NOÇÃO DE COOPERATIVA

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2 NOÇÃO DE COOPERATIVA As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. In Lei Nº 51/96 de 7 de Setembro, conhecida por CÓDIGO COOPERATIVO

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17 2.1 - BALANÇO em 31 de Dezembro de 2007 EXERCÍCIOS ACTIVO ACTIVO AMORTIZAÇÕES ACTIVO ACTIVO CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO BRUTO AJUSTAMENTOS LÍQUIDO LÍQUIDO Imobilizado Capital Próprio (Euros) EXERCÍCIOS Imobilizações Incorpóreas Capital , ,07 Despesas instalação , ,84 0,00 0,00 Prestações suplementares 0,00 0,00 Trespasses 0,00 0,00 0,00 0, , ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 Reservas de reavaliação Imobilizações Corpóreas Reservas Terrenos e recursos naturais Reservas Legais Edifícios e outras construções Reservas Estatutárias Equipamento básico Outras Reservas Equipamento Transporte 0,00 0,00 0,00 0, , , , , , , , , , , , ,23 0,00 0, , , , , , ,46 0,00 0, ,94 0, , , , , , , , , , , , , , , , ,87 TOTAL CAPITAL PRÓPRIO , ,67 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Passivo , , , ,05 Provisões para riscos e encargos Ferramentas e utensílios Resultados transitados Equipamento administrativo Taras e vasilhame Resultado Líquido Exercício Outras imobilizações corpóreas Imobilizações em curso Adiantamento por conta imobil. Corpóreo Investimentos Financeiros Provisões para impostos 0,00 0,00 Partes de capital Empréstimos a empresas do grupo ,69 0, , ,69 Outras provisões para riscos e encargos 0,00 0, ,91 0, , ,91 0,00 0, ,60 0, , ,60 Dívidas a Terceiros Longo Prazo 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,50 0, ,00 0, , , , , ,00 0, , , , ,00 Circulante Existências Dívidas a instituições de crédito Matérias primas Fornecedores de imobilizado c/c Mercadorias Outros empréstimos obtidos Dívidas de Terceiros curto prazo Dívidas a Terceiros Curto Prazo Clientes C/C ,70 0, , ,87 Dívidas a Instituições de crédito , ,62 Clientes títulos a receber 71,65 0,00 71,65 0,00 Fornecedores C/C , ,90 Clientes cobrança duvidosa , ,62 0,00 0,00 Fornecedores Fact. Rec. e Conf. 0,00 0,00 Estado e Outros Entes Públicos ,78 0, , ,70 Fornecedores títulos a pagar 0,00 0,00 Outros Devedores ,65 0, , ,46 Fornecedores Imobilizado títulos a pagar 0, ,29 Subscritores de capital 2.042,08 0, ,08 871,77 Outros accionistas 0,00 0, , , , ,80 Fornecedores imobilizado c/c , ,94 Títulos negociáveis Outros empréstimos obtidos 0,00 0,00 Outros títulos negociáveis 0,00 0,00 0,00 0,00 Estado e Outros Entes Públicos , ,25 Outras aplicações de tesouraria 0,00 0,00 0,00 0,00 Outros Credores , ,86 0,00 0,00 0,00 0, , ,86 Depósitos bancários e caixa Depósitos Bancários ,74 0, , ,31 Caixa 1.198,80 0, ,80 998,80 Acréscimos e Diferimentos ,54 0, , ,11 Acréscimos de custos , ,66 Proveitos diferidos , ,33 Acréscimos e Diferimentos Acréscimos de proveitos Custos diferidos ,05 0, , , , , ,44 0, , , ,49 0, , ,96 Total amortizações ,47 TOTAL PASSIVO , ,85 Total de ajustamentos ,62 TOTAL DO ACTIVO , , , ,52 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO , ,52 A Técnica de Contas O Departamento Administrativo e Financeiro A Direcção 17

18 2.2 - DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EXERCÍCIO DE 2007 (Euros) EXERCICIOS CUSTOS E PERDAS Custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas Mercadorias Matérias , ,39 0, ,78 0, ,39 Fornecimentos e serviços externos , ,80 Custos com o Pessoal Remunerações , ,28 Encargos sociais: Outros , , , ,89 Amortizações e ajustamentos , ,36 Impostos 642,91 637,65 Outros custos operacionais , , , ,95 (A) , ,39 Juros e custos similares Relativos a Empresas do Grupo 0,00 0,00 Outros , , , ,88 (C) , ,27 Custos e perdas extraordinárias , ,61 (E) , ,88 Imposto s/ rendimentos do exercício (G) , ,88 Resultado líquido do exercício , , , ,94 PROVEITOS E GANHOS Vendas Mercadorias , ,04 Prestações de serviços 0, , , ,29 Proveitos suplementares , ,60 Subsídios a exploração 0,00 0,00 Outros proveitos e ganhos operacionais , , , ,85 (B) , ,14 Rendimento de títulos negociáveis e outras apl. finan. Outros Outros juros e proveitos similares Outros , , , ,10 (D) , ,24 Proveitos e ganhos extraordinários , ,70 (F) , ,94 RESUMO: Resultados operacionais (B) - (A) = , ,25 Resultados financeiros (D - B) - (C - A) = , ,78 Resultados correntes (D) - (C) = , ,03 Resultados extraordinários (F - D) - (E - C) = , ,09 Resultados antes de impostos (F) - (E) = , ,94 Resultado líquido do exercício (F) - (G) = , ,94 A Técnica de Contas O Departamento Administrativo e Financeiro A Direcção 18

19 2.3 - DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR FUNÇÕES (Euros) Exercícios Vendas e prestações de serviços , ,29 Custo das vendas e das prestações de serviços , ,39 Resultados brutos , ,90 Outros proveitos e ganhos operacionais , ,85 Custos de distribuição , ,00 Custos administrativos , ,00 Outros custos e perdas operacionais , ,00 Resultados operacionais , ,25 Custo liquido do financiamento , ,78 Ganhos (perdas) em filiais e associadas Ganhos (perdas) em outros investimentos 511,36 0,00 Resultados correntes , ,03 Imposto sobre os resultados correntes Resultados correntes após impostos , ,03 Resultados extraordinários , ,09 Imposto sobre os resultados extraordinários 0,00 0,00 Resultados líquidos , ,94 Resultados por acção (quota) 475, ,54 A Técnica de Contas O Departamento Administrativo e Financeiro A Direcção 19

20 2.4 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA 2007 (Euros) Actividades operacionais: Actividades operacionais: Recebimentos de Clientes , ,33 Pagamentos a Fornecedores , ,60 Pagamentos ao Pessoal , , , ,84 Pagamento recebimento do imposto sobre o rendimento Outros pagamentos recebimentos relativos a activ. operacional , ,97 Fluxo gerado antes das rubrica extraordinárias , ,87 Recebimentos relacionados com rubricas extraordinárias , ,70 Pagamentos relacionados com rubricas extraordinárias , ,61 Fluxo das actividades operacionais , ,96 Actividades de investimento Recebimentos provenientes de: Investimentos financeiros Imobilizações corpóreas ,00 511,36 Imobilizações incorpóreas Subsídios de investimento Juros e proveitos similares 230,52 42,73 Dividendos ,88 42,73 Pagamentos respeitantes a: Investimentos financeiros 200,00 Imobilizações corporeas , ,61 Imobilizações incorporeas 0, ,66 0, ,61 Fluxos das actividades de investimento , ,88 Actividades de financiamento Recebimentos provenientes de: Emprestimos obtidos Aumentos de capital, prestações suplementares e prémios de emissão , ,53 Subsídios e doações Venda de acções (quotas) próprias Cobertura de prejuízos , ,53 Pagamentos respeitantes a: Empréstimos obtidos , ,50 Amortizações de contratos de locação financeira 7.295, ,68 Juros e custos similares , ,58 Dividendos Reduções de capital, prestações suplementares Aquisição de acções (quotas) próprias , ,76 Fluxos das actividades de financiamento , ,23 Variação de caixa e seus equivalentes , ,85 Caixa e seus equivalentes no inicio do período , ,26 Caixa e seus equivalentes no fim do período , ,11 A Técnica de Contas O Departamento Administrativo e Financeiro A Direcção 20

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26 4. Certificado Legal das Contas 26

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28 PRINCÍPIOS COOPERATIVOS Integram a declaração sobre a identidade cooperativa adoptada pela ACI - Aliança Cooperativa Internacional 1º Princípio Adesão livre e voluntária As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e dispostas a assumir as suas responsabilidades de membro, sem discriminação de sexo, sociais, políticas, raciais ou religiosas. 2º Princípio Gestão democrática pelos membros As cooperativas são organizações democráticas geridas pelos seus membros, os quais participam activamente na formulação das suas políticas e na tomada de decisões. Os homens e as mulheres que exerçam funções como representantes eleitos são responsáveis perante o conjunto dos membros que os elegeram. Nas cooperativas do primeiro grau, os membros têm iguais direitos de voto (um membro, um voto), estando as cooperativas de outros graus organizadas também de forma democrática. 3º Princípio Participação económica dos membros Os membros contribuem equitativamente para o capital social das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Pelo menos parte desse capital é, normalmente, propriedade comum da cooperativa. Os cooperadores, habitualmente, recebem, se for caso disso, um remuneração limitada, pelo capital subscrito como condição para serem membros. Os cooperadores destinam os excedentes a um ou mais dos objectivos seguintes: desenvolvimento das suas cooperativas, aventualmente através da criação de reservas, parte das quais, pelo menos, será indivisível; benefício dos membros na proporção das suas transacções com a cooperativa; apoio a outras actividades aprovadas pelos membros. 4º Princípio Autonomia e independência As cooperativas são organizações autónomas de entreajuda, controladas pelos seus membros. No caso de entrarem em acordos com outras organizações, incluíndo os governos, ou de recorrerem a capitais externos, devem fazê-lo de modo a que fique assegurado o controle democrático pelos seus membros e se mantenha a sua autonomia como cooperativas. 5º Princípio Educação, formação e informação As cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos, dos dirigentes e dos trabalhadores, de modo a que possam contribuir eficazmente para o desenvolvimento das suas cooperativas. Elas devem informar o grande público particularmente, os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e vantagens da cooperação. 6º Princípio Intercooperação As cooperativas servem os seus membros mais eficazmente e dão mais força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, através de estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais. 7º Princípio Interesse pela comunidade As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentável das suas comunidades, através de políticas aprovadas pelos membros. In Lei Nº 51/96 de 7 de Setembro, conhecida por CÓDIGO COOPERATIVO 28

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30 Ano Vendas+P. Serv Evolução das Vendas e Prestações de Serviços euros Ano Resultados Evolução dos Resultados Líquidos Ano Investimento Evolução dos Investimentos euros euros

31 Ano 1991 Imob. Corp. Líq Evolução do Imobilizado Corpóreo Líquido euros Ano Trabalhadores Evolução do Nº de Trabalhadores Ano Produtividade Evolução da Produtividade euros

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