Promoção da saúde e Serviços de Saúde 21º Encontro Nacional da APPSP

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Promoção da saúde e Serviços de Saúde 21º Encontro Nacional da APPSP"

Transcrição

1 Promoção da saúde e Serviços de Saúde 21º Encontro Nacional da APPSP Departamento de Saúde Pública/ARS Centro ENSP Lisboa 7/12/2012 1

2 Declaração de Alma-Ata (1978) OMS lançou o movimento em 1977 Estratégias Mundial de Saúde Saúde Para Todos no Ano 2000 Envolvimento da população Cooperação dos Serviços Criação dos CSP OMS e UNICEF em 1978 Primeira Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde na cidade de Alma-Ata (Cazaquistão) Saúde como um direito humano chave Prevenção e educação para a saúde 2

3 Ponto de partida para as conferências 1ª conferência Internacional sobre a promoção da saúde Ottawa (1986) Buenos Aires (2007) Cuidados primários e sistema de saúde São Paulo (2002) América Latina Adelaide (1988) novas alianças na saúde Sundsvall (1991)- ambientes favoráveis à saúde Jacarta (1997) desafios do século XXI Suiça (1998) politicas de saúde para Mega Países México (2000) ações urgentes em saúde pública Bangkok (2005) determinantes da saúde na Globalização 3

4 Promoção da saúde com base na CARTA de OTTAWA É o processo que visa aumentar a capacidade dos indivíduos e das comunidades para controlarem a sua saude, no sentido de a melhorar (processo de capacitação da comunidade) Bem-estar físico Mental Social Indivíduos / grupos devem de estar aptos a identificar e realizar as suas aspirações e satisfazer as suas necessidades Saúde é como um recurso para a vida e não como uma finalidade de vida 4

5 Estratégia e programa de saúde União Europeia 5

6 Indicadores de resultado Taxa de Mortalidade Infantil (2010) Taxa neonatal (2010) Região Centro Continente Região Centro Continente 1,9%0 2,5%0 1,3%0 1,6%0 Taxa de cobertura vacinal (2011) Região Centro 1º ano de vida 99% 2º ano de vida 98% 3º ano de vida 98% 13 anos (HPV 1ª dose) 98% %1as consultas Gravidez 1Trm 82,2 %1as consultas até 28 dias vida 79,5 6

7 Programas de Saúde da ARSC Elaboração dos Planos de Ação a (DSP) Elaboração do Perfil de Saúde da ARSC (2010) 7

8 8

9 9

10 Promoção da saúde - Prevenir Na doença cardiovascular Na doença Diabetes Na doença oncológica Cancro da mama feminina Cancro do colo do útero Cancro cólon e reto Rastreios Oncológicos através Promoção da alimentação saudável 10

11 Doenças cardiovasculares Cerebrovasculares Diabetes Mortalidade por acidentes vasculares cerebrais padronizada Prevalência da diabetes e da hiperglicémia intermédia em Portugal ,0 120,0 119,6 119, ,6 12,4 100,0 80,0 100,2 95, ,9 60,0 6 40,0 20,0 0, Continente Região Centro ,5 Diabetes + Hiperglicémia intermédia Diabetes AGJ TDG AGJ+TDG Fonte: Perfil de Saúde da Região Centro (2010) Fonte: Relatório de Atividades 2011 da ARSC,IP 11

12 por 100 mil mulheres Cancro da mama feminina Mortalidade Mortalidade padronizada por cancro da mama feminina Morbilidades Incidência padronizada por cancro da mama feminina (%ooo) ,8 21, ,8 22,1 20,4 20, ,8 18, ,2 18,118, ,3 74,8 78,4 74,9 72,2 72,1 68,9 64,8 65,6 53,3 57,6 61,4 49,4 53,7 50, Continente R.Centro R.Centro Continente Fonte: Perfil de Saúde da Região Centro (2010) 12

13 %ooo Cancro do colo do útero Mortalidade Mortalidade Padronizada por cancro do colo do útero (%ooo) Morbilidades Incidência padronizada cancro do colo do útero (%ooo) 4,5 4 4,3 4, ,04 3,5 3 2,5 2 3,6 3,1 3,3 3,5 2,5 3,3 2,6 3,6 3,1 3,2 3,2 3 2,9 3 2,7 3,2 3,2 2,2 2,1 3,1 3,2 2,3 2, ,42 21,16 19,55 18,79 18,65 17,82 18,09 16,7 14,3114,44 14,0 16,7 18,3 16,8 1,5 5 1 Continente Região Centro Fonte: Perfil de Saúde da Região Centro (2010) colo total invasivos in situ 13

14 Cancro do cólon e reto Mortalidade Mortalidade padronizada por cancro do cólon e recto (%ooo) Morbilidades Incidência padronizada do CCR na Região Centro (%ooo) ,8 19,2 20,1 20,3 20,7 21,6 21,8 21,9 22,3 21,1 20,4 17, Continente Região Centro Fonte: Perfil de Saúde da Região Centro (2010) 14

15 Promoção da Alimentação Saudável Partilhamos os objectivos por todos os intervenientes, nomeadamente com a sociedade civil, sociedades cientificas e media Capacitámos os stakolderes e a população alvo, da importância do problema Fonte: Plano de Ação 2013 (ARSC, IP/ DSP) 15

16 16

17 1.ª E S T R A T É G I A OBJETIVO DE SAÚDE CONTRIBUIR A DIMINUIÇÃO DA PREVALÊNCIA DA OBESIDADE/ DIABETES/NEOPLASIAS*/DISLIPIDÉMIAS PROJETO AGUARELA ALIMENTAR 17

18 PROJETO AGUARELA ALIMENTAR OBJETIVO OPERACIONAL AUMENTAR AS COMPETÊNCIAS EM NUTRIÇÃO DOS PROFISSIONAIS MÉDICOS E ENFERMEIROS DOS CSP ATRAVÉS DE UM PROCESSO DE FORMAÇÃO ANO CURSOS FORMANDOS

19 PROJETO OLEOVITAE OBJETIVO OPERACIONAL MONITORIZAÇÃO DOS COMPOSTOS POLARES DOS ÓLEOS DE FRITURA 2039 avaliações 74% de taxas de execução DISTRITO Aveiro Castelo Branco Coimbra Guarda Leiria Viseu Região 17 a >24 > 24 % %

20 2.ª E S T R A T É G I A OBJETIVO DE SAÚDE CONTRIBUIR PARA A DIMINUIÇÃO DA PREVALÊNCIA DE ALGUMAS NEOPLASIAS E DISLIPIDÉMIAS PROJETO OLEOVITAE 20

21 3.ª E S T R A T É G I A OBJETIVO DE SAÚDE CONTRIBUIR PARA A DIMINUIÇÃO DA PREVALÊNCIA DAS NEOPLASIAS DA NASOFARINGE/ ESTÔMAGO E DOENÇAS CARDIO E CEREBROVASCULARES minorsal.saúde PROJETO pão.come PROJETO sopa.come 21

22 minorsal.saúde OBJETIVO OPERACIONAL DIMINUIÇÃO DO SAL ADICIONADO AO PÃO E SOPA 22

23 Concelhos envolvidos Padarias envolvidas

24 Diagnósti co 1.ª aval. 2.ª aval. 3.ª aval. 4.ª aval. 5.ª aval. 6.ª aval. Evolução das médias de 2007 a g de NaCl no pão da Região Centro 1,8 1,6 1,4 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 1,58 1,13 1,04 0,98 0,91 0,91 0,83 5.ª avaliação correspondente a 21 concelhos e 295 amostras 6.ª avaliação correspondente a 12 concelhos e 167 amostras 24

25 Projeto sopa.come 25

26 COIMBRA ACES BM I,II,III PIN I GUARDA ULS cantinas e restaurantes 15 concelhos cantinas 12 concelhos

27 PROJETO sopa.come

28 minorsal.saúde Por uma redução de um grama de sal na alimentação poderão ser poupadas 2640 vidas/ano a nível nacional Professor Doutor Jorge Polónia Universidade Fernando Pessoa A nível da Região Centro poderão ser poupadas cerca de 450 vidas ano 28

29 DIMINUIR O CONSUMO DE AÇUCARES DE ABSORÇÃO RÁPIDA 4.ª E S T R A T É G I A CONTRIBUIR PARA A DIMINUIÇÃO DA DIABETES TIPO 2 E DA OBESIDADE TÃO DOCE. NÃO! 29

30 5.ª E S T R A T É G I A DIMINUIR O CONSUMO DE GORDURAS TRANS CONTRIBUIR PARA A DIMINUIÇÃO DAS DOENÇAS CARDIO E CEREBROVASCULARES Trans.fora! 30

31 Resultados Rastreios Oncológicos Resultados do Programa de rastreio do cancro da mama ( ) Mulheres convidadas (96,3%) Mulheres rastreadas Taxa de participação 72% Taxa de cobertura 66,5% Taxa de deteção tumoral ( ) 2,8% Novas / Repetidas 3,8%00/ 1,9%0 Tumores detectados invasivos (2009) 82,9% O rastreio do cancro da mama decorre na ARSC desde Rastreio de base populacional, que atingiu 100% de cobertura geográfica da Região em 2001 Fonte: Relatório de Atividades 2011 da ARSC,IP 31

32 Resultados do Programa de rastreio do colo do útero ( ) Mulheres rastreadas (57%) Diagnosticaram-se e trataram-se 26 cancros / tx. Incidência 0,13%0 Diagnosticaram-se lesões de alto grau 871 /tx. Incidência 3,6%0 Citologias insatisfatórias <1% Mais de 90% dos cancros diagnosticados São de mulheres que foram rastreadas na 1ª fase O rastreio do cancro do colo do útero na Região Centro iniciou-se de forma estruturada em 1990, com a coordenação do IPOC. Até centros de saúde; 2005 a 2007 alargou à totalidade dos centros de saúde Fonte: Relatório de Atividades 2011 da ARSC,IP 32

33 Resultados do Programa de rastreio do cólon e reto (inicio em 2009) Utentes selecionados para rastreio (excluídos 532) Convidados 33% (população alvo ) Acorreram à consulta 75% (16.290) Testes inconclusivos 1,5% Testes com resultados positivos 3,9% Displasias de alto grau 1,6 em cada mil participantes Em cada mil participantes diagnosticaram-se 1,1 cancros Programa está no terreno 34 cs/8 ACeS (2011) O programa de rastreio do cancro do cólon e reto está em fase piloto e prevê-se a conclusão no final deste ano. Fonte: Relatório de Atividades 2011 da ARSC,IP 33

34 Muito obrigado 34

RASTREIO DO CANCRO E RECTO ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO,I.P.

RASTREIO DO CANCRO E RECTO ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO,I.P. RASTREIO DO CANCRO DO CÓLON C E RECTO ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO,I.P. COR Grupo de trabalho do RCCR 12 Janeiro 2009 Segundo a OMS, o cancro do cólon e do recto, constitui a nível mundial

Leia mais

Plano Local de Saúde Amadora 2014 2016

Plano Local de Saúde Amadora 2014 2016 Plano Local de Saúde Amadora 2014 2016 Lisboa, 19 de Novembro de 2014 António Carlos SILVA Médico de Saúde Pública Coordenador da Unidade de Saúde Pública antonio.silva.usp@csreboleira.min-saude.pt André

Leia mais

PANORAMA DO CONTROLE DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO AVANÇOS E DIFICULDADES TROCANDO IDEIAS XVII 30/08/2013

PANORAMA DO CONTROLE DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO AVANÇOS E DIFICULDADES TROCANDO IDEIAS XVII 30/08/2013 PANORAMA DO CONTROLE DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO AVANÇOS E DIFICULDADES TROCANDO IDEIAS XVII 30/08/2013 Vânia Stiepanowez de Oliveira Rocha Dados epidemiológicos Incidência

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO, IP: Projecto de intervenção comunitária pão.come

ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO, IP: Projecto de intervenção comunitária pão.come ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO, IP: Projecto de intervenção comunitária pão.come ENQUADRAMENTO E FUNDAMENTAÇÃO O projecto pão.come é um projecto de intervenção comunitária que visa a redução

Leia mais

Programa Nacional para as Doenças Oncológicas. Orientações Programáticas

Programa Nacional para as Doenças Oncológicas. Orientações Programáticas Programa Nacional para as Doenças Oncológicas Orientações Programáticas 1 - Enquadramento O Programa Nacional para as Doenças Oncológicas é considerado prioritário e, à semelhança de outros sete programas,

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2004-2010 Avaliação de indicadores. Maio de 2010

Plano Nacional de Saúde 2004-2010 Avaliação de indicadores. Maio de 2010 Plano Nacional de Saúde -2010 Avaliação de indicadores Maio de 2010 0 das Regiões (NUT II do D.L. de 1999) em relação ao do... 2 Evolução dos indicadores em relação à Meta para 2010... 9 1 das Regiões

Leia mais

Instituto Nacional de Câncer Fisioterapia HCII/INCA

Instituto Nacional de Câncer Fisioterapia HCII/INCA Instituto Nacional de Câncer Fisioterapia HCII/INCA QUALIFICAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA NOS SERVIÇOS ASSISTENCIAIS DO SUS PARA CÂNCER DE MAMA E CÂNCER DO COLO DO ÚTERO. Fátima Bussinger Chefe da Fisioterapia

Leia mais

Relatório Preliminar da 2ª volta do Programa de Rastreio do Cancro da Mama no Algarve

Relatório Preliminar da 2ª volta do Programa de Rastreio do Cancro da Mama no Algarve Relatório Preliminar da 2ª volta do Programa de Rastreio do Cancro da Mama no Algarve Filomena Horta Correia Coordenadora do Núcleo de Rastreios da ARSA, IP 15 de Setembro de 2010 O cancro da mama é o

Leia mais

ANO:2011 Ministério da Saúde. Administração regional de saúde do Norte, I.P. Objectivos Estratégicos. Objectivos Operacionais.

ANO:2011 Ministério da Saúde. Administração regional de saúde do Norte, I.P. Objectivos Estratégicos. Objectivos Operacionais. ANO:2011 Ministério da Saúde Administração regional de saúde do Norte, I.P. MISSÃO: Garantir à população da sua área de influência o acesso à prestação de cuidados de saúde de qualidade e cumprir e fazer

Leia mais

ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL 1. ENVELHECIMENTO ACTIVO A Organização Mundial da Saúde e a Comissão da União Europeia consideram de grande importância todas as medidas, políticas e práticas, que contribuam para

Leia mais

PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR. Anabela Martins. Bragança, de 20 setembro de 2014

PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR. Anabela Martins. Bragança, de 20 setembro de 2014 PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR Anabela Martins Bragança, de 20 setembro de 2014 PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR Sumário Nota prévia Objetivos da Saúde Escolar Literacia em saúde Eixo estratégicos Exemplos de Boas

Leia mais

Saúde Informa Nº 02 Distrito Sanitário Centro DSCe

Saúde Informa Nº 02 Distrito Sanitário Centro DSCe Saúde Informa Nº 2 Distrito Sanitário Centro DSCe Agosto/211 Apresentação Esta é a segunda edição do informativo do DSCe e o dedicamos a discussão das atividades de educação permanente, ao monitoramento

Leia mais

A SAÚDE NA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015

A SAÚDE NA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015 A SAÚDE NA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015 Documento de Posicionamento 1 IMVF Documento de Posicionamento A SAÚDE DA AGENDA PARA O DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015 Documento de Posicionamento

Leia mais

O desafio feminino do câncer

O desafio feminino do câncer Tumores de mama e colo de útero contam com a oportunidade de rastreamento e têm altas chances de sucesso no tratamento O desafio feminino do câncer O controle dos cânceres de mama e de colo do útero é

Leia mais

BOLETIM ELETRÔNICO DO GRUPO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO E INFORMAÇÕES DE SAÚDE

BOLETIM ELETRÔNICO DO GRUPO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO E INFORMAÇÕES DE SAÚDE GAI informa junho/2009 ano 1 nº2 BOLETIM ELETRÔNICO DO GRUPO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO E INFORMAÇÕES DE SAÚDE Editorial Neste segundo número do Boletim Gais Informa apresenta-se um resumo das principais discussões

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL para as Doenças Oncológicas

PROGRAMA NACIONAL para as Doenças Oncológicas PROGRAMA NACIONAL para as Doenças Oncológicas RELATÓRIO 2013 Avaliação e Monitorização dos Rastreios Oncológicos Organizados de Base Populacional de Portugal Continental Elaborado por: Nuno Miranda (PNDO/DGS)

Leia mais

Decorre campanha de Luta Contra o Cancro da

Decorre campanha de Luta Contra o Cancro da Decorre campanha de Luta Contra o Cancro da Mama participa no Dia Rosa na Escola - 28 de Outubro!... Traz, neste dia, uma peça de vestuário rosa ou branca e o teu laço para participares numa foto de grupo,

Leia mais

Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 28/XI/1ª. Exposição de Motivos

Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 28/XI/1ª. Exposição de Motivos Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 28/XI/1ª Recomenda ao Governo que adopte medidas urgentes que diminuam os tempos de espera para consulta e cirurgia oncológica e que melhorem a qualidade e o

Leia mais

IMPACTO DA CONVOCATÓRIA AUTOMÁTICA NO RASTREIO DO CANCRO DA MAMA NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

IMPACTO DA CONVOCATÓRIA AUTOMÁTICA NO RASTREIO DO CANCRO DA MAMA NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS IMPACTO DA CONVOCATÓRIA AUTOMÁTICA NO RASTREIO DO CANCRO DA MAMA NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS FÁBIA GAMA SILVA ORIENTADOR: PROF. DR. EVANGELISTA ROCHA CO ORIENTADOR: MESTRE PAULO JORGE NICOLA INTRODUÇÃO

Leia mais

Campanha Nacional de Higiene das MãosMinistério Resultados Nacionais

Campanha Nacional de Higiene das MãosMinistério Resultados Nacionais Campanha Nacional de Higiene das MãosMinistério da Saúde Resultados Nacionais Dia 5 de Maio, Compromisso Mundial de Higienização das mãos Direcção-Geral da Saúde Campanha Nacional de Higiene das mãos Situação

Leia mais

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Estão disponíveis, nestas páginas, os indicadores do Pacto de Atenção Básica 2002, estabelecidos a partir da portaria 1.121, de 17 de junho de 2002, calculados

Leia mais

OUTUBRO. um mes PARA RELEMBRAR A IMPORTANCIA DA. prevencao. COMPARTILHE ESSA IDEIA.

OUTUBRO. um mes PARA RELEMBRAR A IMPORTANCIA DA. prevencao. COMPARTILHE ESSA IDEIA. OUTUBRO ROSA ^ um mes PARA RELEMBRAR A IMPORTANCIA DA ~ prevencao. COMPARTILHE ESSA IDEIA. ~ ^ O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete

Leia mais

O engenheiro na equipa de saúde ocupacional: a visão da medicina do trabalho

O engenheiro na equipa de saúde ocupacional: a visão da medicina do trabalho O engenheiro na equipa de saúde ocupacional: a visão da medicina do trabalho Carlos Silva Santos Programa Nacional de Saúde Ocupacional DSAO/DGS 2014 Segurança, Higiene e Saúde do trabalho Organização

Leia mais

SEGALLA 1, José G M, CAPRA 1, Rute M M, VENEZIANO 1, Claúdia L A, VENEZIANO 1, Donaldo B, ZULIANI 1, Selma A R, MAUAD 2, Lenira M Q

SEGALLA 1, José G M, CAPRA 1, Rute M M, VENEZIANO 1, Claúdia L A, VENEZIANO 1, Donaldo B, ZULIANI 1, Selma A R, MAUAD 2, Lenira M Q DISTRIBUIÇÃO DOS TUMORES DE COLO DE ÚTERO NAS MICRO- REGIÕES DA DRS-VI (BAURU) E CORRELAÇÃO COM O PROGRAMA DE PREVENÇÃO DO HOSPITAL AMARAL CARVALHO (HAC) SEGALLA 1, José G M, CAPRA 1, Rute M M, VENEZIANO

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR

Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR Pesquisa epidemiológica retrospectiva no programa de prevenção de câncer cérvico-uterino no município de Sarandi -PR ADRIANA DE SANT ANA GASQUEZ (UNINGÁ)¹ EVERTON FERNANDO ALVES (G-UNINGÁ)² RESUMO Este

Leia mais

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU

CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 09 /2014 - CESAU Objeto: Parecer. Promotoria de Justiça GESAU / Índice de seguimento / levantamento de doenças intra-epiteliais previsto para 2013 no município de Salvador e ações

Leia mais

Sistema Público de Saúde em Curitiba - 2011

Sistema Público de Saúde em Curitiba - 2011 Sistema Público de Saúde em Curitiba - 2011 09 Distritos Sanitários 109 US (55 ESF) - informatizada 8 CMUMs 10 CAPS 1 Laboratório Municipal 1 Hospital Municipal 1.851.213 habitantes 223.000 mulheres acima

Leia mais

NÍVEIS DE PREVENÇÃO. Ana Catarina Peixoto R. Meireles. Médica Interna de Saúde Pública Unidade Operativa de Saúde Pública P

NÍVEIS DE PREVENÇÃO. Ana Catarina Peixoto R. Meireles. Médica Interna de Saúde Pública Unidade Operativa de Saúde Pública P NÍVEIS DE PREVENÇÃO Conceito e Relação com as Funções do Médico de Saúde PúblicaP Ana Catarina Peixoto R. Meireles Médica Interna de Saúde Pública P Unidade Operativa de Saúde Pública P de Braga Reunião

Leia mais

I - EXERCISE IS MEDICINETM

I - EXERCISE IS MEDICINETM I EXERCISE IS MEDICINETM Objectivo Generalização da inclusão do aconselhamento para a actividade física no âmbito do plano terapêutico para a prevenção e o tratamento de doenças, e referenciação quando

Leia mais

DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA GUIAS DE BOAS PRÁTICAS NUTRICIONAIS

DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA GUIAS DE BOAS PRÁTICAS NUTRICIONAIS DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA GUIAS DE BOAS PRÁTICAS NUTRICIONAIS 1. Introdução As Boas Práticas Nutricionais constituem-se um importante instrumento para a modificação progressiva da composição nutricional

Leia mais

O plano e orçamento 2010 que vos é proposto materializam o que queremos para o sector da Saúde nos Açores:

O plano e orçamento 2010 que vos é proposto materializam o que queremos para o sector da Saúde nos Açores: Plano e Orçamento para 2010 - Saúde O plano e orçamento 2010 que vos é proposto materializam o que queremos para o sector da Saúde nos Açores: Queremos um Serviço Público de Saúde cada vez mais próximo.

Leia mais

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS O Dec. Lei 28/2008 de 22 de Fevereiro, estabelece o regime da criação, estruturação e funcionamento dos agrupamentos de Centros de Saúde (ACES)

Leia mais

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Linha de Cuidado da Obesidade Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Evolução do excesso de peso e obesidade em adultos 0,8% (1.550.993) da população apresenta obesidade grave 1,14% das

Leia mais

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO Marlúcio Alves UFU Bolsista programa CAPES/FCT Jul/dez 2011 A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - ESF

Leia mais

PARTILHAR em São Tomé

PARTILHAR em São Tomé PARTILHAR em São Tomé 1. Enquadramento De acordo com as notícias do país, as doenças crónicas não transmissíveis têm estado a ganhar terreno alarmante nos últimos anos em São Tomé e Príncipe. Não se sabe

Leia mais

Projecto de Intervenção Comunitária Curso de Preparação para Prestadores de Cuidados Informais

Projecto de Intervenção Comunitária Curso de Preparação para Prestadores de Cuidados Informais Projecto de Intervenção Comunitária Curso de Preparação para Prestadores de Cuidados Informais Encontro Boas Praticas em Cuidados Saúde Primários Coimbra, 13/11/2014 PROMOÇÃO DA SAÚDE Essência dos Cuidados

Leia mais

Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004

Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004 Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004 Fontes de informação: A. População Todos os dados de população foram obtidos a partir do existente no site do Datasus www.datasus.gov.br/cgi/ibge/popmap.htm.

Leia mais

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas Ministério da Saúde Abril de 2014 VIGITEL 2014 Medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira Subsidiar ações de promoção da saúde e prevenção

Leia mais

AFOGAMENTOS EM CRIANÇAS E JOVENS ATÉ AOS 18 ANOS, EM PORTUGAL

AFOGAMENTOS EM CRIANÇAS E JOVENS ATÉ AOS 18 ANOS, EM PORTUGAL APSI Afogamentos de Crianças Principais Resultados 2002/2010 www.apsi.org.pt 1/6 AFOGAMENTOS EM CRIANÇAS E JOVENS ATÉ AOS 18 ANOS, EM PORTUGAL 2002 2010 RESUMO E PRINCIPAIS CONCLUSÕES I Introdução O afogamento

Leia mais

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva Vigilância Epidemiológica Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva EPIDEMIOLOGIA Epidemiologia é o estudo da frequência, da distribuição e dos condicionantes e determinantes dos estados ou eventos

Leia mais

Promoção para a Saúde

Promoção para a Saúde COLÉGIO RAINHA SANTA ISABEL ANO LETIVO 2013/2014 PROJETO Promoção para a Saúde - Estilos de Vida Saudável Organização: Departamento de Educação Física INTRODUÇÃO As Orientações da União Europeia para a

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS MORBIDADE AUTO REFERIDA

Leia mais

CANCER INCIDENCE IN THE MINAS GERAIS STATE WITH EMPHASIS IN THE REGION OF POÇOS DE CALDAS PLATEAU

CANCER INCIDENCE IN THE MINAS GERAIS STATE WITH EMPHASIS IN THE REGION OF POÇOS DE CALDAS PLATEAU Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais CANCER INCIDENCE IN THE MINAS GERAIS STATE WITH EMPHASIS IN THE REGION OF POÇOS DE CALDAS PLATEAU Berenice Navarro Antoniazzi Epidemiologista Coordenadora

Leia mais

PLANO LOCAL DE SAÚDE DO. ACES Porto Oriental

PLANO LOCAL DE SAÚDE DO. ACES Porto Oriental PLANO LOCAL DE SAÚDE DO ACES Porto Oriental i ÍNDICE ii Ficha Técnica iii Agradecimentos iv Chave de siglas e abreviaturas v Nota prévia pelo Director Executivo do ACES 1 Breve Introdução O que é o PLS?

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH Brasília, outubro de 2015 População Masculina 99 milhões (48.7%) População alvo: 20 a 59 anos População Total do Brasil 202,7 milhões de

Leia mais

Vigilância do câncer no Canadá

Vigilância do câncer no Canadá 1 Vigilância do câncer no Canadá Apresentado por Howard Morrison, PhD Centro de Prevenção e Controle de Doenças Crônicas Agência de Saúde Pública do Canadá O contexto canadense 2 Indivíduos 4% das mulheres

Leia mais

Doenças Crônicas. uma nova transição. Paulo A. Lotufo. FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP

Doenças Crônicas. uma nova transição. Paulo A. Lotufo. FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP Doenças Crônicas uma nova transição Paulo A. Lotufo Professor Titular de Clínica Médica FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP esclarecimentos O termo doença crônica pode

Leia mais

NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO:

NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO: NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO: Diagnóstico e Classificação da Diabetes Mellitus Diabetes ; Diagnóstico Médicos e Enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde Departamento

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2013 Criação de um novo departamento dentro da SAS: DAET- Departamento de Atenção

Leia mais

Programa Nacional para a Diabetes. Orientações Programáticas

Programa Nacional para a Diabetes. Orientações Programáticas Programa Nacional para a Diabetes Orientações Programáticas 1 - Enquadramento O Programa Nacional de Controlo da Diabetes existe, em Portugal, desde a década de setenta, tendo sido atualizado e revisto

Leia mais

MODELO PROJETO: PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE

MODELO PROJETO: PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE MODELO PROJETO: PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE 1 Identificação Título Câncer de Colo de útero: a importância de diagnostico precoce. Área temática Comunicação, Promoção e Educação em Saúde Lotação Boninal

Leia mais

Programa da Diabetes das FAA

Programa da Diabetes das FAA Programa da Diabetes das FAA Sabrina Coelho da Cruz Diabetologista do Hospital Militar Principal/Instituto Superior Coordenadora da Comissão da Diabetes do HMP/IS Coordenadora do Programa da Diabetes nas

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2012 2016. 6. Indicadores e Metas em Saúde. (Janeiro 2012)

Plano Nacional de Saúde 2012 2016. 6. Indicadores e Metas em Saúde. (Janeiro 2012) Plano Nacional de Saúde 2012 2016 6. Indicadores e Metas em Saúde (Janeiro 2012) Plano Nacional de Saúde 2012-2016 6. INDICADORES E METAS EM SAÚDE 6.1. CONCEITOS... 2 6.2. INDICADORES DO PNS 2012-2016...

Leia mais

ALAGOAS ATLAS DE MORTALIDADE POR CÂNCER NO BRASIL 1979-1999

ALAGOAS ATLAS DE MORTALIDADE POR CÂNCER NO BRASIL 1979-1999 SÉRIE TEMPORAL DAS TAXAS DE MORTALIDADE, BRUTAS E AJUSTADAS POR IDADE PELAS POPULAÇÕES MUNDIAL E BRASILEIRA, PARA TOPOGRAFIAS SELECIONADAS, ENTRE E ALAGOAS Taxas de mortalidade por câncer do estômago,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE UNIDADE DE SAÚDE PUBLICA Ao nível de cada Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), as Unidades de Saúde Pública (USP) vão funcionar como observatório de saúde da população

Leia mais

Projecto MAIOR. Movimento Autonomia Independência Oportunidade - Recuperação

Projecto MAIOR. Movimento Autonomia Independência Oportunidade - Recuperação Projecto MAIOR Movimento Autonomia Independência Oportunidade - Recuperação 1. Como nasceu o projecto 2. Projecto 3. O Arranque 4.Junte-se a nós! 1. Como nasceu o projecto Envelhecimento da População Envelhecimento

Leia mais

A situação do câncer no Brasil. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva

A situação do câncer no Brasil. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva A situação do câncer no Brasil Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva O Brasil no Cenário do Câncer no Mundo Principais fatores determinantes Situação do Câncer no Brasil 1 Urbanização

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2012-2016

Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Índice de Figuras, Quadros e Tabelas (Janeiro 2012) Plano Nacional de Saúde 2012-2016 ÍNDICE DE FIGURAS, QUADROS E TABELAS 1. Enquadramento do Plano Nacional de Saúde

Leia mais

IV Seminário de Promoçã e Prevençã. ção à Saúde. ção o de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar. I Seminário de Atençã. Suplementar.

IV Seminário de Promoçã e Prevençã. ção à Saúde. ção o de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar. I Seminário de Atençã. Suplementar. IV Seminário de Promoçã ção o da Saúde e Prevençã ção o de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar I Seminário de Atençã ção à Saúde Suplementar Dezembro 2007 Área de Atençã ção à Saúde da Mulher Marco Regulatório

Leia mais

BENCHMARKING NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

BENCHMARKING NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS BENCHMARKING NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS APRESENTAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS ORGANIZACIONAIS Centro de Saúde de Montemor-o-Novo Silvia Charepe Dias Dezembro 2008 PROGRAMA Olá Bebé ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA

Leia mais

TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

TÍTULO: SE TOCA MULHER CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO

Leia mais

SICAD - Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências

SICAD - Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências INFORMAÇÃO PARA POPH PROGRAMA OPERACIONAL DO POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA 3.6 QUALIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE PRIORIDADES FORMATIVAS 2013

Leia mais

Vereadora Corália Loureiro. Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis

Vereadora Corália Loureiro. Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis Poder Local e Cidades d Saudáveis Vereadora Corália Loureiro Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis II Simpósio Internacional de Saúde Ambiental e a Construção de Cidades Saudáveis - IGOT - UL 6 Dezembro

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa em 21 de Novembro de 1986, aprovou a presente Carta, que contém as orientações para

Leia mais

As TIC e a Saúde no Portugal de 2013

As TIC e a Saúde no Portugal de 2013 As TIC e a Saúde no Portugal de 2013 20 de fevereiro de 2014 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Patrocinadores Bronze Apoios Patrocinadores Globais Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2013

Leia mais

Programa 5 ao Dia. Um Alimentação Saudável está nas nossas mãos.

Programa 5 ao Dia. Um Alimentação Saudável está nas nossas mãos. Programa 5 ao Dia Um Alimentação Saudável está nas nossas mãos. O que é o Programa 5 ao Dia? Enquadramento Conceito Objectivos e Destinatários Associação 5 ao Dia Desenvolvimento Enquadramento Mudança

Leia mais

Observação em Promoção da Saúde e Doenças Crónicas

Observação em Promoção da Saúde e Doenças Crónicas Observação em Promoção da Saúde e Doenças Crónicas Dia do INSA A Observação de Saúde, função colaborativa -atribuições, actividades e perspectivas futuras Porto, 27 Setembro 2010 Departamento de Promoção

Leia mais

Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde de Entre Douro e Vouga II - Aveiro Norte:

Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde de Entre Douro e Vouga II - Aveiro Norte: PLANO LOCAL DE SAÚDE i FICHA TÉCNICA Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde de Entre Douro e Vouga II - Aveiro Norte: Francisco Borges Coordenador da Unidade de Saúde Pública, Médico

Leia mais

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL. Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL. Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó 1 A obesidade é considerada a epidemia do séc. XXI (OMS) Em Portugal tem vindo a aumentar vertiginosamente

Leia mais

DIABETES MELLITUS NO BRASIL

DIABETES MELLITUS NO BRASIL DIABETES MELLITUS NO BRASIL 17º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes PATRÍCIA SAMPAIO CHUEIRI Coordenadora d Geral de Áreas Técnicas DAB/MS Julho, 2012 DIABETES MELITTUS Diabetes é considerado

Leia mais

Causas de morte 2013

Causas de morte 2013 Causas de morte 2013 26 de maio de 2015 Causas de morte 2013 Os tumores malignos e as doenças do aparelho circulatório estiveram na origem de mais de metade dos óbitos ocorridos no país em 2013, representando

Leia mais

Registo Oncológico Nacional 2008

Registo Oncológico Nacional 2008 Registo Oncológico Nacional 2008 Elaborado pelo Registo Oncológico Regional do Centro Editado pelo Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil EPE 2 Registo Oncológico Nacional 2008 Elaborado

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *

Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: * Página 1 de 7 Entidade: * Instituto Português de Oncologia de Coimbra Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE ATIVIDADES

Leia mais

Psicologia da saúde em Portugal (II)

Psicologia da saúde em Portugal (II) NOTAS DIDÁCTICAS Psicologia da saúde em Portugal (II) JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*) Em continuidade com o referido em artigo anteriormente publicado (Carvalho Teixeira, Cima & Santa Cruz, 1999) pretende-se

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE

Leia mais

ATUAÇÃO DA FAO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

ATUAÇÃO DA FAO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR ATUAÇÃO DA FAO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR II Encontro Nacional de Experiências Inovadoras em Alimentação Escolar 50 ANOS Sr. José Tubino Representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação

Leia mais

Descobrindo o valor da

Descobrindo o valor da Descobrindo o valor da Ocâncer de mama, segundo em maior ocorrência no mundo, é um tumor maligno que se desenvolve devido a alterações genéticas nas células mamárias, que sofrem um crescimento anormal.

Leia mais

Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva

Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva PROJETO DE PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE 2013/14 A Coordenadora: Maria do Castelo Nunes da Costa INTRODUÇÃO A Saúde é um fator essencial da vida humana. Segundo

Leia mais

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO. Organização Paramédicos de Catástrofe Internacional. Morada Rua Pedro Álvares Cabral 1675 106 Pontinha, Odivelas

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO. Organização Paramédicos de Catástrofe Internacional. Morada Rua Pedro Álvares Cabral 1675 106 Pontinha, Odivelas FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Organização Paramédicos de Catástrofe Internacional Diretor(a) Bruno Ferreira Setor de Atividade Voluntariado Social Número de Efetivos 100 NIF 509 557 597 Morada Rua Pedro Álvares

Leia mais

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de vida. A infância e adolescência são idades ideais para

Leia mais

Registro Hospitalar de Câncer de São Paulo:

Registro Hospitalar de Câncer de São Paulo: Registro Hospitalar de Câncer de São Paulo: Análise dos dados e indicadores de qualidade 1. Análise dos dados (jan ( janeiro eiro/2000 a setembro/201 /2015) Apresenta-se aqui uma visão global sobre a base

Leia mais

Iniciativa Move-te, faz Acontecer

Iniciativa Move-te, faz Acontecer Iniciativa Move-te, faz Acontecer Entidades Promotoras: Associação CAIS (Projecto Futebol de Rua): Fundada em 1994, a Associação CAIS tem como Missão contribuir para o melhoramento global das condições

Leia mais

Projectos candidatos ao Prémio de Boas Práticas sobre Eficiência (por ordem alfabética) Designação do Projecto Região Instituição Executora

Projectos candidatos ao Prémio de Boas Práticas sobre Eficiência (por ordem alfabética) Designação do Projecto Região Instituição Executora Projectos candidatos ao Prémio de Boas Práticas sobre Eficiência 1. Apoio Domiciliário e Voluntariado a Idosos e Centro de Saúde Soares dos Reis (V. N. Gaia) 2. Combate à Obesidade Infantil Pública da

Leia mais

Encontro internacional sobre rastreamento de câncer de mama

Encontro internacional sobre rastreamento de câncer de mama Encontro internacional sobre rastreamento de câncer de mama O Câncer de Mama no Brasil Situação epidemiológica e rastreamento 17/04/2009 CÂNCER DE MAMA NO BRASIL MORBIMORTALIDADE NÚMERO TAXA (*) NOVOS

Leia mais

Determinantes da Satisfação com Funcionamento Actual & Prioridades de Reforma. Uma Abordagem Qualitativa

Determinantes da Satisfação com Funcionamento Actual & Prioridades de Reforma. Uma Abordagem Qualitativa OS CENTROS DE SAÚDE EM PORTUGAL Determinantes da Satisfação com Funcionamento Actual & Prioridades de Reforma Uma Abordagem Qualitativa Instituição promotora e financiadora Missão para os Cuidados de Saúde

Leia mais

4. Câncer no Estado do Paraná

4. Câncer no Estado do Paraná 4. Câncer no Estado do Paraná Situação Epidemiológica do Câncer Doenças e Agravos Não Transmissíveis no Estado do Paraná Uma das principais causas de morte nos dias atuais, o câncer é um nome genérico

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família. Brasília, 08 de Agosto de 2008

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família. Brasília, 08 de Agosto de 2008 Oficina de Promoção da Alimentação Saudável para Agentes Comunitários de Saúde III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família Brasília,

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

10ª edição BEM V INDOS VINDOS Welcome W

10ª edição BEM V INDOS VINDOS Welcome W 10ª edição BEM VINDOS Welcome Solução BI nos Cuidados de Saúde Primários SAMESTAT Ernesto Fernandes (ARS do Centro, IP) efernandes@arscentro.min-saude.pt saude.pt Catarina Moura (ARS do Centro, IP) catarina.moura@arscentro.min-saude.pt

Leia mais

ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE

ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE PORTUGAL. Alto Comissariado da Saúde Atlas do Plano Nacional de Saúde Lisboa: Alto Comissariado da Saúde, 2010. 144 p. ISBN 978-989-96263-5-5

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

Manual Executivo do Programa de Rastreio do Cancro do Colo do Útero na Região Norte

Manual Executivo do Programa de Rastreio do Cancro do Colo do Útero na Região Norte Manual Executivo do Programa de Rastreio do Cancro do Colo do Útero na Região Norte ARSN Julho 2010 Manual Executivo do Programa de RCCU Portugal, Administração Regional de Saúde do Norte, IP (ARSN), Departamento

Leia mais

Centro de Saúde da Figueira da Foz

Centro de Saúde da Figueira da Foz Centro de Saúde da Figueira da Foz PT Prime e HIS implementam Solução integrada de Processo Clínico Electrónico, Gestão de Atendimento, Portal e Mobilidade. a experiência da utilização do sistema VITA

Leia mais

Atuação do Nutricionista no Desenvolvimento de Produtos Mais Saudáveis

Atuação do Nutricionista no Desenvolvimento de Produtos Mais Saudáveis Atuação do Nutricionista no Desenvolvimento de Produtos Mais Saudáveis Elizabeth Vargas Nutricionista Unilever America Latina Seminário Tecnológico de Nutrição, Saudabilidade e Meio Ambiente Junho 2014

Leia mais

DIAGNÓSTICO SOBRE A SAÚDE DA MULHER EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA E INTERVENÇÕES SOBRE O EXAME CITOPATOLÓGICO DO COLO UTERINO

DIAGNÓSTICO SOBRE A SAÚDE DA MULHER EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA E INTERVENÇÕES SOBRE O EXAME CITOPATOLÓGICO DO COLO UTERINO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA DIAGNÓSTICO SOBRE A SAÚDE

Leia mais