Bruna Aguiar Emerson Barão Rodrigues Soldado QUEM QUER SER PROFESSOR? VISÃO DOS FORMANDOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS.

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1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Bruna Aguiar Emerson Barão Rodrigues Soldado QUEM QUER SER PROFESSOR? VISÃO DOS FORMANDOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. São Paulo 2009

2 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Bruna Aguiar Emerson Barão Rodrigues Soldado QUEM QUER SER PROFESSOR? VISÃO DOS FORMANDOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde na Universidade Presbiteriana Mackenzie como requisito parcial à obtenção do grau de Licenciado em Ciências Biológicas. ORIENTADORA: Profa. Dra. Rosana dos Santos Jordão São Paulo 2009

3 AGRADECIMENTOS Agradecemos à Universidade Presbiteriana Mackenzie por nos propiciar a elaboração deste trabalho. Agradecemos, especialmente, à professora Prof. Dra. Rosana dos Santos Jordão, não apenas por sua dedicação, prestatividade e empenho em orientar este trabalho, mas também por ter feito parte de importantes momentos de nossa formação acadêmica e da nossa personalidade, assim como o Prof. Dr. Adriano Monteiro de Castro que nos acompanha desde os primeiros momentos de nossa graduação. Agradecemos da mesma maneira, à Professora Msa. Magda Medhat Pechliye por sua importante participação na construção de nossas concepções e no aprimoramento de nossas técnicas de escrita, além de suas orientações e auxílio para a elaboração desse trabalho. Agradecemos especialmente aos nossos colegas de classe por terem, gentilmente, respondido ao nosso questionário com seriedade e disposição. Finalmente, mas não menos importante, agradecemos a Deus, que nos deu força e sabedoria para a conclusão desta importante etapa de nossas vidas, bem como a nossos pais e irmãos que constituem a base familiar e que sempre nos apoiaram e orgulharam-se de nossas buscas e estudos. Julgamos que, sem estas pessoas, o presente trabalho e nossa graduação não seria possível.

4 Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho. (Paulo Freire)

5 RESUMO Neste trabalho abordamos a desvalorização da profissão docente no Brasil. O objetivo era caracterizar e analisar a preferência profissional de formandos de licenciatura do curso de Ciências Biológicas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Buscamos, ainda, identificar a presença de sentimentos de aversão na fala dos licenciandos desse curso e fazer inferências sobre as conseqüências destes aspectos. A coleta de dados foi feita por meio de um questionário, respondido por um grupo de 33 alunos. A partir dos dados coletados, criamos cinco perfis que caracterizavam as tendências identificadas no grupo. Constatamos que os estudantes analisados, em linhas gerais, possuem outras preferências profissionais, que não a docência e houve um sentimento de que esta profissão é por eles considerada como uma segunda opção. Averiguamos, também, a presença de desprestígio à docência arraigado em algumas falas. Pudemos, a partir dessas falas inferir possíveis conseqüências para a educação e para o prestigio social da profissão. Palavras-chave: Preferência Profissional; Desvalorização Docente; Desprestigio do Professor.

6 Abstract In this present paper we talk about the discredit of the teaching career. Our goal is to characterize and analyze the professional preference of the graduates form Biology form Mackenzie University. Therefore, we try to identify the presence of negative feelings towards the teaching career in the speech of the teachers to be and also to talk about the consequences of these aspects. We collected our data by making a questionnaire which was answered by a group of 33 students. 5 profiles were created to characterize the group. The analyzed students have other professional wishes than the teaching career, and we may say that they see this job only as a second choice. We also discovered the presence of discredit to the teaching career rooted in some statements. Therefore, we can from these statements, infer possible consequences for the education system and the social prestige of the profession. Key words- Professional preference; teacher s devaluation, discredit to the teaching career

7 Lista de gráficos Gráfico 1 Gráfico 2 Gráfico 3 Gráfico 4 Motivos para a escolha da Licenciatura...27 Principal razão pela escolha da licenciatura...27 Escolha da oportunidade de emprego...28 Distribuição dos perfis...29

8 Lista de Tabelas Tabela 1. Categorização dos principais motivos que levaram os sujeitos a cursarem a licenciatura. Tabela 2.. Sentimentos dos formandos em relação à atuação docente na escola básica Tabela 3. Justificativas dos sentimentos apresentados pelos sujeitos em relação à sua atuação docente na escola básica. 21 Tabela 4. Razões que dão suporte às escolhas profissionais dos licenciandos. Tabela 5. Dados categorizados de todos os sujeitos, separando-os em perfis. Tabela 6. Principais razões para cursar a licenciatura, apresentadas pelos sujeitos do perfil 1. Tabela 7. Sentimentos e justificativas dos sujeitos do perfil 1 em relação à possibilidade de atuação docente na escola básica. 31 Tabela 8. Razões pela escolha do trabalho como biólogo, dadas pelos sujeitos do perfil 1. Tabela 9. Principais razões para cursar a licenciatura, apresentadas pelos sujeitos do perfil 2.. Tabela 10. Sentimentos e respectivas justificativas dos sujeitos do perfil 2 em relação à possibilidade de atuação docente na escola básica. 33 Tabela 11. Razões pela escolha do trabalho de biólogo dadas pelos sujeitos do perfil 2 Tabela 12. Principais razões de cursar licenciatura apresentadas pelos sujeitos do perfil 3 Tabela 13. Sentimentos e respectivas justificativas dos sujeitos do perfil 3 em relação à possibilidade de atuação docente na escola básica. 35 Tabela 14.. Razões pela escolha do trabalho como professor, dadas pelos sujeitos do perfil 3 Tabela 15. Principais motivos que levaram os sujeitos do perfil 4 a cursarem licenciatura Tabela 16. Sentimentos e respectivas justificativas dos sujeitos do perfil 4 em relação à possibilidade de atuação docente na escola básica 37 Tabela 17. Principais motivos que levaram os sujeitos do perfil 5 a cursarem licenciatura Tabela 18. Sentimentos e respectivas justificativas dos sujeitos do perfil 5 em relação à possibilidade de atuação docente na escola básica.. 38 Tabela 19. Razões apresentadas pelos sujeitos do perfil 5 em relação a escolha profissional

9 Sumário 1. Introdução 8 2. Fundamentação Teórica 2.1 Professor: histórico e formação, as raízes da desvalorização A aversão à profissão docente Procedimentos metodológicos Resultados 20 Perfil 1 30 Perfil 2 33 Perfil 3 35 Perfil 4 37 Perfil Análise Considerações finais Referencias Bibliográficas. 49 Apêndice A - Questionário Aplicado 51 Apêndice B - Descrição dos Sujeitos 53 Apêndice C - Questionários respondidos 59

10 1. Introdução Atualmente, muito se tem discutido sobre a educação, que é apontada como o principal meio de se promover o desenvolvimento sócio-econômico de um país. Devido a isso, muitas políticas públicas vêm sendo voltadas para esse setor, bem como investimentos e estudos teóricos. Paradoxalmente, o professor, que exerce um dos principais papéis no atual processo educacional, vem sofrendo um contínuo desprestígio social e financeiro. Com isso, muitos docentes desmotivados pelo não reconhecimento de seu importante ofício, têm diminuído seu empenho nas salas de aula e até mesmo migrado para outras profissões. Além dessa desmotivação, a desvalorização da profissão vem criando uma aversão muito grande em relação a ela, impedindo vários jovens de ingressarem na docência. Muitos dos que ingressam sofrem um repúdio da sociedade e são vistos como um desperdício de potencial. Isto vem de encontro com o grande esforço e empenho que alguns estudantes, futuros professores, têm com a sua licenciatura. Apesar de serem vistas por alguns como um curso fácil, as licenciaturas demandam grande dedicação, pois, além de exigirem o domínio teórico dos conteúdos curriculares, demandam uma grande carga horária de estágios supervisionados obrigatórios, além de leituras diversas, produções de projetos e relatórios. Outras dificuldades encontradas pelos graduandos são de cunho pessoal, como as privações para financiar seus estudos, a locomoção até as universidades e o tempo reduzido para conciliar as atividades escolares com suas demais obrigações. Apesar de todos esses esforços, o desprestígio social, não só da profissão, mas também dos estudantes, é cada vez maior na sociedade brasileira, fazendo com que muitos cheguem a desistir tanto da profissão, quanto dos estudos. Isso leva a uma falta de mão de obra qualificada e ao ingresso na docência de pessoas despreparadas, as quais muitas vezes têm um baixo desempenho e contribuem para um aumento dos estereótipos criados acerca dos professores. Dentre esses estereótipos, o mais marcante é o relacionado à remuneração. De certa forma, faz parte do senso comum afirmar que professor recebe baixos salários. Tal idéia foi reforçada pelo censo realizado pelo INEP em 2007, segundo o 8

11 qual, o salário de professores formados no Brasil é em média de R$ 900,00, equivalente ao de ofícios de pessoas que não possuem nível superior. Apesar de vários trabalhos já terem sido publicados sobre essa temática, poucas mudanças efetivas na sociedade foram alcançadas. Embora haja reconhecimento social sobre a importância do professor na vida dos cidadãos, quando alguém opta for fazer um curso de licenciatura, essa atitude é mal vista pela maioria das pessoas. A desvalorização da profissão faz com que os professores migrem da área da educação para outros campos profissionais e, também, os acabam levando a não se empenharem ao máximo na sala de aula o que, por sua vez, traz danos muitas vezes catastróficos ao sistema de ensino. Devido a esses e outros motivos, a profissão docente apresenta uma profunda ambigüidade: é de extrema importância e, ao mesmo tempo, bastante desprestigiada. Isso demonstra certa hipocrisia em relação à educação, pois apesar de ser tão utilizada como pretexto em campanhas políticas e considerada o único meio de se elevar o status da nação, é amplamente desvalorizada pela sociedade. Apenas com uma visão coerente entre todos os setores da educação e com o reconhecimento de seus devidos merecimentos, a educação poderá atingir patamares satisfatórios e condizentes com seus importantes objetivos. Nós, na condição de estudantes e futuros professores, sentimo-nos incomodados e desafiados a estudar essa problemática, pois estamos inseridos nessa realidade e percebemos a situação de decadência em que a profissão docente se encontra. Nessa direção, o tema geral do nosso trabalho é a desvalorização da profissão docente no Brasil, que está amplamente disseminada nos diversos setores da sociedade, incluindo a população sem formação até os acadêmicos e, principalmente, os próprios professores. Nossa meta era caracterizar e analisar a preferência profissional de formandos de licenciatura do curso de Ciências Biológicas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Buscamos, ainda, identificar a presença de sentimentos de aversão na fala dos licenciandos desse curso e fazer inferências sobre as conseqüências destes aspectos. 9

12 O texto se encontra organizado em uma breve introdução sobre nosso tema, seguida pelo referencial teórico. Nele, apresentamos autores que fazem um histórico da profissão e tratam da problemática de sua desvalorização. Posteriormente, explicamos nossa metodologia de pesquisa, com detalhes sobre as estratégias de coleta e análise dos dados. A parte de resultados vem logo em seguida, contemplando a apresentação de gráficos e tabelas, construídos a partir das respostas do questionário que foi aplicado aos sujeitos investigados, além da descrição desses sujeitos, que foram agrupados em cinco perfis. Por fim, na análise procuramos interpretar nossos dados à luz do nosso referencial teórico. 10

13 2. Fundamentação Teórica 2.1 Professores: histórico e formação, as raízes da desvalorização. Um dos trabalhos modernos mais humanizantes que podemos encontrar é o de professor, pois pressupõe o ensino da cultura. Apesar do ensino estar presente desde os primórdios da sociedade, a profissão de professor como conhecemos hoje deriva de uma origem religiosa. Isto provém de um processo de catequização, ou seja, está intimamente associado aos ensinos da doutrina religiosa. Segundo Nóvoa (1995, p.15), isto fez com que a profissão docente constituísse uma ocupação secundária de religiosos, ou seja, desenvolveu-se de forma não especializada. Na segunda metade do século XVIII, na Europa, houve uma substituição desses professores religiosos por professores laicos, porém isso não significou grandes mudanças nos princípios originais da profissão, isto é, o professor ainda era visto como um padre (NÓVOA, 1995). Adorno (2006) concorda com essa afirmação ao citar que os professores são herdeiros dos monges escribas. Ambos autores relacionam essa origem com uma visão da profissão como algo sacerdotal, ainda hoje disseminada na população. Além desse passado primordial da profissão, o ensino sempre esteve, de certa forma, ligado a instituições religiosas. Triviños (1998) ressalta que as primeiras instituições de ensino da América Latina estavam ligadas a Igreja Católica Franciscana. No Brasil, o rei incentivava a criação de escolas para que a elite aprendesse os conteúdos religiosos e isso possibilitou que se abrissem novas instituições de ensino. Para poder lecionar nessas instituições, era necessário obter uma licença do Estado, que era concedida através de um exame específico que avaliava habilidades na escrita, na aritmética e principalmente aspectos morais e religiosos. Provavelmente esse tipo de avaliação derivou do pensamento europeu. Isso porque, de acordo com Nóvoa (1995), no final do século XVIII só era permitido ensinar com uma autorização do Estado, que era concedida após um exame que analisava inúmeras facetas, tais como idade e moral. Ainda no Brasil Imperial, de acordo com Oliveira (1994), a formação de professores acontecia nas chamadas Escolas Normais, e a primeira foi fundada em Aranha (1998) cita que nessa época, foi realizada uma ementa à Constituição 11

14 de Nela havia uma reforma que descentralizava o ensino, atribuindo à Coroa a função de promover e regulamentar o ensino superior, enquanto os estados são destinados à escola elementar e secundária. Com a Proclamação da República em 1889, a precariedade do sistema de ensino foi percebida pelas autoridades responsáveis e o ensino passou para o poder da Federação, além disso, decidiram realizar reformas, pois com 80% da população analfabeta e alienada, os objetivos da República, isto é, o voto e a participação do cidadão na política, não poderiam ser alcançados. Sendo assim, ficou estabelecido que deveria haver uma qualificação mais eficiente dos professores, com métodos adequados. Essas reformas incluíram a adesão de disciplinas com conhecimentos científicos, deixando visível a preocupação de formar professores com bases no estudo das ciências naturais (OLIVEIRA,1994). Aranha (1998) destaca a precariedade da situação do ensino nas Escolas Normais naquela época. Para essa autora, o descaso pelo preparo e formação do professor faz sentido numa sociedade não comprometida com a prioridade da educação. Esse descaso com a formação dos professores é exemplificado por Oliveira (1994) ao citar que a crise na área da educação, a desmotivação dos professores, a insatisfação profissional vêm crescendo a cada dia mais e desde 1956, de acordo com essa autora, as Escolas Normais brasileiras, estavam desprestigiadas socialmente devido ao baixo salário dos professores e também pela falta de planos de estudos para a formação dos futuros docentes. Segundo ela, os professores não se sentiam motivados pelo sucesso do ensino, já que os mesmos se percebiam dentro de um sistema que não valorizava seu trabalho. A partir do século XX, houve aumento na procura pela mão de obra feminina, em decorrência da expansão do sistema educacional brasileiro e também porque havia falta de profissionais na área (LEON, 2009). Algumas formas de se atrair a mão-de-obra feminina para o magistério, basearam-se no conceito de vocação. Assim as mulheres escolhiam profissões desvalorizadas, pois eram as classificadas como adequadas ao seu sexo (SCHAFFATH, 2000). Outro aspecto importante mencionado por Schaffath (2000) era a possibilidade oferecida pela docência à conciliação do trabalho fora de casa com os afazeres domésticos. Os horários na escola não impossibilitavam a tarefa de cuidar da casa e da família e, por esse motivo, o magistério foi uma opção profissional acolhida pelas mulheres. 12

15 Esta tendência a feminização é algo que prejudica, de certa forma, a educação. Segundo Fernandéz (1998), essa característica repele o ingresso dos homens na profissão. Assim, além da possível perda de potenciais bons professores, a diversidade de sexos propiciaria aos alunos uma melhor vivência com diferentes pontos de vista, o que contribuiria para uma melhor formação. Outra questão que favorece a desvalorização da profissão é a não formação específica de muitos professores atuantes. Apesar disso, a LDB de 1996, em seu artigo 62, nos diz que a formação de professores deve ser em nível superior, nos cursos de licenciatura. Para Triviños (1998) essa medida foi uma forma de amenizar os problemas quanto à formação dos professores. Apesar dessa tentativa, o autor afirma que a ausência de formação em nível superior, de muitos professores, contribui para a desvalorização social do docente, pois sem a exigência de formação superior, a profissão não é vista como algo sério ou importante. O mesmo autor afirma que no Brasil existem aproximadamente 125 mil professores de ensino fundamental sem nenhum tipo de formação e que, se fosse possível formar todos os professores em universidades, teríamos um aumento no prestígio básico da profissão. Esses dados, apresentados em 1998, ainda são uma realidade atualmente, pois, segundo senso do INEP realizado em 2007, apenas 65% do professorado brasileiro tem formação específica. Tal fato contribui, portanto, para a desvalorização da profissão. É fundamental não esquecer das atuais condições de trabalho na área da educação brasileira quando falamos de formação dos professores, destacando os baixos salários e a precariedade do trabalho escolar. (PEREIRA,1999). Novas políticas para se melhorar a formação são caracterizadas pela determinação da exigência do cursos de licenciatura, como consta na LDB de Porém, de acordo com Nóvoa (1995), não adianta existirem locais exclusivos para a formação de professores, se tais locais favorecem a entrada de indivíduos que jamais pensaram em seguir a carreia docente e que não se realizam nessa profissão. Essa afirmação pode ser usada para combater os cursos que oferecem dupla graduação, isto é, diplomam simultaneamente o bacharel e o licenciado. Apesar de investimentos em mudanças na formação e na clara tendência na profissionalização do ofício, podemos notar que não existe uma solução milagrosa para a questão da desvalorização da profissão docente. Porém, alguns problemas 13

16 poderiam ser minimizados se a profissão fosse melhor remunerada, já que quando a profissão é valorizada monetariamente, a procura pela mesma aumenta e, teoricamente, haveria uma melhora no processo de formação (LIBÂNEO, 2000). 2.2 A aversão à profissão docente Abordar todos os fatores que englobam a desvalorização docente seria algo extremamente complexo, pois alguns deles são intrínsecos ao subconsciente, como citou Guerra (2008). Além disso, há os fatores externos ao sujeito como as más condições de trabalho, baixas remunerações e a feminização. Dentre estes fatores, a baixa remuneração é um dos principais elementos para a desvalorização do professor. Segundo Triviños (1998), os salários dos professores são precários desde o nascimento da profissão. A remuneração, nesses primórdios era feita pelo Estado, apenas como forma de suplementação de um outro emprego, já que a profissão era vista como secundária e altruísta e de cunho filantrópico (NÓVOA, 1995 e SAVATER, 2000). Nessa condição de filantropia, demandava uma mão de obra que não buscasse grandes salários (SAVATER, 2000). Sendo assim, esse ofício foi sendo paulatinamente designado às mulheres, uma vez que os homens já haviam migrado para outros setores. Num círculo vicioso, o trabalho feminino era considerado inferior, o que justificava os baixos salários. Schaffath (2000) disserta que no início, a profissão docente era masculina. Porém, aos poucos, por se sentirem desprestigiados, os homens começaram a migrar para outros setores de trabalho, estimulados pela urbanização e pelo movimento econômico gerado, principalmente, pelo comércio do café, sobretudo em São Paulo. Além dessa migração dos docentes masculinos para outras áreas, outro fator importante que possibilitou a entrada das mulheres na docência foi a Lei de 15 de Outubro de 1827, que legalizou as primeiras escolas para o sexo feminino no Brasil. Como as turmas eram de sexos separados e apenas mulheres poderiam lecionar para o sexo feminino, foram admitidas as primeiras professoras e, assim, teve início o processo de feminização da profissão de professor (SCHAFFATH, 2000). 14

17 Apesar de existir um senso comum de que a feminização é um dos principais fatores da desvalorização e dos baixos salários, Triviños (1998) afirma que culpá-la totalmente pela desvalorização da profissão é não buscar as verdadeiras causas para este fato. Para ele, a miserabilidade dos salários dos professores não têm relação direta com a feminização, já que outras profissões possuem grande contingente de mulheres e não são tão desvalorizadas. Esta visão da docência como uma profissão de fome, segundo Adorno (2006, p.99) é decorrente de um estereótipo criado ao longo do tempo. Atualmente, o professor brasileiro ganha cerca de R$ 796,00, segundo dados do INEP (2009), sendo que os com formação específica, de nível superior, recebem em média R$ 900,00 reais. Dessa forma, o estereótipo citado por Adorno (2006) se faz uma realidade na sociedade brasileira, tendo em vista que, mesmo com a exigência do nível superior, muitos professores ganham menos do que ofícios que exigem somente a educação básica. Apesar deste fato, devemos destacar que a aversão à profissão docente não se explica somente pela questão salarial e que ela não é restrita ao Brasil e nem à atual época em que vivemos. Adorno (2006), já levantava hipóteses para explicar essa aversão em 1969, no continente Europeu. Então quais seriam os demais fatores para a desvalorização da docência? O próprio Adorno, pioneiro e influente crítico da cultura de massas, fez uma alusão à massificação do ensino, principalmente após a Revolução Industrial. Mafra (2008) afirma que houve a proletarização da profissão docente, comparando o professor a um operário que apenas aperta um parafuso, que não detém poder algum sobre o que produz, sendo apenas um reprodutor de algo. Adorno (2006) exalta algumas atitudes dos professores que favorecem esta visão. As aulas expositivas dogmáticas aumentam o desprestígio do professor, pois criam uma visão de que este é o senhor do saber e subestimam toda a capacidade dos alunos, fazendo com que estes elaborem, ao longo do tempo, uma visão corrompida da profissão docente. Sendo assim, este tipo de aula torna-se semelhante ao apertar parafusos citado por Mafra (2008 p. 26). Outro aspecto citado por esse autor, que favorece esta visão da profissão, diz respeito aos livros didáticos. O autor afirma que estes vêm assumindo a regência nas aulas e que os o professores apenas seguem suas ordens, assim 15

18 como um operário perante um manual. Para ele, tais atitudes favorecem a alienação. Apenas se reproduz uma aula, não se levando em conta a individualidade e a trajetória do professor, o que melhoraria a visão dos alunos sobre a aula e a profissão. Estas atitudes são justificadas por Adorno (2006, p. 103) ao dizer que a máquina educativa dispensa atitudes humanas. Ou seja, a massificação, cada vez mais, produz professores operários, meros reprodutores. Adorno (2006) diz que os professores não devem sufocar suas reações afetivas. Ao admitirem que possam ser injustos e são passíveis de cometer erros, eles tornando mais justa suas interrelações pessoais, amenizando assim, a proletarização do ensino. Não devemos, entretanto, colocar toda a culpa do desprestígio social desta profissão nas atitudes dos professores. É evidente que este fato está permeado de outros fatores, amplamente arraigados na sociedade. Como quando um aluno de um curso de dupla graduação (como ciências biológicas, química ou física, por exemplo) diz que está cursando também a licenciatura, algumas pessoas se surpreendem e fazem certos comentários como: Mas, você vai ser professor?. Esta frase, com tom de surpresa e desaprovação expressa diretamente o estereótipo e a aversão à profissão de professor que grande parte da sociedade possui. Há de se deixar claro que esta aversão não diz respeito exclusivamente às pessoas que estão fora das licenciaturas. Uma parcela considerável de graduandos e, até mesmo de professores formados, tem repúdio à profissão que exercem ou irão exercer. Adorno (2006) exemplifica isto ao descrever que muito dos formandos que ele pôde acompanhar sentiam uma grande aversão à docência e que esta opção de trabalho se caracterizava por uma imposição, por falta de outras alternativas. Nessa mesma direção, Libâneo (2000) afirma que os estudantes procuram os cursos de licenciatura como última opção. Nóvoa (1995) exemplifica que isso pode levar ao sentimento de uma simples passagem pelo ensino, que muitos profissionais trabalham como professores, enquanto esperam por algo melhor. Porém, muitas vezes acabam trabalhando nessa profissão por muitos anos, sem ter a menor disposição para isto. Corroborando essas afirmações, Lapo e Bueno (2003) realizaram uma pesquisa com inúmeros professores da rede pública de ensino, que abandonaram o magistério. Constataram que todos os sujeitos analisados não queriam ser professores e entraram na profissão por falta de alternativas, como algo passageiro. 16

19 Apesar disso, muitos lecionaram por mais de uma década e desempenharam um papel questionável como educadores. Mafra (1998) elucida essa problemática e divide os docentes em exercício em duas categorias: os professores por opção, que se tornam cada vez mais raros e outros por falta de opção, a grande maioria. Para Nóvoa (1995), isso pode acarretar em algumas conseqüências como: a desmotivação e a insatisfação pessoal e profissional e o abandono da profissão. Essa condição coloca em xeque a competência e a qualidade desses profissionais e causa uma autodepreciação dentro da própria profissão. Libâneo (2000) nos diz que, com a desvalorização do docente, o abandono da sala de aula em busca de outro trabalho é uma conseqüência inevitável. O preconceito com a própria profissão é amplamente sentido nos professores. Adorno (2006) exemplifica isso ao citar os anúncios matrimoniais, nos quais a maioria dos docentes não explicita a sua profissão, enquanto médicos, engenheiros, advogados e etc. sempre destacam seu ofício. Evidente que isto tem relação com visão do restante da sociedade, porém demonstra o estereótipo criado pela própria classe profissional. Uma estatística interessante sobre fatos como estes, é apresentada por Amiel (1980) apud Jesus (2000). Nesse estudo, 50% dos professores entrevistados, todos em exercício da profissão, não aconselhariam seus filhos a optarem por essa carreira. Evidentemente, esse descontentamento dos próprios professores com seu ofício possui uma relação direta com o seu status perante a sociedade, suas condições de trabalho e de remuneração. Mas, por outro lado, essa visão contribui para que sua profissão sofra ainda mais desprestígio, já que os próprios profissionais não a valorizam. As más condições de trabalho, os salários baixos, a jornada de trabalho de muitas horas e a inexistência de planos de carreia agem como desestímulo nos estudantes de licenciatura, quando os mesmos pensam em seguir a carreia docente pelo resto da vida, além de servir como uma desmotivação dos atuais professores para buscar uma melhora na vida profissional (PEREIRA, 1999). 17

20 3. Procedimentos metodológicos: Com o intuito de caracterizar e analisar a preferência profissional de formandos de licenciatura, selecionamos uma turma de formandos do curso de Licenciatura da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A escolha desta universidade, entre inúmeras outras possibilidades, se pauta no fato de seu curso de Ciências Biológicas ser considerado uma referência nacional, tendo obtido o conceito máximo no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), realizado pelo INEP em Esse fato torna-se relevante, pois os formandos desse curso tendem a ter uma boa aceitação no mercado de trabalho e, portanto, desempenharão um papel na construção social da imagem do professor. Entre os estudantes dessa universidade, os que estão mais próximos de desempenhar o papel de professor e, assim, de participar da construção social da profissão, são os do grupo de formandos da modalidade Licenciatura. Esses compreendem os estudantes do sexto semestre que cursam a dupla graduação. Vale lembrar que na universidade em questão, há um único vestibular e os alunos, ao terminarem o primeiro semestre, podem optar ou não por cursar a licenciatura. Para se coletar os dados desse grupo foram utilizados questionários. Segundo Pádua (1998), estes instrumentos são adequados para a quantificação dos resultados, pois possuem questões padronizadas, facilitando o agrupamento das respostas. A mesma autora explica que a utilização de perguntas abertas nesses instrumentos pode ser feita com intuito de se atingir um determinado objetivo. Assim, a fim de obtermos não apenas uma quantificação, mas também uma caracterização dos sujeitos, optamos pelo uso de questões abertas no questionário. Primeiramente, construímos instrumentos que foram aplicados como pilotos, pois, segundo Pádua (1998), a realização de pré-testes é importante para se verificar a viabilidade e clareza das perguntas, o tempo para as respostas e outros fatores. Após os pré-testes, elaboramos o questionário definitivo (apêndice A). Este continha quatro questões abertas que deveriam ser preenchidas à caneta. A primeira questão era para mencionar e justificar as três principais razões que levaram a pessoa a cursar licenciatura. O objetivo dessa questão era saber o porquê que a pessoa escolheu cursar licenciatura. Buscávamos identificar se exercer a 18

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