Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A Regional de Produção do Amapá CAP Divisão de Eng. de Operação e Manutenção CAPE Sistema da Gestão Ambiental

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1 Manual do Sistema da Gestão Ambiental

2 TIPO: FOLHA DE CONTROLE ITEM DA NORMA: CÓDIGO: MSG-SGA REVISÃO: 06 DATA DE ELABORAÇÃO: 26/10/2010 DATA DE APROVAÇÃO: 03/12/2010 ELABORADOR: ANALISTA CRÍTICO: APROVADOR: DISTRIBUIÇÃO IMPRESSA CONTROLADA: DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA PARA LEITURA: Manual do Sistema da Gestão Ambiental Walcemir Souza Cunha Filipe Dvorsak (CAPT) e Denis Oliveira (CAPG) Eng. Marcos da Silva Drago Sala da Equipe da Gestão Ambiental Sala da Gerencia Regional \\elncapsrv08/iso / Documentos/MSG -SGA JUSTIFICATIVAS DE REVISÃO Revisão 00 Aprovada em 20/11/2004: Emissão inicial dos procedimentos para a melhoria do Sistema da Gestão Ambiental. Revisão 01 Aprovada em 18/01/2005: Controle de revisão e inclusão do escopo do SGA Revisão 02 Aprovada em 19/08/2005: Inclusão de organograma Revisão 03 Aprovada em 17/02/2006: Adequação da versão 2004 da NBR ISO Revisão 04 aprovada em 25/05/2007: Mudança da logomarca BVQi, exclusão dos símbolos de acreditação e mudança da cor do papel. Revisão 05 aprovada em 30/09/2009: Exclusão da logomarca da BVQi, mudança na logomarca SGA, na folha de controle, inclusão da folha de aprovação e na distribuição de cópia física. Revisão 06 aprovada em 03/12/2010: Inclusão da logomarca BSI, mudança na logomarca da Eletrobrás Eletronorte e Revisão da Política Ambiental da CAP. Página 2 de 32

3 Endereço: Rua Paraná, 1350, Santa Rita Macapá Amapá Telefone: (0XX96) Fax: (0XX96) Site: http\\www.eln.gov.br Página 3 de 32

4 SUMÁRIO 1. Apresentação Apresentação Eletronorte Estrutura Organizacional Características Principais Área de Atuação da Eletronorte Apresentação do Produto Apresentação da Regional do Amapá Localização/Característica do Estado do Amapá Sistema Elétrico Amapá Unidade Regional do Amapá Organograma da Regional do Amapá Visão, Missão e Valores Organização Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes Reservatório da Hidrelétrica Coaracy Nunes Características Técnicas do Reservatório UHE Coaracy Nunes Usina Térmica de Santana Sistema de Transmissão Sistema de Gestão Ambiental Escopo do Sistema de Gestão Ambiental Termos, Definições e Siglas Termos e Definições Sistema de Gestão Ambiental (SGA) Meio Ambiente Aspectos Ambientais Impactos Ambientais Comitê de Gestão Administração Siglas Requisitos do Sistema de Gestão Ambiental Requisitos Gerais Política Ambiental da CAP Planejamento Aspectos e Impactos Ambientais Requisitos Legais e Outros Objetivos, Metas e Programas Implementação e Operação Recursos, Funções, Responsabilidade e Autoridade Página 4 de 32

5 Competência, Treinamento e Conscientização Comunicação Documentação Controle de Documentos Controle Operacional Preparação e Resposta à Emergências Verificação Monitoramento e Medição Avaliação do Atendimento a Requisitos Legais e Outros Não-Conformidades, Ação Corretiva e Ação Preventiva Controle de Registros Auditorias Internas Análise pela Administração Página 5 de 32

6 1. APRESENTAÇÃO As Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A ELETROBRÁS ELETRONORTE, criada em 1973 para realizar a missão de ser um agente de desenvolvimento da Região Amazônica através da oferta de energia elétrica a toda região e atender as demais regiões geográficas do país através do sistema interligado de transmissão de energia elétrica. A história da empresa tem sido marcada desde sua criação pela superação de grandes desafios, em razão da característica particular da região, com baixa densidade demográfica, o que implica em investimentos de grande monta, e retorno em longo prazo. No inicio deste século, as preocupações com o meio ambiente adquirem suprema importância e a humanidade se vê diante da necessidade de mudanças radicais para garantir a sobrevivência digna das futuras gerações. Mais do que nunca se contrastaram dois tipos de poluição: a da riqueza, proveniente do consumo exagerado dos mais ricos, que utilizam os recursos para satisfação de sua opulência, e a poluição da pobreza, que é originada da degradação dos recursos naturais pelas populações de baixa renda, que assim o fazem para satisfação de suas necessidades de sobrevivência. Ambos os tipos de devastação dos recursos demonstram que o meio ambiente é visto apenas como um fornecedor de recursos naturais para satisfação humana. Em razão deste cenário e para permitir uma melhora nos processos produtivos, a Eletronorte decidiu pela implantação do Sistema da Gestão Ambiental, baseado na NBR ISO :04. Sendo esta decisão parte do Planejamento Estratégico, sendo uma diretriz empresarial desdobrada nos objetivos organizacional. A, no ano de 2000, iniciou os preparativos para implantação do programa TPM criando em sua estrutura o pilar Meio Ambiente, e em outubro de 2002, para permitir tal implantação contratou-se uma consultoria independente, para dar suporte metodológico ao programa. Esse processo constituído de treinamento dos colaboradores, lideranças e aplicação de técnicas metodologia o que viabilizou a etapa de preparação. Após 02 anos de implantação do Sistema da Gestão Ambiental e em função dos resultados obtidos a empresa decidiu pelo concurso da mesma a Certificação na NBR ISO :04. Foram alcançadas as recomendações, no primeiro trimestre de 2005, os empreendimentos: UHE Coaracy Nunes, LT Central /Santana Circuitos 1 e 2, Se Central e SE Santana. Ressalta-se que, as citadas linhas de transmissão foram as primeiras, do Brasil, a alcançarem essa distinção de certificação. Em função do vencimento do certificado e para incluir no escopo a Usina Térmica de Santana, houve necessidade de iniciar um novo processo de contratação de empresa especializada para avaliar o Sistema da Gestão Ambiental da CAP. Página 6 de 32

7 Este documento apresenta em síntese as atividades da, referente à implantação do Sistema da Gestão Ambiental em suas plantas, focando reduzir/eliminar os impactos ambientais significativos. Engº Marcos da Silva Drago Gerente da Página 7 de 32

8 2. APRESENTAÇÃO ELETRONORTE 2.1. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL CONTROLADORES Ministério de Minas e Energia ELETROBRÁS ELETROBRÁS ELETRONORTE Assembléia Geral de Acionistas Conselho de Administração Diretoria Executiva Presidência Conselho Fiscal Auditoria Interna Diretoria de Planejamento e Engenharia Diretoria Econômica Financeira Diretoria de Produção e Comercialização Diretoria de Gestão Corporativa UNIDADES REGIONAIS Regional de Produção do Amapá CAP 2.2. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS Fundação: 20 de Junho de 1973 Patrimônio Líquido (2009): R$ 6,2 bilhões Faturamento Anual (2009): R$ 3,867 bilhões População Atendida: 40,1 Milhões de Habitantes (22% da População Brasileira) Atuação: Amazônia Legal Número de Funcionários (2009): Página 8 de 32

9 2.3. ÁREA DE ATUAÇÃO DA ELETRONORTE SISTEMA ELÉTRICO INTERLIGADO Até 2004, a área de atuação da Eletronorte concentrava-se nos estados da Amazônia legal e após a promulgação da Lei de 15/03/2004, regulamentada pelo Decreto de 30/07/2004, a Eletronorte passou a atuar em todo o Território Brasileiro, podendo comercializar energia para os clientes dos Sistemas Isolado e Interligado. Area de Atuação Antes de 2004 JAP AN Apos 2004 BRA ZIL 2.4. APRESENTAÇÃO DO PRODUTO GERAÇÃO TRANSMISSÃO / TRANSFORMAÇÃO COMERCIALIZAÇÃO Cresc Contratos (MW médio) ,7% GERAÇÃO HIDRÁULICA Número de Contratos (Un) ,9% Número de Clientes (Un) ,47% GERAÇÃO TÉRMICA Faturamento (R$xmilhões) ,1% ENERGIA ELÉTRICA Página 9 de 32

10 2.5. APRESENTAÇÃO DA REGIONAL DO AMAPÁ LOCALIZAÇÃO/CARACTERÍSTICAS DO ESTADO DO AMAPÁ Características: Área: km2 População: hab Densidade Demográfica: 4,52 hab/km SISTEMA ELÉTRICO AMAPÁ Principal Cliente: CEA Localidades atendidas: 13 Municípios População Beneficiadas: hab Página 10 de 32

11 Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A UNIDADE REGIONAL DO AMAPÁ Nome: Patrimônio Líquido (2009): Receita Prevista (2010): Número de Empregados (2009): R$ ,00 R$ , Colaboradores ORGANOGRAMA DA REGIONAL DO AMAPÁ VISÃO, MISSÃO E VALORES Página 11 de 32

12 3. ORGANIZAÇÃO O sistema elétrico do Amapá é um sistema isolado composto pela Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes, pela Usina Termoelétrica de Santana e pelo Sistema de Transmissão que abastece 81% do Estado do Amapá. Os esforços da Eletronorte já produziram resultados expressivos. A implantação da interligação subaquática entre o parque térmico de Santana e a Ilha de Santana em 13,8 mil volts proporcionou aos moradores da Ilha energia 24 horas por dia USINA HIDRELÉTRICA COARACY NUNES Um decreto assinado em 02 de marco de 1956, pelo presidente Juscelino Kubistcheck de número 2.740, autorizou o Governo do Território a organizar a Companhia de Eletricidade do Amapá CEA, sociedade de economia mista destinada a construir e explorar sistemas de produção, transmissão e distribuição de energia elétrica e serviços correlatos, bem como promover tudo o que fosse necessário para a expansão do mercado de energia elétrica no Território, de forma a estimular a criação de um parque industrial, porém seu objetivo principal seria a construção da Usina Hidroelétrica Coaracy Nunes nos termos do decreto número de 23 de junho de No projeto frisava-se que a construção da obra pouco afetaria o orçamento do Governo Federal, pois 84% do capital gasto na construção viria do arrendamento das jazidas de manganês existentes no então Território do Amapá. Com a constituição das Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A Eletronorte, foram encampados os bens e instalações vinculadas à concessão da produção de energia elétrica da Usina Hidroelétrica Coaracy Nunes e sistema de transmissão associado, cabendo a mesma, promover o desenvolvimento das obras e arregimentar e preparar o quadro de pessoal para a manutenção e operação da do sistema Coaracy Nunes. Em setembro de 1975, era energizado em 69 kv, o sistema de transmissão, incluindo a Subestação de Macapá, o que permitiu finalmente suprir a cidade com energia da Usina Hidroelétrica Coaracy Nunes a partir de 12 de outubro, em caráter experimental, até novembro quando teve início a operação comercial, com uma potencia instalada de 40 MW. A inauguração oficial da Usina ocorreu no dia 13 de janeiro de Página 12 de 32

13 RESERVATÓRIO DA HIDRELÉTRICA COARACY NUNES Estudos para a construção da UHE Coaracy Nunes datam desde a década de Sob a coordenação de concessionária local de energia, a Companhia de Eletricidade do Amapá CEA, tinha-se como limite a geração de um quantitativo energético suficiente para atender o então Território Federal do Amapá. A UHE Coaracy Nunes, está localizada no Estado do Amapá, no Município de Ferreira Gomes. Sua construção foi iniciada na década de 60, pelo Governo Federal e repassada para a Eletronorte em 1974 para conclusão de suas obras. Em novembro de 1975 a usina entrou em operação com a capacidade de 40 MW e destinava 50% da energia produzida ao consumo do parque industrial do Amapá, caracterizado por empresas mineradoras, particularmente de manganês, na região da Serra do Navio, tendo a ICOMI, desde 1953 na área, como a principal consumidora. Atualmente teve sua capacidade ampliada para 78 MW. A UHE Coaracy Nunes, implantada a jusante da cachoeira do Paredão, no rio Araguari, a cerca de 15 km a montante da cidade de Ferreira Gomes, no Amapá, foi construída com uma potência instalada de 40 MW. Hoje, com a implantação da unidade 03, com a potência de 30 MW e a recapacitação das unidades 01 e 02, a oferta está em 78 MW, representando uma economia de 42 milhões de reais por ano, com a redução no consumo de derivados de petróleo utilizados nas usinas termelétricas. O projeto de recapacitação das Unidades Geradoras Hidráulicas 01 e 02 da Usina Hidroelétrica Coaracy Nunes, é o primeiro a ser desenvolvido na Eletronorte e, as duas Unidades Geradoras em referência, foram as primeiras contempladas devido e serem máquinas antigas (projetadas em 1968). No processo de recapacitação estas Unidades Geradoras tiveram as seguintes alterações principais: 1. substituição da antiga turbina por outra construída com técnicas modernas, e portanto com melhor perfil mecânico; 2. substituição do isolamento dos pólos do rotor (de classe B para classe F); 3. modificação na distribuição de fluído hidráulico dentro da caixa espiral; 4. substituição do antigo sistema de lubrificação das partes mecânicas pesadas (de lubrificação com graxa para autolubrificante); 5. aumento da capacidade do sistema de refrigeração do gerador; 6. substituição do sistema de excitação (de Eletromecânico para Digital Microprocessado). Página 13 de 32

14 Com estas melhorias a Unidade Geradora n º 01 e 02 obteve um ganho na sua potência elétrica saindo então dos 40 MW anteriores, para a nova potência contratual de 48 MW. O sistema não compõe os dois grandes sistemas elétricos interligados brasileiros, sendo sua área de influência restrita ao próprio Estado. Do ponto de vista sócio econômico, estudos realizados pela ELETRONORTE indicaram que a agricultura é a atividade mais importante do entorno na área de influencia do reservatório. O maior esforço é concentrado ao cultivo de subsistência, como da mandioca, milho, banana, coco e cupuaçu. O garimpo também compõe o quadro, atraindo um grande contingente de mão de obra da região. Outra atividade na região está ligada ao projeto florestal para produção de madeira com fins industriais de extração de celulose e aproveitamento dos resíduos para geração própria de energia. Apesar da abundância de peixes, a pesca só é expressiva a montante da região de Porto Grande, tanto no rio Araguari como nos seus afluentes principais, estando condicionada, como de resto a região Amazônica, pela estação das chuvas. Na região está localizada a Floresta Nacional do Amapá, criada pelo Decreto nº de 10/04/89, com área estimada em ha, delimitada pelos rios Falsino e Araguari CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO RESERVATÓRIO UHE COARACY NUNES Localização Rio Araguari, Estado do Amapá, a 150 km em linha reta de Macapá. Latitude: N 00º54'11.8" e Longitude: 051º15'35.5" W Perímetro 33 km Dados Hidrológicos Área de Drenagem 23,5 km 2 Vazão máxima registrada 4.064m 3 /s Vazão mínima registrada 41 m3/s Vazão média 976m3/s Volume Total 138 Hm3 Reservatório NA máximo normal 120m NA mínimo operacional 113m Área inundada no NA máx normal 23,1km 2 Página 14 de 32

15 3.2. USINA TÉRMOELÉTRICA DE SANTANA Situado no município de Santana à 17 Km de distância de Macapá, a Usina Termoelétrica de Santana é o principal parque de geração de energia elétrica do estado do Amapá, atendendo 13 dos 16 municípios do estado, o equivalente a 81% da população, beneficiando aproximadamente 500 mil habitantes. Atendendo Gestões da Diretoria da Eletronorte junto ao Governo Federal e com o objetivo de suprir a demanda de energia elétrica do estado e livrar assim a população dos constantes e graves racionamentos, teve início em 1993 a implantação do Parque Termoelétrico de Santana com a instalação de três unidades geradoras tipo a gás LM2500, provenientes do Parque Termoelétrico de Camaçari-BA, com entrada em funcionamento da primeira unidade em abril de E as duas seguintes em julho de 1993 (TG-03) e novembro de 1993 (TG-02), perfazendo 54 megawatts instalados nesta primeira etapa. Com o crescimento da demanda, houve a necessidade de acréscimo na disponibilidade de geração o que foi feito em 1997 com a instalação de unidades tipo motor diesel Wärtsilä 18V46 com o primeiro motor sendo instalado em novembro de 1997 (UGD-06), o segundo e terceiro motores instalados em dezembro de 1997 (UGD-04 e UGD-05) e fevereiro de instalou-se o quarto motor (UGD-07). Perfazendo uma disponibilidade total do Parque Térmico de 116 megawatts. Em 2004, no intuito de suprir a deficiência de geração devido o aumento de demanda, foram instalados na Usina Termoelétrica de Santana, 23 motores de 1 megawatt cada, de fabricação CUMINS, Tipo: NHC20/KTA50G3 Óleo Diesel, de propriedade da empresa contratada AGGREKO (AGGREKO BRASIL ENERGIA LTDA). Em 2005 foram instalados na Usina Térmica de Santana, 32 motores de 1,6 megawatts cada, de fabricação CUMINS, de propriedade da empresa GEBRA (Geradora Brasileira de Energia Elétrica), para atender o Sistema Amapá, durante os serviços de melhorias nas turbinas hidráulicas de Coaracy Nunes. A Eletronorte contratou a empresa GEBRA por dois anos para disponibilizar 40 MW. Portanto, existem 51,2 MW instalados para garantir um contrato de 40 MW. Em 2009, com o encerramento do contrato da GEBRA (Geradora Brasileira de Energia Elétrica), foi realizada processo de licitação e outra empresa saiu vencedora a SOENERGY - SISTEMAS Página 15 de 32

16 INTERNACIONAIS DE ENERGIA, com Motores de Fabricação Caterpillar Modelo: 3516B, 4- stroke-cycle watercooled diesel, Gerador (1800 rpm/60 Hz/480 Volt), constituindo 34 Unidades de 1,64 MW, perfazendo 55,76 MW instalados, para atender um contrato de 45 MW 3.3. SISTEMA DE TRANSMISSÃO O Sistema Elétrico do Amapá compreende 9 subestações em níveis de tensão de 138, 69 e 13,8 quilovolts. A subestação Central está situada na Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes eleva a tensão de 13,2 quilovolts das unidades geradoras para 138 quilovolts fazendo com a energia chegue as Subestações de Santana e Tartarugalzinho, onde a tensão é rebaixada para 69 e 13,8 quilovolts; as Subestações de Santana e Portuária que atende o município de Santana e Ilha de Santana; as subestações Santa Rita, Macapá II e Equatorial que fazem o suprimento de energia da capital do estado; além das Subestações de Tartarugalzinho, Amapá e Calçoene que atendem os respectivos municípios. 559,9 Km MVA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL O Sistema de Gestão Ambiental abrange o conjunto de processos e atividades relacionadas à Regional (CAP), Divisão de Geração Hidráulica (CAPH), Geração Térmica de Energia Elétrica (CAPG), Divisão de Transmissão (CAPT), Divisão de Engenharia e Qualidade (CAPQ), Divisão Administrativa (CAPM) e Divisão de Operação (CAPO) ESCOPO DO SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL O escopo do Sistema da Gestão Ambiental compreende o conjunto de processos e atividades relacionadas a Geração Termoelétrica de Energia Elétrica (CAPG), Geração Hidráulica de Energia Elétrica (CAPH), Subestações de Santana, Subestação Central, Linha de Transmissão Coaracy Nunes Santana, Circuitos 1 e 2, Página 16 de 32

17 5. TERMOS, DEFINIÇÕES E SIGLAS 5.1. TERMOS E DEFINIÇÕES SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL (SGA) A parte do sistema da gestão global da CAP que inclui estrutura organizacional, atividades de planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a política ambiental, assim como gerenciar seus aspectos ambientais MEIO AMBIENTE Circunvizinhança em que as unidades da CAP operam, incluindo ar, água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas inter-relações ASPECTOS AMBIENTAIS Elemento das atividades ou dos produtos ou dos serviços realizados nas unidades da CAP que podem interagir com o meio ambiente IMPACTOS AMBIENTAIS Qualquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte, no todo ou em parte, das atividades ou produtos ou serviços de CAP COMITÊ DE GESTÃO Equipe formada pelo Gerente Regional, Gerentes das Divisões e pela Equipe do Sistema da Gestão Ambiental ADMINISTRAÇÃO Equipe formada pelo Gerente Regional e Gerentes das Divisões SIGLAS AA CAP CAPH CAPG CAPT EEM Alta Administração Regional de Produção do Amapá Divisão de Geração Hidráulica Divisão de Geração Térmica Divisão de Transmissão Superintendência de Meio Ambiente Página 17 de 32

18 RA Representante da Administração 6. REQUISITOS DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL 6.1. REQUISITOS GERAIS O Sistema da Gestão Ambiental das unidades da CAP estão estabelecidos de acordo com os requisitos da norma NBR ISO :04, para assegurar que todas as atividades realizadas estejam em conformidade com a Política Ambiental da CAP. Os aspectos e impactos ambientais significativos associados aos serviços de geração hidráulica e térmica de energia elétrica, assim como transmissões de energia elétricas, incluindo ainda os oriundos da formação de reservatório, estão definidos e constituem-se na base do Sistema da Gestão Ambiental. Sobre estes estão estabelecidos procedimentos documentados, controles operacionais pertinentes, monitoramentos ambientais, objetivos, metas e programas de ações ambientais, entre outras práticas de gestão. Os riscos ambientais relacionados aos serviços e atividades são avaliados, conhecidos e registrados. Ações de prevenção são adotadas para prevenir as ocorrências de tais situações. Planos de Contingência e Emergência estão estabelecidos para controlar os aspectos e impactos ambientais provocados por eventuais acidentes. Em intervalos de tempo, devidamente especificados, são realizadas Auditorias do Sistema da Gestão Ambiental para avaliar o nível de conformidade das práticas empregadas com os requisitos do Sistema da Gestão Ambiental e da Política Ambiental da CAP, incluindo o atendimento aos Requisitos Legais e outros. Periodicamente o Comitê de Gestão reúne-se e efetua análise do Sistema da Gestão Ambiental, definindo, sempre que necessário, ações apropriadas à melhoria do desempenho ambiental da CAP. Página 18 de 32

19 6.2. POLÍTICA AMBIENTAL DA CAP A, empresa de geração e transmissão de energia elétrica considera a conservação ambiental como fator primordial para o desenvolvimento de suas ações, sensibilizando seus colaboradores, parceiros, fornecedores e comunidades circunvizinhas quanto às suas responsabilidades com o meio ambiente. O desenvolvimento e a implementação desta, alinhada com a política ambiental coorporativa, é um comprometimento gerencial e dos colaboradores da Regional, devendo ser respeitado os seguintes princípios: 1 Princípio: Amplitude Ambiental Incorporar a dimensão ambiental aos processos de tomada de decisão, utilizando indicadores para aferir os resultados da gestão ambiental.. 2 Princípio: Respeito às Leis Buscar atender os requisitos legais aplicáveis às atividades e serviços desenvolvidos pela empresa, complementando-os, se necessários, com as normas internas. 3 Princípio: Respeito à Natureza Prezar pela conservação do meio ambiente, utilizando os recursos naturais com racionalidade, reduzindo as emissões poluentes, mitigando os impactos ambientais causados pelos nossos empreendimentos. 4 Princípio: Desenvolvimento Limpo Implementar Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) mitigando as emissões de gases de efeito estufa dos nossos empreendimentos. 5 Princípio: Uso Racional da Energia Incentivar ações de conservação de energia, de eficiência energética, de combate ao desperdício na empresa e que promovam a melhoria continua do desempenho ambiental. A Política de Gestão Ambiental da CAP se desdobra em Programas gerencias e tecnológicos nas instalações, permitindo a Regional alcançar os níveis de prevenção e de desempenho ambiental estabelecidos e a melhoria contínua. Página 19 de 32

20 6.3. PLANEJAMENTO ASPECTOS AMBIENTAIS Os aspectos e respectivos impactos ambientais reais e potenciais são identificados e caracterizados para situações normais e de perigo. Os impactos ambientais são avaliados quanto à sua significância, considerando-se sua severidade, freqüência, demandas de partes interessadas e importância ambiental. Os aspectos ambientais relacionados a impactos significativos têm estabelecido sobre si procedimentos de gestão e controle, o que pode incluir rotinas operacionais, monitoramentos, sistemas de controle ambiental, ações de prevenção, objetivos, metas e programas. As informações pertinentes a aspectos e impactos ambientais são mantidas atualizadas, conforme estabelecido em procedimento específico. Os impactos ambientais relacionados ao barramento do rio Araguari, formação do reservatório, incluindo sua operação, são identificados e avaliados através de estudos técnicos específicos e tem seu gerenciamento definido através de ações mitigadoras, de compensação e programas de ações ambientais. Os aspectos ambientais significativos são considerados na definição dos objetivos, metas e programas. DOCUMENTO APLICÁVEL: PR SGA DESCRIÇÃO Procedimento de Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais REQUISITOS LEGAIS E OUTROS A CAP mantém sistemática para a identificação e acesso à legislação aplicável as suas atividades ou serviços e outros requisitos subscritos pelas instalações de geração e transmissão de energia elétrica. Mensalmente a CAP faz a atualização através de pesquisa em banco de dados disponibilizado na internet contendo a legislação existente nos níveis federal, estadual e do município de Macapá, incluindo as eventuais alterações nos textos anteriormente publicados. Para os diplomas dos demais municípios: Macapá, Ferreira Gomes, Porto Grande e Santana, anualmente, a equipe efetua consultas às Câmaras de vereadores e/ou Prefeituras, solicitando identificar a existência de novos diplomas. Página 20 de 32

21 A atualização das NBR s, será realizada através de consulta semestral ao site oficial da ABNT, no endereço a fim de verificar alterações nas normas que se aplicam às atividades da regional, bem como consultar edição de novas normas que incidam sobre as atividades da empresa. A CAP identifica entre os novos diplomas, aqueles potencialmente aplicáveis as suas atividades e serviços, avalia sua aplicabilidade, identifica às instalações que possuem interface, e comunica a existência do novo diploma, avaliando o nível de atendimento. A CAP assegura o gerenciamento do novo diploma, definindo ações e responsáveis para atendimento do novo requisito. Sempre que haja alteração no levantamento de aspectos e impactos ambientais, acordos com as partes interessadas, e nova licença, é realizada uma nova avaliação dessas informações. Essa sistemática se encontra definida através de procedimento documentado. DOCUMENTO APLICÁVEL: PR SGA DESCRIÇÃO Procedimento de Identificação e Acesso a Requisitos Legais e Outros OBJETIVOS, METAS E PROGRAMAS. São estabelecidos e documentados os objetivos, metas e programas de gestão ambiental em cada nível e funções pertinentes a cada instalação da CAP para o atendimento da sua Política Ambiental. Os objetivos, metas e programas são revisados na ocorrência de novos empreendimentos, requisitos legais e outros requisitos, aspectos ambientais significativos, opções tecnológicas, requisitos financeiros, operacionais e comerciais, programas de ações ambientais e a visão das partes interessadas. Periodicamente são analisados os andamentos dos objetivos, metas e programas através das reuniões de análise do Sistema da Gestão Ambiental IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO RECURSOS, FUNÇÕES, RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE As funções, responsabilidades e autoridades do Sistema da Gestão Ambiental estão definidas e documentadas neste manual, através da Matriz de Responsabilidades e de forma específica nos procedimentos do sistema. Página 21 de 32

22 O Representante da Administração para gestão ambiental, formalmente designado, independentemente de outras atribuições, tem a função de coordenador a Equipe do SGA, com responsabilidade e autoridade para: Assegurar que os requisitos do sistema de gestão ambiental sejam estabelecidos, implementados e mantidos de acordo com os requisitos da norma. Relatar à administração o desempenho do sistema da gestão ambiental, para análise, incluindo recomendações para melhoria. Os recursos humanos, tecnológicos e financeiros e as qualificações específicas essenciais para a implementação, manutenção e a melhoria contínua do sistema da gestão ambiental são identificados e disponibilizados, através da elaboração do Planejamento Estratégico Anual e das reuniões de análise pela administração. Organograma do Comitê da Gestão Ambiental Gerente Regional EEM Comunicação Gerente CAPQ Gerente CAPT Gerente CAPG Gerente CAPM Gerente CAPH Gerente CAPO Equipe SGA Equipe do SGA Equipe do SGA Equipe do SGA Aquisição Treinamento Apoio SESMT Página 22 de 32

23 Matriz de Responsabilidades Responsabilidade das Áreas Sistema da Gestão Ambiental - SGA Política ambiental Aspectos ambientais CAP Comunicação Empresarial Segurança do Trabalho CAPH Operação de hidráulica Manutenção hidráulica Requisitos legais outros requisitos Objetivos, metas e programas Recursos, funções, responsabilidade e autoridade Competência, treinamento e conscientização Comunicação Documentos de SGA CAPG Operação Térmica Manutenção Térmica CAPT Operação Transmissão Manutenção Transmissão CAPM Gestão de Suprimentos Gestão Financeira Gestão de Apoio Gestão de Seres Humanos Gestão de Treinamento CAPE Engenharia Equipe do SGA Qualidade Requisitos do Sistema de Gestão Ambiental CAPO EEM Controle de documentos Controle operacional Preparação e resposta a emergências Monitoramento e medição Avaliação do atendimento a requisitos legais e outros Não-conformidade, ações corretiva e ação preventiva Controle de registro Auditoria interna Análise pela administração Responsabilidade principal pela implementação do Requisito Co-responsabilidade no atendimento do requisito Conhecimento Página 23 de 32

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