ATIVIDADE SENSÍVEL E EMANCIPAÇÃO HUMANA NOS GRUNDRISSE DE KARL MARX

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ATIVIDADE SENSÍVEL E EMANCIPAÇÃO HUMANA NOS GRUNDRISSE DE KARL MARX"

Transcrição

1 ZAIRA RODRIGUES VIEIRA ATIVIDADE SENSÍVEL E EMANCIPAÇÃO HUMANA NOS GRUNDRISSE DE KARL MARX Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre. Linha de Pesquisa: Filosofia Social e Política Orientadora: Profª. Drª. Ester Vaisman BELO HORIZONTE UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS 2004

2 FICHA CATALOGRÁFICA Vieira, Zaira Rodrigues Atividade Sensível e Emancipação Humana nos Grundrisse de Karl Marx. Belo Horizonte: UFMG/FAFICH, p. (Dissertação de Mestrado) 1. Filosofia; 2. Marxologia; 3. Ontologia; 4. Trabalho ; 5.Produção; 6. Emancipação; 2

3 À minha mãe e à memória de José Chasin, por sua lucidez e pela possibilidade deste trabalho. "DUAS VEZES JÁ VI, DO MESMO MODO, DESERTAREM AS MASSAS A SUA BANDEIRA: DEPOIS DO ESMAGAMENTO DA REVOLUÇÃO DE 1905 E NO COMEÇO DA GUERRA MUNDIAL. SEI, POR ISSO, DE PERTO, POR EXPERIÊNCIA, O QUE SÃO OS FLUXOS E REFLUXOS DA HISTÓRIA. SÃO SUJEITOS A CERTAS LEIS. NÃO BASTA MOSTRAR-SE IMPACIENTE PARA TRANSFORMÁ-LOS MAIS DEPRESSA. ACOSTUMEI-ME A TOMAR A PERSPECTIVA DA HISTÓRIA DE OUTRO PONTO DE VISTA QUE NÃO O DA MINHA SORTE PESSOAL. CONHECER AS CAUSAS RACIONAIS DO QUE ACONTECE E ENCONTRAR O SEU PRÓPRIO LUGAR, TAL É A PRIMEIRA OBRIGAÇÃO DE UM REVOLUCIONÁRIO. TAMBÉM É A MAIS ALTA SATISFAÇÃO PESSOAL A QUE POSSA ASPIRAR AQUELE QUE NÃO CONFUNDE A SUA TAREFA COM OS INTERESSES DO DIA QUE PASSA." (L. TROTSKY, MINHA VIDA) 3

4 AGRADECIMENTOS À professora Ester Vaisman, minha sincera gratidão pelo que houve de melhor em minha vida acadêmica e por sua orientação que, extrapolando o campo da pesquisa, sempre foi uma orientação, também, para a vida, sobretudo nos momentos mais difíceis. Ao grupo de marxologia, em especial, ao Fred, pela profícua interlocução. Ao Léo, que dividiu comigo, de forma ainda mais próxima e carinhosa, este último ano. A Alex e Patrícia, pelo aconchego humano que me proporcionaram durante este período. A Joaquim, Marcos, Rejane, Mírian e "Bechano", pela sustentação afetiva. Ao Milney, por possibilitar, com seu apoio, o término deste trabalho. A Michelle, Lúcia, Alex, Taís, Sérgio e Fátima, pela amizade e o apoio que, cada um a sua maneira, souberam me dar. E, finalmente, ao CNPq, pela bolsa de estudos sem a qual esta dissertação não teria se viabilizado. 4

5 ÍNDICE RESUMO...07 INTRODUÇÃO...08 CAP. I - DETERMINAÇÕES GERAIS DA ATIVIDADE SENSÍVEL...20 A- Sociabilidade B- Transitividade entre sujeito e objeto...36 C- Produção de objetividades sociais...41 D- Efetivação de potencialidades humanas...45 CAP. II A ATIVIDADE SENSÍVEL NA SOCIABILIDADE MODERNA A- Caráter universal...52 B - Produção sob a forma do estranhamento...61 C - Atividade como negação de vida...80 CAP. III- A EMANCIPAÇÃO HUMANO-SOCIETÁRIA...95 A- Superação da atividade sensível estranhada...95 B- A livre individualidade efetiva CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA

6 RESUMO Objetivando apreender o significado e o modo como a emancipação humana é entendida por Marx nos Grundrisse ( ), este trabalho empreende a tarefa de, em primeiro lugar, explicitar e esmiuçar o significado da categoria atividade sensível neste mesmo texto. Isto porque, de um lado, esta categoria é central no entendimento do autor acerca do ser social. De outro lado, porque, entendida como complexo categorial ou conjunto de múltiplas determinações, ela é precisamente o objeto dos manuscritos em foco. Termina-se por concluir que a atividade sensível, o trabalho, está, em todas as suas formas - seja enquanto complexo de determinações mais gerais, presente, de alguma maneira, nas várias formas sociais; seja enquanto configuração específica à sociabilidade moderna; seja, sobretudo, numa possível forma superior, livre do estranhamento - diretamente relacionada com a auto-efetivação e emancipação humana. Mesmo que de maneira contraditória, é pelo trabalho que os homens se constituem como seres sociais mais ou menos livres em seu processo histórico efetivo de engendramento de si e de seu mundo. 6

7 INTRODUÇÃO O trabalho que se apresenta tem por objetivo percorrer as malhas determinativas que perfazem o complexo categorial da atividade sensível nos Grundrisse, tendo em vista a dilucidação deste complexo e da forma como, no interior mesmo dele, se engendra a perspectiva de emancipação humana presente neste texto. Os Grundrisse, que assim tornaram-se conhecidos pelo título que lhes foi dado em sua primeira publicação - Grundrisse der Kritik der politischen Ökonomie (Rohentwurf) foram redigidos por Marx entre julho de 1857 e junho de 1858 e constituem um grande balanço das conquistas de quinze anos de estudos deste autor. Balanço ou síntese com a qual visava à publicação, que acreditava podê-lo fazer logo em seguida, da obra Economia - como era, então, designado o que veio a ser O Capital e todo o inconcluso plano de sua obra madura. A forma rápida como são escritos - sobretudo se se tem em conta as condições física e financeiramente deploráveis em que Marx se encontra naquele momento - e a decisão de fazê-lo explicam-se, em grande medida, pela crise econômica que se abate sobre os Estados Unidos e o mundo em pois, nunca é demais lembrar que, em 1853, Marx interrompera, a contragosto, seus estudos econômicos e adiara a decisão de elaborar uma obra em vários volumes. Assim, dirá o mesmo, numa carta de dezembro de 1857, a Lassalle: "A crise comercial atual me incitou a me pôr, enfim, seriamente a 1 Título da edição publicada pelo Instituto Marx-Engels-Lenin (IMEL) de Moscou, em 1939, que, por sua vez, adota o termo usado por Marx - Grundrisse - para referir tais manuscritos em suas cartas. 7

8 elaborar meus traços fundamentais da economia política e a preparar também alguma coisa sobre a crise presente." 2 A crise prevista e aguardada por Marx - como também por Engels, fortemente au courant e profissionalmente envolvido com o que se passava à Bolsa - faz renascer, em ambos, as esperanças de um grande evento na Europa: "Trabalho como um louco, noites inteiras, fazendo a síntese de meus estudos econômicos para ter ao claro ao menos os lineamentos essenciais [ Grundrisse ] antes do dilúvio." 3 Numa sucinta descrição do momento, dirá Rubel: "O jornalismo o desgosta e, durante o outono de 1857, a ameaça de crise financeira reanima suas esperanças revolucionárias (...) além disso, ele sente como uma nova provocação o Manual do Especulador na Bolsa de Proudhon e o escrito do proudoniano Darimon sobre a Reforma dos Bancos. (...)Alguns meses mais tarde, ele prevê a crise e suas manifestações prováveis." 4 Entretanto, mais que o momento ou contexto histórico em que foi escrito, o texto, ele próprio, faz aflorar a temática da emancipação, mesmo não sendo este o seu mote principal. É preciso ressaltar que, embora tais "esperanças revolucionárias" pudessem efetivamente ter servido de pretexto ou motivação imediata para que Marx finalmente começasse a pôr no papel sua antiga promessa de uma "Economia", o objetivo desta última e de seus escritos preparatórios era não uma análise ou prospectiva da revolução, mas o desvelamento e a crítica das categorias da economia. Mesmo estando, isto, patente nos Grundrisse e, inclusive, declarado por seu autor quando diz, 2 MARX, K. Correspondance - K. Marx, F. Engels, tomo V, p Id., p In MARX, K., Oeuvres, Vol. II, p. LXXXVI 8

9 logo no início da introdução conhecida como Introdução de 1857 que "O objeto deste estudo é, antes de tudo, a produção material" 5, vale mencionar, ainda, a seguinte passagem do epistolário do período: "O trabalho de que se trata é uma crítica das categorias econômicas ou, if you like, o sistema da economia burguesa apresentado sob uma forma crítica. É uma descrição do sistema e, ao mesmo tempo, sua crítica." 6 Publicados pela primeira vez apenas às vésperas da segunda guerra mundial, ou seja, quase um século após terem sido escritos, os Grundrisse permanecem senão desconhecidos - como foi o caso para muitas das gerações posteriores a Marx - grandemente inexplorados por parte dos estudiosos deste autor da segunda metade do século XX. Martin Nicolaus, em seu prólogo à primeira edição em espanhol, intitulado "El Marx Desconocido", é quem atenta para o fato de que tais manuscritos apontavam para uma questão que teria sido objeto de muitas dúvidas e polêmicas ao longo de todo o século XX: o tema da emancipação ou revolução nos escritos de maturidade de Marx. Segundo ele, as polêmicas em torno deste tema 7 dever-se-iam precisamente ao alheamento de seus personagens em relação aos Grundrisse, já que muito do que Marx aí aponta não teria sido retomado no que pôde concluir para publicação. O tema da "revolução", que constará de uma passagem do Prefácio de 1859, não fica, segundo Nicolaus, totalmente elucidado nos volumes do Capital nem 5 MARX, K., Manuscrit de , "Grundrisse", tomo I, p Carta de Marx a Lassalle, de 22 de fevereiro de 1858, in BADIA, G., op. cit., p Veja-se, por exemplo, o livro A Acumulação do Capital, no qual Rosa Luxemburgo busca "preencher esta importante lacuna nos escritos inconclusos de Marx e conseguiu, com isto, avivar a fogueira de uma inflamada disputa que, todavia, hoje, arde dentro do partido." (NICOLAUS, M. Elementos Fundamentales..., p. XII) 9

10 tampouco nos dois capítulos que chegaram ao público da Crítica da Economia Política. Assim, "O problema de como é possível esperar que seja precisamente esta contradição [o fato de que a "relação social de produção fundamental" no capital seja a troca de equivalentes e a "força fundamental da produção", a extração de nãoequivalentes] o que conduz à queda do sistema capitalista tem obcecado os estudiosos de Marx durante pelo menos meio século. Os volumes d'o Capital não proporcionam uma resposta clara. Esta deficiência está na raiz da controvérsia sobre a queda [ derrumbe ] que inquietou a social-democracia alemã e que, ainda hoje, continua se pondo intermitentemente. Verdadeiros rios de tinta foram gastos no intento de preencher esta lacuna no sistema teórico de Marx. Porém, a lacuna existe não devido a que o problema fosse insolúvel para Marx, não porque não houvesse encontrado sua resposta, mas porque as conclusões a que havia chegado nos Grundrisse se mantiveram soterradas e inacessíveis para os eruditos até 20 anos após a primeira guerra mundial. (...) Quanto a isto, é fácil advertir que teriam sido necessários vários volumes a mais do Capital para que Marx pudesse chegar ao ponto que havia alcançado no esboço de seu sistema nos Grundrisse. O Capital está sofridamente inconcluso, como uma novela de mistério que termina antes que se decifre o enigma. Porém, os Grundrisse contêm as linhas gerais do argumento, anotadas pelo autor." 8 As questões que se buscará tratar e que constituem, por assim dizer, o objetivo último do presente trabalho não vêm sendo, portanto, descobertas e debatidas, pelos estudiosos de Marx em geral, senão nos últimos anos. Naquele que é talvez o mais 8 NICOLAUS, M., Elementos Fundamentales..., p. XXXI 10

11 clássico estudo sobre os Grundrisse, o livro de Rosdolsky intitulado Génesis y Estructura de El Capital de Marx (estudios sobre los Grundrisse), o tratamento deste tema pauta-se, no entanto, por uma leitura demasiadamente hegeliana do assunto, como veremos no final deste trabalho. Atente-se, porém, sucintamente, que a análise de Marx possui um caráter peculiar que a difere radicalmente tanto da filosofia de Hegel, quanto da economia de Ricardo, muito embora ambos tenham sido, mesmo aí, grandes mestres para ele. Se Marx voltara a folhear a Lógica de Hegel, que casualmente caíra em suas mãos no momento em que escrevia os Grundrisse, e se efetivamente há, como ele próprio o confessa, a contribuição de Hegel no "método de elaboração" 9, tal contribuição não desfigura, porém, a determinação central de seu pensamento, originária já do rompimento juvenil com aquele autor. O fato de que tal reencontro ocasional o tenha "ajudado muito" "no método de elaboração do tema" não significa que Marx tenha aderido ao método de Hegel. Tanto assim que ele, aí, explicitará, pela primeira vez, o seu próprio método e o porá em obra na consecução de sua Economia. Fazendo nossas as palavras de Chasin, ao recusar a tese do vínculo lógico entre Marx e Hegel, não se quer, aqui, negar as influências ou "Assimilações de maior ou menor monta, porém, sempre integradas à ruptura de fundo levada a cabo na própria instauração do pensamento marxiano e jamais reconsiderada. (...) A diferença diametral - 'meu método dialético não só difere do hegeliano, mas é também a sua antítese direta' (Posfácio da Segunda Edição de O Capital, 1873) - sabemos qual é: no mesmo lugar é 9 Cf. a carta a Engels, de 16 de janeiro de 1858, in BADIA, G., Op. Cit., p

12 declarado que o processo do pensamento é hegelianamente transformado num demiurgo do real, enquanto que na concepção marxiana o ideal não é nada mais do que o material transposto e traduzido na cabeça do homem. Ou seja, a diferença antitética é de caráter ontológico: o ser é prioritário em relação ao pensamento e este é um concreto pensado, não um produto autônomo." 10 Para que não se delongue mais que o necessário e cabível numa introdução - mesmo porque o método de Marx será exposto a seguir, no início do primeiro capítulo - deixemos, entretanto, para retornar a este importante tema quando a exposição dos resultados desta pesquisa já houver sido feita. Por outro lado, é preciso observar, ainda, que, embora se trate, nos Grundrisse, de uma análise das categorias econômicas, estas últimas não são entendidas, por Marx, como uma ordem de categorias cindidas em relação aos demais aspectos da realidade humana. Tal análise foge totalmente, portanto, ao padrão de cientificidade tradicional, mesmo daquele que Marx reconhece como sendo o "economista por excelência da produção" 11 - Ricardo. Como tivemos oportunidade de mostrar em outro trabalho, "As categorias econômicas marxianas expressam não uma dada ordem de efetividades cindidas que caracterizariam o ser social e em cujo seio a economia seria fator preponderante. Ao contrário, a abstração e unilateralização dos conceitos é exatamente o que Marx ferrenhamente combateu em sua crítica à economia política. Já nos Manuscritos de 1844, mostra que os economistas que, como Smith, reconheceram o trabalho como princípio, como essência da propriedade privada - superando, pois, a visão de exterioridade desta última - deixaram, no entanto, de ver a outra metade da realidade: a essência do homem transmudada em 10 CHASIN, J. Estatuto Ontológico..., in TEIXEIRA, F.S. Pensando com Marx, p MARX, K., Manuscrit de , "Grundrisse", tomo I, p

13 propriedade privada, ou seja, o fato da alienação. (...) E isto porque 'A economia política parte do fato da propriedade privada. Ela não o explica-nos. Ela exprime o processo material que descreve, em realidade, a propriedade privada em fórmulas gerais e abstratas, que, em seguida, têm para ela valor de leis. Ela não compreende estas leis, isto é, ela não mostra como elas resultam da essência da propriedade privada'. Marx, portanto, denuncia na economia política o fato de que ela oblitera não apenas 'a questão das origens históricas da formação do capital, mas também o caráter histórico e transitório das próprias categorias econômicas. Já em A Miséria da Filosofia, Marx se posicionara a respeito, afirmando que: 'As categorias econômicas são expressões teóricas das relações sociais de produção /.../ Os mesmos homens que estabelecem as relações sociais de acordo com a sua produtividade material, produzem também os princípios, as idéias, as categorias, de acordo com suas relações sociais. Assim estas categorias são tão pouco eternas quanto as relações que exprimem(...)'." 12 Como alertara Lukács, em Marx, "pela primeira vez na história da filosofia, as categorias econômicas aparecem como as categorias da produção e reprodução da vida humana" 13, ou seja, como categorias que expressam não uma dada ordem de efetividades cindidas do ser social, mas a efetividade complexa e não cindível senão em pensamento do ser social. A análise e crítica marxiana do modo de produção capitalista alcança, nos Grundrisse, uma forma se não totalmente peremptória - já que ainda continuaria se aperfeiçoando nas Teorias da Mais-Valia e provavelmente mesmo até a morte de Marx - grandemente burilada em seus pontos fundamentais. É nestes manuscritos que 12 VIEIRA, Z.R., Perspectiva Sociológica..., monografia defendida no depto. de Sociologia e Antropologia da Fafich, UFMG, 1999, p Apud CHASIN, op. cit., p

14 sua crítica ganha definitivamente a forma de uma crítica a um modo de produção que possui como determinação intrínseca a não-troca ou exploração. O pensamento de Marx - até então ainda muito voltado para as relações de troca ou de mercado, isto é, ainda muito influenciado pela teoria da oferta e da procura 14 - perfaz, aí, como resultado de um longo percurso, a alteração pela qual a produção vem a ser efetivamente o centro de sua análise. É precisamente neste momento que ele faz a descoberta da diferença fundamental entre trabalho e força de trabalho. Em outros termos, verifica-se, nos Grundrisse, "a descoberta da 'categoria essencialmente diferente': Arbeitskraft - não uma mercadoria entre outras, mas uma mercadoria única, produtora de valor." 15 Descoberta que permitirá, de uma vez por todas, a compreensão da questão do excedente no interior do processo de produção do capital e a completa elaboração da teoria da mais-valia. Sob a forma de sua descoberta considerada mais importante no plano da economia, a mais-valia passa a ocupar, então, aquele que será o seu lugar em todas as demais obras de Marx. Sendo - como fica genuinamente demonstrado nos Grundrisse - a determinação central, o eixo sobre o qual efetiva-se a produção capitalista, ela terá, assim, papel central também na análise desta última por Marx. É importante observar, neste ponto, que, segundo Rosdolsky, muito embora na etapa anterior aos Grundrisse - constituída pela obra A Miséria da Filosofia, pelo Manifesto do Partido Comunista e pelo escrito intitulado Trabalho Assalariado e Capital - não tivesse Marx efetivamente, ainda, elaborado "sua teoria específica do lucro, 'até 1848 estavam traçadas as linhas fundamentais de sua teoria da mais-valia', 14 Cf. Chasin, J., "Marx no Tempo da Nova Gazeta Renana" in MARX, K. A Burguesia e a Contra- Revolução, p Idem 14

15 pedra angular de sua doutrina econômica, e só restava a tarefa de desenvolver tal teoria em detalhe - processo que podemos estudar minuciosamente nos Grundrisse." 16 Efetivamente, a importante descoberta de Marx não se deu num apagar ou acender das luzes ou entre uma crise e outra de fígado que lhe acomete no momento em que escreve os manuscritos em questão. De forma não diferente de todas as descobertas importantes no plano da ciência, sua apreensão da categoria da mais-valia resulta de vários anos de labuta intelectual voltados para a crítica da economia política e, por conseguinte, para a dilucidação das determinações fundamentais do modo de produção do capital. Labuta esta que, segundo Nicolaus, enfrentara, de maneiras diversas a cada etapa da construção deste pensamento, a teoria ricardiana do excedente, para vir a desaguar nesta sua elaboração própria. O que se quer ressaltar, pois, é que, embora os Grundrisse representem um salto qualitativo fundamental na elaboração do pensamento maduro de Marx, não apresentam, porém, uma ruptura com a trajetória anterior deste pensamento. Muito ao contrário, como o diz Chasin, "a ontologia dos Grundrisse adensa e ultrapassa, mas não nega a ontologia composta ao longo do período 42-47; mais do que isso, adensamento e ultrapassagem são precisamente demanda e virtualidade postas pela antecedente." 17 Demanda, esta, concreta se se considera, sobretudo, a afirmação dos editores russos dos Grundrisse de que "até 1848 estavam traçadas as linhas fundamentais de sua teoria da mais-valia" 18 - o que, embora fuja à presente pesquisa confirmar ou não, é, neste particular, respaldado por outros autores, como transluz, por exemplo, da passagem de 16 ROSDOLSKY, R. Génesis y Estructura de El Capital de Marx, p CHASIN, J. "Marx no Tempo da Nova Gazeta Renana" in MARX, K. A Burguesia e a Contra- Revolução, p

16 Rosdolsky acima aludida. Com o objetivo de trazer à luz o texto mesmo de Marx, com todas as suas possíveis lacunas ou irresoluções e de poder, assim, contribuir na redescoberta deste autor por ele mesmo 19, esta dissertação concentra-se de forma praticamente exclusiva sobre os Grundrisse. Com esparsas referências a outros textos de Marx ou de comentadores - que se fazem apenas no intuito de apoio, quando necessário e plenamente cabível este - procede-se, aqui, a uma análise imanente dos referidos manuscritos no que diz respeito ao tema proposto. Trata-se, em outras palavras, de uma escavação por meio da qual se busca apreender o complexo da atividade sensível em suas determinações centrais e sua intrínseca relação com o tema da emancipação a partir do próprio objeto-texto e da articulação das categorias na forma como ela, ali, se encontra. Em consonância com este objetivo, o cotejamento dos resultados alcançados com a análise de outros autores que trataram do tema perfaz-se somente à conclusão. Tal confronto analítico possui, assim, um caráter apenas inicial e busca exclusivamente levantar algumas questões. Longe de pretender proceder a uma crítica a tais autores, o recurso a eles tem o propósito único de trazer para o trabalho, ainda que de forma incipiente, algumas das discussões existentes sobre o assunto. Nossa dissertação estrutura-se em três capítulos. No primeiro deles, o complexo da atividade sensível ou, em outras palavras, a produção ou produção material é analisada em suas determinações gerais, ou seja, naquelas presentes em 18 IMEL, "Prólogo da Primeira Edição em Alemão", in MARX, K. Elementos Fundamentales...,vol. I, p XLI 16

17 toda formação social: a sociabilidade, a transitividade entre sujeito e objeto, a produção de objetividades sociais e a efetivação de potencialidades humanas. Ressalte-se de antemão, porém, que as determinações gerais ou "abstrações razoáveis" não constituem, em Marx, um conjunto ou sistema estanque de conceitos, mas tratam-se, ao contrário, de traços gerais, eles próprios, complexos: "Esse Universal, contudo, ou este caráter comum, que se destaca através da comparação, é,ele próprio, um conjunto articulado complexo, cujos membros divergem em determinações diferentes. Alguns destes elementos pertencem a todas as épocas, outros são comuns apenas a algumas. [Outras] determinações serão comuns à época mais moderna e à mais antiga. Sem elas, não se pode conceber nenhuma produção." 20 No segundo capítulo, o mesmo complexo é perquirido em suas particularidades modernas da universalidade, do estranhamento e do aspecto de negação ou desapropriação de vida; as quais constituem, por sua vez, as determinações mais gerais que caracterizam a atividade na sociabilidade burguesa. Traços ou determinações que se depreende do entrelaçamento de categorias ainda mais abstratas ou precisas. As quais, por sua vez, apenas articuladas entre si permitem o delineamento efetivo do "complexo de complexos" que é a atividade sensível em sua forma moderna. Se o primeiro capítulo encontra-se justificado a seguir, logo no seu início - o que nos exime de fazê-lo aqui - digamos, entretanto, antes de prosseguir, as razões pelas quais nosso segundo capítulo volta-se para a produção específica da sociabilidade moderna. Se, de um lado, a forma assumida pelo trabalho nesta última é aquela que traz em si os componentes de uma nova forma de sociabilidade, isto é, de 19 Propósito sobre o qual se funda o grupo de pesquisa no qual nos inserimos. 20 MARX, K. Manuscrit de , "Grundrisse", tomo I, p

18 uma forma emancipada do trabalho - o que, por si só, já justificaria, portanto, sua análise - por outro lado, segundo Marx, a "produção em geral" - esta "abstração razoável" que destaca os traços comuns à produção material nas diferentes formas históricas por ela assumidas - apenas nos poupa da repetição destes mesmos traços, mas "as pretensas condições universais de toda produção não são nada mais que estes momentos abstratos que não apreendem nenhum estágio histórico real da produção." 21 Motivo pelo qual Marx, ele próprio, nos Grundrisse, se volta primordialmente para a produção em sua forma moderna, isto é, para o desvelamento de suas determinações específicas nesta sociabilidade. No terceiro capítulo, traceja-se, por fim, aquilo que é entendido, por Marx, no texto em questão, como sendo a emancipação humano-societária: a superação da atividade sensível estranhada e o que corresponderia, para ele, à livre individualidade efetiva. Como último aspecto a aclarar nesta introdução, mencionemos, pois, a edição dos Grundrisse por nós adotada. Tendo em vista não existir, no momento em que realizamos a pesquisa, uma tradução deste texto em língua portuguesa - à exceção da passagem intitulada Formas Anteriores [Vorhergehen] à Produção Capitalista" 22 - adotamos a tradução francesa publicada, em dois volumes, pelas Editions Sociales de Paris, em 1980, com o título Manuscrit de , "Grundrisse" - à qual todas as citações estão referidas. Apenas quando estritamente necessário, para precisar melhor alguns termos ou expressões, recorremos ao cotejamento daquela com o original 21 Idem, p A tradução de E. Hobsbawm desta pequena passagem dos Grundrisse foi vertida para o português e publicada, com o mesmo título - Formações Econômicas Pré-Capitalistas, pela editora Paz e Terra. Texto que, no entanto, não utilizamos, nesta pesquisa, devido a sua incompletude. 18

19 alemão publicado pela Dietz Verlag de Berlim. CAPÍTULO I DETERMINAÇÕES GERAIS DA ATIVIDADE SENSÍVEL Para tratar da produção ou atividade humana sensível nos Grundrisse é preciso, em primeiro lugar, destacar - como Marx o faz, embora mais no sentido negativo, isto é, para ressaltar aquilo que há de específico na forma de produção moderna - as determinações gerais deste complexo categorial. E, isto, por duas razões principais. De um lado, porque não apenas os economistas da época de nosso autor, mas toda uma série de interlocutores posteriores do marxismo também representam a produção "diferentemente da distribuição, etc., como fechada em leis naturais eternas, independentes da história (...). [Sendo que] Na distribuição, ao contrário, os homens se permitiriam, efetivamente, agir com todo tipo de arbitrariedade" 23. Neste sentido, a exposição científica, para usar uma expressão de Marx, das determinações gerais ou universais da produção é necessária para que a unidade não oculte o que há de específico, isto é, para que as determinações específicas da produção na sociabilidade moderna não sejam obnubiladas em suas particularidades ontológicas - procedimento do qual decorre a generalização abstrata de tais determinações para todo tipo de sociedade. De outro lado - o que se coloca apenas como complemento ou apêndice do objetivo anterior - tal exposição faz-se necessária no sentido mesmo do objetivo final desta dissertação, o qual consiste precisamente no desvelamento daquilo que 23 MARX, K., Manuscrit de , Grundrisse, Tomo I, p

20 corresponderia, para Marx, neste texto, a um metabolismo humano societário emancipado. Neste sentido, a compreensão daquilo que há de específico ao complexo da produção na sociabilidade do capital - e, portanto, daquilo que é particular a este metabolismo social e não, determinação a-histórica da produção enquanto tal - é de fundamental interesse na medida em que seja efetivamente compreendido como traço histórico da produção e, portanto, sujeito a alterações. É preciso, inicialmente, salientar que mesmo as determinações gerais ou abstratas (como Marx também as nomeia) não são entendidas por este autor como determinações a-históricas. Para Marx, "a produção em geral é uma abstração, mas uma abstração razoável na medida em que ela destaca e precisa efetivamente os traços comuns, nos poupando, assim, da repetição. No entanto, este Universal, ou este caractere comum, isolado por comparação é, ele próprio, um conjunto articulado complexo cujos membros divergem em determinações diferentes. Certos elementos pertencem a todas as épocas, outros são comuns apenas a algumas. Certas determinações serão comuns à época mais moderna e à mais antiga. Sem elas não podemos conceber nenhuma produção". 24 As determinações gerais da produção não são concebidas como sendo uma substância ou essência única. Ao contrário, enquanto complexo, são diversas. Encontram-se diversamente articuladas - às vezes mesmo ausentes algumas delas - em cada forma particular da produção. Embora concebida por Marx como sendo uma abstração razoável - isto é, como uma categoria ou complexo de determinações que reflete, sob a forma de pensamento, a síntese de determinações diversas, o concreto enquanto tal - a produção em geral é sempre uma abstração, serve apenas para efeito da coerente apreensão intelectiva das formas de produção. É preciso ter sempre 20

21 presente que tais determinações não existem, enquanto tais, articuladas num mesmo conjunto. Por outro lado, ressalta Marx, "a produção também não é unicamente uma produção particular: não é nunca apenas um certo corpo social, um sujeito social que exerce sua atividade numa totalidade de ramos da produção, mais ou menos grande ou rica". 25 O que deve, portanto, ser apreendido, e que Marx nos deixa apontado em suas anotações, é que se, por um lado, a produção universal em si não existe senão como complexo de determinações que o pensamento apreende como universais, como válidas, no sentido já assinalado, para todas as formas da produção; por outro lado, a produção também não é apenas a pura empiria: uma produção particular no interior de uma certa totalidade da produção ou, ainda, uma totalidade concreta de ramos da produção. Depreende-se, pois, o caráter ontológico da análise marxiana. A análise da produção levada a cabo por Marx e reconhecida por ele como sendo o objeto de tais manuscritos, não é nem um estudo de caráter sociológico ou econômico - no sentido em que têm sido desenvolvidas estas ciências na atualidade - que tome a produção apenas em seu aspecto particular ou enquanto totalidade específica de ramos da produção, nem tampouco desenvolvimento abstrato de determinações concretas tendo como veio determinativo uma dialética concebida in mente ou ante res. Não sendo objeto específico desta dissertação discorrer sobre tal questão, é preciso, porém, salientar que o trabalho empreendido pelo autor, no texto do qual tratamos, tem o caráter de um reconhecimento do ser-precisamente-assim da forma de produção do capital. Sem a pretensão de esgotar em poucas linhas o assunto, invocamos, aqui, a própria definição de categoria dada por ele neste mesmo texto: "as 24 Id., Tomo I, p Id., Tomo I, p

A ideologia alemã. Karl Marx e Friedrich Engels

A ideologia alemã. Karl Marx e Friedrich Engels A ideologia alemã Karl Marx e Friedrich Engels Percurso Karl Marx (1817-1883) Filho de advogado iluminista Formou-se em Direito, Filosofia e História pela Universidade de Berlim; não seguiu carreira acadêmica

Leia mais

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton Silveira de Pinho Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton

Leia mais

IDEOLOGIA, EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO HUMANA EM MARX, LUKÁCS E MÉSZÁROS

IDEOLOGIA, EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO HUMANA EM MARX, LUKÁCS E MÉSZÁROS IDEOLOGIA, EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO HUMANA EM MARX, LUKÁCS E MÉSZÁROS Maria Teresa Buonomo de Pinho * O objetivo deste artigo é examinar o caráter de ideologia da práxis educativa e o papel relativo que

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica PRAXIS A palavra práxis é comumente utilizada como sinônimo ou equivalente ao termo prático. Todavia, se recorrermos à acepção marxista de práxis, observaremos que práxis e prática são conceitos diferentes.

Leia mais

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política ////////////////////////// Ficha de Leitura * ////////////////////////// MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política Introdução [À Crítica da Economia Política] Prefácio [Para a Crítica da Economia

Leia mais

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL INTRODUÇÃO O conceito de ação social está presente em diversas fontes, porém, no que se refere aos materiais desta disciplina o mesmo será esclarecido com base nas idéias

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL TEORIA MARXISTA NA COMPREENSÃO DA SOCIEDADE CAPITALISTA Disciplina: QUESTÃO E SERVIÇO Professora: Maria da Graça Maurer Gomes Türck Fonte: AS Maria da Graça Türck 1 Que elementos são constitutivos importantes

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

A crítica à razão especulativa

A crítica à razão especulativa O PENSAMENTO DE MARX A crítica à razão especulativa Crítica a todas as formas de idealismo Filósofo, economista, homem de ação, foi o criador do socialismo científico e o inspirador da ideologia comunista,

Leia mais

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho Direitos Autorais: Faculdades Signorelli "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens,

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções:

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: PROJETO DE PESQUISA Antonio Joaquim Severino 1 Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: 1. Define e planeja para o próprio orientando o caminho a ser seguido no desenvolvimento do trabalho

Leia mais

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC TEXTO COMPLEMENTAR AULA 2 (15/08/2011) CURSO: Serviço Social DISCIPLINA: ORIENTAÇÕES DE TCC II - 8º Período - Turma 2008 PROFESSORA: Eva Ferreira de Carvalho Caro acadêmico, na Aula 2, você estudará Áreas

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS

TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS IFAM CAMPUS HUMAITÁ CURSO DE... NOME DO(A) DISCENTE TÍTULO DA PESQUISA HUMAITÁ AM ANO EM QUE O TRABALHO

Leia mais

A exploração da liberdade

A exploração da liberdade A crise da liberdade A exploração da liberdade A liberdade foi um episódio. Episódio significa entreato, intervalo entre dois atos. O sentimento de liberdade situa se na transição de uma forma de vida

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre 01-O homo sapiens moderno espécie que pertencemos se constitui por meio do grupo, ou seja, sociedade. Qual das características abaixo é essencial para

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

Reestruturação sindical: tópicos para uma questão prévia

Reestruturação sindical: tópicos para uma questão prévia Mário Pinto Reestruturação sindical: tópicos para uma questão prévia 1. O funcionamento da organização sindical portuguesa é muito frequentemente qualificado de deficiente. Excluindo afirmações de circunstância,

Leia mais

Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é:

Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é: Atividade extra Fascículo 3 Sociologia Unidade 5 Questão 1 Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é: a. Isolamento virtual b. Isolamento físico c.

Leia mais

O ESTATUTO ONTOLÓGICO EM LUKÁCS: A CENTRALIDADE DA CATEGORIA TRABALHO.

O ESTATUTO ONTOLÓGICO EM LUKÁCS: A CENTRALIDADE DA CATEGORIA TRABALHO. O ESTATUTO ONTOLÓGICO EM LUKÁCS: A CENTRALIDADE DA CATEGORIA TRABALHO. Marcelo Lira Silva Tentarei neste breve ensaio levantar alguns aspectos da construção gnósioontológico de um dos pensadores marxistas

Leia mais

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Curso: Especialização em Psicopedagogia Módulo: Noções Fundamentais de Direito

Leia mais

TEORIA SOCIAL CRÍTICA: DO QUE SE TRATA?

TEORIA SOCIAL CRÍTICA: DO QUE SE TRATA? TEORIA SOCIAL CRÍTICA: DO QUE SE TRATA? 1 Ivo Tonet* 1. Introdução Costuma-se associar o termo teoria crítica à Escola de Frankfurt. Contudo, no presente texto, nosso objetivo não é discorrer sobre a teoria

Leia mais

A PRESENÇA DA ARTE NO PROJETO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO

A PRESENÇA DA ARTE NO PROJETO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO A PRESENÇA DA ARTE NO PROJETO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO Sandra Maria Zanello de Aguiar, e-mail:szaguiar@gmail.com. Universidade Estadual do Centro-Oeste/Setor de Ciências Sociais Aplicadas.

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina/Departamento de Serviço Social/Londrina, PR Ciências Sociais Aplicadas Ética e Serviço Social

Universidade Estadual de Londrina/Departamento de Serviço Social/Londrina, PR Ciências Sociais Aplicadas Ética e Serviço Social O materialismo-histórico dialético e o projeto ético-político do Serviço Social: algumas aproximações Emelin Caroline Tarantini Cremasco (PIBIC/CNPq-UEL), Olegna Souza Guedes (Orientadora), e-mail: olegnasg@gmail.com

Leia mais

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL THOMAS HOBBES LEVIATÃ ou MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL Thomas Hobbes é um contratualista teoria do contrato social; O homem natural / em estado de natureza para Hobbes não é

Leia mais

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Soraya Vieira SANTOS; Marília Gouvea de MIRANDA (PPGE/FE/UFG) soraya_vieira@hotmail.com marília.ppge@uol.com.br Palavras-chave: Wallon;

Leia mais

Trabalho Produtivo e Improdutivo: o cerne da questão

Trabalho Produtivo e Improdutivo: o cerne da questão Trabalho Produtivo e Improdutivo: o cerne da questão Gustavo Henrique Lopes Machado Vimos nos dois artigos iniciais desta série o conceito preciso de mercadoria, assim como dos ditos serviços. Sendo que,

Leia mais

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA Profa. Ms. Rose Romano Caveiro CONCEITO E DEFINIÇÃO É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas

Leia mais

A PRÁTICA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: UM ENFOQUE NOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS.

A PRÁTICA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: UM ENFOQUE NOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS. A PRÁTICA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: UM ENFOQUE NOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS. CLáudia Mônica dos Santos RESUMO: Esse estudo tem por objetivo conhecer como a prática profissional vem

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Projeto de Pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria como requisito parcial para a seleção de ingresso

Leia mais

Principais Sociólogos

Principais Sociólogos Principais Sociólogos 1. (Uncisal 2012) O modo de vestir determina a identidade de grupos sociais, simboliza o poder e comunica o status dos indivíduos. Seu caráter institucional assume grande importância

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita;

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita; MÉTODO CIENTÍFICO CONCEITO: palavra de origem grega, significa o conjunto de etapas e processos a serem vencidos ordenadamente na investigação da verdade; IMPORTÃNCIA DO MÉTODO: pode validar ou invalidar

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

Aula 2: Projeto de pesquisa

Aula 2: Projeto de pesquisa 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 2: Projeto de pesquisa 1 O projeto de pesquisa O projeto de pesquisa é a base da organização do seu trabalho de pesquisa. Ao elaborar o projeto você organiza suas

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

A INDÚSTRIA CULTURAL E SEU DOMINIO SOBRE A CLASSE TRABALHADORA. Aurius Reginaldo de Freitas Gonçalves

A INDÚSTRIA CULTURAL E SEU DOMINIO SOBRE A CLASSE TRABALHADORA. Aurius Reginaldo de Freitas Gonçalves A INDÚSTRIA CULTURAL E SEU DOMINIO SOBRE A CLASSE TRABALHADORA Aurius Reginaldo de Freitas Gonçalves Estamos vivendo um período extremamente difícil, onde as relações sociais encontram em plena estagnação.

Leia mais

1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA

1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA 1 COMO ENCAMINHAR UMA PESQUISA 1.1 QUE É PESQUISA Procedimento racional e sistemático que tem por objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. Requerida quando não se dispõe de informação

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA ESPÍRITA E ESPIRITISMO

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA ESPÍRITA E ESPIRITISMO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA 1 ESPÍRITA E ESPIRITISMO Para designar coisas novas, são necessárias palavras novas. A clareza de uma língua assim exige, a fim de evitar que uma mesma palavra

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA LIBERDADE ANTIGA E LIBERADE MODERNA LINHARES 2011 EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA ESCOLA MUNICIPAL JALLES MACHADO DE SIQUEIRA PROFESSORA BOLSISTA ROSA CRISTINA

Leia mais

Conexões entre o estranhamento e o capitalismo

Conexões entre o estranhamento e o capitalismo Conexões entre o estranhamento e o capitalismo Stênio Eduardo de Sousa Alves Universidade Federal de Uberlândia stenioche@yahoo.com.br Resumo Nos marcos de uma sociedade capitalista globalizada em que

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade

Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade Notandum 14 http://www.hottopos.com CEMOrOC Feusp / IJI Univ. do Porto 2007 Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade Marcos Sidnei Pagotto

Leia mais

A ONTOLOGIA MARXIANA COMO REFERENCIAL PARA A PESQUISA SOBRE A PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL

A ONTOLOGIA MARXIANA COMO REFERENCIAL PARA A PESQUISA SOBRE A PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL 1 A ONTOLOGIA MARXIANA COMO REFERENCIAL PARA A PESQUISA SOBRE A PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL JÉSSICA OLIVEIRA MUNIZ 1 NATÁLIA AYRES DA SILVA 2 Resumo: O presente trabalho trata-se de um estudo teórico-bibliográfico

Leia mais

KARL MARX (1818-1883)

KARL MARX (1818-1883) KARL MARX (1818-1883) 1861 Biografia Nasceu em Trier, Alemanha. Pais judeus convertidos. Na adolescência militante antireligioso; A crítica da religião é o fundamento de toda crítica. Tese de doutorado

Leia mais

TEORIA SOCIAL CLÁSSICA E MODERNIDADE: REFLEXÃO À LUZ DE KARL MARX RESUMO

TEORIA SOCIAL CLÁSSICA E MODERNIDADE: REFLEXÃO À LUZ DE KARL MARX RESUMO TEORIA SOCIAL CLÁSSICA E MODERNIDADE: REFLEXÃO À LUZ DE KARL MARX Iara Barbosa de Sousa 1 RESUMO A presente reflexão tem enfoque no debate acerca de um clássico autor nas Ciências Sociais e sua relação

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCAEDHMT01-P A IMPORTÂNCIA EPISTEMOLÓGICA DA METODOLOGIA DE PESQUISA NAS CIÊNCIAS SOCIAIS Ozilma Freire dos Santos (1) Deyve Redyson (3). Centro de Ciências Aplicadas e Educação/Departamento de Hotelaria/MONITORIA

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO

ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO ESCOLHA DO TEMA - Seja cauteloso na escolha do tema a ser investigado. Opte por um tema inserido no conteúdo programático da disciplina pela qual teve a maior aptidão

Leia mais

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE 1 EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE Ivo Tonet Introdução É lugar-comum afirmar que a humanidade está vivenciando, atualmente, uma crise de gravíssimas proporções. Crise que não afeta apenas algumas, mas todas as

Leia mais

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA COMPRENDER Y HACERSE COMPRENDER: COMO REFORZAR LA LEGITIMIDADE INTERNA Y EXTERNA DE LOS ESTUDIOS CUALITATIVOS

Leia mais

Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica. Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ

Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica. Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ Metodologia da Pesquisa Cientifica Metodologia Como se procederá a pesquisa? Caminhos para se

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO PROF. ME. RAFAEL HENRIQUE SANTIN Este texto tem a finalidade de apresentar algumas diretrizes para

Leia mais

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? Conhecimento: Conhecimento: nada mais é que a apreensão da realidade, de forma real ou imaginada. Entendendo realidade como aquilo

Leia mais

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento.

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA Título provisório (uma expressão

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

All rights reserved by Self-Realization Fellowship ÍNDICE. Prefácio... xi Prólogo... xvi Introdução...2

All rights reserved by Self-Realization Fellowship ÍNDICE. Prefácio... xi Prólogo... xvi Introdução...2 ÍNDICE Prefácio... xi Prólogo... xvi Introdução...2 1. A Universalidade, Necessidade e Unidade da Religião...8 O objetivo comum da vida...8 Definição universal de religião...12 O que significa ser religioso...13

Leia mais

REMEMORAÇÃO E DIALÉTICA (INFLUÊNCIA HEGELIANA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ)

REMEMORAÇÃO E DIALÉTICA (INFLUÊNCIA HEGELIANA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ) REMEMORAÇÃO E DIALÉTICA (INFLUÊNCIA HEGELIANA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ) *Profa. Ms. Maria Celeste de Sousa Resumo: A filosofia de Lima Vaz é profundamente influenciada por Hegel e os dois conceitos que

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

Unidade I Direito, cidadania e movimentos sociais Unidade II Consumo e meio ambiente

Unidade I Direito, cidadania e movimentos sociais Unidade II Consumo e meio ambiente Unidade I Direito, cidadania e movimentos sociais Unidade II Consumo e meio ambiente Aula Expositiva pelo IP.TV Dinâmica Local Interativa Interatividade via IP.TV e Chat público e privado Email e rede

Leia mais

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares Walter Benjamin - Questões de Vestibulares 1. (Uem 2011) A Escola de Frankfurt tem sua origem no Instituto de Pesquisa Social, fundado em 1923. Entre os pensadores expoentes da Escola de Frankfurt, destaca-se

Leia mais

Como elaborar um relatório de pesquisa

Como elaborar um relatório de pesquisa Como elaborar um relatório de pesquisa Profa. Dra. Maria José B. Finatto - UFRGS - Instituto de Letras www.ufrgs.br/textecc Seminários Temáticos PROPESQ - 2012 Preâmbulo - sério! O Programa Institucional

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

AUTOR DO TRABALHO UNIVERSIDADE CUIABÁ - MT 20XX

AUTOR DO TRABALHO UNIVERSIDADE CUIABÁ - MT 20XX PROJETO DE PESQUISA É uma das etapas componentes do processo de elaboração, execução e apresentação da pesquisa. Todavia, antes de redigir o projeto, alguns passos devem ser dados: - precisam ser realizados

Leia mais

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior INTRODUÇÃO O que é pesquisa? Pesquisar significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas. INTRODUÇÃO Minayo (1993, p. 23), vendo por

Leia mais

4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO

4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO 4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO Este capítulo visa a orientar a elaboração de artigos científicos para os cursos de graduação e de pós-graduação da FSG. Conforme a NBR 6022 (2003, p. 2),

Leia mais

KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS

KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS Gustavo Leal - Toledo 1 RESUMO Pretende-se mostrar, neste trabalho, que a Exposição Metafísica não depende da Exposição Transcendental nem da geometria euclidiana.

Leia mais

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto.

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Pré-texto Capa Folha de Rosto Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Sumário Texto

Leia mais

O CONCEITO DE MATÉRIA NA FILOSOFIA KANTIANA DA NATUREZA

O CONCEITO DE MATÉRIA NA FILOSOFIA KANTIANA DA NATUREZA O CONCEITO DE MATÉRIA NA FILOSOFIA KANTIANA DA NATUREZA Gilberto do Nascimento Lima Brito* 1. INTRODUÇÃO Nossa pesquisa consistirá em analisar o conceito de matéria na filosofia da natureza de Immanuel

Leia mais

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s.

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s. Bom dia a todos e a todas, Não é difícil apontar vantagens económicas às medidas de gestão empresarial centradas na igualdade de género. Em primeiro lugar, porque permitem atrair e reter os melhores talentos;

Leia mais

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico:

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: 1 Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: Uma breve aproximação Clodoveo Ghidolin 1 Um tema de constante debate na história do direito é a caracterização e distinção entre jusnaturalismo e positivismo

Leia mais

UNIVERSIDADE IGUAÇU FACUDADE DAS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

UNIVERSIDADE IGUAÇU FACUDADE DAS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS UNIVERSIDADE IGUAÇU FACUDADE DAS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE MONOGRAFIA FILOMENA MARIA RATES SOARES VITOR TENÓRIO NOVA

Leia mais

Profª Drª Maria Aparecida Baccega

Profª Drª Maria Aparecida Baccega Profª Drª Maria Aparecida Baccega http://lattes.cnpq.br/8872152033316612 Elizabeth Moraes Gonçalves - UMESP Alguns dados de currículo Livre Docente em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da

Leia mais

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos RESUMO PDI PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL E PPC PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO, ENTRE O DITO E O FEITO ESTUDOS DE CASO MÚLTIPLOS / IES/ RS BRASIL 2007/2008. Autora

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO 1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO A análise da evolução temporal (ou dinâmica) da economia constitui o objeto de atenção fundamental do desenvolvimento econômico,

Leia mais

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo 1 O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA Cassio Donizete Marques 1 Resumo Hegel é considerado um dos pensadores mais complexos de toda a história da filosofia. Seu pensamento estabelece, senão

Leia mais

RÉPLICA A JORGE J. E. GRACIA 1

RÉPLICA A JORGE J. E. GRACIA 1 TRADUÇÃO DOI: 10.5216/PHI.V17I2.18751 RÉPLICA A JORGE J. E. GRACIA 1 Autor: Peter F. Strawson Tradutor: Itamar Luís Gelain(Centro Universitário Católica de Santa Catarina) 2,3 itamarluis@gmail.com Em seu

Leia mais

Uma globalização consciente

Uma globalização consciente Uma globalização consciente O apelo a uma globalização mais ética tornou se uma necessidade. Actores da globalização como as escolas, devem inspirar por estes valores às responsabilidades que lhes são

Leia mais

O Projeto de Pesquisa

O Projeto de Pesquisa O Projeto de Pesquisa CLÁUDIA BARBOSA O objetivo desta unidade é ensinar ao aluno sobre a definição e elaboração de um Projeto de Pesquisa. Ao final desta aula o aluno deverá apresentar seu projeto de

Leia mais

14 --------- Como redigir o projeto de pesquisa? 14. 1.2 Identificação

14 --------- Como redigir o projeto de pesquisa? 14. 1.2 Identificação 14 --------- Como redigir o projeto de pesquisa? 14. 1.2 Identificação Nesta primeira parte são apresentados os dados essenciais à identificação do projeto, quais sejam: a) título e subtítulo (se houver);

Leia mais

:: Verinotio - Revista On-line de Educação e Ciências Humanas. Nº 3, Ano II, Outubro de 2005, periodicidade semestral ISSN 1981-061X.

:: Verinotio - Revista On-line de Educação e Ciências Humanas. Nº 3, Ano II, Outubro de 2005, periodicidade semestral ISSN 1981-061X. :: Verinotio - Revista On-line de Educação e Ciências Humanas. Nº 3, Ano II, Outubro de 2005, periodicidade semestral ISSN 1981-061X. O MUNDO DO CAPITAL COMO SOCIABILIDADE DO EQUIVALENTE NOS GRUNDRISSE

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

Na introdução o aluno deverá explicar o assunto que deseja desenvolver. Situar o tema dentro do contexto geral da sua área de trabalho

Na introdução o aluno deverá explicar o assunto que deseja desenvolver. Situar o tema dentro do contexto geral da sua área de trabalho PROJETO DE PESQUISA INTRODUÇÃO (O QUE É O TEMA?) Na introdução o aluno deverá explicar o assunto que deseja desenvolver. Desenvolver genericamente o tema Anunciar a idéia básica Delimitar o foco da pesquisa

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA Nome: Nº 2 a. Série Data: / /2015 Professores: Gabriel e Marcelo Nota: (valor: 1,0) 3º bimestre de 2015 A - Introdução Neste bimestre, sua média foi inferior a 6,0 e

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto de Vida MACHADO, Nilson José. Projeto de vida. Entrevista concedida ao Diário na Escola-Santo André, em 2004. Disponível em: .

Leia mais