GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO"

Transcrição

1 VAL- 1 GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO

2 FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 2! Objectivos do curso! Programa! Material de estudo / Grupos! Avaliação! Bibliografia! Contactos

3 OBJECTIVOS VAL- 3 " Fornecer aos alunos um leque de conhecimentos capaz de: Orientar a tomada de decisões em matérias de domínio financeiro; Permitir o entendimento da relação risco-retorno existente nos mercados financeiros; Permitir a determinação do custo de capital associado a um determinado investimento; Permitir a percepção do grau de eficiência inerente aos diversos mercados financeiros; Ilustrar o papel que o financiamento pode ter na valorização da empresa; Analisar a decisão de financiamento; Analisar a política de distribuição de dividendos; Realizar a avaliação de empresas; O alcance de noção geral dos moldes de funcionamento dos modelos de avaliação de opções reais.

4 PROGRAMA " Unidade I :A Noção de Valor em Finanças Empresariais; VAL- 4 " Unidade II : Risco, Retorno e Eficiência dos Mercados Financeiros; " Unidade III : Custo de Capital " Unidade IV: Decisões de Investimento em Activos Reais " Unidade V : Política de de Dividendos e Estrutura de Financiamento; " Unidade VI : Avaliação de Empresas; " Unidade VII : Opções Reais.

5 AVALIAÇÃO VAL- 5! Trabalhos de grupo:(30%) " Dois trabalhos; " grupos de 3 a 5 elementos; " 7 dias úteis; " Apresentação dos trabalhos em aula! Teste individual:(55%) " Prova escrita individual sem consulta; apenas um formulário fornecido conjuntamente com o enunciado; " Nota na prova individual 8,0; " Lista de exercícios;! Mini-testes: " Dois mini-testes sem consulta.

6 FRAUDES E COMPORTAMENTOS NÃO ÉTICOS VAL- 6! Quaisquer casos de fraude ou comportamento não ético por parte de alunos, durante o ano lectivo, conduzirão à respectiva exclusão e eliminação da disciplina.

7 BIBLIOGRAFIA VAL- 7! Livro recomendado: " Damodaran, Aswath, 2001, Corporate Finance. Theory and Practice, John Wiley and Sons, 2nd Ed., NewYork.! Bibliografia Complementar: " Brealey, Richard and Myers, Stewart, 2000, Principles of Corporate Finance, 6th Ed, McGraw-Hill Book Co, Singapore. " Ross, Stephen A., Westerfield, Randolph W. and Jaffee, Jeffrey F., 2001, Corporate Finance, 6 th Ed., IrwinMcGrawHill, Book Co., Singapore.

8 I - INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 8! O que é uma empresa? Empresa Activos Capitais Próprios Passivos

9 I - INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 9 A empresa pode ser vista segundo o seguinte gráfico: ACTIVOS FINANCIAMENTO Activos existentes que geram Cash Flows Investimentos já realizados Dívida Financiamento externo Valor esperado que irá ser criado por investimentos futuros Investimentos a realizar Capitais Próprios Financiamento interno Fonte: Aswath Damodaran (2001)

10 I - INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 10 Actividade operacional da Empresa (activos reais) (2) (3) Gestor financeiro (4a) (4b) (1) Mercados financeiros (activos financeiros na posse dos investidores) (1) Fundos obtidos junto dos investidores Fonte: Brealey and Myers (2000) (2) Fundos investidos na empresa (3) Fundos gerados pela actividade operacional (4a) Fundos reinvestidos (4b) Fundos retornados aos investidores

11 I - INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 11! Princípios das Finanças Empresariais: " Investimento Taxa de rendibilidade versus custo de oportunidade " Financiamento Capitais próprios versus capitais alheios Tipo de dívida ou capital próprio " Dividendo Política de dividendos versus reinvestimento

12 I - INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 12! A função objectivo da empresa: Maximizar o valor da empresa " Valor da empresa: é determinado pelos Cash Flows que se estimam que sejam gerados pelos activos e a incerteza associada a tais Cash Flows. VALOR DE MERCADO

13 I - INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 13! Valor da Empresa: " Cash flows esperados => valor de mercado " Qualidade dos projectos => decisões de investimento " Reinvestimento => política de dividendos " Custo de oportunidade => política de financiamento! Valor dos Capitais Próprios: " Diferença entre Valor da Empresa e valor dos capitais alheios

14 I - INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 14! Instrumentos utilizados nas Finanças Empresariais: 1. Valor temporal do dinheiro 2. Documentos contabilísticos 3. Avaliação de empresas

15 VAL- 15! Porque precisamos de uma função objectivo? " Critério de decisão sistemático " Objectivos múltiplos podem criar confusão => Um único objectivo!

16 VAL- 16! Características de uma Boa Função Objectivo: 1. Definição clara 2. Quantificável 3. Não cria custos a outras entidades/grupos

17 VAL- 17! A Função Objectivo Clássica: Maximizar o valor da empresa Maximizar o valor para o accionista Maximizar o preço das acções

18 VAL- 18! A Função Objectivo Clássica: Maximizar o preço das acções - Porquê? " Medida mais visível -> actualizado diariamente " Preços reflectem efeitos de longo prazo das decisões da empresa -> assume mercado racional " Medida real do valor para o accionista -> vender acções e receber agora

19 VAL- 19 Conselho Geral Fonte: Ross, Westerfield e Jaffe Administração CA Activos CP Titulares do CA Accionistas

20 VAL- 20 Credores Contratar/Despedir gestores, AG Crédito Proteger interesses dos credores Revelar informação correcta Accionistas Gestores Maximizar valor do accionista Mercado eficiente Mercados Financeiros Sem custos sociais Custos atribuidos à empresa Sociedade

21 VAL- 21! Problemas de relacionamento entre Stakeholders: " accionistas vs gestores " accionistas vs credores " empresa vs mercados financeiros " empresa vs sociedade

22 VAL- 22! Accionistas vs Gestores: " Teoria: Accionistas controlam gestores, através da AG e gestores não-executivos " Prática: Pouca eficácia dos mecanismos de controle, pelo que os decisores nem sempre tomam a decisão que maximiza o valor da empresa. " Segundo Williamson os gestores revelam preferência pela despesa obtêm valor a partir de algumas despesas realizadas pelas empresas (carros, mobiliário, zona onde se situa o local de trabalho).

23 VAL- 23 " Gestores tendem a ser influenciados por motivações de duas naturezas (Donaldson): Sobrevivência: Tendência natural para evitar por todos os meios que a empresa deixe de operar; Independência e auto-suficiência: Possibilidade de tomarem decisões sem necessidade de envolvimento em processos negociais com terceiros, sejam eles parceiros de negócios ou financiadores.

24 VAL- 24! A empresa pode ser entendida como um conjunto de contratos: " Equity contract: Relação entre proprietário (accionista) e agente (gestor) mediante o qual o segundo conduz a empresa em função dos interesses do primeiro. " Caso o relacionamento não seja claro e adequadamente controlado, existe uma tendência natural para que ambos os intervenientes sigam os seus interesses egoístas, prejudicandose mutuamente. " Custos de solução dos problemas entre accionistas e gestores: custos de agência.

25 VAL- 25! Accionistas vs Credores: " Teoria: Não há conflito de interesses entre accionistas e credores " Prática: Accionistas podem maximizar o seu valor à custa dos credores Aumento de dividendos Investimentos com maior risco Aumento de endividamento

26 VAL- 26! Empresa vs Mercados Financeiros: Empresa emite títulos Empresa investe em activos reais Activo Circulante Activo Fixo Cash flows retidos Cash flow para a empresa Pagamentos de dívida e de dividendos Impostos Mercados Financeiros Dívida de curto prazo Dívida de longo Prazo Acções Fonte: Ross, Westerfield e Jaffe Governo Cash Flows entre a empresa e o mercado de capitais

27 VAL- 27! Empresa vs Mercados Financeiros: " Teoria: Mercados financeiros são eficientes. Gestores revelam informação correcta ao mercado, que conclui valor verdadeiro - Consequências: Empresas com bons projectos são recompensadas Performance do preço das acções é reflexo da performance dos gestores

28 VAL- 28! Empresa vs Mercados Financeiros: " Prática: Duas limitações principais: Questão da eficiência dos mercados. Mesmo que a informação esteja disponível, o valor de mercado pode não reflectir o verdadeiro valor da empresa.

29 ! Empresa vs Sociedade: " Teoria: Não há custos sociais que não possam ser atribuídos e cobrados à empresa. " Prática: Decisões financeiras podem criar custos e benefícios sociais: Afectam a sociedade como um todo; Custos ambientais (poluição, saúde publica, etc); Qualidade de vida (trânsito, segurança, etc); Benefícios (criação de emprego, desenvolvimento). VAL- 29

30 VAL- 30 Credores Pouco controle sobre gestores Crédito Credores podem ser explorados Revelar informação incorrecta e atrasada Accionistas Gestores Maximizar valor do accionista Mercado erra e sobrereage Mercados Financeiros Custos sociais grandes Custos não atribuidos à empresa Sociedade

31 VAL- 31! Escolha de uma Função Objectivo alternativa! Exemplos: " Maximizar resultados: pode resultar num aumento dos resultados de CP em detrimento do valor a longo prazo; " Maximizar quota de mercado: o aumento da quota nem sempre é acompanhado por um aumento da rendibilidade; " Maximizar dimensão da empresa " Maximizar os objectivos sociais

32 VAL- 32 Maximizar o valor da empresa, acompanhado por uma redução dos custos de agência: " Gestores vs Accionistas: Esquemas de remuneração (stock options) Aumentar o controlo do Conselho de Administração Exigir mais e melhor informação " Accionistas vs Credores: Claúsulas de protecção Protective put Obrigações convertíveis

33 VAL- 33 " A empresa e os mercados financeiros: Aumentar a qualidade da informação (CMVM e analistas); Redução dos custos de transacção e consequente aumento da liquidez; Disponibilizar informação aos investidores. " A empresa e a sociedade: Minimização dos custos sociais.

34 BIBLIOGRAFIA VAL- 34 " Damodaran, Aswath, 2001, Corporate Finance. Theory and Practice, John Wiley and Sons, 2nd Ed., NewYork. Cap I e II " Ross, Stephen A., Westerfield, Randolph W. and Jaffee, Jeffrey F., 2001, Corporate Finance, 6 th Ed., IrwinMcGrawHill, Book Co., Singapore. Cap I

35 BIBLIOGRAFIA VAL- 35! Exercício Damodaran: " Na Alemanha, muitos bancos são simultaneamente credores e accionistas. Por exemplo, O Deutsche Bank é accionista da DaimlerChrysler, assim como o seu maior credor. Quais os conflitos potenciais desta relação?! Exercício Damodaran: " Argumenta-se frequentemente que os gestores, ao procurarem maximizar o valor das acções, defrontam-se com o dilema de terem que ser responsáveis a nível social e simultaneamente terem que defender os interesses daqueles que o nomearam. Concorda? Dê um exemplo onde não exista conflito entre responsabilidade social e maximização do valor da empresa.

DISCIPLINA: Finanças Empresariais II Ano Lectivo: 2011/2012 3º ANO - 2º Semestre

DISCIPLINA: Finanças Empresariais II Ano Lectivo: 2011/2012 3º ANO - 2º Semestre DISCIPLINA: Finanças Empresariais II Ano Lectivo: 2011/2012 3º ANO - 2º Semestre PROGRAMA Área Científica (Secção): Finanças Coordenador: Gualter Couto Docente: Gualter Manuel Medeiros do Couto, Ph.D,

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Elaboração e Avaliação de Projectos de Investimento

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Elaboração e Avaliação de Projectos de Investimento INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 5/11/2014 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 23/2/2015 Ficha de Unidade

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Contabilidade Unidade Curricular Gestão de Carteiras e Mercado de Capitais Semestre: 6 Nº ECTS: 3,0 Regente Prof. Doutor Júlio

Leia mais

1. FINANCIAMENTO A MÉDIO E LONGO PRAZO

1. FINANCIAMENTO A MÉDIO E LONGO PRAZO 1. FINANCIAMENTO A MÉDIO E LONGO PRAZO Finanças II Ano Lectivo 2005/06 Turma TP1 Ricardo Valente 1 Introdução Decisões de financiamento Captação de fundos para financiar actividade corrente, projectos

Leia mais

Ficha da Unidade Curricular

Ficha da Unidade Curricular ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE FELGUEIRAS CURSO Licenciatura em Ciências Empresariais U.C. FINANÇAS EMPRESARIAIS Ficha da Unidade Curricular Horas presenciais / Ano 42 Ano Lectivo 2010 / 2011

Leia mais

FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO E ESTRUTURA DE CAPITAL ESTGV-IPV

FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO E ESTRUTURA DE CAPITAL ESTGV-IPV FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO E ESTRUTURA DE CAPITAL ESTGV-IPV O horizonte temporal da decisão financeira Gestão Financeira Tarefas de médio e longo prazo Estratégia financeira Politica: Investimentos Financiamento

Leia mais

C O N T A B I L I D A D E

C O N T A B I L I D A D E Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos ISCSP (UTL), Lisboa C O N T A B I L I D A D E Pedro V Matos ISEG-UTL 1 Análise Financeira e Contabilidade 2 1 Função Financeira O que é a Função Financeira? Consiste

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Departamento de Gestão de Empresas SUMÁRIO: I - OBJECTIVOS DA DISCIPLINA II - PROGRAMA III - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS

GESTÃO FINANCEIRA. Departamento de Gestão de Empresas SUMÁRIO: I - OBJECTIVOS DA DISCIPLINA II - PROGRAMA III - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS Departamento de Gestão de Empresas GESTÃO FINANCEIRA SUMÁRIO: I - OBJECTIVOS DA DISCIPLINA II - PROGRAMA III - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS IV - LOCAL E HORÁRIO DE APOIO AOS ALUNOS V - BIBLIOGRAFIA O Docente

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEAMENTO FINANCEIRO: Nota técnica sobre um método expedito de cálculo das necessidades de financiamento previsionais 1

INTRODUÇÃO AO PLANEAMENTO FINANCEIRO: Nota técnica sobre um método expedito de cálculo das necessidades de financiamento previsionais 1 INTRODUÇÃO AO PLANEAMENTO FINANCEIRO: Nota técnica sobre um método expedito de cálculo das necessidades de financiamento previsionais. Importância do planeamento financeiro O planeamento financeiro é uma

Leia mais

V JORNADAS DE CONTABILIDADE

V JORNADAS DE CONTABILIDADE V JORNADAS DE CONTABILIDADE Título da Comunicação: 1 AS RELAÇÕES ACCIONISTAS-GESTORES SEGUNDO OS TIPOS DE ORGANIZAÇÃO Autora: MARIA HÉLDER MARTINS COELHO (Mestre em Economia (FEP); Professora do ISCAP)

Leia mais

VAL- 1 VALOR EM FINANÇAS

VAL- 1 VALOR EM FINANÇAS VAL- 1 VALOR EM FINANÇAS VAL- 2! Objectivo: " Identificação de uma teoria do valor (ainda rudimentar)! Caso os mercados funcionem bem os preços igualarão o valor dos diferentes produtos e serviços.! Qual

Leia mais

Contabilidade e Gestão Financeira

Contabilidade e Gestão Financeira Contabilidade e Gestão Financeira A Função Financeira MESG - Mestrado Engenharia de Serviços e Gestão FEUP 2010 Rui Padrão A Função (Financeira) Gestão Financeira: Decisões Financeiras Estruturais: 1.

Leia mais

OS DESAFIOS DO CORPORATE GOVERNANCE EM ANGOLA

OS DESAFIOS DO CORPORATE GOVERNANCE EM ANGOLA OS DESAFIOS DO CORPORATE GOVERNANCE EM ANGOLA Por: Professor Associado Convidado do ISCTE Presidente do Conselho de Administração da Multitel Conferência Apresentada no Âmbito das Comemorações dos 15 Anos

Leia mais

Índice ÍNDICE PREFÁCIO...7 APRESENTAÇÃO E AGRADECIMENTOS...9 INTRODUÇÃO...11 PRIMEIRA PARTE

Índice ÍNDICE PREFÁCIO...7 APRESENTAÇÃO E AGRADECIMENTOS...9 INTRODUÇÃO...11 PRIMEIRA PARTE Índice 3 ÍNDICE PREFÁCIO...7 APRESENTAÇÃO E AGRADECIMENTOS...9 INTRODUÇÃO...11 PRIMEIRA PARTE ESTRUTURA DO CAPITAL: ABORDAGENS TEÓRICAS E EVIDÊNCIA EMPÍRICA CAPÍTULO 1 ABORDAGENS BASEADAS NOS EFEITOS FISCAIS

Leia mais

CC- 1 INTRODUÇÃO AO CUSTO DE CAPITAL

CC- 1 INTRODUÇÃO AO CUSTO DE CAPITAL CC- 1 INTRODUÇÃO AO CUSTO DE CAPITAL Estimação de Taxas de Desconto Custo do Capital (1) CC- 2! Custo do capital próprio: " Remuneração exigida pelos titulares de capitais próprios, tendo em consideração

Leia mais

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7 FLUXO DE CAIXA SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 INTRODUÇÃO...3 CICLO DO FLUXO DE CAIXA...4 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 FATORES INTERNOS...4 FATORES EXTERNOS...5 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 SINTOMAS...6

Leia mais

A POLITICA DE DIVIDENDOS E OUTROS PAYOUTS ESTV-IPV

A POLITICA DE DIVIDENDOS E OUTROS PAYOUTS ESTV-IPV A POLITICA DE DIVIDENDOS E OUTROS PAYOUTS ESTV-IPV Sumário Diferentes Tipos de Dividendos O Modelo de Distribuição de Dividendos O caso da Irrelevância da Política de Dividendos Recompra de Acções e Ampliações

Leia mais

Finanças Internacionais

Finanças Internacionais Universidade dos Açores Departamento de Economia e Gestão Mestrado em Ciências Empresariais Finanças Internacionais Ponta Delgada, Abril de 2009 Fernando José Rangel da Silva Melo Sumário 1 Gestão Financeira

Leia mais

Os valores mobiliários que fazem parte de uma mesma emissão conferem aos seus titulares os mesmos direitos e deveres.

Os valores mobiliários que fazem parte de uma mesma emissão conferem aos seus titulares os mesmos direitos e deveres. VALORES MOBILIÁRIOS O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, em grande quantidade, que representam direitos e deveres, podendo ser comprados

Leia mais

FONTES DE FINANCIAMENTO DE L.P. E ESTRUTURA DE CAPITAIS E CUSTO DO CAPITAL ESTV-IPV

FONTES DE FINANCIAMENTO DE L.P. E ESTRUTURA DE CAPITAIS E CUSTO DO CAPITAL ESTV-IPV FONTE DE FINANCIAMENTO DE L.P. E ETRUTURA DE CAPITAI E CUTO DO CAPITAL ETV-IPV Questões importantes Quais os investimentos a longo prazo é que as empresas devem realizar. Que uso se deve fazer da dívida,

Leia mais

Administração Financeira II

Administração Financeira II Administração Financeira II Introdução as Finanças Corporativas Professor: Roberto César INTRODUÇÃO AS FINANÇAS CORPORATIVAS Administrar é um processo de tomada de decisões. A continuidade das organizações

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA DESEMPENHO ECONÓMICO. Potencial para obtenção de resultados. Análise da rendibilidade e crescimento sustentado

GESTÃO FINANCEIRA DESEMPENHO ECONÓMICO. Potencial para obtenção de resultados. Análise da rendibilidade e crescimento sustentado GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO 9 Objectivo Análise da Rendibilidade A rendibilidade do investimento Rendibilidade dos capitais próprios Análise integrada da rendibilidade Crescimento Sustentável DESEMPENHO ECONÓMICO

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO 1 Sumário: Conceito e Objectivos Estrutura do PN o Apresentação da Empresa o Análise do Produto / Serviço o Análise de Mercado o Estratégia de Marketing o

Leia mais

1. Funções do gestor financeiro

1. Funções do gestor financeiro 1. Funções do gestor financeiro Depois de termos identificado as principais funções do Gestor em sentido amplo, vamo-nos agora restringir às funções do Gestor Financeiro. Uma abordagem possível é centrarmo-nos

Leia mais

DECISÕES DE FINANCIAMENTO A LONGO PRAZO UM ENFOQUE NO CUSTO DE CAPITAL. Palavras-chave: longo prazo, financiamentos, investimentos, custo, capital.

DECISÕES DE FINANCIAMENTO A LONGO PRAZO UM ENFOQUE NO CUSTO DE CAPITAL. Palavras-chave: longo prazo, financiamentos, investimentos, custo, capital. DECISÕES DE FINANCIAMENTO A LONGO PRAZO UM ENFOQUE NO CUSTO DE CAPITAL Giselle Damasceno da Silva Graduanda em Ciências Contábeis pela UFPA RESUMO Este trabalho considera os custos de dívidas a longo prazo,

Leia mais

Metodologias de Avaliação de Investimentos

Metodologias de Avaliação de Investimentos Índice Introdução 15 PARTE I Metodologias de Avaliação de Investimentos Capítulo 1 Conceitos fundamentais 1. Noção de investimento real 22 1.1. Investimento real versus investimento financeiro 23 1.2.

Leia mais

Gestão Financeira. O custo do capital. MBA em Finanças FEP 2007/08 Rui Padrão

Gestão Financeira. O custo do capital. MBA em Finanças FEP 2007/08 Rui Padrão Gestão Financeira O custo do capital MBA em Finanças FEP 2007/08 Rui Padrão A criação de valor para os accionistas/sócios pressupõe a remuneração do capital investido a uma taxa superior à do custo desse

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA II. 2ª Frequência. Responda a cada grupo em folha separada

CONTABILIDADE FINANCEIRA II. 2ª Frequência. Responda a cada grupo em folha separada CONTABILIDADE FINANCEIRA II Equipa Docente: Data: 8 de Janeiro de 2008 Cristina Neto de Carvalho Duração: 2 horas Sofia Pereira 2ª Frequência Responda a cada grupo em folha separada A Ibersol tem como

Leia mais

João Carvalho das Neves

João Carvalho das Neves ANÁLISE FINANCEIRA João Carvalho das Neves Professor Associado e Director do MBA - ISEG Sócio ROC Neves, Azevedo Rodrigues e Batalha, SROC 1 Análise dos fluxos de caixa 52 1 Análise dos fluxos de caixa

Leia mais

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a

Leia mais

DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS

DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS E A EXPERIÊNCIA DOS INVESTIDORES DETERMINAM O MODO COMO SÃO TRATADOS PELOS INTERMEDIÁRIOS

Leia mais

ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO UMA PANORÂMICA GERAL DAS ALTERNATIVAS DE FINANCIAMENTO

ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO UMA PANORÂMICA GERAL DAS ALTERNATIVAS DE FINANCIAMENTO AF- 1 ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO UMA PANORÂMICA GERAL DAS ALTERNATIVAS DE FINANCIAMENTO 1. TIPOS DE FINANCIAMENTO AF- 2 Introdução: Capital alheio Capital Próprio Títulos Híbridos Diferenças CA/CP: Tipo

Leia mais

2 Referencial Teórico

2 Referencial Teórico 2 Referencial Teórico Baseado na revisão da literatura, o propósito deste capítulo é apresentar a estrutura conceitual do tema de Avaliação de Investimentos, sendo dividido em diversas seções. Cada seção

Leia mais

Banking. Estudos de Remuneração 2012

Banking. Estudos de Remuneração 2012 Estudos de 2012 Estudos de Banking 2012 2 Nota preliminar pág. 3 Técnico de Tesouraria pág. 4 Banking Técnico de Controlo de Crédito pág. 5 Analista de Crédito Técnico de Back-Office Técnico de Derivados

Leia mais

Questionário sobre administração das sociedades

Questionário sobre administração das sociedades Anexo 1: Questionário de 2002 Questionário sobre administração das sociedades Data de referência 31 de Março de 2002 Nome da sociedade:... I. Divulgação de informação 1. São divulgadas as competências

Leia mais

INFORMAÇÃO SOBRE INSTRUMENTOS FINANCEIROS OFERECIDOS PELO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A.

INFORMAÇÃO SOBRE INSTRUMENTOS FINANCEIROS OFERECIDOS PELO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. INFORMAÇÃO SOBRE INSTRUMENTOS FINANCEIROS OFERECIDOS PELO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. Versão: 1.0 Data inicial: 2010/08/20 Última alteração: 2010/09/10 Mod. 853P/2010 Banco Popular Portugal, S.A. 2/8

Leia mais

CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas Sistema de Informação do Técnico Oficial de Contas

CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas Sistema de Informação do Técnico Oficial de Contas IAS 33 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 33 Resultados por Acção ÍNDICE Parágrafos Objectivo 1 Âmbito 2-4 Definições 5-8 Mensuração 9-63 Resultados por Acção Básicos 9-29 Resultados 12-18 Acções

Leia mais

Estudos Económico-Financeiros. Sessão de disseminação de conceitos - Finanças empresariais Fernanda Pereira 08.04.2011

Estudos Económico-Financeiros. Sessão de disseminação de conceitos - Finanças empresariais Fernanda Pereira 08.04.2011 Estudos Económico-Financeiros Sessão de disseminação de conceitos - Finanças empresariais 08.04.2011 Etapas de um estudo de avaliação económica Elaboração do Projecto Análise do Projecto Conclusão Estudos

Leia mais

Uma pequena introspeção sobre as políticas de distribuição de dividendos

Uma pequena introspeção sobre as políticas de distribuição de dividendos Mestrado em Economia e Administração de Empresas Finanças Empresariais Uma pequena introspeção sobre as políticas de distribuição de dividendos Cláudio Carvalho n.º mecanográfico 200500442 Porto, maio

Leia mais

A EMPRESA. A DRIVE Consultoria e Investimento, S.A. (DRIVE CI) dedica-se à prestação de serviços de gestão, em especial em

A EMPRESA. A DRIVE Consultoria e Investimento, S.A. (DRIVE CI) dedica-se à prestação de serviços de gestão, em especial em A EMPRESA A DRIVE Consultoria e Investimento, S.A. (DRIVE CI) dedica-se à prestação de serviços de gestão, em especial em áreas onde apresenta factores diferenciadores, como a representação em conselhos

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Capital Próprio CAPITAL PRÓPRIO Conceitos Gerais Aplicação de resultados Valor nominal, contabilístico e de mercado Demonstração das Alterações do C.P. Aumentos de

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OPÇÃO 3 - ANÁLISE DE PROJECTOS E INVESTIMENTOS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OPÇÃO 3 - ANÁLISE DE PROJECTOS E INVESTIMENTOS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular OPÇÃO 3 - ANÁLISE DE PROJECTOS E INVESTIMENTOS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Gestão de Empresa 3. Ciclo

Leia mais

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS)

GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) GESTÃO BANCÁRIA (NOTAS DAS AULAS) ANEXO 3 E S DAS SOCIEDADES FINANCEIRAS Fernando Félix Cardoso Ano Lectivo 2004-05 SOCIEDADES CORRETORAS E FINANCEIRAS DE CORRETAGEM Compra e venda de valores mobiliários

Leia mais

Banif Investimento Moderado

Banif Investimento Moderado Banif Investimento Moderado Fundo de Investimento Mobiliário Janeiro de 2014 Enquadramento Macroeconómico Variação (%) Dezembro Desde o início do ano EUA (S&P 500) 2,4% 29,6% Japão (Nikkei) 4,0% 56,7%

Leia mais

Sociedade. Governo. Portugal Telecom. Negócio Fixo Negócio Móvel Negócios Negócios Empresas Portugal Portugal Multimédia Internacionais Instrumentais

Sociedade. Governo. Portugal Telecom. Negócio Fixo Negócio Móvel Negócios Negócios Empresas Portugal Portugal Multimédia Internacionais Instrumentais Face à crescente importância e complexide dos assuntos relativos à divulgação de informação sobre o Societário, o Grupo PT apresenta em anexo a este relatório, mas como sua parte integrante, o Relatório

Leia mais

Open Course: Techniques of Financial Engineering

Open Course: Techniques of Financial Engineering Open Course: Techniques of Financial Engineering Objectivos a atingir Delimitar os domínios da Gestão financeira a curto prazo da Gestão financeira a médio m e a longo prazo; Realçar ar a importância da

Leia mais

3.3.2 Discount fluxo de caixa livre (DCF: Discounted Cash Flow) 3.3.3. Valor acrescentado económico (EVA: Economic Value Added-Abordagem)

3.3.2 Discount fluxo de caixa livre (DCF: Discounted Cash Flow) 3.3.3. Valor acrescentado económico (EVA: Economic Value Added-Abordagem) Valorizar Empresas 1. Introdução 2. Porquê avaliar uma empresa? 3. Métodos de avaliação da empresa 3,1 Métodos Clássicos 3.1.1 Método de valor substancial 3.1.2 descontando lucros 3,2 Métodos Mistos 3.2.1

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS 24 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS Os mercados de capitais na Europa e no mundo exigem informações financeiras significativas, confiáveis, relevantes e comparáveis sobre os emitentes de valores mobiliários.

Leia mais

. MERCADOS MOBILIÁRIOS

. MERCADOS MOBILIÁRIOS . MERCADOS 5.. M DE VALORES MOBILIÁRIOS 5. Mercados de Valores Mobiliários O QUE SÃO OS MERCADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS? Os mercados de valores mobiliários são um espaço ou uma organização que se destina

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO IV Objectivo Teoria tradicional do Equilíbrio Financeiro O Fundo de Maneio Funcional e as NFM A Tesouraria Líquida Estratégias de Financiamento face ao Risco ISEG/UTL Teoria Tradicional

Leia mais

Introdução à Empresa

Introdução à Empresa Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Introdução à Empresa 2º Semestre - 2009/2010 - Exame de 1ª Época NÃO VIRE ESTA FOLHA NEM NENHUMA DAS OUTRAS QUE CONSTITUEM A PROVA ANTES DE RECEBER

Leia mais

Recomendações da CMVM sobre o Governo das Sociedades Cotadas

Recomendações da CMVM sobre o Governo das Sociedades Cotadas Recomendações da CMVM sobre o Governo das Sociedades Cotadas Introdução O desenvolvimento dos mercados de valores mobiliários tem conduzido a uma intensa reflexão sobre a estrutura e o controlo das sociedades

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA. Objectivo

ANÁLISE FINANCEIRA. Objectivo ISEG/UTL ANÁLISE FINANCEIRA MÓDULO III Objectivo Teoria tradicional do Equilíbrio Financeiro Fundo de Maneio Funcional e as NFM Tesouraria Líquida Estratégias de Financiamento face ao Risco EQUILÍBRIO

Leia mais

a) Quanto, quando e a que título o investidor paga ou pode pagar? b) Quanto, quando e a que título o investidor recebe ou pode receber?

a) Quanto, quando e a que título o investidor paga ou pode pagar? b) Quanto, quando e a que título o investidor recebe ou pode receber? Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las PFC Valorização Retalho Entidade

Leia mais

Índice PREFÁCIO 13. 1. Introdução 40 2. O que é ser empreendedor? 41. Capítulo 1 Introdução ao empreendedorismo. Capítulo 2 O empreendedor

Índice PREFÁCIO 13. 1. Introdução 40 2. O que é ser empreendedor? 41. Capítulo 1 Introdução ao empreendedorismo. Capítulo 2 O empreendedor introdução ao empreendedorismo 7 Índice PREFÁCIO 13 Capítulo 1 Introdução ao empreendedorismo 1. Dinamizar o empreendedorismo e promover a criação de empresas 16 2. O empreendedorismo em Portugal e no

Leia mais

CONTABILIDADE. Docente: José Eduardo Gonçalves. Elementos Patrimoniais

CONTABILIDADE. Docente: José Eduardo Gonçalves. Elementos Patrimoniais CONTABILIDADE Docente: José Eduardo Gonçalves Ano: 2008/2009 Universidade da Madeira Elementos Patrimoniais Activo Recurso controlado pela entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se

Leia mais

A ANÁLISE DA POLÍTICA DE DIVIDENDOS

A ANÁLISE DA POLÍTICA DE DIVIDENDOS A ANÁLISE DA POLÍTICA DE DIVIDENDOS Questões a analisar A da empresa afecta o valor da mesma? Quando é que uma empresa deve ser pressionada a aumentar o montante de cash que paga aos seus accionistas?

Leia mais

Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos.

Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. GLOSSÁRIO Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. Assembleia geral: órgão das sociedades anónimas em que

Leia mais

Aula 5 Contratos, custos de transacção e informação assimétrica

Aula 5 Contratos, custos de transacção e informação assimétrica Aula 5 Contratos, custos de transacção e informação assimétrica 2.4 Contratos e custos de transacção 2.4.1 Os custos de transacção (económicos e políticos) 2.4.2 O Teorema de Coase 2.5 Agência e problemas

Leia mais

TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1

TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1 Os procedimentos contabilísticos a adoptar nas operações de concentração de actividades empresariais são definidos nas seguintes

Leia mais

Código de Conduta. Os nossos cinco princípios fundamentais: O benefício e a segurança do doente estão no centro de tudo o que fazemos

Código de Conduta. Os nossos cinco princípios fundamentais: O benefício e a segurança do doente estão no centro de tudo o que fazemos O nosso compromisso de cuidar e curar Código de Conduta Os nossos cinco princípios fundamentais: Doentes O benefício e a segurança do doente estão no centro de tudo o que fazemos Colaboradores Tratamos

Leia mais

ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA REVISÃO DA TEORIA MODERNA DE MODIGLIANI E MILLER

ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA REVISÃO DA TEORIA MODERNA DE MODIGLIANI E MILLER ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA REVISÃO DA TEORIA MODERNA DE MODIGLIANI E MILLER Ana Lúcia Pegetti 1 1 USP Universidade de São Paulo PNV Programa de Pós-Graduação do Departamento de Engenharia Naval Av. Prof.

Leia mais

AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS

AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS Banco de Cabo Verde O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades,

Leia mais

20/02/2014. Capítulo 22 Capital de Giro. Introdução

20/02/2014. Capítulo 22 Capital de Giro. Introdução Introdução A administração do capital de giro envolve basicamente as decisões de compra e venda tomadas pela empresa, assim como suas atividades operacionais e financeiras Deve garantir a adequada consecução

Leia mais

Objectivo. Ephi-ciência Financeira Investimentos Internacionais

Objectivo. Ephi-ciência Financeira Investimentos Internacionais Ephi-ciência Financeira Investimentos Internacionais Objectivo Enquadramento Internacional O SMI, O SME e o EURO Os Mercados Cambiais As Taxas de Câmbio João Cantiga Esteves Senior Partner 1 INVESTIMENTO

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FINANÇAS. MBA 2006/2007 (1º Bloco) Caderno de Exercícios. José Azevedo Pereira

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FINANÇAS. MBA 2006/2007 (1º Bloco) Caderno de Exercícios. José Azevedo Pereira INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FINANÇAS MBA 2006/2007 (1º Bloco) Caderno de Exercícios José Azevedo Pereira I O Conceito de VAL Exercício 1 Na figura seguinte, o

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

Curso de Empreendedorismo Eixo de Promoção do Empreendedorismo a Nível Local e Regional

Curso de Empreendedorismo Eixo de Promoção do Empreendedorismo a Nível Local e Regional Curso de Empreendedorismo Eixo de Promoção do Empreendedorismo a Nível Local e Regional 1) Caracterização do Curso de Empreendedorismo O Curso de Empreendedorismo integra-se na Componente de Formação Tecnológica

Leia mais

ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO. José A. de Azevedo Pereira

ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO. José A. de Azevedo Pereira ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO José A. de Azevedo Pereira Estrutura de Financiamento EFBM- 2 Estrutura das Yields dos Produtos de Dívida r Yield CA CP Custo Médio Ponderado do Capital sem impostos (persp.

Leia mais

O investimento em instrumentos financeiros tem sempre associado uma rendibilidade potencial e um risco implícito.

O investimento em instrumentos financeiros tem sempre associado uma rendibilidade potencial e um risco implícito. INFORMAÇÕES GERAIS. O investimento em instrumentos financeiros tem sempre associado uma rendibilidade potencial e um risco implícito. A rendibilidade é a taxa de rendimento gerado pelo investimento durante

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO III Objectivo Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE ASPECTOS A NÃO ESQUECER o todo não é igual à soma das

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA 1/22 INTRODUÇÃO... 3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA EMPRESA... 4 ESTRUTURA DE CUSTOS... 7 VALOR ACRESCENTADO BRUTO... 7 ANÁLISE DOS FLUXOS DE TESOURARIA... 9 ANÁLISE DOS

Leia mais

inter curso AVALIAÇÃO DE NEGÓCIOS E INVESTIMENTOS REAIS WWW.INTERNACIONAL.COMPANHIAPROPRIA.PT

inter curso AVALIAÇÃO DE NEGÓCIOS E INVESTIMENTOS REAIS WWW.INTERNACIONAL.COMPANHIAPROPRIA.PT Introdução / Apresentação do Curso: O presente aborda a avaliação de negócios e o uso de informação sobre o valor para tomar melhores decisões. Citando Copeland, Koller e Murrin (2000) Temos subjacente

Leia mais

. INFORMAÇÃO E EMITENTES MOBILIÁRIOS

. INFORMAÇÃO E EMITENTES MOBILIÁRIOS . INFORMAÇÃO 4.. I E EMITENTES DE VALORES MOBILIÁRIOS 4. Informação e Emitentes de Valores Mobiliários O QUE É PRECISO SABER PARA INVESTIR EM VALORES MOBILIÁRIOS? A informação desempenha um papel fundamental

Leia mais

Faculdades Integradas Teresa D Ávila

Faculdades Integradas Teresa D Ávila Faculdades Integradas Teresa D Ávila CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Reconhecido pela Portaria Ministerial nº. 4.571 de 28/12/05 e publicado no DOU em 29/12/05. Componente Curricular: de Longo Prazo Carga-horária:

Leia mais

UWU PERSONNEL - CONHECE OS INDICADORES DE GESTÃO FUNDAMENTAIS PARA A SUA EMPRESA 2

UWU PERSONNEL - CONHECE OS INDICADORES DE GESTÃO FUNDAMENTAIS PARA A SUA EMPRESA 2 UWU PERSONNEL - CONHECE OS INDICADORES DE GESTÃO FUNDAMENTAIS PARA A SUA EMPRESA 2 ÍNDICE 04 Introdução 06 Análise de rácios 08 Indicadores de Liquidez 10 Indicadores de Rentabilidade 13 Indicadores de

Leia mais

Avaliação Económica de Projectos. Prof. Jorge Nhambiu Faculdade de Engenharia UEM

Avaliação Económica de Projectos. Prof. Jorge Nhambiu Faculdade de Engenharia UEM Avaliação Económica de Projectos Faculdade de Engenharia UEM 2013 1. DEFINIÇÃO DE INVESTIMENTO Investimento implica comprometer recursos na expectativa de obter benefícios futuros. Ao comprometer recursos,

Leia mais

Curso de Economia (2º semestre 2004) ISEG. Princípios básicos da teoria financeira na avaliação de empresas

Curso de Economia (2º semestre 2004) ISEG. Princípios básicos da teoria financeira na avaliação de empresas Análise Financeira Curso de Economia (2º semestre 2004) ISEG Princípios básicos da teoria financeira na avaliação de empresas Lisboa, Abril de 2004 Preparado por: Filipe de Almeida Pereira (filipepereira.iseg@iol.pt)

Leia mais

ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA

ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei aplica-se aos seguintes valores mobiliários de estrutura derivada:

Leia mais

Como posso controlar o meu negócio? Como avaliar os principais rácios económico-financeiros? A análise do break-even point Como devo analisar os

Como posso controlar o meu negócio? Como avaliar os principais rácios económico-financeiros? A análise do break-even point Como devo analisar os 30 de Junho de 2015 Como posso controlar o meu negócio? Como avaliar os principais rácios económico-financeiros? A análise do break-even point Como devo analisar os gastos da minha Clínica? 5 dicas para

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008 Mestrado em Ciências Actuarias FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva Ano Lectivo 2007/2008 1 3. A FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1.

Leia mais

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 1/91 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÃO DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 1/91 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÃO DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 1/91 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÃO DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1 Objectivo A presente directriz visa normalizar os procedimentos contabilísticos necessários para

Leia mais

NºAULAS PONTO PROGRAMA Cap. 35 1 1 INTRODUÇÃO 1

NºAULAS PONTO PROGRAMA Cap. 35 1 1 INTRODUÇÃO 1 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA CURSO de ECONOMIA 2004-2005 NºAULAS PONTO PROGRAMA Cap. 35 1 1 INTRODUÇÃO 1 Porquê estudar mercados financeiros? Porquê estudar os bancos e as outras instituições financeiras?

Leia mais

Econometria Financeira

Econometria Financeira Econometria Financeira Área Científica: Economia/Gestão Horas de Contacto: TP: 45 Docentes Respnsáveis: Cristina Alexandra Oliveira Amado/ Benilde Maria Nascimento Oliveira Língua de Funcionamento: Português/

Leia mais

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1 1.0 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1 1.2 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Qual o objetivo das empresas para a administração financeira? Maximizar valor de mercado da empresa; Aumentar a riqueza dos acionistas.

Leia mais

Objectivos do Capítulo

Objectivos do Capítulo Objectivos do Capítulo Descrever a função de finanças da Multinacional e mostrar como se enquadra na estrutura organizacional das MNE s Mostrar como as empresas adquirem fundos externos para operações

Leia mais

Empreendedorismo de Base Tecnológica

Empreendedorismo de Base Tecnológica Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores (LEIC) Alameda 2005-2006 1º Semestre Empreendedorismo de Base Tecnológica Rui Baptista http://in3.dem.ist.utl.pt/pp/rbaptista/0506ebt/

Leia mais

IESF Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais. 1. Introdução..2. 2. Gestão Financeira...2 a 4

IESF Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais. 1. Introdução..2. 2. Gestão Financeira...2 a 4 Índice 1. Introdução..2 2. Gestão Financeira......2 a 4 3. Planeamento Financeiro de Curto Prazo:.. 5 3.1. Conta Previsional de Exploração e de Resultados...6 a 7 3.2. Orçamento Anual de Tesouraria..7

Leia mais

Advisory(Assessoria de Gestão)

Advisory(Assessoria de Gestão) Advisory(Assessoria de Gestão) Explorar a floresta aproveitando a incerteza, sem se perder entre as árvores As empresas que estão claramente focadas na criação de valor demonstram que sabem o que fazem,

Leia mais

ACTIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Ano de 2006 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO

ACTIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Ano de 2006 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Imobilizado ACTIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Ano de 2006 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Capital Próprio Imobilizações Incorpóreas 0,00 Capital 49.879,79 49.879,79 0,00 Imobilizações

Leia mais

Avaliação de empresas pelo método de fluxo de caixa descontado e os desvios causados pela utilização de taxas de desconto inadequadas

Avaliação de empresas pelo método de fluxo de caixa descontado e os desvios causados pela utilização de taxas de desconto inadequadas Avaliação de empresas pelo método de fluxo de caixa descontado e os desvios causados pela utilização de taxas de desconto inadequadas Luciana Endler * Sinopse: Este artigo objetiva apresentar as principais

Leia mais

NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO

NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 27 Demonstrações

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Economia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

Corporate Finance. Executive Training. Fusões e aquisições de empresas p. 55. Executive training em corporate finance p. 54

Corporate Finance. Executive Training. Fusões e aquisições de empresas p. 55. Executive training em corporate finance p. 54 índice Executive Training Executive training em corporate finance p. 54 Fusões e aquisições de empresas p. 55 Plano de 100 dias de uma operação de M&A p. 55 Corporate restructuring p. 56 Due diligence

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

Governança Corporativa O papel do Administrador Profissional na gestão eficaz e na liderança de performance

Governança Corporativa O papel do Administrador Profissional na gestão eficaz e na liderança de performance Governança Corporativa O papel do Administrador Profissional na gestão eficaz e na liderança de performance Adm. Valter Faria São Paulo, 27 de novembro de 2014 Jornal de Hoje Que habilidades serão exigidas

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular FINANÇAS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Gestão 3. Ciclo de Estudos 2º 4. Unidade Curricular FINANÇAS

Leia mais