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1 Exmos. Associados e parceiros, Chamamos a vossa atenção para o convite abaixo. Cremos ser de extrema importância a vossa presença e participação. Inscrevam-se! Convite No seguimento dos contactos mantidos com o turismo de Portugal, nomeadamente a assinatura do protocolo no dia 9 de Outubro no centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, vimos divulgar a seguinte informação relativa aos novos instrumentos financeiros para apoiar as empresas na área do Turismo (fichas informativas em anexo), vimos por este meio informar que a primeira sessão de esclarecimento destinada ao sector do Golfe será realizada no dia : 04 Novembro 2014, no Clubhouse do Belas Clube de Campo, em Belas. Horário: A sessão terá início às 10h30 e término às 12h30. Inscrição: Número de inscrições está limitado à capacidade da sala onde a sessão decorrerá. Para se inscrever envie um com os seguintes dados: - Nome: - Empresa/Associação/Clube: - Função: Contacto telefónico: Para: Cristina Simões (tel ). A participação estará garantida após o nosso envio da confirmação de participação. Data limite de receção de inscrições para a sessão no Belas Clube de Campo 30 de Outubro Mais se informa que estão planeadas mais duas sessões de esclarecimento. Ambas irão ocorrer durante o mês de Novembro, uma na região Norte e outra na região do Algarve. As informações sobre data, horário e local serão divulgados oportunamente Com os meus melhores cumprimentos, Pedro Rebelo

2 LINHA DE APOIO À CONSOLIDAÇÃO FINANCEIRA O Turismo de Portugal, em conjunto com o Sistema Bancário e as Sociedades de Garantia Mútua, disponibiliza um novo instrumento financeiro para apoiar as empresas do Turismo, que se traduz na criação de um mecanismo que permite alargar os prazos de reembolso de serviços de dívida anteriormente contraídos. Com a Linha de Apoio à Consolidação Financeira criam-se as condições para a adequação dos serviços de dívida contraídos pelas empresas junto do Sistema Bancário aos meios que atualmente libertam, permitindo-lhes, por essa via, assegurar uma gestão mais fácil da sua tesouraria. Orçamento global da linha: 150 milhões de euros. Condições Gerais das Operações: Valor Máximo por Empresa Por empresa, o montante não pode exceder Valor máximo garantido pelas SGM Bonificação da comissão da garantia mútua Taxa de juro da 40% do valor da, com o limite de Pelo Turismo de Portugal e pelo período máximo de 5 anos, sendo da responsabilidade da empresa o pagamento da mesma a partir desse período Não podem ser superiores às previstas na tabela em vigor na Linha PME crescimento (geral). No âmbito da, pode ser aprovado pelo Banco, se necessário, um crédito intercalar para fazer face a necessidades imediatas de tesouraria, no valor máximo de 125 mil euros, que pode ser utilizado, sendo o caso, para a regularização de situações perante a Administração Fiscal e a Segurança Social. Este novo crédito beneficia de uma garantia autónoma prestada pelas SGM, pelo valor correspondente a 50% do mesmo, sendo-lhe aplicável, no que respeita às taxas de juro, a tabela em vigor na Linha PME Crescimento 2013 (geral).

3 LINHA DE APOIO À CONSOLIDAÇÃO FINANCEIRA Acesso: O enquadramento da deve ser requerido pela empresa junto da respetiva Instituição de Crédito. Condições de acesso das empresas: Terem operações de crédito contratadas junto da Banca, desde que as mesmas se tenham destinado ao financiamento de projetos na área do turismo; Ter a certificação eletrónica emitida pelo IAPMEI, comprovativa da sua dimensão PME Possuir a situação regularizada perante a Administração Fiscal, a Segurança Social, o Turismo de Portugal e as Sociedades de Garantia Mútua; Não possuir incidentes não justificados ou incumprimentos junto da banca ou da SGM ou, registando incidentes, os mesmos já estarem regularizados na data da aprovação da garantia mútua e na data de emissão dos contratos. Instituições de Crédito Aderentes: Millennium BCP Crédito Agrícola Novo Banco Caixa Económica Montepio Geral Banco Espírito Santo Açores Caixa Geral de Depósitos Banco BPI Banco Internacional do Funchal Banco Santander Totta Banco Popular

4 LINHA DE APOIO À QUALIFICAÇÃO DA OFERTA O Turismo de Portugal, em parceria com o sistema bancário, disponibiliza um instrumento financeiro para apoiar as empresas do Turismo, através do financiamento a médio e longo prazo de projetos de investimento que se traduzam, sobretudo, na requalificação de empreendimentos turísticos existentes, no desenvolvimento de atividades de animação com interesse para o turismo e no desenvolvimento de atividades de restauração e bebidas de interesse para o turismo, incluindo apoios de praia. Orçamento global da linha: 120 milhões de euros. Condições Gerais das Operações: Valor máximo por projeto O montante de financiamento não pode exceder 75% do investimento elegível. A participação do Turismo de Portugal tem o limite de 2,5 milhões euros, salvo no caso de projetos desenvolvidos em co entre empresas ou em resultado de processos de concentração de empresas, em que esse limite é de 3,5 milhões de euros. PME* Não PME* Estrutura do Financiamento - 50% Turismo de Portugal + 50% Instituição de Crédito ou - 75% Turismo de Portugal + 25% Instituição de Crédito no caso de projetos de empreendedorismo** 40% Turismo de Portugal + 60% Instituição de Crédito No caso de projetos de criação de novos empreendimentos turísticos, a parcela de financiamento do Turismo de Portugal é reduzida em 10 p.p. Prazos da - Até 12 anos, com um período de carência de até 4 anos, para projetos de criação de novos empreendimentos hoteleiros e hotéis rurais. - Até 10 anos, com um período de carência de até 3 anos, para os demais casos, incluindo projetos de requalificação de empreendimentos turísticos. Turismo de Portugal Instituições de Crédito Taxas de juro - Euribor a 6 meses: para a generalidade dos projetos, com exceção dos projetos de criação de empreendimentos turísticos. - Euribor a 6 meses + 2 p.p.: para projetos de criação de empreendimentos turísticos. A que resultar da análise concreta da *De acordo com a Recomendação 2003/361/CE de 6 de maio. ** No âmbito da Linha de Apoio à Qualificação da Oferta são considerados projetos de empreendedorismo propostas de investimento promovidas exclusivamente por novas empresas ou empresas com, no máximo, 3 anos da atividade, cujo custo de investimento não ultrapasse 300 mil euros e que incidam sobre as seguintes atividades económicas: estabelecimentos de restauração e bebidas, atividades de animação de interesse para o turismo incluídas nas CAE 931 e 932, assim como serviços que revelem e demonstrem interesse direto para o turismo.

5 LINHA DE APOIO À QUALIFICAÇÃO DA OFERTA No caso dos projetos de empreendedorismo, pode ser atribuído um prémio de desempenho por parte do Turismo de Portugal, que se traduz na devolução à empresa do montante de juros por esta liquidados relativamente à parte do financiamento da responsabilidade do Turismo de Portugal, cumpridas que sejam as metas propostas pela empresa ao nível do EBITDA (a) para toda a de financiamento. Acesso: O enquadramento da deve ser requerido pela empresa junto da respetiva Instituição de Crédito. Condições de acesso das empresas: Cumprir as condições legais necessárias ao exercício da respetiva atividade, nomeadamente encontrarem-se devidamente licenciadas para o efeito, assim como devidamente regularizadas em matéria de registo no Registo Nacional do Turismo; Possuírem uma situação económico-financeira equilibrada; Possuírem a situação regularizada perante a Administração Fiscal, a Segurança Social e o Turismo de Portugal. Condições de acesso dos projetos: Encontrarem-se autorizados pelas entidades competentes, quando exigíveis legalmente, ou, nos casos em que careçam de projetos de arquitetura, encontrarem-se estes devidamente aprovados; Encontrarem-se devidamente asseguradas as respetivas fontes de financiamento do projeto, incluindo o adequado financiamento do investimento elegível por, pelo menos, 25% de capitais próprios; Contribuírem para a melhoria económico-financeira das respetivas empresas. Instituições de Crédito Aderentes: Banco Bilbao Vizcaya Argentaria Crédito Agrícola Millennium BCP Caixa Económica Montepio Geral Novo Banco Caixa Geral de Depósitos Banco Espírito Santo Açores Eurohypo Banco Português de Gestão Abanca Banco BPI Banco BIC Português Banco Santander Totta Banco Internacional do Funchal Barclays Bank Banco Popular (a) EBITDA = Resultados operacionais + Amortizações do exercício + Provisões do exercício Reversão de amortizações e ajustamentos.

6 LINHA DE APOIO À QUALIFICAÇÃO DA OFERTA APOIO AO EMPREENDEDORISMO NO SETOR DO TURISMO Âmbito: O Turismo de Portugal, em parceria com o sistema bancário, disponibiliza um instrumento financeiro para apoiar a criação e o crescimento de novas empresas no setor do turismo, nas áreas da animação turística, da restauração com interesse para o turismo e na área de serviços associados ao setor do turismo, nomeadamente assentes no desenvolvimento de produtos de base tecnológica com interesse para o turismo. Orçamento global da linha: 5 milhões de euros. Condições Gerais das Operações: Valor máximo por projeto Estrutura do financiamento Prazos da O montante de financiamento pode atingir 75% do investimento elegível. 75% Turismo de Portugal + 25% Instituição de Crédito. Até 10 anos, com um período de carência de até 3 anos. Taxas de juro Turismo de Portugal Euribor a 6 meses. Instituições de Crédito A que resultar da análise concreta da. Prémio: Pode ser atribuído um prémio de desempenho por parte do Turismo de Portugal, que se traduz na devolução à empresa do montante de juros por esta liquidados relativamente à parte do financiamento da responsabilidade do Turismo de Portugal, cumpridas que sejam as metas propostas pela empresa ao nível do EBITDA (a) para toda a de financiamento. Acesso: O enquadramento da deve ser requerido pela empresa junto da respetiva Instituição de Crédito.

7 LINHA DE APOIO À QUALIFICAÇÃO DA OFERTA APOIO AO EMPREENDEDORISMO NO SETOR DO TURISMO Condições de acesso das empresas: Revestirem a natureza de PME; Tratarem-se de novas empresas ou de empresas emergentes, com menos de 3 anos de atividade; Cumprirem as condições legais necessárias ao exercício da respetiva atividade, nomeadamente encontrarem-se devidamente licenciadas para o efeito, assim como devidamente regularizadas em matéria de registo no Registo Nacional do Turismo; Possuírem a situação regularizada perante a Administração Fiscal, a Segurança Social e o Turismo de Portugal. Condições de acesso dos projetos: Corresponderem a um investimento elegível igual ou inferior a 300 mil euros; Incidirem na área da animação turística (CAE 931 e 932), na área da restauração de interesse para o turismo e na área de serviços associados ao setor do turismo, nomeadamente assentes no desenvolvimento de produtos de base tecnológica com interesse para o turismo; Encontrarem-se autorizados pelas entidades competentes, quando exigíveis legalmente, ou, nos casos em que careçam de projetos de arquitetura, encontrarem-se estes devidamente aprovados; Encontrarem-se devidamente asseguradas as respetivas fontes de financiamento do projeto, incluindo o adequado financiamento do investimento elegível por, pelo menos, 25% de capitais próprios. Instituições de Crédito Aderentes: Millennium BCP Caixa Económica Montepio Geral Novo Banco Caixa Geral de Depósitos Banco Espírito Santo Açores Banco BIC Português Banco BPI Banco Internacional do Funchal Banco Santander Totta Banco Popular Crédito Agrícola (a) EBITDA = Resultados operacionais + Amortizações do exercício + Provisões do exercício Reversão de amortizações e ajustamentos.

8 LINHA DE APOIO À TESOURARIA O Turismo de Portugal, em conjunto com o sistema bancário e as sociedades de garantia mútua, disponibiliza um instrumento financeiro que consiste numa linha de crédito para fazer face a necessidades de tesouraria das empresas turísticas. Orçamento global da linha: 80 milhões de euros. Modalidades: Crédito de Tesouraria, que se traduz num financiamento de curto prazo destinado a fazer face a necessidades de tesouraria que, em resultado da sazonalidade do ciclo da atividade turística, impliquem necessidades temporárias de acréscimo de fundo de maneio; Factoring, que se traduz na antecipação de recebimentos a prazo que detenham sobre terceiros (faturas e contratos com operadores turísticos). Condições Gerais das Operações: Valor Máximo por Empresa Valor máximo garantido pelas SGM Prazo máximo da Comissão da garantia mútua (*) Taxa de juro da Com o limite correspondente a ¼ do volume de negócios do ano anterior, o montante máximo por empresa não pode exceder No caso da modalidade de Factoring, o montante da não pode exceder ainda 80% do valor documentado 55% do valor da 12 meses, renovável por períodos que, em conjunto, não ultrapassem o prazo total máximo de 3 anos No caso da modalidade de Crédito de Tesouraria, o reembolso do financiamento pode ser efetuado numa ou mais vezes, por acordo entre a empresa e a Instituição de Crédito Integralmente bonificada pelo Turismo de Portugal Escalão da empresa: Líder - 3,70% A - 3,80% B 4,40% C 4,70% (1) Auxílios concedidos ao abrigo do regime de minimis

9 LINHA DE APOIO À TESOURARIA Acesso: O enquadramento da deve ser requerido pela empresa junto da respetiva Instituição de Crédito. Condições de acesso das empresas: Possuir a situação regularizada perante a Administração Fiscal, a Segurança Social, o Turismo de Portugal e as Sociedades de Garantia Mútua Não possuir incidentes não justificados ou incumprimentos junto da banca ou da SGM ou, registando incidentes, os mesmos já estarem regularizados na data da aprovação da garantia mútua e na data de emissão dos contratos No caso da modalidade de Crédito de Tesouraria, possuir a empresa um EBITDA (a) positivo no último exercício económico Instituições de crédito aderentes: Millennium BCP Caixas de Crédito Agrícola Mútuo Novo Banco Caixa Económica Montepio Geral Banco Espírito Santo Açores Banco Internacional do Funchal Banco BPI Banco Bilbao Vizcaya Argentaria Banco Santander Totta Abanca Banco BIC Barclays Bank Caixa Geral de Depósitos (a) EBITDA = Resultados operacionais + Amortizações do exercício + Provisões do exercício Reversão de amortizações e ajustamentos.

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