesmo e nas próprias potencialidades; Responsabilidade pessoal: compromisso. As ATITUDES, no sentido de viver de fato os valores, são: Perceber e apreciar a cultura, os valores dos outros;

16 16 SESC - Serviço Social do Comércio Estabelecer comunicação, diálogo; Ser persistente, responsável e disciplinado; Ter entusiasmo, iniciativa, otimismo; Cooperar, trabalhar em equipe; Receber e dar ao mesmo tempo; Aprender e ensinar ao mesmo tempo; Adquirir a formação e o treinamento necessários; Estar disposto ao crescimento pessoal. 4.4 DIREITOS E RESPONSABILIDADES DO VOLUNTÁRIO Todo voluntário tem DIREITO a: Desempenhar uma tarefa que o valorize e seja um desafio para ampliar habilidades ou desenvolver outras; Obter uma descrição clara de suas tarefas e responsabilidades; Participar das decisões com relação ao seu trabalho; Contar com os recursos indispensáveis para o trabalho voluntário; Receber capacitação e supervisão para melhorar o desempenho de sua tarefa, assim como a informação completa sobre a tarefa que deve desenvolver. Respeito aos termos acordados quanto à sua dedicação, tempo doado etc. e não ser desrespeitado na disponibilidade assumida; Receber reconhecimento e estímulo; Ter oportunidades para o melhor aproveitamento de suas capacidades, recebendo tarefas e responsabilidades de acordo com os seus conhecimentos, experiência e interesse. Todo voluntário tem a RESPONSABILIDADE de: Conhecer a instituição e/ou a comunidade onde presta serviços (a fim de trabalhar levando em conta essa realidade social) e as tarefas que lhe foram atribuídas; Escolher cuidadosamente a área onde deseja atuar conforme seus interesses, objetivos e habilidades pessoais, garantindo um trabalho eficiente; Ser responsável no cumprimento dos compromissos contraídos livremente como voluntário. Só se comprometer com o que de fato puder fazer; Respeitar valores e crenças das pessoas com as quais trabalha; Aproveitar as capacitações oferecidas, através de uma atitude aberta e flexível;

17 MANUAL DE PROCEDIMENTOS E GESTÃO DO VOLUNTARIADO MESA BRASIL SESC 17 Trabalhar de forma integrada e coordenada com a entidade onde presta serviço; Manter os assuntos confidenciais em absoluto sigilo; Acolher de forma receptiva a coordenação e a supervisão de seu trabalho; Usar de bom senso para resolver imprevistos, além de informar os responsáveis. 4.5 DIREITOS E RESPONSABILIDADES DA INSTITUIÇÃO A instituição tomadora do serviço voluntário tem DIREITO a: Instituir regras de Regulamento Interno para o recebimento de voluntários em suas instalações; Selecionar o voluntário adequado à atividade; Solicitar assinatura do voluntário no Termo de Adesão; Contar com o voluntário no dia e horário estabelecidos; Avaliar o desempenho do voluntário; Desligar o voluntário, quando este deixar de atender ou não mais se adequar às necessidades da Instituição. A instituição tomadora do serviço voluntário tem a RESPONSABILIDADE de: Oferecer estrutura para realização da atividade voluntária; Avaliar periodicamente as tarefas do voluntário; Manter o canal de comunicação com o voluntário sempre claro e atualizado; Estabelecer postura adequada às normas da instituição; Orientar, treinar e acompanhar o serviço desenvolvido pelo voluntário; Organizar as tarefas e os recursos; Proporcionar troca de experiências e estímulo ao serviço voluntário; Respeitar as individualidades, como profissional e cidadão; Valorizar, incentivar e reconhecer a participação dos voluntários. Importante saber: Não é obrigatório a instituição fornecer aos voluntários benefícios como vale-trasnsporte, vale-refeição, seguro saúde, etc.; estes são direitos dos funcionários e caracterizam, portanto, o vínculo empregatício; qualquer ajuda de custo com transporte ou alimentação deverá ser negociada previamente, autorizada pelo responsável e devidamente comprovada pelo voluntário, conforme previsto pela lei.

18 18 SESC - Serviço Social do Comércio 5 - V O L U N T Á R I O S D O P R O G R A M A M E S A B R A S I L S E S C 5.1 POR QUE TRABALHAR COM VOLUNTÁRIOS NO MESA BRASIL SESC? O desenvolvimento e o sucesso do MESA BRASIL SESC está intimamente ligado à participação e à adesão da comunidade. Por isto, além do envolvimento de empresas e entidades sociais, abre campo para a prática de ações voluntárias, quando pessoas, motivadas por valores de solidariedade e responsabilidade, doam seu tempo, trabalho e talento, de maneira espontânea e não remunerada, em prol do bem comum. A inserção de voluntários neste Programa significa poder contar com forças adicionais para a resolução de um problema tão sério, como é o caso da segurança alimentar em nosso país. Tendo como base de sustentação a parceria, a implantação do trabalho voluntário no MESA BRASIL SESC agrega valores importantíssimos as suas ações. O Programa tem no voluntariado uma das suas principais diretrizes, pois acredita que o voluntário é um cidadão com potencial de realizar intensas transformações sociais em prol da causa de seus semelhantes, por meio da realização de ações nas áreas de educação, saúde e assistência social que venham contribuir para a qualidade e a segurança alimentar e nutricional de grande parcela da sociedade em situação de vulnerabilidade. Em uma democracia, como é o caso do Brasil, a participação na resolução dos problemas da sociedade é um direito e um dever de cada cidadão. Por isso a participação voluntária de cidadãos brasileiros no Programa MESA BRASIL SESC é uma oportunidade que o SESC oferece à comunidade para que sejam agentes de transformação de suas próprias realidades. 5.2 PARTICIPAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO MESA BRASIL SESC Para definirmos a participação de voluntários no Programa MESA BRASIL SESC é importante ter em mente que o SESC tem um potencial bastante grande no que se refere à mobilização de recursos para o cumprimento dos objetivos desse Programa, mas sem dúvida a participação de voluntários em diversas atividades de apoio, como vocês poderão ver neste manual, tem o potencial de otimizar os resultados a serem alcançados. Ao tratarmos do alcance do Projeto de Voluntariado do Programa MESA BRASIL SESC, não podemos deixar de definir o que é, e quais os níveis de participação. Se entendemos o serviço voluntário como forma de participação cidadã e partimos do princípio de que a participação é um direito de toda pessoa de se envolver no próprio destino e no destino da comunidade, é desejável que todos participem na maior quantidade de áreas possíveis e no mais alto grau. É claro que, como em toda ação coletiva, os processos participativos de trabalho requerem duas condições indispensáveis: normas que determinem a participação no processo de decisão; uma forma de compor ou combinar decisões individuais (por exemplo, por votação de maioria simples) que visa à formação da vontade coletiva. Acreditamos que o processo de trabalho se qualifica quando, como resultado de um processo participativo cuidadoso, graduado e respeitoso das diferenças entre as pessoas, atinge-se maior participação na tomada de decisões, permitindo influências mútuas entre voluntários e instituição. Esse nível de participação corresponde a um voluntariado concebido como agente de transformação social. Quem pode participar como voluntário do Programa MESA BRASIL SESC? Todo e qualquer cidadão brasileiro pode se candidatar a voluntário do Programa MESA BRASIL SESC, em um dos Departamentos Regionais, onde deve receber orientações sobre o processo de admissão de voluntário da unidade.

19 MANUAL DE PROCEDIMENTOS E GESTÃO DO VOLUNTARIADO MESA BRASIL SESC 19 Importante saber: Juridicamente é desaconselhável que funcionários do Departamento Regional atuem como voluntários nas ações do Programa MESA BRASIL SESC, pois isto caracterizaria uma dupla relação contratual, um contrato de trabalho com o SESC e o Termo de Adesão ao Serviço Voluntário. Essa relação, em uma análise judicial, caso ocorra alguma reclamação trabalhista por parte do funcionário, terá uma grande chance de determinar ganho de causa para o funcionário, pois o juiz tende a avaliar que não fica claro onde começa uma atividade e termina a outra. 5.3 POSSIBILIDADES DE SERVIÇO VOLUNTÁRIO NO MESA BRASIL SESC Voluntários da Área Técnica Algumas das possibilidades de ação voluntária na área técnica do Programa MESA BRASIL SESC são: Ministrar palestras, cursos e treinamentos diversos, com o objetivo de contribuir para ações educativas inseridas no Programa. Ex.: - Oficina de aproveitamento integral de alimentos; - Palestra sobre Lei Orgânica da Assistência Social - Loas. Captar doadores com o objetivo de ampliar os parceiros do Programa. Ex.: - Divulgar o Programa em empresas do ramo de alimentos Voluntários da Área Operacional Algumas das possibilidades de ação voluntária na área operacional do Programa MESA BRASIL SESC são: Coletar, selecionar e distribuir alimentos, com o objetivo de agilizar a entrega para as entidades receptoras; Apoiar no desenvolvimento das ações educativas; Auxiliar na arrecadação de doações. Ex.: - Atuar em campanhas e eventos na coleta e armazenagem dos alimentos Voluntários da Área Administrativa Algumas das possibilidades de ação voluntária na área administrativa do Programa MESA BRASIL SESC são: Apoio na digitação de fichas de cadastro de instituições; Atendimento telefônico para esclarecimento de dúvidas; Organização de arquivos.

20 20 SESC - Serviço Social do Comércio 6 - G E R E N C I A M E N T O 6.1 COMPOSIÇÃO DA EQUIPE Para desenvolvimento das ações técnicas e operacionais do MESA BRASIL SESC, preconiza-se a contratação, para formação de quadro próprio e exclusivo, dos seguintes profissionais: coordenador, assistente social, nutricionista, auxiliar administrativo, motorista e ajudante. Participam ainda do Programa estagiários das duas áreas técnicas. O trabalho voluntário, nesse contexto, vem somar-se ao trabalho executado por esses profissionais, no sentido de alcançar os objetivos do Programa. Importante saber: Não se recomenda a inserção de voluntários nessas funções técnicas e operacionais estratégicas do Programa, onde o vínculo trabalhista e empregatício é fundamental para o êxito do trabalho Funções do Coordenador de Voluntários Planejar os serviços voluntários com base no estudo de necessidades e recursos disponíveis. Garantir o cumprimento dos aspectos legais e normativos relacionados à implantação do projeto de voluntariado. Elaborar o Descritivo de Função. Planejar e organizar atividades de recrutamento e seleção de voluntários. Planejar, executar e/ou supervisionar as atividades de capacitação dos voluntários para o desempenho de suas funções. Supervisionar a equipe de voluntários. Promover a integração dos voluntários e destes com a equipe remunerada. Realizar reuniões de planejamento, acompanhamento e avaliação do trabalho Características do Coordenador de Voluntários O Coordenador de Voluntários precisará ter várias habilidades específicas. Numa situação ideal, o profissional deverá possuir: Capacidade para perceber as necessidades do contexto social; Habilidade para ouvir e envolver o outro; Capacidade para estabelecer uma comunicação efetiva; Disposição para integrar-se a grupos e trabalhar em equipe; Habilidade para planejar, organizar, delegar e supervisionar projetos;

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