Raquel Rebouças A. Nicolau ORGANIZADORA DESIGN, TEORIA E PRÁTICA

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1 Raquel Rebouças A. Nicolau ORGANIZADORA DESIGN, TEORIA E PRÁTICA

2 Raquel Rebouças A. Nicolau ORGANIZADORA Z83 Zoom: design, teoria e prática / Raquel Rebouças A. Nicolau (Orgs.). - João Pessoa: Ideia, p.:il. ISBN I. Design - teoria e prática CDU: 7.05 EDITORA DesIGN, teoria e PRátIcA Feito o Depósito Legal Impresso no Brasil João Pessoa Paraíba 2013

3 Capa e Projeto Gráfico: Hossein Albert Cortez de Oliveira Equipe de Diagramação: Affonso Wallace Soares Lopes Ayrla de Farias e Melo Danielle Araújo Silva Trinta João Fellipe Guimarães da Silva Niandson Leocádio da Silva Sarah da Nóbrega Lins Coordenação Editorial: Raquel Rebouças Almeida Nicolau Assistente Editorial: Hossein Albert Cortez de Oliveira Equipe de Revisão: Amanda Vilar de Carvalho Ana Carolina dos Santos Machado Anália Adriana da Silva Ferreira Fabrício Vieira de Oliveira Raquel Rebouças Almeida Nicolau Vítor Feitosa Nicolau Organizadora: Raquel Rebouças Almeida Nicolau

4 sumário Design, Teoria e Prática - 08 Design de Superfície - 44 Design e Games - 78 Design e Branding Design Editorial - 20 Design e Embalagem - 30 Design e Animação - 56 Design de Interação - 90 Design de Experiência Design e Gestão Design Sustentável Design Social Design e Informação -188 Design de Serviços - 164

5 Design, teoria e prática Raquel Rebouças A. Nicolau Mestre em Design Vítor Feitosa Nicolau Mestre em Comunicação zoom mplexidade luralidade z enfoque crítica reflexão aprofundamento contexto projeto

6 O designer tornou-se um operador-chave no mundo da produção e do consumo, cujo saber empregado é tipicamente multidisciplinar pelo seu modo de raciocinar sobre o próprio produto, por estar no centro da relação entre consumo e produção, pela necessidade de entender as preferências e as dinâmicas da rede de valor e, sobretudo, por que as suas ações devem conseguir modificar ou conferir novos valores aos produtos através de suas intervenções projetuais. Os designers, de igual forma, tendem a promover a síntese dos conceitos teóricos e transferi-los como resposta formal de satisfação, desejo ou necessidade (CELASCHI apud MORAES 2008, p 13) Design, Teoria e Prática 11 A atividade do Design, essencialmente relacionada ao ato de projetar, não pode ser pensada como uma área estática, com fronteiras definidas. Ela se configura a cada nova necessidade profissional e social. Design e Gestão, Design e Experiência, Design e Interação - é o Design voltado ao contexto e às necessidades em que está inserido. Nesta aproximação, são absorvidas novidades e fornecidos subsídios para otimizar a profissão e as áreas com que pode ser associado o design. O uso plural da expressão Design tem como possível causa a capacidade de integração do conhecimento de diversas disciplinas e áreas de estudo, na reflexão a respeito da tríade de produção, ambiente e consumo. Algumas áreas de estudo, que eram sustentadas pelo ideal de um cenário estático, entraram em conflito com a realidade do cenário fluido atual, que se apresenta repleto de mudanças e códigos passíveis de interpretações. Krucken (2008) afirma que o principal desafio do Design no mundo contemporâneo está no desenvolvimento de soluções para questões complexas, que exigem uma visão ampliada do projeto, envolvendo produtos, serviços e comunicação, de forma conjunta e sustentável. Neste contexto, a riqueza interpretativa, a visão abrangente e o desenvolvimento de ações transversais são essenciais para os designers. O Design é utilizado para informar, identificar, sinalizar, estimular, persuadir, conscientizar. Os meios para esses objetivos são variados e torna-se cada vez mais difícil delimitá-los diante da infinidade de substratos de atuação, os quais têm se tornado cada vez mais complexos e interdisciplinares. Sob essa perspectiva, a atuação dos designers supõe uma transformação contínua na elaboração do próprio conhecimento.

7 Design, Teoria e Prática 12 Cabe ao designer intervir na realidade com atos projetuais, superando as dificuldades e não se contentando apenas com uma postura crítica frente à realidade e persistindo nessa posição. Afinal, projetar, introduzindo as mudanças necessárias, significar ter a predisposição de mudar a realidade sem se distanciar dela. (BONSIEPE, 2011, p. 37) A prática e o estudo do design Cabedelo-PB. A elaboração deste profissional e à pesquisa. O conceito de design se expandiu e se libertou de algumas regras que o limitavam. Essa nova configuração apresenta um crescimento da popularidade do termo, junto com a necessidade de rever os limites deste, a fim de reposicionar a profissão e o campo A ideia do nome Zoom para esta publicação surgiu como um convite a observar o design mais de perto, a um percurso que leve além das fronteiras desse material, como sugestão de aprofundamento. Zoom remete a foco, ao A tecnologia digital levará a profundas mudanças nas tradições epistemológicas e criará um novo papel para o design visual.(...) Ao giro icônico das ciências corresponderia o giro cognitivo nas disciplinas projetuais. (...) Seria necessário fazer uma completa revisão dos currículos escolares, privilegiando esses novos discursos em substituição aos discursos tradicionais. (MORAES, 2008, p. 240) têm como função refletir sobre a estudo busca refletir sobre o Design de pesquisa. posicionamento do olhar para cultura na qual participamos. Essa e apresentar áreas de atuação e reflexão resulta em diferentes pesquisa a ele relacionadas. Na olhares que se adequam ao contexto busca de incentivar a reflexão dos histórico e social vivenciados. É discentes sobre a abrangência difícil observar as vertentes do das escolhas profissionais em design de forma singular, tal atitude que podem se aprofundar, surge resultaria em uma visão distorcida e um material de apoio a alunos e equivocada. As áreas e sinuosidades profissionais que estão no mesmo do design devem ser avaliadas em caminho ou que buscam uma leitura conjunto, de forma integrada e indicativa de referências a respeito orgânica. O design precisa investir de diferentes enfoques das áreas prioritariamente na atividade de do Design. Não é necessário uma projeto, onde deve estar seu olhar linearidade na leitura, a sequência central, não se podendo privilegiar pode ser guiada pelos links entre os apenas o discurso do campo de capítulos ou de acordo com as áreas atuação. de interesse do leitor. O presente projeto foi idealizado em parceria com alunos do curso Superior Tecnológico de Design Gráfico, do IFPB, Campus Os termos apresentados nos títulos dos capítulos não tratam de novas denominações do design, e sim de associações úteis à prática Pixelmator - Projeto Vencedor da Apple Design Awards 2011 <

8 Design, Teoria e Prática 14 uma realidade ampliada ou pontual, que facilita na percepção dos limites, ou da ausência deles, em alguns pontos do design. É necessário também que sejam encontradas nas entrelinhas desse material a reflexão a respeito dos temas abordados e Zoom design, teoria e prática é uma reunião de recortes, de várias cores, formas e densidades. Uma solução que precisa ser vista na particularidade de cada vertente, mas também na uniformidade de uma única disciplina, plural, mas com coerência e harmonia nos objetivos de projetar soluções para Revisões nos modos de tratar o design segundo o critério de divisão por disciplinas é uma necessidade no cenário contemporâneo. A vocação interdisciplinar do design se mostra evidente tanto na prática diária como nos discursos de designers e estudiosos. (ROMERO, 2011, p.16) Este material é também um do passado, existiam containers apontador, um chamado a disciplinares seguros, nos quais da pluralidade do design. melhorar o contexto em que vivemos. observação e reflexão sobre pontos qualquer um poderia se posicionar, de congruência do Design, dos sentindo-se bem definido em sua novos Designs que ameaçam própria identidade profissional (e, surgir e que precisam ser olhados consequentemente, no sentido de forma crítica, com os pés no amplo, também na esfera pessoal). mais coerente embasamento Agora não é mais assim: no mundo para o campo. Se tudo passa a ser fluido contemporâneo, os containers Design, corremos o risco de nada foram abertos e as suas paredes não mais ser Design. O livro, apesar de são mais protegidas, as definições não abordar esse dilema em sua profissionais e disciplinares se essência, é um convite à reflexão dissolvem e qualquer um deve sobre as portas que surgem para a redefinir a si mesmo e à sua nossa profissão híbrida e ramificada. própria bagagem de capacidade e competência. Manzini (apud MORAES, 2008, p.16) afirma que: no mundo sólido Projeto Map of the future, desenvolvido pela Density Design <http://www.densitydesign.org/ research/map-of-the-future/> Algumas disciplinas da area do conhecimento humano, que se sustentavam em interpretações sólidas advindas do cenário estático (dados previsíveis e exatos), entraram em conflito com a realidade do cenário mutante atual, que se apresenta permeado de mensagens híbridas e códigos passíveis de interpretações. (MORAES, 2008, P.14)

9 Design, Teoria e Prática 16 Diante de cenários mutantes e complexos que vivemos nos dias atuais, o desafio para os designers está nos atributos intangíveis do universo do consumo democracia, sustentabilidade, experiência, interação e emoções. O que leva ao contato aproximado Esta realidade de conexão e interação, exige dos designers uma capacidade para ir além dos limites projetuais: de atualização e gestão da complexidade. Moraes (2008) defende a necessidade de entender que passamos da técnica para a cultura tecnológica, da produção para a diversos temas, não é resultar em conclusões, mas gerar no leitor a curiosidade a respeito daquilo que não está aqui escrito: o que não foi ilustrado nas páginas que seguem e que pode ser amplamente explorado por alunos e profissionais do Design. O grande diferencial nesta e em tantas profissões, não se encontra apenas em pesquisas e livros, mas prioritariamente na paixão e nos ideais que impulsionam o trabalho. Cada capítulo foi escrito por um aluno do curso de com disciplinas cada vez menos cultura produtiva e do projeto para Design Gráfico do objetivas e exatas. Há um cenário a cultura de projeto o que ampliou as Hoje, o universo do Design Gráfico se IFPB - Cabedelo, em contemporâneo da abundância fronteiras de atuação e pesquisa dos ampliou. Não tratamos mais de espaços bi busca da descoberta de informações e da interconexão designers na atualidade. ou tridimensionais, mas tratamos de espaços de um ponto de entre elas, fazendo do Design que nem sequer temos o alcance visível e/ou partida para um um resultado de contínuas Este material pode ser visto como material. (CAMPOS, 2011, p.30) aprofundamento transformações na reorganização um enfoque do vasto universo no Design. Os do sistema de produção, ambiente do Design. O objetivo da reunião temas foram e consumo. de pequenos artigos, sobre Que essa publicação contribua na selecionados a partir das áreas busca da satisfação ao apreciar, apresentadas no tópico sobre estudar e desenvolver projetos. especialidades do Design,

10 18 19 BONSIEPE, Gui. Design, Cultura e Sociedade. São Paulo, Blucher, Design, Teoria e Prática CAMPOS, Gisela Beluzo de. Novos Enfoques para o Design Gráfico. In Novas Fronteiras do Design Gráfico/ Orgs. Gisela Belluzo, MaríaLedesma. São Paulo: Estação das Letras e Cores, KRUCKEN, Lia. Competências para o Design na Sociedade Contemporânea. Estudos Avançados em Design.Caderno 2. UEMG, Design, Teoria e Prática Projeto vencedor do IF Comunication Award Design 2012 Escritório responsável: Papel Design < portfolio-daocha.html > Acesso em Março de 2013 contidas no documento Revisão da Tabela de áreas de conhecimento sobre a ótica do de referencias bibliográficas a respeito do tema abordado. ROMERO, Monica Pujol. Design: apontamentos para definir o campo. IN Novas Fronteiras do Design Gráfico/Orgs. Gisela Belluzo, MaríaLedesma. São Paulo: Estação das Letras e Cores, A estética é apenas um dos fatores, entre muitos outros, com os quais o designer de produtos trabalha, não sendo o mais importante e nem tampouco aquele dominante. Ao lado do fator estético, existem os fatores da produção, da engenharia, da economia e também dos aspectos simbólicos. (Maldonado apud Bonsiepe, 2011, p. 53) design, organizado pelo comitê de assessoramento da área de Desenho Industrial do CNPq em Cada artigo apresenta pesquisas, apontamentos, relatos de profissionais e indicação Como entusiastas do Design, este significa um pequeno trabalho, com uma intenção nobre: a de transpor barreiras e alimentar de forma perene, o despertar para novos pontos de vista do Design. MORAES, Dijon de. Design e Complexidade. Estudos Avançados em Design. Caderno 2. UEMG, 2008.

11 Design e editorial Affonso Wallace Soares Lopes graduando em design gráfico gestão administração tores empresa interligar equipe competitividade estratégia cliente unidade int

12 O design editorial é uma das especialidades do design gráfico e corresponde ao projeto visual de uma edição. Entende-se por edição o processo de planejamento envolvendo textos e imagens que irão compor uma publicação, sendo ela periódica ou não. Livros, jornais, revistas, e-books, são produtos de design editorial, onde mensagens visuais e textuais são ordenadas visando cumprir os objetivos de comunicação. Hierarquia da informação, ritmo e harmonia da composição são valores relevantes a serem alcançados nessa área do design. Villas-Boas (1999), conceitua o design editorial como: Design editorial é uma profissão multidisciplinar que atua na formação de opinião e na busca de soluções para um determinado problema gráfico, conjugando características formais com aspectos de funcionalidade do projeto. A editoração pode atuar no projeto gráfico de livros, revistas, jornais, catálogos e inúmeras outras plataformas de comunicação visual. Este campo converge produções oriundas de várias disciplinas, por isso o designer deve ter o conhecimento de aspectos culturais e técnicos do projeto, exigindo senso estético e treinamento no manuseio de ferramentas gráficas. Design Editorial 23 [...] a área de conhecimento e a prática profissional específica que tratam da organização formal de elementos visuais - tanto textuais quanto não textuais que compõem peças gráficas feitas para reprodução, que são reproduzíveis e que têm um objetivo expressamente comunicacional. (VILLAS-BOAS, 1999, p.17). O designer editorial relaciona-se com ilustradores, fotógrafos, infografistas, jornalistas e redatores,

13 24 além de manter contato com foi ato o de projetar livros, revistas 25 gráficas e setores de acabamento. e jornais. Desde os tipos móveis, Design Editorial Em um projeto de diagramação, o designer deve valorizar o texto, escolhendo a tipografia mais adequada, utilizando recursos e o design editorial é uma das atividades de excelência, exercida por designers gráficos. Segundo a ADG¹, a área editorial é a que mais Design Editorial técnicas que são fundamentais para absorve os profissionais de design uma edição, como a escolha do grid, gráfico no Brasil. Na área editorial da hierarquia da informação, de brasileira, há poucas décadas atrás, O design editorial se utiliza da publicação. Deve-se também cores e de composições adequadas os designers eram contratados combinação de elementos gráficos estar atento aos tipos de suportes ao projeto. para fazer prioritariamente capas no objetivo de informar, instruir oferecidos e /ou disponíveis para e comunicar os objetivos da o projeto. Mais do que apresentar Cresce a preocupação em tratar as publicações como objetivos publicação. Com o desenvolvimento o conteúdo, é necessário refletir integrais, incorporando à linguagem visual da capa e do miolo das tecnologias digitais, o termo sobre os diferentes contextos de a escolha do papel e acabamento e a qualidade de impressão. editoração eletrônica passou a ser aplicação e usabilidade no design (ALVES, 2003, p ) utilizado, foram introduzidos novos editorial. softwares para a composição destas O texto também pode ser auxiliado de livros, ficando o conteúdo por publicações virtuais. Com o desenvolvimento de novas com imagens e ilustrações, conta da própria editora, recebendo tecnologias, surgiram diferentes dependendo do tipo de publicação. tratamento padronizado e No projeto de diagramação, ferramentas e técnicas de atuação. mecânico. Atualmente, os designers geralmente é aplicada a construção A tipografia tem evoluído e tornou- Questões como legibilidade, são responsáveis pelo projeto de um grid para a disposição se independente da caligrafia. A leiturabilidade, harmonia e gráfico de todas as dimensões da ordenada de elementos, como ampliação dos recursos fotográficos, equilíbrio permeiam todo projeto de design gráfico, o que não é uma exceção em design editorial. Segundo Alves (2003), o que mais tornou os designers gráficos conhecidos, além de símbolos e logotipos (identidade corporativa), edição. ¹ALVES, Marcus Vinícius Barili. O valor do Design. Guia ADG Brasil de prática profissional do designer gráfico: da prática à teoria. Ed. Senac, Exemplo de design editorial. Projeto de Graduação dos alunos da FH Joanneum, University of Applied Sciences - Áustria. Projeto disponível em: Thesis/ formas, cores, ilustrações, fotografias e a escolha do formato do texto. Com uma grade compositiva, o diagramador possui maior liberdade em distribuir de forma adequada e equilibrada os elementos que compõem a dos processos gráficos e de impressão transformaram essa área. O designer gráfico deve coordenar, por meio do projeto gráfico, os elementos estético-visuais para compor a mensagem, seja ela textual ou não. Estes elementos devem ser

14 Design Editorial 26 projetados com ênfase no perfil do público-alvo do projeto. Um bom exemplo de design editorial é o da revista de moda Harper s Bazaar. O designer gráfico e diretor de arte, Alexey Brodovich, entre as décadas de 40 e 50 se tornou uma das maiores referências na área de design editorial, especificamente falando de periódicos. Suas idéias gráficas inventivas e seu estilo visual são muito apreciados até os dias de hoje. A característica de Diagramação de Joseph Muller-Brockmann e de Richard Paul Lohse - década de1950 Sem sacrificar a legibilidade, a clareza de navegação ou a flexibilidade necessária para produzir edições cujo conteúdo está em permanente e rápida evolução, o design do The Seattle Times se assemelha a outros jornais que adotaram apresentações de notícias mais envolventes, ilustrativas e acessíveis. A variedade de larguras de texto diferencia as matérias e cria uma tensão dinâmica entre os espaços, ajudando na orientação do conteúdo. Capa do Jornal do The Seattle Times - Edição do dia 23 de janeiro de dispor colunas e textos remetendo a silhuetas femininas era o motivo central para compor os layouts. Importantes designers da suíça na década de 50 construíram malhas inovadoras de espaços geométricos para organizar os layouts, como Joseph Muller-Brockmann e Richard Paul Lohse. Outro exemplo de design editorial é o projeto de redesign do jornal The Seattle Times², que possui uma estrutura de grid clara, com variedade de famílias tipográficas, tratamentos de cor e inovação na composição, gerando um aspecto dinâmico que difere do layout de um jornal convencional. layouts de Alexey Brodovich para a revista Harpeer s Bazaar ²Seattle Times <http:// seattletimes.com/html/home/ index.html> Acesso em 10 de Abril de 2013

15 28 Ainda no âmbito do jornalismo, o Jornal Folha de São Paulo³ recebeu O Design Editorial exige do profissional um conhecimento interferir de forma relevante na possível interpretação do material ALVES, Marcus Vinicius Barili. O valor do design - Guia ADG Brasil de prática profissional do designer gráfico: da prática à teoria. São Paulo: Senac, Design Editorial oito prêmios de design gráfico. Este jornal é o veículo brasileiro mais premiado pela Society for News Design concurso realizado desde 1979, que reúne importantes projetos de design editorial. aprofundado a respeito da percepção de arranjo espacial, análise de conteúdo, construção de grid e domínio dos tipos de suportes e formatos no projeto. Podemos concluir que o designer pode por parte do leitor, pois certos recursos gráficos podem evidenciar ou disfarçar diversos elementos da composição. No âmbito das mídias, este profissional tem um importante papel social e ético, pois possui parte da responsabilidade sobre a exposição do conteúdo de COLLARO, Antônio. Projeto Gráfico: teoria e prática da diagramação. São Paulo: Summus, FENSTERSEIFER, Thais Arnold. Design Editorial: Os livros infantis e a construção de um público leitor, 2012 <http://hdl.handle.net/10183/61843> Acesso em 13 de abril de FETTER, Luiz Carlos. Revistas, Design Editorial e Retórica tipográfica, <http://hdl.handle.net/10183/30193> Acesso em 13 de abril de Design Editorial uma publicação,que guia e ajuda a compreensão do leitor. HEITLINGER, Paulo. Layout - Design Editorial, Boas práticas de composição e regras tipográficas. Disponível em: <www.tipografos.net> Acesso em 11 de Abril de ³Folha de São Paulo < uol.com.br/ > Acesso em 11 de Abril de 2013 SAMARA, Timothy. Guia de Design Editorial: Manual Prático para o Design de Publicações. Editora Bookman, SCHERDIEN, Ingrid. Design de Livros: Analisando a Construção Gráfica/Editorial, < Acesso em 13 de abril de VILLAS-BOAS, André. O que é [e o que nunca foi] Design. Rio de Janeiro. Ed. 2AB Links: Folha de São Paulo <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/94908-folha-ganhaoito-premios-mundiais-de-design-grafico.shtml>. Acesso em 06 de abril de Caderno Cotidiano - Folha de São Paulo - Edição do dia 19 de março de 2012.

16 projet Design e embalagem Ana Carolina dos Santos Machado graduanda em design gráfico mbalagem reuso rial logística marketing proteção processo produtivo rótulo

17 32 As embalagens podem funcionar acondicionamento, no ato do 33 como importantes ferramentas envase, até o consumo e o uso Design e Embalagem de mercado, ajudando empresas a atrair novos clientes e manter os já estabelecidos. Em relação ao poder de venda de uma embalagem, Klimchuk e Krasovec (2012, p. 1, do produto pelo consumidor final. Durante o transporte, a embalagem deve proteger o conteúdo, impedindo que ele sofra qualquer tipo de avaria. Ela Design e Embalagem tradução livre) afirmam que: deve ser projetada para resistir a possíveis impactos ou acidentes, O seu principal objetivo é criar um veículo que serve para conter, bem como promover proteção proteger, transportar, distribuir, armazenar, identificar e distinguir contra umidade, temperaturas um produto no mercado. Em última análise, o objetivo do design excessivas ou mau tempo. de embalagens é atender objetivos de marketing, comunicar a personalidade de um produto de consumo e gerar a venda. A embalagem precisa permanecer Embalagem de água mineral inspirada nas geleiras da Noruega. (KLIMCHUK & KRASOVEC, 2012, p. 1) Existem diversos tipos de comercializável frente às múltiplas etapas antes do produto chegar ao seu destino final. Isto inclui Escritório Responsável: Blue Marlin embalagens comerciais, dentre elas caixas de transporte, carregamento, descarregamento, re-carregamento e eventualmente recipientes para bens industriais o armazenamento em estoques. e suportes para produtos de Portanto, ela deve ser versátil o consumo. Além de proteger o suficiente para facilitar a totalidade Design de Embalagem não trata apenas do projeto de um invólucro visualmente conteúdo contra danos e evitar do processo. Negrão e Camargo agradável. Negrão e Camargo (2008, p. 29) definem embalagem como um acidentes com o manuseio, (2008, p.30) afirmam que a sistema cuja a função é técnica e comercial, e tem como objetivos acondicionar, para Negrão e Camargo (2008, embalagem tem como função proteger (desde o processo de produção até o consumo), informar, identificar, p.30), a proteção implica na primordial garantir a integridade do promover e vender um produto. O design da embalagem se configura então preservação da integridade física produto desde o fabricante até o como o projeto do recipiente que armazena e representa um conteúdo. e química do produto, desde o canal de venda onde será adquirido.

18 Design e Embalagem Design e Embalagem Funções e Requisitos de uma Embalagem serviço está inserido: na residência, no local de comercialização, na a atenção do consumidor, que comuniquem confiança, e que o Na distribuição: O produto armazenado precisa chegar intacto ao Embalagem de Pipoca Gourmet que faz uso de cores contrastantes em seu layout. Uma embalagem deve: satisfazer produção industrial, na logística de distribuição e nas legislações produto seja de fácil identificação e diferenciação da concorrência. seu destino final. As embalagens devem ser capazes de suportar a Escritório Responsável: Designers - anonymous.com os requisitos legais exigidos, ser específicas ao conteúdo que Deve-se ainda comunicar benefícios pressão de diversas caixas armaze- adaptável ao processo produtivo, envolve: extra e motivar os clientes ao nadas umas sobre as outras; resistir proteger o produto, promover ou consumo do item. à umidade; e adaptar-se a mudanças vender o item, e ainda comunicar Residência: No espaço doméstico, de temperatura. As embalagens valores atrativos para o usuário, a embalagem deverá ser de fácil Na produção: As exigências durante também devem ser concebidas para dentre outras atribuições manuseio e armazenagem. Além esta fase abordam questões de satisfazer as necessidades de trans- específicas a cada etapa de disso, um número crescente custo, tempo de produção, escolha porte. Negrão e Camargo (2008) produção, comercialização, uso e de consumidores esperam que de materiais, resíduos e gasto de afirmam que qualquer dano ao descarte. a embalagem seja reciclável, energia. O contexto de produção produto no processo de transporte reutilizável e ecologicamente viável. possui influência hiperativa no gera perdas para a empresa, que O Design de embalagem deve preço final e nos demais atributos deverá ressarcir o cliente, sem que atender critérios funcionais em Local de Comercialização: É da embalagem. este tenha qualquer ônus. cada contexto em que o produto ou preciso que as embalagens atraiam

19 36 Design e Embalagem Design de Embalagem e a Qualidade Não basta o produto/serviço ter qualidade, é preciso que a embalagem comunique esse valor a respeito do conteúdo. A impressão de qualidade é um requisito tamanho, clareza e aproveitamento do espaço visual. Portanto, se a embalagem tenta transmitir muitas mensagens sem uma organização hierárquica, provavelmente haverá problemas na comunicação com o consumidor. Embalagem de cerveja do Canadá que tem a tipografia como objeto principal no projeto. Na lateral da embalagem, onde estão as informações técnicas, foram utilizados diversos tipos de tipografia que resultou numa composição harmoniosa e que não prejudica a clareza das informações sobre o produto. estando entre as escolhas mais importantes no desenvolvimento gráfico de uma embalagem. A escolha da tipografia exerce uma grande importância no projeto. As fontes a serem utilizadas precisam ajudar na comunicação 37 Design e Embalagem importante para a embalagem, porque os itens que são percebidos A embalagem deve ser projetada para despertar o desejo de Escritório Responsável: Saint Bernadine Mission Communications Inc. dos valores associados ao produto. Deve-se tomar cuidado com a como de baixa qualidade são consumo. A atratividade questão da legibilidade, a escolha geralmente assumidos como tal. está relacionada à estética de uma tipografia deve levar em Embalagens que transmitem baixo e à visibilidade do produto. consideração sua leiturabilidade valor agregado incluem: tipografia, Dependendo do conteúdo, a perante o consumidor. Todas cores ou imagens desbotadas e/ou embalagem pode ser projetada para as informações presentes na com falhas de impressão e que não parecer atraente, emocionante, embalagem devem estar num refletem os benefícios do produto suave, assustadora, intrigante, ou tamanho adequado para leitura sem comercializado. alguma outra reação emocional a grandes esforços. Há que se tomar ser despertada no consumidor. cuidado também com tipografias A embalagem deve ser de fácil leitura e interpretação, isto é de suma importância para produtos Cor e Tipografia no Design de Embalagem de hastes muito finas, pois estes tipos podem sofrer problemas no processo de impressão, que são dispostos no ponto apresentando falhas principalmente de venda rodeados de marcas No design de uma embalagem, a quando o fundo for de cor escura e a concorrentes. Roncarelli e Ellicot combinação de cores e a escolha tipografia de cor clara. (2010, p. 168) afirmam que para da tipografia são os aspectos que comunicar-se eficazmente, o design formam a base da composição As combinações de cores podem precisa ter um elemento dominante visual do projeto. Eles auxiliam ser interpretadas de forma que se destaque dos demais. Este na identificação, na comunicação completamente distintas, de acordo elemento deve ser óbvio pelo dos atributos e no uso do produto, com a idade, gênero, cultura,

20 Design e Embalagem 38 O Futuro das Embalagens Uma das tendências mais relevantes no mercado de embalagens é a crescente valorização da sustentabilidade. Um grande número de consumidores estão optando por alternativas mais sustentáveis, por embalagens que podem ser recicladas e/ ou reutilizadas. A tendência em embalagens sustentáveis está crescendo rapidamente e abrangendo o mercado de bens de consumo, vestuário e alimentos. De acordo com Roncarelli e Ellicott (2010, p. 110) apesar das embalagens sustentáveis ainda não O design minimalista dos produtos da empresa Hartford Reserve possui como destaque o uso da tipografia. Escritório Responsável: United* para A&P Exemplo de como a cor pode atuar de forma predominante num projeto de embalagem. Edição limitada da Vodka Absolut intitulada ABSOLUT Unique. Escritório Responsável: Ardagh Group ideologia ou perfil emocional do grupo a que se destina a embalagem. Para Fraser e Banks (2011, p. 1) as associações com as cores variam entre culturas e indivíduos [...] uma cor ou uma composição colorida, pode significar algo diferente para cada pessoa que olha para ela. A escolha da paleta de cores no projeto de uma embalagem é um item providencial e de extrema importância. Roncarelli e Ellicott (2010) defendem que um produto deve manter o equilíbrio, não afastar o consumidor pelo excesso, mas também não ser tão comum a ponto de nem ser notado no ponto de venda. O ideal está em equilibrar as cores e os demais elementos visuais de forma a envolver o consumidor positivamente.

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